Irreligiosos

Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

ARGUMENTOS CRISTÃOS PARA A EXISTÊNCIA DE JESUS.

  1. Jesus existiu porque está escrito na Bíblia.

  2. Jesus existiu, porque todo aquele que falar que ele não existiu, já "É O ESPÍRITO DO ANTI-CRISTO" conforme I João 4: 3, (escrito, já, nos primórdios da fé cristã, já pegando uma "caroninha" na própria bíblia, "pra não deixar quaisquer dúvidas nos que quiserem aderir à nova fé"; demonstrando, de pronto, o "espírito", a "filosofia de trabalho" e o "modus operandi" da divulgação e imposição, meramente doutrinária de sua existência - Não me admira nem um pouco que pessoas tenham ou não tenham morrido em função desta impostura)

  3. Jesus existe porque os ateus não conseguem PROVAR que, de fato, ele não existiu, porque, de acordo com a ciência, qualquer coisa que não exista, para, de fato, INEXISTIR, sua INEXISTÊNCIA deve ser amparada cientificamente por fatos e provas inexistentes. (hic. . .)

  4. Jesus Existiu porque Flávio Josefo o psicografou, depois de morto, usando a "mediunidade" de Eusébio Chico Xavier, muito embora seja extremamente evidente a fraude. (Éh. . . . Tem cara, realmente, de fraude. . . mas fala que Jesus Existiu. . . Tá bom!. . . Serve!. . .)

  5. Jesus existiu, porque, não obstante Christos ser um termo genérico aplicado em "n+1" situações, todas elas, forçosamente, se referem ao Jesus-Christo-Orfeu-Dionísio-Tamuz-Hórus-Serapion-de-Nazarete.

  6. Jesus Cristo existiu, porque, como o Diabo já sabia da estória, criou, antecipadamente, um monte de "réplicas de Jesus", justamente para confundir o povo. (é claro que, a partir daí, já teremos de provar a existência do Diabo, também, mas. .. tudo bem . . .)

  7. Jesus existiu e sua semelhança extrema com outros mitos solares que reivindicam para si os mesmos atributos de Jesus, se, de fato, for comprovado cientificamente que não tem o "dedo do Diabo" nisso, então, já está automaticamente provado que não passa de mera coincidência. Todos os demais, não passam de mitos, mas Jesus não, Jesus é real.

  8. Jesus de fato existiu e foi, de fato concebido, por obra e graça do divino Esprito Santo, por inseminação artificial de um cromossoma Y espiritual, é claro. Em suma: Jesus Cristo existiu, de fato, não obstante A HISTÓRIA REAL de seu nascimento, digamos, "mirabolesco". (o que não acontece com mais nenhum outro personagem real/ficcional na história deste planeta. Nem o Homem-Aranha nasceu deste jeito.)

  9. Jesus, de fato, existiu, e, aos ateus, lamentavelmente, lhes falta fé para admiti-lo. . . (Muito embora, se alguém saísse por aí fazendo esse mesmo tipo de proselitismo barato, com relação a Tamuz, Hórus, Serapion, Orfeu e outros, é muito provável que os ateus agissem da mesma forma . . .)

  10. Jesus, de fato existiu PORQUE NÃO EXISTEM DOCUMENTOS HISTÓRICOS QUE COMPROVEM CIENTIFICAMENTE A SUA INEXISTÊNCIA. De, fato, foi um lapso. Algum Historiador antigo daquela época, tinha de ter escrito, textualmente, com todas as letras: JESUS CRISTO NÃO EXISTIU. . .

  11. Jesus existiu, porque um exército de gente desinformada, que não podia negar sua existência, sob pena de excomunhão, morreu por ele. Como o mesmo exército de gente desinformada, que não pode negar sua existência, sob pena de excomunhão, vai morrer por ele em qualquer tempo.

  12. Jesus existiu, porque (foi o único espertalhão que) "disse": "Quem me negar diante dos homens eu também o negarei diante de meu Pai".

  13. Jesus existe porque ele vive em meu coração.

  14. Jesus existe porque eu tive uma "experiência real" com Jesus, e, se amanhã, eu realmente ficar convencido de que tudo isso, não passa de uma farsa, é porque, na verdade, eu nunca tive uma "experiência real" com Jesus.

  15. Jesus existe porque estamos no ano 2014 depois de Cristo.

  16. Jesus Existe porque pessoas, ainda hoje, acreditam nele.

  17. Jesus existe, porque, até agora, "Deus" não falou nada em contrário.

  18. Jesus existe porque se você for na minha Igreja, você vai ver que ele existe.

  19. Jesus Existe por que o túmulo atribuído a ele, está vazio; não porque ele realmente nunca tenha existido, mas porque ele ressuscitou dos mortos e foi pro céu, como a virgem Maria, Hércules e tantos outros, citados em diversas mitologias.

  20. Jesus existe porque,não obstante tantas "faltas de evidências" de sua existência, aliadas, paralelamente, a tantas fraudes que tentam provar sua existência, EU TENHO FÉ SUFICIENTE PARA ACREDITAR QUE ELE EXISTIU, DE FATO.

  21. Jesus existiu porque ele morreu pelos meus pecados. Quem mais faria isso? O Batman? . . .

  22. Jesus existiu, porque existiu, e pronto!

    Será que já me lembrei de todos? . .

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Respostas a este tópico

Prezado Carlos.

Sim.  com toda a certeza.  Mas eu nem diria fé.  Acho que fé é uma expressão muito nobre para classificar esse tipo de sentimento que eu, particularmente, classifico, apenas, como mera credulidade ingênua, mesmo.

A palavra fé, para mim é dirigida para algo realizável, concreto e conclusivo; por exemplo:  Santos Dumont, quando traçou, no papel, a primeira linha do desenho de seu 14bis. . .

Isso sim, para mim, é fé.  Ele conhecia razoavelmente, as leis da aerodinâmica, sabia perfeitamente que seria possível e dirigiu seus neurônios em busca de uma solução objetiva, cujos resultados fossem sempre os mesmos, desde que se repetissem os experimentos observando as leis da aerodinâmica.  Isso, é o que é fé, para mim.

Agora, religião não leva a nada, não é fé, não constrói nada por si mesma.  É, apenas, uma credulidade, um "amuleto da sorte".  dizer que tem fé em "deus" e/ou num "pé de coelho", para mim, são expressões idênticas, que apresentam um único resultado, ou seja: nenhum.

Todo crente tem, naturalmente, tendências supersticiosas.

Carlos Dosivan disse:

Ao final de tudo... Apenas a fé, ou a sua ausência, são determinantes nessas questões.

O francês Pascal Boyer, utilizando conceitos da psicologia evolutiva, autor do livro Religion Explained (Religião Explicada), pretende provar que

As pessoas têm crenças religiosas, porque outros indivíduos de seu convívio as tiveram antes e as passaram adiante. Existe, uma predisposição de nosso cérebro a aceitar algumas dessas ideias”.

Vamos beber na fonte de outro famoso pensador francês Montaige:

“Nada sabemos”. Que sabemos de nós? Cada um de nós possui a “sua” natureza, que se encontra no fundo da alma, na maneira de sentir e agir, no timbre da voz, na cor da pele, no ritmo do andar. Tolerância, compreensão, transigência, acomodação – a palavra de ordem, o seu código. Tudo é precário e incerto na existência. Mas não vamos nos desesperar por isso. Resta-nos uma coisa, um bem supremo – viver, viver inteligentemente, extraindo da vida o que ela pode nos dar de belo e bom. A verdadeira atitude inteligente é, a do sábio – que jamais se engana”.

Gostaria de ver um mundo em que a educação tivesse por objetivo antes a liberdade mental fundamentada na razão (não em mentiras e ilusões) do que o encarceramento do espírito dos jovens numa rígida armadura de dogmas e sobrenatural, tendo em vista protegê-los, através da vida contra provas imparciais.

Os progressos da razão e conhecimento haverão, sem dúvida, abalar o misticismo, esse contágio mental, o domínio do além-túmulo o medo da morte. É no misticismo que germinaram as crenças religiosas. Se as crenças fossem acessíveis à influência da razão, teríamos visto desaparecer, há muito tempo, todas as que são absurdas.

As doutrinações e crenças possuem a faculdade maravilhosa de criar quimeras (ilusões, sonhos, utopias, fantasias). Os ateus não acreditam em deuses (as) bons ou em um Criador inventado (ou a ser inventado), que tudo vê e tudo faz e pode (horrores demais no mundo, mediocridade demais no homem), ou qualquer outra entidade divina como profetas, santos. Devido à ausência de evidências em seu favor (sem evidência, sem crença), também tem fé em algo que os transcendem, que pode ser o amor, a arte, a literatura, a música, o esporte ou simplesmente o trabalho, ninguém vive sem fé.

A questão da verdade de uma religião é uma coisa, mas a questão da utilidade da fé empregada é outra coisa" (Paulo Rosas)”.

Saudações Irreligiosas,

Oiced Mocam

http://livrodeusexiste.blogspot.com.br/2010/10/capitulo52-neuroreli...

Olá, Sérgio. Seu comentário foi muito bem colocado. Acho que vemos a questão da fé de modo similar, talvez com olhares um pouco diferentes.

Penso que a fé, seja qual for o sentido aplicado, é indispensável. Eu diria até fundamental na vida de qualquer pessoa! Porém, a fé deve ser sincera, e coerente em todos os seus propósitos. E é apenas o começo de uma longa caminhada - conforme vc mesmo disse com suas próprias palavras.

Também não acho que a fé deva ser deificada. Mas se for, não vejo qualquer prejuízo ao indivíduo; pelo contrário, penso que a fé deificada tem um apelo bastante forte e motivador: para Deus nada é impossível! 

É claro que ao referir-me à fé não estou tratando no campo do fanatismo religioso. Fanáticos não têm fé; quando muito, têm uma causa.

Carlos Dosivan:

Acho difícil que qualquer irreligioso autêntico concorde com essas suas afirmações:

  1. "[...] Penso que a fé, seja qual for o sentido aplicado, é indispensável. Eu diria até fundamental na vida de qualquer pessoa!"
  2. "[...] penso que a fé deificada tem um apelo bastante forte e motivadorpara Deus nada é impossível! " (os grifos são nossos)

Não somos contra a fé nem achamos que ela seja prejudicial. A fé pode ser benéfica e dar força e motivação para suplantar obstáculos. Mas não a fé religiosa e enganosa. É esta que condenamos e julgamos prejudicial porque, em nome dela, as pessoas são levadas a buscar atalhos que geralmente não funcionam e deixam de buscar outras alternativas de soluções que poderiam resolver seus problemas. Para nós a fé religiosa extremada é doentia e prejudicial para os indivíduos, além de torná-los presas fáceis dos charlatões da fé, que existem aos montes e fazem da enganação e exploração dos ingênuos o seu ofício.

Tente analisar o problema da fé por outros ângulos, tendo este por tema central "benefícios e malefícios da fé religiosa extremada" ou este "STR - Síndrome do Trauma Religioso" (entenda o que é, como se adquire e suas consequências).

Saudações Irreligiosas!


Carlos Dosivan disse:

Olá, Sérgio. Seu comentário foi muito bem colocado. Acho que vemos a questão da fé de modo similar, talvez com olhares um pouco diferentes.

Penso que a fé, seja qual for o sentido aplicado, é indispensável. Eu diria até fundamental na vida de qualquer pessoa! Porém, a fé deve ser sincera, e coerente em todos os seus propósitos. E é apenas o começo de uma longa caminhada - conforme vc mesmo disse com suas próprias palavras.

Também não acho que a fé deva ser deificada. Mas se for, não vejo qualquer prejuízo ao indivíduo; pelo contrário, penso que a fé deificada tem um apelo bastante forte e motivador: para Deus nada é impossível! 

É claro que ao referir-me à fé não estou tratando no campo do fanatismo religioso. Fanáticos não têm fé; quando muito, têm uma causa.

Prezado amigo Carlos.

Sinto muito, mas "fé", no sentido de credulidade religiosa, muito mais que totalmente dispensável é danosa, nociva, atrofiante, causadora de prejuízos irreversíveis para seus praticantes.

Credulidade religiosa é tão indispensável quanto areia no motor.

Carlos Dosivan disse:

Olá, Sérgio. Seu comentário foi muito bem colocado. Acho que vemos a questão da fé de modo similar, talvez com olhares um pouco diferentes.

Penso que a fé, seja qual for o sentido aplicado, é indispensável. Eu diria até fundamental na vida de qualquer pessoa! Porém, a fé deve ser sincera, e coerente em todos os seus propósitos. E é apenas o começo de uma longa caminhada - conforme vc mesmo disse com suas próprias palavras.

Também não acho que a fé deva ser deificada. Mas se for, não vejo qualquer prejuízo ao indivíduo; pelo contrário, penso que a fé deificada tem um apelo bastante forte e motivador: para Deus nada é impossível! 

É claro que ao referir-me à fé não estou tratando no campo do fanatismo religioso. Fanáticos não têm fé; quando muito, têm uma causa.

Olá, Ivo. Concordo com o que vc expôs. Observe, porém, que me referi à fé deificada; e isto não é a mesma coisa que fé religiosa.

A fé religiosa, defende uma causa (conforme me referi no comentário anterior). E a causa principal é sempre a mesma: tentar mostrar aos outros que a sua religião é a mais divina, algumas alegam ser a única verdadeira.

A fé deificada, nada tem a ver com essas questões. Tem mais a ver com o que o Sérgio descreveu em seu comentário. Com a diferença que o apelo é muito mais forte que um 'pé-de-coelho' (rs). 

Ivo S. G. Reis disse:

Carlos Dosivan:

Acho difícil que qualquer irreligioso autêntico concorde com essas suas afirmações:

  1. "[...] Penso que a fé, seja qual for o sentido aplicado, é indispensável. Eu diria até fundamental na vida de qualquer pessoa!"
  2. "[...] penso que a fé deificada tem um apelo bastante forte e motivadorpara Deus nada é impossível! " (os grifos são nossos)

Não somos contra a fé nem achamos que ela seja prejudicial. A fé pode ser benéfica e dar força e motivação para suplantar obstáculos. Mas não a fé religiosa e enganosa. É esta que condenamos e julgamos prejudicial porque, em nome dela, as pessoas são levadas a buscar atalhos que geralmente não funcionam e deixam de buscar outras alternativas de soluções que poderiam resolver seus problemas. Para nós a fé religiosa extremada é doentia e prejudicial para os indivíduos, além de torná-los presas fáceis dos charlatões da fé, que existem aos montes e fazem da enganação e exploração dos ingênuos o seu ofício.

Tente analisar o problema da fé por outros ângulos, tendo este por tema central "benefícios e malefícios da fé religiosa extremada" ou este "STR - Síndrome do Trauma Religioso" (entenda o que é, como se adquire e suas consequências).

Saudações Irreligiosas!


Carlos Dosivan disse:

Olá, Sérgio. Seu comentário foi muito bem colocado. Acho que vemos a questão da fé de modo similar, talvez com olhares um pouco diferentes.

Penso que a fé, seja qual for o sentido aplicado, é indispensável. Eu diria até fundamental na vida de qualquer pessoa! Porém, a fé deve ser sincera, e coerente em todos os seus propósitos. E é apenas o começo de uma longa caminhada - conforme vc mesmo disse com suas próprias palavras.

Também não acho que a fé deva ser deificada. Mas se for, não vejo qualquer prejuízo ao indivíduo; pelo contrário, penso que a fé deificada tem um apelo bastante forte e motivador: para Deus nada é impossível! 

É claro que ao referir-me à fé não estou tratando no campo do fanatismo religioso. Fanáticos não têm fé; quando muito, têm uma causa.

Olá, Sérgio. A fé deificada é pessoal, não necessita de associação alguma e nem de parâmetros para se autoafirmar. Nesse sentido é que digo que não há prejuízo algum; e, pelo contrário, pode até ser benéfica.

SERGIO MESQUITA RANGEL disse:

Prezado amigo Carlos.

Sinto muito, mas "fé", no sentido de credulidade religiosa, muito mais que totalmente dispensável é danosa, nociva, atrofiante, causadora de prejuízos irreversíveis para seus praticantes.

Credulidade religiosa é tão indispensável quanto areia no motor.

Carlos Dosivan disse:

Olá, Sérgio. Seu comentário foi muito bem colocado. Acho que vemos a questão da fé de modo similar, talvez com olhares um pouco diferentes.

Penso que a fé, seja qual for o sentido aplicado, é indispensável. Eu diria até fundamental na vida de qualquer pessoa! Porém, a fé deve ser sincera, e coerente em todos os seus propósitos. E é apenas o começo de uma longa caminhada - conforme vc mesmo disse com suas próprias palavras.

Também não acho que a fé deva ser deificada. Mas se for, não vejo qualquer prejuízo ao indivíduo; pelo contrário, penso que a fé deificada tem um apelo bastante forte e motivador: para Deus nada é impossível! 

É claro que ao referir-me à fé não estou tratando no campo do fanatismo religioso. Fanáticos não têm fé; quando muito, têm uma causa.

"Olá, Sérgio. A fé deificada é pessoal, não necessita de associação alguma e nem de parâmetros para se autoafirmar. Nesse sentido é que digo que não há prejuízo algum; e, pelo contrário, pode até ser benéfica."

.

Prezado Carlos.

Como, assim, benéfica? . . .  Minha mãe morreu de câncer porque um irmão da igreja diz que teve uma visão de um anjo que a estava curando. . .  Ela não procurou mais o médico, até que fosse tarde demais.

Me dê um exemplo prático dos benefícios dessa fé.

Obs:  Não vale falar da "boa vida" que ela dá aos líderes das religiões.

Carlos Dosivan disse:

Olá, Sérgio. A fé deificada é pessoal, não necessita de associação alguma e nem de parâmetros para se autoafirmar. Nesse sentido é que digo que não há prejuízo algum; e, pelo contrário, pode até ser benéfica.

SERGIO MESQUITA RANGEL disse:

Prezado amigo Carlos.

Sinto muito, mas "fé", no sentido de credulidade religiosa, muito mais que totalmente dispensável é danosa, nociva, atrofiante, causadora de prejuízos irreversíveis para seus praticantes.

Credulidade religiosa é tão indispensável quanto areia no motor.

Carlos Dosivan disse:

Olá, Sérgio. Seu comentário foi muito bem colocado. Acho que vemos a questão da fé de modo similar, talvez com olhares um pouco diferentes.

Penso que a fé, seja qual for o sentido aplicado, é indispensável. Eu diria até fundamental na vida de qualquer pessoa! Porém, a fé deve ser sincera, e coerente em todos os seus propósitos. E é apenas o começo de uma longa caminhada - conforme vc mesmo disse com suas próprias palavras.

Também não acho que a fé deva ser deificada. Mas se for, não vejo qualquer prejuízo ao indivíduo; pelo contrário, penso que a fé deificada tem um apelo bastante forte e motivador: para Deus nada é impossível! 

É claro que ao referir-me à fé não estou tratando no campo do fanatismo religioso. Fanáticos não têm fé; quando muito, têm uma causa.

Olá, Sérgio. Vc tem toda razão em abominar a religião. Para mim a religião não fede nem cheira (rs); aliás, as tendências apontam para uma drástica redução, ou até mesmo o fim desses sistemas religiosos que conhecemos.

A fé deificada não depende disso; é apenas acreditar em nossos projetos com muita convicção até mesmo ao ponto em que aparentemente nos seja impossível alcançá-lo em virtude das nossas limitações naturais. Autocura, autossuperação... são alguns dos benefícios que admiro nas pessoas que possuem a fé que me refiro.

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