Irreligiosos

Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

Como devemos ver os cidadãos ateus?

Se tivermos bom senso e um pouco de humildade e também não formos intolerantes, temos que vê-los como  irmãos; eles não diferem em nada das pessoas religiosas, a única diferença é que eles seguem a orientação ateísta movidos apenas pela sua própria consciência, provando que não se deixam influenciar por ensinamentos de terceiros, são independentes na maneira de pensar, não se deixam influenciar por nada que não tenha no mínimo um pouco de  coerência.

Quando crianças, em sua a maioria, foram ensinados que existia um Deus que comandava tudo na Terra, mas à medida que suas mentes foram se desenvolvendo, o bom senso e a razão lhes mostraram tanta incoerência nas religiões, que  se tornou  difícil  aceitar com passividade. Quando se tem a mente aberta, se questiona, quando se questiona se descobre que o sobrenatural é apenas fantasia. Com isso chegam eles  à conclusão de que não há possibilidade de Deus  existir.

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Respostas a este tópico

Paulo, eu aproveito a oportunidade para publicar aqui, mais uma vez, a minha definição de ATEU:

 

O Ateu valoriza o homem acima de tudo. Isso já começa a fazer a diferença. Acreditar em si mesmo é muito bom. Muuuuiiito bom!... Muito saudável, muito produtivo e até psicologicamente mais vantajoso. Seu sentido apurado de justiça, seu estado de amor puro e desinteressado, sua capacidade de trilhar o bem e livrar-se do mal, por sua própria iniciativa, livrar-se dos caminhos errados, valoriza a amizade entre os homens, a atenção e o carinho no trato a seus semelhantes que te tratam de forma igual e sempre pronto para bater com a direita em quem lhe atingir a face. Perdoar também é possível, mas não deixar mais a cara na reta é obrigatório.

O Ateu é o único responsável pelos seus atos, planta o seu dia de amanhã, obedece as leis (2.500 aqui no Brasil) e a ordem das coisas naturais, acredita no Universo que está vendo e na natureza imperfeita, como um acontecimento físico-químico casual de infinitas proporções, crê que a morte cerebral encerra a sua passagem na vida e na prole como a sua continuação física e biológica, até que um dia tudo se acabe.
O Ateu não está preso a qualquer dogma ou conceito irreal e abstrato, político ou religioso. O Ateu é livre para raciocinar. O Ateu não tem medo de nada que não seja natural, nem de ninguém que não seja de carne e osso. Sua coragem e autenticidade são bandeiras de conduta, sua personalidade irrefutável, seus  princípios de lealdade, caráter e dignidade são rígidos. O Ateu não é falso, não acredita em falsidade, e não convive com ela.

O Ateu é verdadeiro, é inteligente e honesto. O Ateu quer estar bem com a sua consciência que não pode ser maculada, porque dela retira o fluido da sua justiça. Se o Ateu errar, vai pedir perdão ao ofendido. Mas, na justiça do Ateu, são dois olhos por um e paga em dobro tudo o que recebe. O Ateu não gosta de ser iludido, enganado ou explorado. O Ateu não é bobo, dificilmente será passado pra trás.

O Ateu é corajoso, destemido e não se acovarda diante de nenhuma circunstância. O Ateu é orientado pela lógica e pelo bom senso, nas suas atitudes e julgamentos. Para ele, tudo tem que fazer sentido, ser bem entendido e assimilado e se possível verificado, ou não será aceito como verdade. Isso evita que caia em muitas armadilhas, fique preso a misticismos e esoterismos. O Ateu é um estudioso da vida um observador cético de tudo o que se  passa à sua volta. A tudo quer entender e saber a explicação, pois foi assim que atingiu seu estágio de sabedoria.
O Ateu não vive vendo fantasmas, coisas do outro mundo, tendo visões ou escutando coisas, porque é protegido desses distúrbios pela força da sua mente. Nenhum mal absorve, vindo de qualquer fonte mística, pois tem o controle da sua mente e não pode ser psicologicamente atingido. O Ateu resolve seus problemas sozinho, meditando, buscando o melhor do seu raciocínio, as soluções na sua cultura apurada. É um sábio a favor de si mesmo e dos seus semelhantes. O Ateu trata seus semelhantes com carinho, porque sabe das suas dificuldades.
O Ateu, pelas próprias circunstancias da discriminação, tem maior responsabilidade sobre o seu modo de vida, porque defende uma causa justa e verdadeira. Tem maior valor como cidadão. Ele Busca em suas atitudes, servir como um exemplo e, dificilmente, será um exemplo ruim. Sua filosofia nada tem a ver com o ser humano e suas características pessoais, trazidas pela criação, crença ou educação. Mas dificilmente será um bandido. Apenas um cidadão com seus defeitos e qualidades, que não acredita em deuses, que são muletas, e vive feliz, de cabeça erguida e consciente da sua grandeza.

Alfredo Bernacchi



Alfredo Bernacchi disse:

Paulo, eu aproveito a oportunidade para publicar aqui, mais uma vez, a minha definição de ATEU:

 

O Ateu valoriza o homem acima de tudo. Isso já começa a fazer a diferença. Acreditar em si mesmo é muito bom. Muuuuiiito bom!... Muito saudável, muito produtivo e até psicologicamente mais vantajoso. Seu sentido apurado de justiça, seu estado de amor puro e desinteressado, sua capacidade de trilhar o bem e livrar-se do mal, por sua própria iniciativa, livrar-se dos caminhos errados, valoriza a amizade entre os homens, a atenção e o carinho no trato a seus semelhantes que te tratam de forma igual e sempre pronto para bater com a direita em quem lhe atingir a face. Perdoar também é possível, mas não deixar mais a cara na reta é obrigatório.

O Ateu é o único responsável pelos seus atos, planta o seu dia de amanhã, obedece as leis (2.500 aqui no Brasil) e a ordem das coisas naturais, acredita no Universo que está vendo e na natureza imperfeita, como um acontecimento físico-químico casual de infinitas proporções, crê que a morte cerebral encerra a sua passagem na vida e na prole como a sua continuação física e biológica, até que um dia tudo se acabe.
O Ateu não está preso a qualquer dogma ou conceito irreal e abstrato, político ou religioso. O Ateu é livre para raciocinar. O Ateu não tem medo de nada que não seja natural, nem de ninguém que não seja de carne e osso. Sua coragem e autenticidade são bandeiras de conduta, sua personalidade irrefutável, seus  princípios de lealdade, caráter e dignidade são rígidos. O Ateu não é falso, não acredita em falsidade, e não convive com ela.

O Ateu é verdadeiro, é inteligente e honesto. O Ateu quer estar bem com a sua consciência que não pode ser maculada, porque dela retira o fluido da sua justiça. Se o Ateu errar, vai pedir perdão ao ofendido. Mas, na justiça do Ateu, são dois olhos por um e paga em dobro tudo o que recebe. O Ateu não gosta de ser iludido, enganado ou explorado. O Ateu não é bobo, dificilmente será passado pra trás.

O Ateu é corajoso, destemido e não se acovarda diante de nenhuma circunstância. O Ateu é orientado pela lógica e pelo bom senso, nas suas atitudes e julgamentos. Para ele, tudo tem que fazer sentido, ser bem entendido e assimilado e se possível verificado, ou não será aceito como verdade. Isso evita que caia em muitas armadilhas, fique preso a misticismos e esoterismos. O Ateu é um estudioso da vida um observador cético de tudo o que se  passa à sua volta. A tudo quer entender e saber a explicação, pois foi assim que atingiu seu estágio de sabedoria.
O Ateu não vive vendo fantasmas, coisas do outro mundo, tendo visões ou escutando coisas, porque é protegido desses distúrbios pela força da sua mente. Nenhum mal absorve, vindo de qualquer fonte mística, pois tem o controle da sua mente e não pode ser psicologicamente atingido. O Ateu resolve seus problemas sozinho, meditando, buscando o melhor do seu raciocínio, as soluções na sua cultura apurada. É um sábio a favor de si mesmo e dos seus semelhantes. O Ateu trata seus semelhantes com carinho, porque sabe das suas dificuldades.
O Ateu, pelas próprias circunstancias da discriminação, tem maior responsabilidade sobre o seu modo de vida, porque defende uma causa justa e verdadeira. Tem maior valor como cidadão. Ele Busca em suas atitudes, servir como um exemplo e, dificilmente, será um exemplo ruim. Sua filosofia nada tem a ver com o ser humano e suas características pessoais, trazidas pela criação, crença ou educação. Mas dificilmente será um bandido. Apenas um cidadão com seus defeitos e qualidades, que não acredita em deuses, que são muletas, e vive feliz, de cabeça erguida e consciente da sua grandeza.

Alfredo Bernacchi

 

Parabens Alfredo esta certissimo ateu é isso ai , um ser humano sem muleta que anda pelas próprias pernas guiadas pela sua própria conciencia. Abaixo um recado para os cegos religiosos.

 

Para pensar e refletir.

 

Vocês sabem para onde vamos após a morte?

Eu não sei e ninguém sabe. Os que dizem saber estão se enganando, estão sendo enganados ou estão tentando enganar os outros.

 

Paulo Luiz Mendonça.

Meu caro Alfredo,eu não tinha visto esta beleza dessa sua resposta a este tópico do Paulo e por sinal muito bem colocado,onde você responde por todos ateus e ao mesmo tempo elogio-os,eu por exemplo me acho dentro do seus conceitos e sinto-me elogiado por ter muitas qualidades das que você citou.Pois é,o ateu são pessoas que buscam em leituras,pesquisam bastante,duvida de muitas coisas e acima de tudo são pessoas autênticas,já os religiosos são totalmente opostos e o ponto crucial deles é a falta da autenticidade, por outro lado não buscam nada porque já acreditam,não lêem outro livro a não ser a bíblia, automaticamente não tem conhecimentos, eles dizem que é o melhor  e mais completo livro do mundo onde estão totalmente cegos e equivocados,não sabendo eles que a bíblia é o livro mais manipulador do planeta.

 Em nome dos irreligiosos, eu sugiro a todos para ler a definição de ateu de Alfredo Bernacchi.

 "Abraços"

Saudações irreligiosos!

O cidadão ateu tem algumas características básicas que os definem.

1º de tudo. São céticos. acho que isso é até um dom, coisa de nascença mesmo. Essas pessoas estão sempre franzindo o cenho para as novidades e as coisas que lhes contam, mesmo aquelas que todo mundo repete. O seu instinto o instiga:-Será mesmo? Não estou vendo assim. - É aquele cara chato que a tudo busca uma contradição, um "não é bem assim" e quer emitir a sua opinião, mesmo que ainda não tenha uma formada, mas vai buscar no fundo da sua contradição, numa análise rápida e instantânea, coisas que justifiquem a sua opinião diferente.

2ª coisa. Ateus são inteligentes. Providos de um raciocínio amplo, uma fácil montagem no cérebro do quadro que se expõe, procurando firmar ou contradizer com a sua opinião. Se este tiver conhecimento do assunto, vai ser difícil alguém contradizê-lo porque seu argumentos fluem com facilidade. Ele tem capacidade de persuasão por esta mesma razão. O cara inteligente tem um raciocínio lógico apurado, junta os fatos dispersos e monta mentalmente uma linha de ação. Ele conclui, acertada e rapidamente, aquilo que outros não conseguiram ainda.

Outras características, são, principalmente, frutos dessas duas anteriores. Aquelas qualidades humanas, que eu já mencionei na minha "Definição de Ateu", por uma questão de lógica. Por exemplo: O Ateu é honesto. Não que ele tenha nascido assim, mas em parte foi criado assim e por complemento sabe, que o desonesto tente a se prejudicar por sua desonestidade. Que a desonestidade é ruim, gera problemas existenciais e sociais, forçando-o a cada vez mais ser desonesto. Por exemplo: Mentiu uma vez, vai mentir sempre, para justificar a mentira anterior, e por aí, sem volta. Por isso, é honesto.

A própria descrença em deus, que caracteriza o ateu, é fruto dessas características 1 ª e 2ª anteriores. O Ateu pode até ter sido religioso (o meu caso), porque não se interessou pelo assunto. Foi mais cômodo aceitar o pacote como veio, em razão da sua sociedade, geralmente religiosa. Ora... - pensa - está bom assim, vou discutir isso pra quê? - Mas tente meter a mão no bolso dele!... Ele vai pular e começar a querer saber, porque já sentiu que "aí tem coisa"... Agora ele passa a ter um motivo para querer saber a verdade. Deus existe ou não? Pra que deus quer dinheiro? Por que igrejas ricas querem dinheiro dos pobres? Por que dizem para não valorizarmos o dinheiro, e as igrejas são tão ricas? - Por aí à fora...

abç

Olá Paulo,tudo bom?

Quero ressalvá-lo sobre esta pergunta que vc faz direcionado aos cristãos: Vocês sabem para onde vamos após a morte? - mas, também até hoje não só esta pergunta duvidosa como a seguinte: de onde nós viemos e para onde vamos?, por conhecidência hoje faz uma semana que fiz um comentário no blog "Advivo de Luis nassif" a respeito, é o seguinte: segundo a bíblia o homem veio do pó e voltará para o pó, mas nunca gostei de falarem em pó,sempre defendí e defendo que todos nós viemos da terra,barro/argila e não do pó,esse monossílabo pó foi criação das igrejas para confundí-los,não tenho dúvidas de que todos nós e tudo que está sobre a terra tenha vindo sob a terra e nós humanos temos bastante provas disto, em nossos sangue por exemplo temos: ferro,mangânes,silício,fósforo,cromo,zinco e etc e todos esses componentes são encontrados na terra. Agora Paulo, respondendo a sua pergunta e ao mesmo tempo descontraindo.

Vocês sabem para onde vamos após a morte?

Resp: Nós vamos para o mesmo lugar que viemos. KKKKKKKKK!

                Abraços!

Olá Alfredo,você continua com sua belíssima tese descrevendo os ateus,è tudo isso aí e mais outras coisas,muito bom,valeu! parabéns!

     Abraços!.

Eu as vezes tento traçar o perfil de um cidadão que hipoteticamente tenha sido educado a não acreditar em deus, mas que tenha sido educado para crer na ufologia.

Seria ele tão seguro de suas convicções quanto os religiosos de berço?

Olá Gilberto,eu acho que na dúvida de educar um cidadão entre acreditar em um deus e não acreditar,a possibilidade é de 98% da humanidade ter sido educada para acreditar em um deus qualquer ou em seres supremos.Nesses casos é claro,o que prevalece é a ufologia, entretanto seguindo estes princípios,com certeza é mais fácil  um religioso passar a ser um atéu do que um atéu passar a ser um religioso, porque? o ateu verdadeiro já nasce atéu e o religioso de berço é exatamente o hipotético.

   "Abraços"

Como você diz, o ateu não acredita por lógica! Porque raciocina e consegue observar os detalhes das incoerência, aquilo que não faz sentido, aquilo que está no plano irreal. Assim, simplesmente não acredita. Se alguém provar o contrário... Bem, mas tem que ser uma super prova ou ele vai continuar questionado. Não por teimosia, mas porque tem bases sólidas demais para ruírem de repente. Abç

Intolerância religiosa

por Drauzio Varella para Folha

 Sou ateu e mereço o mesmo respeito que tenho pelos religiosos.

"Os religiosos não entendem como
  se pode discordar de sua cosmovisão"

A humanidade inteira segue uma religião ou crê em algum ser ou fenômeno transcendental que dê sentido à existência. Os que não sentem necessidade de teorias para explicar a que viemos e para onde iremos são tão poucos que parecem extraterrestres.

Dono de um cérebro com capacidade de processamento de dados incomparável na escala animal, ao que tudo indica só o homem faz conjecturas sobre o destino depois da morte. A possibilidade de que a última batida do coração decrete o fim do espetáculo é aterradora. Do medo e do inconformismo gerado por ela, nasce a tendência a acreditar que somos eternos, caso único entre os seres vivos.

Todos os povos que deixaram registros manifestaram a crença de que sobreviveriam à decomposição de seus corpos. Para atender esse desejo, o imaginário humano criou uma infinidade de deuses e paraísos celestiais. Jamais faltaram, entretanto, mulheres e homens avessos a interferências mágicas em assuntos terrenos. Perseguidos e assassinados no passado, para eles a vida eterna não faz sentido.

Não se trata de opção ideológica: o ateu não acredita simplesmente porque não consegue. O mesmo mecanismo intelectual que leva alguém a crer leva outro a desacreditar.

Os religiosos que têm dificuldade para entender como alguém pode discordar de sua cosmovisão devem pensar que eles também são ateus quando confrontados com crenças alheias.

Que sentido tem para um protestante a reverência que o hindu faz diante da estátua de uma vaca dourada? Ou a oração do muçulmano voltado para Meca? Ou o espírita que afirma ser a reencarnação de Alexandre, o Grande? Para hindus, muçulmanos e espíritas esse cristão não seria ateu?

Na realidade, a religião do próximo não passa de um amontoado de falsidades e superstições. Não é o que pensa o evangélico na encruzilhada quando vê as velas e o galo preto? Ou o judeu quando encontra um católico ajoelhado aos pés da virgem imaculada que teria dado à luz ao filho do Senhor? Ou o politeísta ao ouvir que não há milhares, mas um único Deus?

Quantas tragédias foram desencadeadas pela intolerância dos que não admitem princípios religiosos diferentes dos seus? Quantos acusados de hereges ou infiéis perderam a vida?

O ateu desperta a ira dos fanáticos, porque aceitá-lo como ser pensante obriga-os a questionar suas próprias convicções. Não é outra a razão que os fez apropriar-se indevidamente das melhores qualidades humanas e atribuir as demais às tentações do Diabo. Generosidade, solidariedade, compaixão e amor ao próximo constituem reserva de mercado dos tementes a Deus, embora em nome Dele sejam cometidas as piores atrocidades.

Os pastores milagreiros da TV que tomam dinheiro dos pobres são tolerados porque o fazem em nome de Cristo. O menino que explode com a bomba no supermercado desperta admiração entre seus pares porque obedeceria aos desígnios do Profeta. Fossem ateus, seriam considerados mensageiros de Satanás.

Ajudamos um estranho caído na rua, damos gorjetas em restaurantes aos quais nunca voltaremos e fazemos doações para crianças desconhecidas, não para agradar a Deus, mas porque cooperação mútua e altruísmo recíproco fazem parte do repertório comportamental não apenas do homem, mas de gorilas, hienas, leoas, formigas e muitos outros, como demonstraram os etologistas.

O fervor religioso é uma arma assustadora, sempre disposta a disparar contra os que pensam de modo diverso. Em vez de unir, ele divide a sociedade - quando não semeia o ódio que leva às perseguições e aos massacres.

Para o crente, os ateus são desprezíveis, desprovidos de princípios morais, materialistas, incapazes de um gesto de compaixão, preconceito que explica por que tantos fingem crer no que julgam absurdo.

Fui educado para respeitar as crenças de todos, por mais bizarras que a mim pareçam. Se a religião ajuda uma pessoa a enfrentar suas contradições existenciais, seja bem-vinda, desde que não a torne intolerante, autoritária ou violenta.

Quanto aos religiosos, leitor, não os considero iluminados nem crédulos, superiores ou inferiores, os anos me ensinaram a julgar os homens por suas ações, não pelas convicções que apregoam.


O crédito e LINK da origem.
Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2012/04/drauzio-varella-diz-por-que-ateu...

http://www.paulopes.com.br/2012/01/drauzio-varella-ateu-famoso.html

http://www.paulopes.com.br/2012/10/drauzio-varella-critica-religios...

 Reenviado por, Oiced Mocam

Você perguntou : "Vocês sabem para onde vamos após a morte? Eu não sei e ninguém sabe. Os que dizem saber estão se enganando, estão sendo enganados ou estão tentando enganar os outros".

Paulo Luiz Mendonça.

 

Para responder a essa indagação precisaremos antes buscar as origens dos conceitos "alma e espírito".

Vários estudiosos, especialmente, os da área da antropologia (ver Mitos da Religião - Oliveira Martins), descobriram que esses conceitos vêm desde nossos tempos na caverna, quando o homem primitivo associou o fenômeno onírico, o sonho, a uma entidade que habitaria nosso interior. Surgiu então o animismo - de alma e espírito - entes imaginários, pois o que temos de imaterial, conforme já disse, é a nossa consciência, o pensamento, a imaginação, a mente, mas de origem biológica e não sobrenatural. Tanto é assim que um acidente pode levá-lo a perder essas faculdades.

Sendo a alma e o espírito entes imaginários, não poderão eles nos dar continuidade após a morte. Deve-se considerar que todo o mundo sobrenatural que forjamos decorre de nossa inconformidade com a finitude da vida. Forjamos então as Divindades e todo o aparato dos paraísos.

Infelizmoente, a morte, nesse plano, é o fim de tudo. E o que resta de todos nós são nossas obras, nossos feitos, atitudes, etc. Estes, sim, ficam na memória dos vivos. E vida após a morte é só aquela  das bactérias parasitárias de nosso corpo.

Repetindo Carl Sagan, "A dura verdade é melhor do que a mentira consoladora".

Abraços, Assis Utsch

Os religiosos têm o cérebro tão lavado, que não conseguem mais raciocinar sozinhos. Precisa o pastor dizer pra eles o que eles devem fazer. E claro, só vai sair merda!

Inclusive essa tentativa de discriminação é algo arquitetado pelos líderes religiosos, porque ateus tiram o seu pão roubado de cada dia. Aí chega um colega e fica preocupado em como deve tratar os ateus!... Eu estou preocupado de como eu ateu, devo tratar esses religiosos. Se os desprezo, ofendo, tenho pena, ou aperto o pescoço.

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