Irreligiosos

Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

(O tópico abaixo é de autoria de Atena Vieira e só foi  publicado por mim aqui porque a autora não sabia como fazê-lo e, assim, me pediu que o fizesse. Convém ressaltar que está sendo submetido apenas para a apreciação dos colegas , não representando a opinião da administração). Segue o texto:

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O assunto é meu conhecido já há bastante tempo, mas recentemente tomei conhecimento de um caso específico que me chamou a atenção por tratar-se do relato de um neurocirurgião, que até a data de seu coma, era um cientista cético e materialista como os demais e que acreditava que consciência era apenas uma ilusão criada pelo funcionamento bioquímico do cérebro.

Em 2008 o Dr. Eben Alexander foi levado ao hospital, já inconsciente, devido a uma meningite bacteriana (escherichia coli). Durante seis dias esteve em coma devido aos estragos causados pela bactéria em seu cérebro e também sedado por causa das convulsões que apresentava na chegada ao hospital e posteriormente quando a sedação diminuía.

Após seu restabelecimento refletiu muito sobre o que tinha lhe acontecido, enquanto em coma, procurando explicações científicas para o sucedido. Considerou e rejeitou como possíveis causas para sua experiência:

 

1) Programa do tronco cerebral primitivo

2) Recordação distorcida de memórias do sistema límbico

3) Bloqueio glutamato endógeno com excito-toxidade

4) DMT de despejo

5) Preservação isolada de regiões corticais do cérebro

6) Perda de neurônios inibitórios que levam a altos níveis de atividade entre redes neuronais excitatórias para gerar uma aparente "hiper-realidade"

7) A ativação do tálamo, gânglios basais e “tempestade de idéias” para criar uma experiência de hiper-realidade

8) Fenômeno reboot (reinicialização)

9) Geração de memória incomum através de vias visuais arcaicas. (http://www.naturalnews.com/037917_Proof_of_Heaven_afterlife_Creator... )          

 

Discutiu seu caso com colegas e finalmente nada encontrando que explicasse cientificamente o que lhe tinha ocorrido resolveu escrever um livro contando sua experiência, mesmo que isso lhe trouxesse o escárnio do meio científico, que chamou de “Proof of Heaven” (prova do céu).

Durante os seis dias em estado comatoso ele “viajou”, nas asas de uma borboleta acompanhado por uma linda moça de olhos azuis, por lugares lindos e de muita paz. “Finalmente Alexander entrou em um vazio infinito imenso, completamente escuro, mas também repleto de uma luz de um Orbe brilhante. Estava agora no núcleo. The Orb foi o seu companheiro, mas dentro do núcleo, permeando-o, era a Fonte, o Deus Criador. Através do Orbe, Deus revelou muitos segredos e mistérios da existência para Eben, conhecimento que ele recebeu instantaneamente e diretamente e armazenado sem memorização-conhecimento que o levará a uma vida inteira para processar.”(http://iands.org/news/news/front-page-news/970-esquire-article-on-e... )

A neurociência informa que para manter a consciência, a pessoa precisa ter o córtex e o tronco cerebral funcionando perfeitamente e esse não foi o caso do Dr. Alexander, pois “em seu coma foi mostrada atividade zero do cérebro superior. Ele somente foi mantido vivo pelo aparelho respirador e fluidos intravenosos. Os médicos assistentes logo concluíram que o Dr. Alexander iria morrer em questão de dias e que, mesmo que ele vivesse, seria um "vegetal" com função cerebral limitada. Estatisticamente, a taxa de mortalidade para pacientes com infecções de escherichia coli do cérebro é de 97%.” (http://www.naturalnews.com/037917_Proof_of_Heaven_afterlife_Creator... )

Há também um detalhe da estória que ratifica a experiência vivida pelo médico. Ele tinha sido adotado aos quatro meses de idade. Somente um ano antes do coma ele finalmente reencontrou seus pais biológicos e ficou sabendo que tinha tido uma irmã, mas que esta havia morrido há nove anos.

Após quatro meses da saída do hospital, o Dr. Alexander teve acesso a uma fotografia da irmã falecida e, para seu espanto, nela reconheceu a moça que o tinha acompanhado na asa de borboleta durante a experiência EQM.

“Cada experiência de quase-morte é única, mas há uma série de elementos comuns. A maioria das EQMs têm algum subconjunto desses elementos: a sensação de paz e ausência de dor, um sentimento de ser separado do corpo físico, uma transição para um nível mais alto (por vezes através de um túnel), estar em um lugar paradisíaco de beleza esmagadora , encontrando entes queridos falecidos, estar na presença de um ser de luz ou de algum outro ser espiritual, ter uma revisão de vida, sendo transportado para um local de puro Amor e de Sabedoria, atingindo uma barreira ou sendo dito você deve voltar e, finalmente, voltando para o corpo físico.”(http://iands.org/news/news/front-page-news/970-esquire-article-on-e... ) A experiência EQM do Dr. Alexander mostra alguns desses elementos.

É importante notar que os acontecimentos durante a EQM são interpretados pelos sujeitos de acordo com suas crenças e vivências pessoais. O Dr. Alexander interpretou o Orbe como Deus e o espaço onde se encontrava como céu. Embora não fosse religioso, não podemos esquecer que seu país é profundamente influenciado pela religião cristã.

 

Pensem a respeito e tirem suas conclusões sobre a veracidade ou não da vida após morte.

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Respostas a este tópico

Cara Atena:

Vejo esse assunto como controverso e de grande complexidade. Tão complexo, que médicos, cientistas, espíritas, religiosos e pesquisadores não conseguem chegar a uma conclusão definitiva. Mas uma coisa é certa e incontestável, em alguns pontos comuns: o fenômeno é real e não pode ser negado. Alterações cerebrais acontecem no espaço de tempo entre a quase total ausência de vida e o limiar da morte. O grande problema é interpretar isso corretamente e, o maior deles, como os pacientes interpretam o fenômeno após o seu retorno. Um cristão vai dar uma interpretação; um ateu, outra; um budista, outra;  um espírita, outra e assim por diante.

A medicina explica todas as sensações da EQM de outra maneira. A visão do túnel descrita em 95% dos casos seria resultado da falta de oxigênio do cérebro que deflagra uma ativação nas células da visão, criando a sensação de escuridão (túnel) e a luminosidade intensa.

A sensação de abandono do corpo ocorre com certa frequência em pessoas que tiveram o sono privado ou vivenciado momentos de forte estresse. Isso tudo ocorre em uma região do cérebro chamado giro angular que é responsável pela orientação espacial.

Os cientistas dizem que essa sensação nada mais é do que uma espécie de artifício do cérebro para se preparar no momento da morte. Segundo a opinião médica predominante, a sensação de profunda paz é o resultado da liberação das endorfinas.

Mas há muito mais a ser dito porque existem coisas que ainda não podem ser explicadas e que acontecem durante a ocorrência do fenômeno. Volto a falar mais sobre o assunto quando os demais colegas se manifestarem.

Abraços!

Pois é, Ivo, o grande problema no estudo dessa experiência é os médicos a atribuírem a coisas que ocorrem no cérebro quando, na realidade, a consciência independe do mesmo. A consciência usa o cérebro como  instrumento para se manifestar. Enquanto os neurocientistas insistirem nessa falácia o estudo dificilmente  vai progredir.

Eu, como já passei por experiência de separação do corpo, estou me lixando para o que a ciência diz a respeito. Claro que a interpretação do que os indivíduos experienciam fora do corpo vai depender de sua vivência prévia e crenças pessoais, contudo não vejo como isso possa invalidar o sucedido.

Tenho uma observação a fazer quanto ao tópico onde foi postado este texto, não tem nada a ver com espiritismo, acho que ficaria melhor num tópico "baú do inexplicado". rsrs

abraços

Companheiros do Irreligiosos!

Vou contar-lhes uma passagem que aconteceu comigo há mais ou menos 35 anos atrás.

Eu fazia parte da gerência administrativa do Banco onde eu trabalhava, num prédio de 12/15 andares, não me lembro da quantidade,porque eu não entrava no prédio que dava acesso aos outros andares, sendo quem do Banco,  seis  e um sub solo. A lotação de funcionários dos andares do Banco, incluindo toda a sua diretoria girava em mais de 800 servidores, sendo que a agência, em si, possuía na época em torno de 650 funcionários.

Vocês devem estar estranhando esses detalhes, mas é importante, porquê apena um cidadão, participou do que vou relatar e que até um primo meu, que é médico, consultei e ele me respondeu com firmeza: a medicina explica isso. Bem vamos ao relato do acontecido.

Trabalhava no 4° andar  em uma das suas muitas salas, dividindo-a com mais 4 colegas e uma secretária.

A sala, era mantida a porta fechada e quem batesse nela, não se sabia quem era, claro, até que mostrasse o rosto.

Aconteceu assim, do nada, alguém batendo na porta, quando de repente eu, sem saber o porquê, eu sabia quem estava batendo, e o que ele iria falar mais os envolvidos no assunto que ele trazia, eu sabia tudo com antecedência, o que todos eles iriam falar entre si.

Assim foi, eu estupefato, pois tratava-se de um assunto banal de trabalho,mas que eu não tinha como saber do assunto, que veio lá do térreo, um dos muitos assuntos triviais que chegavam a gerência administrativa para dar respaldo ou solução.

Era como se eu já tivesse assistido a esse diálogo. Confesso fiquei arrepiado, e até que a revista Hype Science, publicou algo a respeito e, anexo o link sobre o assunto, ao final.

Ainda assim, com toda a explicação dada pelos médicos, como eu poderia saber quem era e o assunto estou grilado até hoje.

Embora o assunto não tenha a haver com a EQM, de alguma maneira tem a haver com as surpresas de nosso cérebro, segundo a medicina. Será ?!

Nosso cérebro é capaz de prever o futuro próximo

Saudações Irreligiosas.

Paulo:

Após ter lido a matéria indicada posso lhe dizer que com certeza não foi o que lhe aconteceu. No seu caso não houve uma sequência de acontecimentos.

Tenho duas hipótese para o sucedido com você; 1) poderia ter tido uma saída do corpo prévia e durante ela "viu" o que posteriormente ia acontecer (fora do corpo o tempo não é linear).

2) pode ter sido "avisado" por uma parte sua,que todos nós possuímos, e à qual não dou nome porque não posso afirmar algo que não domino.

sds

Atena!

Eu não sei explicar, lembro-me apenas de escutar baterem na porta, para entrar, quando de minha mesa, levantei os olhos e comecei, como a assistir um filme que já tinha assistido. Isto sem mais nem menos, durante o trabalho. O que posso dizer? Não frequento centros espíritas, não sou médium, não vejo o porquê disso, mas aconteceu comigo.

Faz alguns anos, eu comprei um livro em função disto, cheguei a comentar por aqui: VIAGENS FORA DO CORPO de Robert A. Monroe (Editora  Record), porém, não relatei o fato, o que hoje o fiz. Omitir por quê ? 

Se a ciência está certa, ou não, não me cabe discutir,por puro desconhecimento, fazer o quê ?

Saudações irreligiosas.

Paulo:

Não precisa ser médium nem espírita para ter esse tipo de experiência, basta ser humano. Apesar dos ateus e outros não aceitarem, somos seres "espirituais" (na falta de melhor palavra) com corpos densos, simples assim.

O problema com esses assuntos é o emprego de palavras que se tornaram contaminadas por crendices e picaretagens .

Na realidade tudo tem a ver como fato de a consciência não necessitar de um invólucro físico e isso, tenho certeza, a ciência acabará por descobrir.

O velho Shakespeare tinha muita razão ao dizer que entre o céu e a terra há muito mais do que a nossa vã filosofia alcança.

sds

Atena!

Pelo que tenho observado ao longo de minha vida é que, quem tem, tem, quem não tem, não tem, e o fato de ser médium ou não, não faz diferença, não é coisa da qual a todos é permitido, mas também nada posso falar pois não sou do "ramo", apenas observo.

Meu pai, meus filhos homens, parentes meus, era e são médiuns, era porque meu pai e alguns parentes, já se foram desta vida. Esta a minha experiência, mas não participo.

Shakespeare, tem toda a razão, existem muitas coisas inexplicáveis, por esta e outras razões, me considero agnóstico, mas nem por isto admito a existência de Deus.

Saudações irreligiosas.

Atena Vieira disse:

Paulo:

Não precisa ser médium nem espírita para ter esse tipo de experiência, basta ser humano. Apesar dos ateus e outros não aceitarem, somos seres "espirituais" (na falta de melhor palavra) com corpos densos, simples assim.

O problema com esses assuntos é o emprego de palavras que se tornaram contaminadas por crendices e picaretagens .

Na realidade tudo tem a ver como fato de a consciência não necessitar de um invólucro físico e isso, tenho certeza, a ciência acabará por descobrir.

O velho Shakespeare tinha muita razão ao dizer que entre o céu e a terra há muito mais do que a nossa vã filosofia alcança.

sds

Caro Ivo,

O engraçado é que eu, por não ter lido o seu post (confesso!), iria indicar justamente o estudo desse livro. Esse caso é emblemático. Todavia, ainda falta muito a ser estudado.

A minha conclusão é que não existe nem vida e nem morte. O que existem para mim são estágios na escala evolutiva, os quais passamos a fim de que avancemos para o bem supremo. A EQM é uma evidência plausível. Que os amigos, que atribuem tudo à ilusão, às fantasias, à compulsões e etc., nos mostrem os erros das conclusões pró vida após a morte com base nas suas teorias. 

Sou ateia nisso também!

Mas fiquei ainda mais ateia do que já era (ou tive mais base para sustentar esse meu ateísmo) depois que li o livro Cérebro e Crença, do Michael Shermer. Ele explicou muita coisa que eu não conseguia explicar e, principalmente, mostrou que o que não podemos explicar ainda possivelmente poderá ser feito com avanços tecnológicos e científicos.

Para mim é mais ou menos como os milagres para explicar a existência de deus; quanto mais a ciência avança, menos fenômenos são passíveis de serem considerados milagres, mesmo pelos crentes mais fervorosos.

Cara Divina:

Os dois livros de Michael Shermer ("Cérebro e Crença" e "Por que as pessoas acreditam em coisas estranhas ?"), ambos já traduzidos para o português e publicados aqui (resenheados no Irreligiosos), conquanto muito bons e explicativos, merecem alguns reparos devido ao radicalismo cético e exagerado de Michael Shermer.

Recomendo a leitura da nossa matéria "Michael Shermer, irreligioso e cético... Exageradamente cético?". Após, se desejar, volte a assunto.

Saudações Irreligiosas!

Divina de Jesus Scarpim disse:

Sou ateia nisso também!

Mas fiquei ainda mais ateia do que já era (ou tive mais base para sustentar esse meu ateísmo) depois que li o livro Cérebro e Crença, do Michael Shermer. Ele explicou muita coisa que eu não conseguia explicar e, principalmente, mostrou que o que não podemos explicar ainda possivelmente poderá ser feito com avanços tecnológicos e científicos.

Para mim é mais ou menos como os milagres para explicar a existência de deus; quanto mais a ciência avança, menos fenômenos são passíveis de serem considerados milagres, mesmo pelos crentes mais fervorosos.

Penso que o ceticismo ligado à evidência da existência do espírito baseada nas EQM's provém do ledo engano de considerar tal existência um fato sobrenatural. Ora, sabemos que o sobrenatural nao existe, logo tais evidências também não o são. O autor do livro em questão era tão cético quanto o Shermer e também, salvo engano, neurocirurgião, portanto, como ele mesmo afirma, sabe muito bem distinguir realidade de fantasia. Concordo com Ivo e com o próprio Alexander com relação quando diz que as análises sobre assuntos relacionados ao "sobrenatural" são ainda muito superficiais...

Caro Ivo S.

Li a matéria cujo link você colocou aqui (não li os comentários) e continuo dizendo que sou ateia também nesse assunto. Não é por teimosia nem por ter me tornado uma discípula fanática do Shermer, é porque muito do que ele coloca no livro bate com o que eu já pensava antes de ler o livro. 

Sequer entendi tudo que li, todas aquelas informações dobre quais partes do cérebro são responsáveis por quais coisas estão bem além do meu parco conhecimento, apenas achei bastante crível o que entendi dos fatos narrados no texto dele. 

Isso não significa que se tiver alguma prova de EQM e outros fenômenos eu rejeite, significa que, até agora, não vi nada que me convencesse. Da mesma forma que sou ateia mas não rejeitaria uma prova de que deus existe, entende?

Lembro que tem aquela oferta de um milhão de dólares do Randi para qualquer um que provar um fenômeno desse tipo e, que eu saiba, ninguém recebeu esse dinheiro. Por que, me pergunto, essa tal mulher do algodão citada na matéria não vai atrás desse dinheiro? Confesso que nunca ouvi falar dela, desconheço totalmente, mas acho que se for verdade mesmo ela deveria ir. Se alguém recebesse essa grana eu ficaria muito tentada a acreditar em fenômeno sobrenatural... mas não tenho conhecimento de nada definitivo.

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