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Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

Esta questão é muitíssimo intrigante. Já tenho a minha opinião pessoal, mas vou colocá-la somente lá mais para o final das discussões, para não contaminar as respostas dos colegas e não se vir depois alegar que tentei "conduzir" as discussões.

Mesmo assim, sinto-me na obrigação de orientar os possíveis debatedores sobre o que se oferece sobre o assunto, para evidenciar o que precisa ser contestado ou confirmado:

 

 

Sobra o batismo de Jesus, por João Batista:

1 - É muito reduzida a literatura específica sobre este assunto, mesmo em língua estrangeira, quer em versões impressas como digitais;

2 - Historiadores de renome, simplesmente se omitem, "pulando" esta passagem. E a razão é simples: Ora, se o Jesus Cristo da fé é um mito, como defendem os mitologistas, a passagem do batismo, com a declaração de João reconhecendo Jesus como o filho de Deus, a voz tonitruante de Deus dizendo "Este é meu filho..." e a pomba do Espírito Santo, descendo sobre Jesus, tem de ser falsa também. Mas João Batista é um personagem histórico, que realmente existiu. E se aconteceu mesmo o batismo de Jesus, então é porque ele (Jesus de Nazaré) também existiu, não como  descrito nos Evangelhos, mas talvez como um mortal comum. Se o batismo de Jesus for um fato histórico, isto poria por terra a teoria dos mitologistas e faria de Jesus um personagem real, mesmo não sendo aquele descrito nos Evangelhos. Seria um mortal comum que se dizia filho de Deus, um judeu (zelota?), nascido talvez na Galiléia, de pais desconhecidos pela história, messiânico e pregador ambulante, igual a tantos outros que existiram antes dele e depois dele. A diferença entre Jesus de Nazaré e os demais messias (a maioria executada pelo Império Romano ou pelos próprios judeus) é que Jesus teria sido escolhido para ser mitologizado.

3 - Segundo a Bíblia João Batista e Jesus eram primos e João era seis meses mais velho que Jesus

4 - Os Evangelhos se contradizem quanto ao batismo de Jesus por João Batista, sendo que um deles, o de João, sequer cita a passagem. Quando João Batista se encontrava na prisão, contam os Evangelhos que ele mandou dois emissários para perguntar se Jesus era realmente o "messias", dando a entender que não o conhecia. Mas como não saber que era o "messias" se foi ele próprio, João, quem o batizou e houve todo aquele espetáculo de Deus interferindo na cerimônia?! Dava para esquecer tão rapidamente?

5 - A própria passagem de João na prisão mandando dois emissários  para investigar se Jesus era mesmo o messias teria de ser falsa porque, se para provar que Jesus não foi batizado por João essa passagem for considerada verdadeira, então é porque existia mesmo um tal "Jesus de Nazaré", ainda que não tivesse sido batizado por João.

Estão aí as pistas do quebra-cabeças. O resto é com vocês.

Nota: atualização do tem 2 em 03/05/2014.

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Respostas a este tópico

Erijosé!

Evidentemente, ninguém de aqui nem do passado, que não tenha vivenciado o fato, poderá de sã consciência afirmar com absoluta certeza, que Jesus existiu ou não. Mas isso não me dá o direito de aceitar como verdade a sua existência, tal o enorme volume da improbabilidade da sua existência, por isso não o aceito como verdade.

Saudações.



Erijosé Oliveira disse:

A mesma pergunta eu lhe faço: Já passou pela sua cabeça que o ceticismo em relação a inexistência de Jesus pode estar erada?

Voce acha que o cético vai afirmar algo como JESUS EXISTIU?

Os cristãos não precisam de documentos históricos, pois a fé remove montanhas. Em virtude não só da fé, mas dos documentos que já se tem em mãos podemos afirmar que Jesus de fato existiu. Se ele não existiu é preciso trazer evidencias porque não se questionou a existência do Jesus nos primeiros séculos da era cristã.

Abraços.

Paulo Rosas Moreira disse:

Erijosé!

Diante de suas palavras, eu lhe pergunto: já lhe passou pela cabeça, o fato de ser você, que não quer enxergar?

Saudações.

Erijosé Oliveira disse:

Aqueles que odeiam a religião farão de tudo para arrumar teorias sem provas apenas para favorecer seus desejos próprios. Como eu disse: Céticos por mais que apresentem evidencias teóricas não podem provar nada. Apenas trazer ceticismo com respeito a existência de Cristo Jesus.

Se a perseguição aos cristãos não existiram no primeiro século, Jesus não existiu, o novo testamento e o cristianismo foi uma invenção posterior, que os documentos históricos foram forjados pela igreja, então porque não se inventou muito mais para não deixar dúvidas?

Em questão disto porque não se propagou uma mentira tão escandalosa a respeito de um fantasma que nunca existiu? 

Ninguém até hoje prova quem inventou o cristianismo, quem inventou Jesus, quais personagens inventaram o novo testamento e como conseguiram fazer todo aquele teatro para ser acreditado sem ninguém perceber suas mentiras.

Roma já tinha seus deuses e porque iria oficializar sua religião em uma seita que crescia na época?

Se surge um comentário na época que um tal de Jesus era líder de uma seita chamada cristã e ninguém resolveu afirmar nada como mentira é porque de fato ele existiu. As probabilidades na minha opinião são bem a favor que tenha existido pelo fato de ninguém questionar sua existência nos primeiros séculos.

Paulo Rosas Moreira disse:

Erijosé!

Evidentemente, ninguém de aqui nem do passado, que não tenha vivenciado o fato, poderá de sã consciência afirmar com absoluta certeza, que Jesus existiu ou não. Mas isso não me dá o direito de aceitar como verdade a sua existência, tal o enorme volume da improbabilidade da sua existência, por isso não o aceito como verdade.

Saudações.




Paulo Rosas Moreira disse:

Erijosé!

Sem comentários.....

Erijosé Oliveira disse:

Paulo Rosas, me indique um documento histórico entre os primeiros 3 séculos da era cristã que fala que o personagem Jesus nunca existiu. Se não existe podemos entender que o Jesus histórico possa ter existido. Repito: Quem questionou a existência de Jesus de Nazaré?

Porque cabe aos céticos a verdade que ele não existiu?

Poncios pilatos era tido como invenção também. Levando em consideração as fontes históricas escritas, é mais provável que  Pôncio Pilatos tenham existido do que Sócrates ou Platão.
Além disso não faltam evidências arqueológicas. 
Em resumo: se ele não existiu é melhor acreditar que Platão e Sócrates, etc. não existiram

Paulo Rosas Moreira disse:

Erijosé!

Ainda bem que você percebeu e ganhou pontos, pelo menos comigo. Sua frase abaixo :

-" Jesus não vai trazer diferenças quanto a existência de Deus caso Jesus existiu. Essa discussão é bom para os céticos porque não existem escritos históricos e com isto dá para fazer uma montagem a nível cético. "

A propósito,  montagem cética ? Acredito que você quis dizer, raciocínio dentro da lógica, porque o fato de não existir, significa que não existe evidência, não é verdadeiro, e como tal, não pode ser tomado em consideração. Eu penso assim e você ?

Saudações.


Erijosé!

Boa pergunta ! Não foi um quem forjou as histórias do NT , ademais, se você viu o vídeo  que recomendei a horas atrás, você verifica que o que foi feito, o foi na hoje Turquia, e Roma não participou do grande engodo, apenas cedeu o seu cenário.

Os personagens de William Shakespeare, também não existiram, mas todos apreciam suas histórias, como elas são: ficção, já não acontece o mesmo com as histórias do cristianismo do NT, porque elas são utilizadas como exploração política e financeira.

Saudações.

Erijosé Oliveira disse:

Se a perseguição aos cristãos não existiram no primeiro século, Jesus não existiu, o novo testamento e o cristianismo foi uma invenção posterior, que os documentos históricos foram forjados pela igreja, então porque não se inventou muito mais para não deixar dúvidas?

Em questão disto porque não se propagou uma mentira tão escandalosa a respeito de um fantasma que nunca existiu? 

Ninguém até hoje prova quem inventou o cristianismo, quem inventou Jesus, quais personagens inventaram o novo testamento e como conseguiram fazer todo aquele teatro para ser acreditado sem ninguém perceber suas mentiras.

Roma já tinha seus deuses e porque iria oficializar sua religião em uma seita que crescia na época?

Erijosé!

Se você juntar as histórias de deuses anteriores ao cristianismo, você e qualquer um poderá formar opinião, porque a história se repete. Todos as histórias dos deuses anteriores são reedições das anteriores, assim como a história de Jesus Cristo.  Para quem nunca leu sobre os deuses do passado, admite-se a crença, mas para quem leu sobre esses, é difícil acreditar neste último.  Está é a razão da incredulidade neste mito.

A igreja pode se esquivar, contar o que quiser, mas os registros estão lá, para quem quiser e souber ler.

Saudações.

Erijosé Oliveira disse:

Se surge um comentário na época que um tal de Jesus era líder de uma seita chamada cristã e ninguém resolveu afirmar nada como mentira é porque de fato ele existiu. As probabilidades na minha opinião são bem a favor que tenha existido pelo fato de ninguém questionar sua existência nos primeiros séculos.

Paulo Rosas Moreira disse:

Erijosé!

Evidentemente, ninguém de aqui nem do passado, que não tenha vivenciado o fato, poderá de sã consciência afirmar com absoluta certeza, que Jesus existiu ou não. Mas isso não me dá o direito de aceitar como verdade a sua existência, tal o enorme volume da improbabilidade da sua existência, por isso não o aceito como verdade.

Saudações.

Erijosé !

KKKKKKKKKKKKKKK.....

Saudações.....


Erijosé Oliveira disse:



Paulo Rosas Moreira disse:

Erijosé!

Sem comentários.....

Erijosé Oliveira disse:

Paulo Rosas, me indique um documento histórico entre os primeiros 3 séculos da era cristã que fala que o personagem Jesus nunca existiu. Se não existe podemos entender que o Jesus histórico possa ter existido. Repito: Quem questionou a existência de Jesus de Nazaré?

Porque cabe aos céticos a verdade que ele não existiu?

Poncios pilatos era tido como invenção também. Levando em consideração as fontes históricas escritas, é mais provável que  Pôncio Pilatos tenham existido do que Sócrates ou Platão.
Além disso não faltam evidências arqueológicas. 
Em resumo: se ele não existiu é melhor acreditar que Platão e Sócrates, etc. não existiram

Paulo Rosas Moreira disse:

Erijosé!

Ainda bem que você percebeu e ganhou pontos, pelo menos comigo. Sua frase abaixo :

-" Jesus não vai trazer diferenças quanto a existência de Deus caso Jesus existiu. Essa discussão é bom para os céticos porque não existem escritos históricos e com isto dá para fazer uma montagem a nível cético. "

A propósito,  montagem cética ? Acredito que você quis dizer, raciocínio dentro da lógica, porque o fato de não existir, significa que não existe evidência, não é verdadeiro, e como tal, não pode ser tomado em consideração. Eu penso assim e você ?

Saudações.


Erijosé:

Olhe só como você é teimoso, interpreta mal as evidências e fatos históricos e se recusa a aceitar as conclusões óbvias... Veja só o que você disse:

Poncios pilatos era tido como invenção também. Levando em consideração as fontes históricas escritas, é mais provável que  Pôncio Pilatos tenham existido do que Sócrates ou Platão.
Além disso não faltam evidências arqueológicas. 
Em resumo: se ele não existiu é melhor acreditar que Platão e Sócrates, etc. não existiram

Será que vc ainda não entendeu que na trama de Jesus foram misturados personagens e lugares verdadeiros para que a falsa história de Jesus de Nazaré também parecesse verdadeira? Hoje, depois de mais de 2.000 anos de pesquisa, ninguém duvida mais da existência de Pilatos, de Caifás, de João Batista, do Templo, de Nero... Mas sobre a de Jesus, Maria e José e os apóstolos, as dúvidas persistem, até hoje. Não lhe parece estranho? E se levarmos em conta que Jesus de Nazaré foi a personalidade mais investigada do mundo, já não era para se ter certeza da sua existência, caso realmente tivesse existido? E sobre Sócrates e Platão a crítica histórica não mais coloca dúvidas sobre as suas existências, assim como a de Pôncio Pilatos. 

Não lhe parece altissimamente estranho que se possam confirmar as existências do homem que supostamente batizou Jesus e daquele que o condenou, mas não a do próprio Jesus? Qual a desculpa? Sumiram os registros, as fontes? Por que não sumiram as de Pilatos e João Batista?

Você fala em "evidências arqueológicas", sem citar quais. Que evidências arquelógicas apontam para a comprovação da existência de Jesus de Nazaré? Cite uma, pelo menos uma, mas que seja válida e inquestionável. Faça isso por nós, seus colegas daqui,porque todos também queremos saber, caso existam.

Abraços!

na internet se acha bastante supostas "evidencias" agora que vçs vão acreditar em alguma é outra história 

Arqueólogos israelenses confirmaram a autenticidade de um ossuário (caixa usada para guardar ossos depois da fase inicial de sepultamento) pertencente à família do sacerdote que teria conduzido o julgamento de Jesus. A peça, feita em pedra e decorada com motivos florais estilizados, data provavelmente do primeiro século da Era Cristã - tem, portanto, uns dois mil anos. A inscrição no ossuário, em aramaico (“primo” do hebraico, língua do cotidiano na região durante a época de Cristo), diz: “Miriam [Maria], filha de Yeshua [Jesus], filho de Caifás, sacerdote de Maazias de Beth Imri.” O nome “Caifás” é a pista crucial, afirmam os arqueólogos Boaz Zissu, da Universidade Bar-Ilan, e Yuval Goren, da Universidade de Tel-Aviv, que estudaram a peça. 

Veredito: ossuário do irmão de Jesus é verdadeiro

Ela pesa 25 quilos. Tem 50 centímetros de comprimento por 25 centímetros de altura. E está, indiretamente, no banco dos réus de um tribunal de Jerusalém desde 2005. A discussão em torno de uma caixa mortuária com os dizeres “Tiago, filho de José, irmão de Jesus” nasceu em 2002, quando o engenheiro judeu Oded Golan, um homem de negócios aficionado por antiguidades, revelou o misterioso objeto para o mundo. A possibilidade da existência de um depositário dos restos mortais de um parente próximo de Jesus Cristo agitou o circuito da arqueologia bíblica. Seria a primeira conexão física e arqueológica com o Jesus do Novo Testamento. Conhecido popularmente como o caixão de Tiago, a peça teve sua veracidade colocada em xeque pela Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA). Em dezembro de 2004, Golan foi acusado de falsificador e a Justiça local entrou no imbróglio. No mês passado, porém, o juiz Aharon Far¬kash, responsável por julgar a suposta fraude cometida pelo antiquário judeu, encerrou o processo e acenou com um veredicto a favor da autenticidade do objeto. Também recomendou que o IAA abandonasse a defesa de falsificação da peça. “Vocês realmente provaram, além de uma dúvida razoável, que esses artefatos são falsos?”, questionou o magistrado. Nesses cinco anos, a ação se estendeu por 116 sessões. Foram ouvidas 133 testemunhas e produzidas 12 mil páginas de depoimentos.

http://www.arqueologia.criacionismo.com.br/

abraços

Eu sempre concordei com a pesquisa teológica que Jesus tem 99,9% para ter existido.

Luiz A.Sabino!

Não acredites em tudo que dizem, quem são essas fontes? Você já verificou?

Saudações irreligiosas.

Luis A. Sabino disse:

na internet se acha bastante supostas "evidencias" agora que vçs vão acreditar em alguma é outra história 

Arqueólogos israelenses confirmaram a autenticidade de um ossuário (caixa usada para guardar ossos depois da fase inicial de sepultamento) pertencente à família do sacerdote que teria conduzido o julgamento de Jesus. A peça, feita em pedra e decorada com motivos florais estilizados, data provavelmente do primeiro século da Era Cristã - tem, portanto, uns dois mil anos. A inscrição no ossuário, em aramaico (“primo” do hebraico, língua do cotidiano na região durante a época de Cristo), diz: “Miriam [Maria], filha de Yeshua [Jesus], filho de Caifás, sacerdote de Maazias de Beth Imri.” O nome “Caifás” é a pista crucial, afirmam os arqueólogos Boaz Zissu, da Universidade Bar-Ilan, e Yuval Goren, da Universidade de Tel-Aviv, que estudaram a peça. 

Veredito: ossuário do irmão de Jesus é verdadeiro

Ela pesa 25 quilos. Tem 50 centímetros de comprimento por 25 centímetros de altura. E está, indiretamente, no banco dos réus de um tribunal de Jerusalém desde 2005. A discussão em torno de uma caixa mortuária com os dizeres “Tiago, filho de José, irmão de Jesus” nasceu em 2002, quando o engenheiro judeu Oded Golan, um homem de negócios aficionado por antiguidades, revelou o misterioso objeto para o mundo. A possibilidade da existência de um depositário dos restos mortais de um parente próximo de Jesus Cristo agitou o circuito da arqueologia bíblica. Seria a primeira conexão física e arqueológica com o Jesus do Novo Testamento. Conhecido popularmente como o caixão de Tiago, a peça teve sua veracidade colocada em xeque pela Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA). Em dezembro de 2004, Golan foi acusado de falsificador e a Justiça local entrou no imbróglio. No mês passado, porém, o juiz Aharon Far¬kash, responsável por julgar a suposta fraude cometida pelo antiquário judeu, encerrou o processo e acenou com um veredicto a favor da autenticidade do objeto. Também recomendou que o IAA abandonasse a defesa de falsificação da peça. “Vocês realmente provaram, além de uma dúvida razoável, que esses artefatos são falsos?”, questionou o magistrado. Nesses cinco anos, a ação se estendeu por 116 sessões. Foram ouvidas 133 testemunhas e produzidas 12 mil páginas de depoimentos.

http://www.arqueologia.criacionismo.com.br/

abraços

E porque voce não apresenta uma fonte que prove que isto é uma mentira?

Paulo Rosas Moreira disse:

Luiz A.Sabino!

Não acredites em tudo que dizem, quem são essas fontes? Você já verificou?

Saudações irreligiosas.

Luis A. Sabino disse:

na internet se acha bastante supostas "evidencias" agora que vçs vão acreditar em alguma é outra história 

Arqueólogos israelenses confirmaram a autenticidade de um ossuário (caixa usada para guardar ossos depois da fase inicial de sepultamento) pertencente à família do sacerdote que teria conduzido o julgamento de Jesus. A peça, feita em pedra e decorada com motivos florais estilizados, data provavelmente do primeiro século da Era Cristã - tem, portanto, uns dois mil anos. A inscrição no ossuário, em aramaico (“primo” do hebraico, língua do cotidiano na região durante a época de Cristo), diz: “Miriam [Maria], filha de Yeshua [Jesus], filho de Caifás, sacerdote de Maazias de Beth Imri.” O nome “Caifás” é a pista crucial, afirmam os arqueólogos Boaz Zissu, da Universidade Bar-Ilan, e Yuval Goren, da Universidade de Tel-Aviv, que estudaram a peça. 

Veredito: ossuário do irmão de Jesus é verdadeiro

Ela pesa 25 quilos. Tem 50 centímetros de comprimento por 25 centímetros de altura. E está, indiretamente, no banco dos réus de um tribunal de Jerusalém desde 2005. A discussão em torno de uma caixa mortuária com os dizeres “Tiago, filho de José, irmão de Jesus” nasceu em 2002, quando o engenheiro judeu Oded Golan, um homem de negócios aficionado por antiguidades, revelou o misterioso objeto para o mundo. A possibilidade da existência de um depositário dos restos mortais de um parente próximo de Jesus Cristo agitou o circuito da arqueologia bíblica. Seria a primeira conexão física e arqueológica com o Jesus do Novo Testamento. Conhecido popularmente como o caixão de Tiago, a peça teve sua veracidade colocada em xeque pela Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA). Em dezembro de 2004, Golan foi acusado de falsificador e a Justiça local entrou no imbróglio. No mês passado, porém, o juiz Aharon Far¬kash, responsável por julgar a suposta fraude cometida pelo antiquário judeu, encerrou o processo e acenou com um veredicto a favor da autenticidade do objeto. Também recomendou que o IAA abandonasse a defesa de falsificação da peça. “Vocês realmente provaram, além de uma dúvida razoável, que esses artefatos são falsos?”, questionou o magistrado. Nesses cinco anos, a ação se estendeu por 116 sessões. Foram ouvidas 133 testemunhas e produzidas 12 mil páginas de depoimentos.

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