Irreligiosos

Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

Muito se vem comentando na igreja católica, sobre a canonização do Padre Cícero. O que acham?

NA: Comprovando (como dissemos) que os irreligiosos não se preocupam apenas em "discutir religião" mas que, antes de tudo, são pessoas politicamente antenadas e preocupadas com o bem-estar geral da humanidade, trazemos para discussão o artigo que nos enviou o membro Paulo Rosas Moreira, de autoria da nossa colega Marilda Oliveira, e publicado em seu blog "Mudança e Divergência".

O artigo, intitulado "Padre Cícero, o Cangaço e os Coronéis", é de natureza histórica e mostra as facetas não conhecidas desse falso ícone católico, que querem tornar santo mas que, de santo, não tem nada. Na verdade, foi um conspiracionista oligarca que, apoiado pelo povo que manobrava e enganava, ascendeu a altos cargos políticos e fez fortuna no nordeste.

Assim se pronuncia Marilda, a respeito da visão que tem do Padre Cícero:  "[...] Coitados daqueles povos que confiaram em um padre que não soube doutrinar o pobre povo inocente do nordeste que nele confiou, e desgraças e pobrezas ganhou".

Leiam o artigo completo no link abaixo e deixem suas opiniões!

http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2013/06/padre-cicero-o-c...

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Respostas a este tópico

Jorge/Paulo e Outros
Caros Amigos:
Peço-lhes desculpas se nas nossas discussões algumas palavras possam parecer mais ríspidas. A verdade é que os debates que virão pela frente, como numa partida de futebol por mais cuidadosa que seja, corre-se o risco de contusões. Na nossa partida o campo é inclinado e a minha trave é a inferior enquanto vocês chutam de cima para baixo, o que muito favorece melhor aceitação dos seus pontos de vista diante dos torcedores.
Esclareço que, sem saber, sou “Irreligioso” nato, pois nunca aceitei os ensinamentos religiosos nem as explicações para os mistérios de poderes das divindades, mesmo sendo de família extremamente católica. Desde criança, no curso primário, fui atraído pelas “Ciências Físicas e Naturais” em busca de explicações para os fenômenos atribuídos a poderes ocultos. Daí ter atingido um patamar do qual posso visualizar “racionalmente” o “Todo Universal”. Sim. É um todo que não tem princípio e nem fim. Nada é; tudo está. E tudo que hoje está é fruto de uma evolução contínua, especialmente nós, que somos ponta de lança desse processo e dotados da capacidade de raciocinar. E cabe-nos o dever de pesquisar, compreender e indicar os melhores e mais seguros caminhos para os mais jovens que têm a missão dar continuidade à vida.
Todo esse processo evolutivo natural vem sendo adulterado, desde o momento em que o homem, em busca de lucro fácil e de poder, passou a queimar a matéria fossilizada como fonte de energia barata, em contínua substituição dos seres humanos nas tarefas produtivas, causando, com isso, o sério desequilíbrio sócio-econômico-ambiental que nos assusta.
Quanto a proposta de Paulo para entrar no Facebook, não tenho condições de opinar por nada entender nessa área, muito complicada para mim. Mas, se for para maior divulgação do assunto e esclarecimento de mais pessoas, ótimo. Contem comigo.
Fraternais abraços.
Antídio
P.S. – Vou tentar passar nas fotos o desenho da evolução para facilitar a compreensão.

Jorge/Paulo e Outros
Caros Amigos:
Peço-lhes desculpas se nas nossas discussões algumas palavras possam parecer mais ríspidas. A verdade é que os debates que virão pela frente, como numa partida de futebol por mais cuidadosa que seja, corre-se o risco de contusões. Na nossa partida o campo é inclinado e a minha trave é a inferior enquanto vocês chutam de cima para baixo, o que muito favorece melhor aceitação dos seus pontos de vista diante dos torcedores.
Esclareço que, sem saber, sou “Irreligioso” nato, pois nunca aceitei os ensinamentos religiosos nem as explicações para os mistérios de poderes das divindades, mesmo sendo de família extremamente católica. Desde criança, no curso primário, fui atraído pelas “Ciências Físicas e Naturais” em busca de explicações para os fenômenos atribuídos a poderes ocultos. Daí ter atingido um patamar do qual posso visualizar “racionalmente” o “Todo Universal”. Sim. É um todo que não tem princípio e nem fim. Nada é; tudo está. E tudo que hoje está é fruto de uma evolução contínua, especialmente nós, que somos ponta de lança desse processo e dotados da capacidade de raciocinar. E cabe-nos o dever de pesquisar, compreender e indicar os melhores e mais seguros caminhos para os mais jovens que têm a missão dar continuidade à vida.
Todo esse processo evolutivo natural vem sendo adulterado, desde o momento em que o homem, em busca de lucro fácil e de poder, passou a queimar a matéria fossilizada como fonte de energia barata, em contínua substituição dos seres humanos nas tarefas produtivas, causando, com isso, o sério desequilíbrio sócio-econômico-ambiental que nos assusta.
Quanto a proposta de Paulo para entrar no Facebook, não tenho condições de opinar por nada entender nessa área, muito complicada para mim. Mas, se for para maior divulgação do assunto e esclarecimento de mais pessoas, ótimo. Contem comigo.
Fraternais abraços.
Antídio
P.S. – Vou tentar passar nas fotos o desenho da evolução para facilitar a compreensão.

Jorge Oliveira de Almeida!

Você tem certa razão na sua maneira de interpretar, realmente a igreja fazia o que bem entendia, e ao incentivar as artes ela o fazia para satisfazer-se, para encher de maravilhas seus templos, que por acaso, passaram para a humanidade como não poderia deixar de ser.

Mas a tal pomba a que você se refere, não seria por acaso a tal de pomba-rola ou o tal de passaralho ? (rsrsrs)

Ao publicar essa brilhante matéria de Marilda Oliveira, o fiz no intento de desmascarar o mito Padre Cícero, um homem, provavelmente, com virtudes e defeitos, por sinal esses muito maiores, haja vista a usura, pela não distribuição de sua riqueza àqueles que o adoravam. Ficar em cima do muro, indeciso, apoiando sorrateiramente o opressor, merece ganhar a condecoração máxima da igreja ? Essa, uma pergunta para aqueles que o adoram.

Saudações irreligiosas.


Jorge Oliveira de Almeida disse:

Existe uma ideia estranha de que muitos avanços chegaram até nós através da Igreja. Ledo engano. A Igreja sempre combateu qualquer ideia que visasse contrariar os seus interesses, que sempre foi o de manter sob rédea curta todos os seus cordeirinhos. Aqueles que resolvessem desgarrar-se eram simplesmente mortos, para o bem de "Deus". A Humanidade ficou estacionada por um milênio porque a Igreja não podia abrir mão de seus privilégios. Buscando sempre estar à frente não de grandes ideias científicas, que nunca incentivou,mas de pensamentos retrógrados que teima ainda em ressuscitar, não é de admirar que vez por outra aquela instituição encontre uma "muleta" onde se apoiar para continuar praticando seus atos com o objetivo único de ludibriar as pessoas de boa índole que ainda não acordaram para a realidade. Assim, toda a sua influência é canalizada para seres obtusos tais como a madre de Calcutá ou o tal padreco brasileiro. Eu proporia uma sugestão: vamos também fazer um milagre? A gente inventa qualquer coisa, "documenta" com os recursos que a tecnologia nos oferece e depois mostra a Verdade. Lembrem-se que aquela história da mãe do cara de Nazaré, que nunca existiu, não iria hoje para a frente porque o exame de DNA comprovaria a farsa, a começar pela dificuldade de comparar o de um pombo com o de uma pessoa. Aliás, desde quando pombo pode ter relações com pessoas? E dar fruto, se são de espécies diferentes? Por isso, mantendo a minha ideia, podemos realizar um milagre (como se faz no cinema, na melhor das hipóteses, ou nas igrejas, na pior) e depois desmascarar todos esses espertalhões!! Aliás, Albino Forjaz Sampaio já realizou qualquer coisa nesse sentido, fazendo santas nos altares chorar lágrimas de sangue!! E aí, vamos fazer????

Antídio Santos Pereira Teixeira !

É natural que no início do convívio em um grupo, tenhamos visões distorcidas de um e de outro na maneira de interpretação, isso é absolutamente natural, felizmente, porque há muitas informações, muitos pontos de vista, a serem repassados ao grupo e não apenas uma forma de pensamento, como possa talvez, parecer.

O companheiro, pelo que se depreende é um homem feliz consigo mesmo, e conseguiu estudar e vencer na vida, e por isso será muito útil ao nosso grupo, esta a minha visão (egoísta, não ?) rsrsrs.

Busco a ludicidade para amenizar a carga emocional que as vezes o diálogo exige, isso a ameniza.

Saudações irreligiosas.

Antídio Santos Pereira Teixeira disse:

Jorge/Paulo e Outros
Caros Amigos:
Peço-lhes desculpas se nas nossas discussões algumas palavras possam parecer mais ríspidas. A verdade é que os debates que virão pela frente, como numa partida de futebol por mais cuidadosa que seja, corre-se o risco de contusões. Na nossa partida o campo é inclinado e a minha trave é a inferior enquanto vocês chutam de cima para baixo, o que muito favorece melhor aceitação dos seus pontos de vista diante dos torcedores.
Esclareço que, sem saber, sou “Irreligioso” nato, pois nunca aceitei os ensinamentos religiosos nem as explicações para os mistérios de poderes das divindades, mesmo sendo de família extremamente católica. Desde criança, no curso primário, fui atraído pelas “Ciências Físicas e Naturais” em busca de explicações para os fenômenos atribuídos a poderes ocultos. Daí ter atingido um patamar do qual posso visualizar “racionalmente” o “Todo Universal”. Sim. É um todo que não tem princípio e nem fim. Nada é; tudo está. E tudo que hoje está é fruto de uma evolução contínua, especialmente nós, que somos ponta de lança desse processo e dotados da capacidade de raciocinar. E cabe-nos o dever de pesquisar, compreender e indicar os melhores e mais seguros caminhos para os mais jovens que têm a missão dar continuidade à vida.
Todo esse processo evolutivo natural vem sendo adulterado, desde o momento em que o homem, em busca de lucro fácil e de poder, passou a queimar a matéria fossilizada como fonte de energia barata, em contínua substituição dos seres humanos nas tarefas produtivas, causando, com isso, o sério desequilíbrio sócio-econômico-ambiental que nos assusta.
Quanto a proposta de Paulo para entrar no Facebook, não tenho condições de opinar por nada entender nessa área, muito complicada para mim. Mas, se for para maior divulgação do assunto e esclarecimento de mais pessoas, ótimo. Contem comigo.
Fraternais abraços.
Antídio
P.S. – Vou tentar passar nas fotos o desenho da evolução para facilitar a compreensão.

Antídio Santos Pereira Teixeira !

Dissestes uma grande verdade e eu direi a mesma coisa em uma metáfora : "A VIDA SE ALIMENTA DA MORTE", esta é uma frase para ser analisada em especial pelos VEGANS (vegetarianos), tão protetores dos animais.

Saudações irreligiosas.



Antídio Santos Pereira Teixeira disse:

Caríssimos Ivo, Marilda e Outros Irreligiosos:

                                                                     Li boa parte do artigo "Padre Cícero, o Cangaço e os Coronéis, não concluindo a leitura por dificuldade visual. Toda esta história, e tantas outras, são minhas velhas conhecidas por ter iniciado minha vida ainda dentro do calor daqueles fatos. Nada disso me surpreende por contemplá-los de patamares mais elevados. "Todos os seres vivos que vocês podem observar, sejam eles vegetais, animais e inclusive nós, somos consequências de um processo seletivo implacável, onde os mais fracos servem os mais fortes em serviços ou como alimentos, assim como fazemos com bois e aves. Criamo-los com todo zelo, e deles obtemos confiança, segurança  e respeito com comportamentos inocentes e inconscientes, sem que saibam o destino cruel que os aguarda nos açougues e nas panelas."

Quanto ao sistema colonial, o colonialismo apenas mudou de tática: "Escraviza-se de formas menos perceptíveis com a submissão aos capitais." Hoje, não somos colônia de um só país, mas de todos aqueles que não dispõem de riquezas naturais para manter os seus "status" , mas que conseguiram ter recursos financeiros para subjugar os que dispõem de tais riquezas, mantendo-os e desassistido em saúde e educação os seus povos."

            Perdoe-me Marilda, se mostro outra faceta da história.

                                                                                                 Abçs.

                                                                                                         Antídio



Paulo Rosas Moreira disse:

Jorge Oliveira de Almeida!

Você tem certa razão na sua maneira de interpretar, realmente a igreja fazia o que bem entendia, e ao incentivar as artes ela o fazia para satisfazer-se, para encher de maravilhas seus templos, que por acaso, passaram para a humanidade como não poderia deixar de ser.

Mas a tal pomba a que você se refere, não seria por acaso a tal de pomba-rola ou o tal de passaralho ? (rsrsrs)

Ao publicar essa brilhante matéria de Marilda Oliveira, o fiz no intento de desmascarar o mito Padre Cícero, um homem, provavelmente, com virtudes e defeitos, por sinal esses muito maiores, haja vista a usura, pela não distribuição de sua riqueza àqueles que o adoravam. Ficar em cima do muro, indeciso, apoiando sorrateiramente o opressor, merece ganhar a condecoração máxima da igreja ? Essa, uma pergunta para aqueles que o adoram.

Saudações irreligiosas.


Jorge Oliveira de Almeida disse:

Existe uma ideia estranha de que muitos avanços chegaram até nós através da Igreja. Ledo engano. A Igreja sempre combateu qualquer ideia que visasse contrariar os seus interesses, que sempre foi o de manter sob rédea curta todos os seus cordeirinhos. Aqueles que resolvessem desgarrar-se eram simplesmente mortos, para o bem de "Deus". A Humanidade ficou estacionada por um milênio porque a Igreja não podia abrir mão de seus privilégios. Buscando sempre estar à frente não de grandes ideias científicas, que nunca incentivou,mas de pensamentos retrógrados que teima ainda em ressuscitar, não é de admirar que vez por outra aquela instituição encontre uma "muleta" onde se apoiar para continuar praticando seus atos com o objetivo único de ludibriar as pessoas de boa índole que ainda não acordaram para a realidade. Assim, toda a sua influência é canalizada para seres obtusos tais como a madre de Calcutá ou o tal padreco brasileiro. Eu proporia uma sugestão: vamos também fazer um milagre? A gente inventa qualquer coisa, "documenta" com os recursos que a tecnologia nos oferece e depois mostra a Verdade. Lembrem-se que aquela história da mãe do cara de Nazaré, que nunca existiu, não iria hoje para a frente porque o exame de DNA comprovaria a farsa, a começar pela dificuldade de comparar o de um pombo com o de uma pessoa. Aliás, desde quando pombo pode ter relações com pessoas? E dar fruto, se são de espécies diferentes? Por isso, mantendo a minha ideia, podemos realizar um milagre (como se faz no cinema, na melhor das hipóteses, ou nas igrejas, na pior) e depois desmascarar todos esses espertalhões!! Aliás, Albino Forjaz Sampaio já realizou qualquer coisa nesse sentido, fazendo santas nos altares chorar lágrimas de sangue!! E aí, vamos fazer????



Jorge Oliveira de Almeida disse:

Meu caro Paulo Rosas, 

parece-me que a religiosidade está dentro de cada um. O que a Igreja faz, e aqui me refiro a qualquer culto, é incentivar as pessoas a desenvolver esse "dom", digamos assim. Eu também desde pequenino não consigo entender como um ser difuso, extra-terreno, sem peso, sem massa, pode ter criado alguma coisa. Dizem os religiosos que não podemos entender porque só a Deus é dada essa possibilidade. Ora, se assim é, como podem os religiosos crer em alguma coisa que não entendem? Por medo do castigo divino? 

Quanto à tal pomba a que me referi, acontece o seguinte: durante toda a vida tentei entender o que é esse tal de "espírito santo". Ninguém me respondeu até aqui. Parece-me que mesmo os religiosos querem passar ao largo de tais questões. Nem sabem eles que estão crendo na "Santíssima Trindade" porque assim foi determinado no Concílio de Nicéia (e não crer resultava na morte do "herege", mas nem sabem o que isso significa. De tanto procurar entender, acabei descobrindo que aquele tal "espírito santo" foi uma pomba enviada por "Deus" para seduzir a coitadinha da Maria, que embora casada, era virgem! Como é que isso pode ter acontecido é matéria para quem estuda ou trabalha com historinhas infantis. Foi a essa pomba, ou pombo, não tenho certeza, a que me referi. Desculpe-me se sou bastante ignorante neste assunto, mas a verdade é que não tenho o mínimo interesse em dedicar meu tempo a histórias da carochinha.  
Foi-se o tempo em que acreditava em Papai Noel!

É isso aí, meu caro. Um abração, Jorge Oliveira de Almeida.

Paulo Rosas Moreira disse:

Jorge Oliveira de Almeida!

Você tem certa razão na sua maneira de interpretar, realmente a igreja fazia o que bem entendia, e ao incentivar as artes ela o fazia para satisfazer-se, para encher de maravilhas seus templos, que por acaso, passaram para a humanidade como não poderia deixar de ser.

Mas a tal pomba a que você se refere, não seria por acaso a tal de pomba-rola ou o tal de passaralho ? (rsrsrs)

Ao publicar essa brilhante matéria de Marilda Oliveira, o fiz no intento de desmascarar o mito Padre Cícero, um homem, provavelmente, com virtudes e defeitos, por sinal esses muito maiores, haja vista a usura, pela não distribuição de sua riqueza àqueles que o adoravam. Ficar em cima do muro, indeciso, apoiando sorrateiramente o opressor, merece ganhar a condecoração máxima da igreja ? Essa, uma pergunta para aqueles que o adoram.

Saudações irreligiosas.


Jorge Oliveira de Almeida disse:

Existe uma ideia estranha de que muitos avanços chegaram até nós através da Igreja. Ledo engano. A Igreja sempre combateu qualquer ideia que visasse contrariar os seus interesses, que sempre foi o de manter sob rédea curta todos os seus cordeirinhos. Aqueles que resolvessem desgarrar-se eram simplesmente mortos, para o bem de "Deus". A Humanidade ficou estacionada por um milênio porque a Igreja não podia abrir mão de seus privilégios. Buscando sempre estar à frente não de grandes ideias científicas, que nunca incentivou,mas de pensamentos retrógrados que teima ainda em ressuscitar, não é de admirar que vez por outra aquela instituição encontre uma "muleta" onde se apoiar para continuar praticando seus atos com o objetivo único de ludibriar as pessoas de boa índole que ainda não acordaram para a realidade. Assim, toda a sua influência é canalizada para seres obtusos tais como a madre de Calcutá ou o tal padreco brasileiro. Eu proporia uma sugestão: vamos também fazer um milagre? A gente inventa qualquer coisa, "documenta" com os recursos que a tecnologia nos oferece e depois mostra a Verdade. Lembrem-se que aquela história da mãe do cara de Nazaré, que nunca existiu, não iria hoje para a frente porque o exame de DNA comprovaria a farsa, a começar pela dificuldade de comparar o de um pombo com o de uma pessoa. Aliás, desde quando pombo pode ter relações com pessoas? E dar fruto, se são de espécies diferentes? Por isso, mantendo a minha ideia, podemos realizar um milagre (como se faz no cinema, na melhor das hipóteses, ou nas igrejas, na pior) e depois desmascarar todos esses espertalhões!! Aliás, Albino Forjaz Sampaio já realizou qualquer coisa nesse sentido, fazendo santas nos altares chorar lágrimas de sangue!! E aí, vamos fazer????

Paulo Rosas Moreira:

                                Sua metáfora " A VIDA SE ALIMENTA DA MORTE", muito me sensibilizou porque sintetiza a teoria que defendo do "Todo Universal em Contínua Evolução". No nosso caso, o processo inicial pode ser considerado como morte e desintegração dos elementos simples para que seus resíduos se combinem para e alimentar outras novas vidas, os compostos (ácidos, bases e sais), que, por sua vez, se desintegram para que seus resíduos alimentem novas formas de vidas mais complexas e evoluídas, os vegetais. Estes, por sua vez, sucumbem para alimentar outros da mesma espécie e os seres animados. Todos, indistintamente, cumprem o mesmo ritual: Nascimento, amadurecimento e morte, enriquecendo, cada vez mais a matéria orgânica que alimentará seres mais aptos para conduzirem o pavilhão da vida. Nossos resíduos orgânicos e os finais, não fogem a esta regra.

                                  Ontem, lhe enviei "como resposta", mensagem de agradecimento semelhante, que se perdeu nos complexos meandros deste "site" sem que eu possa entender porquê.

                                  Abraços e votos para um excelente domingo.

                                                                                                        Att.

                                                                                                             Antídio


Antídio Santos Pereira Teixeira !

Sensibilizado fico eu em poder contribuir com seu trabalho de forma tão significativa, a ponto de sensibiliza-lo. Justo eu, um analfabeto total, na matéria de seus estudos.

Isto me fez lembrar sobre uma não sei se história ou estória, e eu acho até que já comentei aqui de outra feita.

A diretoria do fabricante da antiga pasta dentifrícia KOLINOS reuniu seus diretores para estudarem uma maneira de aumentarem as vendas de seu produto, entre um diálogo e outro, um atento servidor da limpeza, prestando seu serviço, recolhendo xícaras, limpando o ambiente, num intervalo dos diálogos, comentou justo com o diretor comercial, dizendo :  " Por quê não aumentam o furo do tubo , assim o usuário vai gastar mais e comprar mais " .

As vezes as grandes ideias vem de onde menos esperamos.

Agradeço e retribuo sua mensagem, mas não se espante, já cansei de perder mensagens pensando que tinha enviado, mudando rapidamente de página ou clicando em algo que as vezes nem sei em quê e perco a mensagem.

Saudações irreligiosas.


Antídio Santos Pereira Teixeira disse:

Paulo Rosas Moreira:

                                Sua metáfora " A VIDA SE ALIMENTA DA MORTE", muito me sensibilizou porque sintetiza a teoria que defendo do "Todo Universal em Contínua Evolução". No nosso caso, o processo inicial pode ser considerado como morte e desintegração dos elementos simples para que seus resíduos se combinem para e alimentar outras novas vidas, os compostos (ácidos, bases e sais), que, por sua vez, se desintegram para que seus resíduos alimentem novas formas de vidas mais complexas e evoluídas, os vegetais. Estes, por sua vez, sucumbem para alimentar outros da mesma espécie e os seres animados. Todos, indistintamente, cumprem o mesmo ritual: Nascimento, amadurecimento e morte, enriquecendo, cada vez mais a matéria orgânica que alimentará seres mais aptos para conduzirem o pavilhão da vida. Nossos resíduos orgânicos e os finais, não fogem a esta regra.

                                  Ontem, lhe enviei "como resposta", mensagem de agradecimento semelhante, que se perdeu nos complexos meandros deste "site" sem que eu possa entender porquê.

                                  Abraços e votos para um excelente domingo.

                                                                                                        Att.

                                                                                                             Antídio

Paulo:

 Se você não é diplomata de carreira, é por vocação; tem o dom de convencer como verdadeiro o que não é. Quem sabe, se você fosse pastor evangélico da Universal, que sucesso não faria?
Obrigado pelos esclarecimentos e apoio nas minhas dúvidas.
Observo que a maioria das invenções e atividades de sucesso, tem como ponto de partida a observação de leigos que labutam com atividades rotineiras, tais como o servente da Kolinos. Você deve ser do tempo em que o chique era andar com calçados super brilhantes com as graxas Jonhson, que originaram a profissão de “engraxate”, e que passaram por diversos nomes como pastas, cremes, pomadas, etc. Contavam na época, que o fundador do Império Jonhson&Jonhson era um americano comprador de couros no nosso Nordeste, para uma empresa de sua terra. Nas suas andanças pelo interior, observou a utilização da cera de carnaúba para conservação de couros, e que refletia excepcional brilho. Levou a ideia de industrializar e comercializar a matéria prima e exportar para o mundo, o que fez. E, acompanhando a “ex-graxinha”, semeou o império que é hoje.
Passo a contar a minha alegria de hoje:
Meditando sobre meu ponto de vista de que o que somos, assim como tudo que existe, teve a mesma origem, a condensação e materialização da Luz, e que se desenvolveram em diferentes tempos e condições ambientais, passando, assim, a constituir esta irmandade material, altamente heterogênea, que conhecemos. De repente, veio-me à mente que esta teoria, nunca antes explicada, foi pregada há, quase, mil anos por São Francisco de Assis quando se referia como irmãos as plantas, animais e que, no seu último trabalho, louvou os irmãos, Sol, Lua, Estrelas, Ar, Água, e assim por diante. Numa época pré-científica, em que se baseou esse cidadão para aplicar essa teoria tão complexa? - É uma incógnita.
Fraternal abraço e votos para que tenha uma excelente semana.
Att.
Antídio

Antídio Santos Pereira Teixeira !

Você acertou em cheio, sobre engraxates, eu era especialista nisso, usava álcool para retirar a tinta do sapato, deixando-o sem cor, depois o pintava com tinta própria, depois a cera de carnaúba da graxa, escova e um pano com umas gotas de álcool,  o sapato ficava super brilhoso, isso por volta de 1952/3. 

Viu ! Acaso  fosses chefe de terreiro espírita, diria que seu "santo" está com tudo em cima.                     Observe ! Um curso que fiz de cerca de 3 meses, na empresa em que trabalhei na década de 60, além de aprender os serviços ligados ao trabalho, diariamente de segunda a sexta feira, uma hora era destinada aos psicólogos, ao fim do curso, eles forneceram a cada um as habilidades a que deviam se dedicar para obter sucesso. Você adivinhou e não precisou nem ministrar o curso, minha tendência era para ser padre, imagina, logo eu. rsrsrs.

Olho clínico o seu, parabéns!

Um tríplice abraço fraternal, e 

saudações irreligiosas.

Antídio Santos Pereira Teixeira disse:

Paulo:

 Se você não é diplomata de carreira, é por vocação; tem o dom de convencer como verdadeiro o que não é. Quem sabe, se você fosse pastor evangélico da Universal, que sucesso não faria?
Obrigado pelos esclarecimentos e apoio nas minhas dúvidas.
Observo que a maioria das invenções e atividades de sucesso, tem como ponto de partida a observação de leigos que labutam com atividades rotineiras, tais como o servente da Kolinos. Você deve ser do tempo em que o chique era andar com calçados super brilhantes com as graxas Jonhson, que originaram a profissão de “engraxate”, e que passaram por diversos nomes como pastas, cremes, pomadas, etc. Contavam na época, que o fundador do Império Jonhson&Jonhson era um americano comprador de couros no nosso Nordeste, para uma empresa de sua terra. Nas suas andanças pelo interior, observou a utilização da cera de carnaúba para conservação de couros, e que refletia excepcional brilho. Levou a ideia de industrializar e comercializar a matéria prima e exportar para o mundo, o que fez. E, acompanhando a “ex-graxinha”, semeou o império que é hoje.
Passo a contar a minha alegria de hoje:
Meditando sobre meu ponto de vista de que o que somos, assim como tudo que existe, teve a mesma origem, a condensação e materialização da Luz, e que se desenvolveram em diferentes tempos e condições ambientais, passando, assim, a constituir esta irmandade material, altamente heterogênea, que conhecemos. De repente, veio-me à mente que esta teoria, nunca antes explicada, foi pregada há, quase, mil anos por São Francisco de Assis quando se referia como irmãos as plantas, animais e que, no seu último trabalho, louvou os irmãos, Sol, Lua, Estrelas, Ar, Água, e assim por diante. Numa época pré-científica, em que se baseou esse cidadão para aplicar essa teoria tão complexa? - É uma incógnita.
Fraternal abraço e votos para que tenha uma excelente semana.
Att.
Antídio

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