Irreligiosos

Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

Pessoas reais, objetivos lícitos e legítimos, sede, reuniões e assembleias virtuais: Assim será a ABLIPI

A ABLIPI - Associação Brasileira de Livres-Pensadores Irreligiosos , encontra-se ainda em gestação. Nela, tudo é provisório, inclusive a sua denominação e o seu logo (ao lado), que poderão mudar, conforme sugestões colhidas dos futuros associados e aprovadas pela Comissão de Criação ou, em sua falta, pelo administrador desta rede. No entanto, uma coisa já é certa: no seu primeiro ano de atividades, funcionará sob a forma de sociedade civil sem fins lucrativos, como pessoa jurídica de direito privado, com sede provisória em endereço virtual, sendo todas as suas reuniões, assembleias, convocações e demais atividades feitas virtualmente. E os trabalhos para a consecução desse objetivo, ainda que timidamente, já começaram

Uma vez completos os grupos de trabalho e o número necessário de integrantes da Comissão de Criação, verificaremos aqui mesmo, por pesquisa interna, os possíveis números de interessados na filiação e caso seja atingido o mínimo julgado necessário, iremos adquirir um domínio próprio, registrar os estatutos e criar o site, um novo espaço, integrante também da Rede DDD e parceiro do Irreligiosos, mas com autonomia própria, mais focado no ativismo humanista irreligioso, inclusive externo, e com maiores poderes de protestos e reivindicações dos interesses dos seus associados.

Algumas coisas que poderiam ser feitas aqui no Irreligiosos, coisas, aliás, previstas desde a sua constituição,  não podem ser implementadas e de fato não foram, por esbarrar em entraves legais. Todavia, com a criação da associação, poderemos ampliar nossos horizontes e ter mais voz, visibilidade e respeitabilidade perante a sociedade, além de podermos interagir com outras asssociações congêneres e assim fortalecer-nos mutuamente. Existem somente 3 associações desse tipo no Brasil,  nacional e internacionalmente reconhecidas. É muito pouco. Portugal, menor que o Estado de São Paulo, tem 8; isto, para não citar outros países europeus e também de outros continentes.

Nossos objetivos estão mais ou menos delineados e já sabemos o que queremos. Neste momento, a única coisa que precisamos é de voluntários, pessoas dispostas a ajudar-nos nesta missão, oferecendo não só o seu incentivo, mas também o seu comprometimento com esse objetivo e a sua colaboração intelectual. Achamos que não é pedir demais por uma coisa que, no futuro, será útil a todos nós e à sociedade como um todo.

Alguns outros esclarecimentos se fazem necessários:

1 - Quanto à denominação: Tivemos o cuidado de omitir os termos "ateus", "agnósticos", "humanistas seculares", "deístas", "céticos", "racionalistas" e outros porque verificamos que todos eles são, de alguma forma, excludentes dos outros grupos. Os únicos termos que têm pontos em comum com todos e entre si são os irreligiosos e os livre-pensadores, que abrangem todos os grupamentos. Daí, a escolha.

2 - Quanto aos objetivos e forma de atuação: Não visaremos lucros e não aceitaremos nenhuma ajuda financeira de governos nem de partidos políticos (decisão recente e bem pensada, até porque não a conseguiríamos sem fazer inúmeras concessões). Com essa postura ética, poderemos manter a nossa independência de pensamento. Por outro lado, enquanto em fase de criação, nenhum tipo de contribuição está sendo requerida dos futuros associados e vamos nos esforçar para que, pelo menos até atingirmos o número mínimo de ...... (a definir) associados isto não seja necessário.

Então, caro colega irreligioso, o que está faltando para você participar deste momento histórico para a nossa comunidade? Participe, leia aqui as matérias sobre o assunto, conheça ou integre-se ao grupo "Anteprojeto ABLIPI", ofereça sugestões, divulgue a notícia, traga novos filiados para o Irreligiosos porque é daqui que sairão, por migração, os futuros associados. E se você tem alguma habilidade especial como, por exemplo, saber fazer vídeos institucionais, charges, desenhos, programação em bancos de dados, php, web design ou se é advogado, escritor, publicitário ou coisa parecida, sua ajuda será útil, necessária e muito bem-vinda. No momento, nossa maior urgência é de um bom advogado, com experiência em Direito Civil, dentro da Comissão de Criação. Mas se não tivermos, porque o trabalho é não-remunerado, contratamos.

Se a coisa não decolar agora, como acontece na maioria das campanhas e empreendimentos ateus, a culpa será nossa, exclusivamente nossa. Reflitam agora para não se lamentar depois. No futuro, poderemos ser nós os que encabeçarão os movimentos que tanto queremos. Se não tivermos equipe, o projeto para.

Saudações Irreligiosas!

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Comentário de Paulo Rosas Moreira em 19 abril 2013 às 11:44

Ivo!

Estou de pé e a ordem, para colaborar no que eu puder com a criação da ABLIPI.

Como coordenador, agradeço suas orientações e ordens,  para o bom desempenho dos trabalhos do grupo.

Penso que,  talvez,  não precise haver membros fixos. Bastaria que solicitasse uma providência e os que pudessem colaborar, atuariam de acordo com sua orientação, dependendo do que for pedido. porque só você saberia se a solicitação seria para uma pessoa específica de sua escolha ou para todos os participantes.

Saudações.

Comentário de Ivo S. G. Reis em 19 abril 2013 às 11:25

Jorge:

Grato pelo apoio, pelas observações, pela sinceridade das suas palavras, e pelo seu primeiro ato de revisão: a falta do "I" final em alguns textos (pressa e erro de digitação). Viu como é importante um olho externo? Quanto ao contacto que mencionou, claro que tenho interesse. Mantenha-me informado e quando a ponte estiver feita, avise.

Entendi suas razões Jorge mas, mesmo assim, vou fazer um rápido esclarecimento e, a seguir, o pedido: se você não pode participar em tempo integral, poderá participar do grupo "Anteprojeto ABLIPI", aberto a qualquer um e sem qualquer obrigatoriedade de presença (o membro participa quando pode e acha conveniente). Esta participação seria apenas para fazer comentários, críticas e sugestões ocasionais.

Na CC-ABLIPI, poderia fazer parte como membro suplente, onde as condições são mais ou menos as mesmas. A diferença é que, no caso de ausência de um dos titulares, principalmente nos casos de votações, o suplente teria o comprometimento e a obrigação de substituir o membro ausente, até que a situação se normalizasse. Em suma, esta poderia ser uma participação mais figurativa, para compor a mesa da comissão. Apenas ocasionalmente e em situações especiais o membro suplente poderia ser convocado a votar, situações que (suponho) seriam raras.

Pensamos ainda (tudo precisa ser discutido e aprovado) em criar uma categoria de "membros colaboradores", que seriam aqueles que, da mesma forma, oferecem contribuições espontâneas e ocasionais, sem qualquer comprometimento com a regularidade de participação.

Resumindo, a primeira condição para se tornar membro da Comissão de Criação ABLIPI ou ser um membro suplente da CC-ABLIPI ou um membro colaborador é realizar, antes de tudo, a sua inscrição no grupo "Anteprojeto ABLIPI", que é aberto a todos, e serve apenas para manter as discussões em separado e identificar as pessoas interessadas ou envolvidas na criação da ABLIPI.

Seriapedir demais que o amigo manifestasse o seu posicionamento?

Comentário de Jorge Oliveira de Almeida em 19 abril 2013 às 8:44

Caro ivo,

como contribuição para uma primeira revisão, esqueci-me de comentar com você que o nome da nova entidade está aparecendo no site também sem o "I" final. Por ora é só. Um abraço.

Comentário de Jorge Oliveira de Almeida em 19 abril 2013 às 8:41

Caro companheiro,

falando sinceramente, sinto-me lisonjeado pelo convite, mas não sei responder. Existe uma máxima árabe que diz o seguinte: "O que deve ser feito, deve ser bem feito e o que deve ser bem feito deve ser perfeito". Entendo que participar de qualquer das duas seria para mim muito desgastante, porque procuraria fazer o melhor, e é muito difícil agradar a todos. Embora aposentado, tenho mil e uma atribuições. Estudo música em duas instituições diferentes e participo de dois corais, sendo que em um deles, a Associação de Canto Coral, ainda tenho aulas de Técnica Vocal e Solfejo. Tudo isso requer tempo para assistência às aulas e para estudo. Preciso também dar assistência a minha mãe, que já conta com mais de noventa anos e precisa viver numa casa de idosos, uma vez que em minha casa ela não teria condições de ser assistida, principalmente devido às escadas. Também devo participar da revisão do jornalzinho pernambucano "Humanitas". As pessoas que você precisa para ajudar precisam antes de tudo, de assumir compromisso não com você, exatamente, mas principalmente com a causa, e, como você pode ver, não me sobra tempo para nada. De maneira que, repetindo o que disse anteriormente, não sei responder se posso aceitar ou não o seu convite. Acho mesmo que, depois de esclarecer todas as minhas atribuições e atribulações, você já esteja me considerando uma carta fora do baralho. É claro que poderia existir a possibilidade de eu aceitar sem compromisso, a qual para mim é descartável, porque eu não deveria nem poderia realizar um trabalho desse vulto se não fosse para atirar-me "de corpo e alma" nesse projeto. Sugeriria que você me mantivesse numa prateleira à parte, como fazem alguns concursos públicos, que vão chamando os candidatos aprovados à medida que vão sendo necessários. É claro que o meu caso não se adapta literalmente, uma vez que você precisa para ontem, mas não descarto a possibilidade de vir a colaborar com você de alguma forma em um futuro mais próximo ou mais distante.

Quanto ao contato com o Rafael Rocha, do "Humanitas", você se interessou pela ideia? Conforme comentei com você, comuniquei-me com ele e lhe disse que se for de seu (com quem falo) interesse, você se comunicará com ele. 

Quanto ao problema da interação malévola da política com a religião, não se trata exatamente de problemas externos ao nosso meio, mas, pior, de problemas internos. É claro que não vou citar nomes, mas as pessoas se envolvem emocionalmente com a política ou em defesa de suas religiões e muitas vezes tecem seus pontos de vista de maneira agressiva, atingindo muitas vezes até aqueles que o agressor nem sabia que poderiam ser atingidos. Nesses casos, quando sinto que estou fora do contexto, tenho o bom senso de retirar-me, porque, como já fiz ver a você, não quero diminuir, mas somar. 

Um abraço.

Comentário de Lazarus Silver em 19 abril 2013 às 8:35

Desculpe se volto a bater na tecla do NOME da entidade. As palavras negativas geralmente geram um efeito negativo nas pessoas. Haveria um efeito negativo se você disser que é anti-carne, por isso você se diz vegetariano. As palavras que começam com IRR geralmente dão efeito negativo: irresponsável, irrelevante, irregular.  Religiosamente é uma palavra positiva que indica alguém rigoroso no que faz, um irreligioso dá a impressão contrária, não importando o que as definições oficiais possam dizer. Além disso, pode dar muita confusão em discursos e conversas o fato de IRRELIGIOSOS ter a mesma pronúncia de E RELIGIOSOS. Para mim, dizer livre pensador já significa que o indivíduo pensa por si mesmo, portanto não segue (pelo menos não fortemente) uma religião.

Não vou mais insistir nesse assunto da nomenclatura, outros que pensem assim que defendam a ideia. Abraços ateísticos a todos!

Comentário de Ivo S. G. Reis em 19 abril 2013 às 1:51

Jorge Oliveira:

Foi muito, muito bom mesmo, vê-lo aqui de volta, com as suas observações sempre inteligentes. Você foi um dos primeiros nomes em que pensei (não o esqueci) para fazer parte da comissão editorial, na parte da seleção e revisão de textos, uma das nossas grandes carências já que, no futuro, pretendemos editar uma revista trimestral. E o convite continua aberto. Antes porém, como são muitas as suas dúvidas e você andou afastado e sem acompanhar as discussões (muita coisa nova apareceu), vou responder-lhe por tópicos, mesmo achando que o espaço será insuficiente:

I - Sobre a mistura explosiva Religião x Política:

Sempre combatemos isto, como você mesmo deve ter observado no início, e continuamos sendo contrários a essa combinação e conivência, que nenhum benefício traz para a sociedade. Tanto quanto possível, nos nossos dois primeiros anos, evitamos abordar assuntos de natureza política e sempre pregamos a separação Igreja x Estado (temos até um bannerzinho animado na primeira página). Ocorre, porém, que para a nossa decepção, é exatamente ocontrário que vem ocorrendo: a religião infiltrando-se cada vez mais na política e esta, por sua vez, absorvendo e aceitando. O país, laico de acordo com a CF, corre o risco de transformar-se em um Estado Teocrático ou permanecer laico no papel e teocrático na prática. Esse risco tem aumentado com uma velocidade incrível, com a culminância da iminente aprovação da PEC 99/11 e isto, não só nós, mas todos os sites ateus, estamos acompanhando de perto. Foram vários os acontecimentos que indicaram essa tendência perigosa, que tende a permanecer.

Foi nesse momento que nós nos sentimos obrigados a intervir e sair do conforto das nossas discussões acadêmicas, para começar a analisar os aspectos políticos da participação religiosa nos destinos do país. Nisso, você tem razão: mesmo não sendo o nosso foco principal, não pudemos nos omitir da discussão política, neste momento que julgamos tão crucial para antiteístas, irreligiosos e livres-pensadores. Temos casos e casos de colegas que já foram prejudicados por discriminação e ateofobia, insuflados por políticos religiosos e ministros evangélicos. E a intenção deles é, de fato, tomar o poder político, o que seria um retrocesso, de consequencias desastrosas para o país. Estas, muito resumidamente, são algumas das razões porque começamos a abordar temas políticos. E, confesso, embora sem nenhuma vinculação partidária, vamos continuar a abordar temas políticos quando estiverem ligados à religião e/ou ao ateísmo. Não é o que queríamos, mas não há como fugir disso, sob pena de sermos considerados omissos. A política econômica do país, os escândalos financeiros e as fofocas políticas, isto não pretendemos que seja objeto da nossa apreciação, pelo menos aqui ou na ABLIPI; mas quando estiver em jogo a liberdade de expressão, o direito e as garantias individuais, a usurpação da cidadania, nos casos em que a religião estiver envolvida diretamente ou por simples apoio, vamos nos manifestar, mais como livres-pensadores patriotas do que como irreligiosos antiteístas, igualmente patriotas.

Quanto ao seu comentário: "(...) Por exemplo, a ATEA, não tem os mesmos propósitos? Em caso positivo estaremos disputando com ela. Não é isso pernicioso para as nossas ideias?"

Não Jorge, a ATEA não tem exatamente os mesmo propósitos e nem a criação de uma nova associação será prejudicial e sim benéfica. O trabalho por ela realizado é louvável e útil, e muitos dos seus propósitos são semelhantes aos nossos, mas apenas isto. E duas coisas semelhantes não podem se dizer iguais. É uma coisa difícil para fazer você ou qq pessoa entender, em tão poucas linhas, mas vou tentar ( o resto, se desejar, explico por email):  Primeiramente, a ATEA, conforme a sua própria denominação, representa os "ateus" e "agnósticos". Aí, cabe a pergunta: onde se situam os humanistas, os irreligiosos, os céticos, os livres-pensadores, os deístas, os racionalistas... ? Estariam representados por ela? Segundo ponto: a ATEA, a maior e mais respeitada associação do gênero no Brasil, possui apenas 8.500 membros e as outras duas, juntas, menos da metade disso. Num país de 200 milhões de habitantes? É muito pouco. Teríamos de ter pelo menos uma meia dúzia de associações iguais a ela ou até maiores, agindo em conjunto, interagindo em bloco, sempre que houvesse uma causa nacional de interesse comum. Essa é a ideia. A dura realidade é que ninguém liga para os ateus, irreligiosos, etc., porque temos pouca ou nenhuma representatividade. Então, o que pretendemos é somar e não dividir. Quando alguma dessas 4 associações iniciar uma campanha em defesa de alguma causa, convoca as demais para se unirem e atuarem em conjunto, representando todos os segmentos do livre-pensamento e não apenas os ateus e agnósticos. Seremos, assim, uma espécie de "reforço". É mais ou menos isso. Se quiser maiores detalhes, poderemos trocar emails. Leia os nossos dois últimos posts e os objetivos elencados no grupo de trabalho "Anteprojeto ABLIPI" e entenderá melhor o que pretendemos. Já pensou se houvesse apenas um banco, apenas um partido político, apenas uma religião ou um governo único, sem direito a renovação? Tenho certeza de que irá entender, mesmo que não concorde.

Por ora é isso. Caso se convença da validade da iniciativa, fica o convite: aceitaria participar da "Comissão de Criação" e/ou do grupo "Anteprojeto ABLIPI"?

Apreciaríamos receber o seu posicionamento (pode ser publicamente ou reservadamente, via email).

Saudações Irreligiosas!

Comentário de Jorge Oliveira de Almeida em 18 abril 2013 às 22:29

Caro Ivo, 

não tenho acessado o eu site, porque percebi bastante contrariado que existe ali uma certa interação de religião com política, e essa mistura é bastante explosiva e desairosa. Como você sabe, estou um tanto, para não dizer totalmente desinformado das facilidades cada vez maiores oferecidas pelos softwares, o que me deixa cada vez mais distante das necessidades do dia-a-dia. 

Parabenizo-o pela sua iniciativa, que está prestes a tornar-se realidade. Tenho, entretanto, algumas dúvidas. Outras entidades similares há, imagino que com os mesmos objetivos, e nesse caso seremos mais uma nesse contexto e talvez num momento em que precisamos unir-nos, estejamos justamente por vias indiretas encontrando a desunião. Por exemplo, a ATEA, não tem os mesmos propósitos? Em caso positivo estaremos disputando com ela. Não é isso pernicioso para as nossas ideias? 

Venho mantendo contato com um pequeno jornal de Pernambuco chamado "Humanitas" (agora no nº 9), que se auto-denomina "O jornal dos livres pensadores". Conheço dele o seu mentor (pela Internet), que é ateu e possivelmente tenha interesse em participar. Muito provavelmente poderemos ter a possibilidade de divulgar mensagens naquele jornal que é distribuído gratuitamente aqui no Rio, junto a cinemas da zona sul. Para o caso de interessar, o site do jornal é o seguinte: "jornalhumanitas2013@gmail.com". Já entrei em contato com o responsável, o sr. Rafael Rocha (aquele a quem me referi acima) e deverei estar participando numa operação de "pente fino" da revisão do próximo número. Conversarei paralelamente com ele agora mesmo pela Internet sobre a criação dessa nova entidade. Certamente ele terá interesse na divulgação daquele jornal em seu site. É justamente dessa união de forças a que estava anteriormente, entende? Precisamos unir, não desunir!

Um abraço.

Comentário de Ivo S. G. Reis em 18 abril 2013 às 22:08

Geraldo e Poel:

O simples fato de interessar-se, fazer a divulgação da notícia e participar dos debates já é uma grande ajuda. Mas, para isso, vocês terão de pedir a inscrição no grupo "Anteprojeto ABLIPI". É lá que as ideias serão debatidas e aperfeiçoadas e somente os participantes podem comentar, oferecer ideias, etc. Para fazer a inscrição, clique na aba "Grupos" (menu horizontal superior) e na página que se abrir, cliquem no grupo Anteprojeto ABLIPI e solicitem a filiação. Simples assim.

Aguardamos vocês por lá.

Saudações Irreligiosas!

Comentário de GERALDO DOS SANTOS MOURA em 18 abril 2013 às 21:43

IVO Gostei e aprovo a idéia, não tenho nenhum destes predicados que procuras,ajudarei na divulgação e algo mais que tiver em meu alcance,,,a migaração é automatica ou tem que fazer outro cadastro.

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