Irreligiosos

Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

Trouxas. . . Muitos trouxas. . . Trouxas em abundância! . . .Trouxas em profusão! . . . Porque, sem trouxas. . . Não há religião. . .
.
Me diga, neste planeta, qual é a religião, onde você não vê uma enorme e gigantesca massa de TROUXAS, sendo sugada, enganada, explorada E, AINDA, DEFENDENDO, COM UNHAS E DENTES, uma meia dúzia de espertalhões?!!! . . . Hein? . . . Hein?
.
Trouxas, o suficiente, para acreditar que sua pífia religião emana mesmo, de um "Deus", mero fantoche, manobrado, por detrás dos panos, por esses espertalhões, num "teatrinho de bonecos" chamado TEMPLO.
.
. . . Me diga uma única religião que não aja assim, que eu me converto agora.

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Respostas a este tópico

Concordo. As religiões e seus ministros enganadores só existem porque existem os trouxas que os alimentam e os encorajam a continuar enganando cada vez mais. Chego a pensar que os fiéis seguidores de todas religiões (e principalmente as ovelhas), são muito mais culpados do que os picaretas religiosos que os enganam e exploram. Estes existem em função daqueles.

Não existem religiões economicamente organizadas, com hierarquias planos de expansão e manutenção, que não tenham como objectivo a angariação de riqueza e poder.

Essas organizações - tal como as empresas de venda de produtos e serviços promovem os seus produtos – promovem as suas ideias com o objectivo de lucro.

A população mundial atingiu o número de sete mil milhões (7.000.000.000) em 2011.

As pessoas vivem em sociedade e trocam dinheiro por bens e serviços, com vista a sobreviverem. Trocam dinheiro para trabalhar, para andar de carro, para viverem debaixo de um tecto, para colocarem o lixo em contentores, para educarem os filhos, para usufruírem de serviços (internet, água canalizada), para cuidarem da própria saúde e da saúde dos seus, para se alimentarem, para se vestirem e calçarem, para se divertirem, para se matarem lentamente (drogas, álcool), para pertencerem a determinados grupos (clubes, associações, igrejas), para se cultivarem (viagens, livros). As pessoas pagam para tudo, porque vivemos numa sociedade capitalista e de consumo violento.

Dos sete mil milhões de pessoas que vivem na Terra, mil milhões passam fome, então, estas não podem nem comprar comida. Logo, não podem comprar mais nada. Sobrevivem dos restos de massa muscular que, só é renovado quando alguém ou alguma organização lhes fornece comida. Estas acreditam em qualquer coisa, ou em qualquer deus ou religião, desde que essa ideia venha acompanhada de uma taça de arroz ou farinha. Estes são os primeiros trouxas. Estas pessoas não dão lucro directo às religiões, mas são uma excelente fonte de propaganda.

Agora temos seis mil milhões de pessoas. Destas, cerca de 1,3 mil milhões vivem no limiar da pobreza (cerca de 1.3 dólares por dia). Estas pessoas conseguem alimentar-se precariamente. E é tudo. Elas anseiam por um tecto, por uma camisola quentinha e um par de sapatos. Por isso aceitam qualquer deus e a ele serão fiéis. Estes são o segundo grupo de trouxas. Também estas pessoas não dão lucro directo às igrejas. Mas são a prova em que as igrejas se baseiam para receberem dádivas chorudas de particulares e organizações.

Mapa mundial do limiar da pobreza (2014)

Ainda restam no mundo 4,7 mil milhões de pessoas. Estas, melhor ou pior, conseguem alimentar-se, viver numa casa, ir à escola, enfim, ter acesso a bens e serviços. Mas o acesso a uma boa educação não é para todas.

. . .

Só para enquadrar:

Será que uma boa educação é essencial para que as crianças e jovens tenham uma visão objectiva da natureza, do cosmos, da sociedade e dos logros das religiões, estados e economia? Eu penso que sim.

Os 4,7 mil milhões de pessoas sabem ler e escrever; mas só 2,8 mil milhões completaram a escolaridade básica. Sobram 1,9 mil milhões de pessoas.

Dos 1,9 mil milhões de pessoas que frequentaram o ensino secundário apenas 490 milhões chegaram e concluíram o ensino superior.

. . .

Pegando outra vez nos 4,7 mil milhões de pessoas.

Sabemos que sensivelmente mil milhões de pessoas não têm religião. Mas podem ser crentes.

Sabemos que 175 milhões de pessoas são ateus. Declaradamente não crêem em deuses.

Então o terceiro grupo de trouxas são 3,525 mil milhões de pessoas. Estas são as pessoas que realmente contribuem economicamente para as religiões. A esmagadora maioria trabalha arduamente e prescinde de muitos bens e serviços para dar aos filhos uma escolaridade melhor do que a delas. Uma boa parte destas pessoas apenas tem como vida social a ida à igreja.

Os não trouxas são apenas 1,175 mil milhões de pessoas.

Desses não trouxas existem 175 milhões que não acreditam em deuses e pensam que as igrejas não fazem falta nenhuma, por diversas razões. Espero que muito poucos destes não trouxas sejam homofóbicos, xenofóbicos ou simplesmente arrogantes e estúpidos, pois o que é mesmo preciso é consciencializar as pessoas e para isso não há necessidade de as tratar como idiotas, porque, para além de elas não o serem, ficarão pouco motivadas para ouvirem o que os não trouxas têm para dizer.  

No mais, acho este tipo de discussão perfeitamente dispensável, pois, como o artigo é gritado, dá a impressão de que os ateus pensam todos dessa forma. Que todos se arrogam a julgar e amesquinhar pessoas em vez de as informar e contribuir de alguma forma para a sua formação enquanto seres humanos.

 

Caríssimos Sérgio, Ivo e Outros:
Confesso-me entristecido de ver vocês, que eu aprendi a enxergá-los como pessoas muito inteligentes e de visão ampla, utilizando-se deste notável instrumento que é a Internet, perdendo precioso tempo tentando esclarecer a quem não tem interesse em saber, já que estão satisfeitos com suas ilusórias conquistas de bem estar e de segurança, as incoerências das religiões predominantes. Eles estão satisfeitos por serem crentes e têm idéias fixas alicerçadas em suas formações. Tentar demovê-los de tais princípios, “é como se querer tirar leite da pedra”, como se dizia antigamente. Eles só abandonarão suas crenças espontaneamente, em troca de uma filosofia mais concreta, como seja: pela compreensão do que somos o quanto insignificantes somos dentro do Universo. E para isso acontecer, eles terão que ter uma noção simples do que é, e como funciona, todo o conjunto universal. É uma compreensão difícil? É. - Mas é a única alternativa e efetiva que poderemos oferecer, especialmente, aos mais novos.
Fraternal abraço extensivo a Todos.
Antídio
Luísa:
No embalo, concordo plenamente com seu último item, pois, são inócuos os mais ilustrativos trabalhos de denúncias sobre a realidade pela qual passa a sociedade humana. É o terrorismo denunciando as injustiças que sofrem alguns povos; é a violência urbana com seus assaltos e latrocínios; a devastação da Natureza, o esgotamento das riquezas naturais que, antes, eram expostas na flor da terra, a produção de lixo gerado pelo consumo supérfluo das minorias acima da capacidade de regeneração do planeta. Tudo isso, sintetiza as mais belas demonstrações apresentadas pela mídia.
Abraços e votos para que todos tenham uma boa semana.
Antídio

                                                           AMPLA VISÃO
Caríssimo amigo Ivo e Demais Irmãos:
Muitos são os trabalhos que descrevem a vida em partes. Começam com os astrônomos e seguem pelos geólogos, arqueólogos, biólogos, “vegetólogos”, zoólogos, sociólogos e demais “logos”. Cada um procura demonstrar com mais profundidade do começo ao fim os fenômenos que estudam.
(Desculpem-me: não encontro o termo próprio. A mente já me falha muito).
Porém, nenhum deles considera a vida como um processo que não tem começo nem fim, por ser parte integrante de um imponderável ciclo de transformações que ocorrem no Universo do qual somos micro partes.
Considerando o tópico abaixo, de fevereiro de 2.013, entendo que o site esteja liberado para exposições e discussões ilimitadas, sobre tudo ocorre no universo, além do nosso dia-a-dia, assim enquadrando os artigos que adiante apresentarei, e que são passíveis de considerações e de debates.
“A pedido de alguns, abri este tópico para aqueles que gostam de pesquisar sobre a origem do universo e da vida em nosso sistema solar. Vídeo proposto para análise:”
************************************************************

Mensagem aos Irreligiosos
Caríssimos Descrentes:
Peço-lhes desculpas pela minha falta de experiência em didática ao começar a demonstrar a raiz mestra dos problemas atuais e que envolvem todos os aspectos da vida, enquanto todos debatem em busca de explicações prontas, fáceis e sabidas, para adotarem soluções aparentemente adequadas, porém inconsistentes, por lhes faltarem a compreensão de suas causas fundamentais, e que foram desenvolvidas em sequências evolutivas através de tempos imensuráveis. Em primeiro lugar, entendo que ser religioso é ter a mente formatada e consolidada, tendo como base crenças misteriosas e, racionalmente, inconcebíveis. As bases dos conhecimentos que orientaram a formação de suas mentes tiveram origem em tempos remotos quando nada se sabia sobre a formação da matéria, criação e o desenvolvimento natural da vida; e, ainda hoje, este desenvolvimento é nebuloso plenamente, até mesmo para a ciência. Tudo era especulação.
As crenças surgiram como forma de domínio e de exploração de elites minoritárias sobre as grandes massas populacionais dos povos como, hoje, ainda é feito através do sistema financeiro capitalista com suas promessas de democracias igualitárias de direitos sociais, e que são irrealizáveis e insustentáveis, em todo o mundo. Tais crenças ficam tão empedernidas nos conceitos populares que dificilmente, eles próprios conseguem se libertar mentalmente. Porém, com a compreensão do funcionamento do “universo total” com base em princípios cientificamente conhecidos e, individualmente, experimentados e sentidos no dia-a-dia, poderão facilitar essa transição de pontos de vista. Portanto, se os religiosos eram, e ainda são, regidos por crenças obscuras, inconsistentes e irracionais, os “Irreligiosos” devem se esforçar por entender quem somos dentro do Universo, e a nossa evolução até os dias atuais na Terra, para que posam estabelecer um código de comportamento sócio- econômico e ambiental adequado para esta época.

                                                                 
                                                                     (Aguardem a continuação) - II

Olá Antídio, boa tarde!

Ainda estou a aguardar a parte II para depois ler tudo e formar uma ideia mais clara do seu raciocínio.

Cumprimentos.

Antídio Santos Pereira Teixeira disse:

                                                           AMPLA VISÃO
Caríssimo amigo Ivo e Demais Irmãos:
Muitos são os trabalhos que descrevem a vida em partes. Começam com os astrônomos e seguem pelos geólogos, arqueólogos, biólogos, “vegetólogos”, zoólogos, sociólogos e demais “logos”. Cada um procura demonstrar com mais profundidade do começo ao fim os fenômenos que estudam.
(Desculpem-me: não encontro o termo próprio. A mente já me falha muito).
Porém, nenhum deles considera a vida como um processo que não tem começo nem fim, por ser parte integrante de um imponderável ciclo de transformações que ocorrem no Universo do qual somos micro partes.
Considerando o tópico abaixo, de fevereiro de 2.013, entendo que o site esteja liberado para exposições e discussões ilimitadas, sobre tudo ocorre no universo, além do nosso dia-a-dia, assim enquadrando os artigos que adiante apresentarei, e que são passíveis de considerações e de debates.
“A pedido de alguns, abri este tópico para aqueles que gostam de pesquisar sobre a origem do universo e da vida em nosso sistema solar. Vídeo proposto para análise:”
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Mensagem aos Irreligiosos
Caríssimos Descrentes:
Peço-lhes desculpas pela minha falta de experiência em didática ao começar a demonstrar a raiz mestra dos problemas atuais e que envolvem todos os aspectos da vida, enquanto todos debatem em busca de explicações prontas, fáceis e sabidas, para adotarem soluções aparentemente adequadas, porém inconsistentes, por lhes faltarem a compreensão de suas causas fundamentais, e que foram desenvolvidas em sequências evolutivas através de tempos imensuráveis. Em primeiro lugar, entendo que ser religioso é ter a mente formatada e consolidada, tendo como base crenças misteriosas e, racionalmente, inconcebíveis. As bases dos conhecimentos que orientaram a formação de suas mentes tiveram origem em tempos remotos quando nada se sabia sobre a formação da matéria, criação e o desenvolvimento natural da vida; e, ainda hoje, este desenvolvimento é nebuloso plenamente, até mesmo para a ciência. Tudo era especulação.
As crenças surgiram como forma de domínio e de exploração de elites minoritárias sobre as grandes massas populacionais dos povos como, hoje, ainda é feito através do sistema financeiro capitalista com suas promessas de democracias igualitárias de direitos sociais, e que são irrealizáveis e insustentáveis, em todo o mundo. Tais crenças ficam tão empedernidas nos conceitos populares que dificilmente, eles próprios conseguem se libertar mentalmente. Porém, com a compreensão do funcionamento do “universo total” com base em princípios cientificamente conhecidos e, individualmente, experimentados e sentidos no dia-a-dia, poderão facilitar essa transição de pontos de vista. Portanto, se os religiosos eram, e ainda são, regidos por crenças obscuras, inconsistentes e irracionais, os “Irreligiosos” devem se esforçar por entender quem somos dentro do Universo, e a nossa evolução até os dias atuais na Terra, para que posam estabelecer um código de comportamento sócio- econômico e ambiental adequado para esta época.

                                                                 
                                                                     (Aguardem a continuação) - II

Estimada Irmã:

                      Fiquei muito contente com esta demonstração de interesse em contemplar velhos problemas por novas lentes.  Na realidade, não apresento nada de novo. Isso porque tudo que apresento não é mais do que uma "colcha de retalhos" costurada com as sentenças científicas decoradas nos bancos escolares  e as suas  demonstrações práticas no dia-a-dia, tanto no meio ambiente terrestres, assim como no Universo.

                      Pela maturidade intelectual que você tem demonstrado nas suas intervenções neste site, sei que você pode bem avaliar quanto será difícil abrir horizontes mais amplos nas visões de quem aprendeu a enxergar o mundo em profundidade, porém através de óculos que ocultam a periferia.

                      Apesar da crescente dificuldade que já estou tendo para redigir, tenho boa parte do trabalho escrito; porém estou um pouco cauteloso em divulgar a próxima etapa imediatamente, para evitar a saturação de informações complexas em muitos dos nossos Irmãos pouco familiarizados com o assunto. Combinemos para o próximo fim-de-semana.

Fraternal abraço,

                         Antídio


Caro Antídio,

Desde que o homem inventou a escrita que se escreve sobre as mesmas coisas. O que difere é o conhecimento técnico, tecnológico e científico. Tirando isso, as nossas preocupações enquanto seres humanos são as mesmas. O que acontece é que a esmagadora maioria da humanidade não tem horizontes, porque está demasiada ocupada a sobreviver. E, mesmo os que têm ferramentas para poder ver mais além, muitas vezes preferem girar à volta de qualquer coisa: deuses, modas ou umbigos. Mas eu tenho esperança de que lá chegaremos!...

Por isso fico a aguardar o próximo fim de semana. 

Abraços.


Antídio Santos Pereira Teixeira disse:

Estimada Irmã:

                      Fiquei muito contente com esta demonstração de interesse em contemplar velhos problemas por novas lentes.  Na realidade, não apresento nada de novo. Isso porque tudo que apresento não é mais do que uma "colcha de retalhos" costurada com as sentenças científicas decoradas nos bancos escolares  e as suas  demonstrações práticas no dia-a-dia, tanto no meio ambiente terrestres, assim como no Universo.

                      Pela maturidade intelectual que você tem demonstrado nas suas intervenções neste site, sei que você pode bem avaliar quanto será difícil abrir horizontes mais amplos nas visões de quem aprendeu a enxergar o mundo em profundidade, porém através de óculos que ocultam a periferia.

                      Apesar da crescente dificuldade que já estou tendo para redigir, tenho boa parte do trabalho escrito; porém estou um pouco cauteloso em divulgar a próxima etapa imediatamente, para evitar a saturação de informações complexas em muitos dos nossos Irmãos pouco familiarizados com o assunto. Combinemos para o próximo fim-de-semana.

Fraternal abraço,

                         Antídio

Que assim seja!!! - E há de ser.

                                            Boa semana.

                                                              Antídio

Luísa e demais Irmãos:

                                   Desejo a todos um bom fim-de-semana e com tranquilidade para contemplar o desfecho político que aguardamos. A matéria prometida, segue a baixo:

                                                          II Tomo

Antes de entrarmos no tópico seguinte, é recomendável que vocês exercitem a mente para identificar a presença das forças centrífugas e centrípetas no nosso dia-a-dia. Elas estão presentes em tudo que existe modelando a energia contida na matéria. Observem que nós vivemos numa linha de equilíbrio entre elas duas. Ex.: Tudo que sentimos de pesado sobre a Terra, o peso das coisas, a subida de uma escada ou ladeira, etc. são efeitos da centrípeta, (gravidade). Porém, não nos chama a atenção porque a força oposta, (centrífuga), equilibra a primeira. Onde está ela? – Vejam: Nós giramos sobre a superfície do nosso planeta com uma velocidade superior a do som, (1.300 k/s.) e não percebemos. Isso porque a força centrífuga compensa a da gravidade. Ex.: Lembrem-se dos veículos nas curvas, quando tudo é jogado para o lado de fora do movimento. Se não houvesse esse movimento na Terra, seriamos esmagados pela gravidade; e se não houvesse a gravidade, seriamos, assim como tudo, lançados no espaço cósmico para desintegração. Decorem isso porque é a base para compreensão de tudo que existe, do que somos, de onde viemos, a nossa importância, e qual será o nosso fim. Vamos em frente:
A verdade é que é impossível se entender os fenômenos sociais, econômicos e ambientais atuais sem se conhecer as causas antecedentes diretas ou indiretas e seus efeitos colaterais, lutas em que os seres humanos no nosso Planeta estão envolvidos; sejam cientistas, políticos, governantes ou religiosos. Cada um quer impor aos outros suas formas de entendimentos superficiais herdadas por tradições; pois são “verdades” que foram consagradas através dos tempos em que os conhecimentos científicos eram incipientes. A base da vida e de todos esses problemas é a evolução natural do Universo no qual vivemos em ínfima parte dele como se fossemos simples átomos ou vírus com relação ao “todo”. Por isso, para que bem se entenda a vida como o todo interligado que é, é necessário que se entenda o nosso planeta desde a sua formação e a sua posição dentro do universo. Portanto, já que não dispomos de comprovações científicas do seu funcionamento, o bom senso indica a adoção de concepções racionais, pois os nossos cientistas munidos das mais evoluídas tecnologias, não conseguem chegar a um consenso sobre a sua composição e funcionamento. É bastante consultar ao Google e contemplar as declarações hipotéticas de vários deles. Na minha concepção racionalista, vejo que, nos poucos canais que pesquisei, nenhum cientista desenvolveu uma tese tomando como base a unidade formada por três fatores básicos: energia (eletromagnética) + forças, centrífugas e centrípetas. Elas são os instrumentos básicos responsáveis, desde a formação dos átomos ao movimento cósmico dos astros.
Eles dizem que a luz é uma energia eletromagnética que se propaga em ondas. Até aí, tudo bem. Observo: Se a luz se propaga em ondas, pergunto: Ondas sobre o que? – Ondas sobre nada? – Se existem ondas é porque elas se formaram sobre alguma coisa; e tais substâncias são partículas subatômicas que, concentradas, dão origem a matéria. Pode ser a “matéria escura” ainda não bem pesquisada. A energia apenas a mantêm em movimento. Por isso, tenho afirmado diante de vocês que matéria é a luz concentrada. Portanto, tudo que somos e tudo que nos cerca é luz condensada, materializada e em evolução contínua. Citei como exemplo as explosões atômicas de 1945, quando ficou comprovado que o intenso calor liberado pelas mesmas, foi o mesmo que mantinha consolidado os átomos de matéria simples, (elementos), desde a formação do planeta. Diferentemente das combustões orgânicas em que o calor liberado é o mesmo que foi colhido da luz solar pelo mundo vegetal sobre o planeta já formado, durante bilhões de anos; E ele procede da desagregação de moléculas.
Por tal motivo, passo a apresentar alguns exemplos da situação em que vivemos; depois, as causas básicas.

                                                  Os exemplos serão apresentados no próximo fim-de-semana.

                                                    Fraternal abraço.

                                                                             Antídio

Caro Antídio e demais,

Só hoje consegui ler o seu post. :)

Antes de começarmos a falar sobre o conteúdo dele propriamente dito, gostaria de esclarecer algumas dúvidas para verificarmos se estamos a falar de mesma coisa e dos mesmos conceitos. Desde já lhe digo que os meus conhecimentos de física são ao nível do ensino secundário (12º ano) e, portanto, algo rudimentares, ainda mais se considerarmos que estudei essas matérias há mais de trinta anos. Mas é bom recordar alguns conceitos que, de uma maneira geral, ficam arrumados no fundo de uma gaveta e não os consideramos no nosso dia-a-dia.

O Antídio diz: Tudo que sentimos de pesado sobre a Terra, o peso das coisas, a subida de uma escada ou ladeira, etc. são efeitos da centrípeta, (gravidade). Porém, não nos chama a atenção porque a força oposta, (centrífuga), equilibra a primeira.

Eu aprendi que as forças centrífuga e centrípeta são, grosso modo, uma espécie de pseudo-forças. Isto é, são sentidas apenas pelos observadores, ou seja, quem está sujeito a elas. Para me fazer compreender melhor, eu não sentirei nenhuma força centrífuga e centrípeta se estiver no parque de diversões no solo, parada, a olhar para os movimentos da montanha russa; no entanto as pessoas que estão a divertir-se nela (observadores) sentem aquelas forças com enorme intensidade.

Outro exemplo clássico, se eu estiver a conduzir uma viatura e me deslocar no auto-estrada sou pouco afectada por essas forças, pois as mudanças de direcção (centrípeta) são ténues, visto as curvas serem largas e longas; mas se me deslocar numa estrada nacional rumo à Serra da Estrela vou sentir bastante a força centrípeta, visto as curvas na estrada (mudança de direcção) serem bastante acentuadas. Também neste caso sentirei com mais intensidade a força centrífuga se fizer as curvas a uma velocidade superior à sinalizada.

Este é o conceito que eu conheço. O Antídio concorda com ele? Outra questão, as forças centrífuga e centrípeta sentem-se na ausência da gravidade, por exemplo no espaço?

Abraços e bom resto de domingo!


Antídio Santos Pereira Teixeira disse:

Luísa e demais Irmãos:

                                   Desejo a todos um bom fim-de-semana e com tranquilidade para contemplar o desfecho político que aguardamos. A matéria prometida, segue a baixo:

                                                          II Tomo

Antes de entrarmos no tópico seguinte, é recomendável que vocês exercitem a mente para identificar a presença das forças centrífugas e centrípetas no nosso dia-a-dia. Elas estão presentes em tudo que existe modelando a energia contida na matéria. Observem que nós vivemos numa linha de equilíbrio entre elas duas. Ex.: Tudo que sentimos de pesado sobre a Terra, o peso das coisas, a subida de uma escada ou ladeira, etc. são efeitos da centrípeta, (gravidade). Porém, não nos chama a atenção porque a força oposta, (centrífuga), equilibra a primeira. Onde está ela? – Vejam: Nós giramos sobre a superfície do nosso planeta com uma velocidade superior a do som, (1.300 k/s.) e não percebemos. Isso porque a força centrífuga compensa a da gravidade. Ex.: Lembrem-se dos veículos nas curvas, quando tudo é jogado para o lado de fora do movimento. Se não houvesse esse movimento na Terra, seriamos esmagados pela gravidade; e se não houvesse a gravidade, seriamos, assim como tudo, lançados no espaço cósmico para desintegração. Decorem isso porque é a base para compreensão de tudo que existe, do que somos, de onde viemos, a nossa importância, e qual será o nosso fim. Vamos em frente:
A verdade é que é impossível se entender os fenômenos sociais, econômicos e ambientais atuais sem se conhecer as causas antecedentes diretas ou indiretas e seus efeitos colaterais, lutas em que os seres humanos no nosso Planeta estão envolvidos; sejam cientistas, políticos, governantes ou religiosos. Cada um quer impor aos outros suas formas de entendimentos superficiais herdadas por tradições; pois são “verdades” que foram consagradas através dos tempos em que os conhecimentos científicos eram incipientes. A base da vida e de todos esses problemas é a evolução natural do Universo no qual vivemos em ínfima parte dele como se fossemos simples átomos ou vírus com relação ao “todo”. Por isso, para que bem se entenda a vida como o todo interligado que é, é necessário que se entenda o nosso planeta desde a sua formação e a sua posição dentro do universo. Portanto, já que não dispomos de comprovações científicas do seu funcionamento, o bom senso indica a adoção de concepções racionais, pois os nossos cientistas munidos das mais evoluídas tecnologias, não conseguem chegar a um consenso sobre a sua composição e funcionamento. É bastante consultar ao Google e contemplar as declarações hipotéticas de vários deles. Na minha concepção racionalista, vejo que, nos poucos canais que pesquisei, nenhum cientista desenvolveu uma tese tomando como base a unidade formada por três fatores básicos: energia (eletromagnética) + forças, centrífugas e centrípetas. Elas são os instrumentos básicos responsáveis, desde a formação dos átomos ao movimento cósmico dos astros.
Eles dizem que a luz é uma energia eletromagnética que se propaga em ondas. Até aí, tudo bem. Observo: Se a luz se propaga em ondas, pergunto: Ondas sobre o que? – Ondas sobre nada? – Se existem ondas é porque elas se formaram sobre alguma coisa; e tais substâncias são partículas subatômicas que, concentradas, dão origem a matéria. Pode ser a “matéria escura” ainda não bem pesquisada. A energia apenas a mantêm em movimento. Por isso, tenho afirmado diante de vocês que matéria é a luz concentrada. Portanto, tudo que somos e tudo que nos cerca é luz condensada, materializada e em evolução contínua. Citei como exemplo as explosões atômicas de 1945, quando ficou comprovado que o intenso calor liberado pelas mesmas, foi o mesmo que mantinha consolidado os átomos de matéria simples, (elementos), desde a formação do planeta. Diferentemente das combustões orgânicas em que o calor liberado é o mesmo que foi colhido da luz solar pelo mundo vegetal sobre o planeta já formado, durante bilhões de anos; E ele procede da desagregação de moléculas.
Por tal motivo, passo a apresentar alguns exemplos da situação em que vivemos; depois, as causas básicas.

                                                  Os exemplos serão apresentados no próximo fim-de-semana.

                                                    Fraternal abraço.

                                                                             Antídio

Antídio, esqueci-me de perguntar outra coisa.

O Antídio diz: Nós giramos sobre a superfície do nosso planeta com uma velocidade superior a do som, (1.300 k/s.) e não percebemos.

Não percebo. Quando diz “giramos sobre a superfície” está a referir-se a quê? À velocidade a que nos deslocamos no espaço? A todas as velocidades juntas? Ou seja à velocidade do movimento de translação da Terra, mais a velocidade do movimento de translação do nosso sistema solar em relação à Via Láctea, mais a velocidade da Via Láctea em torno de Andrómeda e à velocidade do nosso Grupo Local em relação ao Aglomerado Virgem?

É que se for assim (se é que é possível fazer os cálculos dessa forma) a velocidade seria de 1.080km/s, o que fica aquém da velocidade do som. Será que estou a fazer confusão? Enfim, gostaria que me explicasse como chegou a esse valor.

Abraços.

Admirada Luísa:
É com muita admiração e agradecimento que recebo seu comentário.
Respondendo:
Quando deixamos as bancas escolares, sabemos de cor e salteada a “Lei de Newton”: “Matéria atrai matéria na razão direta das massas e inversa ao quadrado de suas distâncias”, ou seja: a Lei da Gravidade. Porém, a maior parte das pessoas que não trabalham nas áreas de mecânica, engenharia e outras correlatas, não é capaz de identificar a ação de tal força que se contrapõe à centrífuga. Por ex: Quando abrimos o registro da pia e vemos a água jorrar, alguém se lembra que ela obedece à Lei de Newton? - Sim; ela vem de reservatórios situados em níveis superiores com relação ao centro da Terra, e que exerce pressão dentro da tubulação, e busca saída pelas torneiras em níveis mais baixos. – Quando vemos um balão de ar quente, ou a gás hélio, se elevando aos céus, alguém pondera que tais gases, sendo mais leves do que a atmosfera ambiente, são impelidos para o alto, onde ocuparão espaço equivalente ao mesmo que ocupava em áreas mais baixas, onde a pressão atmosférica era maior. Este, e tantos outros exemplos, são causados pela atração causada por uma massa de maior concentração, a Terra, sobre outras de menores conteúdos, valendo para sólidos, líquidos e gasosos.
Quanto ao Parque de Diversões, enquanto você estiver parada, ou em qualquer local no mesmo nível terrestre, nada sentirá por estar na linha de equilíbrio, sujeita, portanto à Lei da Inécia; mas entenderá que o carrinho da montanha russa despenca daquela altura e, com toda velocidade, é por ser atraído pela força centrípeta. Porém, para que o carrinho alcançasse aquela altura, foi necessário a utilização de energia mecânica obtida de alguma forma, geralmente elétrica, que, se provém de uma hidrelétrica; portanto, a força da energia necessária para elevar o carrinho da montanha russa, equivale ao peso da água exercido sobre as turbinas; Se vem de uma termelétrica, ela é consequência da queima de combustíveis cujo calor liberado em fornalhas, aquece a água em caldeiras fechadas onde a pressão interna é muitas vezes maior do que a exercida pelo peso da atmosfera nas áreas externas para acionar turbinas e geradores. Qualquer fenômeno é decorrente da utilização de alguma forma de energia obtida de variadas fontes e transformada umas em outras.
Lei da inércia: Todos os corpos tendem a se manter nas mesmas posições em que se encontram: Se estão estacionados, assim permanecerão até que alguma força modifique o seu estado; igualmente, se estiverem em movimento numa mesma velocidade e direção os mesmos assim se manterão até que outra força altere suas condições.
Se você dirige um veículo por estrada sinuosa e de nível acidentado, tem um campo ideal para análise: quando o veículo sobe a ladeira, (como o carrinho da montanha russa), ele exige um esforço muito grande do motor que ruge queimando mais combustível; E, quando desce, ele gira aliviado. Dependendo do declive, a descida do veículo pode, até, dispensar o auxílio do motor.
No caso da sinuosidade, quando você efetua a curva para um lado determinado pelo volante, você contraria a força da inércia que seria seguir na mesma direção; então o veículo, assim como tudo que estiver dentro dele se movimentado numa mesma direção, será arremessado para o lado externo da curva que é ação centrífuga que no caso, é superior a centrípeta que puxa para o centro do movimento. A intensidade da ação depende de dois fatores: a) – a velocidade em que se encontra o veículo; b) - o grau de curvatura da estrada.
Fraternal abraço,
Antídio



Luísa L. disse:

Caro Antídio e demais,

Só hoje consegui ler o seu post. :)

Antes de começarmos a falar sobre o conteúdo dele propriamente dito, gostaria de esclarecer algumas dúvidas para verificarmos se estamos a falar de mesma coisa e dos mesmos conceitos. Desde já lhe digo que os meus conhecimentos de física são ao nível do ensino secundário (12º ano) e, portanto, algo rudimentares, ainda mais se considerarmos que estudei essas matérias há mais de trinta anos. Mas é bom recordar alguns conceitos que, de uma maneira geral, ficam arrumados no fundo de uma gaveta e não os consideramos no nosso dia-a-dia.

O Antídio diz: Tudo que sentimos de pesado sobre a Terra, o peso das coisas, a subida de uma escada ou ladeira, etc. são efeitos da centrípeta, (gravidade). Porém, não nos chama a atenção porque a força oposta, (centrífuga), equilibra a primeira.

Eu aprendi que as forças centrífuga e centrípeta são, grosso modo, uma espécie de pseudo-forças. Isto é, são sentidas apenas pelos observadores, ou seja, quem está sujeito a elas. Para me fazer compreender melhor, eu não sentirei nenhuma força centrífuga e centrípeta se estiver no parque de diversões no solo, parada, a olhar para os movimentos da montanha russa; no entanto as pessoas que estão a divertir-se nela (observadores) sentem aquelas forças com enorme intensidade.

Outro exemplo clássico, se eu estiver a conduzir uma viatura e me deslocar no auto-estrada sou pouco afectada por essas forças, pois as mudanças de direcção (centrípeta) são ténues, visto as curvas serem largas e longas; mas se me deslocar numa estrada nacional rumo à Serra da Estrela vou sentir bastante a força centrípeta, visto as curvas na estrada (mudança de direcção) serem bastante acentuadas. Também neste caso sentirei com mais intensidade a força centrífuga se fizer as curvas a uma velocidade superior à sinalizada.

Este é o conceito que eu conheço. O Antídio concorda com ele? Outra questão, as forças centrífuga e centrípeta sentem-se na ausência da gravidade, por exemplo no espaço?

Abraços e bom resto de domingo!


Antídio Santos Pereira Teixeira disse:

Luísa e demais Irmãos:

                                   Desejo a todos um bom fim-de-semana e com tranquilidade para contemplar o desfecho político que aguardamos. A matéria prometida, segue a baixo:

                                                          II Tomo

Antes de entrarmos no tópico seguinte, é recomendável que vocês exercitem a mente para identificar a presença das forças centrífugas e centrípetas no nosso dia-a-dia. Elas estão presentes em tudo que existe modelando a energia contida na matéria. Observem que nós vivemos numa linha de equilíbrio entre elas duas. Ex.: Tudo que sentimos de pesado sobre a Terra, o peso das coisas, a subida de uma escada ou ladeira, etc. são efeitos da centrípeta, (gravidade). Porém, não nos chama a atenção porque a força oposta, (centrífuga), equilibra a primeira. Onde está ela? – Vejam: Nós giramos sobre a superfície do nosso planeta com uma velocidade superior a do som, (1.300 k/s.) e não percebemos. Isso porque a força centrífuga compensa a da gravidade. Ex.: Lembrem-se dos veículos nas curvas, quando tudo é jogado para o lado de fora do movimento. Se não houvesse esse movimento na Terra, seriamos esmagados pela gravidade; e se não houvesse a gravidade, seriamos, assim como tudo, lançados no espaço cósmico para desintegração. Decorem isso porque é a base para compreensão de tudo que existe, do que somos, de onde viemos, a nossa importância, e qual será o nosso fim. Vamos em frente:
A verdade é que é impossível se entender os fenômenos sociais, econômicos e ambientais atuais sem se conhecer as causas antecedentes diretas ou indiretas e seus efeitos colaterais, lutas em que os seres humanos no nosso Planeta estão envolvidos; sejam cientistas, políticos, governantes ou religiosos. Cada um quer impor aos outros suas formas de entendimentos superficiais herdadas por tradições; pois são “verdades” que foram consagradas através dos tempos em que os conhecimentos científicos eram incipientes. A base da vida e de todos esses problemas é a evolução natural do Universo no qual vivemos em ínfima parte dele como se fossemos simples átomos ou vírus com relação ao “todo”. Por isso, para que bem se entenda a vida como o todo interligado que é, é necessário que se entenda o nosso planeta desde a sua formação e a sua posição dentro do universo. Portanto, já que não dispomos de comprovações científicas do seu funcionamento, o bom senso indica a adoção de concepções racionais, pois os nossos cientistas munidos das mais evoluídas tecnologias, não conseguem chegar a um consenso sobre a sua composição e funcionamento. É bastante consultar ao Google e contemplar as declarações hipotéticas de vários deles. Na minha concepção racionalista, vejo que, nos poucos canais que pesquisei, nenhum cientista desenvolveu uma tese tomando como base a unidade formada por três fatores básicos: energia (eletromagnética) + forças, centrífugas e centrípetas. Elas são os instrumentos básicos responsáveis, desde a formação dos átomos ao movimento cósmico dos astros.
Eles dizem que a luz é uma energia eletromagnética que se propaga em ondas. Até aí, tudo bem. Observo: Se a luz se propaga em ondas, pergunto: Ondas sobre o que? – Ondas sobre nada? – Se existem ondas é porque elas se formaram sobre alguma coisa; e tais substâncias são partículas subatômicas que, concentradas, dão origem a matéria. Pode ser a “matéria escura” ainda não bem pesquisada. A energia apenas a mantêm em movimento. Por isso, tenho afirmado diante de vocês que matéria é a luz concentrada. Portanto, tudo que somos e tudo que nos cerca é luz condensada, materializada e em evolução contínua. Citei como exemplo as explosões atômicas de 1945, quando ficou comprovado que o intenso calor liberado pelas mesmas, foi o mesmo que mantinha consolidado os átomos de matéria simples, (elementos), desde a formação do planeta. Diferentemente das combustões orgânicas em que o calor liberado é o mesmo que foi colhido da luz solar pelo mundo vegetal sobre o planeta já formado, durante bilhões de anos; E ele procede da desagregação de moléculas.
Por tal motivo, passo a apresentar alguns exemplos da situação em que vivemos; depois, as causas básicas.

                                                  Os exemplos serão apresentados no próximo fim-de-semana.

                                                    Fraternal abraço.

                                                                             Antídio

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