Irreligiosos

Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

Desculpem, amigos, os eventuais erros de gramática e ortografia.

Fiz, um tanto apressadamente, a melhor revisão que pude fazer.

.

Se deus existisse de verdade, e, SE fosse, realmente, pessoal, presente, multi-atencioso, multi-tarefa. . .

Se fosse, pelo menos, como o Papai-Noel, que, numa única noite, consegue entregar zilhões de brinquedos e presentes a todas as criancinhas que foram boazinhas naquele ano. . .

O máximo, agora, que eu poderia esperar desse deus, seria uma punição pública e exemplar a todas essas religiões embusteiras, falsificadoras, estelionatárias e destruidoras de sua divina imagem perante o público.

Essas religiões abjetas, infames, que, dizendo-se conhecer deus, na verdade, nada sabem dele, no máxmo, só conseguem mesmo, difamá-lo, cada vez mais.

Essas religiões egoístas, medonhamente indignas, de sequer, pronunciar o seu nome, mas que, bem ao contrário disso, desavergonhada e descaradamente, se dizem, até mesmo, “portadoras de sua verdade” e/ou “seu povo santo e escolhido” e que não se detém, nem sequer temem, em usar o seu nome para justificar as guerras, a segregação, a superioridade racial, a superioridade cultural, a superioridade religiosa, e, por mais incrível que possa parecer, a desfaçatez de apregoar, pública e descaradamente, a superioridade de seu próprio e particular deus. Isso é, simplesmente, vergonhoso.

Essas religiões cegas, abjetas, repugnantes, verdadeiras “párias cósmicas”, irresponsáveis, exploradoras, infestadas, contaminadas, que pregam a piedade, mas, única e exclusivamente, para, através dela, sugar, ávida, sofrega e impiedosamente o sangue, o tempo e o recurso de seus fiéis-escravos.

Se deus, de fato, existisse, o máximo que eu poderia esperar dele; agora, que já está tudo perdido mesmo, nesse oceano de sujeira e injustiça, seria uma punição exemplar a todos esses abutres-religiosos e a todos os que, conscientemente e fanaticamente, cooperaram com eles, na montagem e manutenção desse verdadeiro “Império-do-mal-disfarçado-de-bem”.

Se deus existisse, de verdade, jamais se deixaria enganar por essas raposas.

Jamais, MESMO, se deixaria, sequer, usar, por esses cães.

Mas . . . e agora, que o mal já está feito?! . . .

E agora que o mal já está institucionalizado, e ainda, sob a forma do mais puro bem?

Por que deus, no caso, deixou tudo isso acontecer? . . .

Por que deixou avançar esse câncer??

Para que eu, agora, lhe pedisse, vingança e ele a executasse com prazer igualmente insano e sangrento? . . .

AONDE É QUE VAMOS PARAR ASSIM?!!! . . .

Por que tenho, então, de ser mais indigno do que toda a indignidade que já estou vendo, só para obter, depois de toda essa devastação, depois de toda essa enganação, ainda, um último favor desse DEUS-DE-MERDA!!! Talvez, mais nojento do que todas as religiões juntas???

.

Digam-me, sinceramente, amigos: Se deus realmente existe, o que posso, realmente, esperar de bom, dele?

Estou, de fato, absolutamente ansioso, por uma resposta que não contradiga todo esse universo e todas essas galáxias fantásticas que estou vendo na minha frente!!!! . . .

DEUS,

ALGUÉM AÍ PODE CONSIDERAR O SENTIMENTO GENUÍNO SE UM SER HUMANO, SEM QUERER ENGANÁ-LO, SIMPLESMENTE, COM ESSAS USUAIS BABOSEIRAS RELIGIOSAS-INFAMES???!!!

ALGUÉM AÍ, NESSE IMENSO VAZIO, TEM REALMENTE CONDIÇÕES DE FAZÊ-LO???!!!

VAMOS!!! ESTOU ESPERANDO!!

POR QUE SE CALA, COVARDE???!!!

POR QUE SE CALA NUMA HORA DESSAS???

POR QUE NÃO DIZ ABSOLUTAMENTE NADA???!!!

POR QUE NOS DEIXA NA MÃO DESSES ABUTRES DA SANTA-MERDA-IGREJA E DE OUTRAS INSTITUIÇÕES IGUALMENTE PODRES, DEJETAS E NADA RECOMENDÁVEIS??? . . .

VOCÊ NÃO TEM NENHUM REPRESENTANTE AQUI!!

TENHO PROVAS BÍBLICAS O SUFICIENTE, PARA DEMONSTRA-LHE QUE, AO MENOS, PELO QUE ESTÁ ESCRITO NA SANTA-MERDA-BÍBLIA, SEU SUPOSTO FILHO, JESUS CRISTO, SE NÃO FOI, IGUALMENTE INVENTADO, POR ALGUM PILANTRA, NÃO PASSA, IGUALMENTE, REPITO, DE UM CRETINO, CÍNICO E IGUALMENTE SAFADO!!! . . .

.

Bem . . .

Voltando, então, à realidade objetiva, e enfrentando-a, como deve ser enfrentada . . .

.

Na minha humilde opinião, no momento, nós é que somos os verdadeiros deuses, ainda, capazes de “cair em si mesmos” e começar a agir, simplesmente, como seres humanos.

A solução é, simples:  Nós é que, ainda, teimosamente, insistimos em não aplicá-la.

Olharmos uns aos outros, A PARTIR DE AGORA, somente como seres humanos, nada mais, porque é tudo o que realmente somos.  Foi assim que o universo nos construiu.

E, NUNCA MAIS nos olharemos, como pertencentes a essa ou àquela religião, OU, adoradores desse ou daqueloutro deus.

.

NÓS É QUE SOMOS OS VERDADEIROS DEUSES

SERÁ QUE, AINDA, NÃO DEU PARA PERCEBER??? . . .

.

NÃO SOMOS NADA ONIPOTENTES, NÃO SOMOS NADA ONIPRESENTES, NÃO SOMOS NADA OMNICIENTES, AO CONTRÁRIO, SOMOS FRACOS, LIMITADOS E IGNORANTES. . .

MAS . . .

SE DERMOS UMA PEQUENA OLHADINHA À NOSSA VOLTA, VAMOS REPARAR QUE SOMOS, NO MOMENTO, E AQUI, OS ÚNICOS, MESMO, CAPAZES DE ASSUMIR A GRANDE RESPONSABILIDADE, QUE AINDA, INSISTIMOS EM QUERER ATRIBUIR A OUTREM.

NÓS É QUE SOMOS DONOS DE NOSSO PRÓPRIO DESTINO E TEMOS, MAIS DO QUE NUNCA, AGORA MESMO, DE ACORDAR DESSE PESADELO DE RELIGIÕES FASCISTAS, EGOÍSTAS, MUTUAMENTE EXCLUDENTES, E DE DEUSES MUTUAMENTE EXCLUDENTES.

VAMOS CRESCER, POR FAVOR!!! . .

RENUNCIEMOS A TODOS OS DEUSES DAS RELIGIÕES INSTITUCIONALIZADAS E SEUS LAMENTÁVEIS ENSINAMENTOS, ANTES QUE ACABEMOS NOS DESTRUINDO UNS AOS OUTROS, DE VEZ! . . .

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Respostas a este tópico

Vichi Sérgio..."graças a Deus" que ele não existe!

kkkkkkkkkkkkkk,um brinde à vida e a liberdade sem o jugo dos deuses!

Viva a Humanidade!

Colegas:

Fiquem à vontade para criticar "Deus", não só o deus bíblico, como qualquer outra espécie de "deus". Afinal, eles não são reais e merecem as críticas pelo que supostamente dizem que são e fazem ou fizeram. E se como personagens ideais e/ou imaginários fazem um monte de cagadas, têm de ser criticados com veemência.

Aqui, vocês podem, se desejarem, exprimir sua revolta e asco a esses "deuses" e até xingá-los, porque tudo ficará no terreno literário. Eu mesmo já defendi a frase de um filósofo "... Se deus existisse, seria preciso matá-lo". Já usei contra "Ele" expressões e adjetivos como, injusto, desumano, cruel, imoral, vingativo, assassino ... porque é o que realmente penso do deus abraâmico, seja ele Deus, Jeohvah ou Allah, tudo farinha do mesmo saco, CASO EXISTISSE. Mas mesmo como personagem mitológico de ficção ou um ser ideal imaginário, o caráter desse "deus" (como de resto os demais) deixa muito a desejar.

Assim, xingar Deus, pode; meter o pau na instituição Igreja, pode; denunciar desmandos religiosos, pode. O que não pode é somente xingar e ofender colegas de comunidade, pessoas reais que, para nós, têm mais valor do que deuses e igrejas.

Saudações Irreligiosas!

Olá Ivo, Rangel e demais,

Pessoalmente poucas vezes me ocorre brincar com Deus, só em casos muito pontuais e perfeitamente identificados, e, mesmo assim, faço-o sempre assim como se brincasse com M. Poirot ou Sherlock Holmes.

Para mim não faz muito sentido criticar Deus em sentido amplo, visto este nome, Deus, ser muito abrangente e penso não se poder generalizar a ideia de Deus, pois ele uma vez significa uma força pessoal não interveniente na natureza, logo nos desígnios humanos, outras vezes significa algo que é portador de amor e justiça, portanto com caraterísticas humanas, outras vezes ainda é o motor do destino e de tudo o que acontece no mundo, uma espécie de manipulador de marionetas.

Enfim, Deus depende da crença de cada indivíduo, não é isto ou aquilo, por isso não me parece lógico generalizar essa ideia.

Já os deuses que são descritos em algum lugar, livros de uma maneira geral, portam-se como personagens, fazem coisas, têm ideias, dominam, são desobedecidos; ou seja aquela personagem assume um comportamento quase sempre modificador do comportamento humano, atendendo às caraterísticas do tipo que personifica naquele momento específico, ou seja, de uma forma geral desempenham o papel de líder ou “rei” e por isso as suas caraterísticas, enquanto personagem, é abrangente, umas vezes amável, outras dura, outras indiferente, outras ameaçadora. Um líder é assim, umas vezes pai, outras “padrasto”, umas vezes condescendente, outras vezes cruel; para mim os deuses retratados nos livros sagrados são fruto da imaginação humana e é por isso que esses deuses são tão humanos nas suas personalidades!

Por tudo isto que referi e mais algumas coisas que não disse, acho um tanto incoerente e às vezes fútil criticar Deus, pois os deuses são diferentes em cada ideia que o indivíduo faz dele. Ao criticar Deus, genericamente falando, sinto-me como se estivesse a julgar pessoas pelas suas crenças ou ideais e isso tem pouco a ver comigo.

No entanto não sinto nenhuma espécie de constrangimento ao pegar numa bíblia e desmontar os seus personagens à minha maneira. E não, não considero que seja a mesma coisa do que criticar Deus enquanto crença de biliões de pessoas...

Saudações irreligiosas.


Ivo S. G. Reis disse:

Colegas:

Fiquem à vontade para criticar "Deus", não só o deus bíblico, como qualquer outra espécie de "deus". Afinal, eles não são reais e merecem as críticas pelo que supostamente dizem que são e fazem ou fizeram. E se como personagens ideiais e/ou imaginários fazem um monte de cagadas, têm de ser criticados com veemência.

Aqui, vocês podem, se desejarem, exprimir sua revolta e asco a esses "deuses" e até xingá-los, porque tudo ficará no terreno literário. Eu mesmo já defendi a frase de um filósofo "... Se deus existisse, seria preciso matá-lo". Já usei contra "Ele" expressões e adjetivos como, injusto, desumano, cruel, imoral, vingativo, assassino ... porque é o que realmente penso do deus abraâmico, seja ele Deus, Jeohvah ou Allah, tudo farinha do mesmo saco, CASO EXISTISSE. Mas mesmo como personagem mitológico de ficção ou um ser ideal imaginário, o caráter desse "deus" (como de resto os demais) deixa muito a desejar.

Assim, xingar Deus, pode; meter o pau na instituição Igreja, pode; denunciar desmandos religiosos, pode. O que não pode é somente xingar e ofender colegas de comunidade, pessoas reais que, para nós, têm mais valor do que deuses e igrejas.

Saudações Irreligiosas!

Cara Luísa:

Os deuses a que me refiro são os deuses das religiões institucionalizadas, estejam eles descritos em "livros sagrados" ou não. Claro que não incentivaria ninguém a criticar ou desmerecer o deus particular de cada um porque esse, é um deus ideal, interior, pertencente ao íntimo das pessoas e deles, nada podemos falar (mesmo que os achemos fictícios e incoerentes) porque, além de desconhecermos suas características, se o fizéssemos, estaríamos invadindo a intimidade das pessoas e ofendendo não aos seus deuses, mas às próprias pessoas.

Por que essa ressalva? Porque o site foi criticado por um de nossos colegas, que alegava achar estranho que num site de orientação irreligiosa e ateísta, não se pudesse criticar deus abertamente, coisa que jamais foi proibida aqui. Tive, então, de fazer o comentário, esclarecer e dar o exemplo. Foi só isso. Trata-se de uma questão de sinceridade (pois é assim que é a nossa realidade) e de bom-senso.

Somos inteiramente favoráveis à liberdade de expressão e as opiniões - desde que sigam esse padrão - não sofrem qualquer tipo de censura ou não favoreciam o livre-pensamento.

Aceitamos críticas e sugestões.

Saudações Irreligiosas!

Luísa L. disse:

Olá Ivo, Rangel e demais,

Pessoalmente poucas vezes me ocorre brincar com Deus, só em casos muito pontuais e perfeitamente identificados, e, mesmo assim, faço-o sempre assim como se brincasse com M. Poirot ou Sherlock Holmes.

Para mim não faz muito sentido criticar Deus em sentido amplo, visto este nome, Deus, ser muito abrangente e penso não se poder generalizar a ideia de Deus, pois ele uma vez significa uma força pessoal não interveniente na natureza, logo nos desígnios humanos, outras vezes significa algo que é portador de amor e justiça, portanto com caraterísticas humanas, outras vezes ainda é o motor do destino e de tudo o que acontece no mundo, uma espécie de manipulador de marionetas.

Enfim, Deus depende da crença de cada indivíduo, não é isto ou aquilo, por isso não me parece lógico generalizar essa ideia.

Já os deuses que são descritos em algum lugar, livros de uma maneira geral, portam-se como personagens, fazem coisas, têm ideias, dominam, são desobedecidos; ou seja aquela personagem assume um comportamento quase sempre modificador do comportamento humano, atendendo às caraterísticas do tipo que personifica naquele momento específico, ou seja, de uma forma geral desempenham o papel de líder ou “rei” e por isso as suas caraterísticas, enquanto personagem, é abrangente, umas vezes amável, outras dura, outras indiferente, outras ameaçadora. Um líder é assim, umas vezes pai, outras “padrasto”, umas vezes condescendente, outras vezes cruel; para mim os deuses retratados nos livros sagrados são fruto da imaginação humana e é por isso que esses deuses são tão humanos nas suas personalidades!

Por tudo isto que referi e mais algumas coisas que não disse, acho um tanto incoerente e às vezes fútil criticar Deus, pois os deuses são diferentes em cada ideia que o indivíduo faz dele. Ao criticar Deus, genericamente falando, sinto-me como se estivesse a julgar pessoas pelas suas crenças ou ideais e isso tem pouco a ver comigo.

No entanto não sinto nenhuma espécie de constrangimento ao pegar numa bíblia e desmontar os seus personagens à minha maneira. E não, não considero que seja a mesma coisa do que criticar Deus enquanto crença de biliões de pessoas...

Saudações irreligiosas.


Ivo S. G. Reis disse:

Colegas:

Fiquem à vontade para criticar "Deus", não só o deus bíblico, como qualquer outra espécie de "deus". Afinal, eles não são reais e merecem as críticas pelo que supostamente dizem que são e fazem ou fizeram. E se como personagens ideiais e/ou imaginários fazem um monte de cagadas, têm de ser criticados com veemência.

Aqui, vocês podem, se desejarem, exprimir sua revolta e asco a esses "deuses" e até xingá-los, porque tudo ficará no terreno literário. Eu mesmo já defendi a frase de um filósofo "... Se deus existisse, seria preciso matá-lo". Já usei contra "Ele" expressões e adjetivos como, injusto, desumano, cruel, imoral, vingativo, assassino ... porque é o que realmente penso do deus abraâmico, seja ele Deus, Jeohvah ou Allah, tudo farinha do mesmo saco, CASO EXISTISSE. Mas mesmo como personagem mitológico de ficção ou um ser ideal imaginário, o caráter desse "deus" (como de resto os demais) deixa muito a desejar.

Assim, xingar Deus, pode; meter o pau na instituição Igreja, pode; denunciar desmandos religiosos, pode. O que não pode é somente xingar e ofender colegas de comunidade, pessoas reais que, para nós, têm mais valor do que deuses e igrejas.

Saudações Irreligiosas!

Caro Ivo,

Eu penso de forma diferente e ainda bem que posso dizer isso aqui. Tal como outras pessoas podem criticar seres imaginários, que, aliás, são seres da imaginação individual de cada ser humano, mas os críticos dos deuses pessoais conseguem generalizar a ideia de algo em quem não acreditam, conforme o seu próprio imaginário.

Fico feliz por todos podermos dizer o que pensamos.

(...) Claro que não incentivaria ninguém a criticar ou desmerecer o deus particular de cada um porque esse, é um deus ideal, interior, pertencente ao íntimo das pessoas e deles, nada podemos falar (...)

Na minha humilde opinião a ideia de Deus, qualquer Deus, é fruto da imaginação de cada ser humano e tem uma "forma" diferente para cada pessoa, "forma" essa que é moldada pela sua sensibilidade e caraterísticas interiores. Por isso o que diz, para mim, é contraditório. 

Como disse lá em cima, fico muito feliz por este forum ser democrático e por todos podermos dizer o que pensamos.

Saudações irreligiosas.

Luísa:

Sobre a sua colocação "Como disse lá em cima, fico muito feliz por este forum ser democrático e por todos podermos dizer o que pensamos.", ficamos agradecidos por você reconhecer o caráter democrático da nossa comunidade. Mas nem todos reconhecem isso.

Acabo de ser acusado por um colega de não permitir aqui que se critique abertamente a Deus (???). ACREDITE-ME, ISSO É VERDADE E FOI DITO POR UM PARTICIPANTE ATEU. De onde ele tirou isso, não sei, mas a acusação foi feita. Mais liberdade do que a que já damos, inclusive de acusar Deus de mentiroso, hipócrita, cruel, vingativo, imoral, assassino?!... Mais do que isso? Não sei se ele quer que permitamos que as pessoas xinguem o deus particular de cada um de filho da puta. Será que é isso?

Se há uma coisa que não aceito que digam sobre a nossa comunidade é que ela é cerceadora da liberdade de expressão. Aqui até os crentes falam, em pleno site de orientação humanista e ateísta!... O que querem mais? O que não permitimos, ISSO, CONFESSADAMENTE E EXPLÍCITO NAS NORMAS DO SITE,  é o proselitismo religioso. Mas o combinado não é caro, e se a pessoa aceita as regras do jogo quando entra, não há o que reclamar. 

Cansei de ter textos meus barrados em sites gospel (já nem tento mais) e até em sites ditos ateus, quando pegava mais pesado. O nosso texto "Templo de Salomão, um monumento à velhacaria evangélica" não foi aceito em um site "ateu" (achram o termo "velhacaria evangélica" pesado). Não reclamei, embora achasse injusto, porque havia aceitado as regras do site para o envio de textos. Sempre que coisas desse tipo ocorriam, ficava P. da vida, mas não protestava nem cobrava explicações, porque aceitei um termo de compromisso em relação ás regras, sobre o qual não poderia alegar desconhecimento. Por outro lado, entendia também que seria impraticável à administração estar se justificando, caso a a caso, sobre as razões da não aceitação ou moderação de textos. Nessas situações, depois de uma ou duas ocorrências semelhantes, eu parava de enviar textos. Assim eu fiz com o site Ceticismo.net. Assim eu fiz com o site "Café História", que não teve peito para publicar um texto meu sobre o Holocausto (medo de repressão judia ou legal?).

E aqui, com toda a liberdade que damos a religiosos e irreligiosos, as pessoas ainda reclamam?!... É injusto e improcedente, muito injusto.

Abraços a todos!

Luísa L. disse:

Caro Ivo,

Eu penso de forma diferente e ainda bem que posso dizer isso aqui. Tal como outras pessoas podem criticar seres imaginários, que, aliás, são seres da imaginação individual de cada ser humano, mas os críticos dos deuses pessoais conseguem generalizar a ideia de algo em quem não acreditam, conforme o seu próprio imaginário.

Fico feliz por todos podermos dizer o que pensamos.

(...) Claro que não incentivaria ninguém a criticar ou desmerecer o deus particular de cada um porque esse, é um deus ideal, interior, pertencente ao íntimo das pessoas e deles, nada podemos falar (...)

Na minha humilde opinião a ideia de Deus, qualquer Deus, é fruto da imaginação de cada ser humano e tem uma "forma" diferente para cada pessoa, "forma" essa que é moldada pela sua sensibilidade e caraterísticas interiores. Por isso o que diz, para mim, é contraditório. 

Como disse lá em cima, fico muito feliz por este forum ser democrático e por todos podermos dizer o que pensamos.

Saudações irreligiosas.

Eu penso que sim, Sérgio. Penso que todos podemos dizer o que pensamos, logo é um forum democrático.

Obviamente que democracia não é significado de caos e por isso existem regras tanto do forum, como regras de bom senso dos próprios indivíduos que discutem. 

Quer que eu diga o que penso sobre este texto em particular?

- penso que o texto não deveria ter sido modificado pela administração.

- penso que este tipo de texto é para ser postado no blog que o Irreligiosos disponibiliza para cada um de nós e não um texto para discussão. Vamos discutir o quê no seu texto? Qual é o assunto?

- Na minha forma de ver uma discussão tem que ter um foco, não pode ser um texto fruto duma veneta literária. 

Basicamente é o que eu penso. Para mim uma discussão tem que ser sobre um assunto discutível. Os texto que escreveu não tem nada para discutir, pelo menos para mim. Posso até deixar a minha opinião sobre ele, mas será sempre uma apreciação enquanto um texto pessoal, fruto de uma inspiração do momento.

Saudações irreligiosas.

SERGIO MESQUITA RANGEL disse:

O texto original que, originalmente, escrevi e que seria colocado assim, se houvesse, aqui, respeito, à propriedade intelectual: (excluindo-se, evidentemente, o que está entre parêntesis e, em cor azul)

(DEUS!!)

ALGUÉM AÍ PODE CONSIDERAR O SENTIMENTO GENUÍNO SE UM SER HUMANO, SEM QUERER ENGANÁ-LO, SIMPLESMENTE, COM ESSAS USUAIS BABOSEIRAS RELIGIOSAS-INFAMES???!!!

(DEUS!!)

ALGUÉM AÍ, NESSE IMENSO VAZIO, TEM REALMENTE CONDIÇÕES DE FAZÊ-LO???!!!

VAMOS!!! (DEUS!!) ESTOU ESPERANDO!!

(DEUS!!)

POR QUE SE CALA, SEU COVARDE???!!!

(DEUS!!)

POR QUE SE CALA NUMA HORA DESSAS???

(DEUS!!)

POR QUE NÃO DIZ ABSOLUTAMENTE NADA???!!!

(DEUS!!)

POR QUE NOS DEIXA NA MÃO DESSES ABUTRES DA SANTA-MERDA-IGREJA E DE OUTRAS INSTITUIÇÕES IGUALMENTE PODRES, DEJETAS E NADA RECOMENDÁVEIS??? . . .

(DEUS!!)

VOCÊ NÃO TEM NENHUM REPRESENTANTE AQUI!!

TENHO PROVAS BÍBLICAS O SUFICIENTE, PARA DEMONSTRA-LHE, (OH DEUS!!) QUE, AO MENOS, PELO QUE ESTÁ ESCRITO NA SANTA-MERDA-BÍBLIA, SEU SUPOSTO FILHO, (OH DEUS!!) JESUS CRISTO, (OH DEUS!!) SE NÃO FOI, IGUALMENTE INVENTADO, POR ALGUM PILANTRA, (OH DEUS!!) NÃO PASSA, IGUALMENTE, REPITO, DE UM CRETINO, CÍNICO E IGUALMENTE SAFADO!!! . . .(OH DEUS!!)

(DEUS!! Humildemente vos peço perdão por esse meu desespero, mas, se o Senhor, de fato, existe, POR QUE FAZ ASSIM???)

Esse é o sentido original do texto que, originalmente, eu quis dar. . .

Quero deixar claro, que, aqui, estou falando diretamente com o Deus-bíblico, e não com nenhum ser humano visível e existível, exatamente, como o fêz Castro Alves, no trecho do poema que se segue:

.

Deus! ó Deus! onde estás que não respondes?

Em que mundo, em qu'estrela tu t'escondes

Embuçado nos céus?

Há dois mil anos te mandei meu grito,

Que embalde desde então corre o infinito...

Onde estás, Senhor Deus?”

(Castro Alves)

Mesmo que eliminemos a palavra, “Deus”, do poema acima, por seu contexto e, pelas informações nele contidas, claramente, só poderemos chegar à conclusão de que o poeta só pode estar se dirigindo a Deus, e, a ninguém mais, se não vejamos:

onde estás que não respondes?” No caso, aqui, primeiramente, caberiam duas opções básicas: Ou Deus, ou alguém que já morreu. . .

Em que mundo, em qu'estrela tu t'escondes ” - Algum ser humano, conseguiria essa proeza, de, esconder-se em alguma estrela, ou, em algum mundo diferente do nosso??!

Embuçado nos céus” - Embuçado = Diluído, espalhado, entremeado, disfarçado, oculto, etc . . . Alguma dúvida sobre o poeta estar se dirigindo ao tal Deus conceituado no cristianismo???

Há dois mil anos te mandei meu grito, ” - Conhecem algum ser humano que vivesse tanto, a ponto de poder ser requerido desde dois mil anos atrás?? Não estaria ele, logicamente, referindo-se a Jesus Cristo que, há quase dois mil anos, pelo menos, presencia a miséria humana sem fazer absolutamente nada??? (Lembrando que esse trecho está inserido num poema maior, onde Castro Alves critica a passividade da sociedade e de Deus ao admitir a escravidão e a miséria humana.)

Que embalde desde então corre o infinito... ” - Para que nosso grito encontre algum ser humano, não precisa “correr em vão o infinito”, não é mesmo?

Portanto, mesmo que Castro Alves não tivesse incluído, diretamente, a palavra “Deus”, DESDE QUE, É CLARO, o poema continuasse NA PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR, o poema, em nada perderia o sentido original que o poeta lhe quis dar. pois, não seria fácil entender que ele estava se referindo a Deus e não a qualquer ser humano neste planeta? . . .

Agora, vejam bem:

Ei, vocês!!! Onde estão que não respondem?

Em que mundo, em qu'estrela vocês se escondem?

Espalhados nos céus?

Há dois mil anos te mandei a vocês o meu grito,

Que embalde desde então corre o infinito...

Ei! Vocês! Onde estão vocês??”

Acho que, a primeira pergunta sobre o autor desse texto, seria: Esse cara é maluco? Com quem, afinal, e em que contexto, esse drogado está falando?

Vejam os senhores:

Meu texto, em que escrevi, num tópico chamado “Se Deus existisse, de verdade . . .”, que escrevi SEM PENSAR EM NENHUM MEMBRO DA COMUNIDADE, EM PARTICULAR, como se eu fosse um personagem que, honestamente, quisesse, mesmo, com todas as forças de sua alma, acreditar num Deus, de verdade; num Deus-bíblico, de verdade, mas, amargamente, deparando-me com todas as visíveis contradições que o tema envolve.

Tentei, digamos, “encarnar” esse personagem, não tão bem, como o fez Castro Alves, é claro, e escrevi o tópico. . .

O que aconteceu?. . .

O trecho original que os senhores leram, acima, foi, SEM QUALQUER CONSULTA PRÉVIA, e sem qualquer aviso, arbitraria e discricionariamente modificado para:

.

POR QUE SE CALAM, OS COVARDES???!!!

POR QUE SE CALAM NUMA HORA DESSAS???

POR QUE NÃO DIZEM ABSOLUTAMENTE NADA???!!!

POR QUE NOS DEIXAM NA MÃO DESSES ABUTRES DA SANTA-MERDA-IGREJA E DE OUTRAS INSTITUIÇÕES IGUALMENTE PODRES, DEJETAS E NADA RECOMENDÁVEIS??? . . .

VOCÊS NÃO TÊM NENHUM REPRESENTANTE AQUI!!”

Afinal de contas, a quem, exatamente, está se dirigindo, o idiota que escreveu isso? . . . Ficou simplesmente, horrível, desconectado, sem conexão com qualquer cultura, sem lastro, sem nexo, sem sentido . . .

.

A tal modificação arbitrária, discricionária, anti-democrática, unilateral, imperialista, reacionária, sem qualquer consulta prévia, para a satisfatória explicação de qualquer dúvida, foi feita pela “moderação” da comunidade, por “entenderem”, (vejam só o absurdo) ao arrepio de qualquer razão que pudesse assistir AO PRÓPRIO AUTOR DO TEXTO, que eu fiz o tópico, só para poder xingar e agredir, direta e pessoalmente, um determinado membro dessa comunidade. . . contra o qual, aliás, não tenho nada pessoalmente. Às vezes eu o xingo, como ele também me xinga, mas é em virtude, somente, de nossas colocações, e, de eventuais desentendimentos, como um irmão xinga o outro, ou um pai, às vezes xinga um filho, por alguma atitude ou palavra considerada errada, mas, a família, a união e o respeito, continuam os mesmos.

Nunca tive o intento de xingar ninguém aqui. Posso “zoar”, brincar, ser satírico, irreverente, “impiedoso” em meus comentários; afinal de contas, sou “carioca da gema”, mas, acima de tudo, prezo muito qualquer ser humano.

Então, arrazoei e pedi que, ao menos, o texto fosse modificado para:

(INCLUINDO-SE, agora, finalmente, o que está entre parêntesis e, em cor azul, para que ficasse absolutamente claro, se tratar de um “desabafo” de alguém que, ainda, sinceramente, quer acreditar num Deus-Bíblico, mas que, simplesmente, não vê qualquer coerência nisso!! Acho que só desenhando mesmo!! Então, vamos lá, ao poema, devidamente “sistematizado” e “formatado” conforme as normas e doutrinas da nova Igreja Ateísta dos Últimos Dias)

(DEUS!!)

(TEM ALGUÉM EM CASA?? . . .Ô DE CASA!!! . . .)

ALGUÉM AÍ PODE CONSIDERAR O SENTIMENTO GENUÍNO SE UM SER HUMANO, SEM QUERER DEIXAR, LIVREMENTE, QUE CONTINUEM A QUERER ENGANÁ-LO, SIMPLESMENTE, COM ESSAS USUAIS BABOSEIRAS RELIGIOSAS-INFAMES???!!!

(DEUS!!)

ALGUÉM AÍ, NESSE IMENSO VAZIO, (OU “EMBUÇADO NOS CÉUS”, TANTO FAZ . . .) TEM REALMENTE CONDIÇÕES DE FAZÊ-LO???!!!

VAMOS!!! (DEUS!!) ESTOU ESPERANDO!!

(DEUS!!)

POR QUE SE CALA, SEU COVARDE???!!!

(DEUS!!)

POR QUE SE CALA NUMA HORA DESSAS???

(DEUS!!)

POR QUE NÃO DIZ ABSOLUTAMENTE NADA???!!!

Há dois mil anos já te mandamos o nosso grito!

(DEUS!!)

POR QUE, ENTÃO, (DEUS!!), INSISTE EM, NOS DEIXA NA MÃO DESSES ABUTRES DA SUA SANTA-MERDA-IGREJA E DE OUTRAS INSTITUIÇÕES IGUALMENTE PODRES, DEJETAS E NADA RECOMENDÁVEIS??? . . .

(DEUS!!)

VOCÊ, NA VERDADE, NÃO TEM NENHUM REPRESENTANTE AQUI!!

SE FOR JESUS CRISTO, DEUS, TENHO UMA PÉSSIMA NOTICIA, PARA VOCÊ, DEUS!!!

TENHO PROVAS BÍBLICAS O SUFICIENTE, PARA DEMONSTRA-LHE, (OH DEUS!!) QUE, AO MENOS, PELO QUE ESTÁ ESCRITO NA SANTA-MERDA-BÍBLIA, SEU SUPOSTO FILHO, (OH DEUS!!) JESUS CRISTO, (OH DEUS!!) SE NÃO FOI, IGUALMENTE INVENTADO, POR ALGUM PILANTRA, NÃO PASSA, IGUALMENTE, REPITO, DE UM CRETINO, CÍNICO E IGUALMENTE SAFADO!!! . . .

(DEUS!! Humildemente vos peço perdão por esse meu desespero, mas, se o Senhor, de fato, existe, POR QUE FAZ ASSIM???)

E, simplesmente, não houve qualquer resposta....

A Luisa escreveu, como vemos:

Na minha humilde opinião a ideia de Deus, qualquer Deus, é fruto da imaginação de cada ser humano e tem uma "forma" diferente para cada pessoa, "forma" essa que é moldada pela sua sensibilidade e caraterísticas interiores. Por isso o que diz, para mim, é contraditório.

Como disse lá em cima, fico muito feliz por este forum ser democrático e por todos podermos dizer o que pensamos”.

Eu respondo.

É, realmente, um fórum democrático? . . .

Todos, relamente, podemos dizer o que pensamos?

Não, Luisa, acho que, infelizmente, nem todos . . .

Sérgio, no mínimo está a ser irrazoável. O que escreve não faz sentido nenhum.

1º Sempre que eu digo "para mim", quero dizer isso mesmo. Para mim, na minha opinião pessoal. Significa que tem valor apenas para a minha pessoa, para mais ninguém.

Parece-me palerma o Rangel fazer deduções sem sentido. "E os outros que se danem", que é isso Rangel? Acha mesmo que "para mim", pode significar “e os outros que se danem”? Meu caro, eu se quiser expressar alguma ideia através de uma metáfora, expressarei, não há necessidade do Rangel tentar inventar. Eu não faço isso à sua escrita.

2º Poucas vezes me ocorre brincar com Deus, significa poucas vezes me ocorre brincar com Deus, os ateus e ateias que queiram brincar com Deus são tão livres de fazê-lo como eu de poucas vezes me ocorre brincar com Deus, percebeu Rangel? Eu não sou obrigada a gostar de brincar com Deus, muito menos sou obrigada a calar que poucas vezes me apetece brincar com Deus.

Penso que esta sua tirada é completamente idiota. Simplesmente não tem ponta por onde se lhe pegue. Se eu digo que poucas vezes me ocorre brincar com Deus, como vai deduzir destas minhas palavras que os outros não o podem fazer?

Ora, vá ter crises de mania de perseguição à beira-mar...

Não faz muito sentido criticar Deus em sentido amplo, ora bem, vamos lá a ver se eu me consigo fazer entender: sentido amplo = sentido geral, ou seja Deus enquanto conceito pessoal. Este sentido amplo serve para todos, mais especificamente para todas as pessoas no mundo que acreditam em deuses, é uma generalização do significado de Deus. Dizendo de outra forma, sentido amplo é quando não me refiro concretamente a Zeus, ou a Alá, ou a Jeová. Refiro-me a Deus, que pode ser ou não um dos que referi. Não sei se me consegui expressar bem.

Enfim, Deus depende da crença de cada indivíduo, não é isto ou aquilo, por isso não me parece lógico generalizar essa ideia. (leia-se: não me parece lógico deixar, se expressar, livremente, qualquer ateu que, perigosamente, queira dirigir-se a Deus, em nossa Santa Religião Ateísta. - Ateu não sabe falar de Deus, assim como crianças não podem brincar com o fogo. Aqui está, simplesmente, já, as primeiras espéculas, de um “Ateismo Sistematizado”, o primeiro passo para uma “Religião Ateísta”)

Ora Rangel, vá ter acessos de pavão para outro lado!

Quem é você para decidir o que tem de ler-se daquilo que escrevo? Meu caro isso é muita petulância! Já lhe disse que eu, se quiser escrever através de metáforas o farei com muita competência. Digo-o sem vaidade e sem arrogância, porque sei escrevê-las.

acho um tanto incoerente e às vezes fútil, criticar Deus, (exatamente, por isso, todos os demais membros de nossa “Igreja Ateísta”, serão obrigados a se comportarem exatamente assim)

Meu caro eu não tenho igreja, nunca tive. Nunca fui cristã, nem budista, nem islâmica, nem hindu, nada, portanto o conceito de igreja não faz parte do meu raciocínio lógico. Deste modo, se igreja faz sentido para si, é problema seu, não tenha pretensões a arrastar-me para as suas ideias peregrinas! Eu acho incoerente um ateu criticar Deus em sentido lato, tenho direito a ter essa opinião e continuo a tê-la!

Sente-se perseguido e resolve fazer as minhas opiniões pessoais – que aliás, eu estou sempre a referir que são pessoais para não ser mal interpretada – obrigações para outras pessoas? Temos pena...

Ao criticar Deus, genericamente falando, sinto-me como se estivesse a julgar pessoas pelas suas crenças ou ideais e isso tem pouco a ver comigo. (Essa, simplesmente, não entendi. (...))

Não Rangel?

Alguma vez se deu ao trabalho de pensar que biliões de pessoas pelo mundo dependem do seu Deus para a sua vida ter algum sentido? Ou acha que todos neste mundo são classe média acabada de descobrir o ateísmo?

Alguma vez lhe passou pela cabeça que desses biliões de pessoas, a grande maioria são boas pessoas que trabalham no duro e não têm comida para dar aos seus filhos e apenas como alento têm o seu Deus para lhes dar a esperança do dia seguinte?

Essas pessoas são burras, idiotas, cretinas e sem direitos (à verdade por exemplo) só porque têm um Deus?

Porquê matar-lhe a única coisa que as mantêm de pé?

Ora Rangel, vá ter umas venetas de humanismo, que bem precisa!

7º E agora cansei-me da sua arrogância e estupidez, então não vou ler nem comentar mais nada pois é uma perda de tempo.

8º Só mais uma coisa, não me incomoda nada que escreva criticas a Deus, cada um escreve o que lhe vai na alma, eu própria às vezes o faço à minha maneira. Fico é a perguntar-me que bases lógicas tem uma pessoa que se diz ateu, para criticar Deus? Afinal Deus não existe, certo?!... Está a criticar o quê, fantasmas? Santa paciência... 

SERGIO MESQUITA RANGEL disse:

Luisa.

Corrigindo, na postagem anterior, a palavra “relamente”, para “realmente”.

Destacando seu texto em vermelho e comentando em azul.

Olá Ivo, Rangel e demais,

Pessoalmente poucas vezes me ocorre brincar com Deus, (ou seja, um ateísta verdadeiro não pode referir-se a Deus, nem brincando, e isso é um “dogma da Igreja Ateísta”) só em casos muito pontuais e perfeitamente identificados, e, mesmo assim, faço-o sempre assim como se brincasse com M. Poirot ou Sherlock Holmes.

Para mim (e dane-se quem pensa diferente . . .) não faz muito sentido criticar Deus em sentido amplo, (acho que você nunca leu o poema de Castro Alves . . .Além do mais, o que, exatamente, seria esse “sentido amplo”. Como posso saber, exatamente, onde começa esse “amplo”, no caso, OBJETIVAMENTE? . . . ) visto este nome, Deus, ser muito abrangente e penso não se poder generalizar a ideia de Deus, pois ele uma vez significa uma força pessoal não interveniente na natureza, (Bíblia) logo nos desígnios humanos, outras vezes significa algo que é portador de amor e justiça, (Bíblia) portanto com caraterísticas humanas, outras vezes ainda é o motor do destino e de tudo o que acontece no mundo, (Bíblia) uma espécie de manipulador de marionetas. (Bíblia)

Enfim, Deus depende da crença de cada indivíduo, não é isto ou aquilo, por isso não me parece lógico generalizar essa ideia. (leia-se: não me parece lógico deixar, se expressar, livremente, qualquer ateu que, perigosamente, queira dirigir-se a Deus, em nossa Santa Religião Ateísta. - Ateu não sabe falar de Deus, assim como crianças não podem brincar com o fogo. Aqui está, simplesmente, já, as primeiras espéculas, de um Ateismo Sistematizado”, o primeiro passo para uma “Religião Ateísta”)

Já os deuses que são descritos em algum lugar, livros de uma maneira geral, portam-se como personagens, fazem coisas, têm ideias, dominam, são desobedecidos; ou seja aquela personagem assume um comportamento quase sempre modificador do comportamento humano, atendendo às caraterísticas do tipo que personifica naquele momento específico, ou seja, de uma forma geral desempenham o papel de líder ou “rei” e por isso as suas caraterísticas, enquanto personagem, é abrangente, umas vezes amável, outras dura, outras indiferente, outras ameaçadora. Um líder é assim, umas vezes pai, outras “padrasto”, umas vezes condescendente, outras vezes cruel; para mim os deuses retratados nos livros sagrados são fruto da imaginação humana e é por isso que esses deuses são tão humanos nas suas personalidades!

Por tudo isto que referi e mais algumas coisas que não disse, acho um tanto incoerente e às vezes fútil, criticar Deus, (exatamente, por isso, todos os demais membros de nossa “Igreja Ateísta”, serão obrigados a se comportarem exatamente assim) pois os deuses são diferentes em cada ideia que o indivíduo faz dele. Ao criticar Deus, genericamente falando, sinto-me como se estivesse a julgar pessoas pelas suas crenças ou ideais e isso tem pouco a ver comigo. (Essa, simplesmente, não entendi. É impossível admitir ou não admitir a ideia de um deus, qualquer deus, velado ou público, grupal, livral, etnica, racial ou individual, que não seja em função de um julgamento que, no caso de uma declinação, forçosamente, é acompanhado de um motivo crítico. É muita, muita ingenuidade mesmo, acreditar que, pelo simples fato de descrer no que bilhões de pessoas acreditam, só isso, já não as irá ofender. . .

Se, realmente, não quer ofender a bilhões de pessoas, simplesmente, volte a considerar Deus, bem real, em sua vida diária, e, creia mesmo, nele, pois que, dizendo que não há Deus, biblicamente, já as estamos chamando de loucas. Se ninguém ainda lhe disse, é a própria Bíblia que claramente, define “o acreditar ou não, em Deus”, como prova objetiva de insanidade mental, quando diz: “Disse o louco em seu coração: Não há Deus”. Dê uma lida no Salmo 14, e veja os horrores que a “Bíblia-fábrica-de-fanaticos” fala dos ateístas. Já fui crente e sei, perfeitamente, como funciona a cabeça de um religioso: para um religioso, não existe meio-termo. Ou é louco quem não acredita em Deus, ou é louco quem acredita e ponto final, sem negociações. E isso, minha cara, está bem definido na cabeça de bilhões de crentes no planeta, especialmente, os leitores da Santa Bíblia-incitadora-de-fanáticos-e-intolerantes. Só falta ficar bem definido, também, na cabeça dos novos “religiosos-ateístas-sistematizados-e-formatados” conforme os dogmas ateístas que vamos somando ao nosso dia a dia. Se não quer, realmente, ofender aos religiosos, volte a acreditar em Deus, simplesmente. Caso contrário, você já está sendo louca, ou, chamando-os de loucos, sem qualquer outra alternativa possível ou negociável.)

No entanto não sinto nenhuma espécie de constrangimento ao pegar numa bíblia e desmontar os seus personagens à minha maneira. E não, não considero que seja a mesma coisa do que criticar Deus enquanto crença de biliões de pessoas...(Isso, minha cara, você jamais vai conseguir fazer . . . Só vai estar fazendo mesmo, na sua cabeça, na sua cultura íntima, no seu modo de ver a sociedade. Por que, na prática, minha cara, tocou na Bíblia, está tocando “Na menina dos olhos de Deus”)

Saudações irreligiosas.

Complemento:

Mediante esse comentário, sim. Agora sim!, tudo se encaixa como uma luva! FAZ TODO O SENTIDO a censura da “Santa Inquisição Ateísta”, feita ao meu texto. Esse sim, me parece o motivo perfeitamente encaixado com tipo de modificação arbitrariamente feita.

Dizer que a modificação foi feita porque eu estaria agredindo a um componente específico dessa comunidade, é uma simples e vã tentativa de dizer que, já não temos, aqui, os embriões de uma “doutrina ateísta sistematizada”. Lamento, mas, sistematizar o pensamento ateísta, principalmente, para uma comunidade que, estranhamente, se diz I-religiosa, é mais que um crime. É um crime contra a consciência e contra o destino humano.

Vamos acabar nas mãos das mesmas raposas religiosas e conservadoras, de sempre, só que, agora, raposas ateístas. Quando, enfim, os ateístas estiverem no trono, eles é que não vão querer sofrer quaisquer tipos de dúvidas. E, como o ateísmo já está crescendo no mundo mesmo, POR QUE NÃO FIRMAMOS, DESDE JÁ, UM “ACORDO DE CAVALHEIROS”??? Assim, você, religioso, que se tornar ateu, FIQUE ABSOLUTAMENTE TRANQUILO, pois não poderá ser criticado pelos seus pares, em nome de um suposto respeito ao “Deus individual” de cada um...

Se não entendi tudo, acho que já entendi o suficiente. . .

Gostaria mesmo de saber onde estou pisando, e, exatamente, pra que tipo de coisa estou colaborando . . .


Acabei agora de ler o seu comentário todo. Eu sou assim, às vezes digo que não vou ler e depois não resisto... esta minha curiosidade ainda me mata!... 

Os ingleses têm uma palavra que eu acho muito boa e que transmite exatamente o que eu penso dele: disgusting

Continue a valorizar apenas o julgamento que faz dos outros.

Continue a ser tão pretensioso que acha que pode desvirtuar o que os outros dizem.

Continue a acreditar que as suas ideias são as únicas viáveis e verdadeiras.

Continue a pensar que ser ateu é desvalorizar todas as pessoas que acreditam em Deus.

Irá longe. Os meus parabéns antecipados!

SERGIO MESQUITA RANGEL disse:

Luisa.

Corrigindo, na postagem anterior, a palavra “relamente”, para “realmente”.

Destacando seu texto em vermelho e comentando em azul.

Olá Ivo, Rangel e demais,

Pessoalmente poucas vezes me ocorre brincar com Deus, (ou seja, um ateísta verdadeiro não pode referir-se a Deus, nem brincando, e isso é um “dogma da Igreja Ateísta”) só em casos muito pontuais e perfeitamente identificados, e, mesmo assim, faço-o sempre assim como se brincasse com M. Poirot ou Sherlock Holmes.

Para mim (e dane-se quem pensa diferente . . .) não faz muito sentido criticar Deus em sentido amplo, (acho que você nunca leu o poema de Castro Alves . . .Além do mais, o que, exatamente, seria esse “sentido amplo”. Como posso saber, exatamente, onde começa esse “amplo”, no caso, OBJETIVAMENTE? . . . ) visto este nome, Deus, ser muito abrangente e penso não se poder generalizar a ideia de Deus, pois ele uma vez significa uma força pessoal não interveniente na natureza, (Bíblia) logo nos desígnios humanos, outras vezes significa algo que é portador de amor e justiça, (Bíblia) portanto com caraterísticas humanas, outras vezes ainda é o motor do destino e de tudo o que acontece no mundo, (Bíblia) uma espécie de manipulador de marionetas. (Bíblia)

Enfim, Deus depende da crença de cada indivíduo, não é isto ou aquilo, por isso não me parece lógico generalizar essa ideia. (leia-se: não me parece lógico deixar, se expressar, livremente, qualquer ateu que, perigosamente, queira dirigir-se a Deus, em nossa Santa Religião Ateísta. - Ateu não sabe falar de Deus, assim como crianças não podem brincar com o fogo. Aqui está, simplesmente, já, as primeiras espéculas, de um Ateismo Sistematizado”, o primeiro passo para uma “Religião Ateísta”)

Já os deuses que são descritos em algum lugar, livros de uma maneira geral, portam-se como personagens, fazem coisas, têm ideias, dominam, são desobedecidos; ou seja aquela personagem assume um comportamento quase sempre modificador do comportamento humano, atendendo às caraterísticas do tipo que personifica naquele momento específico, ou seja, de uma forma geral desempenham o papel de líder ou “rei” e por isso as suas caraterísticas, enquanto personagem, é abrangente, umas vezes amável, outras dura, outras indiferente, outras ameaçadora. Um líder é assim, umas vezes pai, outras “padrasto”, umas vezes condescendente, outras vezes cruel; para mim os deuses retratados nos livros sagrados são fruto da imaginação humana e é por isso que esses deuses são tão humanos nas suas personalidades!

Por tudo isto que referi e mais algumas coisas que não disse, acho um tanto incoerente e às vezes fútil, criticar Deus, (exatamente, por isso, todos os demais membros de nossa “Igreja Ateísta”, serão obrigados a se comportarem exatamente assim) pois os deuses são diferentes em cada ideia que o indivíduo faz dele. Ao criticar Deus, genericamente falando, sinto-me como se estivesse a julgar pessoas pelas suas crenças ou ideais e isso tem pouco a ver comigo. (Essa, simplesmente, não entendi. É impossível admitir ou não admitir a ideia de um deus, qualquer deus, velado ou público, grupal, livral, etnica, racial ou individual, que não seja em função de um julgamento que, no caso de uma declinação, forçosamente, é acompanhado de um motivo crítico. É muita, muita ingenuidade mesmo, acreditar que, pelo simples fato de descrer no que bilhões de pessoas acreditam, só isso, já não as irá ofender. . .

Se, realmente, não quer ofender a bilhões de pessoas, simplesmente, volte a considerar Deus, bem real, em sua vida diária, e, creia mesmo, nele, pois que, dizendo que não há Deus, biblicamente, já as estamos chamando de loucas. Se ninguém ainda lhe disse, é a própria Bíblia que claramente, define “o acreditar ou não, em Deus”, como prova objetiva de insanidade mental, quando diz: “Disse o louco em seu coração: Não há Deus”. Dê uma lida no Salmo 14, e veja os horrores que a “Bíblia-fábrica-de-fanaticos” fala dos ateístas. Já fui crente e sei, perfeitamente, como funciona a cabeça de um religioso: para um religioso, não existe meio-termo. Ou é louco quem não acredita em Deus, ou é louco quem acredita e ponto final, sem negociações. E isso, minha cara, está bem definido na cabeça de bilhões de crentes no planeta, especialmente, os leitores da Santa Bíblia-incitadora-de-fanáticos-e-intolerantes. Só falta ficar bem definido, também, na cabeça dos novos “religiosos-ateístas-sistematizados-e-formatados” conforme os dogmas ateístas que vamos somando ao nosso dia a dia. Se não quer, realmente, ofender aos religiosos, volte a acreditar em Deus, simplesmente. Caso contrário, você já está sendo louca, ou, chamando-os de loucos, sem qualquer outra alternativa possível ou negociável.)

No entanto não sinto nenhuma espécie de constrangimento ao pegar numa bíblia e desmontar os seus personagens à minha maneira. E não, não considero que seja a mesma coisa do que criticar Deus enquanto crença de biliões de pessoas...(Isso, minha cara, você jamais vai conseguir fazer . . . Só vai estar fazendo mesmo, na sua cabeça, na sua cultura íntima, no seu modo de ver a sociedade. Por que, na prática, minha cara, tocou na Bíblia, está tocando “Na menina dos olhos de Deus”)

Saudações irreligiosas.

Complemento:

Mediante esse comentário, sim. Agora sim!, tudo se encaixa como uma luva! FAZ TODO O SENTIDO a censura da “Santa Inquisição Ateísta”, feita ao meu texto. Esse sim, me parece o motivo perfeitamente encaixado com tipo de modificação arbitrariamente feita.

Dizer que a modificação foi feita porque eu estaria agredindo a um componente específico dessa comunidade, é uma simples e vã tentativa de dizer que, já não temos, aqui, os embriões de uma “doutrina ateísta sistematizada”. Lamento, mas, sistematizar o pensamento ateísta, principalmente, para uma comunidade que, estranhamente, se diz I-religiosa, é mais que um crime. É um crime contra a consciência e contra o destino humano.

Vamos acabar nas mãos das mesmas raposas religiosas e conservadoras, de sempre, só que, agora, raposas ateístas. Quando, enfim, os ateístas estiverem no trono, eles é que não vão querer sofrer quaisquer tipos de dúvidas, questionamentos desconcertantes ou ataques. E, como o ateísmo já está crescendo no mundo mesmo, POR QUE NÃO FIRMAMOS, DESDE JÁ, UM “ACORDO DE CAVALHEIROS”??? Assim, você, religioso, que se tornar ateu, FIQUE ABSOLUTAMENTE TRANQUILO, pois não poderá ser criticado pelos seus pares, em nome de um suposto respeito ao “Deus individual” de cada um...

Se não entendi tudo, acho que já entendi o suficiente. . .

Gostaria mesmo de saber onde estou pisando, e, exatamente, pra que tipo de coisa estou colaborando . . .

Caro Sérgio:

Nota e pedido de desculpas: o comentário será longo porque as críticas que nos foram feitas foram bem mais longas, exigindo explicações detalhadas, tópico a tópico.

Parece que agora, sim, temos uma discussão que envolve todos nós, irreligiosos, na medida em que você nos considera integrantes de uma "santa religião ateísta sistematizada" (???). Agora sim, você lançou uma verdadeira e injuriosa diatribe contra os seus companheiros de comunidade. Duvidou dos nossos propósitos, do nosso compromisso com a verdade, da nossa sinceridade, da nossa linha editorial que concede a liberdade de expressão, mas com respeito aos colegas. Ninguém aqui é censor, ou ditador ou defensor de nenhum deus ou religião. Até xingamentos leves, gozações e ironias são permitidas aos participantes, desde que não ofendam a honra e a individualidade de cada um. Isso existe, em qualquer comunidade (ou pelo menos na maioria). Você pode gozar com o seu oponente, chamá-lo de ingênuo, incauto, de cabeça de aço (quantas vezes eu sei esta expressão!), teimoso, tonto (usei este termo para o Sigurd), fraco, medroso e até... mentiroso. Isso é inevitável em sites de debates. Mas se você chamar o(a) colega de filho da puta, covarde (por que não dizer: "faltou-lhe coragem"?), cadela, ladrão, vagabundo, gay ou lésbica (caso não seja de fato), estuprador, criminoso, mau-caráter, etc, aí a coisa muda de figura, porque partiu para as ofensas pessoais graves, o que não é permitido. Aí é chegada a hora de a moderação intervir, mesmo que a posteriori, porque em comentários não há moderação prévia. Deu pra sacar a diferença?

Pois bem, você tornou pública uma situação que era para ser particular, em respeito a você mesmo, e agora vamos tentar desembaraçar o imbróglio, na verdade, "uma tempestade em copo d'àgua". Para os que estão chegando agora e que vão achar a situação confusa, vou fazer um breve retrospecto RESUMIDO do que ocorreu. 

Antes, porém, duas observações preliminares: 1) Você disse: "Se não entendi tudo, acho que já entendi o suficiente. . ." e eu respondo: "Você não entendeu tudo e o que entendeu não foi o suficiente, porque entendeu tudo errado (adiante explico); 2) Recomendando que lêssemos o Salmo 14, escreveu :"Se ninguém ainda lhe disse, é a própria Bíblia que claramente, define “o acreditar ou não, em Deus”, como prova objetiva de insanidade mental, quando diz: “Disse o louco em seu coração: Não há Deus”. 

Com relação ao item 2, você não entendeu o que a Bíblia disse, porque ali, no Salmo 14, ela não chamou de louco quem nela não cresse ou descresse (só por aí já haveria uma incoerência). Primeiramente, nas 3 Bíblias que li, o termo usado no Salmo é NÉSCIO ("Diz o néscio no seu coração: Não há Deus. têm-se corrompido, fazem-se abomináveis em suas obras. não há ninguém que faça o bem."). Néscio, Sergio, significa ignorante, inepto, estúpido e não "louco". O que a Bíblia quis dizer é quem não acredita em Deus é estúpido, ignorante, abominável e não faz o bem. Pelo menos aí está claro e não tem nada a ver com "ser louco". Ora, se você não entendeu nem isso, já dá para desconfiar porque fez toda essa confusão com o seu texto e as nossas explicações.

O Sigurd foi advertido pessoalmente por mim (e outros colegas) quando se referiu pejorativamente à nossa colega Divina, usando termos pesados. Ele entendeu a admoestação numa boa e se desculpou (ainda que meio esfarrapadamente). Mas se desculpou. Você incorreu na mesma situação e não se desculpou com ninguém (pode ser que a desculpa ainda esteja a caminho). Ofendeu-se por muito menos, quando apenas estávamos tentando evitar que você e o Sigurd se desentendessem, já que vinham (e continuam) trocando farpas cada vez maiores.

Agora, vamos a um resumo da presente situação para quem não entendeu:

PRIMEIRO CAPÍTULO - O Sergio postou o texto acima (a discussão) do qual destaco as seguintes passagens originais:

"[...]Digam-me, sinceramente, amigos: Se deus realmente existe, o que posso, realmente, esperar de bom, dele?

Estou, de fato, absolutamente ansioso, por uma resposta que não contradiga todo esse universo e todas essas galáxias fantásticas que estou vendo na minha frente!!!! . . . "(grifos meus)

[...] Mais abaixo, ele escreveu o texto objeto da controvérsia:

ALGUÉM AÍ, NESSE IMENSO VAZIO, TEM REALMENTE CONDIÇÕES DE FAZÊ-LO???!!!

VAMOS!!! ESTOU ESPERANDO!!

POR QUE SE CALA, SEU COVARDE???!!!

POR QUE SE CALA NUMA HORA DESSAS???

POR QUE NÃO DIZ ABSOLUTAMENTE NADA???!!!

POR QUE NOS DEIXA NA MÃO DESSES ABUTRES DA SANTA-MERDA-IGREJA E DE OUTRAS INSTITUIÇÕES IGUALMENTE PODRES, DEJETAS E NADA RECOMENDÁVEIS??? 

VOCÊ NÃO TEM NENHUM REPRESENTANTE AQUI!!

TENHO PROVAS BÍBLICAS O SUFICIENTE, PARA DEMONSTRAR-LHE QUE, AO MENOS, PELO QUE ESTÁ ESCRITO NA SANTA-MERDA-BÍBLIA, SEU SUPOSTO FILHO, JESUS CRISTO, SE NÃO FOI, IGUALMENTE INVENTADO, POR ALGUM PILANTRA, NÃO PASSA, IGUALMENTE, REPITO, DE UM CRETINO, CÍNICO E IGUALMENTE SAFADO!!! . . .

Segundo capítulo - O texto acima foi examinado pela moderação que julgou que ele pudesse ser interpretado, pelos menos cuidadosos, como uma ofensa indireta ao colega T. P. Sigurd, já que ele e o Sergio vinham se pegando. Como no trecho anterior ele (Sergio) estava se dirigindo aos "amigos" e não havia nenhuma menção explícita a Deus (essa palavra "Deus", foi introduzida por mim agora, depois da troca de emails), o texto ficou sujeito a dupla interpretação (ausência de clareza para os leitores mais limitados). Diante disso, a moderação, em sua primeira versão, interviu e pluralizou o texto (flexões em NEGRITO são as partes alteradas), passando-o da 1ª e 3ª pessoa do singular, para a 1ª e 3ª pessoa do plural, exibindo-o com a seguinte redação:

"[...]

ALGUÉM AÍ PODE CONSIDERAR O SENTIMENTO GENUÍNO SE UM SER HUMANO, SEM QUERER ENGANÁ-LO, SIMPLESMENTE, COM ESSAS USUAIS BABOSEIRAS RELIGIOSAS-INFAMES???!!!

ALGUÉM AÍ, NESSE IMENSO VAZIO, TEM REALMENTE CONDIÇÕES DE FAZÊ-LO???!!!

VAMOS!!! ESTOU ESPERANDO!!

POR QUE SE CALAM, COVARDES???!!!

POR QUE SE CALAM NUMA HORA DESSAS???

POR QUE NÃO DIZEM ABSOLUTAMENTE NADA???!!!

POR QUE NOS DEIXAM NA MÃO DESSES ABUTRES DA SANTA-MERDA-IGREJA E DE OUTRAS INSTITUIÇÕES IGUALMENTE PODRES, DEJETAS E NADA RECOMENDÁVEIS??? . . .

VOCÊS NÃO TEM NENHUM REPRESENTANTE AQUI!!

TENHO PROVAS BÍBLICAS O SUFICIENTE, PARA DEMONSTRAR-LHES QUE, AO MENOS, PELO QUE ESTÁ ESCRITO NA SANTA-MERDA-BÍBLIA, SEU SUPOSTO FILHO, JESUS CRISTO, SE NÃO FOI, IGUALMENTE INVENTADO, POR ALGUM PILANTRA, NÃO PASSA, IGUALMENTE, REPITO, DE UM CRETINO, CÍNICO E IGUALMENTE SAFADO!!! . . .

Essas, em negrito, foram as alterações feitas, que tanto irritaram ao colega Sergio. Havia motivos para tanto? Descaracterizou o texto? Sim, concordo, descaracterizou. Prejudicou o entendimento? Depende do leitor. Se for um leitor esclarecido, não. Se de pouca cultura e não habituado a ler e escrever, talvez. Mas, de qualquer forma e qualquer que seja o leitor, jamais permitirá a interpretação de que teria sido uma ofensa dirigida a algum colega.

Terceiro capítulo - O Sergio, por email, entrou em contato comigo reclamando das alterações. Como não sabia quem moderou o seu texto, enviei email para os nossos 3 moderadores explicando a situação e pedindo que ao se identificar, o moderador explicasse as razões da alteração, o que foi feito (cópia do emal foi enviada ao Sergio). Examinadas as razões vi, que procediam e defendi o moderador, a quem deleguei a tarefa por inteira confiança. Num segundo email, apresentei as justificativas ao Sergio, que não as aceitou. Mais dois emails depois, propus uma solução com a qual o Sergio concordou: Incluir a palavra "Deus," (com a vírgula) antes do texto, para que ficasse claro para os desavisados que ele estava se dirigindo a Deus e deixar o restante na forma original em que foi enviado, sem nenhuma alteração. Assim foi feito e o texto assumiu a forma em que agora está. Recomendei ao Sergio que, futuramente, lesse as nossas NORMAS PARA PUBLICAÇÃO DE TEXTOS. Julguei, assim que o problema estivesse solucionado: fomos polidos, atenciosos, respeitamos o autor e encontramos uma solução satisfatória para ambas as partes, mesmo não sendo usual justificar-se caso a caso os motivos da não aceitação, moderação ou alteração de textos, segundo nossas regras. Mas em respeito e consideração ao colega, um membro destacado e excelente colaborador, cujo estilo agressivo e contundente apreciamos, abrimos exceção e demos toda a atenção possível. Que mais ele poderia desejar?

Quarto capítulo - Para a nossa surpresa. o colega Sergio, mesmo depois de atendido em suas pretensões, não agradeceu, não pediu desculpas pela sua irritação e ofensas e, o que é pior, tornou pública a discussão, acusando, não diretamente a mim, mas a toda comunidade, de não permitirmos a liberdade de expressão, de faltarmos com o respeito para com os autores de textos, de sermos arbitrários e discricionários e de sermos uma "IGREJA ATEÍSTA SISTEMATIZADA" (o que isso?!!!!). Leiam o último comentário do colega anterior a este (se ele não o apagar ou modificar) e vejam se merecemos essas críticas. Queremos ouvir as opiniões dos colegas e, se formos convencidos de que estamos errados, vamos mudar a orientação editorial do site. As perguntas em relação ao episódio são:

  1. O texto dava margem a dupla interpretação, ensejando motivo para a moderação?
  2. O colega foi desrespeitado?
  3. Deixamos de dar atenção às suas ponderações?
  4. Fomos deseducados e ofensivos?
  5. Não é dada, em nossa comunidade, liberdade à livre manifestação do pensamento?
  6. Demos solução satisfatória ao problema?
  7. Merecemos as críticas que nos foram feitas?

EPÍLOGO:

Eis aí o que se pede aos colegas. Aliás, gostaria que o próprio Sergio fosse sincero e respondesse às perguntas, quando estiver de cabeça mais fria. De minha parte, uma vez que que já expliquei tudo o que podia, vou responder apenas a esta última parte do comentário do Sr. Sergio:

"[...] Se não entendi tudo, acho que já entendi o suficiente. . .

Gostaria mesmo de saber onde estou pisando, e, exatamente, pra que tipo de coisa estou colaborando . . ."

Minha resposta: Não entendeu e o pouco que entendeu não foi suficiente. Quanto ao terreno em que está pisando, garantimos que não é um campo minado e a "coisa" com a qual você está colaborando é a comunidade que orgulhosamente chamamos de Irreligiosos, uma comunidade de livres-pensadores humanistas de diversas correntes, focada em combater o obscurantismo, as religiões e seus malefícios.

Vou enviar um email-circular a todos os membros, convidando-os a participar desta discussão e opinarem. Quem sabe eu, como administrador, e os meus moderadores, estejamos tendo uma visão distorcida da nossa própria comunidade e não estejamos sabendo dirigi-la?

Saudações Ireligiosas!

 

Sergio e demais colegas:

Recebi o apelo do email e aqui vai minha opinião: Não vou defender o Sergio Rangel porque ele foi realmente muito duro e injusto em suas críticas contra a comunidade, uma comunidade que acolhe a todos, permitindo (até demais, no meu entender) a livre manifestação das ideias.

Mas para não dizer que não mexi nem uma palhinha em defesa do senhor Sergio, e isso porque gosto do estilo agressivo dele (não contra nós, é óbvio), vou chamar a a etenção para um detalhe que poucos perceberam: Ele mesmo declarou no início da discussão:

"Desculpem, amigos, os eventuais erros de gramática e ortografia.

Fiz, um tanto apressadamente, a melhor revisão que pude fazer."

É, deve ter sido muito apressadamente mesmo, do contrário, não teria produzido essa celeuma toda. Da próxima vez, Sr. Sergio, leia duas ou três vezes antes de publicar, principalmente se o texto for extenso. Na minha opinião, agiu certo a Administração e a culpa foi sua, motivada pela pressa e revisão meia-boca.

Seu caso começa a me lembrar o de um tal Ivani (excelente escritor) mas temperamental demais, um verdadeiro pavio-curto, que não aceitava críticas de nenhuma espécie e mandava o oponente para a PQP. Li vários comentários dele assim e acompanhei algumas das suas discussões. Uma pena, porque o cara era um monstro em história das religiões e já até publicou seu livro. Mas até ele aprendeu muito conosco, porque tem gente muito boa aqui. Espero que o senhor não seja mais um "ivani". O talento o senhor tem, o pavio-curto, parece que também. Resta saber sobre o autocontrole a humildade. Se for igual ao do colega mencionado... você e nós "nusfu", mais você do que nós, porque levará isso consigo para onde for. Aprenda a se controlar, companheiro! Não somos obrigados a aceitar e contemporizar todas as suas neuras. Vamos "rezar" (kkk, kkk, kkk) para ser um caso isolado e esporádico, porque se for sempre assim, ninguém vai aguentar e o amigo acabará levando o troco.

Reconheçam, quem tiver de reconhecer seus erros, desculpem-se e vamos tocar o bonde. Será que no seu dicionário, Sr. Sergio, não entra a palavra DESCULPAS, quando tem de ser pedida por você? Se eu não estiver enganado, tudo indica que o senhor não é do tipo que saiba pedir desculpas, quando devidas.

Meus cumprimentos a todos e vamos tentar segurar o Sergio, porque ele é bom, fazendo com que aprenda a viver em harmonia conosco (se ela achar que vale a pena, entenda-se). No seu lugar, senhor Sergio, antes de responder a mim ou a qualquer um, eu responderia primeiro ao longo comentário do Administrador e às perguntas que foram colocadas, porque lá está explicada toda a história. Será que em outro site, com as ofensas que nos fez tão duramente, lhe dariam a mesma atenção e perderiam tanto tempo, na expectativa de contornar a situação? Eu, sinceramente, acho que não. E você ainda diz que o site é arbitrário e não permite a livre manifestação!...

O que eu acho é que o senhor teve um acesso de... (de quê?) e se descontrolou. Depois, viu a trapalhada que fez e ficou com vergonha de se desculpar publicamente. Como dizia o FHC: "Assim não dá, assim não dá!" (rá, rá, rá, rá).

Fui!

Caro Ivo,

Não há qualquer dúvida que é muito difícil moderar um forum e penso que você e todas as pessoas que colaboram consigo estão de parabéns, pois têm feito um excelente trabalho, genericamente falando. Eu sou estrangeira e fui aqui muito bem recebida, não me tendo sido imposta nenhuma regra especial, ou me tendo sido limitada alguma liberdade por não ser brasileira. Por tudo isso eu agradeço e posso dizer que, a grande maioria das vezes, nem me lembro que não estou entre os meus.

Muito mais raramente discuto num forum espanhol e por lá as discussões entre ateus são muito mais violentas do que as discussões entre ateus e religiosos. Os seres humanos são muito mais críticos e exigentes com aqueles com quem têm afinidades do que com os outros. É uma caraterística de quase todos nós.

Neste caso todo, que já foi exposto, sobre a administração do Irreligiosos só tenho uma coisa a dizer: a administração, na minha opinião, não deve alterar os textos dos participantes. Isso faz-me lembrar as histórias da censura durante o fascismo, o cortar palavras, o substituir outras, não, isso está muito longe de ser algo que eu possa admitir, pois é uma limitação grave à liberdade de expressão. Penso que a administração tem outros meios para evitar grandes discussões, é não aceitar tais textos para discussão, mas remetê-los para o blog. Alterar um texto, ou mandar alterá-lo é restringir a liberdade de expressão e não tem justificação possível, na minha opinião.

Quanto ao Rangel, na minha opinião, ele perde a razão quando começa a espingardear para todos os lados, fazendo um enorme estardalhaço para nada. Mas, para mim, ele tem toda a razão no que respeita à alteração do texto.

Com isto eu não estou a dizer que concordo ou não com o texto dele, estou apenas a referir que ele tem o direito – penso eu, pois nunca me foi referido que não poderia postar certo tipo de textos – de postar o que bem entender, seja um texto dirigido a um colega, seja um texto dirigido a Deus, pois ele escreve e constrói as histórias que bem entender, histórias essas que só fazem sentido se forem originais e não censuradas.

Fica aqui a minha opinião e espero que seja recebida duma forma construtiva.

Saudações irreligiosas.

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