Irreligiosos

Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

Visão contraditória do Espiritismo sobre o Materialismo

Saudações Teístas,

Hermanos... bom, trago esse tópico aqui para vocês saberem um pouquinho o que Allan Kardec falou sobre as pessoas que não tinham nenhum tipo de fé! É um texto neutro do meu ponto de crença, pois como vocês já sabem sou teísta. Mas nem por isso concordei com o que li a respeito dos materialistas.

Devido a eu ter estudado a Codificação Espírita, ficou muito difícil seguir a linha de raciocínio de Kardec uma vez que seus livros também falam as mesmas coisas que ele criticava quanto aos materialistas.

Vamos lá,

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PARTE 1

 

Visão contraditória do Espiritismo sobre o Materialismo 

 

“Em sua bandeira, inscrevera o mestre estas palavras: Trabalho, solidariedade, tolerância. Sejamos, como ele, infatigáveis; sejamos, acordemente com os seus anseios, tolerantes e solidários e não temamos seguir-lhe o exemplo, reconsiderando, quantas vezes forem precisas, os princípios ainda controvertidos.” (Obras Póstumas, pg 14, FEB, grifo nosso).

 

Apesar da suposta tolerância ser ensinada, os escritos do codificador espírita rumam para outro lado, o da intolerância para com os que pensavam diferente inclusive os céticos e materialistas. Sobre esses tratarei aqui.

Allan Kardec estava feliz ao detectar que o número dos materialistas era menor:

 

“Entre os materialistas, importa distinguir duas classes (...). Felizmente, são em número restrito e não formam escola abertamente confessada. Não precisamos insistir nos deploráveis efeitos que para a ordem social resultariam da vulgarização de semelhante doutrina.” (O Livro dos Médiuns, cap 3, nº 20, grifo nosso).

Para o codificador, os materialistas sofriam de pensamentos aberrantes:

 

“Por uma aberração da inteligência, pessoas há que só vêem nos seres orgânicos a ação da matéria e a esta atribuem todos os nossos atos.” (LE, nº 148, grifo nosso). 

 

Materialistas “são antes fanfarrões do que bravos” :

 

“Acresce que o nada os amedronta mais do que eles quereriam que parecesse, e os espíritos fortes, quase sempre, são antes fanfarrões do que bravos. Na sua maioria, só são materialistas porque não têm com que encher o vazio do abismo que diante deles se abre. Mostrai-lhes uma âncora de salvação e a ela se agarrarão pressurosamente”, ou seja,  apressadamente. (LE, nº 148, grifo nosso). 

 

O curioso é que a “âncora” do Espiritismo não estava funcionando para os materialistas de seu tempo. Kardec deve ter mostrado, mas eles não quiseram se agarrar a ela tão apressadamente  como ele pensava!

Para Allan Kardec atos de fraternidade e progresso feitos por céticos não eram verdadeiros:

 “ Algumas pessoas, dentre as mais cépticas, se fazem apóstolos da fraternidade e do progresso. Mas, a fraternidade pressupõe desinteresse, abnegação da personalidade. Onde há verdadeira fraternidade, o orgulho é uma anomalia (...)Onde essa crença exista, uma só máxima é racional: cada um por si, não passando de vãs palavras as idéias de fraternidade, de consciência, de dever, de humanidade, mesmo de progresso.” (LE, conclusão, nº 3, grifo nosso).

 A coisa virou “a hora do espanto”: “O Espiritismo é o mais terrível antagonista do materialismo. Não é, pois, de admirar que tenha por adversários os materialistas. Mas, como o materialismo é uma doutrina cujos adeptos mal ousam confessar que o são (prova de que não se consideram muito fortes e têm a dominá-los a consciência), eles se acobertam com o manto da razão e da ciência.” (LE, conclusão, nº 2, grifo nosso).

E para quem é materialista lá vai estar preocupado com algum “terror”  que o “terrível” Espiritismo possa propor? Isso só existia na mente do codificador espírita.

 

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 PARTE 2

 

Contradições:

Muito embora ele tenha sido contrário ao materialismo/ceticismo,  acabou entrando em contradição nas coisas que ele e os seus amigos do além  criticaram, por exemplo:

Para o codificador, o materialismo trazia problemas à família: “A que se deve atribuir o relaxamento dos laços de família e a maior parte das desordens que minam a sociedade, senão à ausência de toda crença?”

Nesse ponto, não era preciso recorrer ao materialismo para expor tal problema, pois o próprio O Livro dos Espíritos (LE) diz na questão 891 diz que uma mãe pode odiar o filho por questões de pagamentos de dívidas das outras vidas: “Estando em a Natureza o amor materno, como é que há mães que odeiam os filhos e, não raro, desde a infância destes?”

 “às vezes, é uma prova que o espírito do filho escolheu, ou uma expiação, se aconteceu ter sido mau pai , ou mãe perversa, ou mau filho, noutra existência”(grifo nosso).

 Comparando as duas crenças, Kardec pergunta: “A primeira somente mostra o presente e aniquila toda esperança; a segunda consola e desvenda o vasto campo do futuro. Qual a mais preciosa?” (LE, conclusão, nº 3).

Preciosa? Na realidade, nem uma nem outra. Como o Espiritismo poderia desvendar e consolar o campo do futuro? Pessoas, segundo tal doutrina, nascem com um “tapa-olhos”, sem memória, não sabem de onde vem nem para onde vão. Por nascerem sem lembrança acumulam mais débitos ainda, como isso poderia ser consolador e revelador ao mesmo tempo?

“Do desejo nasce a inveja dos que possuem mais e, dessa inveja à vontade de apoderar-se do que a estes pertence, o passo é curto. Que é que o detém? A lei? A lei, porém, não abrange todos os casos. Direis que a consciência, o sentimento do dever. Mas, em que baseais o sentimento do dever? Terá razão de ser esse sentimento, de par com a crença de que tudo se acaba com a vida?” (LE, conclusão, nº 3, grifo nosso).

 Ô gente, só os materialistas são invejosos? Que comentário infeliz! Desde quando o fato de uma pessoa não ter crença alguma faz dela um ser invejoso? A inveja é um sentimento de infelicidade pela felicidade dos outros. Nasce da comparação. E tal sentimento pode acontecer com qualquer pessoa, independente de religião, filosofia de vida e etc. O que pode barrar tal negatividade é a pessoa tomar conta de sua própria vida e parar de ter a atitude medíocre de se comparar aos outros.  

E é interessante observar que foi aberto um espaço para que uma pessoa materialista por sua inveja possa se “apoderar” daquilo que é do outro, isto é, roubar. Essa é uma declaração tão sem sentido, pois o codificador se “esqueceu” que na questão 260 de O Livro dos Espíritos diz que é necessário uma pessoa reencarnar entre ladrões  para lutar contra o instinto do roubo. Dessa forma, novamente, não seria preciso recorrer ao materialismo:

 “ Como pode o Espírito desejar nascer entre gente de má vida?

“Forçoso é que seja posto num meio onde possa sofrer a prova que pediu. Pois bem! É necessário que haja analogia. Para lutar contra o instinto do roubo, preciso é que se ache em contacto com gente dada à prática de roubar.”

 

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PARTE 3

 

Tem mais:

“Oh! vós, que proclamais semelhantes doutrinas, não sabeis quão grande é o mal que fazeis à sociedade, nem de quantos crimes assumis a responsabilidade! Para o céptico, tal coisa não existe. Só à matéria rende ele homenagem.” (LE, conclusão, nº 3).

É, o codificador pegou os materialistas “ para bode expiatório”. A contradição maior nesses “crimes”  atribuídos aos céticos é que esses não poderiam ser responsabilizados por tantos, haja vista que os crimes, sejam eles de que origem for, podem ser cometidos por quaisquer pessoas.

 Segundo ponto é que o próprio Espiritismo diz que os sofrimentos e mazelas da vida são conseqüências da punição das outras existências. A questão 984 do Livro dos Espíritos deixa isso bem claro. Então, em última instância a responsabilidade pelos crimes se deveriam  aos processos reencarnatórios, pois todos pagam na mesma medida o mal cometido em outra suposta vida (LE, nº 764).

Ainda, não  sabemos como alguém que recebeu explicação dos espíritos de que toda pessoa civilizada foi canibal um dia pode falar sobre o “mal à sociedade” que os materialistas poderiam causar. Imaginemos os casos da atualidade de antropofagia como o “canibal de Roterburg” na Alemanha, o cidadão procurava suas vítimas pela internet e quando conseguia matava e comia. Numa dessas deixou a vítima refrigerada por muitos meses e fazia “bifes” diariamente!

 

E  o caso estranhíssimo de Fritz Haarman em 1920?! O homem era açougueiro e fez salsichas com carne humana! Além de comê-las também chegou a vender, tornando assim alguns de seus fregueses “canibais involuntários”. E o mais intrigante: o próprio Kardec soube que ele mesmo devorava pessoas nas “outras vidas” (LE, nº 787)!

Porém, de acordo com a doutrina espírita esse é “apenas” um meio de se chegar à civilidade! Isso quer dizer que os antropófagos modernos não estão “tão” civilizados assim e precisam “melhorar” mais! E o que seria mais preocupante, o ensino de crenças como o canibalismo como meio de progressão ou o materialismo?!

Enfim, como podemos notar, Kardec e seus amigos do além não foram lá muito felizes em suas colocações contra o materialismo.

http://areflexaodaverdade.blogspot.com

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Respostas a este tópico

Ivo querido...  não sei o que está acontecendo. Quando saio do fórum, esse tópico aparece como tendo apenas Uma parte, mas na realidade são três dentro da mesma postagem.

Mas quando volto e faço o login, dá como tendo essa divisão em 3. O que será?

Lendária:

Não sei bem qual foi a sua intenção, mas se você não postou os tópicos separadamente, colocando todos englobados num só, é assim que eles vão aparecer. Na próxima vez, se desejar uma discussão separada para cada tópico, publique-os separadamente.

Quanto à análise dos tópicos, farei apenas uma observação superficial global porque muito já escrevi aqui sobre espiritismo (procure!) e também porque ando ocupado com a conclusão do meu livro.

Vamos lá: o espiritismo, nascido na França (embora com crenças já existente na Índia e no Oriente, mas não com o mesmo nome e conotação), esteve muito em moda nos séculos 19 e princípios do século XX, principalmente a partir de Kardec, que tentou codificá-lo, mas inicialmente não como religião e sim como uma " a ciência espírita" (???), (na verdade, uma pseudociência), a ser estudada, aperfeiçoada e desenvolvida. Aliás, ele deixou isso bem claro em seus livros, mas entrou em contradição mais tarde, quando permitiu leves traços religiosos ao que não conseguia explicar. O seu mérito reside nisto, apesar dos grandes e naturais erros que cometeu, perfeitamente compreensíveis. Estabeleceu-se, a partir dele, uma espécie de "doutrina espírita" que, depois da sua morte, os fanáticos transformaram em "religião" e lhe acrescentaram um monte de baboseiras e teorias furadas, próprias das religiões. Aí, a vaca foi pro brejo e o espiritismo caiu num certo descrédito, por conta dos exageros e devaneios dos "desesperados por Deus".

Por sorte, houve uma dissidência e uma minoria não fanática resolveu continuar a obra de Kardec, estudando os fenômenos espíritas e tentando explicá-los, mas quase sempre (ainda) sem sucesso. Ou seja, tem-se o fato, mas não a explicação correta (eu disse "correta" porque pseudo- explicações e achismos existem muitos). Fenômenos como reencarnação, EQM, EFC, RVP, etc, ainda precisam ser melhor explicados. E isso nem a ciência, nem a religião, nem o espiritismo conseguiu.

Você acha que o "espiritismo" é mesmo uma religião? Leia, aqui mesmo neste site o meu post "Espiritismo: Ciência, Pseudociência, Filosofia ou Dogma Religioso?" ", que julgo bastante pertinente à discussão do assunto que você propôs.

Por último, uma perguntinha: E aquele seu debate com o Alfredo, você não vai "pintar na área"? Ele já vestiu a camisa, calçou as chuteiras e está fazendo aquecimento, aguardando você entrar em campo. Vail á, vai lá, vai lá!

Abraços!

 

Saudações Teístas,

Ivo, querido...rsrs, como eu disse, minha participação será semanal ou quinzenal. É o tempo! "guenta coração".... minha life é mto corrida.

Mas, rufem os tambores....

Só devemos ter cuidado para , saindo da crenças no espriitismo ou julgando-a, não cair no mito do cientificismo, que é outra coisa contraditória... Tem um livro especila que trata sobre este tema - esse mito tao recorrente, porque se alstrou pela sociedade moderna: AFINAL, O QUE É CIENCIEA?

Se eu fosse versado no tema, logo escreveria um post sobre o Cientifiscismo, pois traz algo de cegueira que deixas as pessoas usarem-no para tudo contradizer e tudo afirmar... Temos ´q eu assumir nossa ignorancia quanto a quase todos os fatos da vida e ver que a ''ciencia ja instituida'', na verdade, conhece muito poiuco,.. e não podemos usar o seu obviu desconhecimento perante muitas coisas para afirmar a negação do estudo ou mesmo da crenças,no caso de fatos espiritistas, destas muitas coisas... Calemo-nos e vamos dar a razão ao nada do futuro, que se manifestará melhor que nós - no futuro!!!

RSRS.... Saudações fraternais e,neste, caso,irreligiosas...

Ivo S. G. Reis disse:

Lendária:

Não sei bem qual foi a sua intenção, mas se você não postou os tópicos separadamente, colocando todos englobados num só, é assim que eles vão aparecer. Na próxima vez, se desejar uma discussão separada para cada tópico, publique-os separadamente.

Quanto à análise dos tópicos, farei apenas uma observação superficial global porque muito já escrevi aqui sobre espiritismo (procure!) e também porque ando ocupado com a conclusão do meu livro.

Vamos lá: o espiritismo, nascido na França (embora com crenças já existente na Índia e no Oriente, mas não com o mesmo nome e conotação), esteve muito em moda nos séculos 19 e princípios do século XX, principalmente a partir de Kardec, que tentou codificá-lo, mas inicialmente não como religião e sim como uma " a ciência espírita" (???), (na verdade, uma pseudociência), a ser estudada, aperfeiçoada e desenvolvida. Aliás, ele deixou isso bem claro em seus livros, mas entrou em contradição mais tarde, quando permitiu leves traços religiosos ao que não conseguia explicar. O seu mérito reside nisto, apesar dos grandes e naturais erros que cometeu, perfeitamente compreensíveis. Estabeleceu-se, a partir dele, uma espécie de "doutrina espírita" que, depois da sua morte, os fanáticos transformaram em "religião" e lhe acrescentaram um monte de baboseiras e teorias furadas, próprias das religiões. Aí, a vaca foi pro brejo e o espiritismo caiu num certo descrédito, por conta dos exageros e devaneios dos "desesperados por Deus".

Por sorte, houve uma dissidência e uma minoria não fanática resolveu continuar a obra de Kardec, estudando os fenômenos espíritas e tentando explicá-los, mas quase sempre (ainda) sem sucesso. Ou seja, tem-se o fato, mas não a explicação correta (eu disse "correta" porque pseudo- explicações e achismos existem muitos). Fenômenos como reencarnação, EQM, EFC, RVP, etc, ainda precisam ser melhor explicados. E isso nem a ciência, nem a religião, nem o espiritismo conseguiu.

Você acha que o "espiritismo" é mesmo uma religião? Leia, aqui mesmo neste site o meu post "Espiritismo: Ciência, Pseudociência, Filosofia ou Dogma Religioso?" ", que julgo bastante pertinente à discussão do assunto que você propôs.

Por último, uma perguntinha: E aquele seu debate com o Alfredo, você não vai "pintar na área"? Ele já vestiu a camisa, calçou as chuteiras e está fazendo aquecimento, aguardando você entrar em campo. Vail á, vai lá, vai lá!

Abraços!

 

Ivo,

pelo pouco que li suas postagens, me parece muito sensato ao falar.
Estou gostando do fórum e é muito bom saber que foi criado por alguém como você.

Obrigado.

Ivo S. G. Reis disse:


 

Lendárya disse:

Saudações Teístas,

Hermanos... bom, trago esse tópico aqui para vocês saberem um pouquinho o que Allan Kardec falou sobre as pessoas que não tinham nenhum tipo de fé! É um texto neutro do meu ponto de crença, pois como vocês já sabem sou teísta. Mas nem por isso concordei com o que li a respeito dos materialistas.

Devido a eu ter estudado a Codificação Espírita, ficou muito difícil seguir a linha de raciocínio de Kardec uma vez que seus livros também falam as mesmas coisas que ele criticava quanto aos materialistas.

Não vou me estender em refutações ao que a Lendárya escreveu porque, ao que me parece, ela não participa mais por aqui, pelo menos não ativamente, o que inviabiliza qualquer debate.

Então, apenas um esclarecimento para os participantes que não a conhecem, uma vez que sua apresentação (Teísta) pareceu-me muito vaga. Mais exatamente, ela é protestante, já a conheço como "Sarah" de outros fóruns, o que torna a sua opinião sobre a doutrina espírita, no mínimo parcial! Prefiro aguardar opiniões isentas sobre tal doutrina, uma vez que conheço muito pouco mas tenho curiosidade em saber mais.

Por mais paradoxal que possa parecer, o pouco que aprendi sobre espiritismo está registrado na Bíblia que é "regra de fé" para os cristãos, tais como a Lendárya, e, não percebi muitas diferenças entre uma crença e outra. Porque muitas coisas que os cristãos refutam, e tratam-nas como inverossímeis ou "heréticas", como por exemplo, reencarnação, contatos com mortos, exercícios de adivinhações, encontram-se registrados no mesmo livro. Sendo assim, "heréticos" ou não, por coerência, tais fatos deveriam ser aceitos pelos cristãos, ao menos como verdadeiros, já que segundo estes, a Bíblia é acreditada como a palavra infalível de Deus.

Abs.  

Sou Ateu-espiritualista. Vejo contradições na Bíblia, no Evangelho segundo o espiritismo, no hinduísmo, e em todos ismos. Tenho as minhas experiências com o espiritismo Kardecista, já li a Bíblia três vezes e o pentateuco kardecista, mas sou radical, vou a raiz do que está escrito, p. ex, são os espíritos menos inteligentes que vem habitar o planeta terra, e a gente não morre, simplesmente desencarna e vai para onde merecer. paraíso e inferno não existe, na casa do Pai tem muitas moradas, então não existe vida somente no planeta terra. 

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