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Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

Ivani de Araujo Medina
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Filiação de crentes
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Filiação de crentes Em virtude dos acontecimentos recentes e persistentes, principalmente os insultos dirigidos ao administrador do Irreligiosos por um crente que se dizia ateu, sugiro que novas…Continuar

Tags: proibições, expulsão, crentes, de, Filiação

Iniciou esta discussão. Última resposta de Ivani de Araujo Medina 1 Maio, 2013.

Filósofos e golfinhos
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 Será que alguém nada identificado com a cultura dominante encontraria espaço profissional e midiático para se expressar décadas atrás? Eu duvido. No entanto, ainda em nossas sociedades, o sujeito…Continuar

Iniciou esta discussão. Última resposta de Alfredo Bernacchi 12 Jul, 2013.

Por que o cristianismo?
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 http://www.youtube.com/watch?v=F53HLAf5d1A Há muito sabemos que Jesus de Nazaré nunca existiu. No entanto, o porquê de tal invenção continua…Continuar

Iniciou esta discussão. Última resposta de Ivani de Araujo Medina 22 Fev, 2012.

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Apresentadora do SBT, RAQUEL SHEHERAZADE critica defensores do Estado Laico.

"IVES GANDRA DA SILVA MARTINS e ANTONIO CARLOS RODRIGUES DO AMARAL DESDE A Constituição de 1824, os Textos Magnos pátrios consagram o princípio da liberdade religiosa, o que se dá amplamente a partir da Carta…"
16 Nov, 2014
Lilian Sokorowa e Ivani de Araujo Medina agora são amigos
14 Abr, 2014
neyde de martino casado deixou um comentário para Ivani de Araujo Medina
"                      Olá Ivan      Sou nova aqui. Sobre a  "Pena de Morte,já", dou o meu apoio.      O povo brasileiro, está…"
26 Out, 2013
Ivani de Araujo Medina respondeu à discussão O Cristo dos Pagãos de Assis Utsch
"Ivo, “Esquece isso, por favor. Foi um mero acidente de percurso. Você não entendeu o que eu quis dizer, se destemperou, me ofendeu (como sempre faz) e eu retruquei. Foi só isso, colega. Essas coisas são normais em…"
9 Ago, 2013
Ivani de Araujo Medina respondeu à discussão O Cristo dos Pagãos de Assis Utsch
"Alfredo,   Ok que você dê razão ao Ivo em tudo. É direito seu e isso não me incomoda em nada. O Paulo confirmou a frase dando a entender que não houve equívoco algum. É aquilo mesmo, a Carla…"
9 Ago, 2013
Ivani de Araujo Medina respondeu à discussão O Cristo dos Pagãos de Assis Utsch
""O privilégio de atacar os outros insistentemente vai continuar sendo seu. Não atribua a mim essas suas "virtudes" porque essas eu dispenso."  Só ataco as cretinices e os cretinos, mesmo embaladas em…"
9 Ago, 2013
Ivani de Araujo Medina respondeu à discussão O Cristo dos Pagãos de Assis Utsch
"Ivo, Os fatos de você me atacar insistentemente por aquilo que eu nunca disse (falácia do espantalho) e negar vergonhosamente aquilo que já disse, acabam contigo moral e intelectualmente. Diante disso, eu não preciso dizer…"
9 Ago, 2013
Ivani de Araujo Medina respondeu à discussão O Cristo dos Pagãos de Assis Utsch
"Ivo, Quanto à afirmação que fiz a respeito de Belas Artes e Filosofia, já me expliquei devidamente. Você deve pensar que todo mundo aqui é burro e medroso porque você é o administrador. Escreve…"
8 Ago, 2013
Ivani de Araujo Medina respondeu à discussão O Cristo dos Pagãos de Assis Utsch
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Ivani de Araujo Medina respondeu à discussão O Cristo dos Pagãos de Assis Utsch
"Paulo, Isso me parece ranço herdado do pensamento religioso, a projetar um ideal estratosférico ao invés de comentar a partir da nossa dura realidade mundana. São os pastores evangélicos que querem ardentemente que…"
8 Ago, 2013
Ivani de Araujo Medina respondeu à discussão O Cristo dos Pagãos de Assis Utsch
"Ivo, Como você tornou pública as suas palavras a meu respeito, se assim não o quisesse teria feito por e-mail. Portanto, terá uma resposta igualmente pública. “Recorro à filosofia (que o Ivani condena)…"
8 Ago, 2013

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Jesus Cristo: o mito e a meta

Jesus cristo: o mito e a meta

Segundo o dicionário Houaiss, a palavra “mito” na rubrica antropologia é o relato simbólico, passado de geração em geração dentro de um grupo, que narra e explica a origem de determinado fenômeno, ser vivo, acidente geográfico, instituição, costume social etc. Por extensão de sentido: representação de fatos e/ou personagens históricos, freq. deformados, amplificados através do imaginário coletivo e de longas tradições literárias orais ou escritas. São muitos os exemplos, mas ficaremos com estes porque satisfazem os motivos da minha argumentação.

É impossível a uma figura histórica que tenha se tornado um mito em sua época, não deixar qualquer vestígio no meio social ao qual, alegadamente, pertenceu. “E a sua fama correu por toda a Síria, e traziam-lhe todos os que padeciam, acometidos de várias enfermidades e tormentos, os endemoniados, os lunáticos e os paralíticos, e ele os curava.” ─ Mt 4:24 “E seguia-o uma grande multidão da Galiléia, de Decápolis, de Jerusalém, da Judéia, e de além do Jordão.” ─ Mt 4:25 Por mais reprimida que tenha sido a sua memória, por motivos diversos, o acolhimento que se recebe no imaginário popular não pode ser incinerado em todas as mentes por decisões superiores. Não há hipótese. Quando na memória coletiva de um determinado grupo nada é encontrado sobre determinado personagem, é porque, ao menos, naquele grupo ele nunca existiu. É exatamente o que acontece com o personagem mais famoso de todos os tempos: Jesus Cristo.

No judaísmo ou na tradição judaica não existe absolutamente nada que justifique essa crença. Defensores da lenda falam do “testemunho” do Talmude, ou seja, uma historieta que em nada faz justiça ao mitológico Jesus. Existem dois Talmudes: o Talmude de Jerusalém (Talmud Ierushalmi), compilado nas escolas palestinas de Tiberíades e Cesaréia, entre os anos 350 e 400, e o Talmude babilônio (Talmud Bavli), redigido entre os anos 500 e 650 E.C.

No Talmude babilônio, no Tosefta e no Baraitas (escritos feitos ao mesmo tempo do Mishnah [200 E.C.], mas não fazem parte deste), encontra-se a história de Yeishu ha-Notzri, há muito conhecida por aqueles que estudam o assunto. Esse homem foi repelido pelo rabi Yehoshua ben Perachyah, acabou acusado de feiticeiro e desencaminhador dos judeus, sendo por isso apedrejado até a morte, no século I da era antiga. Nada a ver com o Jesus Cristo da Era Comum. Notzrim (Nazarenos, em Hebraico, se refere a um movimento popular entre os samaritanos, que eram convertidos e não judeus de linhagem) é uma designação messiânica derivada da palavra hebraica neitzer, que significa broto ou rebento. O Talmude não confirma nada da detalhadíssima história contada pelo Novo Testamento e de seus personagens. Tampouco, outra fonte qualquer o faz em favor desse enredo que se desenrola em diferentes regiões: Oriente Médio, Ásia Menor e Europa.

Aliás, curiosamente, todos os “testemunhos” vêm de fora do judaísmo. São os gregos que contam essa história e se fazem passar por judeus na narrativa. Os pais da Igreja eram todos gregos e odiavam o judaísmo e os judeus, conseqüentemente. Por que esses gregos se interessariam subitamente em defender a existência do judeu Jesus Cristo e, contraditoriamente, propagar o Velho Testamento no seio da própria cultura? Ora, antes do surgimento da lenda de Jesus Cristo, em decorrência desse ódio o deus de Israel era considerado como o diabo. De repente, sem maiores explicações, este deus criador da Humanidade passa a ser o pai bondoso que envia seu filho primogênito para salvá-la, com apoio prestimoso daqueles que, até então, o execravam. Essa não! É bom que se lembre que aqueles que odiavam os judeus continuaram odiando ao mesmo tempo em que pregavam o amor ao próximo. É o avesso da filosofia que se programava sem o tempo necessário para que se depositasse no fundo dessas águas turvas o ódio que na cultura helênica era considerado normal. Odiar não era feio, tanto que as guerras fratricidas são comuns nas histórias gregas. A filosofia é pura estética, a história não.

Tudo tem sua razão de ser e evidentemente havia um bom motivo e uma meta a ser cumprida. O bom motivo era a negação dos judeus de se juntarem ao restante da Humanidade que se encontrava sob a influência da cultura helênica. Se até o dominador romano havia sucumbido por que aquele povo se negava? Não tinha jeito, os turrões queriam continuar judeus. Tal atitude foi considerada ofensa grave e os judeus foram chamados de inimigos da Humanidade. Eis uma história escrita com sangue da qual não se fala. Mas o problema dos gregos ia à diante: as conquistas alexandrinas mudaram radicalmente o universo helênico, tanto que a história passou a tratá-lo por helenístico. O equilíbrio social do período clássico não existia mais, surgiram os riquíssimos, os muito ricos, os remediados e os pobres numa sociedade que mantivera no passado certa uniformidade.

A influência oriental mudou hábitos e costumes, e no seu bojo estava a repudiada influência judaica. Não só os gregos menos afortunados se deixavam seduzir pelo proselitismo judeu no primeiro século. Havia conversões e o clima era preocupante para a devotada cultura helênica, inclusive porque os judeus não se casavam com não-judeus e a proliferação deles assustava. O fator de sedução do judaísmo era a propagação do Velho Testamento. Isso despertou a curiosidade da intelectualidade grega, especialmente no primeiro século da Era Comum, quando o intelectual judeu Filon de Alexandria, tentando superar as dificuldades que a comunidade judaica daquela cidade enfrentava, buscou demonstrar a grandeza da herança judaica (Velho testamento) interpretando-a a luz da filosofia grega.

O neoplatonismo estava em alta. Filon identificara o Deus neoplatonico com o deus de Israel. O primogênito de Deus era o logos, a inteligência, o princípio de toda justiça. "No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com o Deus, e a Palavra era Deus" ─ João 1:1 A alma humana era tida como parte da alma universal, do próprio Deus presente no Homem. “Eu e o Pai somos Um.” É o Verbo que nele habita que o torna capaz de dizer: “Pois Aquele que habita no seio de Deus (o Logos), ele mesmo relevou a Deus”. ─ João 1:18 O filósofo Justino Mártir, o mais importante dos apologistas cristãos do século II, diz: “Aprendemos que Cristo é o primogênito de Deus e que é o Logos, do qual participa todo o gênero humano”. Assim o cristianismo tornou-se a filosofia das filosofias. As classes altas foram as primeiras a serem abordadas nesse processo de convencimento. Nada de gente humilde, nada de pescadores, nada de Galiléia.

Jesus era o verbo que se fez carne, deixando o tempo alegórico do mundo das idéias para se experimentar no tempo cronológico da história mundana, porque os gregos precisavam do Velho Testamento para sintetizarem um antídoto contra o judaísmo. Funcionou no médio prazo, históricamente falando. No entanto, quanto mais nos distanciamos da sua origem, como alguém que se afasta de uma pintura para contemplá-la adequadamente, mais claro esses acontecimentos vão ficando. O primeiro a chegar a conclusão de que Jesus Cristo foi um mito criado no século II e que o cristianismo do primeiro século, com os apóstolos e tudo mais, é pura ficção, não foi nenhum satanista ou um ateu rancoroso. Foi o teólogo, filósofo e historiador alemão Bruno Bauer (1809-1882). Como teólogo que era, sua pesquisa se prendeu ao Novo Testamento e, ao que parece, as causas históricas ficaram em segundo plano. Mas não tem problema, podemos cuidar do resto. A contribuição dele já foi o bastante. A vitória do cristianismo é a vitória da cultura helênica, a vitória de Apolo, o filho de Zeus, disfarçado de rabino.

O mito cumpriu sua meta. Porém, agora, vai ser difícil manter posição indefinidamente porque no tempo cronológico os mitos não têm tratamento especial. Os elaboradores do cristianismo abusaram da autoconfiança, pois o tempo real é implacável, guarda surprezas que ninguém imagina. Um dia a redoma da autobiografia da Igreja ia se quebrar e os motivos que levaram a criação do mito Jesus Cristo ficariam expostos aos olhares incrédulos de bilhões de pessoas. A resistência a essa visão desagradável é natural, perdurará por algum tempo. O prazer estético e sentimental propciado pela força da filosofia que contempla a doutrina cristã não se apaga como uma lousa. Inclusive, a força do Velho Testamento não tem prazo de validade. Sua atual interpretação, sim. Não haverá necessidade de um um novo Filon para reinterpretá-lo, nem de um novo Bauer para denunciar qualquer farsa imposta pelos vencedores. A sobrevida da versão cristã terá o tempo que o progresso da sabedoria humana lhe conceder. Aí, venceremos todos.

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Blog de Ivani de Araujo Medina

E o mundo ocidental quase foi judeu

E o mundo ocidental quase foi judeu

 

Quase ninguém sabe disso e menos ainda sobre as causas desse desconhecimento. No primeiro século da era comum, a guerra romano-judaica de 66-70/3 espalhou muitos judeus pelas cidades gregas do Mediterrâneo. O antigo hábito judaico de viver apartado dos demais era interpretado e respondido com rejeição. Em especial pelas classes médias gregas. O desprezo indisfarçável dos judeus pelos cultos helênicos punha mais lenha naquela…

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Postado em 16 julho 2013 às 21:00 — 3 Comentários

A antiga decência cristã

A antiga decência cristã

 

Tudo o que se escreve ou se diz que não corrobore com a religião é tachado de ódio e intolerância por um motivo bem simples: como não há monoteísmo democrático todas estas religiões não aceitam críticas. Elas estão acostumadas ao entendimento equivocado de que o direito a crítica cabe exclusivamente a elas. Ora, como seres culturais que somos, temos aqui no Ocidente a necessidade lógica de criticar permanentemente os nossos próprios costumes.…

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Postado em 25 junho 2013 às 8:30 — 3 Comentários

Pena de morte, já!

Pena de morte, já!

 

Entre as inúmeras hipocrisias e corrupções típicas de uma sociedade religiosa, existe um assunto tabu que muita gente pensa, se roendo de ódio, mas poucos têm a coragem de se manifestar, especialmente nos meios de comunicação de massa. Tenho um amigo que teve. Ele é historiador, publicitário, radialista e jornalista e escreveu um artigo na sua revista eletrônica intitulado Pena de morte já.…

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Postado em 4 abril 2013 às 10:00 — 27 Comentários

Estado Laico X Proselitismo Religioso

Postado em 20 março 2013 às 9:00 — 5 Comentários

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Às 18:07 em 26 outubro 2013, neyde de martino casado disse...

                      Olá Ivan

     Sou nova aqui. Sobre a  "Pena de Morte,já", dou o meu apoio.

     O povo brasileiro, está acostumado ao bem-bom, é alienado, ignorante, preguiçoso e, algumas eliminações, através da Pena de Morte - não resolveriam-mas assustariam  e inibiriam um POUCO os crimes, assaltos, etc...

     Resolver o problema angustiante e assustador por que passa o Brasil, já que não é recente--não adianta botar toda a culpa no PT-- creio que só a intervenção dos extra-terrestres, poderiam nos socorrer.

    Prazer em conhecer o seu blog, gosto dos que não têm"papas na lingua", não é hora de amenidades.

    Neydealdebaran@gmail.com

      

Às 18:00 em 1 maio 2013, Atena Vieira disse...

Obrigada, vou procurar.

Às 17:03 em 1 maio 2013, Atena Vieira disse...

Ivani:

Fui atrás do Feurbach. Como estou sem poder sair de casa, por motivo de saúde, tive de me contentar com a Internet. Só encontrei o livro A Essência do Cristianismo em inglês e embora eu entenda razoavelmente, não tenho paciência pra ler tudo aquilo, mesmo com a tradução do Google (que é péssima).

Encontrei duas análises que dizem praticamente a mesma coisa. Então, constatei que o Feuerbach pensava parecido comigo.

Nestas frases do livro:

“o divino só pode ser conhecido pelo divino”.

“A consciência de Deus é a consciência que o homem tem de si mesmo; o conhecimento de Deus é o conhecimento que o homem tem de si mesmo. Pelo Deus conheces o homem e vice-versa pelo homem conheces o seu Deus; ambos são a mesma coisa.”

"O Ser Absoluto, o Deus do homem é o próprio ser do homem."

concordamos que o ser humano é Deus também, isso é o que eu aceito como real e que as religiões procuraram esconder da humanidade.

Feuerbach estava no caminho certo, pena que não levou suas reflexões mais adiante, pois aí encontraria a Deus dentro de si mesmo.

[...] A religião é uma revelação solene das preciosidades ocultas do homem, a confissão dos seus mais íntimos pensamentos...”

Eu diria que não a religião, mas sim a espiritualidade. Só através dela chegamos á divindade do ser humano.

Agora, não perca seu tempo querendo argumentar com o exposto. O que sei é fruto de muito, muito tempo de pesquisas, leituras e principalmente vivências. Não sou evangelizadora (como os crentes) e não discuto as minhas crenças com ateus nem com crentes. Não porque faltem argumentos, mas sim porque para se chegar ao conhecimento que tenho são precisos anos e não é um debate de algumas linhas que vai convencer um ateu ou também um crente (esses são piores porque não usam a lógica).

Não debato cristianismo ou historicidade da figura de Jesus porque não conheço bulhufas da História sobre o assunto. O estudo do cristianismo nunca me interessou.

Vocês ateus estão me ensinando bastante, o que agradeço. Aqui no forum eu consigo ler algo instrutivo, pelo menos, porque jamais tive paciência pra ler a bíblia que considero o livro mais chato jamais escrito Em segundo lugar vem o Freud rsrs)

Finalizando: tudo o que aceito hoje como verdade, amanhã poderá mudar porque a verdade não é absoluta. Estou sempre com um pé atrás em cada coisa que leio ditas pelos mestres que transmitem  a maior parte do que aceito hoje como verdade. Tenho o meu ceticismo como uma praga porque apesar de ajudar a me esclarecer tirou-me a fé, que convenhamos, ajuda muito nas horas difíceis.

abraços

Às 22:13 em 13 abril 2013, Oiced Mocam disse...

Olá, Ivani

A Origem do Novo Testamento.

Pesquisando, encontrei essa página em inglês. fiquei intrigado e confuso!

Os últimos anos temos visto a publicação  livros (nos EUA) argumentando que a história de Jesus é realmente a história de um imperador romanoEstes incluem Jesus foi César.. Os quais argumentam que a história de Jesus é baseada na história de Júlio César e César Joseph Atwill do Messias, o que torna o caso de que o Jesus story is the story of Titus. Jesus história é a história de Tito.  Destes, Messias de César é de longe o melhor.

A tese principal Atwill é na verdade uma combinação de várias ideias.  Primeiro, ele argumenta que as histórias de Jesus no Novo Testamento são na verdade histórias de campanha de Tito através da Galiléia e da destruição de Jerusalém e seu Templo. Nesta leitura, os Evangelhos são sátiras inteligentes criadas pelos imperadores Flaviano e seus apoiadores.  Eles, assim, funcionar na superfície como contos religiosos, mas a história subjacente é na verdade uma enorme piada interna. Em segundo lugar, ele argumenta que Josefo e do Novo Testamento são, essencialmente, dois lados da mesma moeda, uma escrita em íntima relação com o outro.

Atwill expõe sua tese no final do capítulo 2:

."Os evangelhos foram projetados para tornar-se evidente como uma sátira tão logo eles foram lidas em conjunto com a Guerra dos Judeus.  Na verdade, os quatro Evangelhos e Guerra dos judeus foram criados como uma peça unificada de literatura e histórias cujos personagens interagem.  Sua interação dá muitos dos ditos de Jesus um significado cômico e também cria uma série de quebra-cabeças cujas soluções revelar as identidades reais de personagens do Novo Testamento. Compreender nível quadrinhos do Novo Testamento revela, por exemplo, que o Simon Apóstolos e João eram sátiras cruéis de Simão e João, os líderes da rebelião judaica. "(P36)

.Atwill conclui este capítulo com uma discussão sobre Marcos 1 e Mark 5 e paralelo a primeira batalha de Tito, às margens do Mar da Galiléia.

Capítulo 3 nos dá discussão Atwill de o estranho conto de Maria Canibal.  Para os leitores que leram Josefo muitas vezes, a alegação de Atwill de que ela representa uma paródia do cristianismo virá como um choque. No entanto, é difícil ver uma mulher chamada Maria, que mata e come seu filho da maneira de um sacrifício da Páscoa, como qualquer coisa, mas uma sátira sobre o conto de Jesus como contada nos Evangelhos.  Atwill observa que as palavras em sua boca foram colocados lá por Josefo, e se lido como uma sátira sobre o cristianismo, elas assumem um significado novo e portentoso:

Quanto à guerra com os romanos, se preservar nossas vidas, devemos ser escravos. Esta fome também vai nos destruir, antes mesmo que a escravidão vem sobre nós.  No entanto, são esses malandros sediciosas mais terríveis do que tanto o outro. Vamos, sê a minha comida, e sê uma fúria a essas varlets sediciosas, e um por palavra para o mundo, que é tudo o que agora está querendo completar as calamidades nos judeus "(tradução Whiston, citado em p46. )

Sua tese é que os Evangelhos foram escritos essencialmente juntos, e, portanto, deve ser lido em conjunto.  Por isso, ele lê o conto Túmulo Vazio como quatro versões do mesmo conto, em partes, distribuídos em vários dos evangelhos:

Os próximos capítulos cobrem os autores do Novo Testamento e como o conto foi construído. Em seguida, vem talvez o capítulo mais fascinante do trabalho, sua discussão sobre a Flavianum Testamonium (TF).

Você conhecia essa versão?

Pela sua interpretação, grato

Oiced

 

Às 16:23 em 28 fevereiro 2013, elisandrofrancisco rodrigues disse...

eu não estou por dentro alguém pode me imformar do caso do eri josé

Às 23:57 em 25 janeiro 2013, Rafael Rocha disse...

Gostei bastante de seu texto jesus cristo, o mito e a meta. caríssimo. Muito bom!

Às 17:43 em 18 janeiro 2013, elisandrofrancisco rodrigues disse...

com todas essas verdades , e agora amigos teístas o que vão inventar para dizer sobre pseudo jesus , mito , fraude ou fato "ele nunca existiu!!!!

Às 17:34 em 12 janeiro 2013, Ivo S. G. Reis disse...

Caro Ivani:

Existem três maneiras de me enviar um email (ou para qualquer colega que desejar). A primeira opção (esta só funciona quando for para o administrador) é entrar na página "Contact" (opção do menu superior da página principal) e de lá escrever e mandar bala.

A segunda é clicar na sua caixa de entrada e escrever de lá, com a opção enviar (antes, porém selecione o mu perfil). A 3ª, e talvez a mais simples, é entrar na minha página pessoal e clicar no envelopezinho de enviar mensagem.

Quanto ao resumo, vamos aguardar as colaborações e pensar num jeito d efazer, ainda que demore.

Grato pelo interesse.

Abraços!

Às 11:58 em 3 março 2012, Luísa L. disse...

Ivani, ia agora mesmo ler um artigo novo que publicaste "O Mal travestido de Bem", mas a página não existe. rsrsrs

Estou a fazer alguma coisa errada, ou eliminaste?

Beijos.

Às 12:53 em 9 fevereiro 2012, Luísa L. disse...

Ivani,

Estive lá nos links que indicaste, pois queria deixar um comentário, mas no Artigonal não há espaço para comentários (só para perguntas) e no Para Ler e Pensar, não consigo entrar pois o meu antivirus diz que o site tem um malware. Deve ser algum programa do site que precisa de informação minhas e o meu antivirus não dá... rsrsrsrsr

O texto ficou óptimo! Beijos.

 
 
 

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