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Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

Vamos falar sobre a "Aposta de Pascal"! . . .

.

Se o cristão estiver errado e o ateu estiver certo, o cristão não perde nada. . . .

Se o cristão estiver certo e o ateu estiver errado o ateu perde tudo” . . .

.

A expressão acima é mais conhecida sob o título de “Aposta de Pascal”.

.

Quero APENAS responder a esse argumento vil, covarde e, simplesmente indigno, SEM REFUTÁ-LO, como se essa “coisa” degradante, pequena, humilhante e vil, fosse a mais PURA REALIDADE.

Entenderam? Senhores cristãos . . . Não vou, aqui, tratar da estupidez, da total falta de lógica ou de coerência ou, de cabimento, desse argumento fraco e esdrúxulo. Vou assumi-lo, como se real fosse. . .

Em primeiro lugar, quero dizer que se existe algo que eu sei que é procedente e oriundo diretamente, do universo, SEM QUALQUER TIPO DE ETAPA INTERMEDIÁRIA. . . . Esse “algo”, sou eu. . .

Eu sei que sou original, que não sou fotocópia, que não fui obtido por qualquer processo manufaturado ou artificial ou que quebrasse qualquer lei natural constituinte do universo.

Eu sei, que SOU UMA CONSCIÊNCIA ORIGINAL, ATIVA, SENSITIVA E DETERMNANTE DE MEUS ATOS e, com o poder claro e simples, de discernir entre o que é real e o que é fantasia; entre o que é procedente e o que não tem qualquer procedência.

Eu sei que não sou um pedaço de papel escrito. Eu sei que a minha consciência não vem de um pedaço de papel escrito, idealizado, manufaturado, impresso e distribuído.

Original, aqui, sou eu. Procedente, aqui, sou eu. Autêntico, aqui, sou eu e, portanto, O ÚNICO RESPONSÁVEL, AQUI, SOU EU, e, senhores. . . Não tenho a menor intenção de delegar essa responsabilidade a quem quer que seja. . . Muito menos a um suposto deus, cuja procedência eu desconheço totalmente.

Definitivamente, jamais irei permitir que nenhum “deus” ou, nenhum “diabo”, venha “intermediar” a minha ligação direta e sem escalas com o universo, do qual eu já sei que sou oriundo.

Portanto, rejeito a “aposta de Pascal”, com base em seu próprio enunciado. . .

EU SIM! . . . EU SIM! . . . EU SIM! . . . É que não vou trocar o universo certo, real e objetivo, por um deus imaginário e, ainda, de caráter visivelmente duvidoso.

O responsável, aqui, sou eu. . . Autêntico, aqui, sou eu! . . .Quem manda, aqui, sou eu! . . . e, portanto, O REPRESENTANTE LEGAL E LEGÍTIMO, DO UNIVERSO, AQUI, SOU EU.

Qualquer deus, que quiser tratar comigo, que prove, primeiro, sua autenticidade e sua procedência, como eu provo a minha autenticidade e a minha procedência.

Pelo menos, eu, tenho certeza de que não estou preso à imaginação de ninguém.

Não preciso de templos ou de “fé”, para ninguém acreditar em mim. . .

Desta forma, sou corajoso, o suficiente, para assumir integral responsabilidade pelos meus atos e por minhas escolhas e, a tal ponto, de JAMAIS QUERER “ESCOLHER” NO SENTIDO DE, SIMPLESMENTE, COVARDEMENTE E MEDROSAMENTE, LIVRAR-SE DAS RESPONSABILIDADES DE MINHAS PRÓPRIAS ESCOLHAS.

.

Sou ateu e, se de fato, existir algum deus, direi corajosamente, na cara dele, que cumpri com o meu dever e que agi conforme a minha ligação com o universo, claramente estabelecida através de minha consciência e que, se ele tiver igualmente, alguma consciência, também ligada a esse mesmo universo, que também aja conforme a mesma e FIM DE PAPO.

.

E. . . .Se ele quiser me mandar para algum inferno, o problema será mais dele do que meu. . .

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Colegas:

Este é o texto completo da famosa "Aposta de Pascal", tão utilizada nos argumentos dos crentes, para justificar os motivos da sua crença em Deus:

“Ou Deus existe ou não existe. Mas qual das alternativas devemos escolher?
A razão não pode determinar nada: existe um infinito caos a nos dividir.
No ponto extremo desta distância infinita, uma moeda está sendo girada
e terminará por cair como cara ou coroa. Em que você aposta?
(…) Não se pode provar que Deus existe. Mas se Deus existe, o crente ganha
tudo (céu) e o descrente perde tudo (inferno). Se Deus não existe, o crente
nada perde e o descrente nada ganha. Portanto, há tudo a ganhar e nada
a perder ao acreditar em Deus.”

          Blaise Pascal, Pensamentos (edição póstuma, 1844).

Muito bonitinho, aparentemente um argumento racional e lógico, mas é uma falácia, como já se comprovou. O grande erro na Aposta de Pascal está aqui: "Se Deus não existe, o crente
nada perde e o descrente nada ganha". O crente perde sim; perde a vida terrena plena, que não viveu, em troca de uma crença que não se confirmou. O descrente não perdeu nada, ao contrário, ganhou, porque viveu sua vida, sem repressões. A conclusão mais racional seria:

a) Se Deus não existe:

  • O crente perdeu. Perdeu a sua dignidade, perdeu a oportunidade de viver uma vida plena, perdeu pelos sacrifícios que fez, tentando fazer a sua mediazinha com Deus. Perdeu porque não viveu e não recebeu a tão sonhada "recompensa";
  • o ateu ganhou porque viveu uma vida plena, sem repressões, agindo livre, de acordo com a sua própria consciência e seus princípios morais. Não precisou se sacrificar, privando-se dos prazeres da vida e enfrentou ela de frente, quando se lhe apresentaram as vicissitudes, tudo por sua conta e risco.

b) Se Deus existe:

O crente (não todos, os bons crentes) vão para o paraíso (também há espaço para os maus crentes no inferno) e os ateus (não todos) vão para o inferno. Mas os chamados "bons crentes", sacrificaram a sua vida terrena para merecer o céu. Então, trocaram a vida terrena pelo paraíso. Os ateus, por sua vez, viveram a plenitude da vida terrena para pagar o preço (lá na frente e dependendo do "julgamento de Deus") com o inferno. Os crentes pagaram adiantado um bem para recebimento futuro. Mas incerto porque nem todos os crentes seriam merecedores do "paraíso". E eles também não sabem quais os critérios desse "deus". Já os ateus só vão pagar no futuro (o castigo do inferno) com 100% de certeza de que estão pagando pelo que receberam (a liberdade de viver a sua vida terrena na plenitude). Muito justo. Ocorre que a maioria dos ateus acha o paraíso um saco, por terem de conviver com a crentaiada (o maior castigo) uma vida chata e modorrenta; no inferno estarão melhor acompanhados, junto aos seus iguais. O sofrimento do inferno não pode ser maior do que o de viver no paraíso, com os crentes, na mesmice (rs,rs,rs,rs).

Então, a "aposta de Pascal" está furada, porque não levou em conta as preferências e o risco calculado dos ateus. Na 1ª hipótese, os ateus ganham (já furou o raciocínio de Pascal) e, na segunda, perdem, mas só após a morte e uma perda que vale a pena. Portanto, no balanço geral (vida 1 + vida 2), ganham os ateus, já que os crentes perdem na 1ª e na 2ª, porque  o tal paraíso deve ser chato pra cacete.

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