Irreligiosos

Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

Recebemos em nosso e-mail, para publicação, o texto abaixo, de autoria de Adriano Benayon, doutor em economia pela Universidade de Hamburgo, Alemanha, e autor do livro Globalização versus Desenvolvimento. Segue o texto para avaliação e discussão pelos nossos colegas:

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O Brasil tem de reviver como Nação

Adriano Benayon * - 01.12.2015

Ao longo da 1ª metade do Século XX, o Brasil fez notáveis progressos através da industrialização e do fortalecimento das instituições financeiras públicas. Também, na área social, com a decretação do salário mínimo (1930) e da legislação trabalhista (1932, consolidada em 1943). Economia e relações sociais são interdependentes.

2.  Entretanto, esses avanços -  interrompidos de 1946 a 1950, quando a  política do País se submeteu facilmente ao império angloamericano e à polarização ideológica da Guerra Fria – não foram suficientemente retomados e atualizados,  sequer com a volta de Getúlio Vargas à presidência da República em 1950, pelo voto direto do povo.

3. Isso porque, diante disso, a intervenção do poder mundial tornou-se maciça e sustentada por abundante corrupção, que penetrou em todos os campos estratégicos, com o objetivo de fazer abortar o surgimento de uma potência industrial no Hemisfério Sul.

4. Essa intervenção logrou derrubar o presidente e inaugurou uma era, que completou 61 anos, de sucessivas renúncias à autonomia econômica e política do Brasil.

5. A desnacionalização da indústria, política oficial desde janeiro de 1955, conduziu à desindustrialização e causou déficits externos, originadores da dívida externa e depois da dívida pública interna.

6. A política de destruição da Nação foi grandemente radicalizada por meio das três primeiras eleições diretas, sob a Constituição de 1988, regime de aparente democracia: a de Collor em 1989 e as duas de FHC,  1994 e 1998, que desencadearam verdadeiros tsunamis de entreguismo e institucionalizaram a devastação socioeconômica do País.

7. A corrupção, em todas suas acepções, já havia formado maioria folgada dos constituintes, para inserir na Lei Básica normas estratégicas contrárias aos interesses nacionais.

8. Os analistas viciados no engano de qualificar tudo sob o prisma ideológico esquerda/direita, definiram como “Centrão” os constituintes “centro-direita” favoráveis a essas normas, que poucos da “esquerda” combateram.

9. Nem um só parlamentar denunciou a aprovação do art. 164, nem a inserção no texto constitucional, por meio de fraude, de cláusula no inciso II, parágrafo 3º do art. 166, que elimina limites à aprovação de verbas para o serviço da dívida. O art. 164 põe o Tesouro Nacional à mercê dos bancos.

10. O peso do dinheiro concentrado e da mídia antibrasileira nas eleições continuou a eleger Congressos cada vez mais alheios aos interesses do País, a ponto de terem aprovado dezenas de emendas à Constituição, favoráveis aos concentradores financeiros estrangeiros e locais.

11. Ora, o processo de degradação econômica, política e cultural teve início nos anos 50, quando o Brasil não havia construído  infraestruturas econômica e social de país desenvolvido.

12. Pior:  a maioria das que se implantaram, após 1955, foi planejada em favor dos carteis transnacionais aqui instalados para obter lucros ilimitados da extração dos abundantes recursos naturais e do controle do mercado consumidor.

13.  A de transportes já era deficiente e não foi corrigida, ficando ainda mais lastimável, considerado o crescimento  econômico, ainda expressivo até o final dos anos 70, graças a estes fatores:    inércia da industrialização anterior;  crescimento demográfico; os fabulosos recursos naturais do País; haver, até então, recursos de monta para investimentos públicos, pois as finanças do Estado ainda estavam em processo de serem arruinadas pelo modelo dependente, causador das exações referentes ao serviço da dívida.

14. Como lembrou o professor de tecnologia Weber Figueiredo,  o presidente Vargas, em 1950, dada a insuficiência de trens em face da demanda de passageiros, mandara ampliar o sistema ferroviário. Havia 676 trens e transportavam-se mais de 500 mil passageiros/dia. Hoje  são 450 mil e pouco mais de 100 trens, muitos daquela longínqua época. Numerosas conexões no interior foram suprimidas em São  Paulo e outros Estados.

15. Os transportes no Brasil retratam a situação de um país ao qual foi negada permissão para desenvolver-se. Tudo serve aos carteis transnacionais do petróleo/indústria automotiva. Predominam as rodovias. Não há linhas de metrô que  atendam minimamente a demanda das regiões metropolitanas. As principais ferrovias são de natureza colonial:  transportam aos portos colossais quantidades de minérios: Belo Horizonte/Vitória; Carajás/Itaqui.

16. Onde  houve desenvolvimento, houve uso intenso das aquavias, como os cinco grandes lagos que ligam, nos EUA,   Meio Oeste, Costa Leste e Canadá. Inglaterra, França, Alemanha construíram densas malhas de rios navegáveis e canais. Em 1900, já tinham boas ferrovias e ainda as estendem e aperfeiçoam. A China constrói ótimas ferrovias e trens de alta velocidade em todo seu extenso e acidentado território.

17. As ferrovias para transportar matérias-primas minerais e agrárias remetem ao modelo econômico que não valoriza os recursos naturais do País nem os processa em indústrias de capital nacional, porque acabou com elas, ao entregar o mercado às transnacionais.

18. Esse modelo causa mega-catástrofes irreparáveis, como a do rompimento das barragens de dejetos das minas, em Mariana, MG, operadas pela Samarco, controlada pela transnacional anglo-australiana Billiton, com participação da Vale.

19. Dada a corrupção e a obtusa mentalidade entreguista, nenhum dos poderes - a nível federal, estadual e local - exige reais controles de segurança, nem se mostra inclinado a acabar com os intoleráveis abusos.  Chegam ao ridículo de participar de entrevistas midiáticas junto com executivos da transnacional transgressora.

20. O desastre econômico e ambiental remete, por sua vez, à privatização da portentosa Vale Rio Doce, em 1997, no esquema que entregou patrimônio de dezenas de trilhões de dólares, por 3 bilhões, “pagos” com títulos podres e compensados por créditos fiscais e outras benesses.

21. Da Serra de Carajás transportam-se diariamente 576 mil toneladas do melhor minério de ferro do mundo, com o que ela tende a acabar em 80 anos.

22. O saqueio mineral é subsidiado pela isenção tributária na exportação (Lei Kandir, LC 87, 13.09.1996, aplicável também ao agronegócio) e premiado por taxação ínfima na extração.

23. A CFEM (Compensação Financeira pela Extração Mineral) -  calculada sobre o líquido (a ETN arranja e superfatura despesas minimizar o faturamento bruto) -  cobra estas alíquotas:  alumínio, manganês, sal-gema e potássio: 3%; ferro, fertilizantes e carvão: 2%; ouro: 1%; pedras preciosas,  carbonados e metais nobres: 0,2%. 

24. Foram extraídas, em 2013, das “nossas” minas de ferro 370 milhões de toneladas, 90% para exportação  e 10% para o mercado interno. Com a acelerada desindustrialização, a dependência do exterior continua crescendo, e, mesmo com preços em queda,  os minérios metalúrgicos respondem por 13% do valor total das exportações.

25.  Na agricultura o quadro é semelhante: 55%  das terras são usados para cultivar soja - metade da qual se destina à exportação - causando pauperização dos solos – e contaminação de aquíferos -  decorrente do intenso uso de fertilizantes químicos, sementes transgênicas e pesticidas altamente tóxicos.

26. As exportações agrárias somaram, em 2014,  US$ 96,7 bilhões = 43% das exportações totais do País, de  US$ 225,1 bilhões, que equivalem a míseros 10% das exportações da  China!

27. O caos agrário liga-se à miséria da energia, via setor sucroalcooleiro, formado por enormes usinas e plantations, a maioria já desnacionalizada, a exportar açúcar e álcool (6,1% das exportações totais), segundo o interesse dos patrões transnacionais.

28. Esse esquema prevalece contra a correta ideia original do programa do álcool (1974), que incluía agricultura familiar, descentralização, culturas alimentares combinadas e aproveitamento de óleos vegetais - como dendê, macaúba, pinhão manso etc. -  para substituir o diesel do petróleo, além do erguimento da química do álcool e dos óleos vegetais.

29. Além de se fazer tudo errado no biodiesel, engodo para ocultar a mão pesada das transnacionais - governantes das poluidoras fontes fósseis -  as “alternativas” preferidas têm sido as dependentes de tecnologia e equipamentos importados, como a eólica.

30. Ainda sobre a infraestrutura de energia, não é de omitir a devastação em curso, desde Collor e FHC, a qual desnacionalizou o grosso da geração e distribuição da hidroeletricidade, e instituiu um sistema de precificação, impossível de entender, para propiciar indecentes lucros aos beneficiários, que já elevou as tarifas, em 150% acima da inflação.  No processo, sugaram-se as estatais, a ponto de pôr a Eletrobrás em situação falimentar.

* - Adriano Benayon é doutor em economia pela Universidade de Hamburgo, Alemanha e autor do livro Globalização versus Desenvolvimento.

 

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Respostas a este tópico

Diante dessa exposição tremendamente esclarecedora, vou preparar um comentário adequado ao que o tema merece, e voltarei aqui para postar. Ainda hoje! Abs.

Conforme prometido, estou aqui de volta. Um pequeno atraso, provocado pelos últimos acontecimentos na Câmara, acerca dos quais procurei inteirar-me um pouco, antes de postar esse comentário.

Acredito que muito (ou tudo) o que foi apresentado na matéria acima não seja novidade para os participantes deste fórum. O autor, no entanto, não fez qualquer referência ao Nióbio, outra riqueza natural brasileira de enorme valor econômico contrabandeada à luz do dia sem qualquer providência tomada pelas autoridades (ir)responsáveis, mesmo que tal roubo já venha sido denunciado desde 1998 pelo, então, candidato à presidência Enéas Carneiro (tido por alguns como "doidão", talvez por sua inteligência acima da média)! Quem quiser se informar um pouco mais sobre a importância desse metal, pode começar por esse vídeo simples produzido numa linguagem bastante popular; e, depois, se permanecer o interesse, poderá aprofundar-se através de inúmera matérias mais elaboradas disponíveis na Web.


Outro fato que não deve representar qualquer novidade é que o tal Foro de São Paulo (FSP), nada mais é do que uma organização das esquerdas para dar sustentação até mesmo militar, se for o caso, a todos esses escrachos de governos que se instalaram na América Latina e no Caribe. Se alguma dúvida ainda persiste sobre tais intenções dessa organização criminosa, basta comprovar pela própria declaração descabida pronunciada por Evo Morales, rechaçada pelas forças armadas brasileiras; mas, que a intenção existe e que ele não está só, isto é fato. E nem é preciso ser um gênio político para perceber que o PT não entregará o governo de mãos beijadas para quem quer que seja.


Ontem o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, autorizou a abertura de processo de impeachment da presidente Dilma. É claro que não devemos contar com isso porque, além da longa caminhada política que um processo desse requer, está na cara que o principal objetivo desse canalha é desviar a atenção de si mesmo, em face das acusações que sofre no processo em decorrência da Operação Lava Jato. Embora, ao que parece, o pedido de impeachment esteja bem fundamentado juridicamente, ainda assim, isso não chegará a bom termo; só servirá mesmo para desviar a atenção do povo para os problemas graves de ordem econômica por qual estamos passando, ainda que continuará sofrendo na pele suas consequências, e a melhor solução até agora encontrada foi bater panelas, vestindo-se de palhaços, afinal é isso que somos verdadeiramente.


Enfim, para não prolongar ainda mais esse comentário, o quadro que se apresenta é o seguinte: de um lado estamos vendidos economicamente às empresas transnacionais, por tudo o que já foi exposto na matéria trazida ao tópico; e de outro, estamos cercados de inimigos das esquerdas articuladas que não relutarão em derramar sangue, se for preciso, para não entregarem o governo ao qual o Brasil foi entregue "na boa".


Então: vcs ainda acham que conseguiremos algo de bom politicamente falando? Alguém ainda acha que existe outro caminho, a não ser a união das forças civis com as nossas forças armadas para que o Brasil seja passado a limpo???

Até entendo que um site denominado "Irreligiosos" deixa claro a sua inclinação. Porém está me parecendo que seja essa a única preocupação do pessoal por aqui, haja vista uma matéria com tamanha importância comentada apenas por mim até o momento.

Se isso não for uma falsa impressão de minha parte, desde já considero um tremendo desperdício intelectual, uma vez que é notória a capacidade dos participantes com quem tenho debatido sobre religião. Por que não usar isso em prol de outros assuntos de vital importância para o país? Acreditem, amigos, podemos muito mais do que às vezes supomos!

Abs.

Uma pergunta simples. . .

Alguém aí está disposto a realmente (e literalmente) derramar sangue, para conquistar nossa liberdade e autonomia, ou vamos "resolver", apenas, "intelectualmente" os nossos problemas com esse blá, blá, blá, que, nunca vai passar, apenas, e só, de um blá, blá, blá, de contemplação intelectual.

Continuo entendendo que o primeiríssimo passo para uma conscientização nacional seria o desmascaramento definitivo da religião.  Enquanto tivermos um "Pai do céu" que olha pelos nossos problemas. . .  Enquanto pudermos esperar uma "vida melhor", mas, somente, depois da morte.  Enquanto não entendermos, como nação, que somente nós é que poderemos resolver os nossos problemas, eu vou insistir, focadamente, única e apenasmente no desmascaramento total da religião.  Fora isso, se, de fato acontecer algo, realmente relevante e de peso estrutural, objetivo, prático, de resultados, continuem contando com o meu total e irrestrito apoio.

No que me diz respeito, meus parabéns ao nosso amigo Ivo pela visão e pelo nome claro e explícito de IRRELIGIOSOS.  É aqui que me abrigo.  É aqui que publico tudo o que penso sobre religião.

O fim da religião é o primeiríssimo passo para a reestruturação do país e do mundo.

Só teremos a remota chance de um mundo melhor quando volatizarmos a religião do pensamento humano.

Obrigado a todos.

Caro Sérgio, o primeiro parágrafo do seu comentário traduz um pensamento idêntico ao que tenho defendido por aqui, e em outros sites que tive a oportunidade de participar. Também não acho que a solução virá através de "negociações", mas infelizmente o povo brasileiro não possui um "DNA" de luta - literalmente - o pouco que recebemos até agora chegou a nós sem grandes esforços. O resultado disso, está aí; para que todos sintam na própria pele.

Contudo, tenho uma percepção de que já chegamos a uma situação de "gato acuado"! E um gato em tal situação, sentindo-se sem saída reage, mesmo que o seu instinto seja o de fugir. Então, o que falta ainda para que isso aconteça? Lideranças que não acreditem mais em "blá, blá", e que reúnam condições para indicar outros expedientes à juventude que não, simplesmente, organizar passeatas sem saber, ao menos, o que reivindicar, e quais as maneiras mais efetivas de se fazer tais reivindicações.

Aquilo que o amigo considera o primeiro passo, está sendo dado em larga escala. As religiões, em especial a cristã, a que mais nos afeta, está sendo desmascarada efetivamente; e para termos essa constatação basta que comparemos o público atual de seguidores com o de outras épocas não muito distantes. Coletei alguns dados para analisarmos.

O grupo evangélico que tem alardeado grande crescimento, conta em seus quadros com uma maioria de mulheres adultas, 23,5 milhões contra 18,7 milhões de homens, numa faixa etária de 30 a 39 anos. Dentre os pentecostais (grupo mais representativo), 64% possui renda inferior a um salário mínimo, contam com maior número de jovens na faixa de 15 anos ou mais, cuja escolaridade é mínima, 6,2% sem qualquer instrução, e 42% tem apenas o ensino fundamental incompleto; parece-me não ser exagero de avaliação imaginar que tais pessoas sequer têm acesso à internet. [Fonte]


Li também em um comentário postado por vc que "32% da nova geração brasileira já se pronuncia ateísta, agnóstica ou, tendo, apenas, fé, mas não religião. . .", e eu não duvido disso; imagino que o amigo tenha se certificado, através de fontes confiáveis, antes de postar tal informação, razão porque achei desnecessário buscar comprovação.


Então, se juntarmos "a" com "b", podemos concluir com segurança que o fim das grandes denominações evangélicas apresenta uma tendência bem maior do que o crescimento tão alardeado por seus líderes. Considerando ainda que a igreja católica há muito abandonou o proselitismo, e que seus seguidores são totalmente do "mundo", com as mesmas expectativas das pessoas não religiosas, isso tudo me leva a supor que as religiões não mais representam o mesmo entrave ao desenvolvimento cultural e econômico da nação como já representaram em outros períodos da história.


Não quero dizer com isso que deve haver um relaxamento no combate a essas instituições, especialmente no que concerne às suas mentiras e falcatruas, aliás, quanto a isso até já apresentei, aqui no site, algumas sugestões por quais poderíamos nos empenhar. Não estou, portanto, abstendo-me desse enfrentamento; até porque não faria qualquer sentido participar de um site irreligioso e deixar de lado essas questões. Acho sim que podemos aliar interesses; não necessariamente temos que abandonar um para dedicar-se a outro.


Contudo, imaginar que conseguiremos erradicar das mentes religiosas as suas crenças pessoais em algum deus, parece-me um anseio utópico. E ainda que todo o povo brasileiro eliminasse qualquer tipo de crença, não vejo em quê isso colaboraria efetivamente para a solução dos problemas de caráter político e econômico que assolam a nossa sociedade. Mas, como não me considero a palavra final acerca de quaisquer questões que venha a defender, coloco-me sempre aberto para discussões e, se for o caso, até mudar minha maneira de pensar a respeito.


Abraço.

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