Irreligiosos

Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

As religiões continuam a existir e a proliferar-se por dois motivos que se destacam, dentre outros: primeiro  é o fato dos pais rotularem e obrigarem seus filhos a seguirem a religião que eles professam. Esses ensinamentos se estendem pela infância, pela puberdade e se firmam na idade adulta. O segundo motivo, notadamente no cristianismo, é a fonte de renda que a fé propicia, o que leva muitos inescrupulosos metidos a profetas, a aproveitarem-se para escravizar mentalmente seus adeptos e, assim, enriquecerem de uma maneira rápida e fácil.


Isso torna-se claro para quem tem um pouco de visão, mas invisível para todos aqueles que vivem bitolados em uma fé cega. Se todos os pais deixassem de doutrinar religiosamente seus filhos, desobrigando-os de seguirem a religião dos seus pais, certamente em menos de cinqüenta anos, todas as religiões entrariam em declínio e em pouco tempo se extinguiriam por completo.

Paulo Luiz Mendonça.

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Comentário de Paulo Luiz Mendonça. em 24 setembro 2014 às 18:13

Sigurd, diz o ditado água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. Pensa você que não sei da dificuldade de convencer alguém a desacreditar em Deus, depois de ter sido induzido pelos seus próprios  pais desde criancinha inocente com o cérebro ainda em formação, depois induzido pela poderosa mídia religiosa que promete curas milagrosas, prosperidade sem esforço e para completar um lugar no paraíso, onde viverá eternamente ao lado de Deus todo poderoso. Você acha que alguém que recebe tais ensinamentos e promessas de tamanha importância, algum dia deixará de acreditar? Diante de tantas vantagens oferecidas pelas religiões, os adeptos cheios de fé continuarão para todo o sempre, mesmo  não tendo provas concretas da veracidade das vantagens prometidas. Acredito estar até perdendo meu tempo, mas como sou persistente, continuarei a bater nesta tecla, pois tenho pena de ver pessoas inocentes enriquecendo os espertos de muitas religiões, não todas elas, tem sempre as raras e honrosas exceções. 

Comentário de SERGIO MESQUITA RANGEL em 24 setembro 2014 às 17:05

Amigo Paulo Luiz Mendonça.

Minha esperança é que um dia eu consiga escrever algo tão contundente que atingirá bem lá dentro do intimo dos fanáticos religiosos, sei que é difícil combater o fanatismo , gostaria de escrever algo que eles não tivessem resposta, nem saída, permanecessem calados e começassem a pensar e refletir sobre esta enganação chamada de religião.”

Amigo Paulo Luiz. Tenho uma triste notícia pra você. Lamento lhe informar, mas com um religioso, você nunca estará argumentando no mundo objetivo e de fatos reais. Você estará sempre argumentando com alguém que está no mundo da fantasia e, que adora a um deus que tem “superpoderes”, ilimitados, e que, ainda, são acrescentados, dia a dia, ou, objeção a objeção.

Só para você ter uma ideia, quando eu era crente, um pastor, lá no seminário, em defesa da cronologia bíblica para a criação (ou seja, pela bíblia, o nosso planeta tem, no máximo, 6500 anos) disse que Deus poderia, perfeitamente já ter criado a “Terra Velha”, com os seus fósseis (! . . .) e que os fósseis, não teriam sido, realmente, de animais, mas, simplesmente, criados por Deus, assim mesmo, como estão na natureza . . .(!)

Quando alguém perguntou, por que Deus criou as árvores antes do Sol, ou seja, pela cronologia bíblica, as árvores são mais antigas que o próprio Sol E AS ESTRELAS (!!!)

O pastor respondeu, simplesmente, que “a ordem dos fatores não altera o produto; que a bíblia não é, exatamente um livro de ciências e que bastava a gente acreditar que Deus tinha criado tudo.”

Acho que você não tem a menor ideia, dos “malabarismos acrobáticos” que um crente é capaz de fazer com sua fé, para continuar acreditando.

Pra mim, a maior prova de que deus existe, é quando um “cérebro de titânio” desses, encontra a porta da realidade. . . Isso sim, é o mais puro MILAGRE!!!

Talvez, nem Deus possa explicar, pois acho mesmo que esse seria o maior “SUPERPODER” de Deus: convencer um crente, das asneiras em que aredita.

Eles são “impenetráveis”, são “invencíveis” são “holográficos”, são “mega”, “ultra”, “super”, “ginseng”, “power rangers”, “mortal kombat”.

O máximo que a gente pode fazer é mesmo se divertir com as “pérolas” que eles falam em defesa de sua fé.

Comentário de T. P. Sigurd em 24 setembro 2014 às 16:31

Minha esperança é que um dia eu consiga escrever algo tão contundente que atingirá bem lá dentro do intimo dos fanáticos religiosos, sei que é difícil combater o fanatismo , gostaria de escrever algo que eles não tivessem resposta, nem saída, permanecessem  calados e começassem  a pensar e refletir sobre esta enganação chamada de religião. (Paulo Luiz Mendonça)

Para tanto o senhor vai precisar se esforçar bem mais, senhor Paulo Luiz. Os argumentos que o senhor tem trazido até então, não conseguem calar nem mesmo os mais neófitos na fé. Sinto muito desapontá-lo.

Veja, por exemplo, essa sua comparação no comentário anterior, é "fraquinha" de dar dó! (rsrs)

Não existe fé "enganosa" em relação a Deus. Enganosa é a mente humana porque mente (sem trocadilhos).

Comentário de Paulo Luiz Mendonça. em 24 setembro 2014 às 16:07

Amigo Paulo Rosas Moreira, obrigado pelo elogio a meu texto, todo elogio é bom para me incentivar a escrever mais e mais. Minha esperança é que um dia eu consiga escrever algo tão contundente que atingirá bem lá dentro do intimo dos fanáticos religiosos, sei que é difícil combater o fanatismo , gostaria de escrever algo que eles não tivessem resposta, nem saída, permanecessem  calados e começassem  a pensar e refletir sobre esta enganação chamada de religião.

Comentário de Paulo Luiz Mendonça. em 23 setembro 2014 às 10:06

Respondendo ao sr. Sigurd, Diz ele que ajuda, nós devemos dar só a quem solicita, tentar ajudar sem um pedido formal, segundo ele é um ato de alguém enxerido. Se vejo uma pessoa seguindo por uma estrada dizendo ir a um determinado lugar, eu sabendo que está errado, me calo porque ele não me pediu informação, acha isso certo, outro caso a pessoa cai na rua está inconsciente, não pode pedir ajuda, eu o ignoro porque não me pediu ajuda. Ajudar os escravos das religiões é a mesma coisa eles não sabem que precisam de ajuda estão cegos pela fé enganosas que se perpetua desde tempos remotos na nossa sociedade. 

Comentário de Luísa L. em 23 setembro 2014 às 5:10

Olá Paulo Rosas!

Obrigada pela sua opinião.

Saudações irreligiosas.

- - - - - 

Comentário de Paulo Rosas Moreira 9 horas atrás

Luiza L. !

Entendi que o Rangel quis dizer ;  a continuar essa loucura (por aqui), nós heterossexuais, passaremos a ser perseguidos, por homofobia, plagiando de certa forma a foto de Arnaldo Jabor.

O Rangel é satírico, não ponhas ao pé da letra o que ele fala.rsrsrs.

Saudações irreligiosas.

Comentário de Luísa L. em 23 setembro 2014 às 5:02

Oi, Luisa . . .

Olá Rangel, bom dia!

 

Sabe . . .

Diga...

 

Não estou entendendo o motivo de sua implicância comigo . . .

Que implicância Rangel?!... Não estou percebendo... Estará a referir-se à minha nova forma de escrita? Não a reconheceu, Rangel? Tenho que a aperfeiçoar, bem sei... mas ela é baseada na sua! É mais ou menos assim que o Rangel escreve quando não concorda com uma ideia. E eu não concordei com a sua ideia de que os heterossexuais são vítimas de homofobia pela sua heterossexualidade... O facto de o Rangel ter confundido uma opinião com implicância, faz-me acreditar que terei muito que trabalhar neste meu novo estilo de escrita...

 

Ou será que já estou começando a entender . . .(? . . .)

(?)

 

Não sei Luisa, mas, desse jeito, vou acabar me apaixonando por você...

(silêncio)

 

É casada?

(silêncio)

 

Tem compromisso com alguém.

(silêncio)

 

Se quiser me escrever algo diferente fora da comunidade . . .

(silêncio)

 

Meu e-mail: ranghari@yahoo.com.br

(silêncio)

 

Ah! Já ia me esquecendo!

Diga...

 

(Se vc não tiver nenhum preconceito contra heterosexuais, é claro.)

Tento não ter preconceitos Rangel, sejam eles de que espécie forem.

 

Sou sozinho, descompromissado, sou Hétero, sou ateu, sou escritor, e estou mesmo a procura de meu grande amor; a minha "Pilar del Rio".

(silêncio)

 

Se estiver mesmo apaixonada por mim, por favor, me dê um sinal . . .

(silêncio)

 

Implique com o que eu escrevo, só mais uma vez . . .

(silêncio)

Comentário de SERGIO MESQUITA RANGEL em 23 setembro 2014 às 3:09

Caro Sérgio Rangel,

Ai sim? Onde, onde?!!... É que essa afirmação dá um excelente furo jornalístico e eu sempre sonhei ser jornalista, assim uma uma mistura de Marguerite Higgins com paparazzi. Conte lá onde é que os heterossexuais são discriminados por serem heterossexuais? Não vale falar-me de ilhas perdidas onde a maioria da população são homossexuais, nem dum caso particular, tipo, o seu vizinho que foi a um bar de gays... srsrsrs

Saudações irreligiosas!

Oi, Luisa . . .

Sabe . . .

Não estou entendendo o motivo de sua implicância comigo . . .

Ou será que já estou começando a entender . . .(? . . .)

Não sei Luisa, mas, desse jeito, vou acabar me apaixonando por você...

É casada?

Tem compromisso com alguém.

Se quiser me escrever algo diferente fora da comunidade . . .

Meu e-mail: ranghari@yahoo.com.br

Ah! Já ia me esquecendo!

(Se vc não tiver nenhum preconceito contra heterosexuais, é claro.)

Sou sozinho, descompromissado, sou Hétero, sou ateu, sou escritor, e estou mesmo a procura de meu grande amor; a minha "Pilar del Rio".

Se estiver mesmo apaixonada por mim, por favor, me dê um sinal . . .

Implique com o que eu escrevo, só mais uma vez . . .

Comentário de T. P. Sigurd em 23 setembro 2014 às 0:21

É exatamente isso que vocês querem : "Religião não se discute". (Paulo Rosas)

Quem disse isso, senhor Paulo Rosas? Afinal, não é isso o que fazemos por aqui? 

O que NÃO se discute é FÉ... com quem não tem!

Comentário de Oiced Mocam em 22 setembro 2014 às 23:02

Se você decidir ser "evangelista", pergunte o que você espera realizar.

Se as condições forem adequadas, é possível que um Livre-Pensador e Irreligioso possa e com sucesso dialogar e “evangelizar” um crente.

"Evangelismo" é uma palavra perfeitamente boa. A palavra grega "anjo" significa "mensageiro "Evangelismo é simplesmente "uma boa notícia." Evangelismo ou Evangelização é a pregação do Evangelho Cristão (a mensagem cristã) e, por extensão, qualquer forma de pregação e proselitismo, com fins de adquirir adeptos, produzir conversão ou mudanças de hábitos, crenças e valores.

Eu não estou sugerindo que todo ateu deve ser um evangelista com parentes mais próximos ou colegas de trabalho. Alguns são melhores temporariamente mantendo suas opiniões para si mesmas para a segurança do emprego (no meu caso) ou a harmonia familiar. Alguns livres-pensadores sabiamente preferem esperar até que se aposentem, quando eles têm pouco a perder, antes de se tornarem ativistas. Em certas comunidades, descrença aberta pode custar caro.

Também não estou sugerindo que todo ateu evangelístico será sempre bem sucedido.  Eu aprendi que o evangelismo é como vendas. Você não pode vender a e para todos. E você não pode “vender” a qualquer um, se você primeiro não convencê-los que eles têm uma necessidade ou desejo de que você está vendendo.

Em certo sentido, os crentes já foram "desviados" por diversos fatores (doutrinação desde a infância, submissão e tradição familiar). Eles foram desviados a partir da razão, onde a religião está em causa. Muitos fundamentalistas também se desviaram da compaixão, paz ou tolerância.

Mas desde que eles se vêem como ovelhas em um rebanho de seguidores, eles precisam ser desviados da mentalidade de submissão ao pastor, escravos de um ditador. Seria melhor para eles, e para o mundo, se houvessem mais pensadores independentes.

Se você decidir ser "evangelista", pergunte o que você espera realizar. Você está tentando ganhar um argumento? Para simplesmente terminar um argumento? Para demolir o inimigo? Para perseguir crentes fanáticos da sua porta. Se assim for, uma abordagem combativa poderia funcionar. O ridículo pode ser uma forma eficaz para barrar alguém, ou para mostrar-lhes quão fortemente você se sente.

No entanto, o ridículo é raramente eficaz para mudar a mente de alguém. Ninguém gosta de ser ridicularizado. Ninguém quer ser visto que é um perdedor. Como você responde ao ridículo? Combatividade cria inimigos. O propósito de um ateu "evangelístico" deve ser fazer um amigo. Para conquistá-los para a racionalidade do livre-pensamento. Você não pode intimidar uma pessoa amiga. "Avante, Soldados ateus” é o oposto do livre-pensamento.

Amizade só é alcançada pela atração. A única maneira de atrair alguém é ser atraente. Se você quer conquistar alguém ao seu lado, em seguida, trate-o como um amigo. Respeite quem é e onde estão nesta fase da sua vida. Mostre-lhes que os livres-pensadores e irreligiosos são corteses e tolerantes. Acreditam em todas as coisas e realizam as mesmas coisas que um crente faz, e que a grande diferença é de que não acreditam em deuses. Em nenhum deus. Você não pode tornar-se amigo do peito, mas você pode olhar para o futuro e imaginar uma amizade respeitosa, como livre-pensador. Não é que o que em última análise, queremos?

Veja-se como plantar uma semente em uma mente curiosa - uma semente que precisa de tempo para criar raízes e crescer. Se você foi criado com a religião, no meu caso durante 50 anos, então imagine que você está falando com a pessoa que você era anos atrás.

Se algum dos seus amigos religiosos ou parentes eventualmente tornarem-se um livre-pensador ou irreligioso, não será porque eles foram humilhados. Não será porque você está irritado, preocupado ou é mais experiente. Será porque eles estão pensando por si mesmos.

Queremos melhorar a auto imagem, e não esmagá-la. Não queremos empurrar alguém para fora do abismo. Se seu objetivo é acabar com um amigo crente, não o insulte ou humilhe,  mas o atraia. Você não pode respeitar seus pontos de vista atuais, mas você pode respeitar o seu potencial para aprender.

Mesmo que essa abordagem positiva, amigável acaba não funcionando, você pode ter pelo menos dado uma chance justa, não fechando a porta desde o início.

Como reais seriam as chances?

Você pode ter uma expectativa razoável de sucesso se você está lidando com um parente em uma família unida, em seu campo de trabalho ou de especialização, ou com qualquer outra relação que é apreciativa. Se já existe uma relação horizontal, então é mais provável que suas opiniões serão ouvidas de forma justa. As chances são especialmente boas, eu acho que, se a pessoa se aproxima de você em primeiro lugar com o que parecem ser questões honestas.

Muitas tentativas de “ateísmo evangelístico” são um desperdício de tempo. Todos nós temos coisas melhores a fazer do que discutir com um fanático religioso. Pergunte a si mesmo se você realmente se preocupa com essa pessoa. Eu acho que alguns ateus entram em discussões prolongadas com os crentes mais por orgulho do que a filosófica preocupação humana.

Se você acha que o cristão é proselitismo, então, seja respeitoso, dê-lhe algumas informações, aponte para a biblioteca, e depois o solte. Diga-lhes que está interessado em um diálogo contínuo só se for uma via de mão dupla.

Se você não sentir uma abertura igualitária, então fique longe de um debate prolongado. Há muitos crentes que procuram os incrédulos como um "campo missionário". Eles gostam de ter alguém para chutar ao redor, uma oportunidade de exercitar seus músculos. Não incentive isso. Ele só os torna mais fortes. Eles podem voltar à sua igreja e anunciar: "Eu fiz a batalha com o diabo hoje!"

Mesmo que suas chances não sejam grandes, se você tiver o tempo e a energia, pode haver pouco a perder ao fazer o esforço, pode, pelo menos, mostrar ao mundo que estamos aqui. Quem sabe? Talvez alguns deles "protestarão" demais, mas com paciência, você pode aprender que há uma abundância de livres-pensadores em potencial lá fora.

Concordar com eles, tanto quanto possível, no que for racional. Por exemplo, quando trazem à tona a experiência religiosa interior, diga-lhes que você sabe que esses sentimentos são muito fortes. Isso acontece em todas as religiões. Gentilmente sugerem que os fenômenos psicológicos (como sonhos ou alucinações), tão reais como elas são, não necessariamente apontam para qualquer coisa fora da mente.

Você pode usar essa tática com muitos argumentos: a fé que cura, a necessidade de absolutos, etc ...Concorde que tal e tal, são um desejo generalizado humano ou de uma interpretação comum do ser humano, e, em seguida, trabalhar com cuidado a ideia através de uma explicação naturalista.

Obviamente, debates muitas vezes envolvem a crítica direta e forte da religião, e muitos crentes vão levá-la pessoalmente, acusando-nos de sermos agressivos, blasfemos, mentirosos ou odiosos. Lembre não é à pessoa que você está atacando. Diga-lhes que você acha que hoje a maioria dos cristãos são pessoas boas, apesar de a bíblia. Eles são mais espertos do que o mitológico Jesus. Eles são mais agradáveis do que Deus. Muitos deles estão acima das brutalidades do cristianismo para se tornarem boas, pessoas preocupadas, porque eles (como você) possuem um respeito pelos valores humanos.

O que temos para oferecer que podem, eventualmente, tomar o lugar da religião?

Se você estiver indo para seduzir alguém para fora do curral de ovelhas? Por que eles deveriam desistir de tradições confortáveis, a esperança da “vida eterna”, vida após a morte, e para a segurança da verdade absoluta? A isca e o anzol só é possível quando o que temos a lhes oferecer é a liberdade de pensar por si mesmo.

Se esta ideia não é atraente para a pessoa, então você não tem um livre-pensador potencial na linha. Todos nós anteriormente livres-pensadores ex-religiosos concordamos que a curiosidade o " livre pensamento" é o que nos levou para fora do abismo. Pensar por si mesmo pode ser uma sedução imensamente atraente, comparável à atração sentida pelos adolescentes que estão prontos para se afastar de casa, para viver de forma independente, para ser adulto e livre. Não utilizar o conhecimento como uma arma. Use-a como uma isca.

Se você não expressar emoção sobre a aprendizagem, então como você espera que eles se juntem a você? O desejo de aprender pode ser infeccioso. Não fazê-los loucos – mas deixá-los com inveja!

Minha viagem para fora da religião começou com um pequeno sabor do fruto proibido. Aos poucos, fui fisgado nos últimos quinze anos. A alegria de aprender algo novo me manteve voltado para mais eventualmente, o meu coração não poderia abraçar o que minha mente rejeitava.

Conhecimento e razão traz um poder que é mais forte do que a lealdade. O conhecimento é mais forte do que fé. É mais poderoso do que emoção, amor, tradição ou. Sim, é mais forte do que o amor: você não pode amar o que você não sabe.

Tenho prova de que o “ateísmo evangelístico” pode ser bem sucedido. Alguns anos depois de meu anúncio de desconversão, todos da minha família fundamentalistas se tornaram descrentes e livres-pensadores sinceros. Embora eles mereçam o crédito por seu próprio pensamento, minha deserção foi um catalisador, o que levou a sua reavaliação própria. Somos uma família unida, e nós mantemos com discrição as portas do diálogo aberto. No meu caso em particular, nem sempre posso me expor publicamente, devido a minha profissão e da minha esposa e um grande circulo de contatos comerciais. Mas tudo no seu devido tempo!

Saudações Irreligiosas, desse eterno aprendiz

Oiced Mocam

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