Irreligiosos

Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

NA: A discussão abaixo proposta não reflete a opinião oficial da Administração nem da quase totalidade dos membros desta comunidade, sendo autorizada, a pedido, com o intuito de garantir o direito de igualdade e liberdade de expressão que defendemos, desde que não se revistam de características proselitistas. As ideias contidas no texto são, portanto, de inteira responsabilidade do seu autor, que pretende submetê-las à apreciação dos nossos membros, que deverão avaliar livremente a conveniência ou não de discuti-las. Segue a discussão:

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O QUE É DEUS?

Mesmo consciente de que a inferioridade das faculdades do homem não lhe permite compreender a natureza íntima de Deus, ainda assim, e com toda reverência ao Senhor, arriscarei expor com meus parcos conhecimentos qual o significado da Divindade, segundo meu limitado intelecto, porém da forma mais sincera possível.

Começo servindo-me da definição espírita, por qual doutrina devoto bastante respeito: Deus é a Inteligência Suprema, Causa primária de todas as coisas.

Complemento que julgo necessário. Criador incriado! Creio que Deus criou o tempo, assim, essa Causa é atemporal, "Eterna" além do conceito humano de eternidade, não pode estar sujeita ao tempo. E, como Causa criadora do espaço e da matéria, então é imaterial, ou seja, espiritual porque, também, não pode estar sujeita a esse espaço e matéria por ela criados Então, se teve poder para criar, certamente essa Causa é mais poderosa do que tudo o que criou.

Essa Causa possui algum sentimento que se assemelhe aos nossos? Óbvio que não! Deus não é uma pessoa, segundo o nosso conceito de "pessoa". As atribuições de características e de sentimentos humanos a Deus, devem-se a recursos literários bastante usuais na época e região em que os livros que compõem a Bíblia foram escritos. Portanto, Deus não ama, não odeia, não chora, não ri...

Mas a Bíblia não se resume a antropopatismos e antropomorfismos quando apresenta as caraterísticas de Deus. Ensina-nos também que Deus é Espírito, é amor, porém, NÃO é Algo inalcançável que esteja longe de cada um de nós, pelo contrário, nele vivemos, nos movemos e existimos. Então, diante desse ensino, e que se coaduna com os ensinos de outras religiões, concluí que Deus não é Algo que existe ALÉM de nós, Ele “É” Espírito cuja essência é o amor, e nele estamos contidos, somos parte de um Todo. Como a matéria não pode estar no Espírito porquanto são de naturezas diversas, isso levou-me a deduzir que o homem não é isso que se vê, um corpo com espírito; na verdade, o homem É um espírito com uma “veste” para tornar possível a sua existência pelo mundo material.

Um ponto a ser destacado é que o fato de Deus ser um Espírito cuja essência é o amor, isso não significa dizer que Ele ama a alguém em especial, e sim, que Ele é a “Fonte” do amor, dele emana sem parar todo o amor para a prática dos homens; logo, TODOS que amam, conforme o amor do Pai, são “filhos” do mesmo Espírito, são deuses por semelhança.

Contudo, o amor aqui entendido, não é simplesmente o amor erótico, e nem mesmo, apenas, aquele amor que devotamos aos nossos entes queridos; porque esses tipos de amor todos os homens possuem, até mesmo àqueles que não aceitam a divina filiação do “Espírito de amor”. Os “filhos”, no entanto, além desses tipos de amor, possuem um amor altruísta, são capazes de amar até mesmo aqueles que não os amam, aos próprios inimigos, e estão dispostos a enfrentar a morte, se preciso for, por amor a seus irmãos. Este amor possui características próprias, muito bem definidas pelo apóstolo Paulo em sua primeira carta aos coríntios, no capítulo 13.

“CÉU” e “INFERNO”

“Céu” e “inferno”, para a surpresa de alguns, NÃO são LOCAIS específicos no sobrenatural onde habitarão ‘salvos’ e ‘condenados’! Nada mais são do que formas simbólicas de definir os DOIS estados espirituais que uma pessoa pode escolher para estar, aqui e agora e no porvir. Estar no “céu” é estar em Deus (o “Todo”), VIVER segundo a Sua essência (amor), e fiel às Suas leis. E que “Leis” são essas? Apenas duas: amar a Deus sobre todas as coisas, ou seja, desejar ardente e insistentemente estar por todo o sempre em Deus; e, também, amar ao próximo a exemplo do amor com que o Primogênito nos amou.  

Por outro lado, estar no “inferno” é escolher uma existência diferente daquela, fora de Deus; na verdade é escolher a morte para sempre.

Quando nos despojamos da “veste”, que é o corpo material, o espírito volta a Deus. Os espíritos dos “filhos” viverão para sempre no “Todo” de onde vieram, mantendo a individualidade que viveram na “carne”; enquanto que os espíritos dos que não aceitaram a “filiação” também voltarão ao “Todo” porque a Ele pertencem, porém, a sua individualidade será ‘apagada’ para sempre, já que o indivíduo em que aquele espírito habitou escolheu não estar ali; e essa vontade será acatada por Deus em respeito à liberdade de escolha com que fomos criados.

A “separação” ou a “manutenção” do espírito de sua respectiva individualidade terrena, bem como a "separação” daquela individualidade das demais que viverão para sempre no “Todo”, decorrem do Juízo que é feito segundo a livre escolha de cada indivíduo durante a sua existência. Deus a ninguém condena, as escolhas do homem definem o seu destino final.

A consequência dessa “separação” é ensinada simbolicamente como “queimar no inferno”. Todavia, nenhum homem está apto para afirmar que isso se dê com o sofrimento nos moldes que conhecemos. Particularmente creio, com toda a sinceridade que, se algum sofrimento houver, esse será do tipo sentimento extremo de perda pela impossibilidade de passar a eternidade juntamente com seus entes queridos que, porventura, tenham sido salvos.

Os que estão no “Todo” não sentem a falta dos entes queridos que não estão por ali; porque o “apagão” que será dado àqueles, os apagará até mesmo da memória dos salvos.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Como se observa, meus conceitos acerca do que aqui foi tratado, diferem um pouco do usual. Porém, em paz com minha consciência, estou convicto de que desenvolvo a minha fé em plena concordância com o que o Espírito inspirou aos escritores antigos. Estou convencido de que, se a Bíblia, bem como qualquer outra literatura religiosa antiga, fossem escritas atualmente, seus textos seriam bem diferentes daqueles, talvez ficassem bem próximos das concepções que tentei expor aqui de forma bem objetiva.

Os demais assuntos pertinentes à fé cristã, tais como: Jesus Cristo, Espírito Santo, Religião, Igreja e outros, achei por bem não abordá-los por ora. Talvez, quem sabe, venha a tratar disso em outros textos.

Finalizo manifestando a minha gratidão ao administrador por ter autorizado esta postagem, já que estou ciente de que o tema, na forma como aqui foi abordado, não corresponde às concepções do fórum.

   

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Respostas a este tópico

Senhor Dauro, o senhor foi TREMENDAMENTE feliz ao referir-se à EXPERIÊNCIA! Permita-me enfatizar: EXPERIÊNCIA!!!

Quando se recebe a graça de ter alguma EXPERIÊNCIA pessoal, com resultado POSITIVO na própria vida, e quando isso se manifesta de forma indubitável que para tal ocorrido houve efetivamente a mão divina na solução, então, ninguém na face da Terra será capaz de demover da mente dessa pessoa que Deus É com ela. A sua convicção estabelece-se da forma que o apóstolo declarou: "Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor."

Por outro lado, se alguém afirmar que passou por tamanha EXPERIÊNCIA, porém, com algum resultado que o entristeceu, ou resultou em sofrimento de forma inesquecível, neste caso, compreende-se as razões para que tal pessoa mostre-se revoltada contra Deus, e passe a acreditar que Deus NÃO É com ela, e dedique-se, a partir de então, a negá-Lo veementemente. Mesmo que se perceba que tais razões não justificam plenamente tal revolta, até porque, tal estado mental será prejudicial somente àquela pessoa, contudo, reitero, é compreensível ainda que não se tenha vivido qualquer experiência semelhantemente sofrida.

É razoável também que se aceite a NEUTRALIDADE acerca do assunto 'Deus', assumida por parte de pessoas que não tiveram qualquer EXPERIÊNCIA marcante em suas respectivas vidas que as impulsionassem a crer ou a descrer em divindades. Afinal, a ÚNICA CERTEZA capaz de fundamentar uma fé inabalável ou a descrença total em Deus, advém das próprias experiências pessoais. 

O que, particularmente, não acho que seja racional, é a defesa peremptória da EXISTÊNCIA (de Deus), ou a sua NEGAÇÃO, uma vez que a "existência" denota um sentido mais abrangente, vai além do que SER ou NÃO SER uma realidade para alguém em específico, algo “existente”, obrigatoriamente, tem que “existir/ser” para todos. Por exemplo o “ar”, mesmo sem vê-lo sabemos que ele existe porque “é” para todos. Aliás, alguns ‘filósofos’ tentam valer-se desse exemplo para defenderem a “existência” de Deus que, segundo a minha concepção, é totalmente improcedente.

NÃO EXISTEM ARGUMENTOS INFALÍVEIS A FAVOR OU CONTRA, NO QUE CONCERNE À EXISTÊNCIA DE DEUS! Daí porque, as discussões acerca da "existência" ou não de Deus, travadas ao longo de séculos, mesmo por pessoas altamente preparadas, jamais chegaram a alguma conclusão única e definitiva.

Eu não defendo a "existência" de Deus, senhor Dauro! Eu defendo o SER... Deus É! Mas pode não ser para quem não acredita que Ele é.

Alguns ainda dirão: Deus é uma questão de “fé”! Afirmam isso como se fosse uma sentença definitiva, o óbvio ululante. Mas, também, não é assim tão simples; a menos que tal sentença parta de alguém que realmente conheça o que seja a fé em seu sentido amplo.

A fé é um atributo comum a todos os seres humanos, difere do instinto porquanto necessita de uma representação mental anterior. Primeiro pensamos para depois, então, acreditar.

A fé mais comum a todos os adultos é incipiente, é aquela que mais se aproxima do conceito de instinto (“impulso natural”), embora não seja exatamente igual, já que necessariamente houve um pensamento anterior, o escritor bíblico define-a simplesmente como “pouca fé”.

A fé desenvolvida é aquela que atingiu um elevado nível de autoconhecimento, é o “conhece-te a ti mesmo”, alcançado como resposta de profundas reflexões, quando então, passamos a conhecer o nosso corpo e a nossa alma, conhecemo-nos integralmente. Mas esse conhecimento por si só, não é suficiente para garantir uma fé desenvolvida, para tanto, é necessário que o autoconhecimento esteja aliado a um outro conhecimento, qual seja, o “conhecimento de Deus”.

O “conhecimento de Deus” é aquele que advém de alguma EXPERIÊNCIA profundamente marcante, da qual falamos no início deste texto.

NINGUÉM É CAPAZ DE CONHECER A DEUS ATRAVÉS DE LIVROS OU DE ENSINOS TÉCNICOS, OU MESMO POR EXPERIÊNCIAS RELATADAS POR TERCEIROS! Porém, além de conhecê-Lo, é preciso aceitá-Lo e tornar-se seu “amigo”. Afinal, mesmo após conhecê-Lo, ainda assim, temos a liberdade de escolha para aceitá-Lo ou não, como “amigo”, “Guia” das nossas atitudes e galardoador de tudo o que é melhor para a vida.

Portanto, o que caracteriza uma fé desenvolvida é o autoconhecimento aliado ao conhecimento de Deus com a devida concessão para que Ele SEJA o que É. FÉ NÃO É SENTIR MAS SABER!  

 

Dauro Souza disse:

Sr. Sigurd e todos outros dessa discussão,

Sou novo por aqui e venho acompanhando esse tópico, resolvi escrever somente agora depois de tanto tempo acompanhando. 

Quero deixar claro que atualmente posso me considerar um "indeciso" em termos de religião, fui católico por mais de 20 anos, evangélico por quase 10 e a 3 me questiono realmente sobre minhas convicções, não que eu não acredite em um Deus, acredito sim em um SER que possa ter criado tudo, acho muito difícil aceitar( não improvável) somente no acaso, mas como diz o adágio popular: CONTRA FATOS NÃO HÁ ARGUMENTOS, concordo plenamente com tudo que foi descrito pelos prezados colegas que refutaram em minha humilde OPINIÃO com razão todos os argumentos do Sr. Sigurd, pois para eles o adágio é totalmente correto eles não tem nada que comprove seus argumentos da existência de DEUS, CÉU E INFERNO se apoiam no real, no concreto e não no abstrato, não naquilo que os CRISTÃOS acham, mas na sua vida sua mente, por sua "experiência" é um fato concreto, uma experiência real, porém que se prova a você mesmo.

Então meu caro saiba respeitar e analisar as circunstâncias ELES ESTÃO CORRETOS. Você não está errado no seu ponto de vista mas na visão geral (Do mundo como vocês CRISTÃOS dizem) não conseguirá provar com palavras o seu DEUS, por isso que há 3 anos venho refletindo e sendo aberto a pensar, sair do meu mundo e conhecer o mundo dos outros, aceitando  e fazendo as minhas próprias interpretações e analisando ao pé da letra sem RELIGIÃO todos argumentos, pois todos nós pensamos individualmente e carregamos em nós a mesma certeza de nossas convicções que você carrega com as suas.

RESUMINDO: Seria muito interessante e muito mais frutífero para esse e tantos outros debates aceitarmos o LÓGICO, O REAL, O CONCRETO E O QUE SE PODE PROVAR, analisando não com a convicção apenas do provável do que poderá ser assim temos outros perspectivas não deixando de lado também nossas convicções. 

Não sou estudioso como você e os outros que conhecem e estudaram o que escrevem aqui porém consigo filtrar e extrair tudo de proveitoso que é escrito, acho Sr. Sigurd que o senhor devia fazer o mesmo assim como todos os CRISTÃOS, pois da forma como refutam e condenam os outros independente da religião ou não fazem totalmente o contrário daquilo que a bíblia que vocês a seguem com tanto fervor mais fala que é amar o próximo como a si mesmo, amar também é aceitar o outro na sua individualidade.

Essas foram apenas palavras de um telespectador dessa discussão a luz de tudo que foi escrito aqui.

Abraços a todos!

Sr. Sigurd, boa noite.

Você chegou ao ponto que eu imaginava chegar EXPERIÊNCIA... algo que se viveu ou vivenciou, mas uma palavra me chamou atenção quando você cita " tal estado mental ..." no caso de uma má EXPERIÊNCIA que a pessoa vivenciou, então posso levar essa consideração também que uma boa EXPERIÊNCIA vá precisar ou ter esse  tal estado mental seguindo essa linha de raciocínio Sr. Sigurd, como não estou querendo lhe contrariar ou muito menos mudar seu pensamento acerca disso nem dizer se está certo ou errado e sim mostrar-lhe e levá-lo a pensar que essa vivência ou experiência se baseia ou pode se basear no  tal estado mental, Deus pode SER também como pode não SER, essa é a questão, nosso estado mental nos faz ser o que quisermos ou fazer o que pensarmos então pela sua experiência( vivência ou estado mental) ELE é, mas e as outras centenas de milhões de pessoas? Chegaram a esse estado mental? Já se fez essa pergunta? Porque apenas para algumas milhões de pessoas e não a todas? Conheci e conheço CRISTÃOS evangélicos, católicos, espíritas etc... que vivem esse estado mental devido somente ao medo, de se basear nas escrituras bíblicas e em tudo que ela discorre sobre CÉU / INFERNO / DEUS / DIABO sobre seguir ou não seguir como você sabe mais do que eu, portanto não as julgo mas me faz pensar e afirmar que estão em um estado mental que as torna totalmente insensatas a qualquer questionamento acerca do SER, do SENTIR, do ACREDITAR indubitavelmente na EXISTÊNCIA de DEUS, pois se baseiam não em EXPERIÊNCIAS e sim em SENTIMENTOS, e confesso já me inclui nessa parcela de NEGAR A MIM MESMO em detrimento do que a BIBLIA diz, não me questionando  sobre a sua realidade, e sim apenas seguindo o tal estado mental, por isso me levo agora nessa discussão naquilo que é de fato HUMANAMENTE fazer  PENSAR  e QUESTIONAR.

O que reitero é que hoje percebo que é totalmente aceitável, plausível e  compreensível que as pessoas se perguntem e questionem sobre DEUS, porque ELE não se manifesta a todos, porque todos não tem essa "experiência" indubitável na qual o sr. se refere? E olha que não passei ou passo por essa MÁ EXPERIÊNCIA na qual o Sr. se refere para não acreditar. (De fato nem sei se não acredito em DEUS, apenas me questiono e procuro como HUMANO que PENSA questionar e querer entender, só não procuro mais julgar ou insistir em tentar fazer acreditar ou perguntar porque as pessoas não acreditam, pelo contrário acho como disse plausível ,compreensível e muitas vezes inteligente e corajosa da parte delas esse questionamento.)

Não me venha falar mas a bíblia diz, que deve acreditar, que Deus se mostra a todos basta querer, etc... Por favor já ouvi e ouço isso milhares de vezes, o que todos questionam e discutem aqui são simplesmente FATOS!

Assim como os filósofos que você não concorda diziam que DEUS é como o ar, também não concordo senão sentiríamos 24 horas por dia, entende? Isso seria um FATO, pois o ar é um FATO todos sentem, ateus, cristãos,  satanistas, agnósticos etc...

Não quero mudar sua convicção se tem parabéns você deve mantê-la pois é sua e lhe faz bem, mas não venha como outros milhões de CRISTÃOS ou que se dizem, enfiar garganta abaixo algo compreensível e de fato que nos leva a pensar de formas diferentes, que com certeza o Sr. já fez em algum momento, se faz( se abrir a mente e for sincero tenho certeza que se questiona porque DEUS não se faz FATO  a todos), ou fará pois como nós é um SER que pensa e no fundo creio que entende porque somos assim ou são assim (pois não sou ateu). Entende porque um ATEU seja assim, um SER que pensa, questiona e que no fundo também aceita e questiona como ele, porém não dá o braço a torcer pois estaria indo não contra seus princípios mais sim contra a BÍBLIA e o que a Igreja lhe ensinou.

Saudações e  saiba que estou aprendendo bastante aqui com você e com todos... 

Ano Novo judaico de 5775 – A festividade começa hoje (quarta-feira, dia 24), até sexta-feira (dia 26).  Por favor, Sérgio Mesquita Rangel, com deus e jesuis não se brinca! Dá um tempo até o dia 27 ou para "depois da morte"  Rsrsrs!!!!

Sr. Sigurd.

Não obstante o texto abaixo não ser dirigido à minha pessoa, como estamos num debate público e aberto à participação de todos, senti-me inclinado a comentá-lo.

Procedi 4 revisões no texto.  Perdoe-me pelos eventuais erros.  Sou um tanto disléxico.  Tenho realmente, dificuldade em digitar textos.  Troco muito as letras.  Não sei porque, não percebo, mas inadvertidamente, estou sempre digitando o "j" depois ou antes do "o", na maioria das vezes, e sempre digitando o "l", antes do "m", também, não sei porque.  Procedo inúmeras revisões, mas, mesmo assim, ainda restam alguns erros.  O uso da vírgula, tendo, normalmente, a exagerar.

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Senhor Dauro, o senhor foi TREMENDAMENTE feliz ao referir-se à EXPERIÊNCIA! Permita-me enfatizar: EXPERIÊNCIA!!!

Quando se recebe a graça de ter alguma EXPERIÊNCIA pessoal, com resultado POSITIVO na própria vida, e quando isso se manifesta de forma indubitável que para tal ocorrido houve efetivamente a mão divina na solução, então, ninguém na face da Terra será capaz de demover da mente dessa pessoa que Deus É com ela. A sua convicção estabelece-se da forma que o apóstolo declarou: "Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor."

Por outro lado, se alguém afirmar que passou por tamanha EXPERIÊNCIA, porém, com algum resultado que o entristeceu, ou resultou em sofrimento de forma inesquecível, neste caso, compreende-se as razões para que tal pessoa mostre-se revoltada contra Deus, (aqui está o seu primeiro “pré-julgamento”, já, previamente elaborado, pronto, na prateleira, esperando, só o momento de ser usado. Sr. Sigurd. Não pode afirmar isso objetivamente. O máximo que pode fazer é: admitir, julgar, definir por conta própria. Faça-o, se quiser, mas ASSUMA. Use, pelo menos, a expressão “ACHO QUE. . .” Não existe meios de o Sr. saber, objetivamente, se alguém, digamos, “abandonou” Deus, por revolta. Não percebo correção nessa maneira de pensar. Podem haver outros motivos, que não, só, única e exclusivamente, o de “revolta”. Por favor Sr. Sigurd. Não seja tão cruel com as pessoas. Pense que, talvez, o próprio deus, em que acredita, seja mais compreensivo que o Sr. e saiba dos reais motivos.

Que tal, Sr. Sigurd, deixar que o próprio deus em que acredita, julgue os reais motivos e aja por ele mesmo? Por que quer tomar à frente de deus, Sr. Sigurd? Por que quer “representá-lo”? Tem alguma procuração assinada e passada em cartório? Acha que deus não é suficientemente inteligente e, digamos, omnisciente, para saber os reais motivos de cada pessoa? Tem de, realmente, ser sempre “revolta contra deus”? Por que quer “caluniar”, assim, as pessoas, diante de seu deus, Sr. Sigurd? Por que quer fazer com que o seu deus pense mal das demais pessoas? . . .Exatamente o que ganha com isso? . . .) e passe a acreditar que Deus NÃO É com ela, e dedique-se, a partir de então, a negá-Lo veementemente. Mesmo que se perceba que tais razões não justificam plenamente tal revolta, até porque, tal estado mental será prejudicial somente àquela pessoa, contudo, reitero, é compreensível ainda que não se tenha vivido qualquer experiência semelhantemente sofrida. (este texto, soa-me bastante ofensivo, e, de uma insensibilidade a toda a prova. Não vou comentá-lo.)

É razoável também que se aceite a NEUTRALIDADE acerca do assunto 'Deus', assumida [só. . .(?)] por parte de pessoas que não tiveram qualquer EXPERIÊNCIA marcante em suas respectivas vidas que as impulsionassem a crer ou a descrer em divindades. Afinal, a ÚNICA CERTEZA capaz de fundamentar uma fé inabalável ou a descrença total em Deus, advém das próprias experiências pessoais. (que, no meu humilde entendimento, estão absolutamente fora da alçada do julgamento de qualquer outra pessoa)

O que, particularmente, não acho que seja racional, é a defesa peremptória da EXISTÊNCIA (de Deus), ou a sua NEGAÇÃO, uma vez que a "existência" denota um sentido mais abrangente, vai além do que SER ou NÃO SER uma realidade para alguém em específico, algo “existente”, obrigatoriamente, tem que “existir/ser” para todos. Por exemplo o “ar”, mesmo sem vê-lo sabemos que ele existe porque “é” para todos. Aliás, alguns ‘filósofos’ tentam valer-se desse exemplo para defenderem a “existência” de Deus que, segundo a minha concepção, é totalmente improcedente. (Obrigado. Sr. Sigurd, por saber que o ar, é, apenas, transparente, mas pode-se comprovar, objetivamente, a sua existência. Alguns “filósofos cristãos” já pagaram esse “mico” e o Sr. não quer assumir a validade da comparação, MAS, contudo, A CITA, para qualquer eventualidade . . .Vai que pega . . . (? . . .))

NÃO EXISTEM ARGUMENTOS INFALÍVEIS A FAVOR OU CONTRA, NO QUE CONCERNE À EXISTÊNCIA DE DEUS! (o grande problema, Sr. Sigurd, não é nem definir sua suposta existência, É MILHÕES DE ANOS-LUZ, MAIS QUE ISSO . . . É, simplesmente, DELINEÁ-LO, DESENHÁ-LO, ESCULPI-LO, perfeitamente, com detalhes, bem à forma de nossos interesses; atribuindo-lhe, livros, “representantes terrenos”, procuradores, curadores, sacerdotes, “livros supostamente escritos sob sua divina inspiração” e toda a gama dessas coisas absolutamente desonestas, fraudulentas, indignas, infames, absurdas, incongruentes, manipuladoras, mesquinhas e, acima de tudo, cegas. Totalmente cegas e ignorantes de qualquer coisa que, ainda, possa ser chamada de “deus” em seus textos, ou opiniões, ou dogmas) Daí porque, as discussões acerca da "existência" ou não de Deus, travadas ao longo de séculos, mesmo por pessoas altamente preparadas, jamais chegaram a alguma conclusão única e definitiva.

Eu não defendo a "existência" de Deus, senhor Dauro! Eu defendo o SER... Deus É! Mas pode não ser para quem não acredita que Ele é. (com todo o .respeito, mas . . . pura retórica vazia. Ao menos que consiga nos explicar, COM RELAÇÃO A DEUS, qual seria mesmo essa GRANDE DIFERENÇA, entre “SER” e “EXISTIR” . . .)

Alguns ainda dirão: Deus é uma questão de “fé”! Afirmam isso como se fosse uma sentença definitiva, o óbvio ululante. Mas, também, não é assim tão simples; a menos que tal sentença parta de alguém que realmente conheça o que seja a fé em seu sentido amplo. (pura retórica, também, sem qualquer valor objetivo.)

A fé é um atributo comum a todos os seres humanos, difere do instinto porquanto necessita de uma representação mental anterior. Primeiro pensamos para depois, então, acreditar. (Opa! Gostei! De vez, em quando, o Sr., num rápido lampejo de raciocínio objetivo, demonstra, com total clareza, realmente, saber, no plano cartesiano, o “referencial zero” para a fé: A mente humana, suas questões, as perguntas que faz a si mesma, as respostas que ela mesma dá às suas próprias perguntas. . . Deus, por uma simples questão de humildade, bem poderia ser, apenas, uma dessas respostas, que, por simples vaidade, não queremos admitir nossa mente como fonte real DA NECESSIDADE de sua existência. Então, nós mesmos, acabamos de admitir que deus, até onde se pode saber, ainda é produto de uma NECESSIDADE da mente humana, ou, de UM ANSEIO HUMANO. Isso eu compreenderia claramente, se os religiosos deixassem, bem claramente, essa característica “terapeutica” da “existência” de nosso amigo imaginário)

A fé mais comum a todos os adultos é incipiente, é aquela que mais se aproxima do conceito de instinto (“impulso natural”), embora não seja exatamente igual, já que necessariamente houve um pensamento anterior, o escritor bíblico define-a simplesmente como “pouca fé”. (precisamos, para tal, inventar um “fédometro” para poder “medir” melhor essa fé)

A fé desenvolvida é aquela que atingiu um elevado nível de autoconhecimento, é o “conhece-te a ti mesmo”, (Bem . . . Acho que complicou . . . - O que, exatamente, teriam em comum essas duas coisas? deus x autoconhecimento?. . . Por que, exatamente, preciso de “fé”, se o que eu quero é CONHECIMENTO?

Conhece-te a ti mesmo”, então, seria equivalente a “Tenha fé em si mesmo”? Se for isso . . . Ó T I M O ! ! ! Meus parabéns, Sr. Sigurd!!

Mas “Tenha fé em si mesmo” . . . Onde fica, mesmo, deus, nessa história?? Como pretende “encaixá-lo” aqui? Estou ficando curioso . . .

Então, por que a tal fé me obriga a ignorar todo o conhecimento que a possa enfraquecer, pois, admitindo-o ou não, é exatamente isso que os religiosos fazem. Por acaso, o “auto-conhecimento” está reservado somente aos que possuem uma fé religiosa, numa organização que se diz ser vigária de deus na terra? No mínimo, bastante contraditório, esse “Conhece-te a ti mesmo, mantendo a fé no deus da Igreja”) alcançado como resposta de profundas reflexões, quando então, passamos a conhecer o nosso corpo e a nossa alma, conhecemo-nos integralmente. Mas esse conhecimento por si só, não é suficiente para garantir uma fé desenvolvida, para tanto, é necessário que o autoconhecimento esteja aliado a um outro conhecimento, qual seja, o “conhecimento de Deus”. (Preparem-se psicologicamente, acho que aí vem coisa . . .)

O “conhecimento de Deus” é aquele que advém de alguma EXPERIÊNCIA profundamente marcante, da qual falamos no início deste texto. ( Está ficando perto; exatamente aqui “o cachorro come seu próprio rabo”, fecham-se todas as portas para qualquer objetividade e abrem-se as portas para toda uma manipulação fantasiosa iminente, subjetiva, sutil, que flui como cascata, sob a forma de dogmas mil que, uma vez, meramente “acordados” passam, eternamente, a fazer parte da “sã doutrina”. . .)

NINGUÉM É CAPAZ DE CONHECER A DEUS ATRAVÉS DE LIVROS OU DE ENSINOS TÉCNICOS, OU MESMO POR EXPERIÊNCIAS RELATADAS POR TERCEIROS! (a retórica final, tipo - “cereja do bolo”, pra ficar “bem bonito” aos que examinam as pinturas nas paredes de nossa catedral) Porém, além de conhecê-Lo, é preciso aceitá-Lo (FINALMENTE!!! CONFORME PREVISTO!!! Vejam os Senhores, que “gran finale” espetacular!!!!! Que retórica maravilhosa! Chega a ser romântica! Precisamos, vejam, ACEITAR a deus!!!! Seria, do mesmo jeito que aceitamos a “Lei da Gravidade”???, Porque, tal como ela, deus, simplesmente, também, “É” ??????. . . . NÃÃÃÃÃÃOOOOOO!!! É claro que, aqui, esse verbo ACEITAR não passa de uma sutil (ou seria CLARA) referência AOS FAMIGERADOS DOGMAS DA IGREJA!!!

Mas essa conversinha, a gente pode deixar pra depois. De preferência, PARA DEPOIS DA MORTE. E, assim, os padrecos e todos os demais exploradores dessa tal “fé”, nesse “tal” “deus”, podem ficar bem à vontade, para. . . . Para quê mesmo??? Alguém aí poderia completar a frase???. . .

Só não entendo como “deus”, bem ao contrário da “Lei da Gravidade”, precisa ser BEM definido por FAMIGERADOS E LETAIS DOGMAS RELIGIOSOS. . .) e tornar-se seu “amigo”. Afinal, mesmo após conhecê-Lo, ainda assim, temos a liberdade de escolha para aceitá-Lo ou não, como “amigo”, “Guia” das nossas atitudes e galardoador de tudo o que é melhor para a vida. (já comentado . . . não vou ficar repetindo as coisas, as sutilezas, que, até mesmo insconscientemente, possam estar sendo, repetitivamente ditas, aqui, pelo Sr. Sigurd.)

Portanto, o que caracteriza uma fé desenvolvida é o autoconhecimento aliado ao conhecimento de Deus com a devida concessão para que Ele SEJA o que É. FÉ NÃO É SENTIR MAS SABER! (sem comentários. . . mais uma vez. . . Leiam essa “pérola”, ao menos umas dez vezes, até entenderem, de fato, o que é que está querendo ser, manipulado, quer dizer, “dito”, aqui. Só posso mesmo rir. No mínimo, seria cômico, se não fosse trágico)

Sergio,

Realmente complexo as explicações de Sigurd, acho que é isso a intenção de padres e pastores complicar pra no fim não explicar....

SERGIO MESQUITA RANGEL disse:

Sr. Sigurd.

Não obstante o texto abaixo não ser dirigido à minha pessoa, como estamos num debate público e aberto à participação de todos, senti-me inclinado a comentá-lo.

Procedi 4 revisões no texto.  Perdoe-me pelos eventuais erros.  Sou um tanto disléxico.  Tenho realmente, dificuldade em digitar textos.  Troco muito as letras.  Não sei porque, não percebo, mas inadvertidamente, estou sempre digitando o "j" depois ou antes do "o", na maioria das vezes, e sempre digitando o "l", antes do "m", também, não sei porque.  Procedo inúmeras revisões, mas, mesmo assim, ainda restam alguns erros.  O uso da vírgula, tendo, normalmente, a exagerar.

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Senhor Dauro, o senhor foi TREMENDAMENTE feliz ao referir-se à EXPERIÊNCIA! Permita-me enfatizar: EXPERIÊNCIA!!!

Quando se recebe a graça de ter alguma EXPERIÊNCIA pessoal, com resultado POSITIVO na própria vida, e quando isso se manifesta de forma indubitável que para tal ocorrido houve efetivamente a mão divina na solução, então, ninguém na face da Terra será capaz de demover da mente dessa pessoa que Deus É com ela. A sua convicção estabelece-se da forma que o apóstolo declarou: "Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor."

Por outro lado, se alguém afirmar que passou por tamanha EXPERIÊNCIA, porém, com algum resultado que o entristeceu, ou resultou em sofrimento de forma inesquecível, neste caso, compreende-se as razões para que tal pessoa mostre-se revoltada contra Deus, (aqui está o seu primeiro “pré-julgamento”, já, previamente elaborado, pronto, na prateleira, esperando, só o momento de ser usado. Sr. Sigurd. Não pode afirmar isso objetivamente. O máximo que pode fazer é: admitir, julgar, definir por conta própria. Faça-o, se quiser, mas ASSUMA. Use, pelo menos, a expressão “ACHO QUE. . .” Não existe meios de o Sr. saber, objetivamente, se alguém, digamos, “abandonou” Deus, por revolta. Não percebo correção nessa maneira de pensar. Podem haver outros motivos, que não, só, única e exclusivamente, o de “revolta”. Por favor Sr. Sigurd. Não seja tão cruel com as pessoas. Pense que, talvez, o próprio deus, em que acredita, seja mais compreensivo que o Sr. e saiba dos reais motivos.

Que tal, Sr. Sigurd, deixar que o próprio deus em que acredita, julgue os reais motivos e aja por ele mesmo? Por que quer tomar à frente de deus, Sr. Sigurd? Por que quer “representá-lo”? Tem alguma procuração assinada e passada em cartório? Acha que deus não é suficientemente inteligente e, digamos, omnisciente, para saber os reais motivos de cada pessoa? Tem de, realmente, ser sempre “revolta contra deus”? Por que quer “caluniar”, assim, as pessoas, diante de seu deus, Sr. Sigurd? Por que quer fazer com que o seu deus pense mal das demais pessoas? . . .Exatamente o que ganha com isso? . . .) e passe a acreditar que Deus NÃO É com ela, e dedique-se, a partir de então, a negá-Lo veementemente. Mesmo que se perceba que tais razões não justificam plenamente tal revolta, até porque, tal estado mental será prejudicial somente àquela pessoa, contudo, reitero, é compreensível ainda que não se tenha vivido qualquer experiência semelhantemente sofrida. (este texto, soa-me bastante ofensivo, e, de uma insensibilidade a toda a prova. Não vou comentá-lo.)

É razoável também que se aceite a NEUTRALIDADE acerca do assunto 'Deus', assumida [só. . .(?)] por parte de pessoas que não tiveram qualquer EXPERIÊNCIA marcante em suas respectivas vidas que as impulsionassem a crer ou a descrer em divindades. Afinal, a ÚNICA CERTEZA capaz de fundamentar uma fé inabalável ou a descrença total em Deus, advém das próprias experiências pessoais. (que, no meu humilde entendimento, estão absolutamente fora da alçada do julgamento de qualquer outra pessoa)

O que, particularmente, não acho que seja racional, é a defesa peremptória da EXISTÊNCIA (de Deus), ou a sua NEGAÇÃO, uma vez que a "existência" denota um sentido mais abrangente, vai além do que SER ou NÃO SER uma realidade para alguém em específico, algo “existente”, obrigatoriamente, tem que “existir/ser” para todos. Por exemplo o “ar”, mesmo sem vê-lo sabemos que ele existe porque “é” para todos. Aliás, alguns ‘filósofos’ tentam valer-se desse exemplo para defenderem a “existência” de Deus que, segundo a minha concepção, é totalmente improcedente. (Obrigado. Sr. Sigurd, por saber que o ar, é, apenas, transparente, mas pode-se comprovar, objetivamente, a sua existência. Alguns “filósofos cristãos” já pagaram esse “mico” e o Sr. não quer assumir a validade da comparação, MAS, contudo, A CITA, para qualquer eventualidade . . .Vai que pega . . . (? . . .))

NÃO EXISTEM ARGUMENTOS INFALÍVEIS A FAVOR OU CONTRA, NO QUE CONCERNE À EXISTÊNCIA DE DEUS! (o grande problema, Sr. Sigurd, não é nem definir sua suposta existência, É MILHÕES DE ANOS-LUZ, MAIS QUE ISSO . . . É, simplesmente, DELINEÁ-LO, DESENHÁ-LO, ESCULPI-LO, perfeitamente, com detalhes, bem à forma de nossos interesses; atribuindo-lhe, livros, “representantes terrenos”, procuradores, curadores, sacerdotes, “livros supostamente escritos sob sua divina inspiração” e toda a gama dessas coisas absolutamente desonestas, fraudulentas, indignas, infames, absurdas, incongruentes, manipuladoras, mesquinhas e, acima de tudo, cegas. Totalmente cegas e ignorantes de qualquer coisa que, ainda, possa ser chamada de “deus” em seus textos, ou opiniões, ou dogmas) Daí porque, as discussões acerca da "existência" ou não de Deus, travadas ao longo de séculos, mesmo por pessoas altamente preparadas, jamais chegaram a alguma conclusão única e definitiva.

Eu não defendo a "existência" de Deus, senhor Dauro! Eu defendo o SER... Deus É! Mas pode não ser para quem não acredita que Ele é. (com todo o .respeito, mas . . . pura retórica vazia. Ao menos que consiga nos explicar, COM RELAÇÃO A DEUS, qual seria mesmo essa GRANDE DIFERENÇA, entre “SER” e “EXISTIR” . . .)

Alguns ainda dirão: Deus é uma questão de “fé”! Afirmam isso como se fosse uma sentença definitiva, o óbvio ululante. Mas, também, não é assim tão simples; a menos que tal sentença parta de alguém que realmente conheça o que seja a fé em seu sentido amplo. (pura retórica, também, sem qualquer valor objetivo.)

A fé é um atributo comum a todos os seres humanos, difere do instinto porquanto necessita de uma representação mental anterior. Primeiro pensamos para depois, então, acreditar. (Opa! Gostei! De vez, em quando, o Sr., num rápido lampejo de raciocínio objetivo, demonstra, com total clareza, realmente, saber, no plano cartesiano, o “referencial zero” para a fé: A mente humana, suas questões, as perguntas que faz a si mesma, as respostas que ela mesma dá às suas próprias perguntas. . . Deus, por uma simples questão de humildade, bem poderia ser, apenas, uma dessas respostas, que, por simples vaidade, não queremos admitir nossa mente como fonte real DA NECESSIDADE de sua existência. Então, nós mesmos, acabamos de admitir que deus, até onde se pode saber, ainda é produto de uma NECESSIDADE da mente humana, ou, de UM ANSEIO HUMANO. Isso eu compreenderia claramente, se os religiosos deixassem, bem claramente, essa característica “terapeutica” da “existência” de nosso amigo imaginário)

A fé mais comum a todos os adultos é incipiente, é aquela que mais se aproxima do conceito de instinto (“impulso natural”), embora não seja exatamente igual, já que necessariamente houve um pensamento anterior, o escritor bíblico define-a simplesmente como “pouca fé”. (precisamos, para tal, inventar um “fédometro” para poder “medir” melhor essa fé)

A fé desenvolvida é aquela que atingiu um elevado nível de autoconhecimento, é o “conhece-te a ti mesmo”, (Bem . . . Acho que complicou . . . - O que, exatamente, teriam em comum essas duas coisas? deus x autoconhecimento?. . . Por que, exatamente, preciso de “fé”, se o que eu quero é CONHECIMENTO?

Conhece-te a ti mesmo”, então, seria equivalente a “Tenha fé em si mesmo”? Se for isso . . . Ó T I M O ! ! ! Meus parabéns, Sr. Sigurd!!

Mas “Tenha fé em si mesmo” . . . Onde fica, mesmo, deus, nessa história?? Como pretende “encaixá-lo” aqui? Estou ficando curioso . . .

Então, por que a tal fé me obriga a ignorar todo o conhecimento que a possa enfraquecer, pois, admitindo-o ou não, é exatamente isso que os religiosos fazem. Por acaso, o “auto-conhecimento” está reservado somente aos que possuem uma fé religiosa, numa organização que se diz ser vigária de deus na terra? No mínimo, bastante contraditório, esse “Conhece-te a ti mesmo, mantendo a fé no deus da Igreja”) alcançado como resposta de profundas reflexões, quando então, passamos a conhecer o nosso corpo e a nossa alma, conhecemo-nos integralmente. Mas esse conhecimento por si só, não é suficiente para garantir uma fé desenvolvida, para tanto, é necessário que o autoconhecimento esteja aliado a um outro conhecimento, qual seja, o “conhecimento de Deus”. (Preparem-se psicologicamente, acho que aí vem coisa . . .)

O “conhecimento de Deus” é aquele que advém de alguma EXPERIÊNCIA profundamente marcante, da qual falamos no início deste texto. ( Está ficando perto; exatamente aqui “o cachorro come seu próprio rabo”, fecham-se todas as portas para qualquer objetividade e abrem-se as portas para toda uma manipulação fantasiosa iminente, subjetiva, sutil, que flui como cascata, sob a forma de dogmas mil que, uma vez, meramente “acordados” passam, eternamente, a fazer parte da “sã doutrina”. . .)

NINGUÉM É CAPAZ DE CONHECER A DEUS ATRAVÉS DE LIVROS OU DE ENSINOS TÉCNICOS, OU MESMO POR EXPERIÊNCIAS RELATADAS POR TERCEIROS! (a retórica final, tipo - “cereja do bolo”, pra ficar “bem bonito” aos que examinam as pinturas nas paredes de nossa catedral) Porém, além de conhecê-Lo, é preciso aceitá-Lo (FINALMENTE!!! CONFORME PREVISTO!!! Vejam os Senhores, que “gran finale” espetacular!!!!! Que retórica maravilhosa! Chega a ser romântica! Precisamos, vejam, ACEITAR a deus!!!! Seria, do mesmo jeito que aceitamos a “Lei da Gravidade”???, Porque, tal como ela, deus, simplesmente, também, “É” ??????. . . . NÃÃÃÃÃÃOOOOOO!!! É claro que, aqui, esse verbo ACEITAR não passa de uma sutil (ou seria CLARA) referência AOS FAMIGERADOS DOGMAS DA IGREJA!!!

Mas essa conversinha, a gente pode deixar pra depois. De preferência, PARA DEPOIS DA MORTE. E, assim, os padrecos e todos os demais exploradores dessa tal “fé”, nesse “tal” “deus”, podem ficar bem à vontade, para. . . . Para quê mesmo??? Alguém aí poderia completar a frase???. . .

Só não entendo como “deus”, bem ao contrário da “Lei da Gravidade”, precisa ser BEM definido por FAMIGERADOS E LETAIS DOGMAS RELIGIOSOS. . .) e tornar-se seu “amigo”. Afinal, mesmo após conhecê-Lo, ainda assim, temos a liberdade de escolha para aceitá-Lo ou não, como “amigo”, “Guia” das nossas atitudes e galardoador de tudo o que é melhor para a vida. (já comentado . . . não vou ficar repetindo as coisas, as sutilezas, que, até mesmo insconscientemente, possam estar sendo, repetitivamente ditas, aqui, pelo Sr. Sigurd.)

Portanto, o que caracteriza uma fé desenvolvida é o autoconhecimento aliado ao conhecimento de Deus com a devida concessão para que Ele SEJA o que É. FÉ NÃO É SENTIR MAS SABER! (sem comentários. . . mais uma vez. . . Leiam essa “pérola”, ao menos umas dez vezes, até entenderem, de fato, o que é que está querendo ser, manipulado, quer dizer, “dito”, aqui. Só posso mesmo rir. No mínimo, seria cômico, se não fosse trágico)

É amigo Dauro . . .

Vá se acostumando . . .

Depois piora. . .

Oi Oiced.

Nem estava percebendo . . .

Peço perdão a deus. . . . rsrsrsrsrs

Oiced Mocam disse:

Ano Novo judaico de 5775 – A festividade começa hoje (quarta-feira, dia 24), até sexta-feira (dia 26).  Por favor, Sérgio Mesquita Rangel, com deus e jesuis não se brinca! Dá um tempo até o dia 27 ou para "depois da morte"  Rsrsrs!!!!

Senhor Sérgio Mesquita Rangel disse:

Oi Oiced.

Nem estava percebendo . . .

Nem eu (rsrsrs)! 

É... senhor Oiced, se quiser "pavonear" (essa eu aprendi com a colega Luísa) terá que se esforçar um pouco mais.

Caro Sigurd, pelo que já analisei até então sobre os seus comentários, entendi que o Sr. tem uma excelente cultura e uma péssima inteligência. Pois bem! dos 150 livros aproximadamente que já li inclusive a bíblia, em um período de 55 anos, a bíblia foi o único livro pernicioso de todos. O propósito das escrituras bíblicas foi e é; ensinar a coitada "humanidade" a hipocrisia e o egoismo.

Saudações Irreligiosas.

Moacir Almeida Rocha disse:

 Sigurd, infelizmente estou discutindo com um fantasma igual a deus, foi isso que ele mais ensinou aos seus seguidores; a não mostrar a face e continuar omisso o tempo todo. Os religiosos dizem que o ser humano não tem condições de verem deus, ora! é claro, se deus está dentro de cada um de nós, atuando sobre ótimos pensamentos, ótimas palavras e ótimas ações. Eu nunca vou acreditar que um "deus" criou o universo, infelizmente sumiu, tudo indica que ele deixou o satanás comandando a terra.

Sr. Sigurd, os meus pais não tiveram nenhum culpa sobre a minha educação, pelo contrário, todos esforços que eles fizeram para me educar, foi exatamente a religião, era uma situação que eu nunca aceitava, como até hoje com meus 64 anos de idade não aceito.

Quanto a felicidade, te garanto que só mais feliz do que qualquer religioso. Por que?.

Tenho hoje, as quatro maiores riquezas do mundo que são: Saúde, tranquilidade, paz, liberdade e autenticidade, qualidades que não se encontra em nenhum religioso e nem políticos.

Sr.Sigurd, desde 1965 que venho estudando, pesquisando e analisando a inteligência humana baseando-me pela matemática, cheguei a algumas conclusões e escrevi a matéria, " A matemática da Inteligência Humana", incluindo alguns conceitos. Quero ressaltar, que quando disse que os religiosos não pensam é que devido aos conceitos que criei, não posso admitir que as pessoas fanáticas e as pessoas que acreditam em fantasmas, pensem muito, normalmente pensam pouco e também as pessoas que acreditam no invisível, normalmente não acreditam no visível ou em se mesma(o).

Outra coisa, bilhões de pessoas não sabem que o consciente intelectual "Q.I" não medem uma boa inteligência de pessoa nenhuma, o "Q.I" só mede a capacidade lógica e a habilidade da pessoa, a maioria da humanidade trocam, intelectualidade por muita inteligência, um médico, um Doutor ou mesmo um cientista, não é necessário ser muito inteligente, simplesmente são muito estudiosos com grandes conhecimentos e nem todos.

T. P. Sigurd disse:

Realmente, sr. Ivo, está se tornando impraticável a minha participação por aqui. Primeiro porque estou me dirigindo a pessoas QUE NÃO SABEM LER!!! A começar pelo senhor, conforme ficará demonstrado ao final deste comentário. Em segundo lugar, a sua PARCIALIDADE é gritante, chega a ser irritante. E, por fim, ao invés de moderar os comentários, o senhor parece querer BOTAR LENHA NA FOGUEIRA, colocando-me em situações desconfortáveis contra outros participantes, isso já aconteceu antes, e agora novamente.

POR QUE AFIRMO QUE O SENHOR NÃO SABE LER? Porque isso é notório! Basta que se observe as suas conclusões acerca do que escrevo, e constata-se isso sem qualquer dificuldade. Compare agora o que escrevi, e as suas conclusões.

"[...] sempre confiei nos meus pais, depois de adulto passei a confiar em Deus também, e não acreditar em céticos, ateus etc. Portanto, a minha "armadura" cerebral é apenas contra estes últimos, é uma autodefesa contra o mal.

E, antes que o senhor distorça as minhas palavras que, já percebi, é bastante comum por aqui, esclareço: o mal não se traduz na pessoa descrente, o ateísmo sim, é um mal, a descrença total é um mal pior; porque ambos conduzem pessoas para uma vida infeliz." (grifos seus)

Daí o senhor "brilhantemente" conclui que eu estaria julgando os ateus como PESSOAS infelizes e maléficas, quando diz: pessoas que você julga infelizes e maléficas.

Mais abaixo, em seu comentário, numa forma de enaftizar o seu [ERRÔNEO] ENTENDIMENTO, observa: Não pode haver nenhuma palavra distorcida, na reprodução do que você mesmo escreveu. Realmente o senhor não transcreveu distorcidamente o que escrevi, mas tirou CONCLUSÕES ERRADAS!

Agora vou desenhar o que escrevi, a meu ver, claramente! Mas percebo agora que não foi o bastante.

Vamos ao primeiro grifo: a minha "armadura" cerebral é apenas contra estes últimos, é uma autodefesa contra o mal.

Ora, se eu quisesse dizer o que o senhor entendeu, teria escrito "é uma autodefesa contra os MAUS!" Ou seja, teria me valido na frase de um adjetivo diretamente relacionado aos ateus como PESSOAS.

Quando digo MAL, é um substantivo que se encerra em próprio sentido, não relacionado às pessoas da frase, e SIM, ao que delas PROCEDE ou PODERIA proceder!

Se ainda não ficou claro para o senhor, perceba a diferença na frase que coloco por exemplo: Pessoas BOAS podem fazer o BEM ou o MAL em algum momento para alguém. Por outro lado, pessoas MÁS também podem fazer o BEM ou o MAL para alguém.

Pois bem, na frase grifada, a minha autodefesa é contra o MAL que procede, ou poderia proceder dos ateus para os crentes - sem entrar no mérito pessoal daqueles.

E que MAL seria esse? As besteiras que falam contra Deus, a Igreja e a religião cristã em geral, e que se forem recebidas por um crente desavisado, ou em fase inicial de conversão, poderão causar um verdadeiro estrago na mente dele, enchendo-lhe de dúvidas com essas inverdades.

No segundo grifo, temos: o ateísmo sim, é um mal, a descrença total é um mal pior; porque ambos conduzem pessoas para uma vida infeliz.

Aqui confirma o entendimento anterior, refiro-me ao ATEÍSMO e a DESCRENÇA TOTAL. Afirmo que estes fatores CONDUZEM pessoas para uma vida infeliz.

Não cito ATEUS nem DESCRENTES, e sim o ateísmo e a descrença que seriam os CONDUTORES de pessoas à infelicidade. (Porque é isso que penso.)

Também, nem mesmo afirmo que os ateus e descrentes, IRREMEDIAVELMENTE se tornarão infelizes! Mas que tais pessoas estariam sendo CONDUZIDAS para a infelicidade por esses condutores de males, quais sejam, o ateísmo e a descrença total. (E essa infelicidade viria por consequência da RELATIVIZAÇÃO dos valores morais, conforme me referi nos parágrafos posteriores aos grifados.)

Contudo, e para não dizer que estou tentando amenizar o que escrevi, FIZ SIM AFIRMAÇÕES DIRETAS mas à pessoa envolvida no debate! Porém, não o fiz nesses parágrafos que o senhor destacou, conforme já esclareci - assim espero!!!

Conforme já assumi, fiz colocações diretas, e sem generalização; mas foi no parágrafo onde AFIRMO COM TODAS AS LETRAS: É óbvio que o senhor [Moacir] não vai aceitar a pecha de infeliz, ninguém quer ser visto assim pelos outros, mas o próprio ranço contido nas suas palavras já o revelam. Isto porque ficou claro para mim nos comentários daquele senhor, quando afirma que jamais vou querer compreender o coração de um cristão, só sei que os corações são péssimos, e também, tenho plena certeza  que nunca vou ser cristão, pelo simples ato de pensar (como se alguém se torna cristão por não pensar); sendo que, até então, não tinha dado motivo algum a esse senhor para responder-me com tamanho ranço, basta que se leia o comentário que tinha lhe enviado anteriormente para ficar constatado o que digo; logo, isso só pode ter partido de uma pessoa rançosa, infeliz na vida, e que vem à web descarregar suas mágoas em cima de quem sequer conhece.

E digo mais: NÃO É SÓ ELE o rançoso e infeliz por aqui! Outro é o moço que faz questão de postar suas ASNEIRAS EM LETRAS GRANDES E COLORIDAS! E, também já fui chamado até de "burro" pela senhora que o senhor tomou suas dores, em função da resposta contundente que dei a ela, embora mais polida do que o comentário que me foi dirigido. Mas isso tudo, como teria partido de ateus dirigido a um crente, não parece ter lhe incomodado nem um pouco, não é mesmo? (Parcialidade!) Aliás, o senhor mesmo já dirigiu-se a mim com adjetivos depreciativos, ainda que eu não tenha usado similares em relação ao senhor.

Enfim, falta-lhes o polimento necessário para o desenvolvimento de um debate em alto nível. Não conseguem dirigir seus comentários apenas defendendo suas próprias convicções, têm que se valer de palavras desrespeitosas a tudo aquilo que para nós é sagrado e, pior, sentem-se ofendidos quando recebem respostas no mesmo 'nível'. Por exemplo a Bíblia pode ser tratada de "lixo", e quando tratamos as literaturas ateístas como "livrecos", é uma ofensa! Também não suportam um contraditório com elegância, têm que apelar para os adjetivos depreciativos à pessoa do crente, em contrapartida, se dirigimos críticas contundentes ao ateísmo, mesmo que não se tratem de argumentum ad hominem, ainda assim, estas são recebidas como ofensas.

Não seria mais honesto, simplesmente NÃO aceitar registros de crentes? Ou, ao menos, colocar estampado na primeira página do site: CRENTES AQUI SOMENTE SERÃO ACEITOS SE PRATICAREM O 'DAR A OUTRA FACE', REAGIR COMO JESUS EM RELAÇÃO AOS 'VENDILHÕES DO TEMPLO', NÃO É PERMITIDO!!!

Pense nisso, sr. Ivo!

 


Ivo S. G. Reis disse:

Sigurd:

Agora você se superou e finalmente se revelou, "in totum", ao fazer um comentário em que confessa ter cabeça de aço e usar armaduras contra ateus, pessoas que você julga infelizes e maléficas.  Neste particular, apesar de aparente mais culto, não difere dos demais crentes que, sobre nós, tê a mesma visão. Parece que a sua cultura não lhe ajudou muito a abrir sua mente. Isto está claramente caracterizado nesta parte do seu comentário, que destaco:

"[...] sempre confiei nos meus pais, depois de adulto passei a confiar em Deus também, e não acreditar em céticos, ateus etc. Portanto, a minha "armadura" cerebral é apenas contra estes últimos, é uma autodefesa contra o mal.

E, antes que o senhor distorça as minhas palavras que, já percebi, é bastante comum por aqui, esclareço: o mal não se traduz na pessoa descrente, o ateísmo sim, é um mal, a descrença total é um mal pior; porque ambos conduzem pessoas para uma vida infeliz."

 Não pode haver nenhuma palavra distorcida, na reprodução do que você mesmo escreveu. Como resposta, não há muito o que dizer, pois as palavras já não fazem mais efeito sobre você: batem no seu escudo ou cabeça de aço e não penetram. . Quem sabe o vídeo abaixo (que com certeza nem se deu ao trabalho de ver) possa lhe convencer de quão errado está seu raciocínio:

Negue a mensagem do vídeo, se for capaz. Responda se as personalidades antiteístas nele citadas são pessoas infelizes que representam o mal e justifique se todos os cristão citados são exemplos de moral e de bondade.

Se ainda não se convenceu de que está errado nas suas conclusões, não insista no diálogo com ateus. Vá para um site gospel, ensinar crentes a se blindarem contra ateus. Lá, suas palavras surtirão efeitos, aqui não. Não estamos, como você em relação aos ateus, blindados contra o pensamento crente. Se eles vierem com bons argumentos e que façam sentido (não aqueles versículos bíblicos absurdos),  nós ouvimos e consideramos. Mas os que você tem apresentado, francamente, batem sempre na mesma tecla e rodopiam sem sair do lugar, parecendo camalotes no rebojo.

Saudações

T. P. Sigurd disse:

Sr. Moacir, se o senhor é cético desde quando nasceu, então, os seus pais devem ter tido muito trabalho para poderem lhe educar! (rsrs) Ou, talvez, nem tenham conseguido lhe passar todos os seus valores conforme gostariam. 

Comigo já não foi assim. De tudo que me recordo, sempre confiei nos meus pais, depois de adulto passei a confiar em Deus também, e não acreditar em céticos, ateus etc. Portanto, a minha "armadura" cerebral é apenas contra estes últimos, é uma autodefesa contra o mal.

E, antes que o senhor distorça as minhas palavras que, já percebi, é bastante comum por aqui, esclareço: o mal não se traduz na pessoa descrente, o ateísmo sim, é um mal, a descrença total é um mal pior; porque ambos conduzem pessoas para uma vida infeliz. É óbvio que o senhor não vai aceitar a pecha de infeliz, ninguém quer ser visto assim pelos outros, mas o próprio ranço contido nas suas palavras já o revelam.

O cristão, pelo contrário, mesmo que tudo o que ele acredita fosse 'fictício' como o senhor afirma, ainda assim, o mero exercício do cristianismo já lhe trouxe inúmeros benefícios para a sua vida prática, tornando-o uma pessoa mais saudável, mais amistosa, social, solidária... mais feliz. É lamentável que alguns não percebam o óbvio, optem pelo caminho sem "dogmas" e assim ensinem a seus filhos, favorecendo a estes todo e qualquer tipo de experiência, já que numa vida sem regras absolutas, "qualquer forma de amor é válida", "beber 'socialmente', consumir qualquer droga desde de que não haja excesso, também é válido", "ser corrupto desde que não seja descoberto, é ser esperto"... Enfim, mesmo que não pratiquem tais coisas, os sem "dogmas" relativizam essas aberrações porque "não são preconceituosos como os religiosos".

Analisando sob esse ângulo, realmente, concordo com o senhor. O cristão sincero tem um "coração péssimo" uma "cabeça de tungstênio" porque não se deixa envolver por argumentações relativistas, não existe mais ou menos, existe o certo e o errado. O certo é o que vem de Deus, Aquele que para o senhor é fictício; o errado é acreditar em conversa fiada de ditos 'humanistas seculares', relativistas de valores que para o cristão sincero são absolutos, portanto, INEGOCIÁVEIS.   


Moacir Almeida Rocha disse:


caro Sigurd, em primeiro lugar quero deixar claro, que eu sou totalmente contra essa palavra ateu, eu me considero muito mais do que um ateu, eu sou cético desde quando nasci com muito orgulho, tenho plena certeza  que nunca vou ser cristão, pelo simples ato de pensar e jamais vou querer compreender o coração de um cristão, só sei que os corações são péssimos. Pra mim, deus é o maior mágico invisível do universo, céu é uma gigantesca imaginação e o inferno é aqui onde todos nós vivemos, e por favor tira da sua cabeça, que com certeza não existe céu, inferno, paraíso e jamais vida eterna.
T. P. Sigurd disse:

Sr. Moacir Almeida Rocha disse:

"Quem é Deus"?

"Deus é uma figura fictícia, representante do bem, do bom, da coragem, do respeito e do amor".

Se o senhor pensa assim, sr, Moacir, já é um bom começo para compreender o coração de um crente. Deus é o Guia dos que nEle creem. Simples não? Por isso se torna difícil entender por que um crente deixa um ateu tão incomodado. 

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