Irreligiosos

Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

O Maior Morticínio da História da Humanidade Foi Patrocinado Pela Bíblia

Um Filho da P de um padre safado, irresponsável, nojento e de mente apodrecida, causou o maior morticínio da história do mundo!

Quando escreveu na Bíblia, o livro mais podre da história, que deus, o deus mais podre da história, disse a Moisés, o mito mais podre da história:

 

                       NÃO PERMITIRÁS QUE VIVA UMA FEICICEIRA.   (Êx.22:18)

 

Isso foi a sentença de morte de MILHÕES de pobres e inocentes, famílias inteiras, depois de cruelmente torturadas de forma revoltante, acusados de bruxaria, uma coisa que nem existe!

Aí, chega aqui alguém, no meio do povo ateu, e quer dizer que esse lixo de livro, com parte da pior casta de demônios se existissem, tem utilidade!

Ponha a Bíblia num pedestal! Bem aberta nessa página, para que todos leiam o que vocês, crentes fanáticos, adoram!...

Acho que essas pessoas que assim procedem deveriam arrepender-se, por terem acreditado nesse deus Filho da P. e endossado as merdas que esses sacerdotes podres escreveram.

Essa passagem nojenta, desse livro asqueroso, fedido, cheio de vermes, ainda está lá!... Espalhado por todo mundo! Justificando a covarde matança de mulheres na África e na Ásia. Está guardado na cabeceira de muitos fanáticos religiosos por aí. Pra não dizer que eles têm consciência do que guardam ao lado do seu travesseiro, débil mental é pouco! São tão nojentos quando o livro que divulgam e defendem por aí...

Estas foram as palavras de “Deus” a “Moisés”. E assim começou a caça às bruxas, em nome Do Filho da P.

Agora vai lá fazer a exegese, pra ver se muda alguma coisa: Vai lá dizer que se trata das bruxinhas, mariposas voadoras que vivem ao redor da luz!

Em nome do deus que eles inventaram para justificar a sua própria sede de sangue!

Depois de sofrer torturas horrendas, mas são torturas da criatividade e crueldade inimaginável! Até que estas confessassem ser bruxas, legiões de mulheres foram queimadas até a morte durante 780 anos! Foram 9 milhões de exterminados! Foram nove milhões de propriedades roubadas, durante o tempo que durou a Inquisição Católica. Na França, na Espanha e em Portugal. Bastava ser acusada, sem direito a qualquer defesa, até por ganância dos inquisidores, que rotineiramente confiscavam para seu proveito pessoal as propriedades dos acusados. Mataram principalmente os evangélicos acusados de heresia. AUTORIZADOS PELO DEUS QUE UM PORCO CRIOU PARA PODER MATAR ESTUPRAR E ROUBAR!

Está lá no livro negro de satanás! Esse que os cristãos fanáticos levam debaixo do braço! Que vai encher de vermes a todos que o leem!

Os inquisidores do Papa Inocêncio VIII, despiam as mulheres, raspavam e bolinavam suas partes íntimas a procura de “sinais de bruxaria”. Com certeza as estupravam, condenavam-nas às tortura mais cruéis possíveis, e à fogueira santa, com todas as despesas por conta dela mesma. O carrasco que vinha de longe, a corda, o alcatrão o banquete dos juízes, eram pagos. Até a lenha que a queimava era paga com os seus bens. Se sobrasse alguma coisa, dividiam entre o Estado e a Igreja.

Eu não acredito na inocência de uma pessoa que estuda a Bíblia noite e dia e não se defrontou com essa passagem, bem no início! Passou por cima e não quis ver! Entendeu, mas fingiu que não entendeu! Não é só uma fanático. É muito pior!... O cara que tem consciência disso, do que está escrito nesse livro, e o coloca debaixo do braço, é um assassino em potencial! Um terrorista disfarçado! Torturador sádico! Sorri quando lê e prega essa maldita palavra, feliz por estar divulgando essa nojeira!

As vítimas humilhação e as torturas mais cruéis, crianças de colo, meninas de 9 anos, famílias inteiras, milhões de pessoas eram torturadas e queimadas sem contemplação, a mando do deus que esses vermes inventaram! Segundo o que escreveu Moisés. “Não permiti que vivam as bruxas”.

Veja os horrores das torturas aqui neste site. Os instrumentos de tortura: Dá náuseas! Dá ânsia de vômito!

Peguem as pessoas que defendem isso, e esfreguem a cara delas as fotografias, para elas nunca mais dizerem que não sabiam!

 

http://igrejabbereia.blogspot.com/2010/04/santa-inquisicao-ou-santo...

 

O maior morticínio da história! Comparada apenas ao de Hitler, porém muitas vezes pior! 780 anos torturando e matando em nome de Deus! E o que escreveram que Jesus disse ao saber disso? “VIM PARA CUMPRIR!” F.daP.

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Na Idade Média, mediante pagamento, o perdão e a salvação!

Durante muito tempo, a Idade Média foi chamada  de “Idade das Trevas”, nome que lhe foi dado no Renascimento, numa referência ao que era considerado, uma estagnação cultural, exprimindo a visão do mundo moderno que se formava. A efervescência do mundo romano foi substituída pelo imobilismo feudal e pela forte presença da igreja medieval. Os homens da Idade Média davam significados próprios as coisas de seu tempo e  obtiveram algumas conquistas. O monopólio cultural da Igreja, somado à intensa religiosidade e a educação formal entrou em crise, restrita basicamente ao meio clerical. Durante o Período Merovíngio a Igreja manteve  escolas episcopais para garantir a formação do clero, enquanto dentro dos mosteiros realizava-se a leitura e a cópia de documentos escritos e de alguns livros das civilizações grega e romana, além de, pouco mais tarde da árabe. Carlos Magno estimulou o ensino e a cultura, embora essa iniciativa não tenha tido continuidade após a sua morte.

O papa Urbano II, em 1095 com sede de glória e devoção religiosa, conclama a cristandade para uma Guerra Santa. Aos príncipes católicos foram prometidas recompensas celestiais e plenas indulgências papais. Regiões sagradas para os cristãos como o Santo Sepulcro, em Jerusalém, estavam sob domínio dos “infiéis” turcos muçulmanos. Lutar e morrer na Cidade Santa terrena lhes permitiria alcançar um lugar celestial. Esse fato aliado a outros interesses, como a cobiça do europeu de dominar estratégicas cidades do oriente e de conseguir produtos orientais, como especiarias. Desencadearam um sangrento conflito entre o ocidente e o oriente que durou 174 (ou 196) anos, as chamadas Cruzadas, num total de nove.

Nesse quadro não é de estranhar que o principal filósofo medieval tenha sido um religioso do Baixo Império Romano, preocupado principalmente com assuntos ligados à doutrina cristã.

Santo Agostinho, estudou em Cartago e em Roma e foi um dos doutores da  igreja responsável pela síntese entre a filosofia clássica e o cristianismo. Entre as suas obras encontram-se Confissões de Deus, inspirado no grego Platão. Dedicou-se a conhecer a essência humana e preocupou-se  com o modo de alcançar a salvação da alma. Definia o homem como um ser corrompido, por ser herdeiro do pecado original. Em  oposição a Deus, espiritual, perfeito, existia o homem imperfeito, feito de carne, impuro, mortal. Dessa forma a salvação, jamais seria obtida pelo homem, pecador, mas somente graças à intervenção divina, na medida em que Deus incluía o perdão entre os seus infinitos atributos. Ao homem restava apenas a fé silenciosa em Deus, e, conseqüentemente a obediência ao clero. Nas palavras de Agostinho, “a fé precede a razão”, ou seja , o conhecimento total de que Deus do presente, passado e futuro, faria do homem um ser predestinado, seja à salvação ou à condenação. Sustentou que os deuses pagãos existiam mas apenas como demônios e que a Terra tinha menos de seis mil anos. Criou a idéia louca e cruel de que almas de crianças não batizadas eram mandadas para o “limbo”. É possível imaginar a infelicidade que essa “teoria” doentia e mórbida representou para milhares de pais católicos ao longo dos anos, até a revisão parcial pela igreja, apenas em nossa época.

O relativo pessimismo de Agostinho era, em grande parte, reflexo das próprias condições materiais que presenciou, precárias em toda a Europa Medieval. Ele conviveu com guerras, invasões, testemunhando a decadência do Império Romano. Sua filosofia foi aceita por muitos dos que viveram tempos tão conturbados.

Mulheres não deveriam ser educadas ou ensinadas de nenhum modo. Deveriam, na verdade, ser segregadas já que são causa de horrendas e involuntárias ereções em santos homens.

É Eva, a tentadora, que devemos ver em toda mulher. Não consigo ver que utilidade a mulher tem para o homem, tirando a função de ter filhos.”

O filósofo, teólogo, bispo Agostinho, também afirmou que fazer sexo (esportivo e recreativo) era um pecado. A ser pago no inferno. Assim deu a humanidade e ao sexo um delicioso, maravilhoso atrativo extra para se tornar o esporte favorito da humanidade. Ficou célebre a sua frase, dita entre lençóis:

                                   “Deus, dá-me a castidade – mas não agora!.”

O casamento geralmente se realizava por conveniência masculina, não tendo relação com o amor. As mulheres e as crianças eram consideradas incapazes por grande parte dos homens. Até o final da Idade Média os cristãos combateram vigorosamente o perfil erótico e o símbolo da sedução feminina, o seio. Rechaçavam estátuas e pinturas de nus e, perseguiam até mesmo os seus autores (ao contrário dos religiosos hindus). O beijo quando proibido e perigoso: ainda melhor. Os beijoqueiros ao longo da Idade Média passaram a enfrentar uma crescente oposição da Igreja Cristã. Incomodado com a  sensualidade do beijo e preocupado em eliminar esse símbolo, no século 12 o Papa Inocêncio III travaria uma verdadeira cruzada, contra o inimigo. Baniu-o dos ritos religiosos e de beijar os santos, os pés de Jesus (o frio e majestoso anel de um bispo – podia sim, mas sem deter a boca sobre a pedra valiosa) e proibindo-o na vida mundana.

 “Beijo com objetivo de fornicação é  pecado mortal, mesmo que a fornicação não se consuma”, dizia o édito de sua santidade. Tarde demais ! O beijo já fazia parte dos hábitos sociais e íntimos dos casais e todos continuaram beijando mais e melhor.

A arquitetura também refletiu a insegurança quanto a religiosidade. Os principais monumentos arquitetônicos do período, foram construídos, com a ajuda  das doações dos burgueses (em troca de recompensa espiritual). Foram as  igrejas e o estilo predominante foi o românico, caracterizado por grandes edifícios maciços com grossas paredes para sua sustentação e pequeno número de janelas. O interior da “Casa de Deus”, das igrejas românicas era escuro e frio, mas, com suas grossas paredes criavam uma impressão de proteção. O interior cheio de sombras, expressava uma perspectiva teológica: mais reflexão que ação, mais fé cega que razão na verdade perfeitamente adequadas para o homem da Idade Média agostiniana. Lembremos a propósito que as primitivas catedrais eram tão grandes que a população inteira das cidades que as construíam não bastava para enchê-las.

A pintura e a escultura evoluíram, estando porém sempre a serviço da Igreja. Os monges copistas ornamentavam os livros copiados com iluminuras e figuras decorativas em miniatura. A literatura pouco se destacou. A língua escrita era o latim. Poucos dominavam a leitura e as pessoas normalmente se comunicavam em outras variantes lingüísticas e dialetos como os de origem germânicas.

A ciência teve tímidos avanços. O isolamento, a insegurança e o monopólio cultural exercido pela igreja cada vez mais conservadora barravam o desenvolvimento de um pensamento crítico ou de uma mentalidade científica, contrapondo-se aos grandes avanços obtidos por bizantinos, durante o mesmo período, os quais se destacaram em astronomia, medicina, matemática e física. Agostinho afirmava que o Sol girava em torno da Terra. Nos séculos da crença cristã a palavra da Bíblia era incontestável e a letra sagrada.

Pode se afirmar que todas as expressões culturais medievais foram marcadas pelo predomínio religioso. Entretanto na Baixa Idade Média, as grandes transformações  provocadas pela expansão comercial afetaram o monopólio cultural exercido pela Igreja. O crescimento do comércio e o contato cada vez mais intenso com outros povos, principalmente do Oriente, fizeram com que os homens europeus, adquirissem outros valores, deixando de subordinar por completo sua vida a uma “vontade divina”, não deixando imune nem mesmo o imaginário, quanto à crença na vida pós-morte.

Surgiu um terceiro lugar nesse além, ao lado do Céu e do Inferno: o Purgatório. Região intermediária destinada a desaparecer no Juízo Final, o ”Purgatório” era visto como um lugar transitório para aquelas almas que deviam purgar seus poucos “pecados” (veniais), antes de ir para o Céu. Atuantes, os clérigos poderiam obter vender o batismo, o funeral, “perdão” a preço de custo para certos defuntos mediante pagamento, o que estimulou um intenso comércio de “indulgências”, comercializado num tipo de pecúlio para quando se aposentassem um tipo de bolsa de valores para não irem para o inferno. Os cristãos investiam para não irem para o inferno, pois acreditavam em alma, demônio, anjos e acreditavam em milagres. A igreja rumava para um paganismo sem limites e os papas se tornaram  os verdadeiros “Anticristos”. A primeira igreja poderosa, ou pelo menos seus padres, foi a igreja católica romana, essa igreja particularmente teve fundamental participação na “salvação”, já que vendia pedaços da cruz em que Cristo fora crucificado (quantidade que daria para construir o cavalo de troia). O Purgatório foi uma das mais lucrativas mercadorias da Igreja católica, partilhada por outras Igrejas cristãs. O marketing do Purgatório tem sofrido numerosas flutuações de acordo com as necessidades de exploração. As caixas das alminhas do Purgatório ocupavam outrora um espaço nos templos e nas curvas dos caminhos à espera de esmolas que, convertidas em missas, antecipavam o transporte para o Paraíso. Foram desaparecendo à míngua de benfeitores e com excesso de predadores à cata do pecúlio. Demoram mais as almas carregadas de pecados veniais a fazerem o trajeto celestial. Quem inventou o Purgatório foi um gênio do marketing. O trintário, série de 30 mis­sas celebradas em dias seguidos por alma de um defunto, com promessa de rápido indulto, foi uma fonte de receitas que durou séculos e rendeu fortunas.

Quando os clientes pensavam que, à semelhança do Limbo, o Purgatório fora abolido, veio o Papa Ratzinger, reabri-lo à piedade e á exploração comercial. Disse a santidade de turno que o purgatório é “uma verdade fundamental da fé” que convida os católicos a “rezar pelos defuntos”. O papa era mesmo um grande marqueteiro. E deus, com o caderno de apontamentos, sempre à mão, lá vai registrando as orações (“pela alma de fulano”, em “memória de ciclano”) e fazendo as contas até enviar às almas penadas o transporte para o Céu. O Paraíso, o mais refinado produto que as Igrejas abraâmicas comercializam, é difícil, mas não há bem celeste que os bens terrenos não comprem.

Não reconhecer que existe mesmo um mercado da  fé: são contribuições, campanhas, bandas, discos, livros, editoras, programas de rádio e TV, anúncios, cursos, escolas, venda de santinhos e "souvenir", universidades, gravadoras, shows de cantores gospel e agora até (pasmem!) turismo  e cruzeiros marítimos religiosos (este último, o mais novo filão descoberto). A estratégia de marketing, embora a motivação seja um "cruzeiro católico ou evangélico", cristãos de todas as denominações são bem-vindos porque esses cruzeiros só são rentáveis se tiverem uma ocupação de mais de 70%. Assim, quanto mais turistas, maior o lucro, chamariz para os fiéis, ávidos por "congregar-se em paz e em comunhão com Deus", num ambiente de missas diárias e ao mesmo tempo divertido, luxuoso e "abençoado".  Mas a experiência já deu certo e os católicos e evangélicos não precisam se ofender, pois afinal dá bilhões de lucros, sobre o qual as Igrejas avançam com unhas e dentes.

Até o século XVIII, a igreja e as refinada cortes européias fomentaram a castração de meninos para conservar suas doces vozes angelicais.  Quando eram realmente talentosos, os Castrati, como são chamados, destacavam-se no teatro e na ópera, onde alcançaram fama e fortuna. Tomando as palavras de São Paulo, segundo o qual “as mulheres devem se calar na igreja”. O papa Clemente VIII proibiu que as mulheres cantassem nos coros religiosos. As vozes graves não eram apreciadas e para que os registros vocais mais agudos fossem atingidos (admirados por parecerem mais puros e relacionados aos anjos), recorriam-se às vozes dos meninos castrados. A Igreja admitia em seus coros quem tivesse sido castrado “por males inevitáveis”.

A castração em si tornava-os estéreis e diminuía-lhes o desejo sexual, porém não impedia a ereção. O caso mais conhecido é o de Caffarelli, que quis se casar, o que era proibido pela Igreja. Em seu recurso pedindo permissão ao papa, esse conhecido e famoso cantor viu-se obrigado a argumentar, de maneira humilhante, que havia sido “mal castrado”. A resposta de Roma teria sido:

“Providencie, então, para que o castrem melhor”.

Outro papa chamado Clemente XII ficou famoso ao canonizar o Frade Voador - São José de Cupertino. Em um lindo em 1640, frei José passeava com outro monge pelos jardins, do convento de Santa Maria de la Grotella, quando seu companheiro comentou admirado sobre a beleza do céu, obra magnífica de Deus. Nesse momento, José deu um grito e, alçando vôo, pousou de joelhos na copa de uma oliveira, onde permaneceu durante meia hora.  José, teria também ressuscitado um rebanho de ovelhas. Toda vez que entrava em êxtase contemplando a Virgem de la Grotella, seu corpo ficava suspenso no ar. Um século após a sua morte, foi canonizado pelo infalível papa Clemente XIII e hoje é considerado “santo” e patrono dos aviadores.

Com a dinâmica comercial, as cidades começaram a se transformar e a irradiar uma cultura cada vez mais menos vinculada aos valores da Igreja. Destacaram-se as Universidades com suas bibliotecas. Nesse período ocorreu a transformação das antigas escolas monásticas e das catedrais que desenvolviam o estudo de textos religiosos em centros de estudos inovadores, sob o predomínio da Igreja e da nobreza. As primeiras universidades surgiram em  Paris, Coimbra, Oxford, Bolonha. Em 1500 já seriam  mais de 70 as universidades européias, dando mostra de um verdadeiro renascimento da cultura laica.

O pensamento filosófico foi substituído pela Filosofia Escolástica (a fé e a razão), ensinada pela Igreja, considerada a guardiã dos valores espirituais e morais de toda a Cristandade, por assim dizer responsável pela unidade de toda a Europa, que comungava da mesma fé, um conjunto de idéias que tem suas origens no pensamento de santo Tomás de Aquino, professor em Paris e autor de Suma Teológica. Inspirou-se em Aristóteles , desenvolvendo a tese de que o progresso humano não dependia apenas da vontade divina, mas também do esforço do homem. Assim o homem surgiria como um ser privilegiado, uma vez que, dotado de razão, estava preparado para assumir o seu destino. Aquino, buscava dessa forma, conciliar fé e razão, refutando a idéia agostiniana de predestinação. Como ser racional, o homem teria plenas condições de encontrar o caminho da salvação, evitando o pecado por meio da livre escolha, do livre-arbítrio. Escreveu um documento sobre a Trindade e, modestamente considerou o esforço como o mais bem sucedido, sem antes, porém, deixa-lo no altar da catedral, de maneira que o próprio Deus avaliasse a sua obra divina e a favorecesse com uma opinião.

 “Por seu pecado, os hereges merecem não apenas ser separados da Igreja, pela excomunhão, mas também do mundo, pela morte. “

Os seguidores de Aquino foram induzidos a uma terrível infelicidade, que disse:” Sou um homem de um só livro”, e “santo” Agostinho de Hipona, foram  obrigados a desperdiçar as suas vidas, preocupando se, se seriam “eleitos” ou “escolhidos” no momento certo. Sem falar na perseguição aos judeus e o terror imposto a ciência. Tudo com um sadismo e crueldade incomparável, fé cega, coisa de doutrina pré-histórica.

Condicionava-se a liberdade de escolha às concepções eclesiásticas, ou seja, cabia ao clero indicar o correto e fazer a intermediação, através da igreja católica, do caminho da salvação a ser trilhado pelo homem em vida. Era possível subornar a Deus comprando a salvação. As boas obras  confirmariam a salvação. Esse pensamento reprovava a ambição do ganho, o lucro e o empréstimo de dinheiro a juros (usura). Com a expansão da atividade comercial, muitos membros da Igreja, foram se mostrando tolerantes em relação a essa prática, embora perseguissem os não cristãos, isto é, os judeus,  visto que a própria Igreja buscava o lucro e praticavam empréstimos a juros, ou seja a agiotagem,  numa flagrante contradição com seu discurso.

A expansão das doutrinas protestantes gerou uma reação da igreja católica, e para reverter o quadro realizou a Contra-Reforma. Uma iniciativa foi a fundação da Companhia de Jesus, ordem religiosa  criada por Ignácio de Loyola. Organizados em rígida hierarquia e disciplina quase militar, os “Soldados de Cristo”, buscaram combater o protestantismo por meio do ensino e da expansão da fé católica, derivando daí também o projeto da “catequese” indígena na América e demais continentes onde havia colônias européias.

Foi criado ainda o Index Librorum Proibitorum, lista dos livros proibidos cuja leitura era proibida aos católicos. Obras consideradas contrárias aos princípios da fé, incluindo livros científicos de Galileu Galilei, Giordano Bruno, entre outros, a bíblia protestante, edições de testos originais da Sagrada Escritura e inúmeros outros autores faziam parte dessa lista.

O papa  ainda convocou o Concílio de Trento, se reunindo com teólogos protestantes para discutir a questão religiosa. Acabou apenas por reafirmar os princípios católicos, condenando o protestantismo, não conseguindo destruí-la, mas limitou a sua expansão.  O sucesso mais duradouro do catolicismo se deu na América, onde iniciaram com a catequese dos jesuítas. A América Latina é o local de maior concentração de católicos no mundo.

Maquiavel (1469-1527), um bárbaro do século XI e XVI, autor de o “O Príncipe”, divulga a doutrina, para ser praticada por reis e imperadores. A doutrina da arte de matar com crueldade, pois ensinava que a guerra deveria ser a única arte de um governante se dedicar. Usando a força e brutalidade em vez da bondade, cobiçar, não honrar, fazer o mal, mas fingir que faz o bem e zelar somente pelos próprios interesses. “Na guerra, nada é honesto, tudo é belo”. Maquiavel, um mau exemplo para a humanidade em que muitos se inspiraram. Maquiavel, rejeitou a moral para que seu príncipe conquistasse um bem permanente pelas vias do mal passageiro, o famoso “os fins justificam os meios”.                                    

No século XVI, com o Humanismo, começou um fenômeno que colocou o ser humano no centro do Universo. Virou o centro das atenções. Nas artes os pintores não assinavam as obras de arte e trabalhavam por devoção a Deus. A idéia era de que Deus decidia tudo e ninguém imaginava que poderia melhorar de vida e progredir por esforço próprio.

Com o Humanismo, a era da razão trouxe a crítica, o ser humano aos poucos virou o centro das atenções. Pinturas passaram a ser assinadas, assim como estudo do corpo humano com suas medidas.  A idéia é de que quem determina o que é certo ou errado não é de Deus nem as tradições, mas as pessoas e sua capacidade  individual de pensar.

Também surge com o Humanismo a idéia de que o ser humano pode trazer o céu à terra e o inglês Thomas Moore no livro Utopia descreve uma ilha em que tudo seria perfeito.

Os dois filósofos mais importantes do século XVII foram  René Descartes  e Spinoza. Eles dedicaram sua reflexão a questões tais como a relação entre alma e corpo. Descartes, fundador da nova filosofia, dizia que não devemos confiar no que lemos em livros antigos e não podemos confiar sequer no que os nossos sentidos nos dizem. No livro Discurso do Método, explica que não devemos considerar nada verdadeiro, enquanto nós mesmos não tivermos reconhecido claramente que se trata de algo verdadeiro. Cada pensamento deve ser “pesado e medido”. Ele afirma que nosso ponto de partida deve ser de duvidar de tudo para se chegar à certeza. Se ele duvidava , isso significa que ele pensava. E se ele pensava, isso significava que ele era um ser pensante. Ou, como ele mesmo dizia: “Cogito, ergo sum”. Penso, logo, existo. Segundo o filosófo Descartes, a idéia de um Deus  é, uma idéia inata, que nós é “plantada”, por assim dizer, no momento em que nascemos.

Com o Iluminismo, as descobertas científicas de Newton, Kepler e Galileu derrubaram a idéia de que o mundo era uma coisa pronta e ordenada por Deus. O filósofo Immanuel Kant, com o livro Crítica da Razão Pura, salienta que possível criar, iluminar-se, por meio da ciência e da razão. O ser humano passou a tentar a explicar o mundo e catalogá-lo, vêm daí os primeiros museus e disciplinas científicas.

Baruch Spinoza (1632 a 1677), filósofo holandês pertencia a comunidade judaica de Amsterdã, da onde foi excomungado por heresia. E tudo porque Spinoza criticava a religião oficial. Ele achava que os dogmas rígidos e os rituais vazios eram as únicas coisas que mantinham o cristianismo e o judaísmo vivos. Contestava o fato de que cada palavra da Bíblia fosse inspirada por Deus.  Em sua ética ele pretendeu mostrar que a vida do homem é governada por força e pelas leis da natureza. Para ele, o homem precisa se libertar de seus sentimentos e sensações, para só então encontrar a paz e ser feliz.

Voltaire (1694-1778) – François Marie Arouet, é considerado um dos maiores pensadores franceses. Sofreu perseguições na França pelas críticas e ironias que dirigiu à realeza e à igreja. Em Cartas Inglesas, ata veementemente a religião. Ao examinar, com olhos de historiador (filósofo), o Antigo Testamento, Voltaire assinala, a existência de relatos de fatos inverossímeis, fabulosos e impossíveis: a serpente falante, o dilúvio universal, a imagem de um povo inteiro andando num deserto durante quarenta anos. Ironiza o Pentateuco como se fossem verdades históricas.  As histórias de Adão, de Moisés e da Terra Prometida são como consideramos  as histórias de Teseu ou de Rômulo e Remo. Na verdade, nas mãos de Voltaire, a Bíblia perde sua qualidade de história santa. Josué invade e incendeia uma cidade que mal conhece e massacra os habitantes. Jefté quer imolar sua própria filha a Deus. Salomão, que inicia seu reino assassinando o irmão Adonias, tinha, segundo a leitura de Voltaire, setecentas mulheres e trezentas concubinas. Nenhuma pessoa sensata pode imaginar que Isaías ande nu no meio de Jerusalém, que Ezequiel tenha cortado a barba em três porções, que Jonas tenha ficado três dias no ventre de uma baleia, etc.  Diz ele .

“Se lêssemos essas extravagâncias num dos livros que chamamos de profanos, jogaríamos fora o livro, com horror”.

Mas como se trata da Bíblia, não  (ou sim) ousamos condenar o que simplesmente abominamos. É que os homens são loucos, e adoram extravagâncias e quimeras. Os textos bíblicos não possuem mais o privilégio de ser uma verdade cuja origem é sobrenatural. A história santa torna-se uma história humana, fundada sobre documentos, que ora são verdadeiros, ora são falsos, como todos os documentos históricos, e que desse modo, tornam-se suscetíveis de críticas.

Colaborou, com os crimes contra a humanidade perpetrados pelas religiões,

Oiced Mocam

 


Copiei e arquivei - Abraços.

Melhor: Vou lançar no meu novo livro como sua autoria.


Oiced Mocam disse:

Na Idade Média, mediante pagamento, o perdão e a salvação!

A Inquisição,  em nome de Cristo o “manual”      

A história criminal da ICAR

       O Papa na Idade Média, restabeleceu a Inquisição, agora sob a forma do Tribunal do Santo Ofício, sempre com o pretexto de “purificar” a fé cristã, para combater as heresias maçons e judeus, considerados inimigos da Coroa e da Igreja.  O frei dominicano Nicolau Eymerich , foi o autor do livro Directorium Inquisitorum – Manual dos Inquisidores, escrito em 1376 e revisto e ampliado por outro inquisidor dominicano, Francisco de La Pena, em 1578. Eram comandadas pelo superior da ordem jesuíta. O caminho mais fácil era o de matar a crítica e todos que discordavam da Igreja, ou cuja riqueza despertasse a cobiça voraz dos bispos e papas. Eram queimados vivos e suas propriedades e riquezas confiscadas. Os papas e os príncipes agiam de comum acordo. Assim foi também com a virgem de Orleans, Joana D’Arc que morreu na fogueira.

Eles crucificaram e queimaram Joana D’Arc por ordem do papa, porque ele declarou que ela era uma bruxa. Com que argumento com que base? Porque o papa diz que é assim, isso tem de estar certo. A sua palavra é a lei, a verdade. Eles queimaram uma mulher jovem e bonita, corajosa e inteligente, que lutou pela liberdade do país e conquistou essa liberdade! A razão foi o do ciúme, que uma mulher pudesse se tornar tão proeminente que até mesmo o papa seria passado para trás. Joana, foi queimada por causa do ciúme; ela não cometeu pecado algum. Toda a Europa ficou chocada, e aos poucos as pessoas começaram a levantar suas vozes contra sua crucificação, mas  passaram mais de trezentos anos para que as pessoas ficassem fortes a esse respeito, a ponto de um outro papa declarar Joana D’Arc uma grande santa.

Um a queima viva porque ela é bruxa, ela tem relações sexuais com o demônio. E após trezentos anos, outro papa, seu próprio descendente, seu próprio sucessor, representante do mesmo suposto Jesus Cristo e do mesmo Deus – declara que ela era Santa.

Seus ossos foram solenemente retirados da sepultura e venerados, e hoje uma linda catedral se ergue em sua memória. Agora ninguém a chama simplesmente de “Joana D’Arc”, agora seu nome é “Santa Joana D’Arc”. Conforme o brasileiro Ziraldo:

 A mulher mais quente que a história já conheceu foi Joana D’Arc. Era fogo! Fora dessa, não tenho outra definição para mulher “fogosa”.

Nas décadas seguintes, em nome do Criador, o Tribunal do Santo Ofício, a Inquisição torturou e condenou à morte milhares de pessoas na Europa e nas colônias além-mar, uma atitude considerada incompatível  com a fé cristã. Os primeiros inquisidores oficiais eram frades dominicanos que funcionavam como juízes a serviço da Igreja. O processo de julgamento e condenação era  formado com duas testemunhas que podiam ser ladrões ou assassinos, desde que fossem cristãos. Todos que divergiam dos católicos, simples suspeitos, passavam por um interrogatório, e torturas as mais cruéis, onde quebravam os ossos. Tudo para conseguir a confissão de um pecado ou crime não cometido para conseguir a “verdade”. Quando culpado, podia sofrer diversas penalidades que iam do confisco da propriedade, bens e principalmente do ouro, que seriam repartidos entre a igreja e o rei, à prisão perpetua e à pena de morte na fogueira. A Inquisição determina:

Deve-se castigá-los, mas sem derramamento de sangue”...então a solução era queimar. Dessa forma não só os “pecados” não cometidos foram confessados, como alguns impossíveis de serem praticados. Os carrascos liquidavam logo a vítima ou queimavam-na aos poucos para que ela se arrependesse de seus pecados e se convertesse a religião católica.

A Inquisição sentenciava as suas vítimas em cerimônias públicas chamadas “autos-de-fé”, como as sessões de tortura eram conhecidas. Na cidade de Verona em um mês foram queimados vivos cerca de sessentas homens. Agostinho assegurava que em “alguns” casos, era permitido matar os descrentes, para a “glória de Deus, Agostinho  e Optato, hoje são venerados como Santos da Igreja. Parece-nos que o passado foi esquecido.

Na Inquisição Espanhola, foi representante Divino o papa Gregório IV, pai da Inquisição e também seu torturador e assassino  mais conhecido e cruel Tomaz Turrecremata ou Tomás de Torquemada. Ele mandou matar 2000 homens e mulheres os quais foram combustíveis para à fogueira (alguns estimam oito mil), . A tortura usada para obter confissões foi autorizada pelo Papa Inocêncio IV. Na Espanha foram expulsas 150 mil pessoas entre eles judeus e maometanos, maçons, que decidiram não se converter e  que tiveram seus bens praticamente confiscados. Ficaram sem rumo e se abrigaram em outros países.  Muitos foram para Portugal, onde depois foram pilhados e também expulsos do país.

Em Portugal e colônias a inquisição  durou 300 anos de atividade e foram estimados 40 mil processos. Durante séculos os judeus foram perseguidos e considerados heréticos, as causas: religiosas.

Na Alemanha os inquisidores redigiram o mais demente dos textos que a história humana concebeu.  O célebre Malleus Maleficarum, em português “ O Martelo das Bruxas” ou “O Martelo das Feiticeiras”. Sevicias, torturas sangrentas e terríveis e depois a execução, em geral calcinadas vivas em piras, largamente apreciadas pela população, as vezes diariamente. As razões eram: tempestades, pestes, quebra de safra, antipatia, mau humor.

E as conseqüências todos conhecemos e que repetiu-se na 2ª Guerra Mundial com o ódio religioso e genocídio dos judeus. Houve também a Inquisição Romana, instituída pela Igreja divina e pervertida, sem tolerância. Se não tivesse acontecido essa vergonha, a Igreja católica e protestante poderia ser hoje reconhecida como poderosa instituição defensora da moralidade, da democracia, das relações humanas , incentivadora da ciência e defensora da paz.

Manual da Igreja e dos Inquisidores:

“Aplicar-se-á, do ponto de vista jurídico, o adjetivo herético em oito situações bem definidas. São heréticos:

 a) Os excomungados;

b)  Os simoníacos (aqueles que comercializam, de alguma forma, os sacramentos ou o sagrado em geral);

c)   Quem se opuser à Igreja de Roma  e contestar a autoridade que ela recebeu de Deus;

d)   Quem cometer erros na interpretação das Sagradas Escrituras no que se refere aos sacramentos;

e)   Quem criar uma nova seita ou aderir a uma seita já existente;

f)    Quem tiver opinião diferente da Igreja de Roma sobre um ou vários artigos da fé;

g)  Quem duvidar da fé cristã.”
 
É espantoso como essas pessoas possam  ser tão desavergonhadas e infalíveis.  Quanto horror e sangue envolve o desrespeito ao ser humano. Certamente as bruxas (os) atrapalhavam o negócio da venda de “curas”, “indulgências”, “salvações” e outros tipos de achaques da igreja.

Os ensinamentos da Bíblia são tão confusos e contraditórios que foi possível para os cristãos aplicar os ensinamentos do cristianismo, torturar e queimar alegremente os heréticos nas fogueiras, durante cinco longos séculos. Como serão julgados os clérigos católicos que compunham estes tribunais arbitrários no dia do seu juízo final? Há uma antítese à filosofia cristã dentro do próprio cristianismo que se vê por vezes mais associado a um sistema político do que a um sistema teístico.

Após dilacerar a alma e destruir suas famílias, inclusive após ter sido abolida a Inquisição , fez suas vítimas, censurando os teólogos Hans Küng e Leonardo Boff, padre Marcelo Rossi. A  Igreja Católica,  mesmo com as desculpas  e “perdão” , pedido pelo Papa João Paulo II, no ano 2000:

 erros cometidos a serviço da “verdade”, por meio de recurso a métodos não evangélicos”,

manchou de forma definitiva  as religiões, a história católica e a história da humanidade. Não me surpreenderia, se o Vaticano reabilitar a figura de Galileu Galilei, “a quem a Igreja desejará honrar”.

 “Este dogma aterrorizante, esta mentira infinita: foi isto que me tornou um implacável inimigo do cristianismo, a verdade é que a crença na danação eterna tem sido o verdadeiro perseguidor. Fundou a Inquisição, forjou as correntes e construiu instrumentos de tortura. Obscureceu a vida de muitos milhões.Tornou o berço tão terrível quanto o caixão. Escravizou nações e derramou o sangue de incontáveis milhares.Sacrificou os melhores, os mais sábios, os mais bravos.Subverteu a noção de justiça, derriscou a compaixão dos corações, transformou homens em demônios e baniu a razão dos cérebros. Como uma serpente peçonhenta, rasteja, sussurra  e se insinua em toda crença ortodoxa. Transforma o homem numa eterna vítima e Deus num eterno demônio.

É o horror infinito. Cada igreja que ensina esta ideia é uma maldição pública. Todo pregador que a difunde é um inimigo da humanidade. Em vão se procuraria uma selvageria mais ignóbil que este dogma cristão.

Representa a maldade, o ódio e a vingança sem fim. Nada poderia tornar o inferno pior exceto a  presença de seu criador Deus.

Enquanto estiver vivo, enquanto estiver respirando, negarei esta mentira infinita com toda minha força, a odiarei com cada gota do meu sangue.

                                                                             Robert G. Ingersoll

 Referências

Bônus, para conscientizar sobre os Males das Religiões:

 http://livrodeusexiste.blogspot.com.br/2010/06/capitulo-46-as-reformas-e.html

 http://livrodeusexiste.blogspot.com.br/2010/05/capitulo-35-quem-tem-boca-vaia-roma.html

Leia mais em: http://sociedaderacionalista.org/2011/08/16/a-inquisicao-catolica/

Colaborou,

Oiced Mocam

 “O inimigo número do cristianismo no Brasil”

(conforme comentário de um debatedor crente, rsrsrs...)

 

É isso aí... Vou aproveitar tudo logo, porque o que vem de você eu assino embaixo.

Abç

Todo crente devia saber disso.

O problema é que, coisas horrendas como essas, eles simplesmente "sublimam"; dizem que foi uma "interpretação errônea" das Escrituras, numa determinada época e, que jamais fariam isso, de novo.

A bíblia é, no mínimo, um livro irresponsável e supersticioso.

Definitivamente, quem o escreveu não tinha boas intenções.  No máximo, fingia ter.

O que mais me deixa perplexo é como as pessoas ficam totalmente hipnotizadas por esse livro, numa espécie de esquizofrenia coletiva, perdem totalmente a razão e o bom senso.

Por medo de "ir para o inferno", acabam criando o seu próprio e particular.

Quanta perda lamentável para a humanidade!

Verdade, Rangel. É triste essa situação. Acho que a gente pode fazer pouco, mas apesar disso as coisas estão mudando. Eu sinto isso perfeitamente. É esperar pra ver.

Abç

Prezado amigo Alfredo.

Meu guru, precursor e inspirador para milhares de brasileiros em especial os mais jovens. Quem não leu suas pesquisas, opiniões, artigos, vídeos, comentários e livros (“Sinto muito, mas Jesus Cristo não existiu”.; Ateu Graças a Deus em 2002; A Bíblia do Ateu, 2007; A Verdadeira História de Jesus Cristo”, 2012; “Deus? Jesus?- Qual é o preço da sua fé?”, 2013; e outros recentes) não sabem o que estão perdendo.

É verdade que muitas pessoas já abandonaram o fator Deus na prática, mas oficializar isto é desconfortável: dá aquela impressão indesejável de que elas se afastaram demais das crenças e tradições que davam sentido à vida dos seus antepassados.

Você me conquistou pela sinceridade,admiração e confiança,  encantou-me pela sua biografia e larga experiência como pesquisador da história e debatedor, sobre as origens do cristianismo (entre outras)...com as quais concordo e não refuto.

“-... Eu não li Dawkins. Nada posso falar. Aliás, devo explicar: Na minha época, não havia ateus. Se houvesse, ninguém sabia. Ainda estávamos traumatizados com a recente inquisição. Sabe lá se voltava de repente?!...  Por isso, meu amigo, eu fiz todo o meu trajeto sozinho... Passei por todos os estágios que naturalmente um ateu passa, desde religioso (quase) fanático, sem nunca alguém me dizer: -"Deus não existe! É mentira!...".. Eu descobri tudo sozinho, às duras penas... E descobri tudo nos minimíseros detalhes! por isso, dada mais me acrescenta. Li alguns bons livros quando pesquisava sobre Jesus. Nesse caso foi diferente: Eu já era ateu quando recebi um e-mail dizendo que Jesus era um mito copiado de Horus, Krishna etc. e resolvi conferir. Mas foi só”. (Alfredo Bernacchi). Link, abaixo:

http://irreligiosos.ning.com/forum/topic/listForContributor?user=2byfzchu49acb

Eu penso Alfredo que nós vivemos um tempo que é particularmente difícil porque o mundo está muito exigente. As pessoas estão muito conscientes dos seus direitos, mas nem sempre conscientes dos seus deveres. Eu acho que é muito válida aquela frase de [John Fitzgerald] Kennedy quando ele assumiu a presidência dos Estados Unidos: "não pergunte o que o país pode fazer por você, mas pergunte o que você pode fazer pelo seu país".

Na minha modesta opinião, está na hora de cada um de nós pensar "o que eu posso fazer para tornar a minha cidade melhor, o meu estado melhor, o meu país melhor?'." Tudo bem, temos direitos? Vamos exigir que eles sejam respeitados. Mas perguntemo-nos mais 'o que eu posso fazer' e não esperemos dos governantes as soluções para todos os nossos problemas. O papel dos governantes é muito grande, mas eu acredito muito na força da sociedade civil e Estado Laico que se organiza e manifesta com respeito aos direitos humanos. As ONGs estão mostrando que são um caminho, que elas podem ajudar as pessoas a serem mais participantes da vida da sociedade.

Em relação ao horror cristão fixado em torturas, as execuções e as injustiças da Inquisição, a perseguição de bruxas, dos judeus, livres pensadores. São falsas as atrocidades cometidas na Inquisição em nome da fé cristã com seu deus imaginário? Não, elas não são! Tortura e morte de hereges ou dissidentes foi o resultado de uma sociedade teocrática  e a mesma doutrina do cristianismo, com seus “motivos justificados pela religião e por deus”. Quais são as diferenças com o fanatismo irracional do Islã, no passado ou no presente? Nenhuma. O fanatismo irracional das religiões, é a fonte de incontáveis ​​atos de terror e violência, e continua a ser na história dos séculos XX e XXI. Concluímos que a fé religiosa irracional é e foi fonte de violência, terror, enfrentamentos sociais dentro das nações e internacionalmente com as suas guerras religiosas.

Claramente, que as crenças religiosas são irracionais e que, por duas razões. Primeiro porque a ciência e a filosofia, não pode reivindicar qualquer argumento para pensar que Deus ou deuses são reais e existentes. Em segundo lugar, porque as mesmas reivindicações de religiões têm um conteúdo que, para o bem, você não pode acreditar, imediatamente repugnantes à razão. Como elas podem ser, por exemplo, falar de "encarnação" de Deus ou que Maomé subiu ao céu montado em um cavalo alado; que o imaginário mito Jesus Cristo, nascido de uma virgem, enganou a morte e ressuscitou corporalmente para o céu e que agora pode ser comido como um biscoito. Algumas palavras recitadas e você também pode beber seu sangue e outras declarações semelhantes irracionais. Declarações completamente irracionais e absurdas são encontradas em todas as religiões para submeter, escravizar e dominar a mente humana. Já comentei  antes a crença islâmica de que Maomé subiu ao céu na parte de trás de um cavalo alado Burak e sem dúvida que como a atribuída a mesma irracionalidade à crença na “lógica dos mistérios da fé” cristã da ascensão de Cristo ao céu. Hoje em dia estamos a entrar na cultura moderna, mas ainda há resquícios dos séculos passados ​​de dogmatismo. E eles não são pequenos.
 
É isso o que esperamos de todos os Livres Pensadores Irreligiosos, Humanistas Seculares, das pessoas de boa vontade. Cada um de nós deve pensar: 'o que eu posso fazer para tornar a minha casa, este mundo em que eu moro, um pouco melhor, um pouco mais compreensível, humano e um pouco mais fraterno'. Invocamos e conclamamos para uma nova moralidade baseada na razão e não na crença no sobrenatural, que ofereça ao homem e as sociedades a possibilidade de felicidade.

Unidos pelo mesmo objetivo, contra esta psicose coletiva, porque amamos a verdade e a liberdade humana por paixão,

Muita Paz e Saúde, Alfredo e demais colaboradores,

Abraços,

Oiced Mocam

Bônus:

http://livrodeusexiste.blogspot.com.br/2010/10/capitulo55-guerras-em-nome-de-deus-e-do.html

Vejam os horrores das torturas aqui neste site (postado com comentário pelo Alfredo). Os instrumentos de tortura: Dá náuseas! Dá ânsia de vômito! Peguem as pessoas que defendem isso, e esfreguem a cara delas as fotografias, para elas nunca mais dizerem que não sabiam! (A. Bernacchi) http://igrejabbereia.blogspot.com/2010/04/santa-inquisicao-ou-santo...

E.T:

Paulo Rosas Moreira, grato pelos últimos comentários, sempre lúcidos e coerentes, irrefutáveis, e pelos elogios postado (não passou despercebido).  Muito obrigado. Continuo um eterno aprendiz, graças a Vocês.

Os comentários de Sérgio Mesquita, também altamente recomendados, acompanhe em sua página:

http://irreligiosos.ning.com/profile/SERGIOMESQUITARANGEL?xg_source=activity

Reproduzo aqui o comentário que deixei no excelente texto de Oiced Mocam (Guerras em Nome de Deus e do Diabo), versando sobre o mesmo assunto, e que recomendo (clique aqui para acessar):

Muito bom este tema, que os cristãos evitam abordar e fingem ignorar. Deve ser analisado em conjunto com um outro semelhante, postado pelo nosso colega Alfredo. Meus comentários:

Primeiramente, um Deus que diz: "VEDE AGORA QUE EU, EU O SOU, E MAIS NENHUM DEUS HÁ ALÉM DE MIM; EU MATO, E EU FAÇO VIVER; EU FIRO, E EU SARO, E NINGUÉM HÁ QUE ESCAPE DA MINHA MÃO; DT 32:39" não pode ser considerado um deus bonzinho e justo. O Deus dos cristãos é sanguinário e vingativo. Chega a ordenar que se mate aqueles que duvidam dele, pelo simples fato de duvidar.

Os assassinatos ordenados por Deus na Bíblia somam 2.552.452, mas um famoso pequisador bíblico chamado Steve Welles refez esses cálculos, incluindo outras contas cujos números não foram citados na Bíblia e chegou à cocusão de que Jeovah ordenou e provocou o assassinato de 24.712.019 pessoas. Nem Hitler, Mao Tsé, George W.Bush e Stalin juntos, conseguem superá-lo. Se os relatos bíblicos forem tomados como verdadeiros, O DEUS DOS CRISTÃOS É O MAIOR ASSASSINO QUE A HUMANIDADE JÁ CONHECEU.

Pensem nisso, cristãos!

A pergunta é: Como pode, alguém assim, ainda ser considerado Deus e, para complicar, bondoso e justo? Só mesmo cristãos (os que foram imbecilizados) para acreditar nisto.

Saudações Irreligiosas!

Oiced Mocan. Você é alguém especial, que , certamente , faz tudo aquilo que prega, e só prega qualidades. Você é uma peça importante no nosso jogo de xadrez: Uma torre?...Um cavalo?... Ou um rei?, fundamental na passagem do ser humano pela Terra. Agradeço suas palavras. Me envaideceram... E agora? Como eu fico? Sou humano e fico feliz quando ganho elogios dessa monta. Vou ter que colocar isso em algum lugar. rsrsrs... Obrigado.

Sua história tem muito a ver com a minha e assim nos entendemos perfeitamente.

Quero recomendar aos meus amigos do Irreligiosos, o meu novo livro, que deverá ser lançado possivelmente em setembro. Eu estou dizendo. Esse livro é IMPERDÍVEL! Espero que vocês compreendam porque eu não lhes forneço o mesmo gratuitamente, porque tenho muitos amigos e não poderia discriminar nenhum deles. Assim, se eu der pra um terei que dar para mil!...  VERDADES & MENTIRAS CONTUNDENTES. e o primeiro capítulo (já pronto) é arrasador!... É algo incrível que eu consegui do exterior, mais precisamente da Austrália, esses dados em inglês, e coloquei no "meu" português contundente. Tive que fazer toda a tradução, sem saber inglês, porque valia à pena. Levei dias fazendo isso. Assim que estiver pronto eu vou publicar a sinopse aqui. É tão inacreditável como fascinante, saber tudo o que eu sei agora e vocês vão saber também. Será o adeus da questão Jesus Cristo e Novo Testamento. E eu que pensei que já sabia tudo...

Em agosto estarei na casa da minha filha nos EUA, de modo que somente em setembro estarei de volta, possivelmente para terminar o livro. Estou na Página 80 de 200. Formato A4. Tem muita coisa impactante! Para justamente identificar o livro. Contundente!...

Abraços a todos

Olá Ivo. Falo muito sobre esse assunto no meu livro que vai chegar ainda. E tenho novas estatísticas incríveis.

Como eu escrevi: "Duvido que esses religiosos aguentem 60 anos na nossa frente!..."  Estou começando a aumentar a aposta.

Abração e tudo de bom

Ivo S. G. Reis disse:

Reproduzo aqui o comentário que deixei no excelente texto de Oiced Mocam (Guerras em Nome de Deus e do Diabo), versando sobre o mesmo assunto, e que recomendo (clique aqui para acessar):

Caro Alfredo.
Quando fores aos EUA, aproveita para encontrar um editor americano, para os seus livros serem publicados em inglês. Ou outra forma de apoio para outros escritores do Irreligiosos aqui no Brasil? Isso seria possível?
Os 25 mais influentes ateus no mundo atual (clique no texto azul para ver)

John Brockman é o agente literário e publicitário para todos os principais autores ateus.  Por meio de sua Fundação Edge (www.edge.org), ele canaliza as energias e talentos de seus autores, avançando o que ele chama de "terceira cultura", um esforço para integrar pensamento humanístico e científico que exclui a crença religiosa tradicional.

Em 1973, ele formou Brockman, Inc., a agência literária e software internacional especializada em não-ficção séria.

Ele é o fundador da organização sem fins lucrativos de Borda Foundation, Inc. e editor de Borda ( www.edge.org ), o site aclamado dedicado a discussões sobre a ciência de ponta por muitos dos pensadores brilhantes do mundo, os líderes do que ele denominou "terceira cultura".

John Brockman , Editor e Publisher

  • Russell Weinberger , Editor Associado
  • Nina Stegeman, Assistente Editorial
  • RUSSELL WEINBERGER é um escritor, editor, designer e editor associado da Borda.  Ele é Diretor de Direitos Brockman, Inc., uma agência literária de Nova York.

More info:Homepage

No novo milênio, os ateus proeminentes abundam.  Um site, www.celebatheists.com , é ainda dedicada à listagem  de algumas celebridades ateus.

Abraços,

Oiced

http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=h...



Alfredo Bernacchi disse:

Oiced Mocan. Você é alguém especial, que , certamente , faz tudo aquilo que prega, e só prega qualidades. Você é uma peça importante no nosso jogo de xadrez: Uma torre?...Um cavalo?... Ou um rei?, fundamental na passagem do ser humano pela Terra. Agradeço suas palavras. Me envaideceram... E agora? Como eu fico? Sou humano e fico feliz quando ganho elogios dessa monta. Vou ter que colocar isso em algum lugar. rsrsrs... Obrigado.

Sua história tem muito a ver com a minha e assim nos entendemos perfeitamente.

Quero recomendar aos meus amigos do Irreligiosos, o meu novo livro, que deverá ser lançado possivelmente em setembro. Eu estou dizendo. Esse livro é IMPERDÍVEL! Espero que vocês compreendam porque eu não lhes forneço o mesmo gratuitamente, porque tenho muitos amigos e não poderia discriminar nenhum deles. Assim, se eu der pra um terei que dar para mil!...  VERDADES & MENTIRAS CONTUNDENTES. e o primeiro capítulo (já pronto) é arrasador!... É algo incrível que eu consegui do exterior, mais precisamente da Austrália, esses dados em inglês, e coloquei no "meu" português contundente. Tive que fazer toda a tradução, sem saber inglês, porque valia à pena. Levei dias fazendo isso. Assim que estiver pronto eu vou publicar a sinopse aqui. É tão inacreditável como fascinante, saber tudo o que eu sei agora e vocês vão saber também. Será o adeus da questão Jesus Cristo e Novo Testamento. E eu que pensei que já sabia tudo...

Em agosto estarei na casa da minha filha nos EUA, de modo que somente em setembro estarei de volta, possivelmente para terminar o livro. Estou na Página 80 de 200. Formato A4. Tem muita coisa impactante! Para justamente identificar o livro. Contundente!...

Abraços a todos

Obrigado Oiced. Vou dar uma olhada nisso com carinho.

Abç

Alfredo

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