Irreligiosos

Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

Origens do cristianismo: dos pré-cristãos, aos cristãos primitivos, aos pós-apostólicos, aos Evangelhos e à instituição da versão oficial

Este tema é um desafio, pois é um longo período da história a analisar, que abrange desde o pré-cristianismo até o ano de 391 d.C quando, com o Imperador Teodósio, foram proibidos os cultos a outras religiões que coexistiam no Império Romano e o cristianismo foi finalmente declarado e adotado como religião oficial, portanto, a única reconhecida e permitida.

Pelo que se propõe, a discussão deveria terminar neste momento, mas prossegue até a cristalização da versão oficial consolidada nos Evangelhos que, até hoje, têm sido retocados e alterados, admitindo variadas interpretações. Começando por Jesus Cristo (ou de Nazaré), seu personagem central, o que é verdadeiro e o que é falso nos Evangelhos?

Segundo o "Jesus Seminar" e alguns grupos de historiadores (inclusive cristãos) de várias partes do mundo, estudos indicam que apenas 18% do que consta dos Evangelhos podem ser considerados como verdadeiros. Historiadores cristãos ortodoxos e o clero, contestam.

Tudo no cristianismo é artificial e controverso, a começar pelos seus símbolos: peixe com as cinco letras gregas (cristianismo primitivo) e cruz (versão moderna, oficial). Uns querem que seja o peixe, por ter sido o primeiro símbolo e que representava melhor os primeiros cristãos e outros entendem que deva ser mesmo a cruz. No peixe as 5 letras representam, pela ordem: "Jesus-Cristo-Deus-Filho-Salvador".

Já na cruz, diz o Clero, é representada a (falsa) trindade: a parte superior seria Deus (Pai); a inferior, seria Jesus Cristo, o Filho e os braços (meio forçadamente), o "Espirito Santo". E ambos são usados (???).

Aqui, cabe a pergunta: Não seria melhor fundir os dois? Enfia-se uma cruz no peixe e pronto! Agrada-se a gregos e troianos. E fica até mais sugestivo.

As questões a considerar nessa discussão são muitas e focam-se, principalmente, na autenticidade dos Evangelhos. O que se buscará entender é como e a partir de quando ele foi sendo forjado até chegar à sua versão definitiva. Os irreligiosos entendem que toda a história foi montada no período pós-apóstólico e veio sendo retrabalhada até os nossos dias. O poder político, as guerras de conquista, a Santa Inquisição, a Igreja, o poder econômico e a mídia encarregaram-se de fixar os mitos, transformando-os em falsas verdades, hoje aceitas por 1/3 da população mundial. A quem aproveita isso?

Pontos controversos a serem examinados:

  • Semelhança com mitos religiosos pagãos, antes do cristianismo;
  • O domínio e influência dos gregos antes do século I d.C
  • Os deuses gregos, romanos e egípcios
  • João Batista e o batismo de Cristo
  • Jesus de Nazaré x Jesus Cristo
  • Cristo antes de Cristo
  • O personagem Paulo, considerado "o pai do Cristianismo"
  • Historiadores do Século I
  • O Testimonium Flavianum
  • Nero e o Incêndio de Roma
  • Eusébio, o bispo de Cesaréia
  • Os cristãos primitivos e as seitas existentes entre os séculos I a.C e 4 d.C
  • Os "irmãos de Jesus"
  • A trindade "Pai, Filho e Espírito Santo", inventada e introduzida arbitrariamente pela Igreja
  • Os Imperadores César, Constantino e Teodósio
  • O personagem Pilatos e os registros das execuções romanas
  • As línguas e dialetos ao tempo do pretenso Cristo e os originais dos Evangelhos
  • Os verdadeiros autores dos Evangelhos (alguém sabe?)
  • A Cidade de Nazaré (existia mesmo ao tempo de Cristo?)
  • Os 12 apóstolos e o 13º apóstolo (Paulo)
  • Os milagres, a crucificação e a ressurreição de Jesus
  • O paganismo romano
  • A possibilidade da origem grega do cristianismo

Paro por aqui porque, os que pesquisam, sabem quais os pontos fundamentais a considerar. Os pontos destacados servem apenas como lembrete de questões importantes a serem examinadas nessas discussões, com destaques para os negritados, sem menosprezar os demais.

A discussão está colocada. Vou transferir para cá os últimos comentários dos debatedores Ivani Medina, Oiced Mocam, Assis Utsch e do representante da ala crente, o colega Erijosé. Daí pra frente a discussão é pública, ou seja, aberta a todos quantos possam se interessar.Mas, por favor, não fujam do tema, como aconteceu na discussão anterior (Ateus possuem alguma proposta para tornar o mundo melhor?), onde excelentes comentários ficaram perdidos, fora do tema ao qual deveriam se ligar.

Bom debate!

 

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Respostas a este tópico

Como eu disse anteriormente. Um único inventor não iria construir 4 evangelhos sobre a vida de um Homem porque seria perda de tempo e poderia ter sido escrito uma só livro. Além do mais os detalhes em forma escrita entre uma mesma história são divergentes.

Exemplo: O milagre feito por Jesus na cura de um leproso é narrado de forma diferente. Alguns dão menos e outros mais detalhes. (Mateus 8:1 – Marcos 1:40 – Lucas 5:12).

Isto prova que foram 3 autores diferentes que contaram cada um a sua história.

Agora eu me pergunto: Se já existia um livro mitológico que contava a vida de um personagem por que os outros 3 fariam um mesmo livro para contar a mesma vida deste personagem?

Não seria melhor já fazer uma cópia do que já tinham?

Não dá para entender que eles pediam uns aos outros que fizesse uma apurada investigação da vida de Jesus para deixar aos cristãos que se convertesse ao cristianismo?

Mitos feitos por boatos iriam gerar contradições assim como apareceram bastantes livros considerados gnósticos. A igreja fez a separação do que era verdade e mito e observou que 17 livros do novo testamento eram coerentes.

Se os 4 evangelhos tivessem sido escrito por 4 autores diferentes a narrativa de contradição seria bem visível. Boato é boato e ninguém quer saber se o boato que estavam escrevendo era mentira ou verdade. Agora é muito mistério todos eles sincronizarem a vida de uma pessoa contando as mesmas histórias.

O mito do livro dos mortos, o Alcorão e muitos outros mitos só tiveram um autor e no caso do novo testamento foram 4 pessoas, fora as cartar dos apóstolos.

Jesus para mim tem tudo para ter existido e considero que posso até tocar na sua sombra. Com o avanço da ciência, da arqueologia creio que em pouco tempo as evidencias serão maiores.

"...você não convence ninguém, pelo menos aqui. Aliás, acho que não convence nem a você mesmo". (Ivo Reis)

Erijosé, comentou:

A investigação textual dos 4 evangelhos revelam que boatos jamais se sincronizariam e as divergências apareceriam em enormes detalhes.I sto é investigação histórica para encontrar contradições. Se os 4 evangelhos tivessem sido escrito por 4 autores diferentes a narrativa de contradição seria bem visível”.

Em resposta, sobre quem escreveu,  dois artigos abaixo disponiveis:

http://livrodeusexiste.blogspot.com.br/2012/07/biblia-quem-escreveu...

http://livrodeusexiste.blogspot.com.br/2012/07/biblia-quem-escreveu...

Recomendo para pesquisa e leitura, para crentes e irreligiosos, a leitura do Livro de Bart D. Ehrman

“Quem Jesus não foi? Quem Jesus foi?

Sds

Oiced

 

Jesus:  O Incômodo Silêncio da  História  

 

 

 

 

por Lee Salisbury 

http://www.dissidentvoice.org/Oct04/Salisbury1012.htm
   Quem é que nunca ouviu falar de Jesus de   Nazaré? É claro que todo mundo ouviu falar de Jesus. A Bíblia nos diz que sua   fama se espalhou por toda a Palestina e Síria. Ele é o homem-deus/salvador do   mundo que realizou milagres que só um deus poderia realizar. Transformou água  em vinho, alimentou milhares de pessoas com apenas alguns pedaços de pão e   peixe, andou sobre as águas, acalmou tempestades, curou cegos, surdos e enfermos, recuperou mãos atrofiadas, expulsou demônios e ressuscitou os   mortos. Seus ensinamentos morais são considerados pelos cristãos superiores a tudo o que já foi ensinado.

Ele foi rejeitado por seu próprio povo, os judeus, e brutalmente crucificado pelos romanos. Mas isto não deteve Jesus. A Bíblia nos diz que, ao ser crucificado, céus e terra confirmaram sua divindade, causando um eclipse do sol de 3 horas em toda a terra, um  terremoto que fez com que a cortina do templo em Jerusalém se rasgasse ao meio e que túmulos se abrissem e homens santos ressuscitassem e aparecessem às pessoas em    Jerusalém. Três dias depois, o Filho de Deus derrotou o Diabo, o príncipe das trevas, ressuscitou dos mortos, apareceu a seus   discípulos e então subiu aos céus. Como é possível alguém não gostar desta história nem desejar acreditar nela? 
  
 O problema que pesquisadores sinceros e com mentes objetivas têm com esta história espantosa é: 
 Por que os registros históricos de escritores gregos, romanos e judeus não  cristãos praticamente não dizem nada sobre Jesus de Nazaré?

Certamente que notícias sobre acontecimentos como esses, se fossem verdadeiras, teriam se espalhado por todo o mundo mediterrâneo. E, no entanto, os escritos que sobreviveram, de uns 35 a 40 observadores   independentes durante os primeiros 100 anos que se seguiram à suposta crucificação e ressurreição de Jesus, praticamente não confirmam nada. Estes autores eram respeitados, viajados, sabiam se expressar, observavam e analisavam os fatos, eram os filósofos, poetas, moralistas e historiadores daquela época.

Entre   as mais destacadas personalidades que não mencionam Jesus, temos: 
  

Sêneca, 4 a.C. - 65 d.C. Um dos mais famosos autores romanos sobre ética, filosofia e moral e um cientista que registrou eclipses e terremotos. As cartas que teria trocado com Paulo se revelaram uma fraude, mais tarde.
 
  Plínio, o velho, 23 d.C. - 79 d.C. História natural. Escreveu 37 livros sobre eventos como terremotos, eclipses e tratamentos médicos. 
  
Quintiliano 39 d.C. - 96 d.C. Escreveu  "Instituio Oratio", 12 livros sobre moral e virtude. 
  
Epitectus 55 d.C. - 135 d.C. Ex-escravo que se tornou renomado moralista e filósofo e escreveu sobre a "irmandade dos homens" e a importância de se ajudarem os pobres e oprimidos. 
  
Marcial 38 d.C. - 103 d.C. Escreveu poemas épicos sobre as loucuras humanas e as várias personalidades do império romano. 
  
Juvenal 55 d.C. - 127 d.C.. Um dos maiores poetas satíricos de Roma. Escreveu sobre injustiça e tragédia no governo romano. 
  
Plutarco 46 d.C. - 119 d.C. Escritor grego que viajou de Roma a Alexandria. Escreveu "Moralia", sobre moral e ética. 
  
Três romanos cujos escritos contêm referências   mínimas a Cristo, Cresto ou cristãos: 
  
Plínio, o   jovem, 61 d.C. - 113 d.C. Foi proconsul da Bitínia (atual Turquia). Numa carta ao imperador Trajano, em 112  d.C., pergunta o que fazer quanto aos cristãos que "se reúnem  regularmente antes da aurora, em dias determinados, para cantar louvores a  Cristo como se ele fosse um deus". Uns oitenta anos depois da suposta   morte de Jesus, alguém estava adorando a um Cristo (messias, em hebraico)!   Entretanto, nada se diz sobre se este Cristo era Jesus, o mestre milagreiro   que foi crucificado e ressuscitou na Judéia ou se um Cristo mitológico das  religiões pagãs de mistério. O próprio Jesus teria dito que haveria muitos  falsos Cristos, portanto a afirmação de Plínio não contribui em muito para   demonstrar que o Jesus de Nazaré existiu. 
  
Suetônio, 69 d.C. - 122 d.C. Em "A vida dos   imperadores", com a história de 11 imperadores, ele conta, em 120 d.C., sobre o imperador Cláudio (41 a 54 d.C.), que ele "expulsou de Roma os judeus  que, sob a influência de Cresto, viviam causando tumultos". Quem é   Cresto? Não há menção a Jesus. Seria este Cresto um agitador judeu, um dos muitos falsos messias, ou um Cristo mítico? Este trecho não prova nada sobre  a historicidade de um Jesus de Nazaré. 
  
Tácito, 56 a   120 d.C. Famoso historiador romano. Seu "Annuals",   referente ao período 14-68 d.C., Livro 15, capítulo 44, escrito por volta de 115 d.C., contém a primeira referência a Cristo como um homem executado na  Judéia por Pôncio Pilatos. Tácito declara que "Cristo, o fundador, sofreu  a pena de morte no reino de Tibério, por ordem do procurador Pôncio Pilatos". Os estudiosos apontam várias razões para se suspeitar de que   este trecho não seja de Tácito nem de registros romanos, e sim uma inserção posterior na obra de Tácito:

1. A referência  a Pilatos como procurador seria apropriada na época de Tácito, mas, na época de Pilatos, o título correto era "prefeito".

2. Se Tácito escreveu este trecho no início   do segundo século, por que os Pais da Igreja, como Tertuliano, Clemente, Orígenes e até Eusébio, que tanto procuraram por provas da historicidade de   Jesus, não o citam?

3. Tácito só passa a ser citado por escritores cristãos a partir do século 15.

O que é claro e indiscutível é que um   período de 80 a 100 anos sem nenhum registro histórico confiável, depois de fatos de tal   magnitude, é longo o bastante para levantar suspeitas. Além do mais, é insuficiente citar três relatos tão curtos e tão pouco informativos para provar que existiu um messias judeu milagreiro chamado Jesus que seria Deus em forma humana, foi crucificado e ressuscitou.

Há três autores judeus importantes do primeiro século:
 
  Philo-Judaeus
, 15 a.C. -50 d.C., de Alexandria, era um teólogo-filósofo judeu que falava grego. Ele conhecia bem Jerusalém porque sua família morava lá.  Escreveu muita coisa sobre história e religião judaica do ponto de vista grego e ensinou alguns conceitos que também aparecem no evangelho de João e nas epístolas de Paulo. Por exemplo: Deus e sua Palavra são um só; a Palavra é o filho primogênito de Deus; Deus criou o mundo através de sua palavra;  Deus unifica todas as coisas através de sua Palavra; a Palavra é fonte de   vida eterna; a Palavra habita em nós e entre nós; todo julgamento cabe à Palavra; a Palavra é imutável.

Philo também ensinou sobre Deus ser um espírito, sobre a Trindade, sobre virgens que dão à luz, judeus que pecam e irão para o inferno, pagãos que aceitam a Deus e irão para o céu e um Deus que é amor e perdoa.

Entretanto, Philo, um judeu que viveu na   vizinha Alexandria e que teria sido contemporâneo a Jesus, nunca menciona alguém com este nome nem nenhum milagreiro que teria sido crucificado e depois ressuscitou em Jerusalém, sem falar em eclipses, terremotos e santos judeus saindo dos túmulos e andando pela cidade. Por que? O completo silêncio de Philo é ensurdecedor! 
  
Flavius Josephus, 37-103 d.C. era um fariseu que nasceu em Jerusalém, vivia em Roma e escreveu "História dos judeus"   (79 d.C.) e "Antiguidades dos judeus" (93 d.C.). Apologistas   cristãos (defensores da fé) consideram o testemunho de Josephus sobre Jesus a   única evidência garantida da historicidade de Jesus. O testemunho citado se encontra em "Antiguidades dos judeus". Ao contrário dos apologistas, entretanto, muitos estudiosos, inclusive os autores da Encyclopedia Britannica, consideram o  trecho "uma inserção posterior   feita por copistas cristãos". Ele diz que:

"Naquele tempo, nasceu Jesus, homem  sábio, se é que se pode chamar homem, realizando coisas admiráveis e  ensinando a todos os que quisessem inspirar-se na verdade. Não foi só seguido por muitos hebreus, como por alguns gregos, Era o Cristo. Sendo acusado por nossos chefes, do nosso país ante Pilatos, este o fez sacrificar. Seus seguidores não o abandonaram nem mesmo após sua morte. Vivo e ressuscitado, reapareceu ao terceiro dia após sua morte, como o haviam predito os santos   profetas, quando realiza outras mil coisas milagrosas. A sociedade cristã que   ainda hoje subsiste, tomou dele o nome que usa".

Por que este trecho é considerado uma inserção posterior?

1. Josephus era um fariseu. Só um cristão   diria que Jesus era o Cristo. Josephus teria tido que renunciar às suas crenças para dizer isto, e Josephus morreu ainda um fariseu. 
  
 2. Josephus costumava escrever capítulos e mais capítulos sobre gente   insignificante e eventos obscuros. Como é possível que ele tenha despachado  Jesus, uma pessoa tão importante, com apenas algumas frases? 
  
 3. Os parágrafos antes e depois deste trecho descrevem como os romanos   reprimiram violentamente as sucessivas rebeliões judaicas. O parágrafo   anterior começa com "por aquela época, mais uma triste calamidade desorientou os judeus". Será que "triste calamidade" se refere à vinda do "realizador de mil coisas milagrosas" ou aos romanos   matando judeus? Esta suposta referência a Jesus não tem nada a ver com o   parágrafo anterior. Parece mais uma inclusão posterior, fora de contexto. 
  
4. Finalmente, e o que é ainda mais convincente, se Josephus realmente  tivesse feito esta referência a Jesus, os Pais da Igreja pelos 200 anos seguintes certamente o teriam usado para se defender das acusações de que   Jesus seria apenas mais um mito. Contudo, Justino, Irineu, Tertuliano,   Clemente de Alexandria e Orígenes nunca citam este trecho. Sabemos que   Orígenes leu Josephus porque ele deixou textos criticando Josephus por este atribuir a destruição de Jerusalém à morte de Tiago. Aliás, Orígenes declara expressamente que   Josephus, que falava de João Batista, nunca reconheceu Jesus como o Messias   ("Contra Celsum", I, 47).

Não somente a referência de Josephus a Jesus parece fraudulenta como outras menções a fatos históricos em seus livros contradizem e omitem histórias   do Novo Testamento:

1. A  Bíblia diz que João Batista foi morto por volta de 30 d.C., no início da vida   pública de Jesus. Josephus, contudo, diz que Herodes matou João durante sua   guerra contra o rei Aertus da Arábia, em 34 - 37 d.C. 
  
 2. Josephus não menciona a celebração de Pentecostes em Jerusalém, quando,   supostamente: judeus devotos de todas as nações se reuniram e receberam o Espírito Santo, sendo capazes de entender os apóstolos cada qual em sua   própria língua; Pedro, um pescador judeu, se torna o líder da nova igreja; um colega fariseu de Josephus, Saulo de Tarso, se torna o apóstolo Paulo; a nova   igreja passa por um crscimento explosivo na Palestina, Alexandria, Grécia e Roma, onde morava Josephus. O suposto martírio de Pedro e Paulo em Roma, por volta de 60 d.C., não é mencionado por Josephus. Os apologistas cristãos, que depositam tanta confiança na veracidade do testemunho de Josephus sobre Jesus, parecem não se importar com suas omissões posteriores. 
  
 A Encyclopedia Britannica afirma que os cristãos distorceram os fatos ao enxertar o trecho sobre Jesus. Isto é verdade? Eusébio (265-339 d.C.),   reconhecido como o "Pai da história da Igreja" e nomeado supervisor   da doutrina pelo imperador Constantino, escreve em seu "Preparação do evangelho", ainda hoje publicado por editoras cristãs como a Baker   House, que "às vezes é necessário mentir para beneficiar àqueles que requerem  tal tratamento". Eusébio, um dos cristãos que mais influenciou a  história da Igreja, aprovou a fraude como meio de promover o cristianismo! A probabilidade de o cristianismo de Constantino ser uma fraude está   diretamente relacionada à desesperada necessidade de encontrar evidências a   favor da historicidade de Jesus. Sem o suposto testemunho de Josephus, não resta nenhuma evidência confiável de origem não cristã.

Justus de Tiberíades é o terceiro escritor judeu do primeiro século. Seus   escritos foram perdidos, mas Photius, patriarca de Constantinopla (878-886   d.C.), escreveu "Bibleotheca", onde ele comenta a obra de Justus.   Photius diz que "do advento de Cristo, das coisas que lhe aconteceram ou dos milagres que ele realizou, não há absolutamente nenhuma menção (em Justus)".   Justus vivia em Tiberíades, na Galiléia (João 6:23). Seus escritos são   anteriores às "Antiguidades"de Josephus, de 93 d.C., portanto é   provável que ele tenha vivido durante ou imediatamente após a suposta época   de Jesus, mas é notável que nada tenha mencionado sobre ele. 
  
A literatura rabínica seria logicamente o outro lugar para se pesquisar a   historicidade de Jesus de Nazaré. O Novo Testamento alega que Jesus é o   cumprimento da profecia judaica sobre o messias, crucificado no dia da  Páscoa. Naquele dia, supostamente houve um terremoto em Jerusalém, a cortina de seu templo se rasgou de alto a baixo, houve um eclipse do sol, santos judeus ressuscitaram e andaram pela cidade. Três dias depois, Jesus   ressuscitou e depois subiu aos céus diante de todos. Algum tempo depois, no   dia de Pentecostes, os judeus de várias nações se reuniram e viram o Espírito Santo descer na forma de línguas de fogo; a igreja cristã se expandiu de   forma explosiva entre judeus e pagãos, com sinais e milagres acontecendo por   toda a parte. Em 70 d.C., Jerusalém foi cercada pelos romanos, que destruíram Israel como nação e dispersaram os judeus.

Ainda que os rabinos não aceitassem Jesus como o Messias, o impacto dos acontecimentos à volta de Jesus logicamente teria sido registrado nos comentários ao Talmud (os midrash). A história e a tradição oral dos judeus registradas nos midrash foram atualizadas e receberam sua forma final pelo rabino Jehudah ha-Qadosh por volta de 220 d.C.  

Em seu livro "O Jesus que os judeus nunca conheceram", Frank Zindler diz   que não há uma única fonte rabínica da época que fale da vida de um falso messias do primeiro século, dos acontecimentos envolvendo a crucificação e ressurreição de Jesus ou de qualquer pessoa que lembre o Jesus do cristianismo. 
  
Não há locais históricos na Terra Santa que confirmem a historicidade de   Jesus de Nazaré. Monges, padres e guias turísticos que levam peregrinos   cristãos (aceitam-se doações) aos locais dos acontecimentos descritos na   Bíblia dificilmente podem ser considerados pessoas isentas.

Ainda citando Zindler, "Não há   confirmação não tendenciosa desses locais. Nazaré não é mencionada nem uma   vez no Antigo Testamento. O Talmud cita 63 cidades da Galiléia, mas não Nazaré. Josephus menciona 45 cidades ou vilarejos da Galiléia, mas nem uma   vez cita Nazaré. Josephus menciona Japha, que é um subúrbio da Nazaré de   hoje. Lucas 4:28-30 diz que Nazaré tinha uma sinagoga e que a borda da colina   sobre a qual ela tinha sido construída era alta o suficiente para que Jesus morresse se o tivessem realmente jogado lá de cima.

Contudo, a Nazaré de nossos dias ocupa o   fundo de um vale e a parte de baixo de uma colina. Não há "topo de   colina". Além disso, não há nenhum vestígio de sinagogas do primeiro   século. Orígenes (182-254 d.C.), que viveu em Cesaréia, a umas 30 milhas da atual   Nazaré, também não fala em    Nazaré. A primeira referência à cidade surge em Eusébio, no   século 4. O melhor que podemos imaginar é que Nazaré só surgiu depois do século 2. Esta falta de evidência histórica parece ser a explicação para o fato de não haver nenhuma menção a Nazaré em nenhum registro, de nenhuma   origem não cristã. Ou seja, Nazaré não existia no primeiro século. 
 
Não há tempo nem espaço para se falar de outras cidades significativas   citadas no Novo Testamento, mas as evidências históricas e arqueológicas quanto a Cafarnaum (mencionada 16 vezes no N.T.) e Betânia, ou o Calvário, são, assim como no caso de Nazaré, igualmente fracas e até mesmo desmentem as Escrituras
  
Mentes críticas e objetivas se destacam por procurar confirmação imparcial  dos supostos fatos. Quando a única evidência disponível de um acontecimento   ou de seus resultados é, não apenas questionável e suspeita, mas também   aquilo que os divulgadores do acontecimento ou resultado querem que você acredite,   convém desconfiar.

O fato é que os escritores judeus não-cristãos, gregos e romanos das décadas   que se seguiram à suposta crucificação e ressurreição de Jesus nada   dizem sobre ninguém chamado Jesus de Nazaré. Uma pessoa justa sempre   estará disposta a analisar novas evidências, mas, 2 mil anos depois, o cristianismo continua tendo tantas evidências imparciais sobre Jesus quanto sobre o Mágico de Oz, Zeus ou qualquer um dos muitos deuses-redentores daquela época.


Lee Salisbury, nascido em   Stillwater, MN., foi um pastor pentecostal de 1972 a 1986. Ele fundou e   dirige o "Clube do pensamento crítico" em Minesotta, escreve colunas, onde este artigo foi publicado pela primeira vez, e participa de   debates públicos.  Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder   visualizar o endereço de email A primazia de publicação e tradução autorizada do artigo é de   Fernando Silva da Ateus do Brasil, que gentilmente autorizou sua publicação na MPHP.
 
  Copyright   (C) 2004 Lee Salisbury
 
  REFERÊNCIAS:
 
  "The Jesus the Jews Never Knew" por Frank R. Zindler
 
  Encyclopedia Britannica
 
  "Deconstructing Jesus" por Robert Price, Ph.D.
 
  Obras completas de Josephus, tradução de   William Whiston, Ph.D.
 
  "The Jesus Puzzle" por Earl Doherty
 
  "The Jesus Mysteries" por Timothy Freke e Peter Gandy
 
  Também de autoria de Lee Salisbury:
 
  "Any Ole God Will Do" (http://www.dissidentvoice.org/Oct04/Salisbury1005.htm)  

Estudo e opinião em resposta ao Link sobre historiadores, citado por Erijosé:

http://irreligiosos.ning.com/profiles/blogs/a-mentira-por-um-fio

http://livrodeusexiste.blogspot.com.br/2010/12/capitulo-74-jesus-ex...

 Colaborou, Oiced Mocam

Colegas

 

Em sua I Apologia, Justino comenta a respeito de uma suposta entrevista com o imperador Antonino Pio filho adotivo do seu antecessor Adriano, na qual se faria valer de uma carta de Adriano a solicitar um tratamento mais justo para os cristãos, no entanto não há na carta qualquer referência a Jesus. É evidente que se trata de oportunismo deste apologista.

 

Petição final

 

68. 1Portanto, se vos parece que tais doutrinas provêm da razão e da verdade, respeitai-as; mas se as considerais como charlatanice ou coisa de charlatães, desprezai-as. Não decreteis, porém, pena de morte, como contra inimigos, contra aqueles que nenhum crime cometem. 2De fato, vos avisamos de antemão, que, se vos obstinais em vossa iniqüidade, não escapareis do futuro julgamento de Deus. De nossa parte, exclamaremos: "Aconteça o que Deus quiser". 3Poderíamos também exigir que mandeis celebrar os julgamentos dos cristãos conforme nossa petição, apoiando-nos na carta do máximo e gloriosíssimo César Adriano, vosso pai. Todavia, não vos fizemos nossa súplica, nem dirigimos nossa exposição, porque Adriano o julgasse assim, mas porque estamos persuadidos da justiça de nossas petições. 4Contudo, anexamos para vós uma cópia da carta de Adriano, para que vejais, segundo o seu teor, que dizemos a verdade. 5A cópia é a seguinte:

 

"A Mimício Fundano.

 

6Recebi uma carta que me foi escrita por Serênio Graniano, homem distinto, a quem sucedeste. 7Não me parece que o assunto deva ficar sem esclarecimento, a fim de que os homens não se perturbem, nem se facilitem as malfeitorias dos delatores. 8Dessa forma, se os provincianos são capazes de sustentar abertamente a sua demanda contra os cristãos, de modo que respondam a ela diante do tribunal, deverão ater-se a esse procedimento e não a meras petições e gritarias. 9Com efeito, é muito mais conveniente que, se alguém pretende fazer uma acusação, examines tu o assunto. 10Em conclusão, se alguém acusa os cristãos e demonstra que realizam alguma coisa contra as leis, determina a pena, conforme a gravidade do delito. Mas, por Hércules, se a acusação é caluniosa, castiga-o com maior severidade e cuida para que não fique impune."

Oiced eu respeito o teu ateísmo, mas estou aqui para entender a história.

Mateus e Lucas como eu bem disse narram duas histórias diferentes de um mesmo personagem. A forma como é descrita dá mesmo para entender que naquela mesma noite Jesus teria fugido para o Egito entrando assim em contradição com Lucas. Acontece que não temos descrito um acontecimento cronológico e sim duas explicações acontecidas em tempos diferentes. O autor descreveu que a fuga para o Egito aconteceu e com certeza foi depois do que Lucas tinha descrito no seu evangelho.

O autor não se preocupou em executar uma ordem cronológica e sim contar o relato da ameaça a Herodes feita ao menino, a fuga para o Egito e mostrar que Jesus era uma profecia do velho testamento. (Do Egito chamei o meu filho)

Se você não observou bem leia mais uma vez o que esta descrito em Mateus 2:16,18.

Quando Herodes percebeu que havia sido enganado pelos magos, ficou furioso e ordenou que matassem todos os meninos de dois anos para baixo, em Belém e nas proximidades, de acordo com a informação que havia obtido dos magos.

Então se cumpriu o que fora dito pelo profeta Jeremias:

"Ouviu-se uma voz em Ramá, choro e grande lamentação; é Raquel que chora por seus filhos e recusa ser consolada, porque já não existem". (Aqui ele se preocupa mais uma vez em mostrar que Jesus foi o messias do velho testamento)

Mateus 2:16-18

Coloquei sublinhado para você ver que herodes mandou matar crianças de 2 anos para baixo. Para que de 2 anos se era um recém nascido?

E outra: De acordo com as proximidades que haviam obtidos informações pelos magos.

OBS: Tudo leva a crer que já haviam passados muito tempo quando Herodes mandou executar estas crianças.

Então esta inspiração interpretativa do Bart D. Ehrman foi um tanto infeliz.

Depois ainda quer me dizer que eu não convenço ninguém?

O nome a referência a Jesus Cristo não era mencionada porque o mesmo já havia morrido. Por isto os seguidores de Jesus de Nazaré eram mais chamados de cristãos porque eles eram seguidores de algum Cristo. Havia um, movimento de Cristãos e se houvesse outro grupo de cristãos de duas seitas diferentes haveria uma identificação escrita. Como não existe, toda a história escrita nos primeiros quintos séculos da era primitiva se identificava aos cristãos de Jesus de Nazaré.

Porque a história não fez diferença entre dois cristianismo atuante nos primeiros séculos?

QUEM, ENTÃO, ESCREVEU ESSES LIVROS?
Em João, Jesus é o Verbo de Deus encarnado que estava com Ele no princípio e por intermédio de   quem o Universo foi criado.
Em Mateus, não há uma só palavra sobre o fato de Jesus ser Deus;
Em João, ele é exatamente isso.
Em Mateus, Jesus prega o futuro Reino de Deus e quase nunca fala sobre si mesmo ( e nunca que é divino);
Em João, Jesus, prega quase exclusivamente sobre si mesmo, especialmente sua divindade.
Em Mateus, Jesus se recusa a operar milagres para provar sua identidade;
Em João, essa é praticamente a única razão para ele fazer milagres.
Será que dois seguidores reais de Jesus poderiam ter compreensões tão radicalmente diferentes sobre quem ele era?
É possível. Duas pessoas que trabalharam no governo George W. Bush podem muito bem terem visões   radicalmente diferentes sobre ele (embora eu duvide de que qualquer uma delas o chamasse de divino). Isso levanta uma importante questão metodológica que quero apresentar antes de discutir as evidências para a autoria dos Evangelhos. Quando Jesus chegou a Jerusalém na entrada triunfal, quantos animais ele montava?
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Respondendo: Acabei de dar uma lida na interpretação do Bart D. Ehrman e todos já devem saber que não existe consenso que foram os seguidores de Jesus que escreveram as escrituras e sim algum grupo de cristãos que escreveram e foram dedicados a cada um deles (Mateus, Marcos, Lucas e João).

Eu considero que o tanto o velho como o novo testamento foram escritos por pessoas inspiradas a falarem a verdade do acontecimento mesmo que algumas narrativas fossem diferentes numa mesma história. Foram mais de 20 anos passados para eles começarem a escrever e com certeza teriam que se lembrar de muita coisa. O importante é que os fatos aconteceram.

Agora mesmo que tudo fosse de uma forma bem certinha os céticos iriam duvidar que fosse uma armação. Não tenha dúvida disto.

Se as coisas não foram tão sincronizadas mostram que não houve intenções sequer de uma organização fraudulenta.

Se partirmos da ideia de um conto de fadas nunca 4 cartas seriam tão idênticas nos seus contos apesar de existirem algumas diferenças textuais. As diferenças são tão insignificantes que elas não causam nenhum susto ou distúrbio mental para ser considerada como uma invenção.

 
 

Oiced tuas postagens leva a entender que voce está fazendo um teste comigo. Voce pergunta e eu respondo. Poxa! Onde estão os contra argumentos as minhas contra respostas que ninguém as responde?

Este debate está espalhado pela internet e os cristãos sempre tem resposta para tudo. E os ateus respondem a tudo? Eu provo que não.

Por fim acabam se escondendo no ateísmo e partindo para agredir as razões morais de Deus e cobrando dos cristãos coisas impossíveis. Religião é uma questão de fé e se sabermos tudo a fé acaba.

Por isto o cientista mais famoso do mundo disse: Os ateus precisam sair do armário.

Tenho trazido evidencias históricas e quando voces me contra argumentam eu as respondo. E alguns de voces?

Estou esperando até agora algumas perguntas que não foram respondidas e até agora elas não vieram.

 

 

Em 25 de julho de 336, durante as celebrações das Tricennalia de Constantino, Eusébio de Cesaréia, um bispo palestino, pronunciou uma oração que veio a ser conhecida como De laudibus Constantini (Em louvor de Constantino). Embora fosse esperado que panegíricos desse tipo louvassem o imperador de maneira tradicional, este vai além disso. Tomando o tema do trigésimo aniversário de ascensão de Constantino ao trono de Roma, Eusébio o desenvolve em um discurso cristão sobre monoteísmo, relacionando estreitamente Constantino a Cristo. Estranho como possa parecer em uma oração dessas, ele nunca pronuncia o nome de Jesus, nem as palavras crucificação, sacrifício ou ressurreição. Utilizando, entretanto, vários recursos helenísticos, filosofia grega e mesmo misticismo pagão, Eusébio concebe o imperador como representante de Deus na Terra, uma mimese de Cristo, o Logos Universal. Para ele, Constantino, por suas virtudes intrínsecas, é membro da Trindade que rege o Universo. Ao apresentar tal idéia, o discurso, laudatório como é, constitui o primeiro documento que possuímos que constrói a imagem sagrada do imperador de uma forma exclusivamente cristã – uma exposição da teologia política cristã, da qual Eusébio é um dos precursores. Esta dissertação lida com várias instâncias de De laudibus Constantini, a fim de investigar o papel de Eusébio e sua oração na formação da basileia, a realeza sagrada romano-bizantina que surge no século IV.

 

MIGUEL MARVILLA

Mestre em História pela UFES

GILVAN VENTURA DA SILVA

Doutor em História e Professor do PPGHis/UFES

Revista Agora, Vitória, nº2, 2005, p. 1 - 60

Um teste para todos nós.

https://www.youtube.com/watch?v=HIvzirXcu4I

Qualquer um de nós ao assistirmos este filme e escrevessemos um livro a respeio de Jesus de Nazaré de tudo que ele fez com certeza nenhum de nós escreveríamos exatamente iguais. Agora imagine muitas décadas depois?

Com certeza as diferenças seriam tão mínimas que não daria para considerar como fraude. O filme realmente existiu. Os 4 evangelhos não seria uma forte evidencia que Jesus existiu?

Um mito através de boatos seriam tão sincronizados a partir de um fantasma? Eu não acredito até que alguém me convença de uma teoria melhor.

Qual é o boato que são semelhantes?

http://pt.wikipedia.org/wiki/Lenda_da_morte_de_Paul_McCartney

 

Responder até Lilian Sokorowa terça-feira

Caro Erijosé:

Não posso falar sobre os outros, mas não há por que você não ser bem recebido. No que se refere às suas dúvidas, são muitas e eu não seria a pessoa qualificada a respondê-las, até porque muitos aqui possuem muito mais conhecimentos do que eu nesses assuntos, talvez até você mesmo. [...]

 Responder até Erijosé Oliveira 1 hora atrás

Um teste para todos nós.

https://www.youtube.com/watch?v=HIvzirXcu4I

Qualquer um de nós ao assistirmos este filme e escrevessemos um livro a respeio de Jesus de Nazaré de tudo que ele fez com certeza nenhum de nós escreveríamos exatamente iguais. Agora imagine muitas décadas depois?

Com certeza as diferenças seriam tão mínimas que não daria para considerar como fraude. O filme realmente existiu. Os 4 evangelhos não seria uma forte evidencia que Jesus existiu?

Um mito através de boatos seriam tão sincronizados a partir de um fantasma? Eu não acredito até que alguém me convença de uma teoria melhor.

Qual é o boato que são semelhantes?

http://pt.wikipedia.org/wiki/Lenda_da_morte_de_Paul_McCartney

 

Aí Lilian, essas até que dão pra você responder.

 

             

Ivani:

Acho sim que um homem de um livro só deve ser temido, pois só tem UMA fonte de informação; o que leva mais facilmente ao radicalismo.

Contudo, lendo esta divertida discussão cheguei à conclusão que os esclarecidos leitores de vários livros também são radicais.

Custa-me acreditar que pessoas de tal gabarito não tenham medo de fazer afirmações (do tipo: Jesus nunca existiu). Como se pode fazer afirmações de algo de só temos notícia através de outros, que não testemunhamos?

Informações históricas? Fazem-me rir. Todo historiador é simplesmente um homem, com toda a sua subjetividade e crenças pessoais (muitas das quais não conscientes).

Se os historiadores do Novo Testamento inventaram, por que não os demais, ditos confiáveis por serem renomados? Eram homens também, sujeitos ao que disse anteriormente.

Para ambos os lados: não é muito mais honesto dizer: só sei que nada sei?

Não existe verdade absoluta no meio humano. Ainda hoje, com internet e tv ao vivo, para aqueles que não estão in loco é muito difícil dizer o que é verdadeiro ou não. Tudo, absolutamente tudo pode ser manipulado e/ou distorcido.

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