Irreligiosos

Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

Caso a administração do fórum encontre uma palavra mais adequada para identificar um autêntico brasileiro, fique à vontade para substituir a colocada no título. Sinceramente não encontrei em meu vocabulário outra melhor, pensei em palavras como corrupto, bandido, ladrão ou simplesmente marginal, mas todas essas possuem uma força em si mesmas que não condizem com a natureza fraca e covarde do brasileiro. Afinal, temos orgulho de ser apenas um bosta.


Se acha que estou exagerando (ou diminuindo?) na qualificação do caráter do brasileiro, então responda para si mesmo: quantos jornalistas, juízes, promotores ou políticos vc já matou até hoje? Nenhum? Então, vc também é um bosta; tanto quanto eu. Orgulhe-se disso! Porque essa é a única razão evidente que vc dispõe para se orgulhar; pode bater no peito e bradar: sou um autêntico brasileiro! Com samba e futebol correndo nas veias.


O presidente mais importante historicamente, suicidou-se! Porque era um covarde. O mais popular da história recente, um semianalfabeto! Mesmo assim conseguiu enganar à decantada malandragem brasileira por ser um doutor nessa arte. E, atualmente, elegemos e reelegemos uma presidenta que não governa! Mas, apesar dos pesares, ela já portou uma metralhadora, e numa época em que quem governava esse país eram as forças armadas. E nós? Bem... Temos orgulho de ser um bosta! Apenas isso.

Alguém aqui conhece outro povo assim? Então me diga: Qual país das Américas obteve a sua independência de mãos beijadas como nós? Nenhum! Em todos, muito sangue precisou ser derramado. Saímos de um país imperial para republicano, também de um governo de exceção para a democracia... Tudo na boa. Ah, sim, já ia me esquecendo, tivemos alguns mártires na nossa história que podem ser contados com os dedos das mãos. Talvez porque esses não tenham sido autenticamente brasileiros; negaram a raça!


Nem vou me ocupar com os acontecimentos recentes: senador em pleno mandato preso, barragem de Mariana, mensalão, petrolão etc; isso é apenas consequência do que já foi exposto. Ou seria merecimento por sermos uma nação de bostas?


Imagino que alguns ao lerem isso, pensarão: Nossa... Esse cara é mesmo um revoltado, hein? Sou nada; amanhã é sábado, vou pegar o meu barco (barquinho) e sair para passear tranquilamente com a minha família pela linda baía de Santa Catarina - se a chuva der uma trégua, é claro. Porque sou apenas mais um bosta, nascido e criado num país de merda! Mas daqui não saio, daqui ninguém me tira. Onde mais posso ver a Portela desfilando na avenida???

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Respostas a este tópico

TER ORGULHO DE DIZER:::::::::::::: "SOU BRASILEIRO E COMO BRASILEIRO VOU LUTAR"

Carlos Dosivan !

Concordo em gênero número e grau, com seu pensamento. Todos nós brasileiros somos um bosta.

Por quê somos assim ? Sabem quando do Brasil Reino,  veio o progresso e junto o demônio da religião, com tudo que tem direito, inclusive uma rainha louca, absolutamente dominada pelo clero, apoiando-os de todas as formas possíveis, a tal ponto que nos transformaram nessa coisa que você bem qualificou.

A propósito, atualmente estou há +/-  10 minutos de carro, da Escola de Samba da Portela, mas eu sou manqueirense,afinal,não posso negar as minhas origens,pois nasci em São Cristóvão na cidade do Rio de Janeiro.

O samba é o folclore brasileiro dos cariocas, muita gente o tem como religião (srsrs). Menos mau !

Saudações irreligiosas.

Nossa, meu caro amigo, vc me despertou uma tremenda nostalgia! A Portela é uma das poucas paixões que trago comigo desde a juventude, e ainda não abandonei. Sou portelense desde antes do "Portelão" (quadra); a velha guarda da Portela quando pisa na avenida, ainda me emociona. Embora as três décadas sem vencer, a Portela ainda é a maior campeã do carnaval carioca, 21 vezes. 

Mas o samba não é igual a futebol, frequentava várias outras quadras, inclusive o Palácio do Samba. Aliás, prova disso é que uma das maiores homenagens musicais que a Mangueira recebeu foi composta por um grande portelense, Paulinho da Viola ("Sei lá, Mangueira").

Vista assim do alto
Mais parece um céu no chão
Sei lá,
Em Mangueira a poesia fez um mar, se alastrou
E a beleza do lugar, pra se entender
Tem que se achar
Que a vida não é só isso que se vê...

(Lembra?)

A propósito de São Cristóvão, foi onde estudei! No Colégio Pedro II, em frente ao Campo de São Cristóvão onde acontece a tradicional feira dos "paraíbas" (rs). 

Mas, a despeito disso tudo, e como diz o samba acima, "a vida não é só isso que se vê". Não é mesmo, amigo?

Quem sabe agora, depois desse "tapa na cara" que Suprema Corte do País deu no povo, venha a conscientização geral de que não podemos confiar em nenhum dos poderes. Claro que as pessoas mais esclarecidas já sabiam disso a muito tempo; mas o grande público ainda achava que aquele antro era constituído por gente séria.

A verdade é que gente do quilate de Joaquim Barbosa, Sérgio Moro, Gilmar Mendes, são poucos nesse nosso país. Por isso gostaria de ver Joaquim Barbosa presidente! Se não for aquilo tudo que eu imagino, ao menos o STF estou certo de que ele moralizaria! Isso já seria um grande passo porque a justiça funcionando a contento os "marginais" dos demais poderes ficariam de "orelhas em pé"!

Abraço. 

Paulo Rosas Moreira disse:

Carlos Dosivan !

Concordo em gênero número e grau, com seu pensamento. Todos nós brasileiros somos um bosta.

Por quê somos assim ? Sabem quando do Brasil Reino,  veio o progresso e junto o demônio da religião, com tudo que tem direito, inclusive uma rainha louca, absolutamente dominada pelo clero, apoiando-os de todas as formas possíveis, a tal ponto que nos transformaram nessa coisa que você bem qualificou.

A propósito, atualmente estou há +/-  10 minutos de carro, da Escola de Samba da Portela, mas eu sou manqueirense,afinal,não posso negar as minhas origens,pois nasci em São Cristóvão na cidade do Rio de Janeiro.

O samba é o folclore brasileiro dos cariocas, muita gente o tem como religião (srsrs). Menos mau !

Saudações irreligiosas.

Caro amigo Carlos Dosivan, vez por outra encontro alguém que também estudou no Pedro II. Ali estudei em 1.953 e 1.954, no Internato. Outro dia fui cantar na praça de alimentação do Nova América como integrante de um coral e encontrei um outro cidadão, de um outro coral de Miguel Pereira, com uma camisa de ex-aluno do Pedro II. De repente, apareceram outros mais. Aliás, sobre música talvez tenhamos muito a dizer, porque toda a base de nossas músicas se assenta na religiosidade. É impossível cantar num coral se nos determinarmos a cantar só músicas seculares. Temos que saber separar as coisas. Para mim, aquelas letras cheias de aparente bondade soam como fábulas de Papai Noel, de tão simplórias e ingênuas. Fico pasmo de ver como as pessoas acreditam naquilo!!!

Um abraço, Jorge Oliveira de Almeida.


Meu caro Paulo Rosas Moreira, 

você está simplificando por demais todo o processo "evolutivo". Os portugueses não nos trouxeram o progresso porque não era essa a sua intenção. Vieram até aqui para nos explorar e nos roubar. Tudo aqui era proibido. Passamos a ser uma nação de analfabetos e uns poucos que se sobressaíram conseguiram-no porque as famílias tinham dinheiro e foram estudar em Coimbra. Quanto a trazer os demônios, os portugueses achavam que estavam fazendo a coisa certa, porque naquela época não havia como pensar diferente. Até mesmo hoje, para ser ateu é necessária uma boa dose de coragem. Imagina naquela época: iria para a fogueira! Quem mandava era tão somente a Igreja Católica! Mandava mais do que os reis!!

Um abraço, companheiro! E boas festas saturninas!!!
Carlos Dosivan disse:

Nossa, meu caro amigo, vc me despertou uma tremenda nostalgia! A Portela é uma das poucas paixões que trago comigo desde a juventude, e ainda não abandonei. Sou portelense desde antes do "Portelão" (quadra); a velha guarda da Portela quando pisa na avenida, ainda me emociona. Embora as três décadas sem vencer, a Portela ainda é a maior campeã do carnaval carioca, 21 vezes. 

Mas o samba não é igual a futebol, frequentava várias outras quadras, inclusive o Palácio do Samba. Aliás, prova disso é que uma das maiores homenagens musicais que a Mangueira recebeu foi composta por um grande portelense, Paulinho da Viola ("Sei lá, Mangueira").

Vista assim do alto
Mais parece um céu no chão
Sei lá,
Em Mangueira a poesia fez um mar, se alastrou
E a beleza do lugar, pra se entender
Tem que se achar
Que a vida não é só isso que se vê...

(Lembra?)

A propósito de São Cristóvão, foi onde estudei! No Colégio Pedro II, em frente ao Campo de São Cristóvão onde acontece a tradicional feira dos "paraíbas" (rs). 

Mas, a despeito disso tudo, e como diz o samba acima, "a vida não é só isso que se vê". Não é mesmo, amigo?

Quem sabe agora, depois desse "tapa na cara" que Suprema Corte do País deu no povo, venha a conscientização geral de que não podemos confiar em nenhum dos poderes. Claro que as pessoas mais esclarecidas já sabiam disso a muito tempo; mas o grande público ainda achava que aquele antro era constituído por gente séria.

A verdade é que gente do quilate de Joaquim Barbosa, Sérgio Moro, Gilmar Mendes, são poucos nesse nosso país. Por isso gostaria de ver Joaquim Barbosa presidente! Se não for aquilo tudo que eu imagino, ao menos o STF estou certo de que ele moralizaria! Isso já seria um grande passo porque a justiça funcionando a contento os "marginais" dos demais poderes ficariam de "orelhas em pé"!

Abraço. 

Paulo Rosas Moreira disse:

Carlos Dosivan !

Concordo em gênero número e grau, com seu pensamento. Todos nós brasileiros somos um bosta.

Por quê somos assim ? Sabem quando do Brasil Reino,  veio o progresso e junto o demônio da religião, com tudo que tem direito, inclusive uma rainha louca, absolutamente dominada pelo clero, apoiando-os de todas as formas possíveis, a tal ponto que nos transformaram nessa coisa que você bem qualificou.

A propósito, atualmente estou há +/-  10 minutos de carro, da Escola de Samba da Portela, mas eu sou manqueirense,afinal,não posso negar as minhas origens,pois nasci em São Cristóvão na cidade do Rio de Janeiro.

O samba é o folclore brasileiro dos cariocas, muita gente o tem como religião (srsrs). Menos mau !

Saudações irreligiosas.

Carlos Dosivan !

Conheço muito bem. No passado, foi a sede do Clube São Cristóvão Imperial, bem próximo do cinema Fluminense no Campo de São Cristóvão.  Lembro-me ainda do tempo em que o Campo de São Cristóvão, era pista de equitação do Exército. Era todo cercado, todo ele, por barras trabalhadas de ferro fundido, com colunas distantes uma das outras de cerca de 1,5 metros. Detalhe : à noite não existia iluminação suficiente, e os namorados, cada um ocupava um espaço entre as colunas sentando nas vigas entre as colunas, Esses eram os comportados, contudo havia os mais atrevidos, que iam para bem próximo do centro, na escuridão curtir as estrelas (rsrsrs), nessa época (anos 1940) eu vestia calças curtas. Mas eu era igual ao papagaio de inglês, uma coruja, que falar não falava, mais prestava uma atenção com aquele olhão.....(rsrsrs)

Existem forças, ditas ocultas, além dos nossos governantes, que só poderão ser barradas com uma Constituição pra valer, e ser respeitada na marra. Aí acaba com a possibilidade da interferência e inserção de agentes estranhos no governo, fazendo o jogo sujo. Tenho receio que homens como o que nós conhecemos, sejam apagados, solenemente, tipo Getúlio Vargas, (será que foi suicídio ? Não acredito até hoje). 

Um abraço.


 
Carlos Dosivan disse:

Nossa, meu caro amigo, vc me despertou uma tremenda nostalgia! A Portela é uma das poucas paixões que trago comigo desde a juventude, e ainda não abandonei. Sou portelense desde antes do "Portelão" (quadra); a velha guarda da Portela quando pisa na avenida, ainda me emociona. Embora as três décadas sem vencer, a Portela ainda é a maior campeã do carnaval carioca, 21 vezes. 

Mas o samba não é igual a futebol, frequentava várias outras quadras, inclusive o Palácio do Samba. Aliás, prova disso é que uma das maiores homenagens musicais que a Mangueira recebeu foi composta por um grande portelense, Paulinho da Viola ("Sei lá, Mangueira").

Vista assim do alto
Mais parece um céu no chão
Sei lá,
Em Mangueira a poesia fez um mar, se alastrou
E a beleza do lugar, pra se entender
Tem que se achar
Que a vida não é só isso que se vê...

(Lembra?)

A propósito de São Cristóvão, foi onde estudei! No Colégio Pedro II, em frente ao Campo de São Cristóvão onde acontece a tradicional feira dos "paraíbas" (rs). 

Mas, a despeito disso tudo, e como diz o samba acima, "a vida não é só isso que se vê". Não é mesmo, amigo?

Quem sabe agora, depois desse "tapa na cara" que Suprema Corte do País deu no povo, venha a conscientização geral de que não podemos confiar em nenhum dos poderes. Claro que as pessoas mais esclarecidas já sabiam disso a muito tempo; mas o grande público ainda achava que aquele antro era constituído por gente séria.

A verdade é que gente do quilate de Joaquim Barbosa, Sérgio Moro, Gilmar Mendes, são poucos nesse nosso país. Por isso gostaria de ver Joaquim Barbosa presidente! Se não for aquilo tudo que eu imagino, ao menos o STF estou certo de que ele moralizaria! Isso já seria um grande passo porque a justiça funcionando a contento os "marginais" dos demais poderes ficariam de "orelhas em pé"!

Abraço. 

Paulo Rosas Moreira disse:

Carlos Dosivan !

Concordo em gênero número e grau, com seu pensamento. Todos nós brasileiros somos um bosta.

Por quê somos assim ? Sabem quando do Brasil Reino,  veio o progresso e junto o demônio da religião, com tudo que tem direito, inclusive uma rainha louca, absolutamente dominada pelo clero, apoiando-os de todas as formas possíveis, a tal ponto que nos transformaram nessa coisa que você bem qualificou.

A propósito, atualmente estou há +/-  10 minutos de carro, da Escola de Samba da Portela, mas eu sou manqueirense,afinal,não posso negar as minhas origens,pois nasci em São Cristóvão na cidade do Rio de Janeiro.

O samba é o folclore brasileiro dos cariocas, muita gente o tem como religião (srsrs). Menos mau !

Saudações irreligiosas.



Paulo Rosas Moreira disse:

Carlos Dosivan !

Conheço muito bem. No passado, foi a sede do Clube São Cristóvão Imperial, bem próximo do cinema Fluminense no Campo de São Cristóvão.  Lembro-me ainda do tempo em que o Campo de São Cristóvão, era pista de equitação do Exército. Era todo cercado, todo ele, por barras trabalhadas de ferro fundido, com colunas distantes uma das outras de cerca de 1,5 metros. Detalhe : à noite não existia iluminação suficiente, e os namorados, cada um ocupava um espaço entre as colunas sentando nas vigas entre as colunas, Esses eram os comportados, contudo havia os mais atrevidos, que iam para bem próximo do centro, na escuridão curtir as estrelas (rsrsrs), nessa época (anos 1940) eu vestia calças curtas. Mas eu era igual ao papagaio de inglês, uma coruja, que falar não falava, mais prestava uma atenção com aquele olhão.....(rsrsrs)

Existem forças, ditas ocultas, além dos nossos governantes, que só poderão ser barradas com uma Constituição pra valer, e ser respeitada na marra. Aí acaba com a possibilidade da interferência e inserção de agentes estranhos no governo, fazendo o jogo sujo. Tenho receio que homens como o que nós conhecemos, sejam apagados, solenemente, tipo Getúlio Vargas, (será que foi suicídio ? Não acredito até hoje). 

Um abraço.


 
Carlos Dosivan disse:

Nossa, meu caro amigo, vc me despertou uma tremenda nostalgia! A Portela é uma das poucas paixões que trago comigo desde a juventude, e ainda não abandonei. Sou portelense desde antes do "Portelão" (quadra); a velha guarda da Portela quando pisa na avenida, ainda me emociona. Embora as três décadas sem vencer, a Portela ainda é a maior campeã do carnaval carioca, 21 vezes. 

Mas o samba não é igual a futebol, frequentava várias outras quadras, inclusive o Palácio do Samba. Aliás, prova disso é que uma das maiores homenagens musicais que a Mangueira recebeu foi composta por um grande portelense, Paulinho da Viola ("Sei lá, Mangueira").

Vista assim do alto
Mais parece um céu no chão
Sei lá,
Em Mangueira a poesia fez um mar, se alastrou
E a beleza do lugar, pra se entender
Tem que se achar
Que a vida não é só isso que se vê...

(Lembra?)

A propósito de São Cristóvão, foi onde estudei! No Colégio Pedro II, em frente ao Campo de São Cristóvão onde acontece a tradicional feira dos "paraíbas" (rs). 

Mas, a despeito disso tudo, e como diz o samba acima, "a vida não é só isso que se vê". Não é mesmo, amigo?

Quem sabe agora, depois desse "tapa na cara" que Suprema Corte do País deu no povo, venha a conscientização geral de que não podemos confiar em nenhum dos poderes. Claro que as pessoas mais esclarecidas já sabiam disso a muito tempo; mas o grande público ainda achava que aquele antro era constituído por gente séria.

A verdade é que gente do quilate de Joaquim Barbosa, Sérgio Moro, Gilmar Mendes, são poucos nesse nosso país. Por isso gostaria de ver Joaquim Barbosa presidente! Se não for aquilo tudo que eu imagino, ao menos o STF estou certo de que ele moralizaria! Isso já seria um grande passo porque a justiça funcionando a contento os "marginais" dos demais poderes ficariam de "orelhas em pé"!

Abraço. 

Paulo Rosas Moreira disse:

Carlos Dosivan !

Concordo em gênero número e grau, com seu pensamento. Todos nós brasileiros somos um bosta.

Por quê somos assim ? Sabem quando do Brasil Reino,  veio o progresso e junto o demônio da religião, com tudo que tem direito, inclusive uma rainha louca, absolutamente dominada pelo clero, apoiando-os de todas as formas possíveis, a tal ponto que nos transformaram nessa coisa que você bem qualificou.

A propósito, atualmente estou há +/-  10 minutos de carro, da Escola de Samba da Portela, mas eu sou manqueirense,afinal,não posso negar as minhas origens,pois nasci em São Cristóvão na cidade do Rio de Janeiro.

O samba é o folclore brasileiro dos cariocas, muita gente o tem como religião (srsrs). Menos mau !

Saudações irreligiosas.

Jorge Oliveira de Almeida !

Simplifiquei sim, a história do Brasil Reino, mas o reinado português, veio, mas fugido das forças napoleônicas.

Roubar o que se tudo por aqui era deles, não é mesmo ? Eles exploravam evidentemente o que tínhamos de melhor para eles, principalmente o ouro.

O jeito era governar por aqui mesmo, então o progresso começou com a abertura dos portos, mas como de costume o que é bom tem sempre um preço a pagar, veio a Igreja dominando tudo e a todos, tornando nosso povo imbecil.

De fato quem tinha dinheiro, mandava seus filhos estudar fora, foi o caso do nosso crioulo, José Alvares Maciel, que se formou na França, engenheiro na arte de mineralogia, conhecendo a Thomas Jefferson e ambos tornaram-se maçons, cada um levando para seu país, a ideia da maçonaria.

José Alvares Maciel, é o verdadeiro líder da Inconfidência Mineira. Tiradendes, foi morto por ter sido considerado traidor da corte, por ser ele um militar. José Alvares Maciel, foi degredado para as minas de enxofre da África, onde morreu intoxicado e havia se arrependido do seu gesto, mas foi tarde demais.

Saudações irreligiosas.

Jorge Oliveira de Almeida !

De fato, simplifiquei, a história, mas eles não vieram para roubar, porque afinal, tudo era deles, não era mesmo ? Eles exploravam o que mais necessitavam que era o ouro.

O progresso veio com a abertura dos portos não por benesse, mas por necessidade de governar, para nós foi um ótimo negócio, entre outras coisas como a fundação do Banco do Brasil, Mas como tudo que é bom tem sempre um preço a pagar, veio a reboque a ICAR a tudo dominando através de uma rainha louca, mãe de D.João VI, que deu asas a cobra chamada igreja católica, que deitava e rolava naquele cenário, transformando toda a população em imbecis, os da corte inclusive.

Realmente, quem tinha dinheiro, mandava seus filhos estudar fora, mas os mais espertos mandavam era para a França, a cidade luz, como foi o caso do nosso crioulo, José Alvares Maciel que se formou engenheiro na área de mineralogia, Na França conheceu e fez amizade com Thomas Jefferson, ambos se tornaram maçons, levando para seus países a ideia.

José Alvares Maciel foi o verdadeiro líder da Inconfidência Mineira. Tiradentes foi cruelmente penalizado em razão dele ser um militar (alferes), e morreu para dar exemplo.

José Alvares Maciel foi degredado para as minas de enxofre da África e por lá morreu intoxicado, mas antes havia se arrependido, mas já era tarde.

Saudações irreligiosas.
 
Jorge Oliveira de Almeida disse:


Meu caro Paulo Rosas Moreira, 

você está simplificando por demais todo o processo "evolutivo". Os portugueses não nos trouxeram o progresso porque não era essa a sua intenção. Vieram até aqui para nos explorar e nos roubar. Tudo aqui era proibido. Passamos a ser uma nação de analfabetos e uns poucos que se sobressaíram conseguiram-no porque as famílias tinham dinheiro e foram estudar em Coimbra. Quanto a trazer os demônios, os portugueses achavam que estavam fazendo a coisa certa, porque naquela época não havia como pensar diferente. Até mesmo hoje, para ser ateu é necessária uma boa dose de coragem. Imagina naquela época: iria para a fogueira! Quem mandava era tão somente a Igreja Católica! Mandava mais do que os reis!!

Um abraço, companheiro! E boas festas saturninas!!!
Carlos Dosivan disse:

Nossa, meu caro amigo, vc me despertou uma tremenda nostalgia! A Portela é uma das poucas paixões que trago comigo desde a juventude, e ainda não abandonei. Sou portelense desde antes do "Portelão" (quadra); a velha guarda da Portela quando pisa na avenida, ainda me emociona. Embora as três décadas sem vencer, a Portela ainda é a maior campeã do carnaval carioca, 21 vezes. 

Mas o samba não é igual a futebol, frequentava várias outras quadras, inclusive o Palácio do Samba. Aliás, prova disso é que uma das maiores homenagens musicais que a Mangueira recebeu foi composta por um grande portelense, Paulinho da Viola ("Sei lá, Mangueira").

Vista assim do alto
Mais parece um céu no chão
Sei lá,
Em Mangueira a poesia fez um mar, se alastrou
E a beleza do lugar, pra se entender
Tem que se achar
Que a vida não é só isso que se vê...

(Lembra?)

A propósito de São Cristóvão, foi onde estudei! No Colégio Pedro II, em frente ao Campo de São Cristóvão onde acontece a tradicional feira dos "paraíbas" (rs). 

Mas, a despeito disso tudo, e como diz o samba acima, "a vida não é só isso que se vê". Não é mesmo, amigo?

Quem sabe agora, depois desse "tapa na cara" que Suprema Corte do País deu no povo, venha a conscientização geral de que não podemos confiar em nenhum dos poderes. Claro que as pessoas mais esclarecidas já sabiam disso a muito tempo; mas o grande público ainda achava que aquele antro era constituído por gente séria.

A verdade é que gente do quilate de Joaquim Barbosa, Sérgio Moro, Gilmar Mendes, são poucos nesse nosso país. Por isso gostaria de ver Joaquim Barbosa presidente! Se não for aquilo tudo que eu imagino, ao menos o STF estou certo de que ele moralizaria! Isso já seria um grande passo porque a justiça funcionando a contento os "marginais" dos demais poderes ficariam de "orelhas em pé"!

Abraço. 

Paulo Rosas Moreira disse:

Carlos Dosivan !

Concordo em gênero número e grau, com seu pensamento. Todos nós brasileiros somos um bosta.

Por quê somos assim ? Sabem quando do Brasil Reino,  veio o progresso e junto o demônio da religião, com tudo que tem direito, inclusive uma rainha louca, absolutamente dominada pelo clero, apoiando-os de todas as formas possíveis, a tal ponto que nos transformaram nessa coisa que você bem qualificou.

A propósito, atualmente estou há +/-  10 minutos de carro, da Escola de Samba da Portela, mas eu sou manqueirense,afinal,não posso negar as minhas origens,pois nasci em São Cristóvão na cidade do Rio de Janeiro.

O samba é o folclore brasileiro dos cariocas, muita gente o tem como religião (srsrs). Menos mau !

Saudações irreligiosas.



Jorge Oliveira de Almeida disse:

Caro amigo Carlos Dosivan, vez por outra encontro alguém que também estudou no Pedro II. Ali estudei em 1.953 e 1.954, no Internato. Outro dia fui cantar na praça de alimentação do Nova América como integrante de um coral e encontrei um outro cidadão, de um outro coral de Miguel Pereira, com uma camisa de ex-aluno do Pedro II. De repente, apareceram outros mais. Aliás, sobre música talvez tenhamos muito a dizer, porque toda a base de nossas músicas se assenta na religiosidade. É impossível cantar num coral se nos determinarmos a cantar só músicas seculares. Temos que saber separar as coisas. Para mim, aquelas letras cheias de aparente bondade soam como fábulas de Papai Noel, de tão simplórias e ingênuas. Fico pasmo de ver como as pessoas acreditam naquilo!!!

Um abraço, Jorge Oliveira de Almeida.

Caro Carlos, 

somos da mesma época. Fui muito ao cinema Fluminense, ao lado da escola Gonçalves Dias, que segundo li, foi a primeira escola municipal aqui no Rio de Janeiro. Também ali estudei na década de quarenta. Eu morava na rua Souza Valente, em frente a uma montadora de automóveis (importados, naturalmente!). Quanto à sede do São Cristóvão, tenho dúvida. Não ficava na Figueira de Melo, onde acho que até hoje está, e teria sido o berço do Ronaldinho Fenômeno?

Um abraço, companheiro!!

Jorge Oliveira de Almeida !

Meu caro, esclareço que o São Cristóvão Imperial, é um clube de bailes familiares, o São Cristóvão de futebol, é sim na rua Figueira de Melo e fui sócio e frequentei muito tempo suas domingueiras, já o São Cristóvão Imperial, sua sede fica na rua Gen. José Cristino, Por sinal, não sei se ainda existe, tantos anos por lá não convivo.

Do colégio Pedro II só tenho ligação com ele através de um ancestral famoso e conhecido de todos.

Contavam-me que o personagem era primo irmão de meu bisavô, por parte de minha avó materna, seu nome Joaquim Manoel de Macedo, tutor dos filhos da Princesa Isabel, professor  do Pedro II, vereador, deputado, do Brasil Império, médico, escritor, patrono da cadeira número 20 da Academia Brasileira de Letras,  etc..., Terminou seus dias num hospício.

Abraços. 


 
Jorge Oliveira de Almeida disse:



Jorge Oliveira de Almeida disse:

Caro amigo Carlos Dosivan, vez por outra encontro alguém que também estudou no Pedro II. Ali estudei em 1.953 e 1.954, no Internato. Outro dia fui cantar na praça de alimentação do Nova América como integrante de um coral e encontrei um outro cidadão, de um outro coral de Miguel Pereira, com uma camisa de ex-aluno do Pedro II. De repente, apareceram outros mais. Aliás, sobre música talvez tenhamos muito a dizer, porque toda a base de nossas músicas se assenta na religiosidade. É impossível cantar num coral se nos determinarmos a cantar só músicas seculares. Temos que saber separar as coisas. Para mim, aquelas letras cheias de aparente bondade soam como fábulas de Papai Noel, de tão simplórias e ingênuas. Fico pasmo de ver como as pessoas acreditam naquilo!!!

Um abraço, Jorge Oliveira de Almeida.

Caro Carlos, 

somos da mesma época. Fui muito ao cinema Fluminense, ao lado da escola Gonçalves Dias, que segundo li, foi a primeira escola municipal aqui no Rio de Janeiro. Também ali estudei na década de quarenta. Eu morava na rua Souza Valente, em frente a uma montadora de automóveis (importados, naturalmente!). Quanto à sede do São Cristóvão, tenho dúvida. Não ficava na Figueira de Melo, onde acho que até hoje está, e teria sido o berço do Ronaldinho Fenômeno?

Um abraço, companheiro!!

Caro Carlos, 

sem querer estender-me muito, porque não me estou sentindo muito bem por estar saindo do contexto de nossa página, pergunto a você, até mesmo por curiosidade: esse seu parente não foi o autor do "Memória De Um Sargento De Milícias"?

Sorte sua que tem grandes referências familiares. Quanto a mim, tive uma tia (que nem conheci) que se formou em maestrina na década de trinta e morreu de tuberculose, que na época matava todo mundo. Formou-se, casou, teve um filho e morreu. Triste sina, de ser pobre!!

Um grande abraço, Jorge.

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