Irreligiosos

Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

Biografias


Minibiografias

Mais um presente para os nossos membros: esta página, onde vocês encontrarão minibiografias de personalidades ilustres (irreligiosos, livres-pensadores, filósofos, pesquisadores, historiadores, ditadores, etc), freqüentemente citados em nossas discussões. Portanto, não é de se estranhar se, ao lado de grandes benfeitores da humanidade, forem encontradas biografias de personalidades execradas como 
Hitler, Bush e
Teodor Herzl, por exemplo, que jamais poderiam servir de exemplos do bem. Mas não se preocupem: os do mal serão uma infinita minoria, só citados quando absolutamente necessários para clarear determinados tópicos.

Será dado um destaque maior aos pensadores e pesquisadores antirreligiosos e também aos revisionistas históricos, eis que estão no cerne de nossas discussões. Já aos Papas, embora pudessem figurar nesta galeria, vamos nos referir pouco, porque são mais fáceis de serem pesquisados, além do que, não há muito o que se discutir sobre as suas ideias (sobejamente conhecidas), salvo as de alguns Papas da Inquisição e alguns bastante estranhos, que fugiram à normalidade (corruptos,   devassos e assassinos). Eles existiram, vocês sabiam? Estes, poderão ser eventualmente citados.

Que fique bem claro: as minibiografias são apenas para consulta dos nossos membros e não significam necessariamente apologia, concordância ou discordância com o pensamento e atitudes do biografado. Quando isto se fizer necessário, estará explicitado no próprio texto.

Todas as biografias abaixo foram sincretizadas de várias fontes e interpretadas e editadas por Ivo S. G. Reis.


 ATENÇÃO: ESTA É UMA PÁGINA DINÂMICA E ENCONTRA-SE "EM PERMANENTE CONSTRUÇÃO E RECONSTRUÇÃO". MUITAS BIOGRAFIAS AINDA DEVERÃO SER ACRESCENTADAS OU ATUALIZADAS 

ÍNDICE:

I - FILÓSOFOS E LIVRES-PENSADORES IRRELIGIOSOS:

  • Epicuro (rolar tela - link não estabelecido)
  • José Saramago (rolar tela -link não estabelecido)
  • 
Albert Einstein (rolar tela - link não estabelecido)
  • Bertrand Russell (rolar tela - link não estabelecido)
  • número 5

II - REVISIONISTAS:

III - OUTROS:

  1. Número um
  2. Número dois
  3. Número três

Epicuro (341 aC – 270 aC)

Minibiografia: Epicuro de Samos, nascido em Atenas, foi um filósofo grego do período helenístico. Em 306 a.C. fundou sua própria escola filosófica, chamada O Jardim, onde residia com alguns amigos, na cidade de Atenas. Lecionou em sua escola até a morte, em 270 a.C. Escreveu cerca de 300 obras, das quais, restaram apenas três cartas que versam sobre a natureza, os meteoros e a moral, e uma coleção de pensamentos, fragmentos de outras obras perdidas. É considerado um dos precursores do pensamento anarquista no período clássico. Segundo ele, ao compreender como opera a Natureza, o homem pode livrar-se do medo e das superstições que afligem o espírito.  O prazer, para Epicuro, é o prazer do sábio, entendido como quietude da mente e o domínio sobre as emoções e, portanto, sobre si mesmo. É o prazer da justa-medida e não dos excessos. É a própria Natureza que nos informa que o prazer é um bem. Fez um estudo da classificação dos desejos, segundo a sua natureza, e sua escola de pensamento foi denominada de Epicurismo. Revelava não muito claramente, tendências ao pensamento ateísta que, entretanto, procurava não deixar claro. Diz-se também que Epicuro não era ateu e que apenas rejeitava a ideia de um deus preocupado com os assuntos humanos. Apesar das dúvidas a esse respeito, o nome do filósofo figura na lista de personagens ateus, na wkipedia. É o autor do famoso “Paradoxo de Epicuro”, também conhecido como “Trilema de Epicuro”, citado abaixo, até hoje não contestado. O paradoxo sustenta existir algum tipo de contradição entre a existência de Deus e a existência do Mal. A sua não-contestação depõe, pois, a favor da inexistência de Deus. Por outro lado, se apenas uma dos três pressupostos (onisciência, onipotência e benevolência) forem negados ou confirmados, também depõe a favor da inexistência de Deus. Por isso o paradoxo é chamado de trilema.

Fontes: Wikipédia e outras (texto compactado e editado)

Algumas frases:

- “Deus, ou quer impedir os males e não pode, ou pode e não quer, ou não quer nem pode, ou quer e pode. 
Se quer e não pode, é impotente: o que é impossível em Deus.
Se pode e não quer, é invejoso: o que, do mesmo modo, é contrário a Deus.
Se nem quer nem pode, é invejoso e impotente: portanto nem sequer é Deus.
Se pode e quer, que é a única coisa compatível com Deus, donde provém então existência dos males?
Por que razão é que não os impede?”
(Paradoxo de Epicuro)

(Disponível em:< http://pensador.uol.com.br/autor/epicuro/2/>. Acesso em: 6 mar. 2014)

[NA: Existem outras versões desta citação, com ligeiras variações, sem alterar o sentido e a validade. Abaixo, uma outra variação deste paradoxo. Comparem!]

- Deus deseja prevenir o mal, mas não é capaz? Então não é onipotente. É capaz, mas não deseja? Então é malevolente. É capaz e deseja? Então por que o mal existe? Não é capaz e nem deseja? Então por que lhe chamamos Deus? (Paradoxo de Epicuro, na nossa versão simplificada e favorita)

(Disponível em:< http://pensador.uol.com.br/autor/epicuro/3/>. Acesso em: 6 mar. 2014)

- "É estupidez pedir aos deuses aquilo que se pode conseguir sozinho." (Fonte – Exortações)

- A morte não é nada para nós, pois, quando existimos, não existe a morte, e quando existe a morte, não existimos mais. (Fonte: O Pensador)

- Não pode afastar o temor que importa para aquilo a que damos importância quem não saiba qual é a natureza do universo e tenha a preocupação das fábulas míticas. Por isso não se podem gozar prazeres puros sem a ciência da natureza.

- “Na discussão, o vencido obtém maior proveito, pois aprende aquilo que ainda não sabia”

 

José Saramago (1922 – 2010)

Minibiografia: Notável escritor português, Prêmio Nobel de Literatura em 1988. Ganhou também o Prémio Camões, o mais importante prêmio literário da língua portuguesa. Autodidata, escritor, teatrólogo, dramaturgo, roteirista, ensaísta e poeta, trabalhou como tradutor e também crítico literário em revistas e jornais, chegando a tornar-se diretor-adjunto do jornal Diário de Lisboa, em 1975. Curioso na biografia de Saramago é que este admirável escritor jamais chegou a cursar uma universidade, por dificuldades financeiras, sendo a sua formação a do ensino técnico de nível médio. Isto não lhe impediu de, em 1955, traduzir as obras de Tolstoi, Hegel e Baudelaire. Em 1991, após a publicação de “ O Evangelho Segundo Jesus Cristo”, teve o livro censurado pelo governo português - o que levou-o  a exilar-se em Lanzarote, nas Ilhas Canárias (Espanha), onde viveu até a morte. Antes e depois disso, uma vez que não escondia o seu ateísmo, teve problemas com o clero católico, principalmente após a publicação do livro Caim. Além dos dois livros citados, escreveu os romances O Ano da Morte de Ricardo Reis (1984), A Jangada de Pedra (1986), Ensaio sobre a Cegueira (1995), Todos os Nomes (1997), e O Homem Duplicado (2002); a peça teatral In Nomine Dei (1993) e os dois volumes de diários recolhidos nos Cadernos de Lanzarote (1994-7). Sobre o livro Caim, foi dito que, se a reação ao lançamento do livro Evangelho segundo Jesus Cristo foi épica, a que o lançamento de Caim recebeu é digna de um cenário de guerra, em especial por parte dos católicos. Ao todo, escreveu vinte e quatro livros, além de contos, crônicas e peças teatrais, sendo Caim (2009), o seu último livro em vida. Morreu na Espanha, fora do seu país de origem (onde foi discriminado), ele que, ao lado de Camões e Fernando Pessoa, são os três maiores nomes da literatura portuguesa. Além de tudo o que foi e pelo que se notabilizou, poderíamos também dizer que Saramago foi um brilhante livre-pensador ateu. Isto, seus pensamentos e entrevistas confirmam.

Algumas frases:

  • A Bíblia é um manual de maus costumes, um catálogo de crueldade e do pior da natureza humana”. (entrevista à agência Lusa, Penafiel, outubro/2009)

  • "Eu sou ateu, mas sempre me senti atraído pelo fenômeno religioso. Interessa-me a religião como instituição de poder que se exerce sobre as almas e os corpos." Fonte - Turia (2001)

  • ...O absurdo é que o ser humano primeiro inventou Deus e depois se escravizou a ele, isso é o que eu questiono nesta obra [Caim]” (comentário em entrevista, agosto de 2009)

  • A Bíblia passou mais de mil anos, dezenas de gerações, a ser escrita, mas sempre sob a dominante de um Deus cruel, invejoso e insuportável. É uma loucura!”. (entrevista à agência Lusa, Penafiel, outubro/2009)

Albert Einstein (1879-1955)

Minibiografia: Físico teórico alemão, considerado “pai da Teoria da Relatividade”. Prêmio Nobel de Física, em 1921, pela correta explicação do efeito fotoelétrico, que possibilitou o desenvolvimento da energia atômica. Quase ao final da sua vida, confessou-se ateu, conforme exemplar de uma carta sua, publicada no jornal New York Times.

Frases:

- “A palavra Deus, para mim, é nada mais que a expressão e produto da fraqueza humana; a Bíblia, uma coleção de lendas honradas, mas ainda assim primitivas, que são bastante infantis”.

-  “Para mim, a religião judaica é, da mesma forma que todas as outras, uma encarnação das superstições mais infantis. E o povo judeu, ao qual eu pertenço com boa vontade, e que tem uma mentalidade com a qual tenho uma afinidade profunda, não tem, para mim, uma qualidade que o difere de qualquer outro povo. Até onde minha experiência vai, ele também não é melhor que outros grupos humanos, embora esteja protegido dos piores cânceres por falta de poder. Fora isso, não consigo ver nada de ‘escolhido’ sobre ele”.

- “Foi, é claro, uma mentira o que você leu sobre minhas convicções religiosas, uma mentira que foi repetida de forma sistemática. Eu não acredito em um Deus pessoal, nunca neguei isso, mas expressei de forma clara. Se algo em mim pode ser chamado de religioso, é minha ilimitada admiração pela estrutura do mundo que nossa ciência é capaz de revelar”. (versão 1)

-“Foi, é claro, uma mentira o que você leu sobre as minhas convicções religiosas, uma mentira que está sendo sistematicamente repetida. Eu não acredito num Deus pessoal e eu nunca neguei isso mas expressei claramente. Se existe algo em mim que pode ser chamado de religioso, esse algo é a admiração ilimitada pela estrutura do mundo tão longínqua quanto a nossa ciência pode revelar.” Albert Einstein, físico Americano nascido Alemão (versão 2)

[As três frases acima são trechos das cartas de Einstein (janeiro e março de 1954), um ano antes da sua morte, ao filósofo Eric B. Gutkind, autor do livro  “Choose Life: The Biblical Call to Revolt” (“Escolha a Vida: A Chamada Bíblica à Revolta”), no qual o filósofo sustentava a ideia de que os judeus eram um povo de “alma incorruptível”. Einstein não concordava.]. Disponível em < http://hypescience.com/carta-de-einstein-sobre-deus-e-leiloada-no-ebay/ . >. Acesso em: 6 mar. 2014

- "O comportamento ético do homem deve basear-se eficazmente na compaixão, na educação e nos laços sociais, e não necessita de base religiosa. Triste seria a condição humana se os homens precisassem de ser refreados pelo temor do castigo ou pela esperança da recompensa depois da morte." (Fonte - Como Vejo o Mundo )

- "É o conteúdo mítico, ou melhor simbólico, das tradições religiosas que é provável que provoque conflitos com a ciência. Isto ocorre sempre que esta reserva de ideias religiosas contenha afirmações dogmáticas sobre assuntos que pertencem ao domínio da ciência. Logo, é de importância vital para a preservação da verdadeira religião que esses conflitos sejam evitados quando derivem de assuntos que não são, de facto, realmente importantes na procura dos fins religiosos." (Fonte – Conferência,1940)

- "Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito."

- Se as pessoas são boas só por temerem o castigo e almejarem uma recompensa, então realmente somos um grupo muito desprezível.

- "Os chefes políticos e os governos devem o seu lugar em parte à violência e em parte à escolha pelas massas. Não podem ser considerados como representantes da parte intelectual e moralmente mais elevada das nações. O escol intelectual não exerce, hoje em dia, qualquer influência directa na história dos povos; a sua dispersão impede que contribuam para a solução dos problemas actuais." (Fonte - Como Vejo o Mundo)

- "A religião do futuro será cósmica e transcenderá um Deus pessoal, evitando os dogmas e a teologia."

Bertrand Russell (1872 – 1970)

Minibiografia: Bertrand Arthur William Russell, 3º Conde Russell, britânico, foi um dos mais influentes matemáticos, filósofos e lógicos que viveram nos últimos 100 anos, talvez o maior do século XX. Além de matemático e filósofo brilhante, foi também professor, escritor, conferencista, pacifista e ativista político. Por ter sido identificado como “ateu”, foi perseguido e impedido de lecionar por alguns anos, conforme relata no terceiro e último volume do seu livro autobiográfico ”Autobiografia de Bertrand Russel – 1944-1967 (Rio de janeiro, 1972, Editora Civilização Brasileira). Mas superou tudo com galhardia e teve seu valor reconhecido. Ganhou o Prêmio Nobel de Literatura (1950). É o autor do famoso "Manifesto Russell-Einstein,  um texto redigido por Bertrand Russell e apoiado por Albert Einstein, assinado em Londres a 9 de Julho de 1955, em que, no decorrer da Guerra Fria, os signatários alertavam para os perigos da proliferação de armamento nuclear e solicitavam para que os líderes mundiais buscassem soluções pacíficas para os conflitos internacionais". Bertrand Russell. Possui vastíssima obra publicada (quase 200, contando as traduções), a maioria voltada para a matemática e a filosofia.

Fonte: Autobiografia de Bertrand Russell, volumes I, II e III e outras, sincretizadas.

Algumas Frases:

- “Se Deus conhecia de antemão os pecados de que a humanidade seria culpada, Ele foi então claramente responsável por todas as consequências desses pecados quando decidiu criar o homem”.

- “Há algo débil e um pouco desprezível no homem que não consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes.”

- "Não tenha inveja daqueles que vivem num paraíso dos tolos, pois apenas um tolo o consideraria um paraíso".

- "Quando sei de pessoas que se curvam nas igrejas confessando-se miseráveis pecadoras, e tudo o mais, tenho isso como desprezível, incompatível com o respeito que devemos a nós próprios". 

 

 

1- PAUL RASSINIER

PAUL RASSINIER (1906-1966) – Considerado o principal precursor do “revisionismo histórico”, que iniciou em 1951, influenciou todos os que vieram depois dele. A obra deste historiador francês  foi, sem dúvida alguma, o ponto de partida e a contribuição mais importante para restabelecer a verdade sobre o "Holocausto". Durante a guerra  fundou o grupo da Resistência "Libé-Nord", que organizava a fuga de judeus da França ocupada para a Suíça. Por essa atividade, foi preso pela Gestapo em 30 de Outubro de 1943.O grande valor da sua obra reside principalmente, no fato de Rassinier ter sido ele próprio um interno dos campos de concentração alemães (ficou preso em Buchenwald e em Dora. desde 1943 até ao final da guerra) e, depois, no fato de, dado o seu caráter de socialista anti-nazista, não estar obviamente disposto a defender Hitler e o Nacional Socialismo.  Portanto, a este, ninguém poderia imputar o rótulo de “neonazista”.Rassinier denunciou a exploração deliberada da lenda do "holocausto" tendo como fim vantagens políticas e financeiras. Além de “A Mentira de Ulisses”, escreveu também  os livros Os Responsáveis pela II Guerra Mundial, A Operação Vicario e vários outros. Nenhum deles foi traduzido no Brasil (???),


ROBERT FAURISSON (1929-...)
 – Considerado o maior revisionista vivo do século XXI, Faurisson, nascido em 1929, de pai francês e mãe britânica (escocesa),  ensinou letras clássicas (francês, latim, grego), especializando-se, primeiro em análise de textos da literatura francesa moderna e contemporânea, e, finalmente, na crítica de textos e documentos (literatura, história, médias).

Ensinou também na Sorbone e na Universidade de Lion. Devido às suas posições revisionistas foi proibido de ensinar. Em múltiplas ocasiões foi condenado nos tribunais. Sofreu dez agressões físicas. Em França, todo e qualquer acesso à imprensa, rádio e televisão é-lhe vedado, bem como a qualquer outro revisionista. Entre as suas obras: Ecrits révisionnistes  (1974-1998), em quatro volumes (2ª edição, LV-2027 p.) e o famoso livro (já traduzido para o Português) "Quem Escreveu o Diário de Anne Frank?", em que comprova, de forma inquestionável, que o famoso livro best-seller "O Diário de Anne Frank", é uma farsa, pois não se refere aos registros autênticos do verdadeiro diário da menina Anne Frank, de apenas 13-14 anos, quando o escreveu. A maior prova que ele dá das adulterações são os trechos escritos com "caneta esferográfica", que ainda não havia sido inventada, em 1944-45, época em que teria sido escrito o verdadeiro diário. Uma outra prova contundente é o exame grafotécnico dos manuscritos, comparados com cartas genuínas que ela escrevera a uma sua amiga, que provam que as letras são diferentes. Para quem não tiver condições de adquirir o livro de Faurisson (obras contestatórias somem), as 85 primeiras páginas podem ser acessadas neste link: http://www.nacional-socialismo.com/Quem%20escreveu%20o%20diario%20de%20Anne%20Frank.pdf. Não estamos recomendando o site nem defendendo sua filosofia, mas apenas citando onde podem ser encontradas as primeiras páginas do livro.

Além de perseguições e agressões físicas que sofreu, Robert Faurisson foi condenado várias vezes pela justiça francesa, notadamente por “contestação de crimes contra a humanidade", em virtude da
lei
Gayssot.
Até a data da elaboração desta minibiografia, Faurisson continua atuando como conferencista, apesar da sua já avançada idade.

S. E. CASTAN (1928-2010) – Industrial, pesquisador, editor-proprietário da Editora Revisão, escritor e revisionista histórico (o primeiro e o mais conhecido revisionista brasileiro), Siegfried Ellwanger Castan, nasceu na pequena cidade de Candelária (RS). Em seus vários livros, revelou ao público brasileiro a falsidade e as mentiras da
propaganda judaica sobre o "holocausto" e denunciou claramente a inconsistência e o cinismo das "testemunhas oculares de câmaras de gás nazistas".


Cuidadoso, em seus escritos sobre o Holocausto, “não há uma só afirmação sua que não tenha sido amplamente comprovada com a apresentação de incontestáveis documentos e perícias técnicas de absoluto rigor científico. Evidentemente por essa simples razão, nenhuma entidade judaica jamais ousou questionar diretamente, ou refutar cientificamente, as denúncias apresentadas nos diversos livros de S. E. Castan.” (In
http://alfredo-braga.pro.br/discussoes/siegfriedellwanger.html)


Castan escreveu vários livros, sendo o mais contundente deles, com 28 edições, intitulado: HOLOCAUSTO JUDEU OU ALEMÃO? NOS BASTIDORES DA MENTIRA DO SÉCULO, altamente polêmico.


Escreveu também “E o Gás Acabou... O Fim de Um Mito”, provando a impossibilidade físico-química da existência de câmaras de gás para execução de pessoas nos campos de concentração de Auschwitz, Birkenau e Majdatiek e   A verdade sobre o "diálogo" católico-judaico no Brasil, onde mostra como os católicos, em sua boa-fé se deixam envolver. Fundou a Revisão Editora Ltda., posteriormente registrada como Revisão Editora e Livraria Ltda., pois as livrarias foram pressionadas pelas gangues sionistas a não adquirirem essas obras. Em 1994, lançou um desafio que assim se anunciava:

PRÊMIO DE 6 MILHÕES DE REAIS:“A REVISÃO EDITORA LTDA., com apoio do CENTRO NACIONAL DE PESQUISAS HISTÓRICAS, pagará um PRÊMIO ÚNICO de seis milhões de reais, à primeira TESTEMUNHA OCULAR JUDAICA, residente no mínimo há 20 anos no Brasil, que provar a execução de APENAS UM ÚNICO JUDEU em câmaras de gás e esclarecer seu funcionamento, perante uma COMISSÃO ESPECIAL, formada por estudiosos do assunto e sob a presidência de um militar brasileiro.

Estranhamente, até hoje, NINGUÉM SE HABILITOU


NORMAN GARY FINKELSTEIN (1953-...) – Cientista político norte-americano e autor do famosos livro “A Indústria do Holocausto”, traduzido e publicado em Português pela Editora Record, Norman G. Finkelstein, também professor judeu americano da Universidade de Nova York, filho de judeus egressos do Gueto de Varsóvia e sobreviventes do campo de concentração de Maidanek e Auschwitz, nasceu no Broklyn, Nova York, em 1953.

Autor da tese de doutorado "The Theory of Zionism", defendida no Departamento de Política da Universidade de Princeton, atualmente é professor da Universidade de Nova York, onde leciona Teoria Política. Colaborador do London Review Books. Foi considerado “´persona non grata” em Israel. Suas ideias já lhe custaram um dos empregos de professor universitário, entre outros problemas. Em 23 de maio de 2008, na sua chegada ao Aeroporto Internacional Bem Gurion, perto de Tel Aviv, Finkelstein foi  interrogado e mandado de volta a 
Amsterdam, ficando proibido de entrar em Israel nos próximos 10 anos:  Seu polêmico livro “A Indústria do Holocausto” suscita discussões até hoje.    (Fonte: Adapt. Wikipédia e outras fontes)





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