Irreligiosos

Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

"36 Argumentos Para a Existência de Deus"

Rebecca Newberger Goldstein;

Tradução: George Schlesinger

Companhia das Letras – 2010 (532 p)

 

Comentário de Assis Utsch

 

       O título é de ensaio, mas é um romance, e com um apêndice, agora com a cara de ensaio, onde são propostos e refutados os “argumentos de Deus”, a parte mais interessante. Parece estranho, mas foi assim que o livro foi concebido, cuja autora é doutora em filosofia por Princeton, pesquisadora em psicologia de Harvard e premiada por seus livros. Enquanto romance o livro não difere muito de outros, e a história não guarda relação com seu título, exceto quanto ao conteúdo de alguns diálogos voltados para o tema. Dentre os assuntos presentes no texto, destaca-se uma abordagem sociológica da civilização judaica, com ênfase em sua religião, costumes, tradições, além de uma referência específica sobre a seita dos hassidim, que vivem isolados nos arredores de Nova York.

       Bem, no livro há muita erudição, e também trivialidades, gírias grosseiras e desnecessárias na boca de um personagem “com alma”; uma tradução com o uso de alguns modismos linguísticos, certos regionalismos recentes; e uma revisão pouco cuidadosa.

       Apreciei sobretudo o capítulo 34, o debate entre Felix Fidley (religioso) e Cass Seltzer (ateu).

 

       Fidley (religioso) : “A lógica precisa ser aceita sem absolutamente qualquer prova. A lógica precisa ser aceita com base na fé”. (p.407)

       Argumento-refutação nº 35 (Apêndice) : “Este argumento tenta generalizar a incapacidade da razão de justificar a si mesma ...”. “Ela [a razão] não necessita de justificação, pois ela é a justificação. Uma crença em Deus é algo absolutamente diferente”. (p.522) “Se é uma licença para acreditar num Deus único ... por que não temos a mesma licença para acreditar em Zeus e em todos os outros ...?” “... por que não no Papai Noel ...?” (p.523)

Exibições: 284

Responder esta

Respostas a este tópico

Pior que isso é vendido por aí e as pessoas compram!

Abç

Bernachi,

Eu e o Ivo lemos o livro, ele fez também alguns comentários; além do texto acima, destaquei os principais diálogos que estão no Capítulo 34 (e no Apêndice). Além dos dois diálogos transcritos, destaco mais esses dois, dentre muitos outros:

Fidley (religioso): “se você tem alguma dúvida de que a rejeição da fé em Deus empobrece a vida e rouba a homens e mulheres o senso de significado que torna suas vidas coerentes, então basta que você olhe à sua volta, para o hedonismo vazio, o narcisismo neurótico, a degeneração dissoluta ...”. (p.414)

Argumento-refutação nº 16 : “o Deus do qual as pessoas extraem sua moralidade (por exemplo o Deus da Bíblia e do Corão) não estabeleceu absolutamente o que reconhecemos agora como sendo moralidade. O Deus do Velho Testamento manda seu povo ter escravos, exterminar seus inimigos, executar blasfemos e homossexuais e cometer muitos outros atos hediondos”. “precisamos consultar alguns padrões de moralidade que não vêm de Deus para julgar quais aspectos da palavra de Deus devem ser tomados ...”. (p.495)

Assis e Bernacchi:

Ainda que tenha me decepcionado com o livro, eu não me arrependo de tê-lo comprado, pois o fiz agindo com absoluta sensatez. Por acaso, o livro não era o que eu esperava. Mas e se fosse? E se eu não tivesse comprado e lido, como saber? Penso assim: se um livro contém um assunto do seu interesse, bom ou ruim, ele deve ser lido, a menos que você decida economizar tempo e racionalizar, lendo apenas o que julga ser "bom".

Por outro lado, quando disse em outro comentário que não vi muita profundidade no livro e que achei o título meio comercial e enganoso, não significa que não tenha algumas partes interessantes e que não sirva como fonte de erudição. Alguns debates, como o exemplificado pelo Assis, merecem ser lidos e até relidos. Mas, numa escala de 0 a 10, minha nota para o livro seria 5 (num critério rígido) e 6 (num mais benevolente). Pode-se até pensar: "É muita pretensão que um merdinha como este, sem formação filosófica, queira criticar o livro e sinta-se apto a fazê-lo". De fato, não sei se sou apto, mas é a minha visão de leitor, ora bolas! Se não quisessem que alguém tivesse essa visão, que escrevessem um livro honesto e decente e não com fins meramente comerciais, como parece ter sido o caso.

Vou tentar explicar, Assis, com um exemplo seu: O seu livro "O Garoto que queria ser Deus" (que ainda estou lendo, mas já passei da metade) é muito mais honesto como literatura - e de boa qualidade - porque aborda o tema central da ideia suavemente, sabendo-se antecipadamente que é um romance e fazendo-nos acompanhar a saga do menino Daniel, aos poucos, até entender a mensagem que o autor quis passar. E aqui, Assis, você demonstrou o seu bom estilo: colocou nas entrelinhas, e à medida que o livro seguia, a sua visão sobre religião e as contradições que ela encerra. Excelente técnica e encaixada perfeitamente no contexto do livro, sem chocar ao leitor, que absorve os conceitos do autor em doses homeopáticas, colocadas no momento certo, dando uma pausa, para mais adiante ser retomada, com outro enfoque, em outra situação. Perfeito!

Você fez com o seu livro, exatamente o que fez um outro colega meu escritor (Maurício Gomide Martins) com o seu livro "Agora ou Nunca Mais", um romance sobre um jovem curioso e estudioso que descobre que algo terrível esta por acontecer à humanidade, em função da destruição do meio ambiente e da ganância pelo lucro a qualquer preço. Seu estilo e o dele, e a forma como propõem o tema são exatamente iguais e ambos conseguem seus objetivos, expondo a questão de forma literária e não noticiosa, ensaísta ou didática. Assim, o leitor - o que gosta de literatura - segue a obra até o fim.

Já o nosso colega Alfredo, tem um outro estilo, mais diretão, mais agressivo, mas que também não engana ninguém e dá muito bem o seu recado.

Mas a nobilíssima, premiadíssima e conhecidíssima autora nos engana desde o título da obra que, ao final, pareceu-me um romance inconcluso, sem pé nem cabeça. Um romance que não é bem um romance, misturado com um ensaio que não é bem um ensaio e que nada concluiu. E no rigor da definição filosófica da palavra "argumento", o que ela chama de argumentos não são propriamente argumentos e não passam de meras opiniões. Por isso, senti-me frustrado com a obra, embora dela tenha tirado alguns proveitos. Mas o fato é que o livro vendeu e foi traduzido para vários idiomas. É injusto, mas é assim que o mercado funciona. Enquanto isso, os livros do Assis, do Alfredo Bernacchi, do Maurício Gomide, do David Eme e de tantos outros companheiros, todos sem patrocinadores, só são lidos pelas pessoas dos seus círculos de amizades e alguns poucos leitores esporádicos, não pertencentes a esse círculo social.

Não, positivamente, a despeito de algumas qualidades, o livro da autora Rebeca Newberguer, não discute "argumentos" sobre a existência ou inexistência de Deus. E é muito de estranhar que uma filósofa por formação não saiba distingüir um "argumento" de uma "conjectura" ou "opinião". A opinião é de um leigo (porque não tenho formação filosófica, apesar de ser estudante de Filosofia na UFMS e autodidaticamente), mas é uma opinião. E é uma opinião tão válida como as que a autora expõe, as delas e as dos entrevistados. Não sei se consegui ser claro, mas é o que penso.

Ivo,

No tocante ao "O Garoto Que Queria Ser Deus", estou deveras sensibilizado com seus comentários sobre meu livro. Gostaria também que quando você tiver completado a leitura possa deixar no www.ogaroto.com.br as suas opinioes.

Quanto ao livro da Rebecca Goldstein, além das observações que já fiz no texto inicial, reitero que para mim houve um erro de concepção da obra, inclusive quanto a sua extensão, 530 páginas. Preferiria que ela tivesse criado um livro nos moldes de muitos autores, como por exemplo um Dostoievski, cujos romances contam uma história e ao mesmo tempo fazem uma apreciação ou uma crítica social, além das questões existenciais sempre presentes em seus livros.

No caso da Rebecca, seu equívo poderia ter sido evitado, principalmente pelo fato de sua experiência como escritora de romances.

Assis:

Vou fazer isso sim, com o maior prazer. Só peço um tempinho. 

E já que a lebre foi levantada, pretendo colocar aqui alguns artigos que tratam de argumentos e conjecturas a respeito da in-existência de Deus, já que verifiquei que as pessoas confundem os conceitos de "argumentos", "conjecturas", "teorias", "opiniões", "teses", "hipóteses" , "corolários" e "teoremas". São conceitos matemáticos, filosóficos e científicos que têm pontos comuns e se confundem; mas estudados adequadamente, percebem-se as diferenças.

Vou começar colocando (hoje ainda, se possível) a matéria "Alguns argumentos contra a existência de Deus", que publiquei em outro blog meu. Volte aqui e procure!

É óbvio que, na matéria, os "argumentos" são de terceiros, pensadores e estudiosos do assunto. De meu, apenas a apresentação e a análise crítica.

Um outro livro clássico que recomendo (este sim, contendo "argumentos", no verdadeiro sentido da palavra, é o clássico "Doze Provas da Inexistência de Deus", de Sebastian Faure e que pode ser baixado pela internet. Li este livro pela primeira vez aos 16 anos. Comprei-o na livraria da Editora Germinal, pertencente ao meu primeiro mentor intelectual, o escritor e pensador libertário Roberto da Neves. Um livrinho fininho, de capa vermelha, mas poderosíssimo e que deu (e ainda dá) muito o que falar.

 

Abraços a todos!

Bernarcchi, Ivo, Aníbal Werneck e outros,

Transcrevo abaixo mais quatro diálogos entre os personagens do livro da Rebecca Goldstein :

Fidley (religioiso) : “Alguns tipos de fé são inevitáveis porque sem eles as nossas vidas se tornariam incoerentes”. “É preciso algo de fora da vida do indivíduo para fazê-la ter importância, e esse algo deve ter em si agência e propósito. Deve ter intencionalidade, o que significa que deve ter uma mente. E é exatamente isso que Deus é” (p.413)

Argumento-refutação nº 20 : “A premissa é ilícita, ela é da forma “Este argumento precisa estar correto porque é intolerável que este argumento não esteja correto”. (Falácia do Pensamento Desejoso). “não teremos importância daqui a um milhão de anos, e não há nada que possamos fazer em relação a isso. Neste caso, não deveríamos declarar que é intolerável – simplesmente temos que conviver com isso”. (p.502)

Fidley (religioso) : “se você tem alguma dúvida de que a rejeição da fé em Deus empobrece a vida e rouba a homens e mulheres o senso de significado que torna suas vidas coerentes, então basta que você olhe à sua volta, para o hedonismo vazio, o narcisismo neurótico, a degeneração dissoluta ...”. (p.414)

Argumento-refutação nº 16 : “o Deus do qual as pessoas extraem sua moralidade (por exemplo o Deus da Bíblia e do Corão) não estabeleceu absolutamente o que reconhecemos agora como sendo moralidade. O Deus do Velho Testamento manda seu povo ter escravos, exterminar seus inimigos, executar blasfemos e homossexuais e cometer muitos outros atos hediondos”. “precisamos consultar alguns padrões de moralidade que não vêm de Deus para julgar quais aspectos da palavra de Deus devem ser tomados ...”. (p.495)

Ivo, eu tenho uma lista com cerca de 800 livro para ler. Raramente consigo ler um inteiro.

Os dois últimos que li foram:

A ORIGEM DO CRISTIANISMO (comprei) - de Yakov Lentsman

O "não sei o que" DOS DEMÔNIOS (ganhei) de Carl Sagan - Cientista renomado.

 

O primeiro foi fantástico. Encheu a minha mochila de conhecimentos. O segundo foi redundante. Pouco me acrescentou. Apenas que a quantidade de pessoas que "interagiram com ETs e foram abduzidas, foi incrivelmente maior do que eu imaginava. Mas foi um bom livro e recomendo.

Outro que me enviaram, não consegui passar da terceira página. Era esse tipo de "historinha com fundo moral". Não dá. Ficção, não dá!... Não tenho esse tempo todo disponível.

Os meus próprios livros, releio às vezes, muito depois de distribuído. Acho erros, faço acréscimos e emito revisões.

É difícil. não tenho tempo... Por isso, sou meio ignorante.

Em compensação, os livros que eu escrevo e distribuo gratuitamente, pouca gente lê. Aposto que vocês ainda não leram... Não dá 15 páginas escritas. O resto são fotografias. Mas vocês não leram. 

Abraços aos dois.

É assim mesmo, Alfredo. Não é só você que passa por isso, são muitos e eu também sou um deles. É a porra dessa vida competitiva a que nos submetem e que nos obrigam a cuidar de várias coisas ao mesmo tempo, não sobrando o tempo necessário para as coisas que mais gostamos, como ler, por exemplo.

Hoje eu faço assim: relaciono os livros que me interessam e faço uma fila de leitura, com escalas. À medida que vão surgindo as brechas de tempo eu vou lendo um aqui, outro ali; às vezes inteiro, às vezes por partes. Quando a leitura é parcial, marco onde parei e na próxima oportunidade retomo dali. A merda é que sou compulsivo e a minha fila sempre aumenta. Quando liquido alguns da fila original, já tem outros e a fila está do mesmo tamanho ou até maior e nunca acaba. Já me disseram que isso é um tipo de TOC, mas se é, é um TOC para o qual não quero tratamento, pois sempre vivi assim, desde os 16 anos, quando isso começou. E, se por um lado me atrapalha no meu dia-a-dia, por outro, me traz benefícios culturais enormes.

Neste momento, estou com o seu último livro (antes da sua revisão) e o do Assis na fila. Li o primeiro terço do seu (ri muito) e aproximadamente a metade do do Assis. O seu, vou ter de retomar para ver as revisões que fez, depois que eu o havia baixado, e recomeçar. O do Assis, é longo, e só posso lê-lo a prestação. Mas existem outros colegas que me mandam livros e também aquelas obras que eu mesmo seleciono ou compro e fico aguardando a oportunidade de ler. E tudo isso, somado aos trabalhos de administração dos sites, toma tempo, muito tempo, sem contar com a arrumação e organização da minha estante, sempre com coisas fora de ordem.

Por exemplo eu, além de outras atribuições, administro uma rede de 14 sites, cuido dos problemas da minha família e das minhas outras atividades. Você, precisou parar um tempo para cuidar da sua outra paixão, a composição musical. Isso, Alfredo, se chama ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO. É um problema dos nossos dias e todos temos de conviver e saber lidar com ele. Será que sabemos? Eu acho que sou meio fraco nisso e só consigo sobreviver mais ou menos utilizando o método da "priorização" (se não dá para fazer tudo, priorize, faça o máximo possíevel e tente mais tarde).

Portanto, nós escritores temos de ter paciência e entender quando os leitores demoram a ler nossos trabalhos. Nem todo mundo é expert em administração do tempo. Aliás, a maioria náo é. A regra do jogo é essa? Então, se gostamos de escrever, ou nos submetemos a ela ou paramos de criar e assim evitamos o sofrimento da ansiedade pelo reconhecimento.

Abraços a todos!

----------------

Em tempo: Só para exemplificar melhor e consolar aos que sofrem dos nossos mesmos males: Amo a Filosofia e sou autodidata por opção. É uma paixão antiga. Assim, neste ano de 2011, mesmo sessentão, resolvi enfrentar o vestibular na Universidade Federal, passei e me matriculei no curso. Pergunte-me se tive tempo de freqüentar. E pergunte-me porque estou trancando a matrícula para rertomar no ano que vem. O problema? Administração do tempo e priorização de atividades e preferências. É isso.

 



Alfredo Bernacchi disse:

Ivo, eu tenho uma lista com cerca de 800 livro para ler. Raramente consigo ler um inteiro.

Os dois últimos que li foram:

A ORIGEM DO CRISTIANISMO (comprei) - de Yakov Lentsman

O "não sei o que" DOS DEMÔNIOS (ganhei) de Carl Sagan - Cientista renomado.

 

O primeiro foi fantástico. Encheu a minha mochila de conhecimentos. O segundo foi redundante. Pouco me acrescentou. Apenas que a quantidade de pessoas que "interagiram com ETs e foram abduzidas, foi incrivelmente maior do que eu imaginava. Mas foi um bom livro e recomendo.

Outro que me enviaram, não consegui passar da terceira página. Era esse tipo de "historinha com fundo moral". Não dá. Ficção, não dá!... Não tenho esse tempo todo disponível.

Os meus próprios livros, releio às vezes, muito depois de distribuído. Acho erros, faço acréscimos e emito revisões.

É difícil. não tenho tempo... Por isso, sou meio ignorante.

Em compensação, os livros que eu escrevo e distribuo gratuitamente, pouca gente lê. Aposto que vocês ainda não leram... Não dá 15 páginas escritas. O resto são fotografias. Mas vocês não leram. 

Abraços aos dois.

Parabéns, Christian. Finalmente uma abordagem filosófica, criticando a "pseudo lógica" dos debates religiosos, quando se parte de uma falsa premissa (dada como verdadeira) para, daí, tirar conclusões. É óbvio que, além de ser um procedimento falho ou desonesto, só pode levar a conclusões falhas ou desonestas.

Sou um ferrenho defensor da lógica como técnica de raciocínio, mas ela tem seus limites e o momento certo da aplicação, não devendo ser intencionalmente distorcida para enganar. E isto é o que, conscientemente ou não, os religiosos fazem para defender a existência de Deus. Aceitam como verdades o que consta dos livros sagrados de suas religiões (antes de questioná-los e submeterem-nos ao crivo da razão) e querem seguir as discussões partindo dessa falsa verdade.

Por outro lado, vejo a quase totalidade das verdades como relativas. As verdades ditas absolutas podem ser contadas nos dedos e só não me atrevo a dizer que não existem verdades absolutas, porque algumas estão no campo da indefinição. De qualquer forma, penso que toda verdade só é verdade enquanto não for desmentida. Então as verdades são temporárias e ou relativas, principalmente no campo das ciências. O que era verdade ontem não é mais hoje ou vice-versa.

Apenas a racionalidade, a lógica (honesta e corretamente empregada) e o bom-senso podem orientar os debates religiosos. Já nem incluo aí o cientificismo porque ele é relativo e provisório e só pode atuar como coadjuvante, para corroborar ou infirmar teorias, argumentos e proposições. Se os três primeiros elementos estiverem presentes, é altíssima a possibilidade de que levem a conclusões corretas. Nisso também auxiliam a História, a Arquelogia Bíblica, a Antropologia e outras ciências, mas todas como coadjuvantes, reforços de argumentos e raciocínios. Sem a honestidade, como você frisou, a discussão é tendenciosa e perdida. Fica bem próximo à tecnica recomendada por Schopenhauer em seu livro "Como Vencer um Debate sem Precisar Ter Razão".

O pior de tudo é que essa merda funciona e é utilizada freqüentemente pela mídia, pelos líderes religiosos, pelos governos e pelos "donos do mundo". Mas isso já seria uma outra discussão.

Responder à discussão

RSS

Sobre

Badge

Carregando...

Leia Isto!

Traduzir para/Translate to:


Visualizações

contador de visitas online

Se esta é a sua 1ª visita ou se passou por aqui, mas não quis comentar nem publicar nada, assine o nosso livro de visitas!

Irreligiosos.ning.com website reputation

Recados Rápidos

 

 

Links Indicados

Sites da Rede DDD: . . . . . . .Logo Rede DDD Acessar links dos sites Baú do Inexplicado Outros:
visit Skeptic.com

Sociedade Racionalista

ComunidadeO Outro Lado das ReligiõesBULE VOADORInternet Infidels Visitar o Observatório

GeraLinks

Badges do Irreligiosos

Nosso badge no seu blog:

Link o Irreligiosos


(Clique aqui para saber como!)


Enquete Jesus Cristo


Sua opinião sobre Jesus Cristo:
Acesse o post de apoio;

----------------
Acesse a nossa página PESQ para responder à enquete.

 


Notícias Cristãs

Atenção: As notícias aqui divulgadas não são nossas recomendações e são veiculadas apenas para informar os últimos acontecimentos e eventos do cristianismo.

(Se a exibição falhar, não é culpa nossa e sim do Widget. Não se preocupem, elas voltam depois)

Por Gospel+ - Gospel+ Noticias

Grupos

Principais Colaboradores

Abaixo, destacamos (em ordem alfabética) a 4ª lista dos nossos  mais eminentes e constantes colaboradores:

  • Alfredo Bernacchi
  • Assis Utsch
  • Carlos Dosivan
  • Divina J. Scarpim
  • Erijosé Oliveira
  • Gilberto Vieira
  • Jorge O. Almeida
  • Luísa L.
  • Márcia Zaros
  • Marilda Oliveira
  • Oiced Mocam
  • Paulo Luiz  
  • Paulo Rosas 
  • Rafael Rocha
  • Sergio M. Rangel

© 2017   Criado por Ivo S. G. Reis.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço