Irreligiosos

Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

Vídeo liberado no Youtube, finalmente, sem cortes.

O FIM DO CRISTIANISMO por Alfredo Bernacchi

https://www.youtube.com/watch?v=ChzcB6gVvKQ

Podem comentar aqui.

Abç

---------------------------------------------------------

NA: O vídeo acima já foi publicado aqui no Irreligiosos e pode ser assistido diretamente, clicando aqui. Comentários devem, preferentemente, ser deixados nesta página.

Exibições: 161

Responder esta

Respostas a este tópico

AS ORIGENS DO CRISTIANISMO –

Os pais  da Igreja

TESTEMUNHOS DA IGREJA de que JESUS DE NAZARÉ NÃO EXISTIU!

 A resposta Cristã habitual para os que questionam a historicidade de Jesus é manusear vários documentos já todos refutados aqui, como "evidência histórica" para a existência de Jesus. Eles normalmente começam com os evangelhos canônicos..., ou seja, uma determinada forma de cristianismo, saiu vitoriosa dos conflitos de muitos cristianismos, entre eles havia  uma bem estabelecida tradição de Gnosticismo. No judaísmo daquela época, mistura de  diferentes cultos pagãos, seitas, clãs, tribos, profetas falsos, profetas, rabinos e doutrinadores, ora de influência grega ora de influência romana, ligadas às mitologias grega e egípcia e até orientais.

Durante os dois primeiros séculos, ocorreram transformações no cristianismo, então uma crença ensinada por evangelistas itinerantes, a pequenas comunidades de fiéis, cada um com seus próprios credos, e escritos, à margem de qualquer autoridade superior. 

De um lado haviam os literalistas  (tornar-se cristo) e de outro lado uma das muitas correntes e vertente distinta chamada gnóstica (tornar-se um deus) com seus Evangelhos Gnósticos (os cristãos originais, que foram destruídos no século IV) que não se ocupavam do suposto Jesus histórico e alegórico mito que nem Osíris-Dioniso.

Parece-me extraordinário que uma biblioteca do cristianismo primitivo inteira de Evangelhos gnósticos escondidos (absolutamente diversa da religião atual à qual estamos acostumados) numa caverna nas imediações de Nag Hammadi, no Egito. Os gnósticos eram "conhecedores" (filosofia de Platão),  livre-pensadores místicos e criativos. O conhecimento direto, pessoal e absoluto das verdades autênticas da existência está ao alcance de todas as pessoas. Prezavam a natureza feminina. Proclamavam saber  os Mistérios Internos secretos do cristianismo, que os literalistas não possuíam. Ficou óbvio para nós o motivo pelo qual eles eram tão odiados pelos bispos da hierarquia católica romana literalista. Esta conteria supostos ensinamentos de Cristo e de seus supostos discípulos sem quase ninguém, fora uns poucos seguidores modernos de Jesus, soubesse de sua existência.

Não há dúvida de que cristãos (crestianos) existiram, desde os primeiros anos do segundo século, certamente, e - como herética judeus e sob diversos nomes - até a geração anterior.  A crença em um Messias (a 'Cristo' em grego) era endêmica entre os judeus depois de tudo.

Mas a crença em um Cristo celestial não equivale a crença em um de carne e sangue 'Jesus de Nazaré' - e quando os pontos de vista 'heréticos' e 'gnóstico' dos primeiros cristãos são examinados 'Jesus de Nazaré' é visivelmente ausente.  E para pressionar o ponto, mesmo a crença em um 'Jesus de Nazaré' não faz dele uma realidade - é apenas a crença de que é uma realidade.

São Krishna, Buda e Cristo "pessoas reais" ou mitos?

 Ao longo dos últimos séculos, os três grandes líderes espirituais têm sido os Senhores Cristo, Krishna e Buda, cujas histórias e ensinamentos são curiosamente semelhantes entre si. O conto de um redentor milagrosamente nascido que vencer desafios heróicos ensina ética e moralidade, realiza maravilhas e prodígios, adquire discípulos e é famoso em toda parte, a seus perseguidos, mortos e renascer, não é único, mas um fenômeno global recorrentes em uma ampla variedade de culturas muito antes da era cristã.

Esses homens-santos não eram pessoas “históricas” que todos “caminharam sobre a Terra”, mas personagens míticos do famoso "mistérios". Um elemento importante do segredo fraternidade, internacional, estes mistérios remontam milhares de anos e são encontrados em todo o mundo, refletindo uma antiga tradição rica em espanto e intriga. As razões para este desenvolvimento religioso são revelados nesta análise aprofundada contendo pesquisa fascinante e original, baseada em evidências modernas e antigas, informações cativante mantida em segredo e oculto dos séculos!

A lista de deuses pré-cristãos, heróis, reis e rainhas que se dizia ter sido "nascido de uma virgem", ou milagrosamente nascido incluem o seguinte:

Krishna – Buda - Deuses egípcios Ra e Apis - Rainha egípcia Hetshepsut - Faraó Amenófis III -  Persa "profeta" Zoroastro - Melquisedeque, bíblico Sumo Sacerdote e Rei de Salem  - Rei persa Ciro -  Platão, "o divino" e "filho de Apolo" - Júlio César - Apolônio de Tiana, sábio grego -  Taliesin, Merlin e Llew Llaw das ilhas britânicas -  Filósofos chineses Fohi e Lao-Kium

Buda e Jesus - São o mesmo?

 Virgem mãe de Buda, Maya, foi impregnada pelo "Espírito Santo", enquanto um "mensageiro celeste" informou que ela daria à luz "um filho dos maiores reis". Buda dizia ter tido cinco discípulos favoritos que deixaram a sua ex-professora de segui-lo, assim como foi o suposto Jesus, cujos cinco discípulos iniciais deixaram João Batista para segui-lo.

Buda é ainda retratado como tendo 12 discípulos, o mesmo que Jesus.

Buda também é retratado como falar com "dois budas que o tinham precedido," um motivo que lembra Jesus conversando com Moisés e Elias.

Enquanto jejuns e reza em solidão no deserto de Buda, ele é tentado pelo Príncipe das Trevas, Mara, cuja insinuação de riqueza e glória dos resiste sábio.

Assim como Jesus, Buda é retratado como andar sobre a água, enquanto que um dos discípulos de Buda também é capaz de andar sobre a água em sua instrução.

Assim como Jesus, Buda exorta os seus discípulos a "esconder as suas boas ações, e confessar seus pecados perante o mundo. Além disso, Buda é retratado como administrar o batismo para a remissão de "pecado".

."Os ensinamentos de Buda abraçaram a irmandade dos homens, a doação de caridade para com todos, inclusive os adversários, e "compaixão ou amor ao próximo”.

"Buda foi chamado de "o Leão da Tribo de Sakya, o Rei da Justiça, o Grande Médico, o Deus entre os Deuses, o Unigênito, o Verbo, o Todo-sábio, o Caminho, a Verdade e a Vida, o Intercessor, o Príncipe da Paz, o Bom Pastor, a Luz do Mundo, o Ungido, o Cristo, o Messias, o Salvador do Mundo, o modo de vida e imortalidade".

A fabricação do Cristianismo

Em 180 d.C., Irineu, publica seus primeiros ataques contra gnosticismo. Tertuliano um dos pais também os desprezou e atacou. ("mulheres, imperfeitas e fingidas, sois a porta do diabo e  do inferno..."),  Irineu foi o principal arquiteto do canône dos quatro Evangelhos, "pois da mesma forma que há quatro regiões no universo e quatro ventos principais" a Igreja necessita de quatro pilares principais", (desconcertante - quem realmente escreveu não sabemos). Apenas vinte e sete entre os primeiros livros cristãos foram incluídos no canône, copiados através dos tempos alterados e adulterados pelos escribas. O resto foi destruído, excluído e marginalizado. Numa palavra " livros santos perdidos" pelos interesses dos pais da Igreja primitiva.

 Escritores dos séculos III e IV: Tertuliano, Irineu e Eusébio (empregado do imperador romano Constantino, divinizou um suposto Cristo humano - ("um Deus uma religião; um império, um imperador"), foram os editores, por assim dizer, da Bíblia dita sagrada, que impuseram a operação  conveniente que sempre fez parte do arsenal de manipulação política e de acobertamento da história. Bispo Eusébio, o grande propagandista da Igreja e confesso mentiroso por-deus. Desse modo, falsidades reunidas no século IV chegaram até nós como se fossem "fatos" comprovados.

 “Infelizmente, os editores finais dos textos evangélicos, nos séculos II e III, estavam tão cegos pelo seu desejo fanático de esmagar o paganismo e transformar a alegoria espiritual em história [...] (HARPUR, O Cristo dos Pagãos, ED. Pensamento, 2008, p. 154)

 Eis a grande pergunta do século vinte e um. A questão se refere à embrulhada que o Cristianismo se meteu no passado ao trazer o personagem Jesus Cristo do tempo mítico para o tempo histórico. As religiões cristãs não sabem como responder nem o que fazer agora. É o fim do caminho.

No tempo mítico o que importava era o moral da história. Esse tempo não requer confirmações e tampouco explicações para os alegados fatos como ocorre no tempo histórico. Na narrativa mítica quando se diz “Certa vez” ninguém pergunta quando, como e o porquê. O importante é o que se desenrola a partir daí.

Na narrativa histórica, quando se diz “em tal lugar, sob o governo de fulano de tal etc.” se estabelece um compromisso com os registros cronológicos e o meio circundante da época. Isto significa que se cria uma dependência indissolúvel com aquilo que se afirma e nenhuma outra forma de interpretação, senão a factual, é admitida. Jesus Cristo estaria mais seguro e seus seguidores mais sossegados se o tivessem deixado por lá, no tempo mítico.

Constantino é mais conhecido e lembrado pela convocação do Concílio de Nicéia, na cidade de Nicéia, perto de Constantinopla. Para serem discutidas questões teológicas e as várias doutrinas sobre a divindade de Jesus. Já naquela época tinha vários fundamentalistas e modernistas, dispostos a se matarem mutuamente. Reuniu cerca de 2500 sacerdotes, incluindo 318 bispos e disse-lhes que apresentassem seus argumentos, na sua presença. A discussão foi toda em grego. Língua que Constantino não falava e não entendia e acompanhava certas partes com dificuldade. Os modernistas eram conhecidos como Arianos. Ário "sustentavam" que Cristo era o primeiro e o mais nobre de todos os seres sagrados, mas que não era um Deus e nem da mesma substância do Pai. Trinta anos após o início do reinado de Constantino, dois novos concílios foram realizados para discutir a mesma questão. Ambos foram incapazes de colocar um ponto final no assunto.

No Concílio de Nicéia, o personagem Jesus (plágio Ísis, de Zoroastro, Apolônio e outros) foi votado e escolhido como de origem divina. Aproveitaram a mensagem  de amor de Jesus e a crucificação para transformá-lo em salvador e filho de Deus. Os Evangelhos anteriores foram considerados heréticos, reunidos e queimados e muitas versões diferentes sobre Jesus ficaram fora da Bíblia. A Igreja Católica Romana e Constantino lançaram as bases do novo poderio do Vaticano e toda (ou quase toda) história passa a ser contada pelos vencedores no cânone bíblico considerados “inspirados”. Os apócrifos, cartas, coletâneas de frases, narrativas da criação e profecias apocalípticas  e narrativas ligadas a Jesus Cristo e ao Antigo Testamento ficaram de fora.

O cristianismo foi protegido no Governo de Constantino, voltou a ser perseguido após a sua morte, com alguns imperadores, e tolerados (simplesmente tolerados) por outros. E assim foi a alternância por 8 imperadores, ao longo de 42 anos, até chegar a Teodósio, este sim, o verdadeiro oficializador do cristianismo, como religião de Estado do Império, mas tudo graças ao "acordo político feito com o Bispo Ambrósio, de Milão". Ambrósio era fortíssimo como autoridade, então capital do Império. O pior é que foi o Estado quem correu a pedir socorro à Igreja e não o contrário. Juntou-se a fome com a vontade de comer.

Se eu pudesse resumir toda a história da fundação, solidificação e continuação do cristianismo, num único parágrafo, eu escreveria o seguinte:

 "A criação do cristianismo começou com Constantino, no Concílio de Nicéia (325), consolidou-se e oficializou-se como religião oficial de Roma com o Imperador Teodósio (391) e teve vida e continuidade através do clero católico, após essa data e até os nossos dias, suprimindo, alterando e criando novas histórias e credos a seu bel-prazer. Daí surgiu a pseudo biografia mítica de Jesus. A propaganda religiosa fez o resto do serviço. Os que estudaram e descobriram essas farsas, a partir do século XVII (antes era impossível até pesquisar, estudar e se manifestar) se tornaram ateus, livres-pensadores agnósticos, humanistas e irreligiosos " (Ivo S. Reis,  fundador do site Irreligiosos).

 "[...]Em 1947, em Qumran, foram encontrados rolos de pergaminho que falavam em Crestus e não em Cristo. A Igreja, ao tomar conhecimento da descoberta de tais Documentos, pretendeu fazer crer que o tal Crestus era o mesmo Cristo de sua criação, só que as investigações posteriores revelaram que se tratava de uma falsificação da Igreja. Tais Documentos haviam sido escritos quase um século antes do nascimento oficial de Jesus Cristo. Crestus, Cristo e Jesus eram nomes muito comuns, tanto na Galileia como na Judeia. Por seu lado, Fílon de Alexandria, apesar de ter contribuído muito para a construção do Cristianismo, nega a existência de Cristo tal como nos é relatado.....”. ( LIVRO: «Apolónio de Tiana – O Taumaturgo Contemporâneo de Jesus» de Eduardo Amarante, Dulce Leal Abalada & George Robert Stowe Mead).

 “Outro historiador ilustre, o Padre Alfred Loisy (que já citei para você aqui) concluiu que "os documentos em que a Igreja se firmara para organizar sua doutrina, provieram, em parte, do ritual essênio e que Jesus Cristo, uma divindade pré-cristã, não tivera vida física, sendo apenas "o reaproveitamento da lenda essênia de Crestus, o seu Messias". Afirmou também a falsidade das epístolas paulinas e declarou enfaticamente que os Evangelhos não poderiam servir de base histórica, nem provar a vida de Jesus”. (Ivo S. Reis)

Como admitir que o cristianismo começasse a morrer na manjedoura? Como explicar ao crente da fraude que Jesus de Nazaré nasceu de uma mãe virgem, o batismo pelo espirito santo de uma pomba", o suicídio e se ergueu no túmulo no "terceiro dia", que tudo aquilo não passou de invenção.

Jesus Cristo estaria mais seguro e seus seguidores mais sossegados se o tivessem deixado por lá, no tempo mítico.

E, ainda mais o credo: que os cristãos aceitem que Deus é perfeitamente bom, embora tenha criado um mundo onde há a dor, a injustiça e a morte. No entanto, este é o alicerce da fé cristã.  Apesar de toda a deficiência das reivindicações incrédulos, os que querem acreditar vão acreditar. " É chamado de "fé". -

Além disso, o Jesus do NT crucificado não pode ter base histórica. Porque a crucificação era um castigo utilizado pelos romanos por crimes contra o Estado e alguns judeus sofreram esse tipo de castigo por sedição.

Como viver para sempre com tamanha contradição? Impossível.

Então como explicar o fato sem causar danos à crença? Impossível

 "Entretanto vou concluir pra você: O cristianismo já vinha da era anterior a Jesus Cristo. Entrou no Século I vinculado ao cristianismo de Chrestus, o mestre da Justiça (ou Retidão) dos judeus essênios. Cujo dogma foi copiado de deuses anteriores, hindús e egípcios. Os tais arruaceiros e baderneiros que perturbavam o império romano. O Apocalipse foi escrito não se sabe por quem (já que existiam outros muitos apocalipses anteriores, inclusive um dos essênios, e surgiu ainda no Século I, ano 68 por aí, mas desconhecia a figura de Jesus Cristo. Falava do Cordeiro de Deus que tinha sete chifres e sete olhos. Duas décadas depois, apareceram as primeiras epístolas de Paulo, tiradas não se sabe de onde, já que nenhum Paulo escreveu coisa alguma e já havia também tais cartas entre os essênios. Os primeiros documentos Bíblicos compostos foram os Atos dos apóstolos, a partir do ano 115 por aí. Sabe-se que não foi antes porque o Apologista Justino, nada escreveu sobre esses livros antes do início do Século II. Citou entretanto os Apóstolos sem vinculá-los aos livro da Bíblia nem a Jesus Cristo. A partir da segunda metade do Século II, o Século III, e daí para adiante, a literatura sobre Jesus passou a ser farta.

Ora, a Igreja criou o mito Jesus a partir do segundo século e retroagiu a estória para mais de cem anos antes, de tal forma que ninguém podia provar nada." (Do livro A Bíblia do Ateu, pag 257 do imortal Alfredo Bernacchi).

Não sei até quando suportarão arrastar a mentira de um imaginário Jesus histórico que teria iniciado um movimento de gente humilde na Judéia que acabou se tornando a maior religião do planeta. Historiadores cristãos já admitem o acontecimento, ainda que timidamente. Não escancaram para não chocar. Se bem que nós avisaram, tardiamente!

Mais provas e TESTEMUNHOS DA IGREJA de que JESUS DE NAZARÉ NÃO EXISTIU!

 Eusébio é notoriamente o autor de um grande número de falsidades - mas então ele não nos avisou em sua história infame: 

 "Vamos introduzir esta história, em geral, apenas os eventos que podem ser úteis primeiro a nós mesmos e depois para a posteridade." – Eusebius, Ecclesiastical History , Vol. - Eusébio, História Eclesiástica, vol. 8, chapter 2. 8, capítulo 2.

 Clemente de Alexandria foi um dos primeiros Padres da Igreja para fazer uma distinção entre "mera verdade humana" e maior verdade de fé:

 "Nem todas as coisas verdadeiras são a verdade, nem deveria aquela verdade que apenas parece verdadeiro de acordo com opiniões humanas ser preferida à verdade verdadeira, que, segundo a fé." – Clement (citado por M. Smith, Clemente de Alexandria, p 446) John Chrysostom ,

 João Crisóstomo, teólogo do século 5 e bispo de Constantinopla outrora, é outro:

 "Você vê a vantagem de engano? ...Pois grande é o valor da fraude, desde que não seja introduzido com uma intenção maliciosa. Na ação fato deste tipo não deveria ser chamado de engano, mas sim uma espécie de boa gestão, inteligência e habilidade, capaz de descobrir maneiras em que os recursos falham, e tornando-se para os defeitos da mente ... ." E, muitas vezes é necessário para enganar, e para fazer os maiores benefícios por meio deste dispositivo, ao passo que aquele que passou por um curso reto tem feito um grande mal para a pessoa a quem não tem enganado. " –  - Crisóstomo, Tratado sobre o sacerdócio, Livro 1.

 O papa Pio XII, ao intervir num Congresso Internacional de Historiadores realizado em Roma em 1955, repetiu mais uma vez para os católicos que:

A questão da existência de Jesus depende da fé e não da ciência”.

 Inácio de Loyola (1491-1556), o fanático incansável pela autoridade papal - ele foi o fundador da Companhia de Jesus (Jesuítas) - mesmo escreveu:

 "Devemos estar sempre dispostos a acreditar que o que nos parece ser branco é realmente preto, se a hierarquia da igreja assim o decidir."

A Reforma pode ter varrido alguns abusos perpetrados pelo sacerdócio, mas mentir não era um delas. Martinho Lutero, em correspondência privada, argumentou.: 

 "Que mal ele faria, se um homem dissesse a uma boa mentira forte em prol do bem e para a igreja cristã ... uma mentira em caso de necessidade, uma mentira útil, uma mentira útil, essas mentiras não seriam contra Deus, ele iria aceitá-los."Martinho Lutero (Citado por seu secretário, numa carta em Max Lenz, ed, Briefwechsel Landgraf Phillips des Grossmüthigen von Hessen mit Bucer, vol I..)

 Não dá para precisar a data da queda do Cristianismo, mas o tombo é certo. Há sinais por todo lado no primeiro mundo a despeito das mobilizações religiosas no terceiro que já se manifesta também contra a fraude.

 Pesquise mais no livro de Ivani Medina: A Origem do Cristianismo em Reflexão

http://www.editoramultifoco.com.br/literatura-loja-detalhe.php?idLi...

Livros recomendados entre outros, de Alfredo Bernacchi, Assis Utsch, Divina de Jesus Scarpim e Sérgio Mesquita Rangel...

Saudações,

Oiced Mocam

http://irreligiosos.ning.com/profile/OicedMocam

    

Responder à discussão

RSS

Sobre

Badge

Carregando...

Leia Isto!

Traduzir para/Translate to:


Visualizações

contador de visitas online

Se esta é a sua 1ª visita ou se passou por aqui, mas não quis comentar nem publicar nada, assine o nosso livro de visitas!

Irreligiosos.ning.com website reputation

Recados Rápidos

 

 

Links Indicados

Sites da Rede DDD: . . . . . . .Logo Rede DDD Acessar links dos sites Baú do Inexplicado Outros:
visit Skeptic.com

Sociedade Racionalista

ComunidadeO Outro Lado das ReligiõesBULE VOADORInternet Infidels Visitar o Observatório

GeraLinks

Badges do Irreligiosos

Nosso badge no seu blog:

Link o Irreligiosos


(Clique aqui para saber como!)


Enquete Jesus Cristo


Sua opinião sobre Jesus Cristo:
Acesse o post de apoio;

----------------
Acesse a nossa página PESQ para responder à enquete.

 


Notícias Cristãs

Atenção: As notícias aqui divulgadas não são nossas recomendações e são veiculadas apenas para informar os últimos acontecimentos e eventos do cristianismo.

(Se a exibição falhar, não é culpa nossa e sim do Widget. Não se preocupem, elas voltam depois)

Por Gospel+ - Gospel+ Noticias

Grupos

Principais Colaboradores

Abaixo, destacamos (em ordem alfabética) a 4ª lista dos nossos  mais eminentes e constantes colaboradores:

  • Alfredo Bernacchi
  • Assis Utsch
  • Carlos Dosivan
  • Divina J. Scarpim
  • Erijosé Oliveira
  • Gilberto Vieira
  • Jorge O. Almeida
  • Luísa L.
  • Márcia Zaros
  • Marilda Oliveira
  • Oiced Mocam
  • Paulo Luiz  
  • Paulo Rosas 
  • Rafael Rocha
  • Sergio M. Rangel

© 2018   Criado por Ivo S. G. Reis.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço