Irreligiosos

Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

Os seres humanos se diferenciam muito dos animais irracionais, mas esta diferença não é só porque são inteligentes e seus irmãos menores têm apenas instintos. A diferença principal é catastrófica, está na maldade. Nunca vimos ou ouvimos falar de um animal torturar o outro para arrancar dele informações. O seres humanos sim, estamos cansados de saber como eles agem quando são feridos em seus interesses. Já pensaram nos aparelhos maquiavélicos de tortura usados na idade média nas prisões do santo oficio? Já viram falar das torturas que foram e continuam sendo aplicadas por ditadores sanguinários por todo o planeta terra, já viram noticias sobre as torturas de islâmicos com acusações de blasfêmias, já viram falar sobre perseguições políticas, perseguições religiosas, perseguições por racismo?

Todos sabem dos massacres de índios americanos executados por tementes a Deus, portadores de Bíblia embaixo do braço, estes mesmos que se enveredaram seu ódio contra os pobres negros indefesos. Já viram falar na ku klux klan e suas barbaridades praticadas? Todas estas atrocidades cometidas pelos humanos, dão aos nossos irmãos menores uma graduação de qualidade muitas vezes superior. Os humanos ainda dizem com toda cara-de-pau, nós somos a imagem e a semelhança do criador. Ora onde está a coerência desta afirmação? Por que nós temos o privilegio de estarmos  no patamar mais alto? Será porque somos inteligentes? Mas inteligência não dá aos seres humanos nenhuma qualificação automática de bondade, de amor, de solidariedade, e de justiça. Inteligência só faz aumentar seu poder de fogo para explorar, atacar, torturar, massacrar e até matar seus semelhantes.

Tenho um pensamento funesto, que gostaria que não fosse verdade, mas me parece que a maldade humana, não foi criada pela Bíblia Sagrada, mas certamente foi por ela estimulada, porque neste livro existem muitos relatos de matanças, de extermínio de populações inteiras.

Seguem alguns exemplos: leiam em deuteronômio, 7-1-6,13-15-16 ordem de Deus para matança e extermínio total, até animais foram sacrificados. Em Samuel 1-15:3, outro extermínio, segundo livro de Samuel, 24:15 (quanta bondade) e assim segue em muitos exemplos pelo livro todo, quem tiver dúvidas é só ler a Bíblia, mas ler com vontade, sem nenhuma interferência de pastores ou padres, assim poderá encontrar as incoerências de um Deus que se diz bondoso e justo. Se não quiserem perder tempo procurando entre capítulos e versículos, vá direto a Google digite  (Robert Green ingersoll ), é um pensador americano do século 18, lá pode ser lido todo trabalho de pesquisa deste pensador sobre a Bíblia.

Paulo Luiz Mendonça.

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Respostas a este tópico

JEOVÁ ERA BOM ou MAU? SERIA JEOVÁ O DEUS DO AMOR?

A ADMINISTRAÇÃO DE JEOVÁ!

“No Principio, o Homem criou Deus.”

Deus abrâmico é uma suposição. Se a existência de Deus deve ser admitida, como poderemos provar que ele inspirou os escritores dos livros da Bíblia?

Como pode um homem estabelecer a inspiração de um outro? Como pode um homem estabelecer que ele próprio é inspirado? Não há como provar o fato da inspiração. A única evidência é a palavra de alguns homens que não poderiam de maneira alguma saber sobre a questão.

O que é inspiração?
Usaria Deus o homem como instrumento?
Usaria-o para escrever suas idéias?
Tomaría ele posse das nossas idéias para destruir nosso arbítrio?

Eram esses escritores controlados parcialmente, de modo que seus erros, sua ignorância e seus preconceitos foram diminuídos pela sabedoria de Deus?

Como poderíamos separar os erros do homem da sabedoria de Deus? Poderíamos fazer isto sem sermos nós mesmos inspirados? Se os escritores originais eram inspirados, então os tradutores deveriam também sê-lo, e também as pessoas que nos dizem o significado da Bíblia.

Como pode um ser humano saber que ele é inspirado por um ser infinito? Mas de uma coisa podemos ter certeza: um livro inspirado deveria de todas as maneiras exceder todos os livros já escritos por homens não inspirados. Deveria estar acima de tudo, deveria conter a verdade, cheio de sabedoria, beleza.

SERIA JEOVÁ O DEUS DO AMOR?

Poderiam essas palavras provir de coração de amor? “Quando o Senhor teu Deus colocá-los diante de ti, deverás golpeá-los e destruí-los implacavelmente; Não farás qualquer acordo com eles nem mostrarás qualquer piedade.”

“Trarei grandes castigos contra eles; enviarei flechas contra eles; eles serão queimados com fome e devorados com o calor sufocante e com amarga destruição.”

“Enviarei contra eles os dentes das bestas, com o veneno das serpentes do deserto.”

“A espada para fora e o terror destruirão os jovens e as virgens; os bebês também e os homens com cabelos grisalhos.”

“Deixemos as crianças sem pais e as mulheres viúvas; deixemos as crianças permanecer dispersas e pedindo; deixemos que elas procurem seu pão fora de seus lugares desolados; deixemos os que saqueadores subtraiam tudo o que têm, e deixemos que o estrangeiro estrague seu trabalho; deixemos que ninguém tenha piedade delas, e não deixemos que ninguém ajude as crianças órfãs.”

“Comerás o fruto de teu próprio corpo a carne de teus filhos e filhas.”

“E o céu sobre vós se transforme em brasa, e que a terra abaixo de vós seja de ferro.”

“Amaldiçoados sejais vós na cidade, e amaldiçoados vós, nos campos.”

“Farei minhas flechas bêbadas de sangue.”

“Eu rirei da vossa desgraça.”

Viriam essas maldições, essas ameaças de um coração amoroso ou de uma boca de selvageria?

ERA JEOVÁ BOM ou MAU?

Por que colocaríamos Jeová acima de todos os deuses?

Poderia a mente medrosa e ignorante do homem criar um monstro pior?

Teriam os bárbaros de qualquer país, em qualquer tempo, adorado um Deus mais cruel?

Brahma, era milhares de vezes mais nobre, assim como Osíris, Zeus e Júpiter. E também o ser supremo dos astecas, para quem eles ofereciam apenas o perfume das flores. O pior Deus dos hindus com o colar de crânios e sua pulseira de cobras vivas, era terno e piedoso comparado com Jeová,

Comparado com Marco Aurélio, como Jeová fica pequeno. Comparado com Abraão Lincoln, como é cruel e desprezível esse Deus.

A ADMINISTRAÇÃO DE JEOVÁ

Ele criou o mundo, os anfitriões do céu, o homem, a mulher e os colocou no jardim. Então a serpente os enganou e eles foram expulsos para conseguir seu próprio pão.

Jeová ficou frustrado.

Então ele tentou outra vez. Ele tentou durante seis mil anos civilizar seu povo.

Nenhuma escola, nenhuma Bíblia, ninguém ensinando o povo a ler e a escrever. Nada de Dez Mandamentos. O povo tornou-se pior e pior até que a piedade de Jeová mandou o Dilúvio e afogou todo o seu povo com exceção de Noé e sua família, oito no total.

Então ele começou novamente e mudou seus métodos. A princípio, Adão e Eva eram vegetarianos. Deus escolheu Adão para transmitir sua bênção aos humanos , mas Adão o desapontou. Deus escolheu Noé, mas também Noé o desapontou. Após o dilúvio, Jeová disse: “Toda a criatura que vive será carne para vós” inclusive cobras e besouros.

E falhou novamente, e na torre de Babel ele dispersou seu povo.

Descobrindo que ele não seria bem sucedido com todo o povo, ele pensou que poderia conseguir com uns poucos, então ele selecionou Abraão e seus descendentes. De novo ele falhou, e seu povo escolhido foi capturado pelos egípcios e escravizado por quatrocentos anos.

Então ele tentou mais uma vez e os resgatou dos egípcios e os direcionou para a Palestina.

Então ele modificou sua tática e permitiu que eles comessem apenas animais com cascos e que ruminassem. Novamente ele falhou. As pessoas o odiavam e preferiam a escravidão no Egito em vez da liberdade com Jeová. Então ele os manteve vagando e quase todos que saíram do Egito morreram. Então ele fez nova tentativa. Levou-os à Palestina e os deixou ser governados pelos juizes.

Isto também foi um erro nenhuma escola, nenhuma Bíblia. Então ele tentou os reis, e os reis eram na maioria idólatras.

E o povo escolhido foi conquistado e levado como escravo pelos babilônios.

OUTRO FRACASSO.

Então eles retornaram e ele tentou os profetas rezadores e curandeiros mas o povo foi ficando pior e pior. Nenhuma escola, nenhuma ciência, nenhuma arte, nenhum comércio. Então Jeová fez-se carne, nasceu de uma mulher, viveu entre aquele povo que ele vinha tentando civilizar por vários milhares de anos. E essas pessoas, seguindo as leis que Jeová lhes ensinara, lançaram contra este Jeová-homem este Cristo blasfêmias, julgaram-no, condenaram-no e o mataram.

JEOVÁ FALHOU NOVAMENTE.

Então ele desistiu dos judeus e voltou sua atenção para o resto do mundo.

E agora os judeus, desertados por Jeová, perseguidos pelos cristãos, são um dos povos mais prósperos da terra. Mais uma vez Jeová falhou.

QUE ADMINISTRAÇÃO !

Não preciso ler um livro dito sagrado inspirado há milhares de anos, para homens que viviam naquela época de superstições, para chegar a conclusão de que deus (ses) não existem. As provas de que não existe um deus protegendo a humanidade, estão por toda parte.

Para os homens crentes obstinados, uma perguntinha sincera, que merece uma resposta sincera, ok?

Eu sei que a Bíblia foi escrita no tempo do onça, ou seja, na época que ainda se fazia deuses de barro e somente se conhecia no mundo, aquele pedacinho da Mesopotâmia, perto dos rios Tigre e Eufrates. E naquela época, fazer guerras, roubar o ouro e as mulheres dos vencidos era comum. Fazer e viver com vários escravos trabalhando forçados até morrer, sendo jogados na arena para digladiar e dar shows para o povo era comum. Mas isso está escrito na Bíblia. E Jesus ainda veio para mandar os escravos respeitarem os seus senhores!... Nem uma palavrinha de repreensão, de crítica a isso... Se para Deus todos são iguais, pois trata-se de almas, você acha justo HOJE, ler sobre isso na Bíblia? Você acha que um Deus verdadeiro aprovaria o cristianismo e esse tipo de coisa? Vocês acham mesmo, que esses textos, sobre escravos, saíram de uma inspiração divina? Deus é temporal também? Ou seja Deus adapta-se conforme a moda aqui na Terra?

 Conhecemos os homens por suas obras. E conhecemos deus pelas suas obras também? Então, leiamos o Velho Testamento da Bíblia (o Novo também é obra de carpintaria ruim) para conhecer o verdadeiro Deus chamado pela alcunha de Senhor dos Exércitos.

Leitura recomendada na Web, não se satisfaçam com que os pastores falam, seja curioso, pois quem ignora é ignorante!

http://www.elivieira.com/2011/01/tres-perguntas-para-descrer-em-deu...

 Saudações Irreligiosas e Levíticas, Paulo!

Amigo Oiced seu relato esta ótimo veio reforçar o que escrevi acima, grato pela colaboração.

 

Paulo Luiz Mendonça.

Me desculpem  mudar de assunto mais acho que esse assunto tem tudo a ver com o tópico.

       Negação do Holocausto, uma Definição

por Andrew E. Mathis(do 'The Holocaust History Project')

Esta entrada sobre a Negação do Holocausto aparece em 'Conspiracy Theories in American History: An Encyclopedia'(Teorias da Conspiração na História Americana: Uma Enciclopédia). Escrita por um membro do The Holocaust History Project, trata da história desta crença de conspiração na Europa e EUA. Nós agradecemos o reconhecimento da ABC-CLIO pela permissão em reproduzi-la aqui.

O Holocausto nazista é um dos eventos da história que recebeu o maior escrutínio. Enquanto historiadores discordam em diferentes aspectos deste fenômeno, é basicamente aceito que o Holocausto pode ser corretamente definido como se segue: (1) o Holocausto foi o assassinato intencional dos judeus europeus pelo governo Nazista da Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial como uma matéria de política; (2) este assassinato em massa empregou câmaras de gás, entre outros métodos, como um método de assassinato; e (3) o total de mortes dos Judeus europeus no fim da Segunda Guerra era de aproximadamente 6 milhões. Não surpreendentemente, com um grupo de eventos históricos tão penosamente estudados como o Holocausto, teorias de conspiração sobre este período abundam. Entretando, a mais proeminente teoria de conspiração dos EUA em relação ao Holocausto é sua negação.

Antes de discutir como a negação do Holocausto constitui uma teoria de conspiração, e como a teoria é claramente americana, é importante entender o que que quer dizer o termo "negação do Holocausto." Negadores do Holocausto, ou "revisionistas," como eles chamam a si mesmos, questionam todos os três maiores pontos de definição do Holocausto nazista. Primeiro, eles argúem que, enquanto assassinatos em massa de judeus ocorriam (ainda que eles disputam ambos a intencionalidade daqueles assassinatos como também o suposto mérito destes assassinatos), não houve nenhuma política oficial Nazi para matar judeus. Segundo, e talvez a mais proeminente, eles alegam que não houve nenhuma câmara de gás homicida, particularmente em Auschwitz-Birkenau, onde os principais historiadores acreditam que cerca de 1 milhão de judeus foram assassinados, primeiramente em câmaras de gás. E terceiro, Negadores do Holocausto alegam que o total de mortos dis judeus europeus durante a Segunda Guerra foi bem abaixo de 6 milhões. Os números dos negadores flutuam na casa dos 300.000 e 1.5 milhão, como regra geral.

Enquanto a negação do Holocausto começou como uma teoria da conspiração alemã e francesa, seus antecedentes são ambos especificamente norte-americano e uma encapsulação de 2.000 anos de anti-semitismo europeu. Direcionando ao primeiro ponto, mais antigo, a teoria de conspiração que alega que judeus manipulam não-judeus de várias maneiras, condições, e formas é aproximadamente tão antiga quanto o judaísmo em si. De acordo com anti-semitas, judeus (não apenas a elite judaica que governava no primeiro século, mas todos os judeus) assassinaram Jesus, envenenaram poços, propagaram a Peste Negra, assassinaram crianças cristãs para preparar as matzohs da Páscoa com seu sangue, e foram os principais articuladores por detrás do movimento comunista no leste europeu. Se um único texto abarca todo anti-semitismo europeu, é o anônimo Protocolos dos Sábios de Sião, com as aparentes minutas de um encontro de líderes da judaria internacional no qual a destruição da cultura não-judaica é discutida. Tendo origem na Rússia no começo do século XX, os Protocolos foram, de fato, um plágio alterado do "Dialogue aux Enfers entre Montesquieu et Machiavel"(Um diálogo no Inferno entre Montesquieu e Maquiavel)de Maurice Joly, escrito nos anos de 1860s como um ataque contra Luís Napoleão III (Ridgeway, 50)02.

De uma forma estranha, apesar das conexões atuais entre alguns negadores do Holocausto e extremistas violentos, havia uma via do movimento anti-guerra da Primeira Guerra Mundial que plantou as sementes da negação do Holocausto nos Estados Unidos. Este processo foi dobrado. Primeiramente, o industrial anti-semita dos EUA Henry Ford trouxe os Protocolos aos Estados Unidos depois de uma visita à Europa durante a Primeira Guerra planejando promover uma resolução pacífica para o conflito. Ford o leu e tornou-se convicto de que os "industriais judeus" eram antes de tudo responsáveis pela guerra. A introdução deste documento deu-se numa nação onde membros da Ku Klux Klan estavam na ascensão de adicionar o anti-semitismo ao sentimento corrente nativista, racista e anti-católico. Ford publicou os Protocolos em seu jornal, o Dearborn Independent, ao longo de um período de sete anos entre as duas guerras, dando legitimidade à conspiração da Cabala judaica que buscava propagar guerra como uma operação para ganhar dinheiro.

No mesmo período, historiadores anti-guerra, notavelmente Harry Elmer Barnes, começaram a sugerir motivações conspiracionistas na área dos poderosos da guerra. Como a historiadora Deborah Lipstadt apontou, Barnes e seus colegas foram corretos em muitas de suas suposições, por exemplo, de que a Alemanha não era unicamente culpada pela guerra (a Servia havia, depois de tudo, aberto o fogo); muita propaganda anti-alemã que circulou durante e depois da guerra foi, de fato, falsa; e houve exploradores de guerra que fizeram fortunas nos massacres da guerra (Lipstadt, (33-34)01). Entretanto, isto não mudou essencialmente a natureza imperial da guerra em si. Porém, sem dúvida que Barnes e seu grupo produziu através do método histórico, a denúncia de que as atrocidades alemãs cometidas durante a Segunda Guerra (desta vez, verdadeiramente) seriam tratadas com o maior ceticismo. Barnes, que viveu até o final dos anos de 1960s, foi um dos primeiros norte-americanos a abraçar a negação do Holocausto.

A parte à óbvia negação das atrocidades nazistas pelos próprios perpetradores, o francês Paul Rassinier, um esquerdista que fora internado em Buchenwald e Dora, foi o primeiro a promover a negação do Holocausto com maior vociferously. (a influência de Rassinier na cultura da negação do Holocausto é sentida ainda hoje, com seu discípulo Robert Faurisson protagonizando o movimento de negação na França). Entretando, isto não manteve a negação fora do alcance dos Estados Unidos. O primeiro maior negador do Holocausto foi Austin App, um acadêmico de literatura situado na Pensilvânia. Começando quase que imediatamente ao fim da guerra, App começou uma campanha na imprensa para expôr o que ele acreditava que eram exageros sobre o tratamento dos nazistas com os judeus. Enquanto que sua própria etnicidade germânica era provavelmente o principal atrativo para sua negação, o próprio anti-semitismo e suscetibilidade à teorias de conspiração de App dizia muito de seus escritos. Por exemplo, App freqüentemente usava qualquer combinação dos termos "talmudista", "bolchevique" e "sionista" em seus textos como indicadores que judeus estavam por trás do que ele julgava como uma fraude de que os nazistas tinham assassinado 6 milhões de judeus. Desta forma, ele podia implicar que judeus religiosos, judeus ateus comunistas e judeus nacionalistas estavam todos conspirando juntos para difusão desta crença de um assassinato em massa contra judeus. Além disso, App colocava a culpa de que a mídia judaica controlava continuamente a crença nesta fraude (Lipstadt, 94-96)01, e isto continua a ser um tema de textos anti-semitas e de negação. Se, como John Zimmerman e outros observadorers notaram, o intento da negação do Holocausto é reabilitar o nacional-socialismo, então é adequado que App et al.(entre outros)reiterassem a maioria dos temas anti-semitas de Hitler em seus textos (Zimmerman, 119)04.

O título do maior trabalho de App sobre o Holocausto, 'The Six Million Swindle'(O Engano dos Seis Milhões), é informativo porque implica na própria existência de uma conspiração de judeus para perpetrar uma fraude contra os não-judeus para ganho monetário. Este ganho monetário, especificamente, seria de reparações pagas pela Alemanha Ocidental pelos crimes cometidos contra os judeus durante a guerra. O que App e mais tarde outros negadores falharam em tratar foi de um simples fato: as reparações foram pagas desde os anos de 1950s não baseadas no número de mortes de judeus durante a Segunda Guerra, mas no número de judeus que sobreviveram e daqueles custos de se assentar em outro lugar (primeiramente Israel) que precisavam ser pagos. O historiador Michael Shermer assinalou que o Holocausto fora verdadeiramente uma fraude planejada por sionistas para obter dinheiro para a recente criação do Estado de Israel, então os sionistas teriam inflacionado o número de sobreviventes e não o número de mortos (Shermer and Grobman, 106)03.

Contudo, a perspectiva da conspiração sionista continuou a ser reproduzida por negadores e continua até o presente. Depois de App, a negação do Holocausto nos EUA foi levada a cabo por Arthur Butz, um professor de engenharia elétrica da Universidade de Northwestern nos arredores de Chicago. No seu livro de 1976 'The Hoax of the Twentieth Century'(A Fraude do Século Vinte), Butz reitera a noção de que o Holocausto é conscientemente uma perpetração da falsificação da história. Entretanto Butz é mais sutil que App na culpabilização dos judeus por esta fraude (ele não ataca os judeus religiosos da mesma forma que App, ele não descreve todos os judeus como comunistas), ele alveja os sionistas especificamente como os fraudadores no decorrer dos governos dos Aliados (particularmente a União Soviética), organizações de refugiados e sobreviventes, e até o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (Lipstadt, 126)01.

O que Butz e outros negadorers fracassaram em compreender é o relativa fraqueza do movimento sionista antes, durante e depois da Segunda Guerra. O Sionismo era considerado herético pela maioria dos movimentos religiosos judaicos, e aqueles judeus que se assentaram na Palestina antes da fundação do Estado de Israel em 1948 eram em grande parte refugiados sem nenhum lugar para ir, ao invés de ideolólohos políticos inclinados na criação de um Estado judeu na Palestina. Certamente, muito da recente pesquisa de Israel sobre o Holocausto tem mostrado que algumas das maiores figuras no movimento sionista se importavam muito pouco sobre a grave situação dos judeus na Europa durante a Segunda Guerra. Por exemplo, Menachem Begin, primeiro-ministro de Israel de 1977 à 1983, foi preso pelas autoridades soviéticas por atividades sionistas até a invasão nazista em 1941. Entretanto, ao invés de ficar na Europa para lutar contra os nazistas, Begin partiu para Palestina, onde ele participo de uma guerrilha por cinco anos em nome do Sionismo. Begin não foi o único em sua decisão de lutar pelo Sionismo em vez de lutar pela sobrevivência dos judeus europeus.

Notavelmente, o anti-semitismo da maioria dos negadores os conduzem a denunciar a escolha de Begin enquanto, ao mesmo tempo, preferem continuar a acreditar que este fracionado movimento chamado Sionismo poderia perpetrar uma fraude mundial. Quase todos os maiores negadores, de fato, compartilham uma obsessão redobrada com o Holocausto, com o Sionismo e com o Estado de Israel. O carro-chefe da propaganda de negação nos Estados Unidos está situado na Califórnia, o Institute for Historical Review (IHR, Instituto pela Revisão Histórica), que vende não apenas livros de negação do Holocausto e panfletos, como também críticas ao Sionismo e à religião judaica. Willis Carto, cabeça do Liberty Lobby(Lobby da Liberdade), e de um grupo político de ação anti-Israel situado em Washington, D.C., fundou o IHR. Enquanto tem ocorrido muita luta fraticida ao longo das duas últimas décadas no IHR por causa de dinheiro, as visões de Carto e dos diretores presentes (que incluem Mark Weber, um notório e antigo propagandista neonazi) não estão muito distantes umas das outras. Em outra volta, ao longo do curso de sua batalha com os atuais líderes do IHR, Carto, de forma conspiracionista, acusou Weber de ser um agente sionista.

Weber também defende a ferro e fogo a identificação dos judeus com a Revolução Bolchevique, uma prática iniciada por App entre os negadores norte-americanos mas provocando uma revolução entre observadores na Europa e nos Estados Unidos. Enquanto Weber é capaz de aproveitar-se de certas verdades sobre o partido bolchevique que podem se conectar, pelo menos a primeira vista, aos judeus (como aqueles mais proeminentes líderes bolcheviques, incluindo Leon Trotsky, Lev Kamenev, e Grigori Zinoviev, que eram judeus de nascimento), Zimmerman assinalou que a maioria dos judeus russos era mais atraída ao nacionalista judeu, sionista, ou partidos socialistas democráticos (Zimmerman, 128) que em relação aos comunistas radicais como os bolcheviques. Weber também repete o erro de App de equiparar sionismo e comunismo. Enquanto existiam partidos marxistas-sionistas, particularmente nos primeiros dias do estado israelense, o apoio da União Soviética para países hostis a Israel depois da guerra árabe-israelense de 1967 foi um golpe final à qualquer aliança entre duas ideologias que são, por natureza, diametralmente opostas (Sionismo é uma forma de nacionalismo, enquanto o comunismo é internacionalista em suas metas).

É então visível que a negação do Holocausto é uma teoria de conspiração que busca colocar os judeus por detrás de um movimento internacional para promover uma farsa para ganho monetário. Desta forma, a negação do Holocausto não é diferente de muitas outras formas de anti-semitismo que imputam aos judeus cobiça por dinheiro como também de manter um clima conspiracionista. Além da forma caótica com a qual negadores escolhem englobar todos os judeus juntos, independente de sua confissão religiosa ou orientação política como perpetradores desta "fraude", negadores também se engajam em esforços com pseudo-ciência para tentar provar seus pontos de vista em relação o Holocausto. Para constar, nenhum de seus esforços alteraram qualquer impressão duradoura sobre a historiografia do Holocausto. Enquanto o observador racional concluirá que isto é um testamento sobre a verdade da história do Holocausto, para negadores do Holocausto, isto é meramente um pedaço a mais de evidência de uma conspiração para sufocar o que eles acreditam ser uma "verdade real" sobre o sina dos judeus durante a Segunda Guerra Mundial.

fonte:http://holocausto-doc.blogspot.com.br/2008/08/negacao-do-holocausto...

Olá Paulo, muito bom seu texto, gostaria que vc dê uma lida na minha matéria no final da minha página, sobre "A matemática da Inteligência humana" ou então acessar pela "Web", que está mais completa, lá você verá os conceitos da inteligência humana e desejo que comente sobre a mesma, Paulo! estou tentando a décadas colocar na cabeça das pessoas, que não existe inteligência pra maldade, o que vc acha? .

Tenho uma frase, que digo assim: "Onde há mentiras há maldades; e onde há maldades, não existe inteligência". Venho analisando que as igrejas se enquadram perfeitamente nessa frase. Também venho analisando que a maioria da humanidade sobrevivem de falsas verdades; por isso sugiro a todos companheiros quando nada aqui dentro do site dos irreligiosos, para que usemos a palavra "Autenticidade" ao invés da verdade, tenho certeza que esse uso constante dessas falsas verdades, estão destruindo com a humanidade, o que vocês acham?. Com certeza, com essa aparentemente simples inversão de palavra, deverá mudar muita coisa, não é atoa que hoje 90% da população são religiosas.

Abraços a todos!

Quanto à negação do Holocausto (resposta ao comentário de Carlos Anderson):

Carlos:

Tal qual conseguiu-se implantar a mentira Jesus Cristo e fazer-se 1/3 da humanidade nela acreditar, o mesmo foi feito pelos sionistas em relação à mentira do Holocausto: as técnicas são parecidíssimas e, para a nossa infelicidade, funcionam. Talvez seja mais fácil implantar-se e disseminar uma mentira do que revelar-se as verdades. O que acontece com quem luta contra a maioria e nega Jesus ou a versão oficial histórica do Holocausto? O assunto é muito complexo Carlos; e exige coragem e determinação para investigá-lo.

É um direito seu acreditar que a negação do Holocausto é uma mera "teoria da conspiração" mas, pelo menos, justifique seus argumentos. Trazer uma matéria copiada do extremista mentiroso Andrew E. Mathis não prova nada, é apenas o ponto de vista dele. E a autoridade dele no assunto é bastante questionável, até porque ele não é historiador. Até aí, nada demais porque existem muitos pesquisadores independentes não historiadores e honestos, que prestaram grandes serviços à humanidade. Tal, porém, não é o caso desse carinha aí do lado, financiado pelos sionistas.

Antes de endeusar o texto dele e considerá-lo como "autoridade no assunto", procure saber quem ele é e quais são as suas verdadeiras motivações. Procure saber, por exemplo, por que ele conspirou para sabotar e tirar do ar blogs revisionistas. E procure saber por que em mais de 20 países é proibido negar o Holocausto e por que pessoas que o fazem são processadas, condenadas, presas, perseguidas e ameaçadas de morte.

Uma "verdade" imposta à força, que verdade é esta? Você pelo menos já viu o vídeo que lhe recomendei aqui no Irreligiosos? E os outros? Por que não fez nenhum comentário?

Carlos, desculpe, mas você é mais uma vítima da desonestidade intelectual sobre o Holocausto, como eu também fui (e tantos outros). Se estudar mais um pouquinho vai tomar um susto tão grande quanto o que tomou quando descobriu as mentiras das religiões e de seus livros "sagrados". Antes você não acreditava na Bíblia e em Jesus Cristo? O que o fez mudar?

Adote o mesmo procedimento e rigor crítico em relação ao Holocausto e chegará às mesmas conclusões: é uma farsa que mistura acontecimentos verdadeiros com falsos; jamais morreram 6 milhões de judeus com a maioria deles executados em câmaras de gás nazistas; a manutenção da mentira do Holocausto atende a interesses políticos e econômicos, conduzidos pelos sionistas.

Por fim, entenda que negar o Holocausto não é antissemitismo e uma coisa nada tem a ver com a outra, já que os próprios judeus ortodoxos abominam o sionismo. O "Protocolo dos Sábios de Sião" este sim, pode ser uma meia verdade ou uma meia mentira ou até uma teoria da conspiração, pois carece de maiores provas. Mas isto não invalida a assertiva de que a versão histórica oficial do Holocausto é falsa e fabricada para atender interesses escusos. 

Olhe só o que este imbecil, autor do texto que você destaca diz:

"(...) Antes de discutir como a negação do Holocausto constitui uma teoria de conspiração, e como a teoria é claramente americana(...)  (grifo nosso)

Abobrinhas e mais abobrinhas. Teoria claramente americana?!!! Uma ova! É exatamente o oposto, os americanos estão juntos com Israel e os sionistas que, aliás, financiam o podre governo dos Estados Unidos desde um pouco antes da criação do Estado de Israel. Um dos maiores memoriais do Holocausto, o "United States Holocaust Memorial Museum" está lá, a querer dizer que tudo aquilo foi verdade, como contado pelo história implantada.

Ah, eu não aguento, vou parar por aqui. Por favor, estude, estude bastante antes de criticar e falar sobre o Holocausto.

Saudações Irreligiosas!

NA: Procure os vídeos e matérias postados aqui no Irreligiosos sobre o Holocausto. Avalie-os, estude-os e, aí sim, retorne ao assunto.

Carlos:

Em tempo: Encerrei meu comentário sobre o Holocausto, mas depois me deparei com esta parte do seu texto, que havia esquecido de criticar (reformatei):

"(...) é basicamente aceito que o Holocausto pode ser corretamente definido como se segue:

  1. o Holocausto foi o assassinato intencional dos judeus europeus pelo governo Nazista da Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial como uma matéria de política;
  2. este assassinato em massa empregou câmaras de gás, entre outros métodos, como um método de assassinato; e
  3. o total de mortes dos Judeus europeus no fim da Segunda Guerra era de aproximadamente 6 milhões."    (grifos meus)

PQP! Você ou alguém daqui consegue provar a veracidade do que está escrito nos itens 2 e 3, no texto do Sr. Andrew E. Mathis? Se você concorda, Carlos, justifique por que concorda! Você conhece a história do número mágico de 6 milhões de judeus mortos? Sabe de onde vem isso, quando começou? Só para provocar vou dizer (pesquise!) que este número falacioso, por motivos políticos e, acima de tudo religiosos, já existia antes mesmo do início da 2ª Guerra Mundial. Pior: Antes da Primeira Guerra Mundial. Não acredita? Investigue!

E agora, José?

Paulo, a bíblia relata exatamente a personalidade humana.

Até o deus relatado na bíblia tem a personalidade dos homens que o criaram.

E se você revisitar todos os demais deuses, verá que eles foram criados com a mesma personalidade humana, ou seja, violento, instável, egocêntrico, insensato.

No link abaixo, mais uma etapa da maldade humana, cruelmente planejada e ainda hoje executada com maestria, confira:

https://www.youtube.com/watch?v=3jNYlUj2gMU

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Abaixo, destacamos (em ordem alfabética) a 4ª lista dos nossos  mais eminentes e constantes colaboradores:

  • Alfredo Bernacchi
  • Assis Utsch
  • Carlos Dosivan
  • Divina J. Scarpim
  • Erijosé Oliveira
  • Gilberto Vieira
  • Jorge O. Almeida
  • Luísa L.
  • Márcia Zaros
  • Marilda Oliveira
  • Oiced Mocam
  • Paulo Luiz  
  • Paulo Rosas 
  • Rafael Rocha
  • Sergio M. Rangel

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