Irreligiosos

Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

Recebi um email esses dias de um curioso querendo saber o que o Espiritismo fala sobre o ateísmo e sobre os ateus depois da morte. Resolvi transformar a pergunta em um tópico.

 

Bom... sobre o ateísmo, não concorda com ele.  E sobre o destino dos ateus depois da morte...bom, no alémterão uma sina infeliz, mas  vão reconhecer a existência de Deus e do mundo dos espíritos como veremos a seguir, segundo dizem.

 

No livro espírita “O Céu e o Inferno” (Allan Kardec), páginas 376 a 381, há um  caso de dois ateus, um  que se matou afogado e o irmão dele que não se matou e foram chamados para conversarem na sociedade espírita de Paris. No além, o que se matou ele estava com uma vida muito penosa.  Durante a sessão ele  ficou irritado, quebrou um lápis, rasgou uma folha, chamou até os amigos vivos que eram incrédulos e materialistas de “desgraçados”. Os médiuns presentes tiveram que acalmá-lo. O ateu que não se matou reconheceu depois de morto que a oração é uma "divina panaceia".

 

Em vida eles não queriam aceitar a ideia de continuar existindo do outro lado, eles eram muito materialistas, mas segundo o Espiritismo,  lá no além eles tiveram que dar o braço a torcer. Pelo menos é isso o que leremos no relato abaixo.

 

“UM ATEU

 

M. J.-B. D... era um homem instruído, mas em extremo saturado de idéias materialistas, não acreditando em Deus nem na existência da alma. A pedido de um parente, foi evocado dois anos depois de desencarnado, na Sociedade Espírita de Paris.

 

 

1. Evocação.

— R. Sofro. Sou um réprobo.

 

2. Fomos levados a evocar-vos em nome de parentes que, como tais, desejam conhecer da vossa sorte. Podereis dizer-nos se esta nossa evocação vos é penosa ou agradável?

— R. Penosa.

 

3. A vossa morte foi voluntária?

— R. Sim.

 

O Espírito escreve com extrema dificuldade. A letra é grossa, irregular, convulsa e quase ininteligível. Ao terminar a escrita encoleriza-se, quebra o lápis e rasga o papel.

4. Tende calma, que nós todos pediremos a Deus por vós.

— R. Sou forçado a crer nesse Deus.

 

5. Que motivo poderia ter-vos levado ao suicídio?

R. O tédio de uma vida sem esperança.

 

6. Quisestes escapar às vicissitudes da vida... Adiantastes alguma coisa? Sois agora mais feliz?

— R. Por que não existe o nada? [ essa é a pergunta que o espírito faz aos médiuns]

7. Tende a bondade de nos descrever do melhor modo possível a vossa atual situação.

— R. Sofro pelo constrangimento em que estou de crer em tudo quanto negava. Meu Espírito está como num braseiro, horrivelmente atormentado.

 

8. Donde provinham as vossas idéias materialistas de outrora?

— R. Em anterior encarnação eu fora mau e por isso condenei-me na seguinte aos tormentos da incerteza, e assim foi que me suicidei.

 

9. Quando vos afogastes, que idéias tínheis das conseqüências? Que reflexões fizestes nesse momento?

— R.Nenhuma, pois tudo era o nada para mim. Depois é que vi que, tendo cumprido toda a sentença, teria de sofrer mais ainda.

 

10. Estais bem convencido agora da existência de Deus, da alma e da vida futura?

— R. Ah! Tudo isso muito me atormenta!

 

11. Tornastes a ver vosso irmão?

— R. Oh! não.

 

12. E por que não?

— R. Para que confundir os nossos desesperos? Exila-se a gente na desgraça e na ventura se reúne, eis o que é.

 

13. Incomodar-vos-ia a presença de vosso irmão, que poderíamos atrair aí para junto de vós?

— R. Não o façais, que o não mereço.

14. Por que vos opondes?

— R. Porque ele também não é feliz.

 

15. Receais a sua presença, e no entanto ela só poderia ser benéfica para vós.

— R. Não; mais tarde...

 

16. Tendes algum recado para os vossos parentes?

— R. Que orem por mim.

 

17. Parece que na roda das vossas relações há quem partilhe das vossas opiniões. Quereis que lhes digamos algo a respeito?

— R. Oh! os desgraçados! Assim possam eles crer em outra existência, eis quanto lhes posso desejar. Se eles pudessem avaliar a minha triste posição, muito refletiriam.

 

(Evocação de um irmão do precedente, que professava as mesmas teorias, mas que não se suicidou. Posto que também infeliz, este se apresenta mais calmo; a sua escrita
é clara e legível.)

18. Evocação.

— R. Possa o quadro dos nossos sofrimentos ser útil lição, persuadindo-vos da realidade de uma outra existência, na qual se expiam as faltas oriundas da incredulidade.

 

19. Vós, e vosso irmão que acabamos de evocar, vos vedes
reciprocamente?

— R. Não; ele me foge.


20. Estais mais calmo do que vosso irmão. Podereis dar--nos uma descrição mais precisa dos vossos sofrimentos?
— R. Não sofreis aí na Terra no vosso orgulho, no vosso amor-próprio, quando obrigados a reconhecer os vossos erros?

 

21. Quereis falar dos irmãos encarnados, ou dos Espíritos?
— R. De uns como de outros.


22. Enquanto nos entretínhamos com o vosso irmão, uma das pessoas aqui presentes orou por ele: — essa prece lhe foi proveitosa?

— R. Ela não se perderá. Se ele agora recusa a graça, outro tanto não fará quando estiver em condições de recorrer a essa divina panacéia.”

 

Comentário do livro: “Na subseqüente encarnação é mais que provável que a incredulidade
ceda lugar ao sentimento inato da fé.”

FIM

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Respostas a este tópico

O texto é tão insano quanto Allan Kardec.

Análise do diálogo com o suposto espírito de um ateu na sessão espírita em Paris

Lendo o artigo acima, lembrei-me de uma narrativa que li há alguns anos, e peço licença para resumir aqui tal narrativa porque ela, como o leitor verá, servirá de base para o entendimento  da opinião que posteriormente apresentarei.

Resumo da Narrativa: Dois rapazes solteiros foram consultar um médium que, pelo que se dizia, teria a capacidade de adivinhar (ou ser informado pelo “além”) sobre a vida e os problemas de cada consulente, e sobre seus parentes falecidos. Um dos rapazes saiu contente, e comentou com seu amigo que tudo que o médium havia informado estava correto: que ele era solteiro, tinha preocupações com seu pai doente, e que sua mãe havia falecido em circunstâncias que corretamente o médium explicou.  Já o outro rapaz teve um comentário diferente: o médium errou tudo sobre ele, disse que ele era separado da mulher, que tinha uma filha que faleceu tragicamente, etc.  O amigo estranhou que o médium havia errado tanto sobre o amigo solteiro. Mas este esclareceu os motivos do erro: “Enquanto eu estava na fila imaginei esta situação sobre mim mesmo, eu imaginei que era casado e depois separado, e que teria uma filha que morreu tragicamente”.  Aparentemente o médium tirou seu relatório e seus conselhos não de seu conhecimento superior ou de informações vindas do além, ele as tirou, de algum modo, de minha própria cabeça, onde estava tal história inverídica. Tá certo que ler a mente de alguém é algo admirável, mas não tanto quanto ter informações vindas do além...”

Agora comentarei o texto sobre a sessão espírita de Paris.  Para mim, não era verdadeiramente o espírito do morto ateu que falava, e sim as mentes dos presentes. E aquilo que o tal espírito parecia informar era na verdade originado nas mentes das pessoas (vivas) participantes da sessão. Por que digo isso?  Por que os diálogos parecem muito inverídicos, quando analisados friamente. Parecem refletir o que os espíritas querem ouvir, aquilo que confirma o que acreditam, e não aquilo que um ateu diria naquela situação (de, após morrer, descobrir que ele estava errado e Deus existia).

Vamos analisar detalhadamente para eu esclarecer por que penso assim.

No diálogo 4,  o espírito do ex-ateu diz: “Sou forçado a crer nesse Deus”.

É isto que os crentes querem ouvir: o descrente relutantemente dá o braço a torcer e diz “sou forçado a crer nesse Deus”.  Na verdade, se o ateu morre e, de alguma forma, lhe é mostrado que  existe a vida após a morte e existe Deus, ele não teria tal comentário, ele diria “Eu estava enganado sobre a inexistência de Deus, vejo agora que ele existe... “ Ele poderia também acrescentar que agora está feliz pelo fato de ter essa informação, pelo fato de ter descoberto que esteve sempre enganado... Por que não reconheceria isso, amigos crentes? Afinal, Deus não é algo maravilhoso?  O universo com um Grande Pai para nos ajudar não é mais confortável e seguro? Se ele era ateu e agora viu (não interessa como) que Deus existe, então ele NÃO É MAIS um ateu, e todo o texto dessa sessão espírita desconsidera esse fato. Agora ele é um ex-ateu, e é tão crente quanto qualquer outra pessoa religiosa viva ou morta!

No diálogo 6, o espírito do ex-ateu diz: “Por que não existe o nada?”  Isto é outro exemplo que prova que os crentes querem ver o ateu “dando o braço a torcer”, novamente, assim como no diálogo 4.  O ateu está descontente porque sua visão do cosmos, materialista, com o “nada” após a morte, não foi provada correta. Entretanto, meu comentário é semelhante ao que apresentei para o diálogo 4.  Se ele descobre agora que, ao invés do “nada” após a morte existe Deus, ele deveria, ao invés de ficar descontente, estar feliz com isso. Afinal, Deus não é algo bom para todos? Ele deveria dizer: “Eu esperava o “nada” e estou feliz por descobrir que existe Deus, um paraíso, anjos, e sei lá o que mais.

No diálogo 7, mais do mesmo. Ele diz sofrer constrangimento  por ter que crer o que negava. Mas ele deveria de fato estar contente. Mas os espíritas querem vê-lo passando vergonha por sua crença passada! E ele se diz sentir-se em um braseiro, atormentado.  Bem, os religiosos sempre dizem que quem não acredita na religião deles irá para o inferno ou irá sofrer após a morte. Mas esse indivíduo já sabe que Deus existe, então por que tem que sofrer? Só para satisfazer os religiosos daqui?  Se ele agora já sabe que Deus existe, não é mais ateu, é um ex-ateu. Por que deve sofrer e ser punido por seus enganos passados? Por que deve ficar em um braseiro só por ter lido os livros errados?  Se Deus existe e é bondoso, não deveria aplicar punição a quem leu os livros errados ou tinha uma base intelectual propícia a fazê-lo crer no materialismo.  Ou será que a noção de que Deus é bondoso está errada?  Será que temos lá em cima um Hitler que castiga todos que deixaram de demonstrar fidelidade todo o tempo?  (Eu não respondo a esta pergunta por que eu também sou ateu, e prefiro não acreditar em Deus algum, mas quem acredita em um Deus que responda!)

Nos diálogos 8 e 9 os espíritas da sessão, através da voz do suposto espírito do ex-ateu, revelam sua crença em reencarnação e em a pessoa poder ser punida em uma vida por ter sido mau em vidas passadas. Não vou comentar muito porque praticamente este assunto é outro.  Os espíritas parecem crer que, mesmo com um Deus “bondoso” e com “totais poderes”, há muita necessidade de castigos e sofrimentos.  Claro, sem um pouquinho de medo quem precisaria dar valor às religiões?!   Vou parar por aqui meu comentário visto que se continuasse seria muito repetitivo.

Lazarus Silver

Parte do comentário do Lazarus: "Afinal, Deus não é algo bom para todos? Ele deveria dizer: “Eu esperava o “nada” e estou feliz por descobrir que existe Deus, um paraíso, anjos, e sei lá o que mais".

 

Amigo, desculpe, porém, sem querer lhe ofender e tão pouco querer defender Allan Kardec, mas, você precisa prestar mais atenção ao texto, se atentar aos detalhes do contexto do que está sendo anunciado. Veja o que o "suposto" espírito do ateu diz: "Sofro pelo constrangimento em que estou de crer em tudo quanto negava. Meu Espírito está como num braseiro, horrivelmente atormentado".

 

Viu bem acima? Pois é, como é que você queria que tal ateu, sofrendo desse jeito no além túmulo, conforme o relato, estivesse feliz? Você ficaria feliz em uma condições dessas?

Mark Twain, autor de Reflexões Sobre a Religião, quando perguntado se ele, um ateu (ou agnóstico), temia a morte, ele respondeu que não; e acrescentou: se estive morto bilhões e bilhões de anos, ou por toda a eternidade, por que me angustiar por voltar ao estado em que sempre estive? a partir de minha morte simplesmente voltarei à condição em que sempre estive e na qual sempre ficarei.

Não acreditando ele em supostas vidas espirituais, certamente se regozijava, tal como Richard Dawkins, com a felicidade de ter nascido, tendo uma vida terrena e única.

Nossa Terra poderia ser um planeta inóspito como os demais, e no entanto a vida aqui surgiu, graças às múltiplas condições aleatórias de nosso Astro.



Gefferson Menezes disse:

  

Amigo, desculpe, porém, sem querer lhe ofender e tão pouco querer defender Allan Kardec, mas, você precisa prestar mais atenção ao texto, se atentar aos detalhes do contexto do que está sendo anunciado. Veja o que o "suposto" espírito do ateu diz: "Sofro pelo constrangimento em que estou de crer em tudo quanto negava. Meu Espírito está como num braseiro, horrivelmente atormentado".

 



 



Gefferson Menezes disse:

  

 Veja o que o "suposto" espírito do ateu diz: "Sofro pelo constrangimento em que estou de crer em tudo quanto negava. Meu Espírito está como num braseiro, horrivelmente atormentado".

Prezado Gefferson Menezes, creio que você não entendeu a essência do meu comentário, e, para que você entenda, vou ter que fazer uma comparação com outra situação.  Imagine que você é casado e feliz com sua linda esposa mas começou a desconfiar dela porque tinha a impressão de tê-la visto abraçada a outro homem, a uma certa distância. Contratou um detetive.  O detetive lhe traz fotos e filmes de sua esposa fazendo amor com outro homem. Você fica bastante irritado e infeliz, até que o detetive lhe revela que a sua esposa possui uma irmã gêmea idêntica, e esta irmã é a mulher do filme e das fotos. Aí, quando você descobre que sua esposa é fiel, e seu ciúme era injustificado, você vai ficar feliz ou infeliz?  Sem dúvida vai ficar feliz por ter um excelente casamento, não vai ficar infeliz por algum dia ter sido estúpido e desnecessariamente ciumento.  O mesmo, em minha interpretação, aconteceria com um ateu na hipótese de este após morrer descobrir que existe um excelente Deus tomando conta de todos nós e nos livrando de todo o mal (digo hipótese porque eu também sou ateu e não creio que exista tal Deus). Por isso, o fato  de os espíritas desta história enfatizarem o sofrimento do ateu (sofrimento que para mim não faria sentido de existir) prova a não autenticidade de tal espírito de um ateu; os espíritas estão apenas querendo que o ateu dê o braço a torcer, dizendo-se infeliz, mas na verdade (se a aventura de tal espírito no além fosse verdadeira) ele teria muito bem se adaptado ``as novas circunstâncias, ao invés de ficar remoendo o fato de, quando em vida, ter estado "errado".  Entendeu agora?

 

 

Prezado Gefferson Menezes, creio que você não entendeu a essência do meu comentário, e, para que você entenda, vou ter que fazer uma comparação com outra situação.  Imagine que você é casado e feliz com sua linda esposa mas começou a desconfiar dela porque tinha a impressão de tê-la visto abraçada a outro homem, a uma certa distância. Contratou um detetive.  O detetive lhe traz fotos e filmes de sua esposa fazendo amor com outro homem. Você fica bastante irritado e infeliz, até que o detetive lhe revela que a sua esposa possui uma irmã gêmea idêntica, e esta irmã é a mulher do filme e das fotos. Aí, quando você descobre que sua esposa é fiel, e seu ciúme era injustificado, você vai ficar feliz ou infeliz?  Sem dúvida vai ficar feliz por ter um excelente casamento, não vai ficar infeliz por algum dia ter sido estúpido e desnecessariamente ciumento.  O mesmo, em minha interpretação, aconteceria com um ateu na hipótese de este após morrer descobrir que existe um excelente Deus tomando conta de todos nós e nos livrando de todo o mal (digo hipótese porque eu também sou ateu e não creio que exista tal Deus). Por isso, o fato  de os espíritas desta história enfatizarem o sofrimento do ateu (sofrimento que para mim não faria sentido de existir) prova a não autenticidade de tal espírito de um ateu; os espíritas estão apenas querendo que o ateu dê o braço a torcer, dizendo-se infeliz, mas na verdade (se a aventura de tal espírito no além fosse verdadeira) ele teria muito bem se adaptado ``as novas circunstâncias, ao invés de ficar remoendo o fato de, quando em vida, ter estado "errado".  Entendeu agora?

Desculpem a repetição, algum dia eu aprendo! Se puderem, removam o excesso!

Segundo o Ateu aqui, depois da morte acontece o seguinte:

O ateu chegando do outro lado vai dizer : Chiiiii me laquei e agora o que faço com minhas crenças morri e estou consciente!!!!

já sei vou voltar la para a térra e atormentar meus colegas ateus que EXISTE VIDA APÓS A MORTE

acho que é isto que acontece

Os Quatro Cavaleiros do Ateísmo:

Richard Dawkins, Daniel Dennett, Sam Harris e Christopher Hitchens

http://irreligiosos.ning.com/video/os-quatro-cavaleiros-do-ate-smo-...

Se o ateu Hitchens, está “lá em cima” o cara até hoje está dando autógrafos...e a fila de crentes é enorme, grande, interminável!

E o comentário mais comum. Você estava certo Hitchens!

Quer dizer que o ateu, porque era ateu, tinha que ser mau, materialista, pelo jeito depressivo, e ainda escrever mal? ..kkk..meu deus..

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