Irreligiosos

Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

Quase 1/3 da população do mundo é cristã, acreditando por isso no sacrifício de Cristo. Mas será que as pessoas pararão para pensar quais os motivos e a lógica (se é que existe uma)  por trás  deste dogma, que consiste num sacrifício para remissão dos  pecados,  por causa das transgressões de um homem e uma mulher que ninguém conhece, e que comendo da árvore do conhecimento do bem e do mal (suspeitosamente colocada no meio do jardim), desobedeceram a deus, que disse para não comerem de uma maçã?

Será que alguém com um mínimo de inteligência pode acreditar em uma estória  dessas? A maioria dos teólogos hoje em dia fala que o gênese  e a estória do pecado original, é alegórico. Se é assim, por que jesus fala que ela aconteceu realmente e que ele deveria morrer pelos pecados do mundo causados por Adão e Eva? E mesmo se essa estória fosse real, deus não seria um louco em usar um sacrifício de seu filho para essa remissão? Não seria melhor perdoar todos de uma vez? A Bíblia diz que um filho não paga pelos pecados dos pais; então com podemos ser culpados pelo pecado de Adão e eva?

Alguns cristãos poderiam explicar para a gente toda essa aparente falta de lógica (tô sendo bonzinho...)bíblica?

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Respostas a este tópico

Carlos me expulsaram do site sobre a existencia de Jesus Cristo e o Ivo me recomendou que eu viesse para cá.

A princípio eu te diria claramente que Deus não tem filho segundo as minhas pesquisas. É um mistério que talvez jamais consigamos entender. Falo estas coisas não porque aprendi com a bíblia ou com alguma doutrina cristã, mas porque fui pesquisar e achei lógico por absorver a idéia que Jesus Cristo é o próprio Deus encarnado.

Se existir alguém neste cosmo que criou todas as coisas este seria um único Deus. Deus ter filho na minha opinião já faz parte de uma mitologia. O sentido figurativo filho de Deus é para expressar uma soberania divina.

Adão e Eva é um relato bíblico aparentemente símbólico para mostrar a todos nós humanos que temos uma natureza pecaminosa. Não foi por causa de Adão e Eva que o pecado entrou no mundo e sim alí é um sentido figurativo que mostra que a natureza humana é pecaminosa e que precisaria de alguém justo para nos justificar de nossos pecados.

Deus portanto seria muito injusto de mandar um filho para ser sacrifício humano por todos os homens, mas ele próprio se fez Jesu Cristo para salvar os homens de seus pecados. Logo concluo que Jesus Cristo é o próprio Deus.

Jesus mesmo disse: Eu e o pai somos um.

Se existissem Pai e filho o filho poderia não concordar com o pai e tudo dar errado. Por isto Deus é o autor de tudo e de todos e creio que ele não tem filho por causa de sua vontade própria. Se um filho fosse obrigado a fazer a vontade do pai onde estaria a liberdade do filho?

Deus sendo só não dependeria de filho e Deus e pai seriam um só. Este é o mistério de um Deus único que se manifesta em duas pessoas. O Espírito Santo é o próprio Espírito de Deus.

Esta é a minha opiniao sobre a questão.

 

http://www.youtube.com/watch?v=lDyFI9AmaHs

O judaismo é monoteísta e nunca se ouviu dizer que Deus tinha um filho.

História da Origem da Consciência - Erich Neumann

É um livro para se ler e raciocinar, tirem bom proveito da sua leitura.

Saudações.

Concordo plenamente com Você Profeta Erijosé, se estiver se referindo  ao seu suposto mito JESUS COMO DEUS.

As principais características deste Deus Cristão-Supremo imaginário seriam:

A Onipotência: poder absoluto sobre todas as coisas;

A Onipresença: poder de estar presente em todo lugar; e:

A Onisciência: poder de saber tudo.

Veja por quê:

Deus otiosus ("Deus ocioso"), um Deus criador que se distancia do mundo e não se envolve em seu funcionamento diário. Deus se cansa?

As vossas luas novas, e as vossas solenidades, a minha alma as odeia; já me são pesadas; já estou cansado de as sofrer”. Isaías 1:14


Ou no conceito similar é deus absconditus ("Deus  escondido") de São Tomás de Aquino. Que “extenuou-se” da ingerência que tinha neste mundo.
Ambas referem-se a uma suposta divindade cuja existência não é reconhecida nem através de contemplação ou exame ocular de ações divinas in loco. Um Deus (ou 3 em1 ou 1 em 3) que conscientemente abandonou este mundo para ocultar-se.

Quer dizer que é permitido confessar três Deuses e três Senhores, mas que é proibido dizer, e isso porque a religião proíbe um, enquanto a "verdade" dita o outro?

"O Credo de Atanásio foi composto imediatamente depois de votado no Concílio de Nicéia, por um ou vários dos que tinham assistido a esse Concílio, e foi também aceito como ecumênico ou católico. Por isso, é evidente que então foi decretado que se deve reconhecer três pessoas Divinas de toda eternidade, e que, ainda que cada Pessoa em particular seja Deus por ela mesma; não obstante é preciso dizer, não três Deuses nem três Senhores, mas Um Só" (Verdadeira Religião Cristã 632, Exposição Sumária 31).

Uma trindade de pessoas Divinas, isto é, trindade de Deuses, é contrária à razão esclarecida. Pois qual é o homem, com uma razão sã, que pode ouvir que três Deuses criaram o mundo, ou pode ouvir dizer que a criação e a conservação, a redenção e a salvação, a reforma e a regeneração, são obras de três Deuses, e não de um só Deus? Tudo depende de qual religião Você segue e em qual país nasceu e em qual deus acredita!

As religiões e mitos são derivados do medo. Medo da morte, medo das doenças, medo das calamidades, medo dos predadores, medo do desconhecido. Com o passar do tempo, essas religiões foram subjugadas sob a tutela das autoridades dominantes, as quais se transformaram em governantes divinos ou enviados pelos deuses.

O ateísmo engloba tanto a negação da existência de divindades quanto a simples ausência da crença em sua existência.

http://livrodeusexiste.blogspot.com.br/2012/04/mitologias-joseph-ca...

http://livrodeusexiste.blogspot.com.br/2010/05/capitulo-39-deuses-v...

http://pt.wikipedia.org/wiki/Filhos_de_Deus

http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia

Sds

Oiced Mocam

Podemos ser culpados pelo pecado de Adão e Eva que não existiram? À luz da história e da razão, e tendo em vista um cordeiro sobre a cruz, por que devemos acreditar na crucificação? A expiação dos PECADOS , a doutrina central do cristianismo, é cruel, sadomasoquista e repugnante.

Mais reflexões, sobre o assunto do Carlos Anderson, muito interessante:

“- Será que alguém com um mínimo de inteligência pode acreditar em uma estória dessas? A maioria dos teólogos hoje em dia fala que o gênese e a estória do pecado original, é alegórico. Se é assim, por que jesus fala que ela aconteceu realmente e que ele deveria morrer pelos pecados do mundo causados por Adão e Eva? E mesmo se essa estória fosse real, deus não seria um louco em usar um sacrifício de seu filho para essa remissão? Não seria melhor perdoar todos de uma vez? A Bíblia diz que um filho não paga pelos pecados dos pais; então como podemos ser culpados pelo pecado de Adão e Eva? Será que alguém com um mínimo de inteligência pode acreditar em uma estória dessas? A maioria dos teólogos hoje em dia fala que o gênese e a estória do pecado original, é alegórico. Se é assim, por que Jesus fala que ela aconteceu realmente e que ele deveria morrer pelos pecados do mundo causados por Adão e Eva? E mesmo se essa estória fosse real, deus não seria um louco em usar um sacrifício de seu filho para essa remissão? Não seria melhor perdoar todos de uma vez? A Bíblia diz que um filho não paga pelos pecados dos pais; então com podemos ser culpados pelo pecado de Adão e eva?"

 “A expiação dos PECADOS , a doutrina central do cristianismo, é cruel, sadomasoquista e repugnante. Também deveríamos qualificá-la como loucura da pedra, se não fosse pela enorme familiaridade com ela, que anestesia nossa objetividade. Conforme Dawkins, Se Deus quisesse perdoar nossos pecados, por que não perdoá-los, simplesmente, sem ter de ser torturado e executado em pagamento – condenando, dessa forma, as gerações futuras e remotas de judeus e progroms e perseguições por serem os “assassinos de Cristo”: será que esse pecado hereditário também foi transmitido pelo sêmem?

Quem Deus estava querendo impressionar?                                                                                Presumivelmente ele mesmo – juiz e júri, além de vítima de execução.
E, para completar, ADÃO, o suposto executor do pecado original, nem existiu: um fato estranho – tudo bem que Paulo não soubesse, mas um Deus onisciente supostamente saberia ( e Jesus também, se acreditar que ele era Deus) – que mina fundamentalmente a premissa de toda essa teoria tortuosa e nojenta.

Ah, mas é claro, a história de Adão e Eva conforme o Erijosé e crentes moderados, era apenas “simbólica”, não era? Simbólica?

Então, para impressionar a si mesmo, JESUS fez-se torturado e executado, numa punição indireta por um pecado simbólico cometido por um indivíduo inexistente? foi dito, loucura, além de cruelmente desagradável.

O próprio homem sem pai voltou à vida depois de ficar três dias morto e enterrado. Quarenta dias depois, o homem sem pai subiu ao topo de uma montanha e depois desapareceu no céu. Que a mãe virgem do homem sem pai nunca morreu, mas “foi transportada” corporeamente para o céu. Como disse: loucura e insanidade total!”

Ainda, podemos lembrar que o fato de JC não ter “realmente” morrido torna o "sacrifício" fraudulento e prostituído. (Assim aqueles que dizem “Cristo morreu por meus pecados”, quando na verdade ele não “morreu” de modo algum, estão fazendo uma afirmação falsa em seus próprios termos).  

Conforme muito bem lembrado por Hitchens: “Não havendo testemunhas confiáveis ou consistentes no período do tempo necessário para atestar alegação tão extraordinária, finalmente podemos dizer que temos o direito, quando não obrigação, de nos respeitarmos o suficiente para desacreditar da coisa toda. Ou seja, a não ser que, ou até que, sejam apresentadas provas superiores, o que não aconteceu. E alegações excepcionais demandam

Provas exepcionais. Ao ler a história da crucificação, que estamos lendo a história ou ficção religiosa? 

Certamente não a história. Na teoria de que Cristo foi crucificado, como podemos explicar o fato de que durante os primeiros séculos de evolução do cristianismo, a arte cristã representou um cordeiro, e não um homem, como o sofrimento na cruz para a salvação do mundo?

Nem as pinturas nas catacumbas nem as esculturas sobre túmulos cristãos uma figura humana retratada na cruz. Em toda parte um cordeiro foi mostrado como o cristão cordeiro-símbolo um carregando uma cruz, um cordeiro ao pé de uma cruz, um cordeiro em uma cruz.  Alguns números mostram o cordeiro com uma cabeça humana, ombros e braços, segurando uma cruz em suas mãos o cordeiro de Deus no processo de assumir a forma de o ser humano se tornar mito da crucificação realista.

No fim do século VIII, o Papa Adriano I, confirmando o decreto do Sínodo de Constantinopla, ordenou que depois disso a figura de um homem deve tomar o lugar de um cordeiro sobre a cruz. Levou o cristianismo centenas de  anos para desenvolver o símbolo de seu Salvador sofrimento. Por séculos, o Cristo na cruz foi um cordeiro. Mas se Cristo foi crucificado, porque foi o seu lugar na cruz por tanto tempo usurpado por um cordeiro?  À luz da história e da razão, e tendo em vista um cordeiro sobre a cruz, por que devemos acreditar na crucificação?

A PÁSCOA JUDAICA  Pessach

Uma refeição anual celebrada pelos judeus para comemorar  os acontecimentos do êxodo sob Moisés, muitos séculos antes.

Anualmente os judeus  faziam (e ainda fazem) uma refeição especial  no Pessach, com alimentos simbólicos  para relembrar seu resgate por Deus.  (não podem usar pães com fermento, representa as imperfeições morais e as tendências negativas do homem). Comiam um CORDEIRO para lembrar os cordeiros mortos na noite em que o anjo da morte “passou sobre” as casas dos israelitas no caminho para matar os primogênitos dos egípcios;  comiam ervas amargas para recordar a escravidão no Egito; comiam pão ázimo(sem fermento) para recordar que tiveram que fugir rapidamente do povo do faraó, sem ter tempo sequer de fazer o pão fermentar; bebiam várias taças de vinho. Em Jerusalém só havia um dia de Pessach por ano.

EM OUTRAS PALAVRAS, João alterou um dado histórico para estabelecer um marco teológico: Jesus é o cordeiro a ser sacrificado. E, para estabelecer esse marco teológico, JOÃO TEVE DE CRIAR UMA DISCREPÂNCIA ENTRE SEU RELATO E OUTROS (Marcos).

Simples, plágio, elementar meus prezados!“

"Conhecereis a verdade e a verdade vós libertarás da superstição”.                                                                 Hoje sou livre de deuses criados e religiões fabricadas!

       Como pode como diz o Erijojé deus ser o pai e o filho ao mesmo tempo e se assim fosse um deus morrendo quem teria poder para ressucita-lo e ainda mais porque bulhufas ele "Deus"viria morrer pelo homem por um pecado de adão e eva sendo que estes não existiram?será que esse deus tambem morreu simbolicamente?

Adão e Eva é um relato bíblico aparentemente símbólico para mostrar a todos nós humanos que temos uma natureza pecaminosa. Não foi por causa de Adão e Eva que o pecado entrou no mundo e sim alí é um sentido figurativo que mostra que a natureza humana é pecaminosa e que precisaria de alguém justo para nos justificar de nossos pecados.

só que nos evangelhos fala claramente que jesus  é o novo adão então isso indica que os autores deste acreditavam que Adão e Eva eram personagens reais.

PECADO: Afogamento  da Humanidade em culpa e medo. A história criminal do cristianismo.

Religião cria o "problema" e, em seguida, oferece a "solução"!

Ambas as tribos germânicas e os romanos tinham um senso de criminalidade e justiça.  Se soubessem de transgressões sociais as consequências eram julgadas por magistrados.  Quando se tratava de matéria de religião, o indivíduo que não conseguia aplacar os deuses e, portanto, "transgrediu" iria colher as conseqüências de sua ação diretamente dos deuses - não era necessária qualquer intervenção por um sacerdócio.

Os filósofos do mundo antigo não tinha noção de "pecado", nem qualquer um dos sistemas panteístas.Os gnósticos, embora suas doutrinas variadas em detalhes, também não tinha noção de pecado. Mesmo sistemas dualistas, como o maniqueísmo e o zoroastrismo, que teve dois princípios eternos, bons e maus, em guerra permanente uns com os outros, não tinham verdadeira noção do pecado. Para eles, todo o mal, e, conseqüentemente, o pecado, veio do princípio do mal.

Mas os judeus tinham uma ideia diferente ...

O pecado entrou no mundo com Adão.

Mas é claro que nunca foi, porque Adão nunca existiu (o número é de um homem arquetípico, simbolizando a "humanidade"). Sim realmente entrou no mundo da mente pervertida de escribas sacerdotais. Um Deus perfeito, sem dúvida, poderia ter criado um mundo perfeito.  Mas, em vez sacerdotes de Deus teve sua divindade criar Sim. Se as criaturas de Deus não pecam como poderia este monstro celeste exercer o seu 'salvar compaixão "por intercessão do sacerdócio!

 Pecado, pecado e os pecadores aparecem em cada livro da Bíblia, várias centenas de vezes, na verdade. Pecado é o próprio fundamento da religião judaico / cristã. É o tema dominante da Torá e os Profetas.

"Quem é o autor de tudo isso "transgressão da Lei de Deus?" Em uma teologia que só permite um único deus, só pode haver uma resposta: o próprio Deus!

De acordo com o primordial sábio judeu, Deus nos diz:

 "Eu sou o SENHOR, e não há outro, não há outro Deus além de mim: eu te cinjo, ainda que tu não me conheças que se saiba desde o nascente do sol, e desde o poente, que não há ninguém ao lado me. Eu formo a luz, e crio as trevas; eu faço a paz, e crio o mal: eu, o SENHOR, faço todas estas coisas".   - Isaías 45.5,7.

A teologia, claro, tem um paradoxo não resolvido, porque a única divindade tem que permanecer sem culpa, mesmo se ele é o autor final de tudo o que é mau.

"Uma vez que é da fé que Deus é onipotente, onisciente e tudo de bom que é difícil explicar o pecado em Sua criação. A existência do mal é o problema subjacente em toda a teologia". ( A Enciclopédia Católica, Volume XIV)

Em uma tentativa de falar o seu caminho para fora deste canto, os padres passam a culpa pelo pecado para a humanidade se o homem é "uma criatura de Deus perfeito", ele é dado o livre arbítrio para escolher várias tentações -. Que são eles próprios em oferta apenas porque Deus permite que eles sejam!  Assim, o próprio grande deus conivente para prender a humanidade no pecado, com esses frutos saborosos como a Árvore do Conhecimento e genitália.  Quando o homem é fraco vai sucumbe as penalidades são severas, de fato. Como Ezequiel escreve em 18:04: "A alma que pecar, essa morrerá." E não pense que você pode esconder o seu pecado seja: "que o vosso pecado vos há de achar" Moisés escreve em Números 32:23.

Após seu encontro com Zaroastrianismo, o judaísmo mais tarde adquiriu a noção de um deus do mal (Satanás), juntamente com seus demônios, como um contrapeso ao bom Deus (Yahweh) -, mas, mesmo assim, Satanás só pode existir porque o "todo-poderoso" Deus permite.

 Homem inevitavelmente pecados. As tentações são tão atraentes, o contato com as descargas imundos e corporais são tão provável.  A resposta?  Os charlatães santos avançaram com a noção de arrependimento e expiação, que - surpresa, surpresa - que envolve obediência, e os pagamentos aos sacerdotes.

.“Todos são pecadores " Rabino Solly:

A Lei, obviamente, deu ao rabino "Santo Paulo" - ou melhor, aqueles que escreveram pseudepigrafia em seu nome - um problema. Se a Lei foi um código perfeito de comportamento por que era a salvação de Cristo é necessário?

Foram o resto da humanidade sempre condenados? "Se a justiça vem pela lei, Cristo morreu em vão."   (Gálatas. 2:21 02:21)

Se o Todo-Poderoso tinha "desistido" sobre os judeus mal-comportados porque não basta ter a lei para os gentios? O objetivo de Paulo, contudo, era fundir a morrer / subindo deus-sol dos pagãos com as escrituras judaicas.  Em um impressionante curto-circuito da teologia Paulo deu a resposta: todos nós somos pecadores.

"Porque Deus encerrou todos os homens na desobediência, para que ele tenha misericórdia de todos"  – (Romanos 11.32).

"Todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus."   - Romanos 3.23.

Toda a raça humana já está condenada!

Deus nos faz todos pecadores para que ele possa nos salvar! Epístolas de Paulo se referir ao pecado quase uma centena de vezes. De acordo com o rabino radical, a expiação de todos os pecados da humanidade - passado, presente, futuro - já tinha sido paga com a morte sacrificial do Deus-Homem Jesus.  Não somos nós todos "salvos", então? Somente com a intercessão de padre, diz Paulo, que pode trazer o pecador à "graça de Deus". Todo o pecador tinha que fazer era "aceitar Jesus". Paulo oferece a salvação "fast-food" para a multidão pagã ... Paulo diz:

"Porque o salário pago pelo pecado é a morte, mas o dom dado por Deus é a vida eterna, por Jesus Cristo, nosso Senhor."  - Romanos 6.23.


Assim, a religião de Paulo - em comum com todos os outros - cria o "problema" para o qual, em seguida, oferece a solução - submissão ao sacerdócio, é claro. Muito da mensagem de Paulo é e realmente a ver com a coleta de dinheiro ...!


""Então, julguei necessário exortar os irmãos para visitá-lo com antecedência e finalizar os arranjos para o dom generoso que você tinha prometido ... Cada homem deve dar o que ele decidiu em seu coração, não com tristeza ou por obrigação, pois Deus ama ao que dá com alegria. " – 2 Coríntios 9.5,7.

Os cristãos concebem maiores, os pecados mortais ...

Judaísmo tinha seus pecados, mas pelo menos ele permitiu o aparecimento ocasional de homens de "justiça". Na mitologia sagrada, esses paradigmas aparecem de tempos em tempos para repreender seus companheiros de tribo.

Mas o cristianismo foi mais longe. Na mente demente dos teólogos cristãos, o pecado tornou-se mais ofensivo do que jamais tinha sido.  Como o cristianismo desenvolveu também fez pecado.  Já não era pecado apenas uma ação (Romanos 1:32); transgressão poderia ocorrer em palavras (por exemplo, Mateus 5.22), ou do pensamento (por exemplo, 1 João 3.15) - "Crime Pensamento" iria acompanhar a chegada do totalitarismo Igreja.

O auto natural, com instintos carnais, teve que ser negado.  A culpa que qualquer transgressão gerou, até mesmo para a menor infração, alimentou a psicose em que o Cristianismo floresceu.  Desobediência deliberada da vontade conhecida de Deus exigia a mais severa punição - a morte e os tormentos do inferno. Rebelião contra a lei de Deus era muito pior do que o comportamento calamitosa dos príncipes que apenas produziu angústia, tristeza e sofrimento.

Fortalecidos pela autoridade do Estado romano, os fanáticos de Cristo eram mais pró-ativos do que escribas judeus nunca tinha sidos. Tornou-se seu dever sagrado caçar e punir os pecadores.

Velhos obcecados por sexo definem doutrinas

Tertuliano ensinou quando um pai pecou, ​​esta mácula física da alma passará para os filhos.

Orígenes, um teórico mais especulativa, defendeu a preexistência da alma.  Ele tinha certeza de que todos os homens pecaram e caíram nesta existência anterior. O homem caído tinha sido banido por Deus em corpos materiais que ser disciplinado e purificado. Orígenes, Agostinho, como depois dele, supunha que havia uma poluição inerente e pecaminosidade em união sexual, o meio pelo qual o pecado entrou no mundo. Dores de uma mulher em trabalho de parto eram em si uma prova clara da pecaminosidade do ato original!

Agostinho (conhecido como o "Grande Pecador" após a franqueza de suas Confissões) estava obcecado com o desejo de procriação -, sem dúvida, um reflexo de sua própria sexualidade disfuncional. Descontroladamente promíscuo em sua vida cedo, ele havia abandonado duas amantes, uma delas com seu filho, e os casos ilícitos tinha o encheu de culpa. Nos anos posteriores, ele não confiava em si mesmo para ser deixado sozinho com uma mulher. Em sua Cidade de Deus, Agostinho considera a conjectura de que:

"Como é possível para os seres humanos para controlar o movimento de carne macia (ele instâncias suas bocas e rostos, e até mesmo conhece as pessoas que são capazes de mexer uma orelha), pode ter sido a de que, antes da queda, Adão foi capaz de ter relações sexuais sem uma ereção. Ele é o movimento involuntário do membro masculino que tanto alarma-lo. "  –Daphne Hampson, Depois cristianismo, P188.

A característica mais significativa do sexo, disse Agostinho, era esse "involuntário" da ereção masculina (às vezes ausente quando quiser;! Às vezes presente quando você não). Ele concluiu que o impulso "concupiscente" pertencia a "natureza" (natura vitiata), não para o espírito. Dolorosamente misógino, Agostinho decidiu que, porque macho "natureza" foi incontrolável eram as mulheres que tiveram que ser limitado. Em sua Confessions IX, 9 elogia completa subordinação de sua mãe ao marido violento.

Diz Agostinho,

"Nada é tão poderoso no desenho o espírito do homem para baixo como a carícia de uma mulher e que a relação física que faz parte do casamento."  – - Soliloquies.

Em julgamento de Agostinho - e, posteriormente, a da Igreja - o desejo sexual ea satisfação ("concupiscência") teve que ser controlado, limitado e confinado. Libido foi estigmatizado como um pecado, prejudicando-nos de Deus. Em contraste, o celibato, a castidade e a virgindade foram elogiados como sendo muito mais perto da perfeição de Deus e deveriam ser as escolhas de preferência.  Séculos de miséria - sexual e psicológica - foram conseqüência que milhões tornaram-se celibatários ou lutou sua própria natureza. Uma vez que tais preceitos ameaçou seriamente a continuidade da raça humana, sem paixão, a relação matrimonial apenas para a procriação dos filhos permaneceu permissível, embora este ainda era um pecado "venial".  Sexo pré-marital e extraconjugal eram claramente pecados, como era o sexo durante a gravidez ou após idade fértil.  Mesmo o lançamento inofensivo de masturbação tornou-se um grave pecado, o crime de "onanismo".

Agostinho (354-430)
Original Sin Pecado original

Agostinho foi o autor da doutrina da Igreja desastroso do pecado original que se tornaria dogma ortodoxo por mais de mil anos.

 Reinterpretando escrituras judaicas, Agostinho disse que a desobediência de Adão foi uma característica humana herdada, um pecado transmitido no ato de procriação. Assim, ele chegou à conclusão de que todas as pessoas são pecadores desde o nascimento.  Já não era pecado apenas o resultado da escolha individual consciente.

 Com fanatismo impiedoso, Agostinho estendeu a culpa da transgressão de Adão a cada bebê recém-nascido.

"Crianças inconscientes que morrem sem batismo estão condenados em virtude de sua culpa herdada."  –- St Augustine (Newman, Manual de História da Igreja, Vol. I, p 366.)..

Novos bebês nascidos eram pecadores, como o resto de nós!Não havia escapatória. Bebês não batizados iria queimar em tormento para sempre, disse o bispo sábio. Além disso, o indivíduo não pode remover o pecado por si mesmo, não importa como "justo" que ele poderia ser, apenas dentro do abraço da Santa Madre Igreja que ele poderia ser "salvo".

"Foi apenas, que, depois de nossa natureza pecaram ... devemos nascer animal e carnal."  – - Agostinho (R. Seeburg, História da Doutrina, I, P338)

Graças a Santo Agostinho e a Igreja, a culpa sobre o mais natural de tendências humanas foi incutida geração após geração da humanidade - uma culpa irracional e mórbida não menos presente entre os "crentes" no século XXI, como foi no segundo ou terceiro século.

Tomás de Aquino   (1225-74) (1225-1274) 
  Masturbação

Tomás de Aquino era um "escolástica" italiano de ascendência aristocrática.  Ele estudou na Universidade de Nápoles e ensinou em Colónia e Paris.  Sua principal obra Summa Theologica procurou conciliar a filosofia grega, filtrada através filósofo Averróis árabes e filósofo judeu Maimônides, com dogmas cristãos. Seu liberalismo incluído defendendo a execução de hereges.

"Tomás de Aquino ... pensou a masturbação pior do que o estupro (porque" não natural ", no sentido de não conseguir levar a concepção). Fato por este motivo que ele considera estupro, incesto e adultério vícios menores do que a masturbação, homossexualidade, relação sexual anal e oral e coito interrompido.

 Mais uma vez, ele pensou desvio da posição "missionário" na relação sexual um pecado grave, acreditando que ele fez que isso fez concepção mais difícil! "    Daphne Hampson, Depois cristianismo, P189

O salário do pecado - uma igreja muito rica

"O dinheiro das ofertas pela culpa e sacrifícios pelo pecado não foi trazido para o templo do Senhor, que pertencia aos sacerdotes." .- 2 Reis 12.16.


Depois de deliberar sobre o pecado em sínodos em Roma e Cartago (251/252 dC), a Igreja decidiu que ninguém poderia evitar o pecado venial e, portanto, todos necessários a intercessão da Igreja. Mas também determinou que "todos os pecados foram perdoável com penitência suficiente."

"Bem-aventurados aqueles cujas maldades são perdoadas, cujos pecados são cobertos."  – Romans 4.7 - Romanos 4.7

Aqui, potencialmente, foi um grande negócio em perdão - Mas quem tinha o direito de absolver o pecado?

.Alguns clérigos viram a oportunidade e se declararam "confessores". Preenchida, como eles disseram, com o Espírito Santo, que reivindicou o direito de absolver os pecados (especialmente o pecado de apostasia durante a perseguição Décio) - e com a mesma certeza se valeram de recompensa por seus esforços.

O aparecimento desta onda de charlatães competitivos soar o alarme entre os bispos que responderam declarando seu próprio direito exclusivo para perdoar pecados. O negócio lucrativo pecado foi sendo dividida entre os operários.

 No final do século 4 Agostinho deixou claro que era apenas a hierarquia católica que poderia perdoar o pecado:

"Desde os dias de Adão, todos pecaram; poucos com 'Graça de Deus' pode salvar os pecadores". 
 
  Sobre a predestinação.

Agostinho empreendeu uma campanha brutal contra os seguidores de Pelágio, um monge que teve a ousadia de acreditar que o homem tinha uma habilidade inata para viver de acordo com os mandamentos de Deus e poderia, assim, evitar o pecado.

 No final do século 6, o papa Gregório, um seguidor entusiasta de Agostinho, codificada pecados em sete tipos, dobrando "vanglória" em orgulho, "acedia" na tristeza, e adicionando inveja. Seu ranking, de mais grave para o menos foi: orgulho, inveja, raiva, tristeza, avareza, gula e luxúria. No século 17, a Igreja substituiu o pecado vago de "tristeza" com preguiça.

A lista de crimes pecado definir o cenário para séculos de extorsão eclesiástica: a venda de remissão do pecado!

A Igreja tinha inventado o esquema de proteção de maior sucesso na história.

Sacerdotes lenocínio

Pecados veniais comuns poderiam ser remetidos por meio da oração, confissão ao clero, a contrição, fervorosa comunhão, e outras das obras piedosas ", todos os que exigiam presença frequente na Igreja e serviço ou recompensa apropriada para o clero oficiantes.

Ter transformado até mesmo uma cama matrimônio cristão em "prostituição" a Igreja poderia extrair sua penitência para cada ato da cópula, que envolveu "luxúria". Abuso clerical da instituição da "confissão", originalmente feita aos pés do sacerdote, a obrigação da Igreja para introduzir o confessionário por causa da decência.

O "santo" Agostinho também tinha fornecido a teologia dúbia do purgatório, uma caneta segurando onde até mesmo os cristãos compatíveis iriam encontrar-se depois da morte, um lugar onde "o fogo pode lavá-los livres do pecado '.

Pegando a mensagem, disse o Papa Gregório:

"Quanto a certas falhas menores, devemos crer que antes do julgamento final, existe um fogo purificador (purgatorius ignis) ..."  – Dialogia !V, xli.3.-! Dialogia V, xli.3.

Os papas eram posteriormente para gerar um grande lucro com a venda de indulgências que iria "salvar as almas do purgatório" A vida -. ​​Cheios de ansiedade para as suas relações falecidos - poderia oferecer oração, serviço e pagamento para a Igreja, de modo que aqueles no purgatório podia mover mais rapidamente através do seu castigo!

É óbvio que é apenas um subterfúgio para perguntar, mas:

 E sobre as almas dos que nasceram antes de Cristo - eles foram salvos pelo Salvador que não sabia nem reconhecido ou eram simplesmente muito infeliz por ter nascido na época errada?

Clero Criminal

 Pecados mortais mais graves necessário ainda maior sacrifício da parte do pecador. Que necessidade tinha ele de bens terrenos, quando sua alma imortal estava em perigo?

 De acordo com a teologia demente (I Coríntios 6,9; Mateus, 25.41, Marcos, 9,45, etc), Deus insiste que o pecado deve ser expiado, nem neste mundo nem no mundo vindouro.  Castigo na vida futura seria proporcional ao pecado cometido nesta vida, mas também durar para sempre - um pouco dura de um Deus de amor e bondade! Na vida futura, alertou a Igreja, a pena para o pecado seria a "dor da perda" - isto é, "a privação da visão beatífica de Deus Pior ainda, Tormento no Céu aguardava o pecador, e ao longo dos séculos avançou que o inferno cristão tornou-se um lugar cada vez mais desagradável.

Apesar de toda a teorização sobre a vida após a morte (e o consequente terror que gerou nos crentes) optando por expiação no mundo vindouro não era uma opção no império cristão. Uma misericordioso Deus providenciou um remédio para o pecado na vida da instituição de Sua Igreja!

Com uma mistura de "felicidade eterna" de um lado e um "satânico", por outro a Igreja impiedosamente explorou os medos, credulidade e as esperanças da humanidade. Através dos séculos, a Igreja recebeu não só o patrocínio quase ilimitada real, mas também doações, heranças, legados dos ricos, convencidos de que estavam comprando um lugar no céu.  De toda a gente a Igreja recolheu dízimos, indulgências e taxas, é seqüestrou a propriedade dos hereges e judeus, que tomaram as terras dos infiéis.

O tempo não suavizou a voracidade da Igreja. O Concílio de Trento (1545 - 1563) reafirmou que todos os pecados mortais deveriam que ser confessados.  Isso incluiu até mesmo os mais íntimos, pensamentos secretos porque os pensamentos ...

"Às vezes mais gravemente ferida na alma e são mais perigosos do que os pecados que são cometidos abertamente".

Pela interpretação de "Sua lei" e pela administração dos seus sacramentos ", a Santa Madre Igreja pode fornecer adequadamente" remédios "para o pecado - e, finalmente, garantir a união para o pecador arrependido com Deus no céu.  A Igreja tem o dever Santo para salvar a alma do pecador de tormento eterno. A destruição de seu corpo e da expropriação de tudo o que ele possuía era um pequeno preço a pagar para ter a graça divina.

Nos primeiros anos do século 16 Luther viria a se tornar o porta-voz para aqueles que têm "idéias perigosas".  Lutero reinterpretou as epístolas de Paulo e outras passagens importantes da Bíblia para defender a "graça", que poderia ser alcançado através da própria fé de um indivíduo - sem atos de penitência, a intercessão dos santos e mártires, peregrinações sagradas, cartas de perdão, etc - De fato, sem toda a parafernália do esquema de proteção eclesiástica.

Santa Mãe Igreja tornou-se (e permaneceu) maior proprietário de terras da Europa, seus hierarcas dos homens mais ricos do planeta, o pontífice um fabricante e um disjuntor de imperadores. Quando os descendentes de ricas famílias italianas lutaram ou comprou o seu caminho para o trono papal era para controlar a organização criminosa mais bem sucedida na história.

Fonte traduzida:

http://translate.googleusercontent.com/translate_c?depth=2&hl=pt-BR&prev=/search%3Fq%3DJesus%2BNever%2BExisted,%2Bde%2BKenneth%2BHumphreys%26biw%3D1012%26bih%3D459&rurl=translate.google.com&sl=en&u=http://www.jesusneverexisted.com/sin.html&usg=ALkJrhhSRnM0a5qOWGvelAnBTFdiyHuTNA

Leia e distribua Salve “uma alma”!

Deus e seus assessores!

http://livrodeusexiste.blogspot.com.br/2010/06/capitulo-48-com-humor-deus-e-seus.html

http://livrodeusexiste.blogspot.com.br/2012/05/o-problema-do-mal-deuses-nao-existem.html

Olá, Erijosé. Acredito que a sua conclusão incorre em erro. É claro que não acredito que Deus (ses) e Jesus  mitos existem ou existiram. Mas analisando o que está na Bíblia, vejo contradições. Como por exemplo, Vc afirma:

Erijosé, comentou: "...A princípio eu te diria claramente que Deus não tem filho segundo as minhas pesquisas. É um mistério que talvez jamais consigamos entender. Falo estas coisas não porque aprendi com a bíblia ou com alguma doutrina cristã, mas porque fui pesquisar e achei lógico por absorver a idéia que Jesus Cristo é o próprio Deus encarnado.

Se existir alguém neste cosmo que criou todas as coisas este seria um único Deus. Deus ter filho na minha opinião já faz parte de uma mitologia. O sentido figurativo filho de Deus é para expressar uma soberania divina..."

Comentário de Oiced:

“Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo” (Hebreus 1:1-2)
"Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:16)
Sds
Oiced



Erijosé Oliveira disse:

Carlos me expulsaram do site sobre a existencia de Jesus Cristo e o Ivo me recomendou que eu viesse para cá.

A princípio eu te diria claramente que Deus não tem filho segundo as minhas pesquisas. É um mistério que talvez jamais consigamos entender. Falo estas coisas não porque aprendi com a bíblia ou com alguma doutrina cristã, mas porque fui pesquisar e achei lógico por absorver a idéia que Jesus Cristo é o próprio Deus encarnado.

Se existir alguém neste cosmo que criou todas as coisas este seria um único Deus. Deus ter filho na minha opinião já faz parte de uma mitologia. O sentido figurativo filho de Deus é para expressar uma soberania divina.

Adão e Eva é um relato bíblico aparentemente símbólico para mostrar a todos nós humanos que temos uma natureza pecaminosa. Não foi por causa de Adão e Eva que o pecado entrou no mundo e sim alí é um sentido figurativo que mostra que a natureza humana é pecaminosa e que precisaria de alguém justo para nos justificar de nossos pecados.

Deus portanto seria muito injusto de mandar um filho para ser sacrifício humano por todos os homens, mas ele próprio se fez Jesu Cristo para salvar os homens de seus pecados. Logo concluo que Jesus Cristo é o próprio Deus.

Jesus mesmo disse: Eu e o pai somos um.

Se existissem Pai e filho o filho poderia não concordar com o pai e tudo dar errado. Por isto Deus é o autor de tudo e de todos e creio que ele não tem filho por causa de sua vontade própria. Se um filho fosse obrigado a fazer a vontade do pai onde estaria a liberdade do filho?

Deus sendo só não dependeria de filho e Deus e pai seriam um só. Este é o mistério de um Deus único que se manifesta em duas pessoas. O Espírito Santo é o próprio Espírito de Deus.

Esta é a minha opiniao sobre a questão.

 

Carlos,e desculpe por não responder o tópico a mais tempo. Foi por puro esquecimento mesmo. Não sei o que me deu na cabeça que não voltei mais aqui para lhe responder. Só me despertei porque o Oiced postou aqui e fui ver no meu email.

Vamos lá: O relato de Adão e Eva para mim tem uma mistura de fatos acontecidos, acrescentada com uma alegoria poética que era o tipo de escrita da cultura deste povo semítico. Adão e Eva para mim foi um fato real e de alguma forma eles desobedeceram a Deus. A história do casal serve para nos explicar o que resultaria para a humanidade devido a sua postura autônoma em querer viver sem a orientação do criador. A simbologia do contexto é para explicar que todos temos uma natureza pecaminosa, porque sofremos e precisaremos ser justificados com o calvário de Cristo.(Gen 3:15).

Alguns afirmam que o relato é simbólico por causa de suas poesias e outros já acreditam que existiu de fato. De qualquer forma a conclusão é única: Todos temos uma natureza pecaminosa que precisará ser justificada segundo as nossas obras. Como disse antes Gen 3:15 revela uma profecia que o descendente da mulher esmagaria a cabeça da serpente.

O contexto ainda revela que mesmo Deus criando o homem com natureza para pecar ele seria o responsável pelas suas atitudes. Podes perceber que após a revelação do pecado através do casal vem o acontecimento do primeiro homicídio em que Caim matou seu irmão. Este foi o resultadoem que o homem escolheu viver segundo a sua natureza e não a de Deus.

Logo após relata a mistura dos descendes de 2 gerações explicando porque o dlúvio aconteceu naquelas terras.

Portanto Carlos a simbologia que me refiro são por causa das alegorias poéticas, mas acredito que o casal realmente tenha existido. Existe uma genealogia de pessoas que viveram e Adão estava lá como o primeiro nome.

carlos anderson rodrigues disse:

Adão e Eva é um relato bíblico aparentemente símbólico para mostrar a todos nós humanos que temos uma natureza pecaminosa. Não foi por causa de Adão e Eva que o pecado entrou no mundo e sim alí é um sentido figurativo que mostra que a natureza humana é pecaminosa e que precisaria de alguém justo para nos justificar de nossos pecados.

só que nos evangelhos fala claramente que jesus  é o novo adão então isso indica que os autores deste acreditavam que Adão e Eva eram personagens reais.

Só que o Eirijosé não respondeu o porque de Jesus e outros da bíblia levarem gêneses ao pé da letra e porque pagar pelo pecado figurado com um sacrificio de sangue,quem se agradaria com este será que deus aspiraria o sangue do seu próprio filho como se fosse um perfume e aí aplacaria a sua ira contra a humanidade?

Porque ele de fato ocorreu assim como eu acredito.
 
carlos anderson rodrigues disse:

Só que o Eirijosé não respondeu o porque de Jesus e outros da bíblia levarem gêneses ao pé da letra.

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