Irreligiosos

Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

O que é?

"Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A Prelatura da Santa Cruz e Opus Dei (em latim Obra de Deus) é uma instituição hierárquica da Igreja Católica, uma prelazia pessoal (prelatura pessoal em Portugal), composta por leigos, casados, solteiros e sacerdotes. Tem como finalidade participar da missão evangelizadora da Igreja. Concretamente, o Opus Dei procura difundir a vida cristã no mundo, no trabalho e na família, a chamada universal à santidade e o valor santificador do trabalho quotidiano.
O Opus Dei foi fundado no dia 2 de outubro de 1928 por Josemaría Escrivá de Balaguer, sacerdote espanhol canonizado em 2002. O termo latino "Opus Dei" significa "Obra de Deus". No dia 28 de novembro de 1982 o papa João Paulo II através da Constituição Apostólica Ut Sit constituiu o Opus Dei como prelazia pessoal."

" Origem: SuperInteressante.

Imagine sua mente sendo monitorada 24 horas por dia. Você está num lugar onde não é permitido ver televisão ou ir ao cinema. Até o jornal chega editado às suas mãos. Ninguém pode ter amigos do lado de fora e o contato com a família é restrito.

Pelo menos duas horas por dia, você tem de amarrar um cilício na coxa – espécie de instrumento de tortura com pontas metálicas que machucam a pele. Quanto maior for o seu desconforto, melhor: isso significa que a instituição está exercendo mais controle sobre você. Se doer demais, tudo bem, você poderá trocar de coxa na próxima vez. O importante é que a experiência não passe em branco. Tem de machucar, deixar marcas. Caso contrário, não “faz efeito”Uma vez por semana, você terá também de golpear suas nádegas ou suas costas com um chicote. E ainda passará pelo que é chamado de “sinceridade selvagem”: contar aos seus superiores cada pensamento que passa pela sua cabeça, principalmente aqueles segredos mais íntimos, sobre os quais não se comenta nem no banheiro, de porta fechada e luz apagada. Se você não revelar tudo, mas tudinho mesmo, estará mantendo um “segredo com Satanás”A influência que a “Obra de Deus” exerce sobre o Vaticano pode ser medida pelo processo incrivelmente rápido de canonização de Escrivá – o 2º mais breve na história da Igreja Romana, atrás apenas do de madre Teresa de Calcutá."

“A mais brutal forma de manipulação humana”


A seguir, trecho do livro Opus Dei – Os bastidores.

Após o seu ingresso, em princípio irrevogável, o numerário aos poucos vai se moldando à Obra até que, em palavras do seu fundador, tenha somente o fim corporativo. É nesse moldar-se (ou anular-se) que a violência moral e espiritual se processa, lenta mas poderosamente. Toda e qualquer espontaneidade é suprimida e substituída gradativamente pelo dever de servir à Obra, que é, como se pode depreender, sinônimo de servir a Deus e à Igreja. A vontade de Deus vai se manifestando concreta e paulatinamente ao numerário pelos diretores, que também são numerários. A obediência genérica vai sendo detalhada. Para aquele que mora nos centros da Obra, mesmo um simples telefonema aos pais será motivo de consulta, pela qual se estabelecerá a conveniência de se fazer ou não a chamada. As correspondências que chegam para o numerário são todas violadas pelos diretores, e as cartas escritas pelo numerário são lidas por esses mesmos diretores antes de lacradas nos envelopes e enviadas. O numerário vai descobrindo, assim, pouco a pouco, em que consiste ter dito sim a Deus. Trata-se de ter dito um sim definitivo à Obra, sempre, em qualquer assunto, pois nela “não existem desobediências pequenas” e já não existe uma vida propriamente individual.

A coerção exercida dentro da Obra, que consiste em fazer com que uma pessoa realize “livremente” e com “alegria”, mesmo não querendo, mesmo chorando, mesmo amargurada e aflita, o que lhe é ordenado, sempre em nome de Deus, é a mais sofisticada e brutal forma de manipulação perpetrada contra a dignidade humana. É uma coação, digamos assim, limpa e sem marcas, na qual não é necessária a força ou a tortura física. Os diretores assumem, perante o numerário, uma dignidade divina. Os diretores devem ser obedecidos sem pestanejar, e os que obedecem terão de dizer que obedecem porque queriam e querem sempre obedecer.

O Opus Dei é uma máquina manipuladora perfeita, perversa, sugadora da individualidade e da liberdade de seus membros e só poderá ser detida ou reformada se pessoas decentes dentro da Obra se revoltarem e não aceitarem as loucuras que dizem ser vontade de Deus.

Depoimento


Um dos depoimentos publicados no livro é de Marcio Fernandes da Silva. Ele descreve a trajetória típica de um numerário, segundo os autores: conheceu o Opus Dei muito cedo, com cerca de 10 anos de idade, quando passou a freqüentar atividades sociais promovidas pela prelazia num clube em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo. Com 14 anos começou a ir ao centro do Opus Dei na região, onde recebia “formação”, que incluía palestras e uma conversa semanal com um sacerdote. “É claro que não foi do dia para a noite que passei a participar dessas atividades. O pessoal do centro foi me propondo participar de cada uma delas de maneira gradual”, relata Marcio Silva. Até mesmo visitas a hospitais e favelas ele foi levado a fazer, não com a finalidade de assistir aos pobres e doentes, mas sim de despertar nele sentimentos de generosidade, usados depois para fazê-lo tornar-se membro da instituição, segundo conta. Estava preparado o “plano inclinado”, o processo em que a pessoa é levada a descobrir sua suposta vocação para a Obra até “apitar” – ou seja, pedir sua admissão como membro da instituição.

O livro reproduz ainda uma “conversa fraterna”, também chamada de “confidência”. Trata-se de uma sessão de 45 minutos de conversa semanal, em que o numerário escancara sua alma diante do diretor do centro onde reside, revelando toda sua intimidade. O texto citado no livro é uma simulação “nada exagerada e altamente reveladora”, segundo os autores:

– Eu estava pensando em ir almoçar domingo com meus pais.
– Quando foi a última vez que você esteve com eles?
– Há um mês.
– Não convém criar hábitos nessas visitas à família de sangue. Espera umas duas semanas e aí você volta a me consultar.
Não à toa, o livro publica a carta da família de um numerário, em que, ironicamente, agradece ao Opus Dei “por mais um Natal triste, ao qual nosso filho não vai comparecer porque agora – segundo vocês – ele tem outra família” e “pela destruição da nossa família, que era feliz, normal e católica”.

Alucinações 


Submetidos a um regime de regras rígidas, obediência cega e autoritarismo, os numerários acabam tendo sérios problemas mentais, segundo o livro. “Houve um numerário que começou a sentir dores de cabeça terríveis, chegou a ser tratado na clínica de Navarra, na Espanha, e acabou absolutamente imprestável para viver na Obra, que o devolveu ‘caridosamente’ para os pais. Outro começou com sintomas de depressão, foi mal diagnosticado, mal medicado e chegou a ter alucinações”, exemplificam os autores. “Outro numerário tornou-se meio que alienado, e vive encostado no centro, ex-funcionário brilhante na Cesp. Outro ainda, depois de largar, aos 50 anos, um bom cargo na Telefônica, dedica-se hoje a assistir a aulas de filosofia como ouvinte e a divulgar o pensamento do filósofo Leonardo Pólo, do Opus Dei.” Prescrito por médicos do Opus Dei, o tratamento dado a essas pessoas inclui choques elétricos e antidepressivos.


Na política

O ex-secretário de Cultura de São Paulo, Andrea Matarazzo (PSDB), teria afirmado em conversa com diplomatas americanos que o governador Geraldo Alckmin pertencia à Opus Dei, segundo um telegrama obtido pelo WikiLeaks. 

No documento do WikiLeaks, o secretário teria definido Alckmin como um "católico conservador". Segundo o relato, Matarazzo vê Alckmin como um político de "orientação direitista", que só vê o mundo "da perspectiva de São Paulo.

Em artigo publicado no Jornal do Brasil, o advogado tributarista Ives Gandra Martins assume abertamente o apoio à Geraldo Alckmin e procura traçar os possíveis cenários do governo. Para quem não o conhece, Ives Gandra, que circula com desenvoltura nas esferas de poder e possui generosa exposição na mídia, é o principal supernumerário do Opus Dei no Brasil. Ele foi um dos primeiros brasileiros a ingressar nesta seita religiosa ultra-conservadora e é considerado o seu porta-vozes mais influente na política nacional, com a meta de fortalecer a ala conservadora da Igreja Católica e se contrapor ao avanço das idéias de esquerda no país.Ives começou a freqüentar as reuniões do Opus Dei em 1963. Ele fazia pregações semanais para o governador Geraldo Alckmin, no interior do próprio Palácio dos Bandeirantes, nas chamadas “palestras do Morumbi”.

Ives Gandra manifesta publicamente a sua simpatia por Geraldo Alckmin – o que não é comum na tradição desta seita, que cultua o anonimato e segue fielmente um dos principais ensinamentos do seu fundador, Josemaría Escrivá: “Acostuma-se a dizer não”.

O movimento católico Opus Dei tornou-se uma "presença significativa" na vida do candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos Rick Santorum, que fez de sua fé um dos eixos de sua campanha, disse nesta terça-feira o jornal The Washington Post.

A publicação mostra uma evolução da fé de Santorum, que de uma postura mais liberal em sua juventude passou a praticar o catolicismo de maneira fervorosa.

Santorum, então senador pela Pensilvânia, começou um grupo de oração na Câmara Alta. Em 2002, viajou a Roma com McCloskey com o objetivo de participar de uma conferência para celebrar a canonização do fundador do Opus Dei, Josemaría Escrivá de Balaguer.

Em sua intervenção na conferência, Santorum apoiou a posição de Escrivá de Balaguer, que considerava "absurdo" alguém deixar a fé católica de lado ao se envolver com a política.

Nos debates legislativos sobre o aborto, disse Santorum na audiência em Roma, ele escutava Escrivá dizendo que "não é verdade que haja um conflito entre ser um bom católico e servir fielmente à sociedade civil".

Santorum enfrenta uma etapa difícil nas primárias republicanas 2012 em Illinois, mas obteve grandes vitórias nos estados de Alabama e Mississipi, onde o voto dos cristãos conservadores foi crucial.

Durante um de seus discursos, Santorum disse que a frase que mais escuta de seus eleitores é "rezo por você". Sua esposa, Karen, disse que o marido acredita que "Deus o chamou" para concorrer à Presidência dos Estados Unidos.

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O bispo de Guarulhos (SP), dom Luiz Gonzaga Bergonzini, disse em entrevista ao G1 que orientará os padres da cidade a pregar nas missas o voto contra os candidatos do PT.

"Vou mandar uma circular para os padres da diocese pedindo que eles façam o pedido na missa, para que os nossos fiéis não votem nos candidatos do PT.

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Com sua filiação à Obra(Opus Dei), um crescente número de intelectuais, médicos, parlamentares, juizes e jornalistas dão ao Vaticano uma força poderosa e oculta que pretende impor seu código moral não somente ao católicos, mas através das leis e da política.

O vínculo com os fascistas



Além do rigoroso fundamentalismo religioso, o Opus Dei sempre se alinhou aos setores mais direitistas e fascistas. Durante a Guerra Civil Espanhola, deflagrada em 1936, Escrivá deu ostensivo apoio ao general golpista Francisco Franco contra o governo republicano legitimamente eleito. Temendo represálias, ele se asilou na embaixada de Honduras, depois se internou num manicômio, "fingindo-se de louco", antes de fugir para a França. Só retornou à Espanha após a vitória dos golpistas. Desde então, firmou sólidos laços com o ditador sanguinário Francisco Franco. "O Opus Dei praticamente se fundiu ao Estado espanhol, ao qual forneceu inúmeros ministros e dirigentes de órgãos governamentais"


Há também fortes indícios de que Josemaría Escrivá nutria simpatias por Adolf Hitler e pelo nazismo. De forma simulada, advogava as idéias racistas e defendia a violência. Na máxima 367 do livro Caminho, ele afirma que seus fiéis "são belos e inteligentes" e devem olhar aos demais como "inferiores e animais". Na máxima 643, ensina que a meta "é ocupar cargos e ser um movimento de domínio mundial". Na máxima 311, ele escancara: "A guerra tem uma finalidade sobrenatural... Mas temos, ao final, de amá-la, como o religioso deve amar suas disciplinas". Em 1992, um ex-membro do Opus Dei revelou o que este havia lhe dito: "Hitler foi maltratado pela opinião pública. Jamais teria matado 6 milhões de judeus. No máximo, foram 4 milhões". Outra numerária, Diane DiNicola, garantiu: "Escrivá, com toda certeza, era fascista". 

No seu processo de ascensão no Vaticano, ele contou com a ajuda de notórios nazistas. Como descreve a jornalista Maria Amaral, num artigo à revista Caros Amigos, "ao se mudar para Roma, ele estimulou ainda mais as acusações de ser simpático aos regimes autoritários, já que as suas primeiras vitórias no sentido de estabelecer o Opus Dei com estrutura eclesiástica capaz de abrigar leigos e ordenar sacerdotes se deram durante o pontificado do papa Pio XII, por meio do cardeal Eugenio Pacelli, responsável por controverso acordo da Igreja com Hitler". Um outro texto, assinado por um grupo de católicas peruanas, garante que a seita "recrutou adeptos para a organização fascista ‘Jovem Europa’, dirigida por militantes nazistas e com vínculos com o fascismo italiano e espanhol". 

Pouco antes de morrer, Josemaría Escrivá realizou uma "peregrinação" pela América Latina. Ele sempre considerou o continente fundamental para sua seita e para os negócios espanhóis. Na região, o Opus Dei apoiou abertamente várias ditaduras. No Chile, participou do regime terrorista de Augusto Pinochet. O principal ideólogo do ditador, Jaime Guzmá, era membro ativo da seita, assim como centenas de quadros civis e militares. Na Argentina, numerários foram nomeados ministros da ditadura. No Peru, a seita deu sustentação ao corrupto e autoritário Alberto Fujimori. No México, ajudou a eleger como presidente seu antigo aliado, Miguel de La Madri, que extinguiu a secular separação entre o Estado e a Igreja Católica.

Na América Latina, a Opus Dei controla o jornal El Observador (Uruguai) e tem peso nos jornais El Mercúrio (Chile), La Nación (Argentina) e O Estado de S.Paulo (Brasil). Segundo várias denúncias, ela dirige a Sociedade Interamericana de Imprensa, braço da direita na mídia hemisférica. No Brasil, a Universidade de Navarra é comandada por Carlos Alberto di Franco, numerário e articulista do O Estado de S.Paulo.

O veterano jornalista Alberto Dines, do Observatório da Imprensa, há muito denuncia a sinistra relação do Opus Dei com a mídia. Num artigo intitulado "Estranha conversão da Folha", critica seu "visível crescimento na imprensa brasileira. A Folha de S.Paulo parecia resistir à dominação, mas capitulou". No mesmo artigo, garante que a seita "já tomou conta da Associação Nacional de Jornais (ANJ)", que reúne os principais monopólios da mídia do país. Para ele, a seita não visa a "salvação das almas desgarradas. É um projeto de poder, de dominação dos meios de comunicação. E um projeto desta natureza não é nem poderia ser democrático. A conversão da Folha é uma opção estratégica, política e ideológica".

Durante seus longos anos de atuação nos bastidores do poder, o Opus Dei constituiu uma enorme fortuna, usada para bancar seus projetos reacionários - inclusive seus planos eleitorais. Os recursos foram obtidos com a ajuda de ditadores e o uso de máquinas públicas. "O Opus Dei se infiltrou e parasitou no aparato burocrático do Estado espanhol, ocupando postos-chaves. Constituiu um império econômico graças aos favores nas largas décadas da ditadura franquista, onde vários gabinetes ministeriáveis foram ocupados integralmente por seus membros, que ditaram leis para favorecer os interesses da seita e se envolveram em vários casos de corrupção, malversação e práticas imorais", acusa um documento de católico do Peru. 

A seita também acumulou riquezas através da doação obrigatória de heranças dos numerários e do dizimo dos supernumerários e simpatizantes infiltrados em governos e corporações empresariais. Com a ofensiva neoliberal dos anos 90, a privatização das estatais virou outra fonte de receitas. Poderosas multinacionais espanholas beneficiadas por este processo, como os bancos Santander e Bilbao Biscaia, a Telefônica e empresa de petróleo Repsol, tem no seu corpo gerencial adeptos do Opus. 

O jornalista Emílio Corbiere cita os casos de fraude e remessa ilegal de divisas das empresas espanholas Matesa e Rumasa, em 1969, que financiaram a Universidade de Navarra. Há também a suspeita do uso de bancos espanhóis na lavagem de dinheiro do narcotráfico e da máfia russa. O Opus Dei esteve envolvido na falência fraudulenta do banco Comercial (pertencente ao jornal El Observador) e do Crédito Provincial (Argentina). Neste país, os responsáveis pela privatização da petrolífera YPF e das Aerolineas Argentinas, compradas por grupos espanhóis, foram denunciados por escândalos de corrupção, mas foram absolvidos pela Suprema Corte, dirigida por Antonio Boggiano, outro membro da Opus Dei. Outro numerário do Opus Dei, o banqueiro Gianmario Roveraro, esteve envolvido na quebra da Parlamat.

Durante a ditadura no Brasil, a seita também concentrou sua atuação no meio jurídico, o que rende frutos até hoje. O promotor aposentado e ex-deputado Hélio Bicudo revela ter sido assediado duas vezes por juízes fiéis à organização. O expoente nesta fase foi José Geraldo Rodrigues Alckmin, nomeado ministro do STF pelo ditador Garrastazu Médici em 1972, e tio do atual governador do Estado de São Paulo. Até os anos 70, porém, o poder do Opus Dei era embrionário. Tinha quadros em posições importantes, mas sem atuação coordenada. Além disso, dividia com a Tradição, Família e Propriedade (TFP) as simpatias dos católicos de extrema direita.

Seu crescimento dependeu da benção dos generais golpistas e dos vínculos com poderosas empresas. Ives Gandra e Di Franco viraram os seus "embaixadores", relacionando-se com donos da mídia, políticos de direita, bispos e empresários. É desta fase a construção da sua estrutura de fachada - Colégio Catamarã (SP), Casa do Moinho (Cotia) e Editora Quadrante. Ela também criou uma ONG para arrecadar fundos: OSUC (Obras Sociais, Universitárias e Culturais). Esta recebe até hoje doações do Itaú, Bradesco, GM e Citigroup. Confrontado com esta denúncia, Lizandro Carmona, da OSUC, implorou à jornalista Marina Amaral: "Pelo amor de Deus, não vá escrever que empresas como o Itaú doam dinheiro ao Opus Dei".

Como você pode ver, nos bastidores do poder, existe a grande influência desta organização religiosa, onde os que sedem ao seu assédio acabam por influenciar as leis que regem a população, ficando todos a mercê das conspirações enrustidas nos bastidores.

Exibições: 1918

Respostas a este tópico

Giba, é super interessante a tua proposta da Opus Dei. Eu não lhe chamaria seita, pois esta organização, longe de ser marginal (talvez esteja errada, mas a palavra "seita" dá-me sempre a impressão de coisa "à parte"), é um dos pilares da Igreja Católica. Segundo eles, os católicos, ela alberga certo tipo de intelectualidade e esse facto é muito importante e dá um grande poder ao movimento.

Vou ler com atenção o artigo e depois deixo aqui as minhas impressões.

Abraços.

Luíza, a Opus Dei nasceu fora da igreja católica e depois, por influencia de seu fundador foi incorporada a "Santa Sé". Chamo de seita pois ela tem um credo a parte e uma maneira de pregar também a parte, como se fosse uma doutrina dentro de outra doutrina.

O correto seria chama-la de máfia do Vaticano, mas alguém poderia se ofender, pois há concorrentes fortes lá, como a TFP, que em alguns países já virou partido político.

Giba, muito interessante seu texto e gostaria de replica-lo em meu blog, claro, se voce me permitir.

Gilberto Vieira disse:

Luíza, a Opus Dei nasceu fora da igreja católica e depois, por influencia de seu fundador foi incorporada a "Santa Sé". Chamo de seita pois ela tem um credo a parte e uma maneira de pregar também a parte, como se fosse uma doutrina dentro de outra doutrina.

O correto seria chama-la de máfia do Vaticano, mas alguém poderia se ofender, pois há concorrentes fortes lá, como a TFP, que em alguns países já virou partido político.

Luísa, porque não seria seita? Vejamos o significado da palavra  seita como é ensinada nos seminários: Seita: Grupo religioso que professa doutrinas que divergem dos verdadeiros ensinos bíblicos, sendo que muitos, apesar de utilizarem a Bíblia distorcem ou negligenciam a mensagem central das Escrituras. Normalmente, formam uma comunidade fechada de cunho radical cujo sistema diverge da opinião geral, mas é seguido por muitos que se dedicam intensamente ao proselitismo.

APENAS AQUI  A OPUS DEI SE SE CARACTERIZA COMO SEITA Luísa!!!!

E no dicionário, também percebe-se que de fato é mesmo SEITA!

Vejamos:

(sei.ta)

sf.
1 Rel. Grupo de seguidores de uma crença (seita religiosa)
2 Fig. Rel. Conjunto de pessoas que professam a mesma doutrina religiosa
3 P.ext. Grupo de pessoas que seguem qualquer doutrina, princípio, sistema etc.
4 P.ext. Qualquer organização social cujos componentes defendam os mesmos princípios; PARTIDO; FACÇÃO
5 Doutrina de um mestre seguida por diversos discípulos
6 Soc. Grupo de indivíduos que se organiza voluntariamente e se fixa em lugar afastado do convívio social

[F.: Do lat. secta -ae.]

Eu hoje Luísa eu fico com a definição do dicionário, apesar de ser teóloga (ou talvez por este motivo mesmo!), e ter aprendido a ver, ler e considerar 1° definição que citei, Hoje tenho visto como seita toda e qualquer instituição religiosa assim como suas várias vertentes (seja magia, condomblé, cristian-(ismo), islam-(ismo) etc etc etc etc etc etc etc rsrsrs)

Na verdade, me tornei alérgica a religião (seja qual for), ainda não descri de deus, mas tô na beirinha rsrsrs

Bjux querida...



Luísa L. disse:

Giba, é super interessante a tua proposta da Opus Dei. Eu não lhe chamaria seita, pois esta organização, longe de ser marginal (talvez esteja errada, mas a palavra "seita" dá-me sempre a impressão de coisa "à parte"), é um dos pilares da Igreja Católica. Segundo eles, os católicos, ela alberga certo tipo de intelectualidade e esse facto é muito importante e dá um grande poder ao movimento.

Vou ler com atenção o artigo e depois deixo aqui as minhas impressões.

Abraços.

Rozana, boa tarde!

Fico super feliz por estares neste grupo de discussão, pois sei que poderás dar uma contribuição preciosa.

Tu tens toda a razão no que respeita à etimologia da palavra seita. A minha avaliação foi pessoal, um sentir, estás a ver aquelas palavras que nos lembram algo, o qual nem está relacionado com ela? É isso. Seita faz-me sempre lembrar algo à parte, marginal, semi escondido, e o Opus Dei está integrado, tem poder dentro do poder. 

Grande obrigada pelo teu esclarecimento, juro que vou ter mais atenção!

Beijinhos!



Anja Arcanja disse:

Luísa, porque não seria seita? Vejamos o significado da palavra  seita como é ensinada nos seminários: Seita: Grupo religioso que professa doutrinas que divergem dos verdadeiros ensinos bíblicos, sendo que muitos, apesar de utilizarem a Bíblia distorcem ou negligenciam a mensagem central das Escrituras. Normalmente, formam uma comunidade fechada de cunho radical cujo sistema diverge da opinião geral, mas é seguido por muitos que se dedicam intensamente ao proselitismo.

APENAS AQUI  A OPUS DEI SE SE CARACTERIZA COMO SEITA Luísa!!!!

E no dicionário, também percebe-se que de fato é mesmo SEITA!

Vejamos:

(sei.ta)

sf.
1 Rel. Grupo de seguidores de uma crença (seita religiosa)
2 Fig. Rel. Conjunto de pessoas que professam a mesma doutrina religiosa
3 P.ext. Grupo de pessoas que seguem qualquer doutrina, princípio, sistema etc.
4 P.ext. Qualquer organização social cujos componentes defendam os mesmos princípios; PARTIDO; FACÇÃO
5 Doutrina de um mestre seguida por diversos discípulos
6 Soc. Grupo de indivíduos que se organiza voluntariamente e se fixa em lugar afastado do convívio social

[F.: Do lat. secta -ae.]

Eu hoje Luísa eu fico com a definição do dicionário, apesar de ser teóloga (ou talvez por este motivo mesmo!), e ter aprendido a ver, ler e considerar 1° definição que citei, Hoje tenho visto como seita toda e qualquer instituição religiosa assim como suas várias vertentes (seja magia, condomblé, cristian-(ismo), islam-(ismo) etc etc etc etc etc etc etc rsrsrs)

Na verdade, me tornei alérgica a religião (seja qual for), ainda não descri de deus, mas tô na beirinha rsrsrs

Bjux querida...



Luísa L. disse:

Giba, é super interessante a tua proposta da Opus Dei. Eu não lhe chamaria seita, pois esta organização, longe de ser marginal (talvez esteja errada, mas a palavra "seita" dá-me sempre a impressão de coisa "à parte"), é um dos pilares da Igreja Católica. Segundo eles, os católicos, ela alberga certo tipo de intelectualidade e esse facto é muito importante e dá um grande poder ao movimento.

Vou ler com atenção o artigo e depois deixo aqui as minhas impressões.

Abraços.

Sim Luisa, percebi que seu comentário foi de cunho pessoal, e não interprete-me mau como quem intentou lhe corrigir, ao contrário, apenas pretendi expor minha alergia e ojeriza a religião; e como percebi seu comentário, aproveitei o "gancho" . Mas ainda olhando pela sua óptica de poder dentro do poder, penso que fica mais drástica ainda a coisa, pois em sendo um poder dentro do poder, seria uma facção ou melhor, uma espécie de poder paralelo, assim penso que entraria no que voce cita como sendo "poder dentro do poder" .



 Bjux amiga...


Ps.: pode me chamar só de anja mesmo rsrs






Luísa L. disse:

Rozana, boa tarde!

Fico super feliz por estares neste grupo de discussão, pois sei que poderás dar uma contribuição preciosa.

Tu tens toda a razão no que respeita à etimologia da palavra seita. A minha avaliação foi pessoal, um sentir, estás a ver aquelas palavras que nos lembram algo, o qual nem está relacionado com ela? É isso. Seita faz-me sempre lembrar algo à parte, marginal, semi escondido, e o Opus Dei está integrado, tem poder dentro do poder. 

Grande obrigada pelo teu esclarecimento, juro que vou ter mais atenção!

Beijinhos!



Anja Arcanja disse:

Luísa, porque não seria seita? Vejamos o significado da palavra  seita como é ensinada nos seminários: Seita: Grupo religioso que professa doutrinas que divergem dos verdadeiros ensinos bíblicos, sendo que muitos, apesar de utilizarem a Bíblia distorcem ou negligenciam a mensagem central das Escrituras. Normalmente, formam uma comunidade fechada de cunho radical cujo sistema diverge da opinião geral, mas é seguido por muitos que se dedicam intensamente ao proselitismo.

APENAS AQUI  A OPUS DEI SE SE CARACTERIZA COMO SEITA Luísa!!!!

E no dicionário, também percebe-se que de fato é mesmo SEITA!

Vejamos:

(sei.ta)

sf.
1 Rel. Grupo de seguidores de uma crença (seita religiosa)
2 Fig. Rel. Conjunto de pessoas que professam a mesma doutrina religiosa
3 P.ext. Grupo de pessoas que seguem qualquer doutrina, princípio, sistema etc.
4 P.ext. Qualquer organização social cujos componentes defendam os mesmos princípios; PARTIDO; FACÇÃO
5 Doutrina de um mestre seguida por diversos discípulos
6 Soc. Grupo de indivíduos que se organiza voluntariamente e se fixa em lugar afastado do convívio social

[F.: Do lat. secta -ae.]

Eu hoje Luísa eu fico com a definição do dicionário, apesar de ser teóloga (ou talvez por este motivo mesmo!), e ter aprendido a ver, ler e considerar 1° definição que citei, Hoje tenho visto como seita toda e qualquer instituição religiosa assim como suas várias vertentes (seja magia, condomblé, cristian-(ismo), islam-(ismo) etc etc etc etc etc etc etc rsrsrs)

Na verdade, me tornei alérgica a religião (seja qual for), ainda não descri de deus, mas tô na beirinha rsrsrs

Bjux querida...



Luísa L. disse:

Giba, é super interessante a tua proposta da Opus Dei. Eu não lhe chamaria seita, pois esta organização, longe de ser marginal (talvez esteja errada, mas a palavra "seita" dá-me sempre a impressão de coisa "à parte"), é um dos pilares da Igreja Católica. Segundo eles, os católicos, ela alberga certo tipo de intelectualidade e esse facto é muito importante e dá um grande poder ao movimento.

Vou ler com atenção o artigo e depois deixo aqui as minhas impressões.

Abraços.

Anja, ainda estou para aqui a rir sozinha com a tua alergia e ojeriza a religião! rsrsrs

Beijos.



Anja Arcanja disse:

Sim Luisa, percebi que seu comentário foi de cunho pessoal, e não interprete-me mau como quem intentou lhe corrigir, ao contrário, apenas pretendi expor minha alergia e ojeriza a religião; e como percebi seu comentário, aproveitei o "gancho" . Mas ainda olhando pela sua óptica de poder dentro do poder, penso que fica mais drástica ainda a coisa, pois em sendo um poder dentro do poder, seria uma facção ou melhor, uma espécie de poder paralelo, assim penso que entraria no que voce cita como sendo "poder dentro do poder" .



 Bjux amiga...


Ps.: pode me chamar só de anja mesmo rsrs

Giba, mais uma vez parabéns por mais uma excelente matéria. As neo pentecostais tiraram um pouco a atenção da questão original ou da sua continuidade direta e estabelecida. Estamos no meio disso e nem nos damos conta. Claro que sabemos, mas na verdade vivemos meio anestesiados desta consciência. Do mesmo modo que se propagou a campanha da ficha limpa, que por sinal vai muito mal, todos esses tentáculos da eminencia parda religiosa deveriam estar descobertos ao conhecimento público antes das eleições. 

Abraços.

Anja, fique a vontade para replicar qualquer um de meus textos.

Anja Arcanja disse:

Giba, muito interessante seu texto e gostaria de replica-lo em meu blog, claro, se voce me permitir.

Gilberto Vieira disse:

Luíza, a Opus Dei nasceu fora da igreja católica e depois, por influencia de seu fundador foi incorporada a "Santa Sé". Chamo de seita pois ela tem um credo a parte e uma maneira de pregar também a parte, como se fosse uma doutrina dentro de outra doutrina.

O correto seria chama-la de máfia do Vaticano, mas alguém poderia se ofender, pois há concorrentes fortes lá, como a TFP, que em alguns países já virou partido político.

Ivani, espere só até eu abordar aqui a instituição chamada de "Foro de São Paulo" e suas ligações com algumas dissidências religiosas e exotéricas.

Parece ficção científica.

Um grande abraço

Ivani de Araujo Medina disse:

Giba, mais uma vez parabéns por mais uma excelente matéria. As neo pentecostais tiraram um pouco a atenção da questão original ou da sua continuidade direta e estabelecida. Estamos no meio disso e nem nos damos conta. Claro que sabemos, mas na verdade vivemos meio anestesiados desta consciência. Do mesmo modo que se propagou a campanha da ficha limpa, que por sinal vai muito mal, todos esses tentáculos da eminencia parda religiosa deveriam estar descobertos ao conhecimento público antes das eleições. 

Abraços.

Aliás, veja um pouco do que é o Foro de São Paulo neste link http://www.emdireitabrasil.com.br/index.php/quem-e/159-que-e-o-foro..., depois eu publico aqui as ligações religiosas.

Gilberto Vieira disse:

Ivani, espere só até eu abordar aqui a instituição chamada de "Foro de São Paulo" e suas ligações com algumas dissidências religiosas e exotéricas.

Parece ficção científica.

Um grande abraço

Ivani de Araujo Medina disse:

Giba, mais uma vez parabéns por mais uma excelente matéria. As neo pentecostais tiraram um pouco a atenção da questão original ou da sua continuidade direta e estabelecida. Estamos no meio disso e nem nos damos conta. Claro que sabemos, mas na verdade vivemos meio anestesiados desta consciência. Do mesmo modo que se propagou a campanha da ficha limpa, que por sinal vai muito mal, todos esses tentáculos da eminencia parda religiosa deveriam estar descobertos ao conhecimento público antes das eleições. 

Abraços.

Gente, cheguei agora a essa discussão e vou ter de passar rapidamente pq, no momento, estou ocupado. Passei só para esclarecer uma dúvida em relação à natureza da Opus Dei: ela é uma seita sim, um forte braço de apoio externo da ICAR, sendo inicialmente uma dissidência (que ainda divide opiniões dentro da ICAR) mas foi aceita à força porque revelou-se útil aos objetivos de dominação e financeiro da ICAR. Embora a OD seja, de fato, uma seita, ela nunca é referenciada como tal e o alto clero da ICAR a teme, apesar de uma pequena parte achar que a Igreja deveria declarar oficialmente a desvinculação da OD. Venceu o lado mais forte, optando pela dissimulação e pelo silêncio, porque não lhes interessa o confronto com a OD.

Nos anos 90, explodiu aqui no Brasil um sério escândalo da OD, quando um dos egressos, um dos poucos que conseguiram abandonar a seita, revelou à imprensa seus segredos internos e a forma de vida dos internos, que levava muitos deles a estados de depressão, esquisofrenia e loucura. Os que conseguiam suportar e passar dessa fase, ascendiam dentro da organização.

Este é um assunto muito interessante. A OD  e a Igreja Católica são cúmplices. Ora a ICAR diz que a OD não integra oficialmente a estrutura organizacional católica, ora que sim, ora que é uma organização católica não oficial da ICAR, mas com princípios reconhecidos e aceitos por ela. Existem grandes mistérios nesse relacionamento. Parece que aqui imperou o lema: "Se não podes vencer o inimigo, junta-te a ele!".

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