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Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

Absurdos e Contradições Bíblicas - II

ABSURDOS BÍBLICOS - A Bíblia e suas contradições

Para  bilhões de pessoas, a Bíblia é um livro sagrado que contém a palavra de Deus. É a fonte de suas convicções religiosas. Porém poucos daqueles que acreditam na Bíblia a leram de fato. Isto pode parecer estranho, mas alguns nunca leram a Bíblia. Mas qualquer um que tenha se aventurado por suas trivialidades redundantes e cansativas, genealogias infinitas, histórias e leis insensatas, sabe que a Bíblia não é um livro fácil de ler. Assim, não é surpreendente que aqueles que começam a ler o Gênesis raramente chegam ao Levítico. E os poucos crentes que sobrevivem ao fim amargo do Apocalipse, têm que enfrentar um dilema perturbador: a sua fé lhes diz que deveriam ler a Bíblia, mas lendo a Bíblia eles arriscam a sua fé.

O problema é (acreditando-se que a Bíblia foi inspirada por Deus) que quanto mais se lê, menos se acredita. Para proteger a fé na Bíblia, muitos deixam de lê-la, embora poucos admitam isto. Nem mesmo para eles.

A solução mais popular para este problema é deixar a Bíblia a cargo do clero. O clero então faz citações da Bíblia e sermões, e explica seu o significado aos outros. Um cuidado extremo é tomado, é claro, para citar das partes da Bíblia que exibem o melhor lado de Deus e ignorar aqueles que não fazem. Isto significa que só uma fração da Bíblia é citada. Isto em si não é um grande problema, porque embora a Bíblia não seja um livro muito bom, é muito longa.

Mas se pouco da Bíblia realmente é usado, então por que o resto não é apagado?

Por que as passagens redundantes (as quais são frequentemente contraditórias) não são combinadas em único e consistente livro?

Por que não são eliminadas as centenas de crueldades e absurdos? Por que não são removidas as partes ruins do Livro Bom? . Isto resultaria em um livro muito menor, porém requer uma cirurgia volumosa, e pouco permaneceria.

Quase todas as passagens da Bíblia são de uma maneira ou outra censuráveis. Mas talvez com um pouco de sorte e uma edição muito cuidadosa, um pequeno folheto poderia reproduzir a Bíblia - um que poderia ser chamado de bom. Talvez. Mas para os crentes, a Bíblia inteira é inspirada, e tem Deus como seu autor. Cada passagem contém uma mensagem de Deus que não deve ser alterada ou apagada. Assim o crente está simplesmente preso à Bíblia. Ele acredita que ela é boa, verdadeira, e perfeita. Quando a Bíblia lhe parece contrária a isso, como sempre, ele inventa a sua interpretação da Bíblia - não o que ela diz. A defesa do crente é ajudada por aqueles que divulgam isto. Eles invariavelmente são bons crentes interessados em promover e defender a Bíblia. E o fazem de muitas formas, e seus esforços normalmente incluem pelo menos um dos seguintes:

- Mostram consistência entre as passagens redundantes, nunca mencionando as contradições.

- Promovem explicações e desculpas para os absurdos, crueldades, vulgaridades e insultos às mulheres - quando não os ignoram completamente.

- Enfatizam as poucas passagens que apresentam uma imagem decente de Deus.

- Colocam anotações no rodapé para explicarem qualquer dificuldade.

São publicadas e distribuídas milhões de Bíblias a cada ano por crentes num esforço incansável para propagar suas convicções. Por conseguinte, quase todo o mundo, crente ou cético, tem uma cópia em casa. Entre estas Bíblias serão achadas muitas versões diferentes, mas todas têm algo em comum: todas edições apoiam, promovem e defendem a Bíblia.

A Bíblia do Cético Comentada tenta curar este desequilíbrio. São realçadas as passagens que são um embaraço aos crentes, e são enfatizadas as partes da Bíblia que nenhum erudito em qualquer igreja, grupo de estudo da Bíblia ou escola dominical diria. Estas passagens testam suas convicções. As contradições e falsas profecias na Bíblia não são nenhum engano; as crueldades, injustiças e insultos às mulheres, não são coisas boas.

A Bíblia do Cético ajudará aqueles que acreditam na Bíblia a reconsiderarem honestamente sua convicção. Ajudará aqueles com pouco conhecimento da Bíblia a resistir à tentação de acreditar. E ajudará aqueles que já rejeitaram a Bíblia a defender a sua posição.

E por que isso não é mais conhecido? Por que as pessoas nos bancos das igrejas, para não falar das pessoas nas ruas, não sabem nada sobre isso? Seu palpite é tão bom quanto o meu.

Está na hora de todos nós deixarmos de acreditar, ou fingir que acreditamos neste livro que é uma afronta a decência e a dignidade do ser humano. Isso é uma vergonha, e chegou a o momento de fazer algo para resolver o problema. Alguns leitores poderão ficar muito desconfortáveis com as informações que lhes apresentei. Só peço que, se for o seu caso, faça como eu fiz: receba-as de mente aberta e esteja disposto a mudar caso isso seja necessário. Se por outro lado, Você não encontrar nada chocante ou desagradável, só lhe peço que relaxe e aproveite!

Ou melhor, como o Ivani comentou na comunidade de Irreligiosos e resumiu muito bem com conhecimento de causa:  “O meu interesse é pelo fim da farsa da origem do cristianismo”., ou

Se todos os pensadores religiosos, com argumentos supostamente poderosos, não satisfazem à razão, a não ser a razão deles mesmos, como é que argumentos menores podem oferecer convencimento, sobretudo porque apenas repetem o discursso das superstições religiosas”. - Assis Utsch

Fonte e leitura recomendada (salve nos seus favoritos): http://www.bibliadocetico.net/index.html

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Comentário de Oiced Mocam em 16 outubro 2014 às 22:27

Adendo ao comentário de Comentário de Oiced Mocam em 16 fevereiro 2014 sobre Dez Mandamentos, com novas revelações da onde tiraram suas ideias. O buraco é muito mais em baixo!

 Moisés e seu irmão Aarão trataram de eliminar do coração duro daquele povo todos os ressaibos antigos. Subiu à montanha do Sinai e trouxe as duas pedras da lei gravadas pelo dedo do próprio Deus; porém, ao ver que o povo estava adorando o bezerro de ouro, quebrou as duas pedras e castigou os culpados.

 Essas tábuas de pedra gravadas pelo dedo de Deus têm dado oportunidade a muitas críticas, pois Ele o Ser Supremo é apresentado como um homem que fala, que vê, que vai e vem e que por fim escreve sobre pedras certos mandamentos.

Copiados dos brâmanes, da antiga Shastra, do imperador chinês Cam-Hi, do monólogo de Confúcio dos antigos mistérios do Egito, etc. O antigo Baco escreveu suas leis sobre mármore. (Também Baco andou sobre as águas do Mar Vermelho para ir às Índias com o seu exército). Baco também expelia raios como Moisés, para dar testemunho de seu contínuo comércio com os deuses.

Pede, então, Moisés em entrevista a Deus: “Deixa-me ver a tua glória”, e Deus lhe diz: “... Não poderás ver meu rosto, pois nenhum mortal pode vê-lo sem morrer... Verás minhas costas, mas não minha face...” Todas essas fábulas pertencem ao Moisés do mito.  (Sêmele morreu por ter visto a Zeus em toda sua glória...)

O Código de Ur-Nammu (cerca de 2040 a.C.), surgido na Suméria, descreve costumes antigos transformados em leis e a enfatização de penas pecuniárias para delitos diversos ao invés de penas talianas.

O rei Hamurábi teria organizado o primeiro código de leis de que se teria notícia. O Código de Hamurábi apresenta numerosas penas para delitos domésticos, comerciais, ligados à propriedade, à herança, à escravidão e a falsas acusações, sempre baseada na Lei de Talião, que pregava o princípio do “olho por olho, dente por dente”. A um ladrão, por exemplo, a pena era ter uma das mãos cortada.

O mais remoto Código de Leis da Bíblia é simplesmente a transcrição da lei civil da Babilônia, assíria e aos hititas, na sua forma: Decálogo (Ex 20, 1-17) “atribuído” a Moisés na sua forma primitiva e ética que defendia ele. Os fundadores da cristandade, cujo objetivo era manter o povo em obediência e paz, tiveram o cuidado de fazer acreditar que a deus desagradavam as mesmas coisas que eram proibidas pelas leis.

 Apesar da prosperidade conhecida, nesse período novas ondas invasoras de Amoritas Hititas e Cassitas, revoltas internas e a morte de Hamurábi acabaram provocando colapso do império e o surgimento de diversos reinos rivais, que só foram submetidos com a ascensão dos assírios, em torno de 1300 a. C.

Artigos do Código de Hamurábi, já relatados

A mais alta realização dos sumerianos foi o seu sistema de leis, mais ou menos 2300 a.C. Sobreviveram na sua forma original somente alguns fragmentos dessa compilação. 

Mas o famoso código de Hamurabi, o rei babilônio, é hoje tido como não sendo mais do que uma revisão do código de Dungi. Posteriormente, esse código tornou-se a base do direito de quase todos os povos semitas: babilônios, assírios, caldeus e hebreus.

E assim se encontram na Bíblia muitas fábulas e lendas atribuídas a Moisés, para dar-lhe maior glória e testemunhar o que dizem alguns versículos anteriores: “O Senhor falava com Moisés frente a frente, como um homem fala com seu amigo...” Pois bem, todos esses sucessos extraordinários são cópias de fábulas antigas atribuídas a deuses pagãos e nas quais Moisés não teve nenhuma participação como um ser histórico...

Toda religião criou seus próprios mandamentos, estranhos antinaturais, por medo ou avareza e fizeram esta pobre humanidade que você vê no mundo. Até o mais rico dos homens não tem a liberdade de agir de acordo com a sua própria consciência. Ele tem que agir de acordo com os princípios dados por outra pessoa, e não se sabe se essa pessoa era um vigarista, impostor, poeta, sonhador. Não há nenhuma evidência. Porque são tantas pessoas que alegam que são encarnações de Deus, que são mensageiros de Deus, Avatares religiosos, messias, salvadores, que se dizem profetas de Deus e todas elas trazem diferentes mensagens.

O mais provável é que elas estejam transmitindo epopéias literárias também de Gilgamés dos antigos tempos da civilização assírio-babilônica (mais antiga que a egípcia) , berços da raça humana conforme nos escritos arqueológicos anteriores a Bíblia, para poderem continuar a dominar nossas vidas, por dentro e por fora. As famosas narrativas épicas do mito da Criação do deus Marduc e do Dilúvio ( durou sete dias), posteriormente serviram de base a muitas histórias hebraicas do Velho Testamento. 

Do Egito, veio a sabedoria de Amenemope foi traduzido para o hebreu e dele foram copiadas seções inteiras para o Livro de Provérbios, Salmos e Deuteronômio.

 Se Jeová fosse civilizado, como seriam melhores aqueles mandamentos. Todos os mandamentos que eram bons, eram antigos; todos os que eram novos, eram tolos.

Se Jeová fosse civilizado, deixaria de fora o mandamento sobre guardar os sábados e em seu lugar colocaria: “Não escravizarás teu semelhante”. Ele omitiria aquele que fala de juramento e colocaria: “O homem terá apenas uma mulher, e a mulher, apenas um homem”. Deixaria de lado aquele sobre imagens esculpidas e colocaria: “Não provocarás guerras de extermínio e só desembainharás tua espada em legítima defesa”.

Mas o chamado Decálogo, dado pelo Todo-Poderoso, Jeová, a seu profeta Moisés, no Monte dos Sinais, aliás, nem era um Decálogo, mas um Vintólogo, como provou Mel Brooks, num documentário sobre a famosa descida de Moisés. O chão era escorregadio, Moisés já estava meio velho, as tábuas (que não eram tábuas, era uma pedra) caíram no chão, quebraram, sobraram só 10 mandamentos.

Uma bela história ou mito! Transformação lendária de acontecimentos históricos e relatos feitos muitos anos depois, seja a da versão bíblica ou a apócrifa. Moisés com 110 anos, em toda a sua forma física subiu ao cume Nebo, de onde poderia ter uma visão da Terra prometida à qual ele nunca chegaria. Seu sepulcro, ninguém sabe, “até hoje”. Será que Moisés foi o homem humilde, muito humilde, das escrituras? No Antigo Testamento, foi ele quem reuniu famílias, clãs e tribos hebreus para dar-lhes uma religião, uma nação, um nome e principalmente uma Lei. Entretanto, um exame mais atento do texto bíblico revela dúvidas e muitas contradições até mais do que confirmações. Os Dez Mandamentos representam a versão judaica do Código de Hamurabi, o Livro Egípcio dos Mortos e outros textos da Babilônia.

Sds,

Oiced Mocam

Comentário de Ivo S. G. Reis em 24 setembro 2014 às 22:06

Leia Erijosé, leia o comentário logo abaixo deste, de autoria do Oiced Mocam, que confirma o que lhe disse. Depois, diga-me você (ou o T.P. Sigurd) em que o Oiced e eu estamos errados.

Abs!

Comentário de Oiced Mocam em 24 setembro 2014 às 21:50

Arqueólogos contestam o Êxodo da Bíblia.

O relato da saída do Egito também é fictício.

Êxodo, não há nenhuma evidência de que vagaram pelo deserto do Sinai.

Abraão e os filhos de Jacó, não têm qualquer fundamento histórico.

Moisés não existiu.

      As controvérsias sobre a historicidade da Bíblia nunca cessaram, mas diante das evoluções políticas em Israel elas ganham nova amplitude, conforme divulgado nos jornais Lê Monde e The New York Times (Henri Tincq).

Pouco a pouco a religião pela posse da verdade vai perdendo a autoridade para explicar o mundo. Quando no século 19 Darwin lançou sua teoria sobre a evolução das espécies, contra a idéia da criação divina, o fosso entre ciência e religião já era intransponível. Nas últimas décadas, a Bíblia passou a ser alvo de ciências como a filologia, o estudo da língua e dos documentos escritos, a Arqueologia e a História. É o que os cientistas estão provando é que o livro mais importante da história cristã é, em sua maior parte, uma coleção de mitos, lendas e propaganda religiosa.

Um único reino, um único povo, uma única capital, um único templo: uma história contada nos livros sagrados para servir, segundo dois pesquisadores israelenses, às ambições territoriais e religiosas do reino de Judá, no século 7.

A arqueologia bíblica é a disciplina mais exposta a interpretações teológicas e políticas. Um livro de Israel Finkelstein, renomado arqueólogo israelense, professor na Universidade de Tel Aviv, e de seu colaborador Neil Asher Silberman relança a polêmica sobre a historicidade dos relatos bíblicos como o dos patriarcas e fatos como a fuga do povo judeu do Egito e a conquista da terra de Canaã. Para eles, trata-se de lendas compiladas no século 7 antes de Cristo, na época do rei Josias, o grande reformador político e religioso do reino de Judá.

“A migração dos patriarcas Abraão, Isaac, Jacó, a épica saída do Egito do povo judeu que tinha sido reduzido à escravidão, e a conquista de Canaã, a terra prometida por Deus, realmente existiram? Há 50 anos os pesquisadores comparam a Bíblia com as descobertas mais recentes, e assim revolucionaram algumas certezas científicas ou teológicas estabelecidas desde a noite dos tempos. Zeev Herzog, professor de arqueologia na Universidade de Tel Aviv, salienta que “nenhum procedimento científico prova a realidade dessa saída do Egito, os longos anos de errância no deserto e a conquista da Terra Prometida.”

Essa versão já era difícil de engolir pelos meios judeus ultra-ortodoxos, mas como eles reagirão à leitura da magistral síntese de dois arqueólogos israelenses, Israel Finkelstein e Neil Asher Silberman, publicado na França sob o título de “La Bible dévoilée” ( “A Bíblia Desvendada”, editora Bayard). Há  alguns anos, nos Estados Unidos, seu livro foi colocado no index, nos meios tradicionais, mas esse texto despertou um vivo interesse entre os judeus ortodoxos, liberais e leigos. Sua hipótese de trabalho revoluciona os estudos bíblicos.

Finkelstein e Silberman não têm a menor dúvida sobre a inautenticidade dos grandes relatos fundadores. Para eles, a Bíblia é uma genial reconstituição literária e política de toda a história do povo judeu, que corresponde ao surgimento do reino de Judá (reino israelita do sul) como potência regional no século 7 antes de Cristo. Uma época em que o reino de Israel (reino israelita do norte) outrora mais prestigioso que Judá, passa ao domínio da Assíria vizinha e quando o império assírio inicia seu declínio.

Sob, Josias, rei de Judá de 640 a 609 antes de Cristo, os textos bíblicos compilados se tornaram instrumento de uma nova religião: um único povo (judeu); um único rei (reunificação dos reinos de Israel e Judá); um único Deus (o verdadeiro início da idéia monoteísta); uma única capital, Jerusalém, e um único templo, o do rei Salomão, são o centro da nova lei consignada no Deuteronômio.

É uma chave revolucionária de interpretação da Bíblia a proposta por eles, que relêem o grande livro sagrado partindo dos relatos dos Reis, dos Profetas e do Deuteronômio, até os textos mais antigos, e, portanto mais duvidosos especialmente o do Êxodo. E estabelecem a coerência entre o Deuteronômio e os primeiros livros do Pentateuco (Gênese, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio), relatos transmitidos através dos séculos, desde a família fundadora de Abraão até a nação judia e a época dos reis. Relatos lendários ampliados, embelezados para servir ao projeto do rei Josias de reconciliar os dois reinos israelitas e se impor diante dos grandes impérios regionais, Assíria, Egito e Mesopotâmia.

Na “Pré-história devota”, dito de outro modo, a grande saga dos patriarcas, de Abraão e os filhos de Jacó, não tem qualquer fundamento histórico, afirmam Finkelstein e Silberman. Os nomes dos personagens e dos lugares citados não têm qualquer “prova” arqueológica. O relato dos patriarcas sobre os lugares citados não têm qualquer “prova” arqueológica.   O relato dos patriarcas não passa de uma espécie de “pré-história devota” do povo judeu, escrita no século 7 antes de Cristo por autores para servir à ambição territorial do reino de Judá. Ele descreve as primícias da nação judia, o caráter ilimitado de suas pretensões geográficas (Abraão, partindo de Ur na Caldéia, vai até Hebron e se instala em Canaã). Ele mostra que os israelenses adotaram todas as tradições do norte e do sul. São “relatos costurados” “a partir de lembranças”, vestígios de antigos costumes, lendas sobre o nascimento dos diferentes povos da região e preocupações geradas pelos conflitos contemporâneos.

O relato da saída do Egito também é fictício, muitos reinos e locais não existiram, citados no Êxodo, só viriam a existir 500 anos depois, justamente no período dos escribas deuteronômios. Levando-se em conta a relação de forças na época presumida do fato, século 13 a.C., é impossível imaginar a fuga a pé do Egito de 600 mil escravos hebreus que teriam cruzado as fronteiras poderosamente guardadas na época e atravessados o deserto até Canaã, apesar da presença das tropas egípcias.  É o que provam todas as explorações arqueológicas, incluindo na região mais próxima ao Monte Sinai, suposto local da revelação de Deus onde Moisés teria recebido  os Dez Mandamentos. Sua localização no atual Egito, foi escolhida entre os séculos IV e VI d.C, por monges cristãos bizantinos, porque ele oferecia uma bela vista.

Locais bíblicos tão célebres quanto Beersheba e Edom não existiam na época do Êxodo. E nenhum rei se encontrava em Edom para enfrentar os israelitas. Conclusão dos autores;

 “Os locais mencionados no êxodo existiram. Alguns eram conhecidos e aparentemente foram ocupados, mas muito depois do tempo presumido do Êxodo, bem depois do surgimento do reino de Judá, quando os textos do relato bíblico foram compostos pela primeira vez”.

Os dois arqueólogos multiplicam os exemplos nos relatos bíblicos para chegar ao núcleo central de sua tese. Sob os reinos de Israel e Judá, os relatos dos patriarcas, sobre o Êxodo, não há nenhuma evidência de que vagaram pelo deserto do Sinai. Sobre a conquista da Terra Prometida foram conservados para se transformar no século 7 antes de Cristo em um poderoso apelo à união nacional do povo judeu, para enfrentar as ameaças dos impérios vizinhos. Um Israel forte e unificado ao redor de seu Deus único e de sua capital única, Jerusalém, então em plena expansão demográfica e econômica.

A Bíblia também compila tradições diversas e originais, conta no Êxodo, por exemplo, os episódios da luta secular com o Egito dos faraós, vencida pelo poder do Deus de Israel e a condição milagrosa do seu povo. A grande saga bíblica serve assim à visão militar-religiosa do rei de Judá e entra em consonância com os leitores do século 7 a.C, lembra seus sofrimentos e os enche de esperança para o futuro.”

No que diz respeito oa Êxodo de Israel do Egito, o arqueólogo egípcio Zahi Hawass , disse:

"Realmente, é um mito"... “"Esta é a minha carreira como arqueólogo. Devo dizer-lhes a verdade.  Se as pessoas estão chateadas, isso não é problema meu".

O relato da Bíblia sobre o Rei David é tão conhecido até mesmo para  as pessoas que raramente abrem o Livro Sagrado. Segundo a Escritura, era um líder militar tão soberbo, que não só capturou Jerusalém, mas também transformou a cidade na sede de um império, unificando os reinados de Judá e Israel. Assim começou a era gloriosa, mais tarde ampliada por seu filho o Rei Salomão, cuja influência se estendeu da fronteira do Egito até o Rio Eufrates. Depois veio a decadência. Mas se a descrição da Bíblia não estiver de acordo com as evidências do solo? E se Jerusalém de David era, na realidade, um vilarejo rural atrasado e a grandeza de Israel e de Judá estivessem num futuro longínquo?

http://seteantigoshepta.blogspot.com.br/2012/06/rei-salomao-e-rei-d...

As autoridades em arqueologia de Israel tem feito estas afirmativas, falando do ponto de vista das descobertas recentes de escavações do passado antigo.

“-Da maneira que vejo as descobertas, não há evidência alguma de uma grande e unida monarquia, nem de Jerusalém governando vastos territórios, disse Israel Finkelstein “não era nada além de uma pobre vila da época”.

Finkelstein, acadêmico, chefe de escavações de Megiddo, um sítio arqueológico importante no norte de Israel. Afirmam seus relatórios que algumas estruturas atribuídas a Salomão, na realidade, foram construídas depois de seu reino. Suas interpretações contestam algumas histórias mais conhecidas na Bíblia, como a conquista de Canaã por Josué e o que aconteceu com Jerusalém depois que foi capturada pelos babilônios há 2.600 anos.

Conta à lenda bíblica que uma princesa egípcia salva uma criança de três meses abandonada nas águas do rio Nilo; ela resolve adota-lo e cria-lo como um filho na corte do faraó, sem saber que o menino viria a se tornar um grande homem na terra do Egito e, sobretudo, que a história dessa criança se confundiria com a fundamentação  da religião judaico-cristã. Tanto o nascimento de Moisés quanto os demais episódios de sua vida fazem parte do imaginário e do pensamento ocidentais, extrapolam o texto bíblico e ganham um lugar de destaque em nossa cultura. Moisés é figura central não apenas do Pentateuco, mas também de todo o Antigo Testamento.

Lembra da passagem em que um faraó egípcio manda matar todos os bebês dos hebreus porque recebeu um alerta de que nasceria dali o próximo rei?

Pois veja isso: “Conta a tradição védica que Hamsa, temendo que Vishnu nascesse em qualquer uma das famílias do reino, mandou matar todos os meninos com até dois anos de idade, a fim de evitar o cumprimento da profecia”. Essa é a lenda sobre o nascimento de Krishna, avatar de Vishnu, o segundo deus na trindade hindu.
Será que os hinduístas nunca ouviram falar de direitos autorais?
Basta pesquisar um pouco sobre o Mazdeísmo e entenderá porque historiadores o consideram como religião fundadora das três gigantes monoteístas.

Moisés considerado o maior legislador e profeta judeu que “conduziu” seu povo do Egito para a “Terra Prometida”.  Deve ser considerado como fundador, tanto da nacionalidade, quanto da religião de Israel. Permanece como uma das maiores figuras da História. Embora até mesmo o mais remoto código de leis da Bíblia, seja simplesmente a transcrição da lei civil comum a Babilônia, Assíria e aos hititas, na sua forma local.

Teve a visão de uma sarça (ou silvado) que ardia sem se consumir e dentro do fogo uma voz lhe falou, fazendo-se conhecer pelo nome de Yahweh (Jeová), o Deus dos patriarcas Abrão, Isaac e Jacó. A "revelação divina" veio acompanhada de sinais que ainda mais fortaleceram em Moisés a sua predisposição para a tarefa recebida.

Uma bela história ou mito! Transformação lendária de acontecimentos históricos e relatos feitos muitos anos depois, seja a da versão bíblica ou a apócrifa. Moisés com 110 anos, em toda a sua forma física subiu ao cume Nebo, de onde poderia ter uma visão da Terra prometida à qual ele nunca chegaria. Seu sepulcro, ninguém sabe, “até hoje”. Será que Moisés foi o homem humilde, muito humilde, das escrituras? No Antigo Testamento, foi ele quem reuniu famílias, clãs e tribos hebreus para dar-lhes uma religião, uma nação, um nome e principalmente uma Lei. Entretanto, um exame mais atento do texto bíblico revela dúvidas e muitas contradições até mais do que confirmações. Os Dez Mandamentos representam a versão judaica do Código de Hamurabi, o Livro Egípcio dos Mortos e outros textos da Babilônia.

Em Moses (Moisés), vigorosa obra da biografia de Moisés escrita por Jonathan Kirsch, com base em passagens indiretas do Antigo Testamento, como as fascinantes alusões à idéia de que Miriam, ao contrário do que diz na Bíblia, não era irmã de Moisés, mas uma sacerdotisa com sua legião de fiéis e um papel próprio na libertação dos judeus no Egito.  “Alguns estudiosos dizem que Miriam é real e Moisés é inventado. Outros sugerem que ambos existiram, mas não eram irmãos – Miriam, afirmam, era ela própria sacerdotisa e profeta”, porém na Bíblia acabou absorvida na figura de “irmã” de Moisés, uma ancestral de construção numa versão convenientemente política (dissolvendo a importância e as realizações das mulheres).

Em, “Moisés Um Príncipe Sem Coroa”, o premiado escritor e jornalista apaixonado pela pesquisa histórica Gerald Messadié nos traz mais luz sobre Moisés e o Êxodo. Ele conclui que o relato do Êxodo é suspeito em virtude da própria abundância de detalhes, cinco séculos mais tarde, desse episódio crucial que é o nascimento do fundador da nação de Israel.  Que o cesto foi posto na água (relato que vem de uma lenda mais antiga) no carriçal das margens. Nesse caso ele poderia permanecer ali indefinidamente, preso aos juncos; não serviria a ninguém esconder dessa maneira uma criança condenada à morte, uma vez que não poderia recuperá-la em curto prazo; significaria, sim, expô-la a morrer de fome ou a ser devorada por crocodilos ou ratos. Cabe também perguntar também por que Aarão, irmão de Moisés, não teve a mesma sorte. Esse relato conta também que a irmã de Moisés, mantinha-se a curta distância do lugar em que o cesto impermeabilizado “com betume e pez” foi posto na água, para ver o que aconteceria com ele; ora, amarrado do jeito que ele estava nada podia acontecer-lhe.

Pode-se também ficar surpreso com a presciência da princesa, que reconheceu instantaneamente um pequeno hebreu. Em que poderia ela reconhece-lo? Certamente por causa da circuncisão, já que os jovens egípcios eram também circuncisados (aliás, o costume hebraico foi, sem dúvida tomado de empréstimo durante a longa permanência dos hebreus no Egito). O mesmo relato afirma que “a filha do faraó” banhava-se no Nilo, “enquanto as suas criadas andavam à beira do rio”. Essa representação fantasiosa desconhece totalmente os costumes da corte; os egípcios eram adeptos de uma limpeza meticulosa e, desde o Antigo Império, as princesas egípcias se banhavam nos lavatórios ou em piscinas particulares alimentadas com águas de poços ou com a água do Nilo filtrada na areia, e não no Nilo barrento como faziam as camponesas. Os lavatórios aparecem em todos os palácios reais desde três mil anos antes de Cristo. As circunstâncias da descoberta do berço de Moisés, de acordo com o êxodo, são simplesmente inverossímeis à luz da egiptologia.

Finalmente, a compaixão da filha do faraó também obedece às eternas leis da ficção popular; teria sido em vão se uma filha do rei se opusesse à vontade dele, salvando da morte uma criança hebréia se seu pai, o rei, tivesse decidido que esta não devia sobreviver. Mais inverossímil ainda é que, depois da ordem faraônica do assassinato das crianças hebréias, a própria filha do faraó tenha adotado essa criança; é certo que adoção já existia no Egito, como mostra, entre outros, o papiro 1946.96 do Ashmoleam Museum em Londres, mas a adoção de um condenado à morte por uma filha do faraó é uma hipótese muito audaciosa, e mesmo extravagante. De fato, ela investiu Moisés de direitos equivalentes aos de um príncipe de sangue egípcio e o próprio êxodo reafirma que Moisés permaneceu nessa família desde sua infância e viveu no palácio até “crescer” como diz o Êxodo.

O autor também confirma que o Pentateuco não dá nenhuma indicação fiável, e o número de seiscentos mil homens, sem contar os parentes, citado pelo êxodo, é extravagante: isso teria representado uma população de pelo menos um milhão e meio de pessoas, o que retira todo o crédito de um êxodo em massa de tanta gente em um ou dois dias, quando a população do vale do Nilo (Baixo, Médio e Alto Egito) situar-se-ia entre um milhão e meio de habitantes.

O Êxodo apresenta Moisés o “chifrudo” como chefe espiritual dos hebreus no Egito; esse ponto é discutível, e mesmo improvável, pois, de acordo com o que sabemos através da egiptologia dos reinos de Seti I e de Ramsés II, não nos inclinamos a admitir que esses dois faraós, ainda mais autoritários que os seus predecessores, tenham permitido a existência de uma entidade hebraica no país, posta sob a autoridade de um chefe autônomo que pudesse falar de igual com Ramsés II; além disso, os hebreus eram considerados escravos. A hipótese chega mesmo a ser absurda. Trata-se, evidentemente, de um enfeite hagiográfico, por sinal muito compreensível na época em que o livro do Êxodo foi escrito.

Um ponto obscuro na já bastante sucinta biografia de Moisés no Egito, segundo o êxodo, é seu estatuto conjugal antes da fuga para os madianitas. Um homem raramente se mantinha solteiro após os vinte anos, exceto se parecesse enfermo. A idade comum para o casamento, tanto para os egípcios quanto para os hebreus, girava em torno dos quinze anos. É evidente que Moisés, cuja reputação no Egito era grande, segundo o próprio Êxodo, teve, de acordo com o costume egípcio, uma companheira, ainda que fosse apenas uma concubina. É difícil conceber que ele não tenha tido filhos.

Um dos elementos que nos inclinam a crer que Moisés não tenha retornado ao Egito, contrariando a versão do Livro do Êxodo, é o papel subitamente preponderante assumido por Aarão, único capaz de informar os hebreus da missão concedida a Moisés pela sua revelação e, também, único capaz de transmitir-lhes suas instruções. Se Moisés tivesse retornado ao Egito, ele não teria necessidades dos serviços de Aarão. E temos dificuldades em discernir as razões pelas quais, no Livro do Êxodo, Iahweh tanto aparece para Moisés sozinho quanto a Moisés e a Aarão, mas nunca para Aarão sozinho. Além disso, somos obrigados a substituir, no domínio da lenda fantástica, as competições de magia entre, de um lado, Moisés e Aarão e, do outro lado, os magos egípcios, tal como descreve o Livro do Êxodo, onde se pode ver o cajado de Aarão ser transformado em serpente e comer as  varas dos magos egípcios. Esses truques de magia são pouco condizentes com a psicologia e a dignidade e imagem do grande legislador que foi Moisés.

As passagens do Livro do Êxodo que se referem a esse assunto pecam também por anacronismos que denunciam tanto o desconhecimento do Egito quanto a data tardia da redação do Pentateuco. Assim, vemos nessas passagens o Senhor ordenar a Moisés para que acorde bem cedo pela manhã e se interponha no caminho do faraó até o rio. (Ex, VIII-20), erro similar ao pretende que a filha do faraó fizesse suas abluções nas águas do Nilo; o faraó não tinha nenhuma razão para ir pela manhã “ao rio”, nem para suas abluções, nem para suas necessidades, pois ele dispunha de um banheiro. Vê-se nesse trecho também a ameaça do Senhor de causar uma doença terrível aos camelos e a outros animais egípcios (Ex, IX-3-3): ora, não havia camelos no Egito dessa época e muito menos tropas de camelos. Esse animal apareceu apenas tardiamente, durante a ocupação grega do país, isso é, no século IV a. C., apesar de já estar domesticado na Ásia, no Oriente Médio e na Arábia. (Erman & Ranke, La Civilisation Égyptienne, op.cit.)

Do ponto de vista psicológico, a narrativa do Êxodo faz de Moisés um tipo de mago, efetuando truques de magia para persuadir Ramsés da potência divina de que estaria  investido. O milagre em si é uma confissão de impotência da divindade, obrigada a recorrer a prodígios quando não pode vencer os acontecimentos. Causam mais prejuízos à imagem do patriarca, à sua estatura e à sua credibilidade.

Do ponto de vista histórico, a narrativa incorre em fatos inverídicos que denunciam a data tardia de sua redação. Quando o autor escreve: “Vai ter com o Faraó e dize-lhe...” (Ex, VIII-1; IX-13 e X-1), denuncia sua completa ignorância em relação ao protocolo da corte, que não autorizava as pessoas mesmo que fossem de classes elevadas, e ainda menos sendo representantes  de uma população de pessoas consideradas como escravas a irem interpelar o monarca como se fosse o patriarca da cidade. Tais fatos poderiam ocultar o papel considerável de Moisés no nascimento de Israel, papel de tamanha dimensão que, evidentemente, suscita uma lenda pouco cuidadosa em relação à verdade histórica. O que demonstra, mais uma vez, que o Antigo Testamento – e também o Novo – devem ser considerados como lendas heróicas e, ocasionalmente, como elementos históricos.

A imagem de Sargão como um indesejado sendo colocado para flutuar num rio lembra a narrativa mais conhecida do nascimento de Moisés. Estudiosos como Joseph Campbell e Otto Rank compararam o relato de Sargão, do século VII, com os nascimentos obscuros de outras figuras heróicas da história e da mitologia, como Buda, Édipo, Páris, Télefo, Semíramis, Perseu, Rômulo, Gilgamesh, Ciro, Jesus, e outros.

Ao ler a história do povo sumério, qualquer pessoa criada dentro de círculos cristãos terá aquela sensação de "já vi algo parecido em algum lugar”. E viu mesmo, na Bíblia.

Diversas histórias encontradas no Antigo Testamento já estavam registradas em cuneiforme nas tábuas de argila sumérias.

Um exemplo é a criação do homem feito de barro por Deus e a narrativa do pecado original. No Museu Britânico, há um selo com essa representação datado de meados do século 3 a.C. A figura mostra uma árvore (que seria a macieira) entre um homem, uma mulher e uma cobra, animal abundante nas áreas alagadiças e lamacentas da Suméria. O lugal (grande homem) Sargão também pode ter sido citado na Bíblia. Mas com outro nome: Moisés. Como o rei dos hebreus, Sargão teria sido concebido em segredo, jogado nas águas do Eufrates em um cesto quando bebê e achado por uma família.

A conclusão de Messadié em suas notas críticas  é a de que em nenhum momento Moisés pôde ter retornado ao Egito depois de ter saído de lá. De fato, o Êxodo deve ter sido organizado no Egito por Aarão, seguindo as instruções de Moisés, como, aliás, deixa a entender o Antigo Testamento. Decorre daí a grande importância assumida por esse meio-irmão, e as altas funções que Moisés lhe atribuiu e que ele conservou em seguida, depois da saída do Egito, apesar de suas carências e falhas. A verdade histórica do Êxodo é atestada somente por esse livro epônimo do Pentateuco. Evidentemente, essa lacuna não invalidada o livro do Êxodo, mas sugere apenas que a saída dos hebreus do Egito foi interpretada pelos egípcios como um incidente de pouca importância não chegando a afetar o humor de Ramsés, nem o ritmo das construções empreendidas.

Ou pense em uma das minhas passagens preferidas, a descrição das dez pragas que Moisés teria lançado sobre os egípcios para obrigar o Faraó a “deixar meu povo partir”. Por que Deus abriu o Mar Vermelho para que Moisés tirasse os judeus do Egito, mas não abriu os portões dos campos de concentração? A quinta praga era uma peste que matou “todos os animais dos egípcios” (Êxodo 9:5). Como então é possível que, alguns dias depois, a sétima praga, a chuva de pedras, poderia destruir todos os animais dos egípcios, nos campos (êxodo 9:21-22)? Que animais?

Thomas Paine, que escreveu em Idade da Razão para defender o teísmo, desmistifica Moisés o herói e contra a deturpação da religião.  Como por exemplo, em Números: Ele fala a seus generais após uma batalha e os critica por pouparem tantos civis, uma verdadeira incitação ao genocídio:

 “Matai, portanto, todas as crianças do sexo masculino. Matai também todas as mulheres que conheceram varão, coabitando com ele. Não conserveis com vida senão as meninas que ainda não coabitaram com homem e elas serão vossas.

Thomas Paine escreveu e nunca foi refutado,

 “... Que esses livros são espúrios e que Moisés não é seu autor; ainda mais, que eles não foram escritos na época de Moisés, e sim várias centenas de anos depois, que eles  são uma tentativa de construir uma história da vida de Moisés e da época em que ele teria vivido; e também de épocas anteriores, escritos por alguns embusteiros, muito ignorantes e idiotas vários anos “depois” da morte de Moisés; como hoje os homens escrevem histórias e fábulas de coisas que aconteceram, ou supostamente aconteceram, há várias centenas de anos ou  vários milhares de anos.”

Uma coisa que sempre discutimos com os cristãos é o livre arbítrio. Muitas e muitas vezes perguntei a eles como Deus teria dado um livre arbítrio ao homem (livre arbítrio esse que não seria desrespeitado) e, ao mesmo tempo, desrespeitado o livre de Jonas.

Sim, Jonas. Ele não queria de jeito nenhum ir pregar numa certa cidade e resolveu tomar um navio que ia na direção oposta. Deus mandou tempestades terríveis assolarem o navio, até que a tripulação desse navio descobriu que as tempestades estavam acontecendo porque Jonas teria desobedecido a ordem divina e jogaram o cara na água. Daí veio um peixe (ou uma baleia) e vocês já sabem o resto da estória.

Pergunte ao seu pastor. Como que deus havia desrespeitado o livre arbítrio de Jonas porque Jonas fazia parte de um povo que tinha uma “aliança” com Deus e essa aliança justificaria o tal desrespeito. Quando me respondem isso,  torne a perguntar como Deus poderia ter desrespeitado o livre arbítrio do faraó, por ocasião do Êxodo (que felizmente não existiu), já que dito faraó não fazia parte de um povo contratualmente vinculado por essa tal “aliança”.

 Sim, o tal faraó teria querido deixar os hebreus irem embora, mas Deus teria endurecido o coração dele. O porquê desse endurecimento ninguém nunca conseguiu me explicar: se o objetivo era os hebreus, após libertos, irem em busca da terra prometida; o ato divino de endurecer o coração só fez postergar o alcance desse objetivo. Ou será que “deus” queria só uma desculpa para matar aquele mundaréu de egípcios?

Coitado do Moisés (em inglês Moses) os redatores bíblicos colocaram tantos feitos históricos nas suas costas e tantas palavras na sua boca, escrevem e acrescem coisas desnecessárias a respeito dele que supostamente aconteceram, que se chega realmente a duvidar de sua real existência.

O professor Lee Levine, da Universidade Hebraica de Jerusalém, diz em seu ensaio “Arqueologia Bíblica":

"[...] As fontes egípcias não fazem nenhuma referência a que o povo de Israel tenha vivido nesse país... e a evidência que existe é insignificante e indireta”. A escassa evidência indireta, como o uso de nomes egípcios 'está longe de ser adequada para confirmar a história do relato Bíblico'. Ou seja, não existe na história egípcia nenhum dado que confirme que os judeus tenham sido escravizados pelo Egito (logo, o Êxodo passaria a fazer parte da lenda, assim como Abraão e Moisés)."

Por outro lado, David Wolpe, um rabino do Templo Sinai em Los Angeles e colaborador no livro Etz Hayim, declarou na Páscoa de 2002, em um sermão para 2.200 fiéis em sua sinagoga:

“[...] praticamente todos os arqueólogos modernos concordam que o relato da Bíblia sobre o Êxodo não reflete a maneira de como ele aconteceu na realidade, se é que aconteceu”. Na realidade – disse - os arqueólogos que escavam no Sinai “não encontraram nenhum rastro das tribos de Israel, nem um só fragmento”.

        Sobre Abraão a ciência ainda busca pistas sobre a existência desse personagem. Atualmente, historiadores, arqueólogos e estudiosos dos textos bíblicos admitem que provavelmente um homem chamado Abraão tenha vivido na chamada era dos patriarcas, período histórico que remete a Idade do Bronze, entre 2.000 a.C. e 1.500 a.C. Tabuinhas de argila encontradas em cidades próximas ao rio Eufrates, onde na Antiguidade se localizava a Mesopotâmia e hoje estão a Síria e o Iraque, indicam que os eventos da vida de Abraão, presentes no relato bíblico, podem ter realmente acontecido, mas não necessariamente protagonizados por um único homem.

O que hoje os especialistas afirmam é que um Abraão, chefe de um grupo seminômade. Realmente existiu, talvez menos heróico e formidável que a história do seu povo. Assim como tantos outros chefes seminômades, o Abraão histórico deve ter deixado um legado fundamental para o seu clã. Sua história, contada de pai para filho, acabou prevalecendo sobre as demais e incorporando elementos, alheios à saga original, de outros personagens também conhecidos pelos povos da época.  Talvez historicamente não tenha existido um só Abraão, mas vários, que ajudaram a compor o Abraão bíblico. Uma jornada que ainda não acabou, nem para os fiéis e nem para a ciência.

Seja curioso. Leia mais pesquise na Web, em:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Hebreus

http://pt.wikipedia.org/wiki/Cr%C3%ADtica_b%C3%ADblica

Será que Moisés existiu?

1 - MOISÉS É UM CHIFRUDO?
2 - MOISÉS ESCREVEU O PENTATEUCO DEPOIS DE MORTO
3 - MOISÉS NARROU A PROPRIA MORTE
4 - O MONTE SINAI SÓ PASSOU A EXISTIR NO ANO 500 d.C
5 - MOISÉS FACE A FACE COM DEUS?

http://stellarhousepublishing.com/didmosesexist.html

http://www.sobrenatural.org/materia/detalhar/11264/biblia_proibida_...

Mais sobre o assunto Êxodo que Não existiu:
Esta é uma série de artigos sobre a historicidade do Deuteronômio.

Artigo sobre o Assunto DAVID e Salomão:

:http://seteantigoshepta.blogspot.com.br/2012/06/rei-salomao-e-rei-d... 
Os patriarcas:
http://www.ebonmusings.org/atheism/otarch1.html

O Êxodo:
http://www.ebonmusings.org/atheism/otarch2.html
Josué:
http://www.ebonmusings.org/atheism/otarch3.html
É bastante detalhada e investiga cada alegação dos religiosos

Vídeo documentário e debate no site Irreligiosos:

http://irreligiosos.ning.com/profiles/blog/show?id=2626945%3ABlogPo...

Colaborou,

Oiced Mocam

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Comentário de Oiced Mocam em 17 maio 2014 às 19:03

Jesus teria aparecido diante de Pilatos?

Os Evangelhos podem conter mentiras?

Pilatos, por exemplo, morreu ignorando a existência de Jesus. Pilatos, que teria autorizado seu sacrifício, omite o fato quando relata os principais acontecimentos de seu tempo.

Outros fenômenos relatados como terremotos, trevas e trovões, assinalados pelo Bíblia, não o são pela história dos judeus nem dos romanos. Só os interessados no mito puderam ver tais acontecimentos. Os escritores que relataram fatos ocorridos na Palestina e no Império Romano não transmitiram estes fatos que teriam ocorrido na morte de Jesus à posteridade. Muita coisa pode ter acontecido naqueles tempos, menos as que estão nos Evangelhos.

Pilatos, por exemplo, morreu ignorando a existência de Jesus. Os legionários romanos jamais receberam ordens para prendê-lo. Nenhum movimento social, político ou religioso contrário às normas da ocupação surgiu na Judeia, para justificar a condenação de seu líder por Pilatos.

Entretanto, Jesus” teria” sido julgado e condenado pelos sacerdotes judeus, pois Pilatos deixara o caso praticamente em suas mãos e do povo, lavando as suas próprias.

Nem Pilatos, nem Caiaz, nem Hannã deixaram qualquer referência acerca desse processo. Nenhum deles poderia dizer qual a aparência física de Jesus. Tertuliano, baseando-se em Isaías, disse que ele era feio, ao passo que Agostinho afirmou que ele era bonito. Uns afirmaram que era imberbe, outros que era barbado. Sua cabeleira espessa e barba fechada resultaram de uma convenção realizada no século XII. O Santo Sudário retrata um Jesus Barbudo.

Quanto a Jesus, não teve existência real, e aqueles aos quais se atribui escritos e referências em relação a ele, uns foram adulterados em seus escritos, outros não existiram. Pilatos, que teria autorizado seu sacrifício, omite o fato quando relata os principais acontecimentos de seu governo. Por acaso mandaria matar um deus, e não saberia? Assim, quem descreveu Jesus, apenas imaginou o que ele teria sido, não foi sua testemunha.

Contam os Evangelhos que, desde a hora sexta até Jesus exalar o último suspiro, a terra cobriu-se de trevas. Contudo, nenhum escritor da época comenta tal acontecimento.

Marcos 25:25 diz que Jesus foi sacrificado às 9 horas. João diz que ao meio dia ele ainda não havia sido condenado à morte, e acrescenta que, a esta hora, Pilatos tê-lo-ia apresentado ao povo exclamando: “Eis aqui o vosso rei”!

Emilio Bossi assinala detalhadamente todas estas contradições, e as que se deram após a pretensa ressurreição, dizendo que nada do que vem nos Evangelhos deve ser levado a sério. O sobrenatural é o clima em que se encontra a Bíblia, e esta é apenas o resultado da combinação de crenças e superstições religiosas dos judeus com as de outros povos com os quais conviveram. Isto evidencia o descuido dos compiladores dos Evangelhos, que os compuseram sem levar em conta que, no futuro, as contradições neles encontradas seriam a prova da inautenticidade dos fatos relatados.

Nada do que se refere ao Jesus  genérico histórico pode ser considerado ponto pacífico. Tudo é discrepante, divergente e contraditório. Ora, se aqueles que tinham e os que ainda têm interesse em defender a veracidade da existência de Jesus não conseguiram chegar a um acordo no que lhe diz respeito, isso não é bom sinal. Tudo na Bíblia é duvidoso, incerto e sobrenatural. A interpretação da Bíblia e da mitologia comparada não resiste a uma confrontação com a história.

É impossível  conciliar o “ Jesus histórico” usando os Evangelhos como fontes históricas, herdadas por autores  desconhecidos que relataram  os acontecimentos de boatos. Temos versões feitas, décadas depois, todas elas alteradas. Estes são pontos de vista de acadêmicos crentes ou descrentes que abordam a Bíblia historicamente.

 A Bíblia atualmente corre o risco de se tornar letra morta ou irrevelante; tem sido distorcida por afirmações de infalibilidade literal; é ridicularizada  - muitas vezes injustamente – por fundamentalistas seculares; também se torna um arsenal tóxico que alimenta o ódio e a polêmica estéril. Pessoas usaram a Bíblia para justificar atos atrozes. Os cruzados ignoraram os ensinamentos pacifistas de Jesus. No período moderno a violência e carnificina numa escala sem precedentes” (Karen Armstrong)

Pseudoepigrafia é o uso de uma identidade mais famosa para embasar a autoria de um novo texto, isso é um fenômeno relativamente comum na Bíblia. Os Evangelhos não foram escritos por testemunhas oculares ou companheiros de Jesus ou por companheiros de seus companheiros. Foram escritos por pessoas que não conheceram Jesus.

 Nenhuma das passagens em Marcos sobre Pilatos são historicamente credíveis

Julgamento de Jesus: Contradições nos Evangelhos

Análise bíblica, histórica e Comentários:

1 Logo de manhã, os príncipes dos sacerdotes realizou uma consulta com os anciãos, os escribas e todo o Sinédrio, e amarrou Jesus, o levaram e entregaram a Pilatos.

2 E Pilatos lhe perguntou: És tu o rei dos judeus?  E ele, respondendo, disse-lhes: “Tu o dizes”.

3 E os principais dos sacerdotes o acusavam de muitas coisas, mas nada respondeu.

4  E Pilatos perguntou-lhe outra vez, dizendo: Nada respondes? Vê quantas coisas testificam contra ti.

5 Mas Jesus nada mais respondeu de modo que Pilatos se admirava.

Marcos 15:1-5

Compare: Mateus 27:12,11-14; Luke 23:1-5; Lucas 23:1-5; John 18:28-38 João 18:28-38

Não há muita informação sobre o apóstolo Mateus está contido nos Evangelhos e sua importância para o cristianismo primitivo é duvidoso.  O autor do Evangelho segundo Mateus, no entanto, teve uma grande importância para o desenvolvimento do cristianismo. O autor se baseou fortemente em Evangelho de Marcos e também tirou de algumas tradições independentes que não são encontradas em outro lugar.

Teste romano de Jesus

Jesus “aparecendo” ante de Pôncio Pilatos apresenta ao leitor pelo menos tantos problemas históricos como o fez Jesus “comparecendo” perante o Sinédrio.

Quase nada aqui é historicamente plausível, mas a exatidão histórica, provavelmente, não era o objetivo ao atribuído a Marcos: havia objetivos teológicos e políticos maiores para prosseguir na criação da fraude e desenvolvimento do mito.

 Por que Jesus foi levado a Pilatos para começar? 

De acordo com o capítulo 15, Jesus foi "condenado" por parte das autoridades judaicas de blasfêmia.  Ignorando o fato de que ele não tecnicamente blasfemar, a punição para tal acusação era apedrejamento - algo que os judeus poderiam ter sido capaz de realizar.  As autoridades romanas só teriam sido chateados por ter que ser arrastado para uma disputa judaica interna.

 Por que Pilatos em Jerusalém?  

Sede, de Pilatos foram localizados em Cesaréia Marítima, não em Jerusalém, mas a sua presença aqui é um dos poucos pontos plausíveis da narrativa. Esta foi a Páscoa, um grande peregrinação santo dia, e houve um grande número de judeus de repente na cidade. Judeus tinham no passado exibiu uma tendência para a revolta contra o domínio romano, especialmente na base do extremismo religioso, por isso é crível que Pilatos e alguns de seus soldados teriam viajado aqui também, a fim de garantir que a ordem fosse mantida.

Por que Pilatos perguntou a Jesus se ele é o "rei dos judeus"?

Agora estamos finalmente chegando ao verdadeiro propósito por trás deste suposto “julgamento” teológico.

Jesus não foi acusado deste pelas autoridades judaicas, mas as acusações impostas pelo Sinédrio teria sido irrelevantes para os romanos. Reivindicações da realeza, no entanto, teria interessado-los muito.Se Jesus “estava afirmando” ser o rei dos judeus, ele teria representado uma ameaça à sua própria autoridade.  Os romanos não teriam se recusado a executar um dissidente político ou encrenqueiro.

Se esta foi a verdadeira razão para a execução de Jesus, por que Marcos faz um grande show sobre ele ser julgado e condenado pelas autoridades judaicas?

É plausível que eles poderiam ter realizado algum tipo de ouvir sobre ele, mas, fazendo uma “prova oficial” de que Marcos é capaz de mudar uma quantidade significativa de culpa de os romanos e para os judeus.  Isso serviu os propósitos de Marcos porque ele estaria fazendo parte de uma suposta comunidade cristã lidando com uma pressão significativa dos romanos -, insistindo que eles não estavam culpando as autoridades romanas para a morte de Jesus, eles poderiam parecem ser bons e leais cidadãos.

Isso também responde à pergunta de por que Pôncio Pilatos é retratado como um governante indeciso e vacilante. Nenhuma das passagens em Marcos sobre Pilatos são historicamente credível. Em uma época conhecida por sua violência e crueldade, os romanos aperfeiçoaram o uso da violência para fins políticos e sociais. Em um sistema político em que o exercício da violência é um recurso padrão, Pilatos se destacou de seus colegas por sua crueldade - na verdade, ele foi chamado de volta a Roma em 36 dC por abuso de poder e crueldade excessiva.

O Pôncio Pilatos, que realmente existiu não teria hesitado para executar mais um judeu problemático se ele achava que iria preservar a ordem.  Mesmo que Jesus não tinha sido mais do que um louco sem apreciável seguinte que ele fez uma ameaça, Pilatos provavelmente tê-lo executado apenas para dar um exemplo.

A única coisa plausível tipo que poderia se especular sobre Pilatos nesta situação é que os sacerdotes do Templo havia tentado trazer Jesus diante dele com um rol de crimes exclusivamente religiosos - em tal caso, Pilatos pode ter exibido desinteresse e uma relutância para obter envolvimento. É improvável, porém, que os sacerdotes teriam sido tão descuidados. Se eles “trouxeram” Jesus diante de Pilatos, que teria incluído uma lista de acusações políticas, ele teria se preocupado.

Jesus ou Barrabás? Jesus é condenado a morrer?

(Marcos 15:6-15)

Análise e Comentário

Barrabás é libertado

6 Agora, naquela festa costumava soltar-lhes um preso qualquer que eles pedissem.

7 E havia um, chamado Barrabás , que estava preso com eles que tinha feito insurreição com ele, que tinha cometido o assassinato na insurreição.

8  E a multidão subiu e começou a desejar-lhe para fazer o que ele já tinha feito a eles.

9 E Pilatos lhes respondeu, dizendo: Quereis que vos solte o Rei dos judeus?

10 Pois ele sabia que os sumos sacerdotes o haviam entregue por inveja.

11 Mas os principais sacerdotes incitaram o povo, que ele deve, antes, lançar-lhes Barrabás.

12 E Pilatos, respondendo, disse-lhes outra vez: Que quereis, então, que hei de fazer a quem chamais o rei dos judeus?

13 E, clamando outra vez: Crucifica-o.

14 Então Pilatos lhes disse: Mas que mal fez ele?  E eles clamaram ainda mais: Crucifica-o.

15 Então Pilatos, querendo satisfazer a multidão, soltou-lhes Barrabás e entregou Jesus, quando ele o tinha açoitado, para ser crucificado.

Compare Mateus 27:15-31; Lucas 23:13-25; João 18:38-19:16

Jesus vs Barrabás

A imagem historicamente inexata de um Pilatos indeciso continua quando ele se oferece para libertar Jesus ou Barrabás para as multidões de judeus.

Pilatos é descrito como quase desesperado para encontrar uma desculpa para deixar Jesus entrar, mas o sangue luxúria dos judeus “obriga-o a executar” um homem inocente.

Havia um costume segundo o qual os romanos iria liberar um condenado por ocasião de um dia de festa santo?

Não, não há absolutamente nenhuma evidência de que existia tal costume. Enquanto isso certamente soa como seria bom em que acreditar, que também seria contrário às práticas romanas normalmente agressivos.

Eles simplesmente não teria deixado ladrões, assassinos, ou dissidentes políticos vão por conta de uma festa judaica estranho.  Mesmo que tal prática existisse, no entanto, não há nenhuma maneira que Pilatos teria autorização para permitir Barrabás passar por cima de Jesus - Barrabás esteja especificamente descrito tem ter participado de uma insurreição, um crime político. Ninguém que tentou derrubar o governo romano foi permitido viver.  Mesmo que ele tivesse feito pretensão de ser “o rei dos judeus”, não tinha feito nada ostensiva ou violento ainda.

Por que o atribuído a Marcos compõem esse costume?

Provavelmente pelo mesmo motivo que fez a imagem de uma multidão de judeus chamando por Jesus para ser crucificado: permite-lhe transferir a culpa pela suposta morte de Jesus, longe das autoridades romanas e sobre os ombros dos judeus.

Alguns tentaram desculpar deslocamento do autor de culpa para os judeus, argumentando que houve uma motivação teológica em vez de política aqui:

É provável que a invenção de Marcos de Barrabás estendida para criar um nome irônico, bem como: "Filho do pai" Bar-abbas, literalmente, significa "filho do pai" falso foi escolhido pelos judeus para ser liberado para eles, enquanto o verdadeiro " Filho do Pai "foi entregue aos romanos para crucificação  Jesus.Alguns manuscritos antigos de Mateus até deram a Barrabás um sobrenome: Jesus.  Isso, no entanto, pode ter sido simplesmente um erro do copista causa das palavras gregas para "to you" ("solte Jesus).

Julgamento de Jesus: Contradições nos Evangelhos

Por que Jesus foi levado a julgamento?:

O julgamento de Jesus fornece leitores com um grande contraste entre a figura de Jesus e as autoridades corruptas, sejam eles judeus ou romana.  Isso permite que os autores dos evangelhos para retratar com mais facilidade a Jesus como uma figura heróica, alguém vale a pena seguir.  Por alguma razão, no entanto, os autores do evangelho deram informações conflitantes sobre o que ocorreu “durante o julgamento” de Jesus. Nem sequer é claro como eles teriam conhecido nenhum dos detalhes, em primeiro lugar.

Jesus é levado para as autoridades:

É claro que os soldados que "prenderam" Jesus levaram-lo para as autoridades, mas que as autoridades? Será verdade? A bíblia pode conter mentiras?
Marcos 14:53, Mateus 26:57, Lucas 22:54 - Jesus é levado a Caifás, o sumo sacerdote, depois que ele é preso

João 18:13-24 -

Jesus é levado primeiro a Caifás "filho-de-lei Anás, então a Caifás (após um tempo desconhecido)

Jesus tem a sua primeira audição:

Jesus tem uma audiência sobre as acusações, mas quando? Com quem? 
Marcos 14:53-72  , 15:1, Mateus 26:18-20, 57-68, 27:1-2 -

Jesus é cobrado na Páscoa véspera e levado a Pilatos na parte da manhã

Lucas 22:13-15, 54-66 - primeira audiência de Jesus ocorre na manhã de Páscoa

João 18:28, 19:14 - primeira audiência de Jesus ocorre na véspera da Páscoa

Jesus tem seu primeiro julgamento:

Julgamento de Jesus é um evento central da Paixão, mas diante de quem foi o julgamento realizado?

Há algumas diferenças interessantes, divergentes e distintas. No Evangelho de João, Pilatos em três oportunidades declara que Jesus é inocente, que não merece ser punido e que deve ser libertado.

Em Marcos, Pilatos nunca declara Jesus inocente.
 Marcos 14:55-64
, Mateus 26:59-66 –

Jesus é tentado por todo o Sinédrio 

Lucas 22:66-71 –

O Sinédrio realizar um inquérito sobre Jesus, mas sem julgamento

João 18:13-24 –

O Sinédrio nem sequer realizou uma investigação oficial;  Jesus só aparece diante de Anás e Caifás

Jesus é interrogado pelo Sumo Sacerdote:

Jesus é suposto ser interrogado como seu julgamento, mas a natureza do interrogatório varia. 
Marcos –

Jesus é perguntado se ele é o Filho do Deus Bendito e responde: "Eu sou."

Mateus, Lucas –

Jesus é perguntado se ele é o Filho de Deus e respostas "Tu o dizes".

João -

Jesus não é interrogado pelo Sumo Sacerdote. Em seu relato, os líderes judeus levam Jesus a Pilatos no início da manhã, mas se recusam a entrar no pretório de Pilatos para “não se contaminarem”.

Jesus é interrogado por Herodes:

Como o homem encarregado de assuntos judaicos, qual o papel que Herodes jogar em prisão e julgamento de Jesus? 
Lucas 23:7-11 - Pilatos enviou Jesus a Herodes que questiona Jesus, então, envia-lo de volta.

Mateus, Marcos, João - Nenhuma menção é feita de Herodes em tudo

Jesus é interrogado por Pilatos:

Se Jesus foi interrogado por Herodes, o que aconteceu? Os evangelhos discordam. 
Marcos 15:02, Mateus 27:11, Lucas 23:03 -

Pilatos pergunta se ele é o Rei dos judeus, e Jesus diz que Ele não responde a nenhuma das acusações "Tu o dizes".

Pilatos pergunta a mesma coisa, mas Jesus responde: "Você diz isso da sua própria vontade?" E responde a todas as acusações

Jesus e Barrabás:

A cena em que Barrabás é solto em vez de Jesus é famosa, mas de forma inconsistente descrita. 
Marcos 15;11 - Os chefes dos sacerdotes levar as pessoas a exigir a libertação de Barrabás; seus crimes são insurreição e assassinato.

Mateus 27:20 - Os sacerdotes e anciãos levar as pessoas para exigir a libertação de Barrabás; seus crimes são desconhecidos

Lucas 23:18-23 - As pessoas exigem libertação de Barrabás '; seus crimes são insurreição e assassinato

João 18:40 - As pessoas exigem libertação de Barrabás, ele é descrito como um ladrão

O relato da  morte de Jesus é  um “caso clássico”, comparando o relato entre Marcos e João e se contradizem na história contada nos Evangelhos e não podem ser conciliados. Em João, Jesus morre um dia antes, no dia da preparação do Pessach, em algum momento, depois do meio dia.

JUDAS E A FICÇÃO CIENTÍFICA (existe um relato q não vou descrever aqui por ser risível)

Existem dois relatos diferentes historicamente, com versões diferentes sobre como Judas morreu. Partiu e “se enforcou” ou caiu de cabeça e se rasgou. Existem quatro diferentes sobre qual  o motivo da traição a Jesus.

Quando Mateus indica que Judas traiu Jesus por trinta peças de Prata, que isso foi feito em cumprimento às Escrituras, cita a profecia errada, não é encontrada em Jeremias. Parece ser uma citação solta  de Zacarias (11:3).

Resumindo: Jesus de Nazaré, NÃO EXISTIU!

Não há absolutamente ZERO de relatos contemporâneos de ou sobre Jesus, ou qualquer milagre, seguidores, julgamentos, crucificação, etc Nada foi registrado (temos interpolação) por um único historiador desse período de tempo.  Foram mais de 40 historiadores conhecidos e temos muitas cartas desse período de tempo preservados. Os romanos eram muito bons em manter registros. No entanto, nada sobre o fantasma Jesus histórico.

A religião cristã, Apostólica e Romana ensina e obriga a crença de que há um só Deus, e que, ao mesmo tempo, há três pessoas divinas, cada um dos quais é verdadeiramente Deus. O que é manifestamente absurdo, pois se há três que são verdadeiramente Deus, então há realmente três Deuses. É falso dizer que há somente um Deus, ou se é verdade dizer isso, então é falso dizer que há realmente três que são Deus, uma vez que não se pode dizer a mesma coisa que é uma e três. Os cristãos abertamente condenam a cegueira dos antigos pagãos politeístas que adoravam vários deuses. Os crentes (não todos) cometem o mesmo erro que os pagãos, eles adoram um mito homem JC que seria mortal, e tão mortal que ele vergonhosamente teria morrido em uma cruz. Eles acreditam na genealogia de seus deuses, ou de seus nascimentos, seus casamentos e a geração de seus filhos.  Mas eles não percebem que eles dizem coisas muito mais ridículas e absurdas sobre a invenção de JC. Aceitar uma divindade e a alegação cristã por fé, mesmo que absurda, é uma coisa. Mas aceitar com base em provas, não. Não podem existir provas, baseadas num mito.

E mais, desconhecem que a única prova da “existência” do Jesus histórico, são os relatos fabulescos bíblicos nos Evangelhos cheios de contradições, alguns falsos e corrompidos e como prova da inexistência real de Jesus.

Os autores não tiveram inteligência suficiente ou talento natural para editar corretamente uma história ou a suposta biografia de um Cristo inexistente e mentiroso. Aqueles que escreveram a vida e atos, se ele tivesse realmente realizado os milagres que atribuem a ele que ele teria feito, se tivesse existido, estátuas teriam sido colocadas em sua homenagem, como foi feito para os outros deuses.

A Bíblia é uma série muito falha de livros e é difícil para mim aceitar que uma divindade todo-poderoso tem  a ver com isso. Certamente um Deus se existisse poderia ter produzido uma série melhor de livros. Nós não sabemos quem escreveu o Antigo Testamento ou os Evangelhos, já não temos mais os originais. Na realidade, a ideia de que Jesus era o Messias sofredor foi uma invenção dos primeiros cristãos. Assim como a idéia de que Jesus era divino (encontrada apenas em João) e na mente insana dos pais da Igreja que as fabricaram. Nós sabemos que o Novo Testamento tem mudado muito ao longo do tempo e não temos os originais. Moralmente, para dizer o mínimo a Bíblia tem sérios problemas.

Curiosamente, o Corão um livro de plágios bastante óbvio e mal montado, com fragmentos nos hadith de ditos rabínicos, antigas máximas persas, passagens da filosofia grega, provérbios indianos e até mesmo reproduções palavra por palavra do Pai-Nosso.

Tem uma estória do “vôo noturno” de Maomé no seu cavalo alado Bukra, mesmo que cavalos não podem voar e não voam. Não culpam os judeus do "assassinato de Jesus"  como faz um dos livros do Novo Testamento cristão, (obra de carpintaria ruim, adulterados, corrompidos,  com improvisos e tentativas de fazer as coisas parecerem certas),  mas isso apenas porque faz a alegação bizarra de que outra pessoa foi crucificada em seu lugar pelos judeus. O Islamismo nunca perdoou “os cristãos e judeus” por encontrarem Maomé e decidirem que ele não era o verdadeiro mensageiro.

Porque de fato não são menos vaidosos, não menos falsos do que qualquer outro. E posso até dizer que, em certo sentido, que são talvez ainda mais vaidosos e mais falsos do que qualquer outro, pois não há, talvez, nenhum outro tão ridículo ou absurdo em seus pontos principais como este, nem qualquer outra que é tão contrária à própria natureza e da razão.

Isto é o que eu estou dizendo a vocês, meus queridos cristãos, que na sua maioria desconhecem a própria origem do cristianismo e das mitologias (sumérias, egípcias, gregas...). E, mais:

Todos os eventos e personagens  do “Antigo Testamento” se tornaram símbolos de Cristo no Novo. Os evangelistas já haviam encontrado “símbolos e parábolas “ para Jesus nas Escrituras hebraicas, mas os Padres e os pais da igreja foram mais ambiciosos.  Eles liam as Escrituras  hebraicas  em grego e sempre que encontravam uma menção a um christós – fosse ele um rei, um profeta  ou um sacerdote, interpretavam-no imediatamente como  uma referência codificada a Jesus. Sentiam-se atraídos  também pela figura misteriosa  do servo no segundo Isaías, numa mesma técnica de fusão,  cujo sofrimento havia redimido o mundo”. (Karen Armstrong, A Bíblia, pág. 70)

 “Assim , a alegação adicional de não ter “realmente morrido” torna todo o sacrifício fraudulento e prostituído. Assim,  aqueles que dizem “Cristo morreu por meus pecados”, quando na verdade ele não” morreu” de modo algum, estão fazendo afirmação falsa em seus próprios termos. NÃO HAVENDO TESTEMUNHAS CONFIÁVEIS ou consistentes no período do tempo necessário para atestar tão extraordinária, finalmente podemos dizer que temos o direito, quando não a obrigação, de nos respeitarmos o suficiente para desacreditar da coisa toda. Ou seja, a não ser que , sejam apresentadas provas superiores, o que não aconteceu. E, alegações excepcionais demandam provas excepcionais. Mais uma vez, a navalha de Ockhman é limpa e decisiva. Quando são oferecidas duas explicações, é preciso descartar aquela que explica menos, explica nada ou que produz mais perguntas que respostas. (Christopher Hitchens, Livro, deus não é Grande, pág.134).

Mas a maioria das pessoas nas ruas e bancos das igrejas nunca ouviu falar isso antes. É compreensível, eu durante 50 anos da minha vida religiosa, tambem não. Isso é uma vergonha, e chegou o momento de fazer algo para resolver esse problema. E por que isso não é mais conhecido? Seu palpite é tão  bom quanto o meu.

Para que vocês não se permitam ser mais enganados pelas belas e falsas promessas que eles fazem para você. As recompensas chamadas eternas de um paraíso e reino celestial que é apenas imaginário.

E assim que você colocar a razão e sentimentos em reflexão em relação a todos os medos que lhe foram infundados (por tradição e submissão desde a infância), sobre as chamadas, “sacrifício por delegação”, pecado eterno, punições eternas de um inferno ou reino dos céus, que não existem, você se tornará um ser humano mais livre e responsável.

Com um pouquinho de esperança,

Oiced Mocam

Fontes diversas (livros e Web)

A formatação do tamanho das letras no artigo, foi involuntária...

 

Comentário de Oiced Mocam em 16 maio 2014 às 10:46

Escrituras do Novo Testamento

Jesus Cristo pregando o seu sermão no monte

Inimizade e ódio cristão

Não pensem que eu vim trazer paz à terra; Eu não vim trazer paz, mas com uma espada. Porque eu vim para colocar um homem contra seu pai, e a filha contra sua mãe, e uma nora-contra sua mãe-de-lei; e os inimigos do homem serão os da sua própria casa. Quem ama seu pai ou sua mãe mais que a mim não é digno. (Mateus 10:34-37) Tudo isso a inimizade do "Príncipe da Paz!"
Ai de ti, Corazim! Ai de vós, Betsaida! ... Mas eu vos digo, será mais tolerável no dia do juízo, para Tiro e Sidom do que para vós. E tu, Cafarnaum, serás elevada até o céu? Você será levado para baixo. (Lucas 10:13) Ditto .
E todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou filhos, ou campos, por causa do meu nome, receberá cem vezes mais, e herdará a vida eterna. (Mateus 19:29) Por definição, Jesus é um líder de culto - e um muito eficaz com grande sedução.
Você acha que eu vim trazer paz à terra? Não, eu vos digo, mas antes dissensão; para a partir de agora em uma casa lá serão cinco divididas, três contra dois e dois contra três; eles vão ser divididos, pai contra filho e filho contra pai, mãe contra a filha e a filha contra a mãe, a mãe-de-lei contra a filha-de-lei e filha-de-lei contra a mãe-de-lei. (Lucas 12:51-53) Ufa! Isso é "lindo". E inimigos.
Se alguém vem a mim e não odeia seu próprio pai e mãe e esposa e filhos, irmãos e irmãs, sim, e até mesmo a sua própria vida, não pode ser meu discípulo. (Lucas 14:26) Mais lavagem cerebral culto e ódio.
Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes e terremotos em vários lugares: tudo isso é apenas o princípio das dores. (Mateus 24:7-8) Preparando o terreno - por que qualquer "bom" e "onipotente" Deus causa ou permitir que isso aconteça?
Mas eu digo a vocês que me ouvis: amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos maldizem ... (Lucas 6:27-8) Por que você tem inimigos, em primeiro lugar? Por causa de toda a inimizade e ódio.

O fascismo cristão

Digo-vos que no dia do julgamento, todos devem prestar contas de toda palavra frívola que proferirem; para por tuas palavras serás justificado e, pelas tuas palavras serás condenado. (Mateus 12:36-37) Podemos matar alguém, enquanto falamos corretamente.
Vós sois meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. (João 15:14) Sim, isso é o que eu digo a todos os meus amigos também.
Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores. Pois não há autoridade exceto por Deus, e as que existem foram instituídas por Deus. Por isso quem resiste às autoridades resiste ao que Deus determinou, e os que resistem terão julgamento. Porque os magistrados não são terror para a boa conduta, mas para ruim. Será que você não tem medo de quem está em posição de autoridade? Em seguida, fazer o que é bom, e você receberá a sua aprovação, pois ele é um servo de Deus para o seu bem. Mas se você fizer o mal, teme, pois não traz a espada em vão; ele é o servo de Deus para executar sua ira sobre o malfeitor. Portanto, é preciso estar sujeitos, não só para evitar a ira de Deus, mas também por uma questão de consciência. Pela mesma razão, você também paga impostos a quem os impostos são devidos, a receita para quem a receita deve-se, respeito a quem se deve respeito, honra a quem honra é devida. (Romanos 13:1-7) Eu me pergunto quem escreveu essas passagens?
Sujeitai por amor do Senhor para toda instituição humana, seja para o imperador como soberano, quer aos governadores, como por ele enviados para punir os que praticam o mal e para louvar os que fazem o direito .... Temei a Deus. Honra ao imperador. (1 Pedro 2:17) Aí está a resposta.
Lembrá-los a serem submissas aos governadores e autoridades, que sejam obedientes, e estejam preparados para toda boa obra ... (Tito 3:1) Que conveniente para os governantes!
Obedeçam aos seus líderes e submeter-se a eles; pois velam por vossa alma, como os homens que terão de prestar contas. (Hebreus 13:17) Verdadeiramente o cristianismo é uma religião criado por demagogos!
Dai a César o que é de César. (Mateus 22:21) Agora, em cujo interesse seria para "Jesus" para exortar as pessoas a dar todo o seu dinheiro para o imperador?
O amor não insiste em sua própria maneira ... (1 Coríntios 13:5) Então, por que os cristãos?

Cristianismo intolerância, racismo e instinto Assassino

Por que tenho eu a ver com julgar os de fora? Não é quem dentro da igreja a quem você é para julgar? Vai julgar os que estão fora. "Expulsem esse perverso do meio de ti." (1 Coríntios 5:12-13) A Torre de Vigia das Testemunhas de Jeová diz dessa passagem: "Hoje, a prática baseada na Bíblia de desassociação transgressores impenitentes tem servido para manter nossa adoração limpo e puro."
Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo que você pronunciar você será julgado, ea medida que você dá será a medida que você começa. (Mateus 7:1-2) Apenas um pouco esquizofrênica com o anterior - e no dia do julgamento.
Raça de víboras! como você pode falar bem, quando você está mal? (Mateus 12:34) E Jesus passa a metade do tempo de julgar as pessoas.
Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! .... Você serpentes, raça de víboras, como você está para escapar da condenação do inferno! (Mateus 23:29-33) E por aí vai.
Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de seu pai. (João 8:44) Jesus "é "um judeu que se odeia.
... Uma mulher cananéia ... saiu e gritou: "Tem misericórdia de mim, ó Senhor, Filho de David, a minha filha é severamente possuída por um demônio Mas ele não lhe respondeu uma palavra e seus discípulos vieram e.. suplicou-lhe, dizendo: "Despede-a, porque ela está chorando atrás de nós." Ele respondeu: "Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel." Mas ela veio e se ajoelhou diante dele, dizendo: "Senhor, me ajudar. "E ele respondeu:" Não é justo tirar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos. "(Mateus 15:23) Uma mulher de uma etnia diferente se aproxima do Salvador com uma filha doente, e ele a ignora e, em seguida, chama-lhe de um cachorro! E só a casa de Israel é para ser salvo.
É realmente relatado que há imoralidade entre vocês, e de um tipo que não é encontrado até mesmo entre os pagãos; para um homem é viver com a mulher de seu pai .... Aquele que tem feito este ser removido do meio de ti .... com o poder do Senhor Jesus, você deve entregar esse homem a Satanás, para a destruição da carne , que o espírito seja salvo no dia do Senhor Jesus. (1 Coríntios 5:1-5) Em outras palavras, é melhor matá-lo, a fim de "salvar" a ele.
Porque há muitos insubordinados, faladores homens vazios e enganadores, especialmente os da circuncisão; eles devem ser silenciado ... (Tito 1:10-11) Em outras palavras, os judeus.
Zion ... ... Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo de Deus ... (1 Pedro 2:6-9) Apenas um pouco esquizofrênia com o acima exposto.

Patologia cristã Psico-Sexual e loucura

Mas digo-vos que todo aquele que olhar para uma mulher com intenção impura, já cometeu adultério com ela em seu coração. (Mateus 5:27) É de se admirar que eles são tão tenso? Atração e paquera são pecados!
Mas eu digo a você, Não resista aquele que é o mal. Mas, se alguém te bater na face direita, oferece-lhe também a outra. (Mateus 5:39) Jogue fora o iníquo do meio de ti, mas não resistir a ele? E não apenas um pacifista, mas um masoquista.
Ai do mundo, para a tentação! ... E se a tua mão ou pé te faz tropeçar, corta-a e lança-o de ti; é melhor para você entrar na vida aleijado, ou coxo do que com as duas mãos ou dois pés, ser lançado no fogo eterno. E se o seu olho te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; é melhor para você entrar na vida com um só olho do que com dois olhos, seres lançado no inferno de fogo. (Mateus 17:7-9) Nós não vemos um monte de auto-mutilado com um só olho ou uma mão cristãos vagando. Razão, de existirem tantos crentes com "traves" nos olhos.
Porque há eunucos que foram tão desde o nascimento, e há eunucos que foram feitos eunucos pelos homens, e há eunucos que se fizeram eunucos por causa do reino dos céus. Aquele que é capaz de receber isto, receba-o. (Mateus 19:12) E castrado! Talvez o mais são.
Eu não entendo minhas próprias ações. Porque eu não faço o que eu quero, mas eu faço a mesma coisa que eu odeio. (1 Coríntios 6:15) Não admira que, com todas essas regras e regulamentos.
... Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios, Deus escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar os fortes. (1 Coríntios 1:27) Deus prefere ter um mundo tolo e fraco.
Seja miserável e chorar e chorar. Deixe o seu riso em pranto e a vossa alegria em tristeza. Humilhai-vos perante o Senhor, e ele vos exaltará. (Tiago 4:9-10) Refletindo uma vida humilhante e masoquista.
Bem-aventurados os pobres, porque vosso é o reino de Deus. (Lucas 6:20) O fato é que a pobreza é o inferno . Por que o Deus onipotente não estalar os dedos e se livrar da pobreza? Este comentário é exatamente o que se esperaria de pessoas ricas no poder.
Por isso vos digo, não andeis ansiosos pela vossa vida, pelo que haveis de comer, nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir .... Venda seus bens e dai esmola. (Lucas 12:22-33) Você pode imaginar viver assim neste mundo? Os cristãos devem estar correndo por aí meio mortos de fome e nus, dando todo o seu dinheiro.
Uma coisa que você ainda não têm. Venda tudo o que você tem e distribuí-lo aos pobres ... (Lucas 18:22) E agora para um outro intervalo comercial: não espere que os governantes ricos para cuidar dos pobres - você faz isso! E então você vai ser pobre, então alguém vai ter que vender seus bens e dar o seu dinheiro para você! É este um esquema de pirâmide?
Pois seus discípulos tinham ido à cidade comprar comida. (João 3:8) Com que dinheiro? E como Sua Onipotência não basta multiplicar os pães e os peixes? Ele precisa de um público maior?
... Mas quem me negar diante dos homens, eu o negarei também diante de meu Pai que está nos céus. (Mateus 10:33) O que um chorão! Vá dizer ao seu pai!
E todo aquele que disser uma palavra contra o Filho do homem será perdoado ... (Lucas 12:10) Obtê-lo diretamente - o que é isso?
Verdade, em verdade vos digo que, se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós; Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna. Pois a minha carne é verdadeiramente comida e o meu sangue é verdadeiramente bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele .... (João 6:53-53) Não é bom que pode ficar tão acolhedor através do canibalismo?
O fim de todas as coisas está próximo ... (1 Pedro 4:7) Isso foi há 2.000 anos ...

Cristianismo sexismo e escravidão

É bom que o homem não tocasse em mulher. Mas por causa da prostituição, cada um tenha a sua própria mulher e cada mulher seu próprio marido. 1 Coríntios 7:1-2 Tocar as mulheres é imoral.
Mas eu quero que você entenda que a cabeça de todo homem é Cristo, a cabeça de toda mulher é o marido, e a cabeça de Cristo é Deus .... qualquer mulher que ora ou profetiza com a cabeça descoberta desonra a sua cabeça .. ., se a mulher não se cobre com véu, então ela deve cortar o cabelo ... Para um homem não deve cobrir a cabeça; uma vez que ele é a imagem e glória de Deus; mas a mulher é a glória do homem. (Porque o homem não foi feito da mulher, mas a mulher do homem. Nem o homem foi criado para a mulher, mas a mulher para o homem.) 1 Coríntios 11:2-10 A história idiota e machista de Adão e Eva transforma a ciência em sua cabeça, fazendo o homem o criador da vida humana, e não a mulher. O homem é Deus da mulher.
Esposas, sede submissas a vossos maridos, como ao Senhor. Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da Igreja, seu corpo, e é ele mesmo o seu Salvador. Como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos. (Efésios 5:21-24) Mais uma vez, o homem é basicamente equivalente com Deus.
... As mulheres estejam caladas nas igrejas. Para eles não é permitido falar, mas deve ser subordinado, como até mesmo a lei diz. Se houver qualquer coisa que eles desejam saber, perguntem seus maridos em casa. Pois é vergonhoso para uma mulher falar na igreja. (1 Coríntios 14:34-35) É vergonhoso para uma mulher para estar na igreja, em primeiro lugar.
A mulher aprenda em silêncio com toda a submissão. Eu não permito que a mulher ensine ou tenha autoridade sobre os homens; ela é se manter em silêncio. Para primeiro foi formado Adão, depois Eva. E Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão. Contudo mulher será salva através das crianças que carregam, se ela continuar em fé e amor e santidade, com modéstia. (1 Timóteo 11:15) Sim, calar a boca e ficar grávida. Muito avançado.
Vós, mulheres, estar sujeito a seu marido, como convém no Senhor. Vós, maridos, amai a vossas mulheres, e não ser duro com eles. Filhos, obedecei a vossos pais em tudo, pois isso agrada ao Senhor. Pais, não provoqueis vossos filhos, para que não fiquem desanimados. Escravos, obedecei em tudo a vossos senhores segundo a carne, não servindo à vista, como para agradar aos homens, mas em singeleza de coração, temendo ao Senhor. (Colossenses 3:18-22) Claro, mulheres, crianças e escravos - colocar-se com o seu estado de escravo, por amor dos homens.
.... E assim ensinem as mulheres novas a amarem seus maridos e filhos, a serem moderadas, castas, doméstico, tipo, e submissas a seus maridos, para que a palavra de Deus não pode ser desacreditada .... Bid escravos para ser submissos aos seus senhores e dar satisfação em todos os aspectos ... (Tito 2:4-9) Não desacreditar a palavra de Deus que as mulheres e as crianças são para ser escravos e servos dos homens?
Ninguém podia aprender aquele cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil que foram comprados da terra. Estes são os que não se contaminaram com mulheres, porque são castos ... Apocalipse 14:3-4 Assim, os 144.000 são todos os homens? E as mulheres estão contaminando. Um paraíso gay?
Escravos, obedecei aos vossos senhores terrenos, com temor e tremor, na sinceridade de coração, como a Cristo ... (Efésios 6:5) Em outras palavras, ser feliz com o seu estado miserável - e com medo!
Que todos os que estão sob o jugo da escravidão consideram seus senhores dignos de toda honra, para que o nome de Deus e a doutrina não pode ser difamado. (1 Timóteo 6) O próprio escravidão não difamar o nome de Deus?
Servos, sede submissas aos vossos senhores com todo o respeito, não só para o amável e gentil, mas ao arrogante. Por um lado é aprovado se, consciente de Deus, ele sofre dor, enquanto que sofrem injustamente. Para que mérito é isso, se quando você faz errado e são espancados por isso você levá-la com paciência? Mas se quando você faz certo e sofrer por isso você levá-la pacientemente, você tem a aprovação de Deus. 1 Pedro 2:18-20 Assim, se Deus é "bom" e está no comando de tudo, por que será que alguém sofrer injustamente? A menos que Deus é um sádico, e estamos destinados a ser masoquistas.
Comentário de Paulo Rosas Moreira em 14 abril 2014 às 16:54

Oiced Mocam !

Excelente trabalho de pesquisa o seu. Muito contribui para  aumentar o conhecimento de todos a respeito do assunto. Parabéns !

Saudações irreligiosas.

Comentário de Oiced Mocam em 14 abril 2014 às 11:41

O autor oficial dos livros do Novo Testamento foi descoberto.

 

 

 Durante anos, o livro “” tem estado encoberto e agora tudo está sendo revelado. É tempo de colocar esta informação para acesso de todos.

O livro de Marcos foi o primeiro evangelho a ser escrito e nós vamos sempre citar Marcos antes de Mateus. OS LIVROS DO NOVO TESTAMENTO:

MARCOS:

 O evangelho de Marcos foi escrito numa forma de protótipo antes de ser transformado para a forma que nós temos hoje. A antiga versão foi chamada de ‘Ur Marcos’ e é também conhecida/chamada de ‘Q’ (for ‘Quelle’, que é um nome alemão para a fonte’).

Nossas mais recentes descobertas sobre a primeira versão de Marcos mostram que este evangelho foi escrito no tempo de Cláudio César, pelo avô de Arrius Piso. Era, aparentemente, apenas um esboço, provavelmente, não dá um nome para o ‘messias’, o que parece ter sido feito mais tarde pela pessoa que realmente inseriu “Jesus” nos Evangelhos – 

Arrius Piso

A versão com a qual estamos familiarizados foi escrita por volta do ano 73 d. C. por Arrius Calpurnius Piso. Arrius Piso era romano pelo lado de seu pai, e um descendente do rei Herodes, pelo lado de sua mãe e, portanto, ele sabia muito bem sobre a religião judaica. Ele também era um parente próximo de Flávios e, mesmo que secretamente, ele pode herdar e usar o nome Flaviano por descendência de sua mãe por parte deles. Ele construiu a história recebendo isto do imperador Vespasiano (em sua outra identidade como Flavius ​​Josephus).

 MATEUS:

Mateus também, teve como autor Arrius Calpurnius Piso. Isto foi escrito aproximadamente no ano 75 d.C.

LUCAS:

foi escrito em 85-90 d.C. por Arrius C. Piso e Plinio o Jovem.

JOÃO:

O quarto evangelho, ou Evangelho de João foi escrito por Justus Calpurnius Piso, um filho de Arrius C. Piso. O filho era muito mais parecido com o pai no seu ódio pela humanidade. Este evangelho foi escrito cerca de 105 d. C.

ATOS:

Os Atos dos Apóstolos foi escrito por Arrius Piso e seu filho Justus, com alguma ajuda de Plínio, o Jovem  cerca de 96-100 d. C. A propósito, há uma parte de Atos que está faltando na maioria das traduções / interpretações em inglês, o capítulo 29, que tem 10 versos.

ROMANOS:

A epístola aos Romanos foi escrita por um outro filho de Arrius Piso (Proculus Piso) e Claudia Phoebe por volta do ano 100. Claudia Phoebe é conhecida na história como a esposa do imperador Trajano (como Pompéia Plotina). Ela escreveu os últimos versos desta epístola, e muitas cópias do NT em Inglês foram deixadas de fora, porque essa parte foi escrita por uma mulher. Isso é óbvio, e ela ainda dá o seu nome como “Phoebe”. Você pode perceber quando o autor homem sai de cena e a autora começa porque o autor homem “assina” com “Amém”. Ela escreveu os últimos versos (25-27) de Romanos, capítulo 16.

1 CORÍNTIOS, GÁLATAS, E EFÉSIOS:

foi inteiramente escrito entre 100-103 d. C. por Plinio o Jovem.

2 CORÍNTIOS E FILIPENSES:

foi escrito por Justus C. Piso entre 103-105 d. C.

COLOSSENSES:

foi escrito por Justus C. Piso e o filho dele Julianus (Julianus era o pai do imperador Marcus Aurelius, mas ele só aparece na história usando o seu outro nome ‘Verus’).

1 TIMÓTEO: foi escrito por Plinio o Jovem cerca de 105 d. C.

2 TIMÓTEO:

foi escrito por Justus C. Piso ( também conhecido na história por outros nomes), 107 d. C. 

TESSALONICENSES 1 E 2:

foram escritos por Justus C. Piso e seu filho Julianus com alguma ajuda do seu sobrinho Silanus entre os anos de 105-110 d. C. 

TITO: foi escrito por Plinio o Jovem cerca de 103-105 d. C. 

FILEMOM: foi escrito por Justus C. Piso e seu filho Julianus.

TIAGO: foi escrito por Justus C. Piso aproximadamente 110 d. C.

PEDRO 1 E 2: foram escritos por Proculus Piso entre 110-115 d. C.

JOÃO 1, 2 e 3:

foram escritos por Julius Calpurnius Piso (outro filho de Arrius Calpurnius Piso), entre 110-115 d. C..

 JUDAS: foi escrito por Julius C. Piso também, entre os anos de 110-115 d. C.

 O APOCALIPSE DE JOÃO:

foi escrito por Julius Calpurnius Piso, que deve ter sido o filho de outro Julius Calpurnius Piso (alguém que teve o mesmo nome), e isto foi escrito em aproximadamente 137 EC. Este não era livro do NT, Foi escrito justamente como o fim da estória.

HEBREUS:

foi escrito por um neto de Arrius Piso chamado Flavius ​​Arrianus cerca de 140 EC. Flavius ​​Arrianus era o verdadeiro nome do historiador que escreveu isto como “Appian‘. Essa pessoa era o meio-irmão do imperador Antonino Pio. Antonino Pio, que por sinal, também escreveu a história sob o nome de Suetônio. Flavius ​​Arrianus também escreveu outras obras, mais notavelmente, ele escreveu sob o nome de ‘Ptolomeu.

“O Novo Testamento, a Igreja e o cristianismo, foram todos criação de Calpurnius Piso (Peso pronunciado Peso) família de romanos aristocratas. O Novo Testamento e todos os personagens contidos nele – Jesus, todos os Josés, todas as Marias, todos os discípulos, apóstolos, Paulo e João Batista – são todos ficção.”

Os Pisos criaram a história e os personagens; eles vincularam a história em um tempo e lugar específicos e eles conectaram a história, com algumas pessoas reais periféricas, como Herodes e Gamaliel, procuradores romanos, etc.  Mas Jesus e todos os envolvidos com eles foram criados (ou seja, ficcional!) caracteres.”

“No meio do primeiro século de nossa era atual, a aristocracia de Roma sentiu-se confrontada com um crescente problema. A religião judaica continuava a crescer em número, acrescentando cada vez mais prosélitos. O número de  Judeus passou a mais de 8.000.000, e eram 10% da população do Império e 20% dessa parcela vivia a leste de Roma. Cerca de metade ou mais dos judeus viviam fora da Palestina, e muitos dos quais eram descendentes de prosélitos, macho e fêmea. “

 “No entanto, a ética e a moral do judaísmo eram incompatíveis com a instituição sagrada romana de escravidão em que a aristocracia alimentava, vivia e reinava. Eles temiam que o judaísmo se tornasse a principal religião do império. O autor romano, Annaeus Sêneca, tutor e confidente do imperador Nero, sugeriu em uma carta a seu amigo Lucílio (pseudônimo de Lucius Piso) que acender velas no sábado era proibido. Seneca é posteriormente citado por Santo Agostinho em seu livro Cidade de Deus (embora a citação não existe nos escritos existentes de Sêneca), como por exemplo:

Os costumes (sábado) fez a nação mais maldita ganhar tanta força que eles têm agora ganhado força em todas as terras, e os conquistados estão fazendo leis para o conquistador”.

“A família chefiada por um amigo de Seneca, Lucius Piso, se viu confrontada com um problema pessoal dos aliados. Eles eram os Calpurnius Piso, descendentes de estadistas e cônsules, e também de grandes poetas e historiadores. Caio e Lúcio Calpurnius Piso eram os líderes da família e casados  com Arria (nome herdado de seu avô, Aristóbulo). Isso fez Caio e a esposa de Lúcio Piso, a grande bisneta de Herodes, o Grande “.

“Repetidamente, fanáticos religiosos da Judéia estavam causando insurreições contra os governantes de Herodes da Judéia que eram das relações da esposa do Piso. Piso desejava reforçar o controle da família de sua esposa sobre os Judeus. Os Pisos procuraram uma solução para os dois problemas e a encontraram nos livros sagrados dos judeus, que eram a base tanto para a rápida disseminação da religião como para a fanática recusa em serem governados por fantoches de Roma. Os Pisos escarneciam, mas maravilharam-se com a crença judaica nos seus livros sagrados. Portanto, eles chegaram a conclusão de que um novo livro “judeu” seria o método ideal para pacificar a Judeus e fortalecer o controle do país pelos “sogros”.

“Aproximadamente no ano, 60 d.C. (C.E.), Lucius Calpurnius Piso escreveu Ur Marcus, a primeira versão do o Evangelho de Marcos, que não existe mais. Ele foi encorajado por seu amigo Seneca  e assistido por parentes de sua esposa, o jovem Pérsio o Poeta. A amante de Nero (mais tarde sua esposa) Poppea,  pró-judaica, se opôs ao plano juntamente com Nero. O resultado foi a conspiração de Pisonian para assassinar Nero, detalhado pelo historiador Tácito. Mas essa tentativa falhou quando a trama foi abortada. Em vez disso, Nero teve Piso, Sêneca e seus companheiros de conspiração executados forçando-os a cometer suicídio”.

“Ele exilou o filho de Piso Arrius (escrito” Ário “), que aparece em Tácito sob vários nomes, incluindo “Antonius Natalis“.  Nero enviou o jovem Piso para a Síria como governador. Esse posto também deu-lhe o comando das legiões que controlavam a Judéia. Sua própria “história” registra seu o seu serviço na Judéia no ano 65, sob o nome de Gessius Florus, e em 66 com o pseudónimo cestius Gallus. “

 “Este Ário Calpurnius Piso deliberadamente provocou a revolta judaica em 66 para que ele pudesse destruir o Templo de Jerusalém – para que os judeus aceitassem a história de seu pai e, assim, serem pacificados por ele como foi planejado. No entanto, a sua 12 º legião foi pega pelos fanáticos do de Beth Horon e ele quase perdeu. A reação de Nero foi a de exílar para Pannonia, para comandar uma legião lá, e enviou Licínio Muciano para servir na Síria, e Vespasiano para a Judéia para acabar com a revolta judaica “.

“Então, em 68 Nero foi assassinado por seus próprios escravos Epafrodito – que desconhecido de seu mestre era lacaio do jovem Piso. Galba tornou-se imperador e nomeou o primo do Piso, Liciniano Piso, como seu sucessor pretendido, mas Galba por sua vez, foi logo derrubado por Otho. Otho foi então derrubado por Vitélio, no ponto em que Piso e seus amigos começaram a reunir-se contra o último. Os Pisos,
Muciano, e Tibério Alexandre, todos formaram fileiras atrás de Vespasiano para tentar derrubar Vitélio. E se juntaram a Frontino e Agricola “.

Ário Calpurnius Piso ainda estava comandando a 7 legião em Pannonia (Áustria-Hungria), e Vespasiano o enviou  (agora aparece em Tácito com o nome de Marcus Antonius Primus para o sul através dos Alpes para derrotar Vitélio. Enquanto isso, o corpo principal das legiões de Vespasiano marcharam por terra sob Muciano do leste em direção a Roma. Piso conseguiu derrotar o exército de Vitélio e segurou Roma para Vespasiano. Muciano chegou e prontamente o enviou para a Judéia para ajudar Tito no cerco de Jerusalém. Ele assim o fez, e em 70 eles assaltaram a cidade, e então o Templo, queimando isto, abateram muitos milhares, e os enviou à escravidão e para combater com gladiadores e à morte. “

 “Arius Calpurnius Piso escreveu, em sequência, o seguinte:

  • Evangelho de Mateus (70-75 C.E.)

  • Evangelho de Marcos (75-80 C.E.)

  • Evangelho de Lucas (85-90 C.E., com a ajuda de Plinio o Jovem)

 Na história do evangelho ele inseriu a ele mesmo para desempenhar o papel não só de Jesus, mas de todos os Josés. Ele particularmente gostou de assumir a identidade de Jose. Desejando criar um Herói judeu, um salvador, em forma de ficção, ele (e seu pai antes dele), assumiram secretamente a identidade de um segundo José, para muito acertadamente, se encaixarem. Pois o seu nome Piso tinha as mesmas quatro letras, reorganizadas, como as quatro letras hebraicas (Yud Vov Samech Fey), que nessa língua era soletrada o nome de Jose.
Assim, eles se viam como o novo José. É por isso que grande parte da história de José do Egito foi secretamente refeita e inserida na história do evangelho de Jesus.

  Referências

(a) The vowels are pronounced as in “veto” and “me so”.

(b) Klausner, Joseph, From Jesus to Paul, Macmillan Co., 1943, pp 33-34.

(c) Baron, Salo, A Social and Religious History of the Jews, Columbia Univ. Press, N.Y., and Jewish Publication Society, Philidephia, 1952, vol. 1, pp 170-171.

(d) Seneca, Ad Lucilium Epistulae Morales, Vol. III, Epistle XCV.47, pp 87-89.

(e) St. Augustine, City of God, Modern Library, Random House, 1950, 6.11, p 202.

(f) Seneca, Ad Lucilium Epistulae Morales, Vol. I, Epistle XLVI, pp 299-300.

(g) Tacitus, Annals, XV.54,71.

(h) Having destroyed the Temple, Piso could then have Jesus (whom he was predating to 40 years before the Temple’s destruction) prophecy the destruction because of the Jews’ rejection of him! (Mat. 23.37-38).

(i) Roman historians (Suet. Nero 49, and Dio Cassius 63.29) explain merely that Epaphroditus assisted the emperor’s suicide. See also Tacitus, Annals XV.55, footnote 2.

(j) Tacitus, Histories I.14.

(k) Tacitus, Histories II.74-81.

(l) Tacitus, Histories III.2, footnote 1.

(m) (Tacitus) Vespasian relied on Piso because he was grandson of his own brother—Vespasian’s brother, T. Flavius Sabinus, had married Arria Sr., who was Piso’s maternal grandmother. Piso’s identity as thus also a Flavian is decipherable from the appearance in the Flavian family line of L. Caesennius Paetus (Townend, Gavin, Some Flavian Connections, Journal of Roman Studies LI.54,62, 1961). That was an alias (like Thrasea Paetus) of Piso’s father, L. Calpurnius Piso.

See page 20 supra, wherein Piso himself also is mentioned as a Caesennius Paetus. That is the true reason Piso used the literary pseudonym of Flavius; it was not because of his alleged-but untrue and hardly necessary-adoption by Emperor Flavius Vespasian. He was in fact a Flavian.
Piso humorously used the three basic consonants of the Flavians’ Sabinus name, SBN, in revised sequences for some of his fictional literary identities:

(1) BarNaBaS who appears in Acts 4.36 and there specifically stated as another name of a Joseph (Josephus!)

(2) BarNaBazoS in Antiq. XI.207,

(3) BaNnoS in Vita 11, the mirror-image of John the Baptist.

The same device of rearranging consonants was used in recreating Afranius Burrus, the friend of Seneca (Tacitus, Annals XIII-XIV)-and therefore of Lucius Piso. He was Nero’s Praetorian Prefect, and then several years before Seneca’s death, was himself a victim of the emperor. Burrus reappears as BaRaBbaS, the fictional brigand in Mat. 27.16.

(n) (Tacitus, Histories III.6). The realization that Marcus Antonius Primus was a pseudonym of Arius Calpurnius Piso is based on these factors:

1. The name in Pliny’s letters under which Piso is the latter’s wife’s grandfather is Arius Antoninus.

2. According to Suetonius (Lives of the Caesars, Book IV. XXV), Emperor Caius Caligula appropriated Gaius Piso’s wife at Piso’s marriage. That would have been about the year 36–the year before Arius’ birth. Caligula is known to have been a descendant of Mark Antony (Marcus Antonius). Seemingly Suetonius was teasing at the questioned paternity of Piso’s alter ego creation.

3. Tacitus’ caustic description of Marcus Antonius Primus remind one of Piso.

4. The idea to call Piso “Antonius Primus”—was his own. It was Piso himself in his Jewish War IV.495 who first detailed Antonius Primus’ campaign for Vespasian against Vitellius. Also Josephus inserts “Antonius” (himself!) as a centurion who dies at the capture of Jotapata (Jewish War III.333).

5. Marcus Antonius Primus’ colleague in the campaign against Vitellius is named Arrius Varus (Tacitus, Histories III.6). This is yet another alter ego of Piso himself. In the mid-50’s (C.E.), while in his late teens, young Piso was a prefect of a cohort of legionnaires in the campaign against Vologeses, King of Armenia—serving there (in Tacitus, Annals XIII.9) under the name of Arrius Varus.

6. His exploits as General Marcus Antonius Primus account for his absence from Judaea in the years 67-69, between his defeat as Cestius Gallus and his reappearing to assist Titus as the siege of Jerusalem in 70. Rather than being Vespasian’s prisoner in chains, he was his general, advancing on Rome in his behalf.

(o) Tacitus, Histories, III.82-86. Also “the supreme authority was exercised by Antonius Primus” (Tacitus, Histories, IV.2).

Fonte: http://www.bibliotecapleyades.net/sociopolitica/esp_sociopol_piso01.htm

Abelard Reuchlin, from TheRomanPisoForum Website

Seriam esses alguns dos segredos da história do cristianismo, mais bem guardados na Biblioteca do Vaticano?

Comentários serão bem vindos,

Colaborou com o artigo traduzido,

Oiced Mocam

Comentário de Oiced Mocam em 16 fevereiro 2014 às 22:43
DEZ MANDAMENTOS? A origem. Os 13 mandamentos!

O rei Hamurábi também organizou o primeiro código de leis de que se tem notícia. O Código de Hamurábi apresenta numerosas penas para delitos domésticos, comerciais, ligados à propriedade, à herança, à escravidão e a falsas acusações, sempre baseadas na Lei de Talião, que pregava o princípio do “olho por olho, dente por dente”. A um ladrão, por exemplo, a pena era ter uma das mãos cortada.

O mais remoto Código de Leis da Bíblia é simplesmente a transcrição da lei civil da Babilônia, assíria e aos hititas, na sua forma: Decálogo (Ex 20, 1-17) “atribuído” a Moisés na sua forma primitiva e ética que defendia ele. Os fundadores da cristandade, cujo objetivo era manter o povo em obediência e paz, tiveram o cuidado de fazer acreditar que a deus desagradavam as mesmas coisas que eram proibidas pelas leis.

Artigos do Código de Hamurábi

Art. 200. Se um homem arrancou um dente de um outro homem livre igual a ele, arrancarão o seu dente.
Art. 201. Se ele arrancou o dente de um homem vulgar, pagar á um terço de uma mina de prata ( equivalente a cerca de 500 gramas).
Art. 202. Se um homem agrediu a face de um outro homem que lhe é superior, será golpeado sessenta vezes diante da assembléia com um chicote de couro de boi.
Art. 229. Se um pedreiro edificou uma casa para um homem, mas não a fortificou e a casa caiu e matou o seu dono, esse pedreiro será morto.
Art. 230. Se causou a morte do filho do dono da casa, matarão o filho desse pedreiro.
Art. 231. Se causou a morte do escravo do dono da casa, ele dará ao dono da casa um escravo equivalente.
Art. 232. Se causou a perda de bens móveis, compensará tudo o que fez perder. Além disso, porque não fortificou a casa que construiu e ela caiu, deverá reconstruir a casa que caiu com seus próprios recursos.

Já outros contam que a história, foi diferente e COM HUMOR  teria sido assim:

Quando Deus "fez o mundo",  Ele foi aos babilônios e disse:
“Vocês gostariam de ter um mandamento?”
Eles responderam: “Primeiro gostaríamos ver o que é”.
E Ele falou: “Vocês não deveriam cometer adultério”.
Os babilônios disseram: “O que faríamos? Nós não queremos nenhum mandamento, por favor, perdoe-nos”.
Ele foi aos egípcios, e outras raças. Ninguém queria. Todos perguntavam: Qual é o mandamento? – e respondiam:
“Não queremos ficar enjaulados em mandamento algum. Queremos viver por nós mesmos”.
Finalmente ele chegou a Moisés e perguntou-lhe:
“Você quer ter um mandamento?”
Moisés perguntou: “Quanto custa?”
Essa é uma pergunta rara! Deus havia andado pelo mundo todo...e só Moisés perguntou o preço, a primeira que perguntou.
Deus disse: “Não custa nada”.
Moisés falou: “Então ficarei com dez!”
Se não custa nada, por que não ficar com dez?
foi assim que surgiram os Dez Mandamentos. E ainda esqueceu um importante, o décimo primeiro, não maltratar e abusar das crianças, não praticar a pedofilia.

Toda religião criou seus próprios mandamentos, estranhos antinaturais, por medo ou avareza e fizeram esta pobre humanidade que você vê no mundo. Até o mais rico dos homens não tem a liberdade de agir de acordo com a sua própria consciência. Ele tem que agir de acordo com os princípios dados por outra pessoa, e não se sabe se essa pessoa era um vigarista, impostor, poeta, sonhador. Por sinal, eu não vi um milionário ou bilionário atribuir a sua fortuna a algum deus.

Não há nenhuma evidência. Porque são tantas pessoas que alegam que são encarnações de Deus, que são mensageiros de Deus, Avataras religiosos, messias, salvadores, que são profetas de deus e todas elas trazem diferentes mensagens. O mais provável é que elas estejam transmitindo epopéias literárias também de Gilgamés dos antigos tempos da civilização assírio-babilônica (mais antiga que a egípcia) , berço da raça humana conforme nos escritos arqueológicos anteriores a Bíblia, para poderem continuar a dominar nossas vidas, por dentro e por fora.

O "criador do universo" sentiu necessidade de escrever fisicamente, ele próprio gravando os 10 mandamentos na pedra. Estranho, não? Se Jeová fosse civilizado, como seriam melhor aqueles mandamentos. Todos os mandamentos que eram bons, eram antigos; todos os que eram novos , eram tolos. Se Jeová fosse civilizado, deixaria de fora o mandamento sobre guardar os sábados e em seu lugar colocaria: “Não escravizarás teu semelhante”. Ele omitiria aquele que fala de juramento e colocaria: “ O homem terá apenas uma mulher, e a mulher, apenas um homem”. Deixaria de lado aquele sobre imagens esculpidas e colocaria: “ Não provocarás guerras de extermínio e só desembainharás tua espada em legítima defesa”.

http://livrodeusexiste.blogspot.com/2010/12/capitulo-73-ingersoll-s...

Mas o chamado Decálogo, dado pelo Todo-Poderosos, Jeová, a seu profeta Moisés, no Monte dos Sinais, aliás nem era um Decálogo, mas um Vintólogo, como provou Mel Brooks, num documentário sobre a famosa descida de Moisés. O chão era escorregadio, Moisés já estava meio velho, as tábuas (que não eram tábuas, era uma pedra) caíram no chão, quebraram, SOBRARAM SÓ 10 MADAMENTOS sobraram só 10 mandamentos. E assim teriam se perdido os melhores.                                                                         
E OS QUE SOBRARAM NÃO PEGARAM OU PEGARAM?

Vocês decidem, vejamos as leis:

I – Eu sou o Senhor que trouxe vocês das terras do Egito e os libertei da escravatura.
II – Não terás outros ídolos (pajés, bispos, padre, papas...) diante de mim em qualquer forma         imitando coisas que estão no céu, na terra ou embaixo d´água.
III – Não usaras o meu santo nome em vão
      (nem um santo por dia para cada lugarejo).
IV – Respeitarás o sétimo dia afastando-se de atividades produtivas.
       (por excesso de respeito os brasileiros descansam muito mais).
V – Honrarás pai e mãe.
      (Um de cada vez depois da separação litigiosa).
VI – Não matarás
      (Exceto se for líder xiita; em certos estados americanos ou se for uma mulher islâmica adúltera).
VII – Não cometerás adultério
        (Com exceção para de vez em quando “dar um tempo”.
VIII – Não roubarás. (A não ser em legítima defesa).
IX – Não prestarás falso testemunho.
       (mas poderás ficar calado durante o interrogatório).
X – Não cobiçaras a mulher do próximo.
     (Mas não pecarás se procurares a mulher do vizinho).

O povo judeu legou para a humanidade os 10 mandamentos, mas face ao horror  do Holocausto, FALTARAM TRÊS MANDAMENTOS:
" não seja algoz, não seja vítima e não seja, jamais, mero espectador".
Seja curioso, pesquise mais em:
http://livrodeusexiste.blogspot.com/2010/10/capitulo-57-lendas-e-mi...
http://livrodeusexiste.blogspot.com/2010/12/capitulo-72-ingersoll-0...

No livro do cientista norte-americano Noah Kramer de pesquisa científica,
A História Começa na Suméria (“History begins at Sumer”). Ele determinou com bom humor , nada menos que vinte e sete “First” (primícias), coisas, experiências ou acontecimentos, que na História humana foram apontados pela primeira vez por esse povo.
Comentário de Oiced Mocam em 13 janeiro 2014 às 22:11

Manual bíblico com um mundo de contradições, para principiantes que necessitam de esclarecimentos adicionais. Os quais a maioria das pessoas comuns nos bancos das igrejas desconhecem.

Leia em:

http://www.bibliadocetico.net/contradicoes.html

Comentário de Oiced Mocam em 4 janeiro 2014 às 14:58

A Bíblia das Trevas

Uma Breve História da Bíblia

As histórias da Bíblia evoluiu lentamente ao longo de séculos antes da existência das religiões ortodoxas. Muitas seitas crenças espalhar histórias e mitos, provavelmente, transmitidos pela tradição oral, de geração em geração antes que as pessoas as escreveu. Muitas das histórias veio originalmente de cultos egípcios e sumérios. Todas essas religiões primitivas praticado politeísmo, incluindo o início de Hebreus. Alguns dos registros mais antigos das histórias que mais tarde entrou para o Antigo Testamento veio de milhares de pequenos selos cilíndricos retratando histórias da criação, escavadas a partir do período da Mesopotâmia. Esses artefatos iniciais e obras de arte (datada tão cedo quanto 2500 aC) estabeleceu a base para o Jardim do Eden histórias de menos de mil anos antes que impactaram mitologia hebraica.

Genesis Mesopotâmica Éden antecede Genesis

 Um exemplo de um selo cilíndrico que representa um Jardim do Éden história. Um homem e uma mulher sentada sob  ramificada Árvore da Vida. Observe a cobra à direita.  Acadiano Cylinder Seal, 2330-2150 aC

Praticamente todas as civilizações humanas no Oriente Médio, antes e ao longo dos tempos bíblicos, praticado alguma forma de adoração à deusa feminina.  Os arqueólogos confirmaram que a primeira lei, governo, medicina, agricultura, arquitetura, metalurgia, veículos de rodas, cerâmica, têxteis e linguagem escrita, inicialmente desenvolvido em sociedades que adoravam a Deusa.  Mais tarde, as deusas tornou-se mais guerreira com a influência dos invasores do norte que lentamente substituídas as deusas com os seus deuses de guerra montanha masculinos. 

Então, por que a Bíblia não menciona nada sobre a Deusa?

Muitas vezes os "Deuses" na Bíblia refere-se a deusas.  Astarote, ou Asherah, chamado de gênero masculino, por exemplo, na verdade refere-se a Astarte-a Grande Deusa.  O Antigo Testamento não tem sequer uma palavra para Deusa. As deusas, às vezes, refere-se à palavra hebraica "Elohim" (plural masculino), que os religiosos posteriores mal traduzidas no singular "Deus".  Os autores bíblicos convertido os símbolos da deusa antigos em ícones do mal.  Como tal, a cobra, serpentes, árvore do conhecimento, chifres (do touro), tornou-se associado com Satanás. O resultado final deu às mulheres o estatuto de inferioridade, resultado que ainda vemos até hoje.

O Antigo Testamento é composto por um corpo de literatura repartido por um período de cerca de 1450 aC a 200 aC. Não existe nenhum escritos originais do Antigo Testamento. Existe, no entanto, centenas de fragmentos de cópias que tornou-se o Antigo Testamento. Estes fragmentos consistem em comprimidos cuneiformes, papel de papiro, gravuras de couro e o famoso Manuscritos do Mar Morto.  Os escribas do Antigo Testamento escreveram em hebraico clássico com exceção de algumas partes escritas em aramaico. Os escribas hebreus tradicionais escreveram os textos com as consoantes, mas os rabinos mais tarde vogais para pronunciar verbal acrescentou.  É claro que os rabinos fizeram o seu melhor na escolha dos vogais que eles achavam que deu as palavras o seu correto significado e pronúncia.

No segundo século EC, ou mesmo antes, os rabinos compilaram um texto a partir de manuscritos que tinham sobrevivido à destruição de Jerusalém em 70 dC e, nesta base, eles estabeleceram o texto tradicional ou Massorético, assim chamada a partir da palavra hebraica Massorah. Este texto incorporou os erros de gerações de copistas, e apesar do cuidado agraciado com ela, muitos erros de copistas posteriores também encontrou seu caminho para ele.  Os primeiros manuscritos sobreviventes desta data do texto a partir do nono a décimos primeiros séculos dC. Ele vem principalmente a partir destes textos que os religiosos têm usado para as traduções atuais do Antigo Testamento.

O Novo Testamento tem ainda menos textos sobreviventes. Não temos originais. Os estudiosos acham que não, até anos após suposta morte de Jesus que seus autores escreveram os Evangelhos. Não existe nenhuma evidência de que o Novo Testamento veio dos apóstolos originais supostas ou qualquer outra pessoa que tinha visto o suposto Jesus. 

Embora os textos cristãos mais antigos sobreviventes teriam vindo de Paulo, ele nunca tinha visto o Jesus terreno.  Não ocorre nada nas cartas de Paulo que tanto sugere a existência dos Evangelhos ou mesmo de uma necessidade de tais memórias de Jesus Cristo. A cópia mais antiga do Novo Testamento ainda não encontrou, consiste de um pequeno fragmento do Evangelho de João. Estudiosos dataram o pequeno floco de papiro do período de seu estilo de escrita manual para em torno da primeira metade do segundo século DC.  A linguagem da maior parte do Novo Testamento consiste em grego antigo.

O fragmento reside na Biblioteca John Rylands, em Manchester, Inglaterra.

Curiosamente, havia muitos concorrentes cultos cristãos nos primeiros anos após a suposta morte de Jesus. Algumas seitas viam o universo em dualismos da bondade e do pecado, da luz e as trevas, Deus e o Diabo. Outras seitas cristãs realizavam rituais estranhos, alguns dos quais envolvidos na deglutição de sêmen, considerado como uma substância sagrada.  Muitos outros cristãos também escreveu histórias místicas e pelo segundo século existia mais de uma dúzia Evangelhos, juntamente com uma biblioteca inteira de outros textos.  Estes incluem cartas de Jesus para reis estrangeiros, cartas de Paulo a Aristóteles e histórias dos discípulos. Em um desses evangelhos secretos, descreve Jesus levando jovens nuas fora a ritos de iniciação secretos no Jardim do Getsêmani.  Lá viveu cristãos gnósticos (conhecedores), que acreditava que a própria igreja deriva do diabo para manter o homem de Deus e de perceber sua verdadeira natureza.  Nos primeiros séculos do cristianismo ortodoxia não existia e quando uma igreja ortodoxa organizada finalmente chegou, ele ficou definido, quase inadvertidamente, na argumentação contra muitas das seitas gnósticas.

Assim, a idéia de que a Bíblia como um único corpus inalterável, sagrado dos textos começou em heresia e, posteriormente, ampliado e usado por homens da Igreja em seus esforços para definir a ortodoxia.

Um dos editores mais influentes da Bíblia, Irineu de Lyon, decidiu que não deve existir somente quatro Evangelhos, como os quatro zonas do mundo, os quatro ventos, as quatro divisões da propriedade do homem, e as quatro formas de os primeiros seres vivos - o leão de Marcos, o bezerro de Lucas, o homem de Mateus, e a águia de John. Em um único golpe, Irineu tinha delineado o livro sagrado da igreja cristã e deixou de fora os outros Evangelhos.  Irineu também escreveu que o cristianismo não incluiu, e desta forma o cristianismo se tornou uma fé ortodoxa. Uma obra de Irineu, contra as heresias, tornou-se o ponto de partida para inquisições posteriores.

Não existe mais de uma centena de versões diferentes da Bíblia, escrita na maior parte das línguas da época, incluindo grego, hebraico e latim. Algumas versões deixado de fora algumas histórias bíblicas e outros continham histórias adicionais. As versões completas de o velho e o novo testamento, provavelmente, ficou concluído em cerca de 200-300 dC, embora muitos contestou a autenticidade de alguns livros que mais tarde acabou como Apócrifos (uncanonical ou de autoria duvidosa). Por exemplo, o livro de Eclesiástico aparece na Bíblia católica, mas não nas versões protestantes.

Em torno de 405 dC Jerônimo (Eusébio Hieronymous) terminou de traduzir todo o Antigo e Novo Testamento livros para o latim (Vulgata da Bíblia), que forneceu a Igreja Católica Romana acrescentou poder.  A Bíblia Vulgata passou por várias revisões até o início de 1900!

Codex Palatinus

Isso mostra um pequeno segmento de uma folha do Palatinus Codex (Biblioteca Britânica, acrescentam. Ms. 40.107, f.1), uma versão latina antiga dos Evangelhos a partir do 4 º ou 5 º século.

O texto foi escrito em duas colunas no roteiro uncial que funciona continuamente, sem quebras de palavras. Letras maiúsculas ampliadas fornecer a única pista para colocar marcação.

As doutrinas de salvação do cristianismo sobreviveu e floresceu porque proporcionaram o considerável poder do sacerdócio. Os sacerdotes só tinham as chaves para a salvação e podiam ameaçar os incrédulos com o castigo eterno. . Assim, na evolução do cristianismo nos últimos dois mil anos, com sacerdotes predando medos humanos, a religião tem demonstrado poderes extraordinários de sobrevivência. Mesmo sem os sacerdotes, as várias versões da Bíblia tiveram mais influência na história do mundo, nas mentes dos homens do que qualquer outra literatura.

Infelizmente, as crenças nas Escrituras produziram as ações mais violentas contra o homem na história da humanidade até aquele momento. . Os concorrentes eliminados. cultos cristãos (chamados hereges) pelas igrejas cristãs agiu como as sementes de atrocidades violentas contra aqueles que não concordam com o dogma da Igreja.

Há mais tarde seguiu a destruição de Roma pelos godos cristãos e os sacrifícios pagãos secretos consentido pelo Papa, os vândalos que tinha a Bíblia com eles como eles destruíram imperial norte da África, as cruzadas na luta do século XI, nas terras ao redor do leste Mediterrâneo, a Palestina ea Síria, capturando Jerusalém e estabelecer reinos da Anatólia para a fronteira com o Egito. Em 1204 a Quarta Cruzada saqueou Constantinopla a cidade mais sagrada, nesse momento, com os cristãos lutando contra os cristãos. E os massacres continuaram (e continuam até hoje). Segundo Romer, "Mais hereges e estudiosos foram queimadas na Idade Média, que nunca foram mortos na época carolíngia. Pois, desta vez, a Inquisição entrou em sua própria, e tortura, em grande parte não utilizado como um instrumento de governo desde os tempos dos romanos, foi reintroduzido. "

Nos 1380s, John Wycliffe traduziu a primeira Bíblia em Inglês, que inspirou uma revolução religiosa Inglês que causou perseguições contra ele pela Igreja Católica.

No início dos anos 1500, o herege alemão, Martinho Lutero, praticamente sozinho causou a separação definitiva da Igreja Católica Romana e criou o início da revolução protestante. Esta divisão ainda influencia a violência até hoje. Ele traduziu a Bíblia para o alemão, que se espalhar ainda mais o protestantismo.  Lutero também ajudou a espalhar os sentimentos anti-semitas com sua pregação e livros como seus "Os judeus e suas mentiras", todos suportados por sua interpretação da Bíblia. Não se deve esquecer que Hitler (um admirador cristã e grande de Lutero) e seu holocausto, provavelmente, não poderia ter ocorrido sem a sua influência eo apoio da Bíblia acreditando cristãos alemães.

Na década de 1530 William Tyndale completou a sua versão do Inglês Bíblia protestante (provavelmente com a ajuda de Lutero) e o primeiro a imprimir a Bíblia em Inglês. Ele também sentiu a perseguição da Igreja e ele passou seus últimos dias na prisão e exílio. Seus inimigos finalmente o queimou na fogueira, mas por causa de sua fama, que o estrangulou primeiro (o que os caras bom!).

Após Bíblia alemã de Lutero, outros seguiram o exemplo, traduzir a Bíblia em seus idiomas nativos, incluindo holandês e francês.  Não até 1611 CE fez um comitê de tradutores e intérpretes completar a Bíblia mais popular de todos os tempos, a King James Version.

Hoje ainda temos dezenas de versões de tradução da Bíblia, com estudiosos da Bíblia ainda discutindo sobre o significado e as traduções apropriadas de palavras e frases. A seguir mostra apenas algumas das versões mais populares:

 
 

Pode-se perguntar o que vai acontecer com os "novas" revisões de algumas centenas de anos. No entanto, a versão King James da Bíblia continua a ser o mais utilizado no mundo de hoje e provavelmente vai continuar a sua popularidade por muito tempo no futuro.

Não há dúvida de que as futuras versões de Bíblias virá à tona no futuro: as revisões de Bíblias anteriormente revisados ​​e revisões mais recentes de novas versões.  A história das muitas versões das histórias da Bíblia, desde os antigos mitos da Mesopotâmia para as variadas interpretações, interpolações, e versões da Bíblia fala muito sobre a confiabilidade de suas interpretações e a suposta "verdade" que afirmam que a Bíblia contém, porque mostra que a Bíblia não vem de agentes sobrenaturais, mas sim da imaginação humana.
Nós não trmos um pingo de evidência para a influência sobrenatural em obras escritas humanos (e principalmente de autores desconhecidos), mas temos uma abundância de evidências para crenças registradas humanos e mitos.
Isso mostra uma diferença marcante entre os de trabalhos científicos e os decorrentes de mentes religiosas. Por exemplo, os Elementos de Euclides escrito por volta de 300 aC, pouco mudou desde a sua criação.  Os cientistas não discutir e debater sobre o seu significado, porque eles sabem que não representa um trabalho absoluto ou fixo. A maioria dos apologistas cristãos, por outro lado, vêem a Bíblia como fixo e absoluto, se só eles só poderia apenas começar a interpretação correta. Mas, independentemente de quanto eles querem que a Bíblia para refletir suas crenças particulares, eles nunca podem desalojar a violência e as atrocidades descritas e tolerada pelo seu Deus nas histórias do Velho Testamento.  Também não se pode descartar o resultado ainda mais terrível dos horrores do Inferno como amplificados pelas palavras do suposto Jesus no Novo Testamento, onde quase todo mundo na terra morre no fogo eterno. Em suma, a Bíblia influências de crenças horror, não pela maioria, mas por poucos que realmente acreditam na sua profecia macabra e têm o poder de forçar suas crenças sobre a maioria.

Temos pouca razão para pensar que a violência inspirada pela Bíblia e outros textos religiosos nunca cessará.  Basta olhar para as guerras religiosas em todo o mundo para ver eterno potencial destrutivo da crença.  Um só tem de olhar para a revolta protestante-católico na Irlanda, os conflitos no Oriente Médio com os judeus que lutam muçulmanos e cristãos, a guerra do Golfo, a guerra civil do Sudão entre cristãos e islâmicos, os conflitos da Bósnia e da guerra no Iraque.(Assim como o Alcorão, entre sunitas e xiitas).

Os atos desesperados de pessoas fanáticas que mataram por suas crenças de Jesus, Maomé, Deus ou Satanás criaria uma lista de morte inigualável por qualquer outro método na história. A "Santa" Bíblia apoia a noção de guerra e destruição, não apenas como uma profecia, mas como uma necessidade moral.  Se quisermos tornar-se uma espécie de paz, pode muito bem servir-nos a compreender as forças da crença de que nos mantêm em conflito contínuo e por que a Bíblia tem uma tal fortaleza nas mentes de pessoas em todo o mundo.

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