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Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

Democracia. . .
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Um conceito dúbio e subjetivo que pode, sem nenhum exagero ou redundância, devorar-se a si mesmo.
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Não há paradoxo maior que a Democracia. Não há maneira mais fácil de mentir, enganar e controlar do que empregar essa palavra mágica, alienante e hipnotizante.
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Democracia: Um verdadeiro "presente de grego" às civilizações ocidentais.
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Democracia: O jeito mais fácil de impor a tirania, a exploração e o roubo descarado.
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Ninguém fala mais em "Democracia" do que os tiranos, ladrões, e impostores.
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As Raposas tem direito à democracia e tem direito a tomar conta do galinheiro.
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Às galinhas só lhes resta o direito de viverem e morrerem, convenientemente, para a manutenção das "Instituições Democráticas", ou seja, um eufemismo para "Matadouro". . .
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"Somos os soldados e os generais de nosso exército"
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"Nossas palavras serão nossos soldados. . . E nossos soldados serão invencíveis". . .

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Respostas a este tópico

Para haver verdadeiro equilíbrio de forças, precisamos do ator, do diretor e bilheteria.

Precisamos entender que qualquer governo que seja, não pode agir independentemente, por conta própria.

Precisamos, abandonar, vez, a figura do "Presidente da República" e criar um Conselho-Presidencial, com um número ímpar de vagas, constituído, alternadamente, pelo candidato mais votado, seguido do candidato menos votado, seguido do segundo candidato mais votado, seguido do penúltimo candidato menos votado e assim sucessivamente, até termos, 5 ou 7 ou 9 candidatos eleitos, conforme o caso, com direito a um voto a cada decisão, do Conselho-Presidencial.   Assim, todas as decisões ficariam a cargo não, apenas, de uma pessoa ou de uma maioria, mas as minorias estariam em igualdade de condições, no quesito representatividade.

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Precisamos rever esse "molde engessado de 3 poderes" independentes, mesclá-los, adequadamente, em forças de equilíbrio, contrapondo estrategicamente, os interesses, a fim de que a coisa acabe funcionando, por si só.

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Precisamos de muita inteligência e de longos debates sobre um princípio governamental, cuja resultante final seja um governo equilibrado por suas próprias forças internas e respectivas representatividades.

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Precisamos de um governo que seja determinado e não que determine; reativo e não ativo.

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Precisamos pensar em novos paradigmas, em novos princípios e conseguir um governo com base em conhecimentos mais científicos e específicos.

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Precisamos, enfim, de amadurecer nossa administração planetária.

Precisamos desenhar um novo sistema, no qual o governo seja consequência e não causa.

Precisamos pensar em resultados e então, partir para compor as forças que efetivamente possibilitarão esse resultado.

Temos computadores. podemos fazer "n+1" simulações até chegarmos a uma composição de forças, prazos, votantes e votados que possibilitarão um equilíbrio a que chamaremos de "auto-governabilidade" que possamos temperá-lo a gosto, ou seja, adaptá-lo a cada necessidade.

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Uma espécie de auto-cracia.  Um sistema flexível, leve e rápido, que permitisse se chegar a um equilíbrio correto ou, o menos danoso possível à sociedade, de um modo geral.

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Ao meu humilde modo de ver, nossa atual democracia é muito pesada, lerda e estúpida demais, para acompanhar, a contento, a constante evolução e mudança das forças que agem na sociedade.

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A democracia foi instituída pelos gregos para administrar cidades-estados com pouco mais de 100.000 habitantes, cada.  Hoje somos quase 7 bilhões de pessoas num planeta cada vez menor e mais sujeito à exploração dos mais fortes e, incrível . . . justamente através dos mecanismos democráticos! . . .

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Precisamos de novos paradigmas com urgência! . . .



Paulo Rosas Moreira disse:

Sergio Mesquita Rangel !

Você tem inteira razão as raposas não vão querer deixar o osso. Será precisa uma ação absolutamente coercitiva, para tirar-lhes o osso da boca e por as coisas no lugar. Depois ficar nas esperança para que essa ação coercitiva, não tome gosto, também, pelo osso e faça o que precisa ser feito, que no caso, serão leis que beneficiem o país e o povo, imponha regras, limites de ação dos politicos no exercício do cargo, e que os impeça de modificar as leis restritivas a ação deles em legislar em causa própria e de interesses escusos e alheios aos interesses do País, isto falando-se de leis Constitucionais. Uma ação paralela, uma nova legislação do código penal, abandonando leis ultrapassadas, tomando tempo e lugar, bem como acabar com os artifícios jurídicos, destinado a protelação da justiça. Na mesma situação, Leis Trabalhistas e Código Civil.

Depois do banho,  botar roupa nova e não trocar as roupas íntimas é ser bem relaxado,  são medidas no mínimo necessárias se quisermos ser apresentáveis como uma Nação Civilizada.

Saudações irreligiosas

Sergio Mesquita Rangel !

Grande companheiro, concordo com o  amigo quando diz abandonar o Presidente da República. Justamente o sistema republicano é que vem com a figura do Senado, geralmente, para arrefecer a força do povo (câmara dos deputados), quando não para corroborar a decisão e essa levada ao Presidente da República para ratificar ou não. Já se passaram milênios de anos desse sistema de democracia, que tem se demonstrado menos mal que outros, mas também é verdade que não é o ideal, justamente pelos motivos que o amigo, levantou. Faz-se necessária uma medida providencial, uma ação de reengenharia no sistema político. O único problema que vejo é que para isso, há que ser feito, antecipadamente, todo um processo desse em toda a sociedade industrial e comercial, para que possa ser aceito pela sociedade em um novo sistema de governo, adequado a vida do País, como o amigo sugeriu, Isso porque corre-se o risco de desencontros de entendimentos decorrentes da falta de visão de boa parte do mercado, mas que orientado poderão contribuir para um novo sistema, unindo forças, penso eu.

Saudações irreligiosas

Muito bem colocado, aliás, a realidade que nos escraviza.

A pergunta que surge direta é:

Por que o maior Poder do Mundo, oculto e manifesto em teses humanitárias quer acabar com os ditadores e instituir a democracia?

Um ditador é incorruptível por possuir tudo o que seu poder concede, não precisando atender ou obedecer normas externas para receber prendas menores.

Um Congresso democrático é um vasto universo de raposas a procurar restos, aparas e benesses na troca dos favores que a esse Poder oculto interessam.

Se democracia é a ditadura da maioria, essa maioria é a expressão subserviente da manipulação que os consterna e engana com simples e falsas promessas, esperança e palanfrórios.

Quando se fala que o povo é gado..se lembram.." Êh, oô, vida de gadoPovo marcado. Êh, povo feliz

Zé Ramalho observou o gado ao lado do matadouro alheio ao próprio destino, o qual descoberto, já não permite fuga.

Estamos marcados e exceto que se tornem raposas, as galinhas serão sempre coxinhas, nuggets e carcaças em televisão de cachorro.

Aqui, inteligente trabalha, comum é escravo e esperto vive.

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