Irreligiosos

Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

Criação de uma entidade representativa para irreligiosos, agnósticos, céticos, secularistas e ateus?

Temos recebido várias sugestões de membros do Irreligiosos, no sentido de que nos organizemos e nos unamos para criar uma entidade própria para abrigar irrreligiosos, ateus, agnósticos, céticos e secularistas, com o objetivo de divulgar nossas idéias, desmistificar a imagem que fazem de nós e, enfim, mostrar para o mundo que a visão que as pessoas têm a nosso respeito é totalmente equivocada.

Um outro objetivo seria o de ter um espaço próprio, não apenas virtual, mas com uma sede física, com nome, endereço, CNPJ, registro de utilidade pública (dariam?) etc., onde os membros poderiam trocar idéias, promover discussões, debates e seminários, ter assistência jurídica, proteger-se contra discriminações, ter uma editora própria para publicação de literatura antirreligiosa, funcionando, neste aspecto, como forma de cooperativa, em um espaço específico para escritores ateus e irreligiosos, não crentes em deuses e religiões.

Iniciativas nesse sentido e com tal amplitude, no Brasil, se existem, desconheço. Existem, sim, muitos sites ateus e algumas sociedades, como a ATEA (Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos), a maior do Brasil, mas que não cobrem todos os anseios da nossa comunidade que, talvez, seja muito mais numerosa do que pensamos, porque muitos não têm coragem de externar suas convicções irreligiosas.

Quando comecei a sugerir essa idéia, notei um certo entusiasmo (todos desejariam que existisse a entidade) mas, ao mesmo tempo, receios e pessimismo quanto à possibilidade de dar certo. Alegaram que não teríamos apoio, que seríamos discriminados, que sofreríamos ataques, perseguições, sabotagens e toda sorte de entraves e contratempos que não tornariam a idéia viável.

Foi citado, como exemplo a ATEA, a maior e mais organizada associação do gênero  no Brasil, jurídicamente constituída, com sede apenas virtual, mas que, no entanto, focada primordialmente em ateus e agnósticos, tem somente pouco mais de 1.000 (mil) membros (*). Seremos tão poucos assim? Sim, "ateus" e "agnósticos" representam talvez mais de 70% dessa comunidade que não crê em deuses e religiões. Mas onde se situa a parcela de  irreligiosos que não se declaram convictamente "ateus" nem "agnósticos"? Pessoas racionais, libertas, sem religião, céticas quanto a deuses e religiões, mas que ainda não têm condição de assumir-se claramente "ateus ou agnósticos", onde se reúnem? Todas essas pessoas têm pelo menos duas coisas em comum: são irreligiosas e céticas, por convicção. E daí surgem as correntes ou facções que, para mim, estão num mesmo barco: são "irreligiosos". Permanecem nesta condição tanto os que ainda não se convenceram totalmente da inexistência de Deus, mas são contrários e/ou colocam em dúvida a utilidade das religiões, como os que já têm opinião formada, como os ateus. Todo ateu é irreligioso, mas nem todo irreligioso é ateu, aproximando-se muito mais dos agnósticos.

O fato é que devido a essas divergências e falta de consenso e ainda por receio ou descrença, toda essa comunidade dispersa achou melhor deixar as coisas como estão: pequenos grupos, com pequenas dissidências, reunidos virtualmente aqui ou ali, com vozes sem eco e sem representatividade. Não temos sede física, não existimos como pessoa jurídica, não somos respeitados e o que dizemos não tem credibilidade porque somos julgados pessoas perdidas e sem "deus" (minúsculo), cujas palavras não merecem fé, nem dentro dos nossos próprios lares e mais ainda, entre amigos e familiares.

Queremos discutir este assunto e amadurecer a idéia e, para isso, contamos com a participação de todos os membros e demais pessoas que crêem ou  possam apoiar de alguma forma esta iniciativa, caso seja julgada viável. Recomendo a leitura do excelente artigo recentemente aqui publicado "O Direito de Ser Ateu", de Fabrício Oliveira, transcrito do blog "Debata, Desvende e Divulgue!", onde foi postado sob autorização do autor, em correspondência que me enviou. Aliás, naquele próprio site, o autor também se manifesta em comentários, que já somam 43. Seria interessante ler o artigo e ver o que as pessoas pensam sobre o tema.

O fórum e o tópico estão colocados. Comentem, divulguem, enviem críticas e sugestões!

Abraços a todos!

Ivo S. G. Reis,  Administrador

(*) Atualização: Hoje, 14/04/2013, a ATEA já possui cerca de 8.500 membros.

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Respostas a este tópico

Jorge Oliveira de Almeida!

Penso que o Ivo já respondeu por mim, mas eu contestei o que Lazarus Silva postou em face de que para ele o termo Irreligiosos é agressivo e mal visto, eu concordo com ele o fato da rejeição da grande maioria, contudo, como não queremos em nosso meio alguém, contrário as nossas intenções, o que, com certeza absoluta, um religioso seria um obstáculo em virtude de ser uma pessoa, repleta de doutrinas falsas e conceitos não condizentes com a nossa maneira de ver, evidentemente só fará contestar e duvidar de nossas ações,  impedindo o bom andamento dos trabalhos,portanto.....

Lógico, poderá haver dúvidas/discordâncias entre os membros em determinados assuntos , que serão sanadas com diálogos, dentro dos mesmos princípios e sem interferência de religiões.

Alguém, que tenha qualquer religião, não pode se julgar um livre pensador. Eis que um livre pensador é um ser liberto de qualquer grilhão.

Saudações e seja bem vindo aos nossos debates.

Caro companheiro,

acho que já respondi aceitando o convite. De qualquer forma, renovo a aceitação. 

Desculpe-me se só agora pude responder, mas você não pode imaginar o que foi essa semana para mim. Tive provas e apresentação em corais, entre outras coisas, mas consegui sair-me bem em tudo. Quanto a falar com o Rafael, ainda não o fiz, pois só agora pude abrir o computador e existem mais de duzentas mensagens esperando por mim; mas vou fazê-lo. Em tempo, pelo que estou entendendo, você já manteve contato com ele. Depreendo isso das entrelinhas, porque você não me deu retorno de seu contato com ele. Um abraço.

Mantivemos contato sim, mas apenas através de trocas de comentários na rede dele, ocasião em que tomei a liberdade de citar o seu nome como amigo comum. Mas não tive coragem de fazer-lhe nenhum convite formal (lá) e os que fiz foram apenas através do seu perfil interno, no Irreligiosos.

Achei melhor que você tentasse trazê-lo para essa missão. Vou esperar um tempo (ele não se manifestou) e tentar novo contato.

Abraços!

OK. Vou procurar manter contato com ele. Um abraço.

OPS! corrigindo a data : 09.07.2010.

Ivo, gostaria de dar uma sugestão com relação à comissão editorial que revisará os textos antes da publicação.

Em minha experiência de um ano e pouco editando o jornal (mensal) da Mensa Brasil (clube de altos QIs) a parte da revisão funcionou bem porque tive um bom número de revisores que liam o jornal antes da publicação, e é isto que aconselho que você tenha: pelo menos 6 revisores.  O fato é que no dia em que você precisa que um texto seja revisado alguém vai estar viajando, outro doente, outro com excesso de trabalho, e não vão ajudar.

Além disso, alguns terão talento em achar erros de gramática, outros em verificar a ortografia (uma nova dor de cabeça para qualquer publicação) e ainda outros terão conhecimento para encontrar erros factuais ou inconveniências no que que está sendo dito ou na forma de dizer.  Por isso, quanto mais revisores melhor. É claro que o editor-chefe também terá muito trabalho para, ao receber diversas opiniões, escolher quais estão realmente corretas e são válidas, para criar a versão final do texto. 

Boa sorte nessa empreitada!

Lázarus:

Você está coberto de razões e isto também me preocupa bastante, porque sei que é assim. Por outro lado, sei o quanto é difícil encontrar pessoas habilitadas para esta função e, tão ou mais importante que isto,  dispostas a se comprometer oficialmente, assumindo uma posição na comissão editorial.  Aqui na rede, conheço umas 10 pessoas capacitadas, mais da metade escritores com livros publicados, que se expressam bem e se alinham com os nossos objetivos. Mas o segundo requisito (assumir oficialmente uma posição na comissão editorial), somente um se manifestou até agora. Na ABLIPI, teremos de ser rigorosos no que se refere à parte redacional que represente a nossa editoria.

Nossos objetivos iniciais serão ainda modestos, mas uma das primeiras coisas que pretendo implementar é uma revista trimestral, com artigos selecionados dos nossos autores. E isso não pode e nem deve ser feito sem que haja uma comissão editorial porque não é justo (além do que é impraticável) deixar-se tamanha responsabilidade nas mãos de uma só pessoa. Assim, com esses objetivos modestos, se eu tiver uma equipe de pelo menos 3 revisores (sem contar comigo) eu sigo em frente. Caso contrário, permaneceremos em compasso de espera.

Já aproveito a oportunidade para formular-lhe o convite: você aceita ser o segundo membro da Comissão Editorial? Em breve preciso apresentara chapa com os nomes propostos para a diretoria (outra dor de cabeça), já deixando claro que o cargo de presidente precisará de um nome e que este nome não poderá ser o meu, por razões que explicarei a todos futuramente. Mas já adianto que dentre as principais razões estão o meu sobrecarrego de atribuições,  a impossibilidade de deslocamentos para outras capitais ou cidades, o meu curso de filosofia na UFMS, minhas atividades profissionais paralelas, dois livros inacabados, que preciso concluir e o fato de morar em Campo Grande (MS).

Entendo que o presidente, além de ser uma pessoa capacitada e envolvida com a nossa causa, tem de dispor de tempo para dedicar-se à associação, morar em uma das grandes capitais, de preferência, Brasília, Rio de Janeiro ou São Paulo e poder deslocar-se eventualmente em viagens para nos representar. Não sei também se seria viável, como alguns sugeriram, conseguir um nome conhecido e de peso que aceitasse assumir a presidência. Mas como alguém aceiraria nosso convite sem antes conhecer o nosso trabalho? Sendo assim, quem seriam os primeiros candidatos à presidência?

Quanto à questão da nossa denominação, cujo nome você achou "agressivo", em função do termo "irreligiosos" isto poderá ser rediscutido, mas a minha intenção é que tudo seja resolvido democraticamente, decidindo em forma de colegiado e respeitando-se a opinião da maioria. Volto a falar sobre essa questão em um tópico separado, explicando todos os porquês da necessidade de manter-se o nome "irreligiosos" na denominação.

É assim que vamos tocando Lázarus e, nesse ritmo, vamos demorar um pouco mais a equacionar as coisas. Mas o estatuto só poderá ir para o papel e registro, depois de tudo isso resolvido, ainda que demore um pouco mais. Fazer as coisas apressadamente, por impulso, não é do meu feitio e se for para ser assim, prefiro ficar de fora e deixar que outros façam.

aguardo sua manifestação e desde já agradeço o seu interesse e colaboração.

Saudações Irreligiosas!

Agradeço o convite para participar na comissão editorial, e após ter mais informações sobre os requisitos da posição poderei dar uma resposta.

Não sei se me expressei bem quando falei da necessidade de ter vários revisores. A essência da minha mensagem, não sei se vc concorda, é que é mais fácil conseguir 10 voluntários que trabalharão nos dias em que puderem, sem prometer grande disponibilidade, do que conseguir 3 voluntários que prometam estar sempre disponíveis e dispostos. Sei que, para quem dirige, ter pessoas altamente comprometidas com a causa, e dispondo de muito tempo livre, é o ideal, mas acho que é algo irreal no mundo do voluntariado (especialmente onde não há um paraíso esperando os que fazem boas obras!!!)

Lázaro

Lázarus:

Oportunamente, envio-lhe um email com maiores detalhes das atribuições. Mas não existe grandes novidades e posso adiantar algumas: Estando a associação em funcionamento, tal como aqui, colaboradores enviarão textos para publicação; mas lá, por ser uma entidade oficial que representará um grupo de pessoas, teremos de ser mais rigorosos na seleção dos textos, tanto em relação ao conteúdo, como em guardar conformidade com as normas cultas da língua portuguesa. Estes são os dois principais critérios.

Aqui, por exemplo tenho dois moderadores-revisores (eles acumulam as duas funções), que colaboram comigo nas seguintes condições: 1- Que atuem voluntariamente, sem compromisso de permanência diária, agindo somente em determinados casos, quando convocados; 2 - que seus nomes sejam mantidos em sigilo, para poderem sentir-se à vontade em relação às suas decisões; 3 - que possam, sempre que entenderem, alertar sobre os casos que merecem ser discutidos, independentemente de serem convocados.

Quando uma ou mais dessas hipóteses ocorrem, trocamos emails ou conversamos no chat e decidimos. Até agora tem funcionado bem, mas na nova associação, preferiria que este fosse um comprometimento oficial, com nomes dados aos bois e com algum tempo semanal dedicado a essas atividades. Vou lhe dar uns exemplos da atuação deles: sempre que você vir um texto introdutório iniciado por NA (NOTA DA ADMINISTRAÇÃO), na cor vinho e letras de 8px, é porque passaram pela moderação e/ou revisão. Um exemplo recente (consulte!) é a discussão "Violência Religiosa", da colega Márcia, que por conter críticas ao judaísmo e ao sionismo, teve de ser revisado e acrescido de uma nota introdutória, para evitar possíveis problemas de ordem legal. Este alerta foi sugestão dos revisores, que eu prontamente aceitei.

Com relação a ter 10 revisores, e agora parodiando os religiosos, "eu já levanto a mão pro céu se conseguirmos três" (rs, rs, rs, rs). Acho que o ideal seria um mínimo de 5, não necessariamente atuando todos ao mesmo tempo. Mas, no início, acho que dá pra iniciar com três (sem contar comigo). Se e quando a coisa apertar, reforçamos o time.

Saudações Irreligiosas!

Para Lázarus:

Estou acompanhando estas discussões e algumas de suas observações me chamaram a atenção:

I - Com relaçâo à Editoria (ainda não sei qual será o nome definitivo)

Observei atentamente o que você, o Paulo, o Jorge e o nosso administradro discutiram e vi que este é um dos problemas que deverá ser resolvido urgentemente, antes que o site entre no ar e também antes da publicação do estatuto. Concordo que se não tivermos pelo menos uma equipe de 3 a 5 revisores e principalmente se pretendemos editar uma revista trimestral, como parece ser a ideia do administrador, as coisas podem se complicar. Esta é uma tarefa de equipe, pois ler, revisar, editar e formatar textos é trabalhoso. O complicador maior é, primeiro, ter candidatos habilitados e, depois escolher. Mas, se até agora só um nome (Jorge Oliveira Almeida) e possivelmente o seu, ainda a confirmar, se apresentaram, como formar a equipe? Neste caso particular, não pode ser qualquer nome, tem de ser pessoas que, realmente, possuam o domínio da língua portuguesa e mais o discernimento, a capacidade de avaliar e julgar, dentro dos princípios e ideologias defendidos pela associação.

Alerto para um outro problema (no meu entendimento): Seria interessante que tivéssemos uma página em inglês, para alcance internacional. Não aquelas traduções automáticas (horrorosas) do Google, Babylon e outros softwares de tradução. Vi no seu perfil que o senhor é tradutor juramentado inglês-português-inglês. Não poderia nos ajudar responsabilizando-se por essa(s) página(s)? Seria um grande diferencial para o nosso futuro site.

II - A questão da agressividade do nome "irreligiosos" (abordada por Lázarus e Paul Rosas):

Estou com o que pensa o colega Paulo e não vejo agressividade no nome. Talvez, isto sim, no logo, um lutador de arena com os punhos cerrados e um símbolo antirreligioso no peito, dando a ideia de que quer "trucidar" as religiões. Isto, não sei, é muito subjetivo e admitirá, de fato, várias interpretações, algumas desfavoráveis. Mas já que parece não irá fazer parte do novo logo, não atrapalha em nada. No que diz respeito ao nome "irreligiosos", não vejo nele nenhuma agressividade e até acho que o termo "ateu" é muito mais pesado. Irreligiosos são tão-somente pessoas que não praticam e são contrárias a qualquer religião, sem que isso implique necessariamente em não crer em algum tipo de deus, embora a maioria não creia. Já ateus, são inconfundíveis: são contrários a deuses e religiões e defendem, com toda garra, a inexistência de Deus. Então, se compararamos "ateus" x "irreligiosos" estes últimos são até mais "light".

À apreciação dos colegas. Euzinha!

Bjim pra todos!

Paulo:

Penso também como você. Veja o meu comentário anterior, onde explico minhas razões!

Abraços!

Lilian !

O nome Irreligiosos é sim, agressivo para quem está preparado para odiar essa palavra e a de ateu.

Temos que fazer campanhas no Facebook e outros  veículos de comunicação, a fim suavizá-las perante a opinião pública em geral. Por exemplo:  " ATEU"  - "A"  de AMOR AO PRÓXIMO.  AQUELE QUE LUTA PARA LIVRAR PESSOAS DO MEDO, TRAZENDO À TONA AS VERDADES OCULTAS PELOS HOMENS A RESPEITO DAS RELIGIÕES.

Exemplo de Irreligioso: "IRRELIGIOSO"  " I "  de IMPARCIAL - AQUELE QUE JULGA SEM PAIXÃO. QUE NÃO SACRIFICA A VERDADE E A JUSTIÇA A CONSIDERAÇÕES PARTICULARES.

A criatividade de cada um,  encontrará outros exemplos,com certeza.

O ser humano gosta de ser útil, principalmente, quando a oportunidade abrange uma grandiosidade tal que o conquista a assumir uma liderança. Daí, pensei ser mais fácil, assim, conseguir um nome de peso para a ABLIPI em termos nacionais.  Nunca nos esqueçamos do estatuto a seguir e ainda a ser criado, dando rumo aos nossos anseios.

Abraços.

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