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Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

Rodrigo Phanardzis Ancora da Luz
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Religião Para Ateus
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Acabei de acessar um interessante artigo na blogosfera chamado "Ateísmo 2.0” ― Reaviva o Sentimento “Religa-re", em que o seu autor aborda o recente livro de Alain de Botton, filósofo e escritor…Continuar

Iniciou esta discussão. Última resposta de Fernando Trindade Faria Salgado 11 Jan, 2012.

Qual foi a necessidade histórica para a criação do islamismo?
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Assim como a criação do cristianismo pode estar ligada a razões históricas relacionadas à situação dos gregos dentro do império romano e à necessidade de resposta ao crescimento do judaísmo, o…Continuar

Tags: religião, califas, história, islamismo

Iniciou esta discussão. Última resposta de Alfredo Bernacchi 29 Set, 2011.

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Nome do seu site ou blog, caso possua:
Blog do Dr. Rodrigo Luz
Endereço do seu site/blog, caso possua:
http://doutorrodrigoluz.blogspot.com/
É seguidor de alguma religião? Acredita que o homem pode viver bem sem necessariamente ter uma religião?
Sou seguidor de Yeshua (Jesus) e não acredito nas religiões, embora entenda ser importante congregar-me com pessoas por acreditar na proposta de um projeto coletivo pregado pelo Messias: trazer o Reino de Deus pra Terra.
Em relação a religião você se define como:
deísta
Como tomou conhecimento do nosso site?
Indicação de amigo
Quem sou eu ? (escreva pelo menos 2 linhas)
Sou um jovem advogado e moro no Rio de Janeiro - Brasil. Sou cristão (seguidor de Jesus). Politicamente não me defino nem como direita e nem de esquerda, mas gosto de debater propostas. Defendo a conservação do meio ambiente e o uso racional da natureza. Luto pela defesa da saúde pública e do bem estar da sociedade em geral. Apesar de advogar em algumas ações, estou buscando novas maneiras de exercer a minha profissão. Na minha vida espiritual, gosto de estar com meus irmãos que buscam alcançar a consciência de Cristo, conversar sobre a Bíblia, fazer visitas nas casas afim de orar pelas pessoas e compartilhar do amor de Deus. Sou casado e amo a minha esposa Núbia Mara com quem me casei em 04 de março de 2006 e muito tenho aprendido com ela na jornada que enfrentamos nesta vida.

A Regra de Ouro em meio ao caos ambiental


"Não faças aos outros o que não queres que te façam." (bShab 31a)

É impressionante como uma só frase é capaz de resumir os 40 dias em que Moisés ficou na montanha! Quem disse isto não fui eu, mas sim o ancião Hillel, quando um gentio, desejando ser recebido no judaísmo, pediu ao rabi um curso sobre a Torah. Na ocasião, o impaciente prosélito recebeu como resposta do mestre que a frase acima resumia toda a Lei.

Por aquele mesmo tempo, Filo de Alexandria, um filósofo judeu contemporâneo de Hillel, semelhantemente ensinou que "aquilo que alguém não quer sofrer, não deve fazer a outros" (Hipotética 7.6).

Ambos os sábios estavam falando sobre a Regra de Ouro, muito conhecida por pensadores gregos e judeus desde a Antiguidade e que havia sido formulada há vários séculos antes de Hillel, fazendo-se presente em diversas religiões da atualidade (judaísmo, cristianismo, budismo, taoísmo, islamismo, etc).

Pode-se afirmar que, além dos gregos e judeus, o filósofo chinês Confúcio (551 - 479 a.C.), teria formulado-a em seus dias da seguinte maneira: "O que você não quer que lhe façam, não o faça aos demais". E, curiosamente, as tradições dos nossos índios já orientavam os membros da tribo desta forma: "Não queira desfazer do seu vizinho, pois assim como você procura ter bom tratamento, dê o mesmo aos outros".

Em contato com o pensamento judaico e, na certa, manejando intencionalmente as palavras do ancestral Hillel, Jesus também fez aplicação da Regra de Ouro conforme se lê no conhecido Sermão da Montanha do Evangelho de Mateus:

"Assim, em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles lhes façam; pois esta é a Lei e os Profetas". (7.12; Nova Versão Internacional - NVI)

Ou, mais resumidamente, taambém aparece em Lucas:

"Como vocês querem que os outros lhes façam, façam também vocês a eles". (6.31; NVI)

Indubitavelmente Jesus inovou em relação a todos os pensamentos anteriores a ele, fazendo uso de uma incomparável formulação positiva, melhorando o viés negativo. Assim, segundo o Mestre dos mestres, aquilo que quero que seja feito para mim, devo fazer também para o outro, incentivando a prática de uma conduta capaz de envolver uma certa dose de criatividade, reflexão, entusiasmo pela vida e carinho pelo próximo.

Pensando no momento histórico em que viveram Jesus e Hillel, fico a indagar quão preciosas foram as pérolas que aqueles profundos pensadores apresentaram ao massacrado povo judeu. Em meio ao caos político da Judeia sob o opressor domínio romano, com inúmeras injustiças e parte da população passando fome, eis que à primeira vista parece difícil haver assimilação de um ensino tão nobre por pessoas extremamente necessitadas. Contudo, os humildes pescadores da Galileia, que seguiam o Messias Jesus pelas poeirentas estradas da Palestina, absorveram o sentido da mensagem melhor do que muitos ricos e poderosos habitantes dos palácios.

Nos dias de hoje em que a humanidade vive em meio a um caos político, econômico, social, familiar, ambiental e até religioso, a Regra de Ouro de Jesus torna-se a receita adequada para que possamos conviver melhor, promovendo a paz e garantindo a sobrevivência das futuras gerações. Seu ensino não se limita apenas à abstenção de praticar algo ruim para o outro, mas inclui uma atitude construtiva, algo comparável a um talentoso artista capaz de dar desenhos e cores a uma tela vazia.


Recentemente minha cidade de Nova Friburgo, situada na Região Serrana do Rio de Janeiro, foi alvo de uma catástrofe climática jamais vista em toda a sua história. Centenas de pessoas morreram e milhares encontram-se desabrigadas ou desalojadas. Jornais do país inteiro não páram de noticiar o ocorrido todos os dias juntamente com enchentes de outros lugares. Por todo lado ainda se vê rastros de uma tragédia que foi causada basicamente por dois fatores: as construções irregulares em locais impróprios e o aquecimento global.

De acordo com os cientistas, as condições do nosso planeta tendem a piorar cada vez mais nos próximos anos. Catástrofes climáticas como a que se viu este ano na Região Serrana do Rio de Janeiro, em Santa Catarina (2009) ou em Nova Orleans, durante a passagem do Catrina (2005), só tendem a se repetir e cada vez com maior intensidade. Por causa de sua ganância e recusa em deixar de emitir os gases do efeito estufa, o homem está destruindo a única casa que tem para morar, deixando um futuro incerto para as futuras gerações.

É neste contexto que ética e ecologia se encontram, confirmando o ensino do ex-frei Leonardo Boff, autor de dezenas de livros, dentre os quais "A Ética da Vida e Saber Cuidar". Numa entrevista dada à Construir Notícias, Boff responde que:


"A ética surge quando o outro emerge diante de nós. Que atitude tomar diante do outro? Não podemos ficar indiferentes. Mesmo o silêncio é uma atitude. Podemos acolher o outro, podemos rejeitá-lo, subordiná-lo e até agredi-lo e eliminá-lo. Essas atitudes configuram a ética. Ela será benfazeja quando faz do distante um próximo e do próximo um aliado e um irmão e irmã. Nesta perspectiva, bom é tudo aquilo que aproxima as pessoas ou que corresponde de forma benfazeja às realidades circunstantes; bom é tudo o que cuida e expande a vida em todas as suas formas; mau é tudo o que ameaça, diminui e destrói a vida. A regra de ouro da ética quando confrontada com o outro é: 'faça ao outro o que você quer que lhe façam a você'. Hoje pesa sobre a humanidade e o sistema da vida o pesadelo da depredação e até da destruição da vida e do projeto planetário humano. Somos todos vítimas de práticas que exploram pessoas, classes, paises, ecossistemas e o sistema Terra. São éticas anti-vida. Em razão disso, faz-se urgente uma ética salvadora e benfazeja que garanta a vida e o futuro do Planeta. Sem ética e uma cultura de valores espirituais que a acompanham não afastaremos o pesadelo e o encontro com o pior. Precisamos de uma ética mínima fundada do cuidado de uns para com os outros, com a vida e o Planeta, uma ética da cooperação e da solidariedade de todos com todos pois somos interdependentes e só podemos viver e sobreviver juntos, uma ética da responsabilidade que toma consciência das conseqüências benéficas ou maléficas de nossas práticas e uma ética da compaixão que se mostra sensível para quem menos tem e menos é, para que não se sinta excluído mas inserido na comunidade de vida." (extraído de http://www.construirnoticias.com.br/asp/materia.asp?id=488)


Enquanto muitas das vezes a mídia expõe os moradores das áreas de risco nas encostas dos morros como os responsáveis pelos desabamentos das tragédias das chuvas, as autoridades brasileiras terceiro-mundistas culpam a fúria da natureza. Porém, o que se vê claramente neste país é uma ausência de políticas habitacionais eficientes e que sejam capazes de respeitar o basilar direito à moradia previsto na nossa Constituição Federal.

Ora, tudo isto aponta para a necessidade da ética e não somente para a satisfação imediata de necessidades. Isto porque chegamos a uma crise mundial sem precedentes, em que a sobrevivência do planeta parece estar por um fio, sendo que a humanidade precisa urgentemente colocar em prática uma ecologia capaz de não apenas salvar as baleias ou o mico-leão-dourado da extinção, mas sim incluir socialmente todas as pessoas, oferecendo condições dignas de subsistência, saúde e também educação de qualidade. Só que nada disso se alcança sem trabalhar também os valores espirituais do ser humano.

Inteligentemente Jesus não formulou sua Regra de Ouro do nada. O Mestre, ao dar um novo sentido à frase de Hillel, buscou na Torah (creio que em Levítico 19.18) o fundamento daquilo que disse. Ou seja, o amor ao próximo que assim foi ensinado por Moisés aos israelitas no deserto:

"Não procurem vingança, nem guardem rancor contra alguém do seu povo, mas ame cada um o seu próximo como a si mesmo. Eu sou o SENHOR." (NVI)

Pode-se dizer que, nos dias de hoje, o amor já não pode mais ser considerado como uma virtude de um homem piedoso, mas sim de uma necessidade. E, deste modo, mais do que décadas atrás, tornam-se proféticas as palavras do poeta anglo-americano Auden:

"Amem-se uns aos outros, ou pereçam"!

Blog de Rodrigo Phanardzis Ancora da Luz

Josué, o filho de Maria

Josué até então não voltara a sentir admiração pela sua mãe Maria Aparecida cujo nome de guerra era Lolita.

O NASCIMENTO DE JOSUÉ

Ora, o nascimento de Josué foi assim...

Tendo Maria perdido a virgindade aos 12 com um poderoso fazendeiro da região, ela foi expulsa da cidade por seu pai e também pelo padre local afim de que não restassem vestígios dos pecados cometidos pelo coronel. Ninguém acreditou na versão de abuso sexual contada pela pobre menina. O delegado…

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Postado em 23 fevereiro 2012 às 17:10 — 2 Comentários

Um manual de vida para o brasileiro do século XXI

(O texto abaixo é uma reflexão pessoal do autor e não representa necessariamente a opinião oficial da Administração desta rede, nem da maioria dos seus membos, embora contenha alguns posicionamentos com os quais concordamos.)

O século XX foi um tempo marcado por grandes conquistas científicas e pela desconstrução de importantes valores que sustentaram a sociedade ocidental por…

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Postado em 17 julho 2011 às 21:00 — 13 Comentários

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Às 6:13 em 29 fevereiro 2012, Luísa L. disse...

Olá Rodrigo, bom dia! :)

Estive a ler o teu artigo, que é muito pertinente, pois a nossa cultura também passa, quer queiramos quer não, pelas "casas comunitárias", quer elas se revelem em templos ou simples bibliotecas, viodeotecas, associações de animais em vias de extinção, ou sei lá que mais. Esses lugares de reunião são sem dúvida úteis para os nossos jovens e também conseguem minorar algum sofrimento nos nossos idosos e desabrigados. Por outro lado penso que isso não tem (ou pode não ter) nada a ver com a fé, crenças em divindades, e rituais que julgo perniciosos, pois acho que esse trabalho pode ser feito na própria comunidade com a ajuda das autoridades locais, por exemplo. E há muito que é feito.

Tu sabes que eu não creio em deus ou deuses, nem fui educada nessa linha de pensamento, no entanto, sempre me ensinaram a respeitar todos e francamente, tanto me faz ajudar a paróquia, como a casa da Cultura da Juventude da minha freguesia. O que é mesmo importante é contribuir com aquilo que posso e não desperdiçar o que ainda é útil. Então contribuo com aquilo que eles têm capacidade para dar utilidade: para a paróquia dou roupas e sapatos usados, por exemplo, porque eles têm uma estrutura que pode fazer um bom uso desses bens. Para a Casa da Cultura, todos os anos dou os manuais escolares dos meus filhos, referentes ao ano anterior, para além de livros, jogos e até brinquedos. Este Natal o meu filho mais velho deu o seu velho PC para lá, pois recebeu um novo.

Na minha opinião, temos é que mostrar aos nossos jovens (as famílias têm um papel importante) que a solidariedade é para se praticar onde é mais eficaz, independentemente dos nossos próprios conceitos e preconceitos.

Quanto ao casamento ("salvar" casamentos) eu não acredito nisso. Penso que casamentos não se "salvam" através da maior ou menor fé das pessoas. Podem é não desfazer-se dependendo da maturidade e capacidade de adaptação dos cônjuges e isso não tem nada a ver com religião. "Salvar" um casamento pela fé ou pelos ensinamentos e normas religiosos, pode significar "matar" definitivamente (psicologicamente falando), um ou os dois esposos.

Olha, estou a deixar aqui o meu comentário, pois não consegui comentar no artigo. Alguma coisa bloqueou e eu também não sou grande coisa nesta caixinha de surpresas que é a internet.

Grande abraço!

Às 21:59 em 8 março 2011, Josimar Alvaro dos Santos disse...

Olá Rodrigo

Como todos aqui, também te dou as boas vindas e espero que goste do site.

Também quero que saiba que não estou aqui com as mesmas intenções que você. Sou irreligioso como todos daqui. É certo que sou pastor presbiteriano, mas porque, ainda, não encontrei outra maneira para sustentar minha família. Desde que comecei a faculdade, minha visão sobre a bíblia e a religião ganhou uma nova forma. Hoje, repudio a religião, em todas as suas expressões e a bíblia, para mim, se tornou uma prova, incontestável, da ignorância humana, uma arma poderosa, usada para justificar a exploração e até mesmo, para promover guerras e assassinatos.

Rodrigo, sou pastor há 14 anos, e vai por mim! Nunca vi nada que testificasse a existência de Deus nas igrejas, apenas manifestações sugestionadas. Os "crentes", no fundo, não acreditam de verdade na bíblia, apenas afirmam crer com medo do inexistente. Como disse Nietzsche: "só conheci um cristão e ele morreu numa cruz".

Desculpe-me se causei alguma decepção á você, mas é isto que, realmente, acredito. Como dizem por aqui, não nos tornamos irreligiosos da noite para o dia, só depois de muito estudo, observação e reflexão.

Abraço

Às 19:37 em 4 março 2011, Ivani de Araujo Medina disse...

Rodrigo,

Concordo inteiramente que o contato com o pensamento diverso às vezes pode ser cansativo, mas, se quisermos, pode ser muito proveitoso. Eu, particularmente, estou sempre disposto a debater com os meus desiguais sem confundir idéias com pessoas. Essa predisposição ao confronto movida por ânimos exaltados não leva a nada.

Às 13:32 em 2 março 2011, Ivani de Araujo Medina disse...
Rodrigo, estou surpreso com a sua decisão. No entanto, eu não deveria porque coragem ,caráter e boa educação lhe sobram. Que os colegas relaxem, se alguma indelicadeza surgir não será da sua parte. É sempre um prazer tê-lo em debates. Grande abraço.
Às 11:08 em 2 março 2011, Ivo S. G. Reis disse...

Fico feliz em saber disso, Rodrigo, porque revela que você está entre as exceções. Temos aqui também um pastor evangélico, desiludido, que comunga com as nossas ideias; e no meu outro blog, o "Debata, Desvende e Divulgue!", (que também, na sua categoria religião, tem características ateístas), temos até um "crente de estimação". Este é daqueles crentes fanáticos, mas não xinga (como a maioria dos crentes) e debate conosco em alto nível.

Se você não for nos xingar, fique à vontade, mas se sentirá igual ao nosso crente de estimação: um estranho no ninho.

Abraços!

 

Às 9:22 em 2 março 2011, Assis Utsch disse...
Gostaria de dar as boas vindas ao Rodrigo Phanardzis. Seria bom também que ele falasse de suas motivações para participar de um grupo de ateus (e agnósticos); o que ele pensa da ideia de um Deus, dos chamados livros sagrados, das religiões; se esses conceitos são construções humanas ou se teria uma origem transcendente, etc. Como faço algumas vezes, sempre que saúdo os recem-chegados, depois da leitura dos textos aqui postados, costumo convidá-los a visitar meu Divina Magia ( www.divinamagia.com.br )
Às 8:32 em 2 março 2011, Ivo S. G. Reis disse...
Rodrigo:

Seja bem-vindo ao "Irreligiosos", porém, tenha consciência de que você está num site que é irreligioso , como sinônimo de antirreligioso, ou seja, "que combate as religiões". Conseqüentemente, algumas das coisas que aqui são discutidas poderão chocá-lo, se não tiver a mente aberta para ouvir e considerar o que advogamos.
Mesmo assim, fique à vontade para apoiar ou contestar o que desejar e utilize este espaço como se fosse seu. Saiba que você já tem, aqui, a sua página pessoal, previamente criada para que possa expor as suas idéias, desde que em consonância com os nossos objetivos e não ofensivas a qualquer membro. É possível ate, se desejar, discordar de tudo o que defendemos, se o fizer dentro das nossas normas e política editorial.

           Ajude-nos a combater o obscurantismo religioso e todos os males da religião. Somos poucos ainda, eis que o site é relativamente recente, mas breve seremos muitos a alertar.

Participe do debate (página de fóruns) sobre a "Criação de uma entidade representativa para irreligiosos, ateus, secularistas, agnósticos e céticos". Sua opinião é importante e só poderemos chegar a algum lugar se os membros se manifestarem. As discussões estão abertas.

Sentimo-nos honrados com a sua participação.
Saudações irreligiosas

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