Irreligiosos

Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

As mãos que ajudam são mais nobres que os lábios que rezam. - Robert Ingersoll

Dizer a alguém que vá rezar ou orar, é o mesmo que dizer em lavar as mãos diante da necessidade alheia. É o meio mais covarde de se abster em ajudar o próximo , e sair ileso de questionamentos morais .

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Caríssimo David:

                         A validade de sua afirmação é muito relativa às condições. Na minha adolescência, ouvi muito um dito popular que, apesar de parecer cômico, ele é real: "Para quem está perdido, todo mato é caminho".

Ex.: Se uma pessoa está passando por um grave problema, não encontra solução nem auxílio de alguém de quem esperava apoio, por não ter esta meios para ajudá-la, uma palavra de conforto e estímulo em que se recomenda fé na própria sorte ou, em forças superiores através de orações, pode levá-la a um estado da serenidade necessária para encontra sua própria solução. Melhor do que ignorar a aflição alheia.

Fraternal abraço,

                            Antídio

Caro David,

Essa citação de R. Ingersoll é certeira e completa.

Se os religiosos ajudassem quem precisa, ou a comunidade, no tempo que dedicam às rezas é possível que o mundo não fosse tão triste e desigual. À acção de ajudar resulta alguma coisa, de uma maneira geral boa, mas o resultado da acção de rezar é completamente nulo. 

Cumprimentos.

A nossa sociedade é hipócrita (e não consigo imaginar uma sociedade que assim não seja), mas no nosso caso em particular, fomos colonizados por uma nação que só teve grandes méritos na época de D. Manuel, O Venturoso, que por isso mesmo passou a ser assim chamado. Como era uma nação que havia conquistado a sua liberdade há pouco, em relação aos muçulmanos que por ali estiveram por mais de setecentos anos, não é de admirar que fossem radicais em relação à sua religiosidade. Todos sabemos que quanto mais ignorantes as pessoas, maior a sua religiosidade. O que poderíamos ter esperado que os portugueses tivessem trazido para cá, senão suas mensagens bíblicas e  a vontade de enriquecer às custas dos índios e depois dos escravos? Os portugueses quando para cá vieram não precisavam trabalhar. Viviam como os gregos há dois mil anos, só que estes tinham uma cultura muito superior!

Deixaram para nós essa "cultura" religiosa. É preciso rezar para acabar com os nossos males, é preciso crer em Deus para alcançar o Paraíso etc. etc. 

É claro que todos nós ateus sabemos que bondade, igualdade e outros conceitos congêneres não dependem de religiosidade, muito pelo contrário. Quando queremos ajudar alguém fazemo-lo porque nos sentimos bem, porque queremos participar, porque queremos viver numa sociedade mais igualitária, e não porque Deus mandou, e não porque estamos desejando adquirir bônus para entrar no "céu".(Uso aqui aspas porque estou a referir-me a um "conceito" que sequer existe fisicamente, muito embora assim fosse pensado em tempos idos, principalmente na época da Inquisição.)

Pedir a alguém para rezar significa tão somente deixar o problema para a pessoa necessitada resolver, só que ela não sabe disso porque julga que os santos e os deuses vão resolvê-los. É até mesmo confortável para o necessitado pedir milagres em suas orações, porque é uma forma de transferir para outrem (no caso, seres que não existem) os seus problemas. Assim todos ficam satisfeitos: os fiéis deixam que "entidades" resolvam os seus problemas, e os padres, pastores e afins os ludibriam porque se aproveitam da ignorância de seus fiéis. É por isso que é muito difícil fazer alguém ver a Verdade, porque simplesmente as pessoas não querem vê-la, preferem viver no mundo do sonho e da fantasia, e também porque, de tanto assimilar as pérfidas mensagens dos seus "ministros" e por terem recebido lavagens cerebrais ao longo de toda as suas existências, não mais são capazes de pensar. É muito triste isso. É muito frustrante, mas é a Verdade!!!

Caríssimo Irmão Jorge:

                                   Considero os fundamentos apresentados perfeitos. As religiões são formas de escravidão intectual em substituição da física, como, hoje, é feito pelos poderes dominantes através da mídia publicitária para, fisicamente livre, criar dependência e manter o consumo de produtos e serviços inúteis para as necessidades naturais das pessoas, como fonte de lucros.

                        Abçs.

                                 Antídio

Caro Jorge,

O seu comentário, destacado por mim: (...)"Como era uma nação que havia conquistado a sua liberdade há pouco, em relação aos muçulmanos que por ali estiveram por mais de setecentos anos, não é de admirar que fossem radicais em relação à sua religiosidade."(...)

Peço desculpa pela intromissão, mas penso que estará a fazer confusão com a permanência dos mouros na Península Ibérica e não em Portugal. Em Portugal os mouros foram expulsos em 1249, pois foi nessa altura que o Reino do Algarve foi definitivamente reconquistado por Afonso III o Bolonhês. Após esta reconquista houve algumas disputas entre portugueses e espanhóis pela soberania e título de Rei dos Algarves, mas esses desentendimentos em nada se relacionaram com os mouros, foram apenas caprichos da realeza.

Por isso, os portugueses não eram radicais em relação à sua religiosidade pela razão que aponta. Na minha opinião toda a Europa da época era muito religiosa. Os espanhóis, com os Reis Católicos (Fernando e Isabel), eram muito mais ferozes que os portugueses no que respeita ao tratamento dos indígenas que encontravam nos territórios conquistados. No que respeita os Brasil e à temática do seu comentário, penso que Manuel I, enquanto pessoa e líder era um rato de sacristia cheio de medos e muito dependente dos conselhos da igreja.

Cumprimentos


Realmente não sou tão bem informado em História quanto vejo que você o é. Escrevi isso porque me ficaram na memória conhecimentos de quando eu estava na escola, aliás em aulas de Português, há mais de quinhentos anos!! Eu julgava que a independência em 1.249 fora em relação à Espanha. Afinal, Portugal está inserido na Península Ibérica e talvez isso tenha-me levado à confusão. Quanto à radicalização que você diz não haver existido por parte dos portugueses fica-me uma dúvida: por que mandaram para cá os jesuítas? Por que tinham tanto empenho em catequizar os silvícolas? Por que edificaram tantas igrejas? 

Em verdade, quando os mouros foram definitivamente expulsos da Espanha já estavam tão sem autoridade ou poder quanto a Dilma hoje. Bastou um empurrãozinho e eles foram todos para o outro lado do mar.

Creio que você tenha razão. Um abraço, Jorge. 
Luísa L. disse:

Caro Jorge,

O seu comentário, destacado por mim: (...)"Como era uma nação que havia conquistado a sua liberdade há pouco, em relação aos muçulmanos que por ali estiveram por mais de setecentos anos, não é de admirar que fossem radicais em relação à sua religiosidade."(...)

Peço desculpa pela intromissão, mas penso que estará a fazer confusão com a permanência dos mouros na Península Ibérica e não em Portugal. Em Portugal os mouros foram expulsos em 1249, pois foi nessa altura que o Reino do Algarve foi definitivamente reconquistado por Afonso III o Bolonhês. Após esta reconquista houve algumas disputas entre portugueses e espanhóis pela soberania e título de Rei dos Algarves, mas esses desentendimentos em nada se relacionaram com os mouros, foram apenas caprichos da realeza.

Por isso, os portugueses não eram radicais em relação à sua religiosidade pela razão que aponta. Na minha opinião toda a Europa da época era muito religiosa. Os espanhóis, com os Reis Católicos (Fernando e Isabel), eram muito mais ferozes que os portugueses no que respeita ao tratamento dos indígenas que encontravam nos territórios conquistados. No que respeita os Brasil e à temática do seu comentário, penso que Manuel I, enquanto pessoa e líder era um rato de sacristia cheio de medos e muito dependente dos conselhos da igreja.

Cumprimentos

Jorge,

Vou responder às suas perguntas pedindo desculpa ao David por me ter afastado tanto da temática da discussão.

“Quanto à radicalização que você diz não haver existido por parte dos portugueses fica-me uma dúvida: por que mandaram para cá os jesuítas? Por que tinham tanto empenho em catequizar os silvícolas? Por que edificaram tantas igrejas?”

Eu não disse que os portugueses não foram radicais, disse que (…)”os portugueses não eram radicais em relação à sua religiosidade pela razão que aponta.”(…) o que é substancialmente diferente. Confesso que não conheço muito bem a história do Brasil para me poder pronunciar sobre essa questão com propriedade. No entanto são sobejamente conhecidos os massacres que os espanhóis levaram a cabo aos povos locais, nos territórios que conquistavam, ao passo que dos portugueses poucos relatos existem sobre esse assunto.

“(…)por que mandaram para cá os jesuítas?”

Bem, os jesuítas eram uma ordem religiosa que tinha sido recentemente (primeira metade do Séc. XVI) fundada em Paris e que se opunha à contra-reforma, portanto, completamente devota ao Papa. Em Portugal esta ordem religiosa tinha um carácter de milícia e dominava o ensino, ora, na óptica dos governantes estes eram os monges mais adequados para “ensinar” e “converter”, porque eram rígidos e extremamente dedicados às hierarquias. Também temos que nos situar na época. Em pleno séc. XVI todos os reinados e reis da Europa dependiam das decisões do Papa e consequentemente da igreja católica. Lembre-se que nessa época a classe social com mais influência política era o Clero. Em muitos casos os Reis deviam favores ao Vaticano (de uma maneira geral eram pedidos de empréstimo chorudos para uso pessoal) e tinham que fazer concessões à igreja. Como vê, a corrupção em larga escala é uma coisa muito antiga.

Ora os jesuítas foram mandados para o Brasil, tal como foram enviados para qualquer colónia portuguesa: para controlar. Era assim que funcionava na época e os reis, se queriam extrair riquezas das terras conquistadas, não se podiam das ao luxo de ter muitos conflitos nesses lugares. Só por curiosidade, os jesuítas foram expulsos de Portugal no Séc. XVIII pelas mãos do Marquês de Pombal.

Por que tinham tanto empenho em catequizar os silvícolas?

Para os integrar na sociedade. Deste modo eles perderiam hábitos antigos e eram mais fáceis de manobrar. Fazer perder a identidade também é uma forma de controle.

Por que edificaram tantas igrejas?

Bem, as igrejas são templos, são símbolos, são a força visível do poder, grandeza e glória do deus católico, logo do Papa e por fim dos padres. Impressionar é importante para controlar. Veja as igrejas que ainda se edificam de hoje em dia!

Abraços.


Jorge Oliveira de Almeida disse:


Realmente não sou tão bem informado em História quanto vejo que você o é. Escrevi isso porque me ficaram na memória conhecimentos de quando eu estava na escola, aliás em aulas de Português, há mais de quinhentos anos!! Eu julgava que a independência em 1.249 fora em relação à Espanha. Afinal, Portugal está inserido na Península Ibérica e talvez isso tenha-me levado à confusão. Quanto à radicalização que você diz não haver existido por parte dos portugueses fica-me uma dúvida: por que mandaram para cá os jesuítas? Por que tinham tanto empenho em catequizar os silvícolas? Por que edificaram tantas igrejas? 

Em verdade, quando os mouros foram definitivamente expulsos da Espanha já estavam tão sem autoridade ou poder quanto a Dilma hoje. Bastou um empurrãozinho e eles foram todos para o outro lado do mar.

Creio que você tenha razão. Um abraço, Jorge. 
Luísa L. disse:

Caro Jorge,

O seu comentário, destacado por mim: (...)"Como era uma nação que havia conquistado a sua liberdade há pouco, em relação aos muçulmanos que por ali estiveram por mais de setecentos anos, não é de admirar que fossem radicais em relação à sua religiosidade."(...)

Peço desculpa pela intromissão, mas penso que estará a fazer confusão com a permanência dos mouros na Península Ibérica e não em Portugal. Em Portugal os mouros foram expulsos em 1249, pois foi nessa altura que o Reino do Algarve foi definitivamente reconquistado por Afonso III o Bolonhês. Após esta reconquista houve algumas disputas entre portugueses e espanhóis pela soberania e título de Rei dos Algarves, mas esses desentendimentos em nada se relacionaram com os mouros, foram apenas caprichos da realeza.

Por isso, os portugueses não eram radicais em relação à sua religiosidade pela razão que aponta. Na minha opinião toda a Europa da época era muito religiosa. Os espanhóis, com os Reis Católicos (Fernando e Isabel), eram muito mais ferozes que os portugueses no que respeita ao tratamento dos indígenas que encontravam nos territórios conquistados. No que respeita os Brasil e à temática do seu comentário, penso que Manuel I, enquanto pessoa e líder era um rato de sacristia cheio de medos e muito dependente dos conselhos da igreja.

Cumprimentos

Sempre haverá condição para alguma ajuda, mesmo oferecendo um copo de água. Mas aquele que se acovarda diante da necessidade alheia, apela apenas para o abstrato,  sem se comprometer-se. E a desgraça da oração, é uma delas.

Antídio Santos Pereira Teixeira disse:

Caríssimo David:

                         A validade de sua afirmação é muito relativa às condições. Na minha adolescência, ouvi muito um dito popular que, apesar de parecer cômico, ele é real: "Para quem está perdido, todo mato é caminho".

Ex.: Se uma pessoa está passando por um grave problema, não encontra solução nem auxílio de alguém de quem esperava apoio, por não ter esta meios para ajudá-la, uma palavra de conforto e estímulo em que se recomenda fé na própria sorte ou, em forças superiores através de orações, pode levá-la a um estado da serenidade necessária para encontra sua própria solução. Melhor do que ignorar a aflição alheia.

Fraternal abraço,

                            Antídio

Nas sombras, onde se encontram os mananciais dos covardes.

Luísa L. disse:

Caro David,

Essa citação de R. Ingersoll é certeira e completa.

Se os religiosos ajudassem quem precisa, ou a comunidade, no tempo que dedicam às rezas é possível que o mundo não fosse tão triste e desigual. À acção de ajudar resulta alguma coisa, de uma maneira geral boa, mas o resultado da acção de rezar é completamente nulo. 

Cumprimentos.

Vejo exemplos desse comportamento quase que diariamente. Aliás, ele é comuníssimo entre religiosos quando se deparam com alguém fragilizando e necessitando de conforto espiritual e ajuda material. É claro que pessoas nessas situações estão fracas e desesperadas. E ao dizer "Vou orar por você e  ore também e tenha fé que tudo vai melhorar" o suposto conselheiro e amigo está dizendo: "Não posso nem vou fazer nada por você. Só o que posso fazer é orar para que Deus lhe ajude a sair dessa situação e recomendar que você também ore muito e tenha fé, que tudo vai melhorar".

isso nada mais é do que uma maneira dissimulada, eufêmica e covarde de se omitir, negando uma ajuda sem ser criticado. E é exatamente o que os religiosos fazem, no geral. Dificilmente se verá eles meterem a mão no bolso, se empenharem em resolver o problema do necessitado. Os não-religiosos e descrentes não possuem esse recurso para usar como desculpa e ou ajudam de fato, desinteressadamente, ou dizem não, mas explicando com sinceridade os motivos que lhe impedem de fazê-lo. Isso é muito mais honesto. Mesmo os religiosos, nos raros casos em que ajudam, o fazem esperando uma "recompensa divina". E não há nenhum gesto de nobreza nisso.

Saudações Irreligiosas!

Totalmente de acordo!!



Ivo S. G. Reis disse:

Vejo exemplos desse comportamento quase que diariamente. Aliás, ele é comuníssimo entre religiosos quando se deparam com alguém fragilizando e necessitando de conforto espiritual e ajuda material. É claro que pessoas nessas situações estão fracas e desesperadas. E ao dizer "Vou orar por você e  ore também e tenha fé que tudo vai melhorar" o suposto conselheiro e amigo está dizendo: "Não posso nem vou fazer nada por você. Só o que posso fazer é orar para que Deus lhe ajude a sair dessa situação e recomendar que você também ore muito e tenha fé, que tudo vai melhorar".

isso nada mais é do que uma maneira dissimulada, eufêmica e covarde de se omitir, negando uma ajuda sem ser criticado. E é exatamente o que os religiosos fazem, no geral. Dificilmente se verá eles meterem a mão no bolso, se empenharem em resolver o problema do necessitado. Os não-religiosos e descrentes não possuem esse recurso para usar como desculpa e ou ajudam de fato, desinteressadamente, ou dizem não, mas explicando com sinceridade os motivos que lhe impedem de fazê-lo. Isso é muito mais honesto. Mesmo os religiosos, nos raros casos em que ajudam, o fazem esperando uma "recompensa divina". E não há nenhum gesto de nobreza nisso.

Saudações Irreligiosas!

David Bennet !

Só agora deparei-me com seu tópico, lembrando Robert Ingersoll.

Duas máximas sobre o tema indiferença :

" O pior pecado contra os seres humano, não é  odiá-los mas de ser indiferente para com eles "

      -George Bernard Shaw-

" Não há nada mais duro do que a suavidade da indiferença."

      - Juan Montalvo -

Somente quem precisa de ajuda para superar uma determinada situação, é que sabe, quando procura ajuda de quem ele pensa poder ajuda-lo  e se decepciona com o descaso encontrado. Assim é o comportamento de pessoas de suas relações que você ao se expor ateu, recusam-se a lhe ouvir, conversar, não mais lhe procuram o abandonam totalmente. Há, na verdade, um lado positivo : nessa hora, você descobre que é seu verdadeiro amigo.

Saudações irreligiosas

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