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Religião, Política e Suas Conspirações

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Religião, Política e Suas Conspirações

Até onde eu consegui encontrar referências, há um elo de ligação entre cada tentáculo religioso e político atual, compondo este emaranhado de atitudes e decisões dos governos em prol da manipulação das massas.

Eu acabei ficando meio confuso diante de tantas instituições trabalhando pelo mesmo propósito, o poder.

Gostaria da ajuda dos membros daqui para tentarmos compor as ligações estratégicas e históricas destas instituições.

Pretende-se examinar os aspectos econômicos e políticos, desde as doutrinas mais divulgadas, como o cristianismo, até o sionismo, recentemente discutido aqui no forum.

Agradeço a quem puder colaborar.

Um grande abraço;

Giba

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Tags: Revolução de 1932, Maçonaria

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Comentário de Jairo Navarro Dias em 25 fevereiro 2013 às 22:41

Então, Márcia, se quiser se aprofundar nos negócios da recuperação de metais preciosos, o site http://goldrefiningforum.com fornece dicas sobre métodos, materiais e matérias primas, além de segurança (Na manipulação dos químicos) e assuntos correlatos.

Eles possuem uma vasta biblioteca de tutoriais e publicações sobre o assunto.

Uma passada no sucateiro pode render bastante ouro, e pessoas de qualquer classe social, desde que tendo tempo e os materiais certos, podem ter seu ouro, prata, até mesmo platina recuperados em casa

Sobre o filme, os sionistas se dão ao luxo de colocar a informação na nossa frente, pois acham que nós somos burros o bastante para não percebermos. E, tem uma coisa que eu li e achei interessante, "A melhor mentira comtém 90% de verdade", aí eu me indago, quantas verdades nos foram passadas em filmes as quais acabamos ignorando por causa do caráter ficcional dos filmes em si?

Comentário de Gilberto Vieira de Sousa em 25 fevereiro 2013 às 19:58

A grande mentira ou coisa totalmente inverossímel : uma advogada "justamente" vinda da poderosa ilha da especulação do  capital judaico(Manhatan) a perseguir operações bancárias ilegais,rs,rs,rs,.

Márcia, em toda família tem uma velha negra...

Comentário de Márcia Zaros em 25 fevereiro 2013 às 19:29

Boa dica Jairo(pra quem pode, né....creio que o melhor é isso mesmo,comprar ouro porque é ele quem dá as cartas no mundo, tanto que é e sempre foi o monopólio do ouro e também diamante negócios preferidos entre outros, da elite judaica. 

Boa dica do filme, Giba.   A Hollywood's kosher subestima tanto os goyns que brinca desavergonhadamente e sarcasticamente, na "cara dura" , no que eles fazem do mundo real. Todo o filme por motivos óbvios, né ...é ficção,mas a parte mais sarcástica do filme é  que ele mostra uma grande mentira e uma grande verdade. A grande mentira ou coisa totalmente inverossímel : uma advogada "justamente" vinda da poderosa ilha da especulação do  capital judaico(Manhatan) a perseguir operações bancárias ilegais,rs,rs,rs,. A grande verdade: o centro das negociações ilegais é  Israel...rs,rs,rs,só Hollywood mesmo,  pode se dar ao luxo! 

Comentário de Jairo Navarro Dias em 25 fevereiro 2013 às 13:11

Bom, minha conta em banco está vazia há tempos (Só usava pra poupança mesmo), e não compro mais nada a prestação. Estou juntando ferramental para iniciar meu negócio paralelo de garimpo eletrônico, é melhor pegar ouro e prata do lixo do que contrair dívida dos bancos. E aconselho quem for contra o sistema a juntar seu patrimônio em ouro (Ou, se não puder, em prata), para o caso de uma "manobra bancária" que liquide de vez com o dinheiro do pobre contribuinte. 

Comentário de Gilberto Vieira de Sousa em 25 fevereiro 2013 às 12:01

Louis Sallinger (Clive Owen) é um agente da Interpol que, juntamente com Eleanor Whitman (Naomi Watts), a promotora de justiça de Manhattan, busca levar à justiça um dos bancos mais poderosos do mundo. Para tanto eles investigam diversas atividades ilegais, tendo que rastrear quantias espalhadas ao redor do planeta.

Esta é a sinopse do filme "Trama Internacional".

Em dado momento do filme um dos diretores do banco explica qual é a verdadeira mina de ouro da instituição, que se trata de financiar as operações revolucionárias em determinados países e financiar a guerra em outros, sendo que ambas as opções são conflitos armados, onde o banco entra com o capital e o país fica com dividas financeira e política com a instituição.

E para dar um pouco mais de crédito ao que a Márcia insiste em relatar, as negociações mais importantes são realizadas em Israel.

Por que será?

Assistam ao filme  "Trama Internacional", eu recomendo.

Ficha técnica:

Diretor: Tom Tykwer
Elenco: Clive Owen, Naomi Watts, Armin Mueller-Stahl, Jack McGee, Angelina Aucello, Ulrich Thomsen, Brían F. O'Byrne, Patrick Baladi, Remy Auberjonois, Victor Slezak, Ty Jones, Luca Calvani, Luca Barbareschi, Amy Kwolek
Produção: Lloyd Phillips, Charles Roven, Richard Suckle,
Roteiro: Eric Singer
Fotografia: Frank Griebe
Trilha Sonora: Reinhold Heil, Johnny Klimek, Tom Tykwer
Duração: 118 min.
Ano: 2009
País: EUA
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida
Estúdio: X-Filme Creative Pool
Classificação: 14 anos

Comentário de Márcia Zaros em 25 fevereiro 2013 às 11:42

Pois é Jairo,como eu já falei aqui, e muita gente sabe disso:  a guerra é o negócio mais lucrativo do nosso  mundo capitalista. E se é por lucros que a nossa elite dos 1%literalmente batalha, devemos saber que,  para sempre lucrar, é preciso "investir" ou "jogar nos dois times",  dois lados das guerras,  e então com uma lista de nomes e outros conhecimentos podemos ver,  sim,  a elite judaico-sionsita européia e americana, no topo dos financiamentos dos exércitos(venda de armas e equipamentos), e depois das guerras financiando(através do FMI,Fed.R.,Banco Mundial-bancos privados judaico sionsitas) as indenizações e os projetos de reconstrução(é aqui que os países se individam com eles, além dos financiamentos "concedidos" aos governos para o "avanço do chamado progresso"). 

Você perguntou:"Será que não há um jeito de quebrar esse círculo vicioso?

Para isso acontecer teríamos de derrubar o poder do capital. Isso é possível?Poderíamos derrubar o poder dos bancos?Não acredito que se possa derrubar esse poder ao  menos enquanto houverem correntistas. As pessoas vão simplesmente deixar de utilizar os serviços bancários? Isso seria possível?

Jairo, o porque de eu não acreditar nesses famosos movimentos, que em vez de ficarem acampados na frente de instituições com uma linguagem neo-hiponga pregando a não violência à moda Gandhi, porque não combinam um movimento mundial de retirada de todo o dinheiro dos bancos?  Nem mesmo estes críticos do sistema encerram as suas contas bancárias, nem deixam de comprar suas quinquilharias(pura hipocrisia).Quando os banqueiros e os governos querem nos ferrar eles não apelam para os nossos bolsos? Mas nós nada fazemos para ferrarmos os cofres dos banqueiros, muito ao contrário, corremos para as lojas em compramos tudo que o capital judaico-sionista pode nos financiar(usura instituída). Aqui nos deparamos também com a nossa parcela de "culpa" que damos ao poder dos banqueiros,pois não vemos como um absurdo pararmos as nossas operações bancárias, deixarmos de curtir as maravilhas do capitalismo ? Vamos querer nos prejudicarmos? Pois, é com isso que contam os banqueiros totalmente seguros em seu círculo de dependência vicioso. 

Jairo, é melhor nos readaptarmos e tentarmos minimizar em nossas vidas de todo o tipo de dependência absoluta do sistema. Minimizar é o maximo(paradoxo) que a essa altura podemos fazer.Deixamos por ignorância,burrice, e comodismo  esses velhacos assumirem o controle de nossas vidas.

A coisa piorará e muito, pois com o neoliberalismo, as fronteiras caíram,os nacionalismo e patriotismos evaporaram, já entramos para o governo mundial da grande corporação.

Comentário de Jairo Navarro Dias em 24 fevereiro 2013 às 18:12

Uma pena, uma pena mesmo. Será que não há um jeito de quebrar esse círculo vicioso?

Quando leio sobre os judeus, fico aqui pensando com os meus botões, se não foram os "maus" que venceram a Segunda Guerra Mundial...

Se eu falei besteira, me corrijam.

Comentário de Márcia Zaros em 23 fevereiro 2013 às 8:51

Jairo,além de tudo o que eu disse abaixo, o que me deixa ainda mais desanimada é saber que memo esses movimentos famosos supostamente por "iniciativa popular" são na realidade parte do grande jogo. A prórpria elite dos 1% financia estes movimentos,veja que nos sites desses 1%(sionistas) sempre estão promovendo estes movimentos, que se fossem mesmo uma ameaça, nem seriam referidos,muito menos teriam tanta cobertura da grande mídia(melhor reunir logo uma turminha que poderia causar estragos, finacia-los e sempre controla-los(pregando a não violência(não estou dizendo que sou à favor da violência,mas na nossa sociedade capitalista nada que é pacifista tem sucesso(o capitalismo é draconiano, a elite dos 1% sabe bem disso, e tem medo mesmo é de ser atacada) . Infelizmente, tudo que tem grande cobertura e apoio da grande mídia é tipo Denorex, parece mas não é.Vou citar um exemplo que pode deixar muita gente romântica p da vida comigo:Gandhi   o mito. Quem não agrada ou é ameaça verdadeira à  elite dos 1%(judaico sionista) não se torna um mito através de seu grande poder midiático. Gand. tinha boa intenções, eu não duvido disso, mas na realidade, ele foi habilmente utilizado, como ferramenta de pacificação(evitar que os indianos realmente revidassem com os ingleses como a exemplo os árabes contra a covardia israelita),por fim Gandhi trabalhava muito mais para a resignação dos indianos(não violência) e a criação do mito de Independência . A Índia sempre foi controlada por judeus desde o mercantilismo(mercado especiarias)sempre ao serviço da Talassocracia judaica. A "Independência" da Índia, é um mito.Idem a nossa,que continua uma colônia do capital internacional dos banqueiros judeus sionistas dos países baixos.

"Após a divisão da Índia ambos os domínios continuam de fato na dependência econômica, política e militar da Inglaterra. O capital inglês, também após a partilha da Índia, conservou e fortalece a sua posição dominante na economia da Índia e do Paquistão. Esta situação é confirmada pelo fato de que, por exemplo, nos vários setores da indústria de ambos os domínios se criam muitas sociedades anônimas mistas anglo-indianas nas quais o capital inglês desempenha uma função dominante. Os capitalistas ingleses de forma alguma, se utilizam de suas posições nas sociedades anônimas anglo-indianas no interesse da industrialização da Índia. Como se sabe, muitas destas sociedades mistas lançam no mercado indiano, com a sua marca, produtos manufaturados na Inglaterra."

A "libertação" da Índia é o autêntico exemplo do que podemos citar o famoso ditado:"pra inglês ver".

Só citei isso tudo para lembrar que na nossa sociedade capitalista rigidamente controlada pelos 1% tudo o que recebe apoio(admiração(transformam em um mito, grande "fenômeno" porque tem seu apoio financeiro) da grande mídia, precisa ser cuidadosamente investigado,é preciso ver além das aparências.

Comentário de Márcia Zaros em 23 fevereiro 2013 às 7:46

Jairo,eu acho que a gente deveria fazer algo parecido como  o Anonymous, ou até partirmos para o "poder político" , um partido pelo menos(naõ acredito em coisas que possam estabelecer mudançassem forçapolítica ou pelo menos midiática(de influenciar pessoas), mas eu não espero sucesso em uma união aqui no Brasil,  porque é muito difícil as pessoas abandonarem a sua zona de conforto mesmo aqueles que se dizem indignados e fazem críticas mordazes ou reveladoras. Aqui entre nós, irreligiosos,ateus,anti-teístas, e afins, não conseguimos nem mesmo uma cooperativa para nos unirmos numa produção editorial(veja o poder desse ramo de influenciar as pessoas,a exemplo o sionismo e suas grandes mentiras espalhados de forma randômica em livros, monografias) com  que dirá ações diretas e públicas(manifestações nas ruas e eventos).Acredito que só saem da zona de conforto aqueles que se  sentem lesados diretamente, e aqueles que de fato se revoltam com injustiças. Aqueles que só se indignam intelectualmente falando e não se sentem lesados diretamente geralmente não põem a mão na massa, só ficam no campo ideológico(porque é mais confortável e seguro).Além do que os brasileiros não tem uma tradição cultural de se organizarem e protestarem, seja lá pra o que for,como vemos os europeus fazerem por exemplo, por qualquer coisa. Aqui no Brasil todo mundo  só se preocupa com o seu traseiro(se tudo estiver bem comigo que se danem os outros) maioria não têm capacidade intelectual para perceber que tudo o que acontece em nossa sociedade acaba cedo ou tarde se refletindo em todos os setores e acaba nos atingindo querendo ou não, fora esses o restante édesprovido de miolos mesmo e só quer saber de futebol, novela e bunda(carnaval).  

Comentário de Jairo Navarro Dias em 23 fevereiro 2013 às 0:51

Márcia, nessas horas que eu invejo os Anonymous. Eles são uma entidade única, sem líderes nem subordinados, e quando descobrem um objetivo, eles se ajudam mutuamente. Inclusive, outro dia, vi um vídeo dos Anonymous convocando para uma operação contra a Igreja Universal.

Sei lá, poderíamos formar um grupo no molde dos Anonymous para combater os abusos religiosos. E, depois, evoluir para uma mobilização mais ampla contra esses "donos do Mundo".

 

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