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Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

Alguns Absurdos e Contradições da Bíblia - I JESUS NÃO EXISTIU!

A BÍBLIA NÃO É UM LIVRO DE INSPIRAÇÃO DIVINA ?!!!

(Matéria revisada e atualizada pelo autor)

Mas Deus (hipótese)  permitiu falsidades e inconsistências em seu livro dito sagrado?  Se Deus queria que tivéssemos suas palavras, por que não as preservou?

A Bíblia é a palavra de homens, está repleta de discrepâncias e contradições, muitas delas contradições inconciliáveis.  MOISÉS, se é que existiu,  não escreveu o Pentateuco (Os cinco primeiros livros do Antigo Testamento). E Mateus, Marcos, Lucas e João não escreveram os Evangelhos. Há outros livros que não fazem par da Bíblia, mas em que um momento ou outro foram considerados canônicos – outros  por exemplo, supostamente escritos por seguidores de Jesus, como Pedro, Tomé e Maria. O ÊXODO PROVAVELMENTE NÃO ACONTECEU COMO DESCRITO no Antigo Testamento. A CONQUISTA DA TERRA PROMETIDA PROVAVELMENTE É BASEADA EM UMA LENDA.

Eu gostaria de saber como a Bíblia seria escrita por uma mulher. E o que pensar, quando lemos na Bíblia: “Feliz de quem agarrar e esmagar teus bebês (babilônios) contra a rocha! “. ESMAGAR OS MIOLOS DE BEBÊS babilônios para se vingar do que seus pais soldados fizeram? ISSO ESTÁ NA BÍBLIA?  Isso é inspiração divina? é digno de um Deus bíblico?

E o que pensar de 1 Timóteo 2:11-5, 1 Coríntios 14:34-35, falsificado em nome de Paulo por alguém que viveu depois e que se opunha com tal veemência a que a mulher participasse  ativamente da Igreja. Que ordenou que ela ficasse calada e não “ensine ou domine o Homem”. ISSO É ÓTIMO  - AS MULHERES DEVEM SER CALADAS, SUBMISSAS e GRÁVIDAS.   Não é exatamente uma visão liberal e FEZ MUITO MAL  AO MUNDO AO LONGO DOS ANOS. E bem atual ainda no mundo islâmico.  Outras idiotices e crueldades inventadas pelo religioso também são fáceis de identificar. E não vejo a mão de nenhum Deus, por trás de tudo. Isso não foi obra de intervenção divina. Foi o resultado de simples mortais (todos eles homens), fazendo de tudo para decidir o que era certo ou errado. DEUS NÃO ESCREVEU A BÍBLIA, pessoas escreveram.

Os Evangelhos se contradizem em muito e incluem material não histórico. É DIÍCIL SABER SE MOISÉS UM DIA EXISTIU. A pessoa mais famosa que nunca existiu, Jesus Cristo , ou o que exatamente lhe atribuíram  disse ou fez.  As narrativa históricas do Antigo Testamento estão REPLETAS DE INVENÇÕES LENDÁRIAS .  O livro de Atos dos Apóstolos do Novo Testamento contém informação histórica não confiável sobre a vida e a pregação de Paulo.

Muitos dos livros do Novo Testamento são assinados por pseudônimos – escritos  não pelos apóstolos, mas por autores posteriores “alegando” serem os apóstolos. E A LISTA CONTINUA.

Com cada vez mais evidências sobre as discrepâncias (genealogia, do nascimento a vida e relatos sobre  Jesus...), muitos descobrem que sua fé  na inequivocidade  e na absoluta fidelidade histórica da Bíblia começa a fraquejar. O relato da suposta ressureição de Jesus no Evangelho de Marcos só foi acrescentado muitos anos depois.  Simplesmente há evidências demais, e conciliar todas as centenas de diferenças entre as fontes bíblicas demanda  tanta especulação e tamanhas complexas artimanhas  interpretativas que isso acaba sendo demais para eles.

NÃO  HAVENDO  TESTEMUNHAS  CONFIÁVEIS   ou consistentes no período do tempo necessário para atestar alegação tão extraordinária , finalmente podemos dizer que temos o direito, quando não a obrigação, de nos respeitarmos, o suficiente para desacreditar da coisa toda. Ou seja, a não ser que , ou até que, sejam apresentadas provas superiores, o que não aconteceu. E alegações excepcionais demandam provas excepcionais.

No Novo Testamento, o autor de Mateus não está dizendo a mesma coisa que Lucas. Marcos é diferente de João. Paulo pode não se entender com Tiago.  Quando são oferecidas  duas explicações, é preciso descartar aquela que explica menos, explica nada ou que produz mais perguntas que respostas. O autor do Apocalipse parece ser diferente de todos os outros.

E quando se joga o Antigo Testamento nessa mistura, AS COISAS FICAM MUITO CONFUSAS, mais ainda com alegações da interveniência do sobrenatural, de um espirito santo, como prova de nascimento de um suposto Jesuis. É realmente mentiras tem pernas curtas.

Os autores de Jó  AFIRMAM explicitamente QUE NÃO HÁ VIDA APÓS A MORTE .

Durante muito tempo houve um debate  acalorado sobre quais os “Evangelhos” deveriam ser considerados divinamente inspirados. Alguns defendiam esses, e alguns , outros, e muitas vidas se perderam de forma horrível em função disso. Ninguém se deu ao trabalho de dizer que todos foram escritos pelo homem muito depois do suposto drama ter terminado.   Este é um dos melhores argumentos  para a altamente questionável existência de Jesus.  Discípulos sobreviventes  analfabetos não nos deixaram qualquer registro, e de qualquer forma nunca  poderiam ter sido “cristãos”, já que nunca iriam ler esses livros posteriores em que os cristãos, precisam afirmar a crença, e de qualquer forma  não teriam qualquer ideia  de que alguém iria um dia fundar uma igreja com base nos pronunciamentos do seu avatar. Também não há uma só palavra em qualquer dos Evangelhos posteriormente montados que indique  que Jesus queria ser o fundador de uma Igreja.  Religião é criação é criação do homem e os Evangelhos são a prova disso.

Ou os Evangelhos são de certa forma essencialmente verdade, ou toda a coisa é fundamentalmente uma fraude e talvez uma  FRAUDE MORAL.  Bem, pode ser afirmado com certeza,  que os Evangelhos quase certamente NÃO SÃO  VERDADE LITERAL. Isso significa que muitos dos “ditos” e ensinamentos de Jesus são ouvir dizer em cima de ouvir dizer. A disse a B, que ouviu de C, que aprendeu com D.  O que ajuda a explicar a sua natureza truncada e contraditória.

Nunca é demais repetir a afirmação do Ivani de Araujo Medina: “-... Justificativas autobiográficas só servem para quem quer ser enganado e enganar os outros, o que não é o nosso caso. Somos os questionadores dessas “verdades”. Para mim e muitos outros pesquisadores, o NT com tudo e todos que nele há, é um romance pretencioso, que objetivava blindar a suposta história da origem do cristianismo no abrigo do sagrado”.

Alguns se recusam a ouvir – É QUASE COMO SE TAPASSEM OS OUVIDOS E CANTAROLASSEM ALTO PARA NÃO TER DE ESCUTAR NADA QUE OS FAÇA DUVIDAR DE SUAS ESTIMADAS CRENÇAS SOBRE A Bíblia e os mitos da caverna. Ou como a Lilian, já comentou aqui:

“...Caçar verdades e mentiras e depois separá-las e publicá-las em livro dá um baita trabalho, sabia? Não, talvez não saibam porque, de um modo geral, os crentes não fazem isso: não pensam (preferem que pastores pensem por eles), não pesquisam (pra quê, se já têm cabeça feita?), não leem (a não ser que seja a Bíblia, revistas, jornais e livros do Edir Macedo) e raríssimamente escrevem livros (os que já escreveram devem ser 0,00n% do total).”

Isso me traz muitos inimigos, mas tenho obrigação de expressar  o que penso, uma questão de ser honesto comigo mesmo e com outros. Suponho que estou atentando contra o seu negócio, que é vender no mercado da fé “salvação”.  Outros estão ansiosos por se libertar inteiramente dos limites da igreja e da religião, devorando as informações que dou como se isso fosse uma licença para desacreditar. Mas a maioria das pessoas nas ruas e nos bancos das igrejas nunca ouviu isto antes. Isto é uma vergonha, e chegou o momento de fazer algo para resolver esse problema.

Assim, portanto, deixemos os defensores e partidários da religião confiarem apenas na fé, e que eles sejam corajosos o bastante para admitir que é isso o que estão fazendo.

“Conhece a si mesmo”, disseram os gregos, gentilmente sugerindo os consolos da filosofia.

Oiced Mocam,

colaborou sobre as confusões mentais acerca de Deuses e seu apego a um Deus imaginário ilusão. E, talvez, com um pouquinho de esperança.

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Comentário de Oiced Mocam em 9 novembro 2014 às 22:45

E Jesus, vendo a multidão, subiu a um monte, e, assentando-se, aproximaram-se dele os seus discípulos”;

E se Jesus conta histórias que são completamente falsas? Por exemplo, pegue Mateus 4: 8 como um exemplo:

Novamente, o Diabo o levou a um monte muito alto e mostrou-lhe todos os reinos do mundo e seu esplendor. O problema com esta histórinha é que a terra deve ser plana para que ele funcione.  A partir de uma montanha alta é impossível ver "todos os reinos".  Mesmo estando no Monte Everest, Everest, a montanha mais alta da Terra, o mais distante que você pode ver-se a 250 quilômetros ao horizonte . No entanto, sabemos que, na época de Jesus, havia reinos prósperos da China, Índia, América do Sul, Europa, etc. Então, claramente, essa história não poderia ter acontecido. As pessoas que são desonestas como esse são uns idiotas.

E, se a tua mão direita te escandalizar, corta-a e atira-a para longe de ti, porque te é melhor que um dos teus membros se perca do que seja todo o teu corpo lançado no inferno”.

Você já reparou que em muitos casos, esse personagem Jesus é infantil e emocional, ao invés de pensativo?  Pessoas que agem assim são uns idiotas. Aqui está um exemplo de Mateus 18: 7-9:

"Ai do mundo por causa das coisas que levam as pessoas ao pecado! Essas coisas devem vir, mas ai do homem por quem vierem! Se a tua mão te escandalizar, corta-a: e lança-a fora.

É melhor para você entrar na vida mutilado ou aleijado do que, tendo duas mãos ou dois pés, ser lançado no fogo eterno. E se o teu olho te faz tropeçar, arranca-o e jogue-o fora. É melhor para você entrar na vida com um olho do que ter os dois e ser jogado no fogo do inferno.

Esta afirmação é totalmente ridícula e cruel em vários níveis diferentes. Por que? Por que é melhor que uma parte do corpo pereça a permitir que o corpo inteiro seja mandado para o inferno.

Existe alguma sabedoria em aconselhar a retirar um olho ou amputar sua mão? É possível extrair desses ensinamentos esdrúxulos o menor grão de bom senso?

Portanto, arrancando seu olho para fora ou cortar sua mão fora é inútil. Se você tem um problema com o "pecado" e você vai amputar algo para resolvê-lo, seria necessário amputar o seu cérebro, pois é aí que tudo "pecado" se origina.

Amputação é uma receita absurda, como toda pessoa inteligente sabe.  Jesus não é apenas um idiota - ele é um idiota!  Ele distribui conselhos ou seus cronistas que o  representam teriam que ser reponsabilizados em partes , são completamente inúteis, e de forma imprudente  e perigosa também.

JESUS bíblico um Ladrão!

Se você é uma pessoa que rouba coisas de outras pessoas, você é um idiota. Em Marcos 11: 1-3, vemos esta operação:

'Quando eles se aproximaram de Jerusalém e chegaram a Betfagé e de Betânia, junto do Monte das Oliveiras, Jesus enviou dois dos seus discípulos, dizendo-lhes:

"Ide à aldeia que está defronte, e assim como você entra, você vai encontrar um jumentinho preso lá , que ninguém jamais montou. Desamarrem-lo e trazê-lo aqui. Se alguém lhes perguntar: 'Por que você está fazendo isso?' digam-lhe:

'O Senhor precisa dele e enviá-lo de volta aqui em breve”."

Quantas vezes você já teve com algum idiota que lhe disse: "deixe-me pedir isso e eu vou devolvê-lo em um minuto", para nunca mais ver essa pessoa novamente?  É um golpe comum no Brasil.

E isso é exatamente o que Jesus faz. Os discípulos tomaram o jumentinho, mas se você pesquisar as escrituras você vai achar que eles nunca se preocuparam em devolvê-lo.  Que exemplo!

Aliás, esse não é o único lugar na Bíblia onde Jesus rouba algo. Em Mateus 8: 30-34 tem um acontecimento,  um relato e Jesus sobre uma manada inteira de porcos e mata todos eles.

Proteção contra o mal?

De acordo com Jesus, se você acreditar nele e se beberem alguma coisa mortífera, não vai machucar você.

E estes sinais seguirão aos que crerem; Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas; Eles pegarão em serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará mal ...(-Marcos 16: 17-18).

Agora, este acima permite uma maneira excelente e claro para testar o poder da crença cristã.  Se você realmente acredita em Jesus e que pretende provar a ninguém o poder da crença, você só precisa beber um veneno mortal e, de acordo com Jesus, não vai prejudicá-lo.

Se você se descreve como um cristão acreditar, sugiro que você beber um frasco de cianeto ou arsênico e provar a si mesmo (ou qualquer ateu) o poder de sua divindade. Se você não se sente disposto a fazer este teste simples, então o que dizer sobre as suas reivindicações religiosas? Você se sente pronto para o desafio?

Planejando sua vida

O bíblico Jesus ensinou a buscar o Reino de Deus e ignorar os planos futuros ( Mateus 6: 33-34 ). Você não precisa trabalhar para alimentos ( João 6:27 ), ou poupar o seu dinheiro ( Mateus 06:19 ). Incentivar as pessoas a perseguirem ( Mateus 05:11 ). Dê qualquer coisa que você possui, para cada homem que pede, e se ele rouba-lo, não tente recuperá-lo ( Lucas 6:30 ). Venda tudo o que tens e dá-o aos pobres ( Marcos 10:21 ). Se alguém bate em você, convidá-los a bater-lhe de novo ( Mateus 5:39 ). Nunca se casar com uma mulher divorciada, porque você vai cometer adultério ( Mateus 5:32 ). Nem sequer olhar para uma mulher de uma forma sexual, porque isso também constitui adultério ( Mateus 5:28 ). E não pense sobre a sua vida, (Lucas 0:22 ).

Se as pessoas levassem o conselho de Jesus, que garantiria uma vida miserável de sub educação, pobreza, perseguição e má saúde. Será que alguém ousa ensinar a seus filhos tal conduta?

Caridade

O suposto Jesus ensinou a dar qualquer coisa que alguém pede e vender tudo e dá-lo. Apesar de caridade constitui um grande serviço para a sociedade, para dar tudo iria colocar o doador em si mesmo na pobreza, evitando assim quaisquer futuros atos de caridade.

Naturalmente qualquer mendigo iria valorizar tal conselho, porque ele iria receber os benefícios dos atos de caridade. E uma vez que Jesus não trabalhava para viver, dá razão pela qual ele pode colher os  próprios frutos. Pense nisso:. Jesus (se ele realmente viveu) e os apóstolos tinham de viver de alguma coisa (acho que é estranho que alguns cristãos não questionam como Jesus e seus supostos seguidores sobreviveram sem qualquer reconhecimento bíblico de seus rendimentos.).  As igrejas ao longo da história têm recebido doações dos pobres e ricos e têm crescido como resultado.

Experiência de vida?

Embora muitos pensam de Jesus como um professor, filósofo, o Jesus bíblico nunca teve qualquer experiência com as principais dificuldades na vida-- que ganham a vida, sexo, casamento e doença.  Para levar a palavra de um homem para se aconselhar sobre o casamento, saúde ou carreira garantiria respostas enganosas. O bíblico Jesus que teria vivido por apenas cerca de 33 anos e sua vida "terminou" em uma morte horrível.  Quem gostaria de emular uma vida tão trágica e estéril? Imagine tomar o conselho de uma virgem sobre sexo, ou um mendigo para o conselho  sobre o trabalho. Emulando a vida imatura de Jesus dificilmente nos dá base sólida para viver uma vida próspera e feliz.

O celibato e a castidade

Sacerdotes (e freiras) em todo o mundo fazem juramentos para a renúncia do casamento e para defender os votos de castidade.  Onde é que os sacerdotes cristãos obtiveram essa idéia perigosa a sacrificar a sua vida sexual? Eles fizeram diretamente das palavras do suposto Jesus (e São Paulo/Saulo) a partir do Novo Testamento (veja a Enciclopédia Católica ):

“Porque há eunucos que assim nasceram do ventre da mãe; e há eunucos que foram castrados pelos homens; e há eunucos que se fizeram eunucos por causa do reino dos céus de...  Aquele que é capaz de receber isso, que o receba”. (Mateus 19:12)

Sacerdotes ao longo da história da cristandade têm também interpretado Lucas (20: 34-36) como um seguro para entrar no céu, onde o casamento sexual não existe (celibato garante que eles chegarão ressuscitados como solteiros). O cristianismo (ao contrário do islamismo) é reprimido demais para oferecer o sexo no céu. De fato, ele nunca conseguiu desenvolver um céu tentador, mas tem sido pródigo em sua promessa de punição sádica e eterna para os transgressores sexuais, o que é quase tão revelador para comprovar o mesmo ponto, só que de  forma diferente.

Considere-se que se um Jesus existisse, ele teria tido que viver como uma virgem, como um eunuco nascido, um eunuco castrado forçado, um eunuco auto-castrado, ou de auto-imposto celibato. Muitos profissionais de saúde observaram que a supressão do desejo sexual vai contra a natureza humana e, eventualmente, produz uma saída não-natural em algum momento de sua vida. Isso aparece mais claramente nos milhares de casos de abuso sexual infantil que ocorre dentro da hierarquia cristã e em milhões de seguidores religiosos que consideram o sexo um pecado.

Quem sabe quantas crianças ao longo da história viveram vidas danificadas ou morreram como resultado dessa prática insana. Como exemplo, muitas antigas catedrais européias cristãs contêm segredos obscuros dentro de sua fundação, que consistem na ocultação de ossos infantis enterradas nascidos de freiras impregnados pelo clero. Muitas catedrais, até hoje, oferecem uma visão dos locais de enterro para o turista curioso. E quem sabe a extensão do dano que tenha ocorrido porque milhões de fiéis no passado e presente acreditaram que o sexo representa um pecado.

Sem dúvida, alguns de vocês podem se perguntar sobre as freiras que se casam com Jesus. É claro que este tipo de casamento não envolve sexo em tudo (pelo menos não admitiu). Só se pode saber sobre a psique de uma irmã que é imagem principal de Jesus consiste de um homem nu torturado pregado numa cruz. Como não pode produzir desejos ocultos que envergonham o sadomasoquista mais cansado?

Casar-se com Jesus também traz à tona uma pergunta sobre Jesus com todas as suas mulheres reprimidas sexualmente.  Será que não o torna o polígamo mais famoso de todos os tempos? Apesar desta revelação hilariante, as consequências reais de um ser humano sedentos de sexo não parecem tão hilariantes.

De que maneira devemos admirar a noção de sacrifício sexual não natural quando se faz absolutamente nada para o clero ou suas congregações, exceto produzir tendências pedófilas? Considere o dano que tenha criado a partir da prática de milhares de anos de estuprar crianças do sexo feminino (e adultos) masculino e feminino. Em que luz admirável devemos encarar a castidade de Jesus? Será que esse dano sexual resultando assemelhar-se a vontade de um ser divino de bom ou é melhor combinar as ações de um agente do mal, ou mais provavelmente, as idéias de injustiças que nasce da fé e ignorância? Você decide.

Jesus poderia ter escolhido as mulheres a ter seis de seus apóstolos e feito vários discursos sobre o tema da igualdade das mulheres. Porque Jesus não fez isso, ainda vemos os efeitos do sexismo de Jesus em nossa sociedade hoje. (Luísa L, comentou sobre esse assunto).

JESUS bíblico um Ladrão!

Se você é uma pessoa que rouba coisas de outras pessoas, você é um idiota. Em Marcos 11: 1-3, vemos esta operação:

'Quando eles se aproximaram de Jerusalém e chegaram a Betfagé e de Betânia, junto do Monte das Oliveiras, Jesus enviou dois dos seus discípulos, dizendo-lhes:

"Ide à aldeia que está defronte, e assim como você entra, você vai encontrar um jumentinho preso lá , que ninguém jamais montou. Desamarrem-lo e trazê-lo aqui. Se alguém lhes perguntar: 'Por que você está fazendo isso?' digam-lhe:

'O Senhor precisa dele e enviá-lo de volta aqui em breve”."

Quantas vezes você já teve com algum idiota que lhe disse: "deixe-me pedir isso e eu vou devolvê-lo em um minuto", para nunca mais ver essa pessoa novamente?  É um golpe comum no Brasil.

E isso é exatamente o que Jesus faz. Os discípulos tomaram o jumentinho, mas se você pesquisar as escrituras você vai achar que eles nunca se preocuparam em devolvê-lo.  Que exemplo!

Aliás, esse não é o único lugar na Bíblia onde Jesus rouba algo. Em Mateus 8: 30-34 tem um acontecimento,  um relato e Jesus sobre uma manada inteira de porcos e mata todos eles.

Conclusão

Embora um crente possa encontrar conforto em algumas das palavras de Jesus, que deve servir como um lembrete de que, só porque um homem parece justo não significa necessariamente que ele sempre pratica. Imaginem observando um homem que diz a verdade a maior parte do tempo, mas ocasionalmente diz uma mentira prejudicial. Não deveríamos sentir desconfiados de tal pessoa?

Ou se alguém quebra sua promessa, não deveríamos sentir enganado? Especialmente se essa pessoa chama a si mesmo o Filho do Homem, devemos esperar que ele aja perfeitamente o tempo todo, e não apenas uma parte do tempo. Sua dizendo deve refletir a consistência, dando nenhum sinal de hipocrisia. No entanto, o personagem principal dos evangelhos, Jesus "Cristo", não deu nenhuma sugestão de consistência. Os desempenhos de Jesus descrever as ações de um co-artista, dá óbvias meias-verdades e, em seguida, lhes promete a salvação para o seu sacrifício.

Além disso, o Jesus bíblico dá informação errada, quebra promessas, mentiras, chama as pessoas nomes desagradáveis, ordens de assassinatos, e ameaça matar as crianças. Ele deu conselhos questionáveis ​​sobre a renda, casamento e planos para o futuro e ele terminou a sua curta vida na morte suicida trágica. Como David Hume escreveu:

"Um homem delirante, ou conhecido por falsidade e vilania, não tem nenhuma forma de autoridade com a gente."

Muitos cristãos opõem-se a qualquer crítica de sua religião onde eles vêem apenas o ruim sem o bem. Mas imagine que eu vi um amigo para beber um copo de leite envenenado, mesmo se o veneno representava apenas uma pequena percentagem do todo. Devo incluir os aspectos nutritivos do leite no meu aviso?Claro que não. E embora eu possa substituir o leite envenenado do meu  amigo com um copo de leite puro, isto não pode ser feito com a Bíblia sem agir desonestamente ou ignorantemente à suposta infalibilidade de suas palavras. E lembre-se, os problemas não vêm de uma pequena percentagem do todo, mas a maioria. Uma solução óbvia existe: rejeitar a Bíblia como uma tentativa honesta de chegar à verdade. Ela deve vir com um olhar honesto e corajoso nas falhas de seus protagonistas centrais, Javé e Jesus.

Jesus afirmou ter realizado curas milagrosas, transformou água em vinho, ressuscitou Lázaro à vida, etc., mas mesmo um mágico medíocre poderia executar os mesmos "milagres". A educação e o mundo do conhecimento de Jesus não se compara remotamente com o de uma pós-graduação média-alta escola de hoje. Embora o camponês Jesus supostamente lesse e falava aramaico, bem como hebraico e grego, possivelmente, nenhum escrito do alegado Jesus existe. Milagre são o distintivo e o fogo da fraude. Nenhum milagre jamais foi realizado. Nenhum homem honesto e inteligente jamais fingiu fazer milagres, nem fingirá.

Acreditará um homem inteligente na existência de demônios? As pessoas que escreveram três dos Evangelhos, certamente acreditavam. João não disse nada sobre Cristo expulsando demônios, mas Mateus, Marcos e Lucas deram muitos exemplos.

Será que algum homem hoje crê que Cristo expulsava demônios? Se seus supostos discípulos disseram que ele expulsou, estavam enganados. Se Cristo “afirmou” que expulsou, então ele foi um louco ou um impostor.

Se as citações das expulsões de demônios são falsas, então os que narraram eram ignorantes ou desonestos. Se eles escreveram por ignorância, então não eram inspirados. Se eles sabiam que estavam citando algo de falso, se eles sabiam ou não, eles não eram inspirados.

Naquela época acreditava-se que paralisia, epilepsia, surdez, loucura e muitas outras doenças eram causadas por demônios; que demônios tomavam posse e viviam dentro do corpo de homens e mulheres. Cristo acreditava nisto, ensinou isto a outras pessoas, e fingiu que curava doenças expulsando demônios dos doentes e insanos. Nós sabemos, se é que sabemos algo, que doenças não são causadas pela presença de demônios. Nós sabemos, se é que sabemos algo, que demônios não residem no corpo das pessoas. Há algo na literatura mundial mais perfeitamente idiota? Pessoas inteligentes não acreditam mais em feiticeiras, magos, fantasmas e diabos, e eles estão perfeitamente satisfeitos com o fato de que cada palavra do Novo Testamento sobre expulsão de demônios é falsa.

Se Cristo disse e fez o que os escritores dos Evangelhos dizem que ele disse e fez, então Cristo estava enganado. Se estava enganado, então certamente não era um Deus. Se estava enganado, certamente não era inspirado.

Dele não se originou nenhuma informação nova, nenhuma nova moralidade ou soluções para o mundo. Seu aspecto mais original, talvez, foi no sentido de expandir a ideia horrível da condenação do inferno, a duvidosa honra de se ver. Esse mitológico tinha apenas um conhecimento rudimentar de seu mundo e, sem dúvida nenhuma sofisticação científica. Em suma, nada sobre Jesus parece extraordinário e as palavras da Bíblia não dão  nenhuma razão para qualquer estima especial.

Crença e fé pode ter uma espera tão poderosa em muitos cristãos que, por vezes, se assemelha a uma dependência de uma droga poderosa. Nesses casos, nada pode abalar o vício de sua crença em Jesus, independentemente dos relatos de evidência bíblica contra ele. Jesus NÃO DISSE nada e não deixou nada escrito, por que NÃO EXISTIU. O que temos é uma religião sobre Jesus e não de Jesus.

Mas lembro que apenas algumas décadas atrás, um homem chamado Hitler também tinha uma fascinação por fiéis seguidores. Embora, Hitler lutou contra os judeus e criou a guerra, muitos seguidores rejeitaram essas coisas sobre o que viam nele como "bom". O próprio Hitler disse: "Eu estou agindo de acordo com a vontade do Criador Todo-Poderoso: defendendo-me contra os judeus, estou lutando pelo trabalho do Senhor." ( Mein Kampf ). Ele segurava um amor para o povo alemão e trouxe-os para fora da pobreza, agiu gentilmente em direção a cães de estimação, e comeu como um vegetariano. Devemos ignorar as atrocidades de Hitler e honrá-lo?Claro que não. E também não devemos fazer o mesmo a partir de um personagem de qualquer livro, incluindo a Bíblia (ou Alcorão).

Os problemas de crença não vêm de Bíblias, Jesus ou Satanás, mas sim de credulidade e superstição humana. Nós temos uma tendência a acreditar que as idéias e palavras de igualar grandes verdades.

Mas as palavras não podem expressar verdades definitivas mais do que um mapa pode servir como território. Todas as palavras, escritas ou faladas, representam abstrações. Megalomaníacos como Hitler não poderiam ter chegado ao poder sem a fé de milhões de pessoas. Assim também, as crenças do Jesus bíblico podem influenciar o gatilho da maior destruição de todas: a profecia auto-realizadora do fim do mundo.Esperemos que ganhamos a capacidade de usar a nossa capacidade de raciocínio, em vez de ingênua crença não examinada por um personagem tão falho em um livro de capa preta.

Quanto ensinamento moral de Jesus, Russell tem o seguinte a dizer:

"Não é um defeito muito sério para a minha mente no caráter moral de Cristo, e isso é que Ele acreditava no inferno. Eu não acho que qualquer pessoa que é realmente profundamente humana pode acreditar no castigo eterno. Cristo certamente como descrito nos Evangelhos acreditava no castigo eterno, e se faz encontrar repetidamente, uma fúria vingativa contra aquelas pessoas que não ouvem a Sua pregação - uma atitude que não é incomum com pregadores, mas que não pouco se afasta da excelência superlativa...”

O máximo que a religião consegue criar é um bando de pecadores recalcados, brutalizados, estuprados pelo seu próprio deus, totalmente despojados de auto-estima e, verdadeiros “zumbis”, eternamente “dependentes-químicos”, de uma leitura bíblica, de uma reza e do tal “perdão divino” para terem, ao menos, suas consciências aliviadas de quando em quando, entre um pecado e outro.

Pecadores, oprimidos pelo desprezo a eles conferido, por suas próprias religiões, e por seus próprios deuses, que encontram, no proselitismo, em última análise, uma forma de “agradar” e “compensar” o “Divino” por ter-lhes criado e, por ter-lhes dado a vida tão vis e desprezíveis, para, finalmente, conceder-lhes a “benção” da culpa e da exploração religiosa da mesma. . .” (Sérgio Mesquita Rangel- http://irreligiosos.ning.com/video/todos-os-religiosos-deveriam-ver

Esse artigo é para conscientizar e ajudar aqueles que acreditam na Bíblia a reconsidem honestamente sua convicção. Auxiliará aqueles com pouco conhecimento da Bíblia a resistir à tentação de acreditar. E ajudará aqueles que já rejeitaram a Bíblia a defender a sua posição.

Está na hora de todos nós deixarmos de acreditar, ou fingir que acreditamos neste livro que é uma afronta à decência e a dignidade do ser humano.

http://livrodeusexiste.blogspot.com.br/

http://irreligiosos.ning.com/profiles/blog/list?user=2fqbatw1cqabd

Conclusão

Embora um crente possa encontrar conforto em algumas das palavras de Jesus, que deve servir como um lembrete de que, só porque um homem parece justo não significa necessariamente que ele sempre pratica. Imaginem observando um homem que diz a verdade a maior parte do tempo, mas ocasionalmente diz uma mentira prejudicial. Não deveríamos sentir desconfiados de tal pessoa?

Ou se alguém quebra sua promessa, não deveríamos sentir enganado? Especialmente se essa pessoa chama a si mesmo o Filho do Homem, devemos esperar que ele aja perfeitamente o tempo todo, e não apenas uma parte do tempo. Sua dizendo deve refletir a consistência, dando nenhum sinal de hipocrisia. No entanto, o personagem principal dos evangelhos, Jesus "Cristo", não deu nenhuma sugestão de consistência. Os desempenhos de Jesus descrever as ações de um co-artista, dá óbvias meias-verdades e, em seguida, lhes promete a salvação para o seu sacrifício.

Além disso, o Jesus bíblico dá informação errada, quebra promessas, mentiras, chama as pessoas nomes desagradáveis, ordens de assassinatos, e ameaça matar as crianças. Ele deu conselhos questionáveis ​​sobre a renda, casamento e planos para o futuro e ele terminou a sua curta vida na morte suicida trágica. Como David Hume escreveu:

"Um homem delirante, ou conhecido por falsidade e vilania, não tem nenhuma forma de autoridade com a gente."

Muitos cristãos opõem-se a qualquer crítica de sua religião onde eles vêem apenas o ruim sem o bem. Mas imagine que eu vi um amigo para beber um copo de leite envenenado, mesmo se o veneno representava apenas uma pequena percentagem do todo. Devo incluir os aspectos nutritivos do leite no meu aviso?Claro que não. E embora eu possa substituir o leite envenenado do meu  amigo com um copo de leite puro, isto não pode ser feito com a Bíblia sem agir desonestamente ou ignorantemente à suposta infalibilidade de suas palavras. E lembre-se, os problemas não vêm de uma pequena percentagem do todo, mas a maioria. Uma solução óbvia existe: rejeitar a Bíblia como uma tentativa honesta de chegar à verdade. Ela deve vir com um olhar honesto e corajoso nas falhas de seus protagonistas centrais, Javé e Jesus.

Jesus afirmou ter realizado curas milagrosas, transformou água em vinho, ressuscitou Lázaro à vida, etc., mas mesmo um mágico medíocre poderia executar os mesmos "milagres". A educação e o mundo do conhecimento de Jesus não se compara remotamente com o de uma pós-graduação média-alta escola de hoje. Embora o camponês Jesus supostamente lesse e falava aramaico, bem como hebraico e grego, possivelmente, nenhum escrito do alegado Jesus existe. Milagre são o distintivo e o fogo da fraude. Nenhum milagre jamais foi realizado. Nenhum homem honesto e inteligente jamais fingiu fazer milagres, nem fingirá.

Acreditará um homem inteligente na existência de demônios? As pessoas que escreveram três dos Evangelhos, certamente acreditavam. João não disse nada sobre Cristo expulsando demônios, mas Mateus, Marcos e Lucas deram muitos exemplos.

Será que algum homem hoje crê que Cristo expulsava demônios? Se seus supostos discípulos disseram que ele expulsou, estavam enganados. Se Cristo “afirmou” que expulsou, então ele foi um louco ou um impostor.

Se as citações das expulsões de demônios são falsas, então os que narraram eram ignorantes ou desonestos. Se eles escreveram por ignorância, então não eram inspirados. Se eles sabiam que estavam citando algo de falso, se eles sabiam ou não, eles não eram inspirados.

Naquela época acreditava-se que paralisia, epilepsia, surdez, loucura e muitas outras doenças eram causadas por demônios; que demônios tomavam posse e viviam dentro do corpo de homens e mulheres. Cristo acreditava nisto, ensinou isto a outras pessoas, e fingiu que curava doenças expulsando demônios dos doentes e insanos. Nós sabemos, se é que sabemos algo, que doenças não são causadas pela presença de demônios. Nós sabemos, se é que sabemos algo, que demônios não residem no corpo das pessoas. Há algo na literatura mundial mais perfeitamente idiota? Pessoas inteligentes não acreditam mais em feiticeiras, magos, fantasmas e diabos, e eles estão perfeitamente satisfeitos com o fato de que cada palavra do Novo Testamento sobre expulsão de demônios é falsa.

Se Cristo disse e fez o que os escritores dos Evangelhos dizem que ele disse e fez, então Cristo estava enganado. Se estava enganado, então certamente não era um Deus. Se estava enganado, certamente não era inspirado.

Dele não se originou nenhuma informação nova, nenhuma nova moralidade ou soluções para o mundo. Seu aspecto mais original, talvez, foi no sentido de expandir a ideia horrível da condenação do inferno, a duvidosa honra de se ver. Esse mitológico tinha apenas um conhecimento rudimentar de seu mundo e, sem dúvida nenhuma sofisticação científica. Em suma, nada sobre Jesus parece extraordinário e as palavras da Bíblia não dão  nenhuma razão para qualquer estima especial.

Crença e fé pode ter uma espera tão poderosa em muitos cristãos que, por vezes, se assemelha a uma dependência de uma droga poderosa. Nesses casos, nada pode abalar o vício de sua crença em Jesus, independentemente dos relatos de evidência bíblica contra ele. Jesus NÃO DISSE nada e não deixou nada escrito, por que NÃO EXISTIU. O que temos é uma religião sobre Jesus e não de Jesus.

Mas lembro que apenas algumas décadas atrás, um homem chamado Hitler também tinha uma fascinação por fiéis seguidores. Embora, Hitler lutou contra os judeus e criou a guerra, muitos seguidores rejeitaram essas coisas sobre o que viam nele como "bom". O próprio Hitler disse: "Eu estou agindo de acordo com a vontade do Criador Todo-Poderoso: defendendo-me contra os judeus, estou lutando pelo trabalho do Senhor." ( Mein Kampf ). Ele segurava um amor para o povo alemão e trouxe-os para fora da pobreza, agiu gentilmente em direção a cães de estimação, e comeu como um vegetariano. Devemos ignorar as atrocidades de Hitler e honrá-lo?Claro que não. E também não devemos fazer o mesmo a partir de um personagem de qualquer livro, incluindo a Bíblia (ou Alcorão).

Os problemas de crença não vêm de Bíblias, Jesus ou Satanás, mas sim de credulidade e superstição humana. Nós temos uma tendência a acreditar que as idéias e palavras de igualar grandes verdades.

Mas as palavras não podem expressar verdades definitivas mais do que um mapa pode servir como território. Todas as palavras, escritas ou faladas, representam abstrações. Megalomaníacos como Hitler não poderiam ter chegado ao poder sem a fé de milhões de pessoas. Assim também, as crenças do Jesus bíblico podem influenciar o gatilho da maior destruição de todas: a profecia auto-realizadora do fim do mundo.Esperemos que ganhamos a capacidade de usar a nossa capacidade de raciocínio, em vez de ingênua crença não examinada por um personagem tão falho em um livro de capa preta.

Quanto ensinamento moral de Jesus, Russell tem o seguinte a dizer:

"Não é um defeito muito sério para a minha mente no caráter moral de Cristo, e isso é que Ele acreditava no inferno. Eu não acho que qualquer pessoa que é realmente profundamente humana pode acreditar no castigo eterno. Cristo certamente como descrito nos Evangelhos acreditava no castigo eterno, e se faz encontrar repetidamente, uma fúria vingativa contra aquelas pessoas que não ouvem a Sua pregação - uma atitude que não é incomum com pregadores, mas que não pouco se afasta da excelência superlativa...”

O máximo que a religião consegue criar é um bando de pecadores recalcados, brutalizados, estuprados pelo seu próprio deus, totalmente despojados de auto-estima e, verdadeiros “zumbis”, eternamente “dependentes-químicos”, de uma leitura bíblica, de uma reza e do tal “perdão divino” para terem, ao menos, suas consciências aliviadas de quando em quando, entre um pecado e outro.

Pecadores, oprimidos pelo desprezo a eles conferido, por suas próprias religiões, e por seus próprios deuses, que encontram, no proselitismo, em última análise, uma forma de “agradar” e “compensar” o “Divino” por ter-lhes criado e, por ter-lhes dado a vida tão vis e desprezíveis, para, finalmente, conceder-lhes a “benção” da culpa e da exploração religiosa da mesma. . .” (Sérgio Mesquita Rangel- http://irreligiosos.ning.com/video/todos-os-religiosos-deveriam-ver

Esse artigo é para conscientizar e ajudar aqueles que acreditam na Bíblia a reconsidem honestamente sua convicção. Auxiliará aqueles com pouco conhecimento da Bíblia a resistir à tentação de acreditar. E ajudará aqueles que já rejeitaram a Bíblia a defender a sua posição.

Está na hora de todos nós deixarmos de acreditar, ou fingir que acreditamos neste livro que é uma afronta à decência e a dignidade do ser humano.

Colaborou, Oiced Mocam

http://livrodeusexiste.blogspot.com.br/

http://irreligiosos.ning.com/profiles/blog/list?user=2fqbatw1cqabd

Comentário de Oiced Mocam em 9 novembro 2014 às 22:35

Perdão?  Sobre Jesus

A maioria dos cristãos vêem Jesus como um exemplo de bondade suprema e perdão, mas muitos casos, a Bíblia tem lhe faltam em clemência nem ele defendem perdão por certas infrações.

"Todo aquele que blasfemar contra o Espírito Santo, nunca será perdoado, nem neste mundo nem no mundo futuro ". (Marcos 03:29)

"Pelo que eu vos digo, Todo o pecado e blasfêmia serão perdoados aos homens; mas blasfêmia contra o Espírito Santo não será perdoada aos homens". (Mateus 12:31)

Este texto causou uma quantidade indizível de infelicidade no mundo, porque todo tipo de gente julgou que tinha cometido o pecado contra o Espírito Santo e pensaram que isso não seria perdoado, nem nesse mundo, nem no mundo futuro. Eu realmente não penso que uma pessoa com um grau adequado de benevolência em sua natureza poderia ter colocado medos e terrores dessa espécie no mundo.

Em outras palavras, um filantropo que faz um grande serviço à humanidade, mas amaldiçoa o Espírito Santo não será perdoado, mas você pode viver como Hitler e matar milhões de pessoas, desde que você não blasfemar contra o Espírito Santo, e você será perdoado. Espero que o leitor (se você possui qualquer aparência de razão) vai ver o problema aqui.

Mas eu digo-vos que de toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no dia do juízo”. (Mateus 0:36

“Porque por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás condenado”. (Mateus 12:37)

Em outras palavras, Jesus não tolera a liberdade de expressão.  E para aqueles de vocês que sofrem de Síndrome de Tourette, se preparar para uma vida após a morte no inferno.

"Ora, se teu irmão pecar contra ti ... dize-o à igreja; e, se também recusar ouvir a igreja, considera-o a ti como um gentio e publicano". (Mateus 18: 15-17).

"Mas eu digo-vos que de toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no dia do juiz "(Mateus).

"Porque por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás condenado”. –(em Mateus 12:37)  

Na parábola do rico e Lázaro, Abraão fica representado como fundamento para não perdoar o homem rico torturado no inferno, ou mesmo para salvar os irmãos do homem rico, tal como solicitado pela vítima da política do castigo de Jesus.  Como Jesus disse:

“Todo aquele que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante de meu Pai”. . . . . (Mateus 10:33)  

Todos os que negam e blasfemos serão condenado por Jesus para o castigo eterno, sem chance de perdão.  Tanto para a idéia de Jesus sobre o perdão.

O personagem Jesus teve tal egoísmo e a intolerância que ele exigiu a crença dos outros, ou então ele ameaça-os com a condenação eterna:

O Filho do Homem enviará os seus anjos, e eles colherão do seu reino todos os escândalos e os que praticam a iniqüidade; E lançá-los na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes. (Mateus 13: 41-42)

E irão estes para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna. (Mateus 25:46)

Não vos Arrependei-vos todos de igual modo perecereis. (Lucas 13: 3)

Serpentes, ó gerações de víboras, como podeis escapar da condenação do inferno? (Mateus 23:33)

Serpentes, raça de víboras! Ccmo escapareis da condenação ao inferno? Isso era dito às pessoas que não gostavam de sua pregação. Ao meu ver, esse não é exatamente o melhor tom, e há um grande número de tais coisas a respeito do inferno. Qualquer um que usa ameaças dessa maneira não dá nenhuma indicação de tolerância, a humildade ou o perdão, e assim, não merece admiração.

Xingamento

Muitos pensam de Jesus em um sentido gentil e amoroso. No entanto, ele dá exemplos veementes de xingamentos:

Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas!  para vos devoram as casas das viúvas, e por pretexto fazem longas orações; por isso recebereis maior condenação. : (Mateus 23:14).

Que é mais importante: o ouro ou o santuário que santifica o ouro? Insensatos e cegos! ... (Mateus 23:17) 

“Vocês pertencem ao pai de vocês, o diabo, e querem realizar o desejo dele. Ele foi homicida desde o princípio e não se apegou à verdade, pois não há verdade nele. Quando mente, fala a sua própria língua, pois é mentiroso e pai da mentira.(João 8:44)

 Raça de víboras! como podeis vós, sendo maus, dizer coisas boas? (Mateus 12:34)  

Se Eu devo dizer que eu não o conheço, serei mentiroso como vós...(João 08:55)

 “Agora vós, os fariseus, limpais o exterior do copo e do prato;  mas suas peças interior está cheio de rapina e maldade”.  (Lucas 11:39)

Os fariseus, representando os líderes judeus em Lucas, são tratados como inimigos de Jesus. Note-se, outros grupos de direita Ku Klux-Klan-e usaram estes versos para justificar seu ódio contra os judeus. Martin Luther (o reformador protestante) usou muitas das palavras de Jesus para justificar seu anti-semitismo em seu livro "Os judeus e as suas mentiras. "

Se Jesus teve "todo o conhecimento", ele deveria ter expressado suas idéias de uma forma mais lógica, temperado e clara para evitar as crenças odiados de tantos cristãos fanáticos. Nada de xingamentos de Jesus nos dá uma razão de respeito, nem devemos admirar suas declarações viperinas.

Promessas, promessas

A maioria dos cristãos não percebem que a promessa de sua segunda vinda de Jesus não se aplicam à nossa geração ou para uma futura geração, mas apenas para a geração de seu tempo. Como o suposto Jesus disse aos seus discípulos:

“Em verdade vos digo que alguns há, dos que aqui estão, que não provarão a morte até que vejam vir o Filho do homem no seu reino”.  (Mateus 16:28)

Infelizmente, cada discípulo morreu sem ver a "vinda".

Eis que venho sem demora ... “

Apocalipse 03:11 (ver também Rev. 22:20 , as últimas palavras de Jesus na Bíblia)

Aquelas pessoas pobres do início do cristianismo! Eles achavam que os textos foram escrito para eles, mas Jesus nunca cumpriu sua promessa (claro, nunca existiu).

Mais de 2.000 anos têm passado e ainda muitos "verdadeiros" crentes ainda esperam o seu retorno "rápido-logo ali na esquina". Como qualquer criança de escola sabe, quem não cumprir as promessas não merece a nossa confiança, e muito menos a nossa admiração.

Além disso, a acreditar em uma “segunda vinda e do fim do mundo” não dá nenhuma razão para se sentir preocupado com o futuro a longo prazo da Terra. Por que devemos nos preocupar com o meio ambiente, as guerras, ou que sofrem, se cremos que o mundo chegará ao fim em breve e que tudo vai se cuidado no céu?

À primeira vista, a regra parece justificada. Quem não gostaria de receber tratamento o caminho que desejamos? E quem não gostaria de dar o mesmo tratamento para os outros? No entanto, após uma análise mais aprofundada nos deparamos com problemas. Quem disse que a pessoa que recebe deseje sempre são tratados da maneira "que" deseja? Será que a maioria das pessoas gostaria de se tratado como um masoquista de um masoquista? Será que um ateu gostaria de se tratado como um cristão? Será que um cristão gostaria de se tratado como um ateu? Claramente, a regra de ouro pode causar graves incompatibilidades com a outra pessoa envolvida. A regra de ouro só parece louvável porque nós transmitir nossos próprios conceitos individuais, sem perceber que "fazer aos outros" pode ter vários significados para outras pessoas que não pensam como você. A Regra de Ouro, na verdade descreve uma regra egoísta porque ele reflete sobre os motivos egoístas em grupo, em vez de incorporar um sistema que pode trabalhar para uma sociedade diversificada. Portanto, quando Jesus usa este comando incompleto e ilusório, engana o crente em um falso senso de moralidade. Considere-se que, em alguns casos, tratar as pessoas da maneira que gostaria de receber tratamento funciona melhor do que a forma como você gostaria de receber tratamento. Pense sobre isso.

Pacificadores abençoados

A bem-aventurança, como "Bem-aventurados os pacificadores" aparece honrosa até se percebe que se trata de certas condições. Criação de paz com a bênção não depende de se preocupar com a paz para os outros, mas porque o benfeitor acha que ele vai receber uma recompensa futura (que vai para o céu, por exemplo). Deve-se fazer atos de pacificação ou obras de caridade, não por causa de um doce que receberá mas porque serve como a coisa apropriada e decente a fazer. Um pacificador tem a minha admiração por criar a paz, não para a bênção derramada sobre ele. Ironicamente, Jesus não deu um exemplo de um pacificador ( Não penseis que vim trazer paz à terra .. . (Mat. 10:34 ) Em vez disso, suas palavras dão justificação terrível para a guerra e divisão.

Os ensinamentos de antigos sábios não-teístas como Buda, Lao Tsé e Confúcio, cujos conselhos para lidar com os problemas da vida e da morte não dependiam de uma metafísica sobrenatural. Este “caminho da natureza” é muito superior aos monoteísmos sobrenaturais tradicionais que a História mostra como podem levar a uma miríade de males. Nações inteiras e religiões milenares sobrevivem até os dias de hoje  sem a noção de Deus (como o Budismo, Jainismo, Confucionismo e Daoísmo).

Amor a Deus, ao próximo e inimigos

Curiosamente, Jesus não dá um mandamento de amar todas as pessoas, somente vizinho e inimigos, e acima de tudo, amar a Deus (mas não os outros milhares de deuses e deusas). E embora possa parecer admirável para comandar a amar, os problemas aqui derivam do fato de que os seres humanos simplesmente não podem ligar a emoção do amor à vontade de um comando. O amor não funciona como um interruptor de luz, onde se pode simplesmente ligá-lo à vontade. Amor descreve uma emoção complexa, uma sensação biológica, e não um método correto de moralidade. O amor pode gerar ciúme e ganância tão facilmente como ele pode altruísta atos. Se, em vez disso, o Jesus bíblico nos havia solicitado a respeitar , este teria afirmado algo que pode funcionar. Respeito não requer emoções não confiáveis, mas ainda permite que a tolerância a florescer. Muitas vezes, respeitando os outros conduzirá em vez de afeto ou até mesmo o amor. O personagem Jesus nunca usou a palavra respeito e absteve-se de o conceito de tolerância. É possível isto? Será que qualquer ser humano já amou seu inimigo? Será que Cristo amou os seus quando ele os denunciou como hipócritas e víboras? Não podemos amar aqueles que nos odeiam. Ódio no coração dos outros não semeia amor nos nossos. Não resistir à maldade é absurdo; amar nossos inimigos é impossível.

O mandamento de amar seu inimigo também não se encaixa com a natureza humana. Assim como pode alguém vai se amar um inimigo de vocês, que ameaça você ou sua família com a morte ou destruição? É claro que se pode fingir amar ou agir como  se ama, mas isso não pode servir como o amor real. Quantos cristãos, padres ou ministros você conhece que diziam amar Osama bin Laden, Hitler, ou Pol Pot? E aqueles que têm a pretensão de amar seus inimigos, eles fazem isso com sinceridade ou eles simplesmente agem como se faz?

Alguns teólogos tentam escapar este problema, afirmando que o amor cristão não significa que o sentimento de amor, mas a vontade de amor, mas as pessoas não podem ligar e desligar será mais do que eles podem nenhuma emoção. Além disso, mesmo a vontade tem tudo a ver com a faculdade mental. Você simplesmente não pode separar qualquer forma de amor (no entanto, você quiser defini-lo) de química do cérebro.

Quanto ao amor de Deus, a descrição da Bíblia de seu Deus ciumento e suas ações vingativas, que incluem o massacre de homens, mulheres, crianças e animais, dificilmente inspira a amá-lo. Se você não consegue entender isso, tente imaginar o seu pai tratá-lo como um cão, oferecendo-lhe amor ou recompensar somente se você obedecer aos seus mandamentos e exigindo que você ritualmente lisonjear-lo todos os dias, matando seus amigos e, às vezes ordenando-lhe para matar , e ao mesmo tempo ameaçando-o com fogo eterno se você falar mal dele. Você realmente acha que um pai merece respeito? Você realmente acha que isso faria você o amar, mesmo que o seu pai tinha poder absoluto sobre o universo? Mesmo que tal deus existisse, ele não iria inspirar o amor. Pelo contrário, ela provocaria medo e ódio e eu faria tudo o que podia para ficar longe de um monstro. Além disso, dado que muitos cristãos acreditam que ninguém pode saber ou entender os mistérios de Deus, como pode uma entidade desconhecida inspirar a emoção humana do amor? E, dado que praticamente qualquer coisa pode caber em que desconhecido (incluindo demônios, falsidades, e enganadores), que vantagem moral pode amar de um desconhecido, possivelmente, dar aos seus crentes?

Mandamento de Jesus de amor e sua falta de conhecimento sobre as emoções humanas não merecem reverência, e inspira nenhum amor.

Comentário de Oiced Mocam em 9 novembro 2014 às 22:32

Sobre Jesus! Paz na terra?  (2ª parte)

Muitos cristãos e não crentes exaltam as virtudes de viver pacificamente, mas o Jesus bíblico deixa bem claro que ele não segue a este conceito:

Não penses que vim trazer a paz para a terra. Não vim para trazer a paz, mas uma espada. Porque eu vim para colocar um homem contra seu pai, e a filha contra sua mãe".

Se isso é verdade, como o mundo seria melhor se ele ficasse fora. É possível que aquele que disse "Não resistas a ofensas", veio trazendo uma espada? Aquele que disse "Ama teus inimigos" veio para destruir a paz no mundo? Colocar pai contra filho, e filha contra mãe que gloriosa missão!

Ele trouxe uma espada e ela foi molhada por milhares de anos com sangue de inocentes. Em milhares de corações ele semeou a semente do ódio e vingança. Ele dividiu nações e famílias, apagou a luz da razão, petrificou os corações dos homens.

Tanto para a paz na terra coisas que continuamos a ouvir sobre de cristãos desinformados.

E disse-lhes: Mas agora, aquele que tiver bolsa, tome-a, como também o alforje; e aquele que não tem espada, venda a sua capa e compre uma. (Lucas 22:36)

Apesar de um Deus todo-poderoso poderia acabar com a violência do homem contra o homem, Jesus aceitou o conceito de guerra com essas admissões:

“E ouvireis falar de guerras e rumores de guerras: ver para que não sejais perturbados: por todas estas coisas devem acontecer,  mas o fim ainda não chegou. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino”. Mateus 24:6-7  [ver também Marcos 13: 7-8 ]

Jesus oferece nenhum conselho para o desarmamento ou a forma de alcançar a coexistência pacífica.  Em vez disso, ao longo da história pode-se encontrar uma infinidade de exemplos da Igreja, usando versos bíblicos para justificar guerras, inquisições, e violência contra o homem.  Qualquer um que vem com a intenção de uma "espada" em vez de paz dificilmente pode dar um exemplo de viver em paz na Terra. Jesus nos diz para não se sentir incomodado e que a guerra deve ocorrer. A crença nestas palavras praticamente permitirem guerras para ocorrerem. Embora muitos extremistas, grupos racistas e terroristas podem admirar Jesus para a sua chamada para o armamento, a maioria das pessoas não percebem a influência que as palavras de Jesus têm sobre os crentes que aceitam a violência, depois de ter estudado a Bíblia (W. Bush, confirmou). Jesus não merece o título de “Príncipe da Paz”  ou a nossa admiração por suas visões guerreiras.

Não matarás?

Muitos cristãos acreditam que Jesus representa Deus, ou Deus enviou à Terra em forma humana, ou como um componente da Trindade.  Se as pessoas acreditarem, como muitos deles percebem que o Antigo Testamento dá muitos exemplos de Deus ordenando ou pessoalmente assassinando inocentes, homens, mulheres e crianças, juntamente com a destruição de cidades, edifícios e outras religiões?  A seguir dou apenas alguns exemplos:

“... O Senhor feriu todos os primogênitos na terra do Egito ...” Êxodo 12:29)

Certamente destruireis todos os lugares em que as nações que haveis de subjugar serviram aos seus deuses, sobre as altas montanhas, e sobre os outeiros, e debaixo de toda árvore verde: 
E haveis de derrubar os seus altares, quebrareis as suas colunas, e queimar seus bosques com o fogo;  e vós cortemos as imagens esculpidas de seus deuses, e destruir os seus nomes daquele lugar. (Deus em Deuteronômio 12: 2-3)

Agora vá e fere a Amaleque, e destrói totalmente a tudo o que tiver, e não lhe perdoes; porém matarás homem e mulher, criança e peito, bois e ovelhas, camelos e jumentos. Deus em I Samuel 15: 3

Portanto, se você acredita que Jesus é igual a Deus na carne, então Cristo deve manter a responsabilidade pela morte, destruição e intolerância praticada em todo o Antigo Testamento.

Mahatma Gandhi transmitiu seus ensinamentos de manifestação não-violenta até seus últimos anos de vida. A filosofia de Gandhi e suas idéias sobre o satya e o ahysma foram influenciadas por  Bgagavad Gita e por crenças hindus e da religião jainista. O conceito de “não-violência” (ahimsa) permaneceu por muito tempo no pensamento religioso da Índia e pode ser encontrado em diversas passagens dos textos hindus e jainistas.

Mahavira, superou a moralidade dos Dez Mandamentos da Bíblia em apenas uma única frase:

Não ferir, abusar, oprimir, escravizar, insultar, atormentar, torturar ou matar nenhuma criatura ou ser vivo”.

No entanto, alguns cristãos não acreditam na Trindade, ou que Jesus é igual a Deus, mas sim que ele viveu como um homem de carne e osso criado e enviado por Deus. Infelizmente, isso não demiti Jesus desde a sua admissão para a matança.  De acordo com o Novo Testamento, Jesus sustenta todas as leis do Antigo Testamento:

Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim ab-rogar, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá de modo nenhum passará da lei, até que tudo seja cumprido”. (Mateus: 5:17-18)

Para cumprir todas as leis dos profetas significa que Jesus deve ter aprovado todas as atrocidades "legais", incluindo Deuteronômio 12: 2-3 ou a morte de todos os incrédulos ( Dt 13-5-9 ), e todas as outras leis intolerantes dos profetas.

Mortes parece bastante aceitável para Jesus, não apenas para si, mas como ordenado por ele (como o nobre) nesta parábola:

Mas esses meus inimigos, que não quiseram que eu reinasse sobre eles, trazei-os aqui, e matai-os diante de mim”. (Lucas 19:27)

A edição letra vermelha da Bíblia King James tem Jesus fazendo uma declaração notável para o assassinato de crianças:

E eu vou matar seus filhos com a morte ...” (Apocalipse 02:23)

Não só o Jesus bíblico fazendo a reivindicação para matar crianças, mas supostamente serve para punir a mãe (a profetisa como a Jezebel metafórico) por ter cometido adultério.  Poucas pessoas têm o conceito de punir crianças inocentes pelos atos ilícitos de seus pais. Esse desempenho doentio por Jesus quase não nos dá um motivo para admiração. Pelo contrário, parece repugnante e impensada.

Nota: Alguns interpretam Rev. 02:23 como uma metáfora para as "crianças" (pessoas), que seguia a religião "pagãos" (especialmente na Ásia Menor). No entanto, isso implicaria uma atrocidade ainda pior e deplorável. Isso envolveria Jesus no assassinato de centenas, se não milhões, de mortes de pessoas que seguiram crenças não-cristãs, e, claro, seria incluir as crianças, assim como adultos.


A igualdade social?

Como diferentes sociedades aprenderam a viver uns com os outros, eles adotam o conceito de tolerância para com o outro.  No entanto, Jesus da Bíblia nunca condena a tolerância para as pessoas de outras religiões ou crenças; ele quer que eles acreditem cegamente e sigam somente ele e seu deus.  Esta intolerância praticamente garante o preconceito e conflitos.

Jesus nunca oferece soluções para a escravidão, a pobreza, ou a igualdade das mulheres. Quanto à escravidão, parece que ele encorajou o espancamento de escravos:

E o servo que soube a vontade do seu senhor, e não se aprontou, nem fez conforme a sua vontade, será castigado com muitos açoites. 12:47 Lucas )

Note-se, a palavra "servo", aqui, significa escravo. O bíblico Jesus “viveu” em uma época em que a escravidão floresceu, mas Ele nunca falou ou pelejou contra ela.

Considere a questão da escravidão em Levítico 25: 44-46, em que o criador espera claramente, que nós tenhamos escravos. Considere que a Bíblia deixa claro que todo homem tem liberdade de vender sua filha como escrava sexual (em Êxodo 21:7-11 e  21:26-27). Tais atos foram partes integrantes de um mundo cristão por centenas de anos e por milênios as pessoas escolhem a dedo determinadas passagens bíblicas para justificar cada um de seus impulsos, sejam morais ou não.

Se Jesus tivesse simplesmente feito uma declaração clara - "A escravidão é proibida, livres serão todos os escravos" - ele poderia ter evitado todo esse sofrimento.  No entanto, Jesus não fez nada do tipo. Em vez disso, Jesus endossou a escravidão.

Tratamento médico

Muitos cristãos admiram Jesus por seus “poderes de cura” ainda poucos iriam a um médico hoje que usou os diagnósticos e tratamento que ele usou.

Jesus acreditava que demônio ou posse Satanás fosse surdo-mudez (ver Mateus 9: 32-33 ; 00:22 ; Marcos 9: 17-29 , Lucas 11:14 ).

Um espírito de enfermidade, de acordo com Jesus, resultou de uma ligação de Satanás.

Ele supostamente restaurou a visão por cuspir nos olhos de um homem cego ( Marcos 8:23 ) ou ungindo-os com argila feito com saliva ( João 9: 6 ), ou, dizendo-lhes que ter fé. (Ver artigo postado: quem fez mais milagres com cuspes, Jesus ou Maomé?)

Note que Jesus não conseguiu transmitir o conhecimento científico de germes ou estabelecer métodos de prevenção da doença.

Embora alguns cientistas cristãos praticar os métodos de Jesus, os resultados revelaram-se abismal.  Se Jesus podia curar doenças e cegueira, ele não conseguiu instruir homens como evitar essas doenças.

Alguns cristãos, na tentativa de se livrar deste problema difícil, afirmam que Jesus não nos deu o conhecimento médico, porque o homem precisa de doença e castigo de dor e tristeza. Se essa teoria realizada, então a doença e a dor deve vir de Deus e permitido por Jesus. De qualquer maneira, o fracasso da falta de informação da parte de Jesus ou o subsídio do sofrimento dificilmente transmite um sentimento de admiração por este personagem.

 Veja casos sobre o que a “sabedoria e bondade” infinita que a Bíblia relata sobre os cegos e deficientes físicos, em: Ex 4:11 Levítico 21: de 18 a 23.

 E ainda de acordo com Mateus (9:32-33) pessoas mudas são possuídas pelo demônio e pelo diabo! Enquanto eles se retiravam, foi levado a Jesus um homem endemoninhado que não podia falar. “Quando o demônio foi expulso, o mudo começou a falar. A multidão ficou admirada e disse: Nunca se viu nada parecido em Israel!”

Jesus também expulsa um demônio de um homem que era cego e mudo! “Então levaram-lhe um endemoninhado que era cego e mudo, e Jesus o curou, de modo que ele pôde falar e ver”. (Mateus 12:22; Marcos 9:17, 9:25). Pessoas cegas são possuídas pelo demônio?

Proteção contra o mal?

De acordo com Jesus, se você acreditar nele e se beberem alguma coisa mortífera, não vai machucar você.

E estes sinais seguirão aos que crerem; Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas; Eles pegarão em serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará mal ...(-Marcos 16: 17-18).

Agora, este acima permite uma maneira excelente e claro para testar o poder da crença cristã.  Se você realmente acredita em Jesus e que pretende provar a ninguém o poder da crença, você só precisa beber um veneno mortal e, de acordo com Jesus, não vai prejudicá-lo.

Se você se descreve como um cristão acreditar, sugiro que você beber um frasco de cianeto ou arsênico e provar a si mesmo (ou qualquer ateu) o poder de sua divindade. Se você não se sente disposto a fazer este teste simples, então o que dizer sobre as suas reivindicações religiosas? Você se sente pronto para o desafio?

Planejando sua vida

O bíblico Jesus ensinou a buscar o Reino de Deus e ignorar os planos futuros ( Mateus 6: 33-34 ). Você não precisa trabalhar para alimentos ( João 6:27 ), ou poupar o seu dinheiro ( Mateus 06:19 ). Incentivar as pessoas a perseguirem ( Mateus 05:11 ). Dê qualquer coisa que você possui, para cada homem que pede, e se ele rouba-lo, não tente recuperá-lo ( Lucas 6:30 ). Venda tudo o que tens e dá-o aos pobres ( Marcos 10:21 ). Se alguém bate em você, convidá-los a bater-lhe de novo ( Mateus 5:39 ). Nunca se casar com uma mulher divorciada, porque você vai cometer adultério ( Mateus 5:32 ). Nem sequer olhar para uma mulher de uma forma sexual, porque isso também constitui adultério ( Mateus 5:28 ). E não pense sobre a sua vida, (Lucas 0:22 ).

Se as pessoas levassem o conselho de Jesus, que garantiria uma vida miserável de sub educação, pobreza, perseguição e má saúde. Será que alguém ousa ensinar a seus filhos tal conduta?

Caridade

O suposto Jesus ensinou a dar qualquer coisa que alguém pede e vender tudo e dá-lo. Apesar de caridade constitui um grande serviço para a sociedade, para dar tudo iria colocar o doador em si mesmo na pobreza, evitando assim quaisquer futuros atos de caridade.

Naturalmente qualquer mendigo iria valorizar tal conselho, porque ele iria receber os benefícios dos atos de caridade. E uma vez que Jesus não trabalhava para viver, dá razão pela qual ele pode colher os  próprios frutos. Pense nisso:. Jesus (se ele realmente viveu) e os apóstolos tinham de viver de alguma coisa (acho que é estranho que alguns cristãos não questionam como Jesus e seus supostos seguidores sobreviveram sem qualquer reconhecimento bíblico de seus rendimentos.).  As igrejas ao longo da história têm recebido doações dos pobres e ricos e têm crescido como resultado.

Experiência de vida?

Embora muitos pensam de Jesus como um professor, filósofo, o Jesus bíblico nunca teve qualquer experiência com as principais dificuldades na vida-- que ganham a vida, sexo, casamento e doença.  Para levar a palavra de um homem para se aconselhar sobre o casamento, saúde ou carreira garantiria respostas enganosas. O bíblico Jesus que teria vivido por apenas cerca de 33 anos e sua vida "terminou" em uma morte horrível.  Quem gostaria de emular uma vida tão trágica e estéril? Imagine tomar o conselho de uma virgem sobre sexo, ou um mendigo para o conselho  sobre o trabalho. Emulando a vida imatura de Jesus dificilmente nos dá base sólida para viver uma vida próspera e feliz.

O celibato e a castidade

Sacerdotes (e freiras) em todo o mundo fazem juramentos para a renúncia do casamento e para defender os votos de castidade.  Onde é que os sacerdotes cristãos obtiveram essa idéia perigosa a sacrificar a sua vida sexual? Eles fizeram diretamente das palavras do suposto Jesus (e São Paulo/Saulo) a partir do Novo Testamento (veja a Enciclopédia Católica ):

“Porque há eunucos que assim nasceram do ventre da mãe; e há eunucos que foram castrados pelos homens; e há eunucos que se fizeram eunucos por causa do reino dos céus de...  Aquele que é capaz de receber isso, que o receba”. (Mateus 19:12)

Sacerdotes ao longo da história da cristandade têm também interpretado Lucas (20: 34-36) como um seguro para entrar no céu, onde o casamento sexual não existe (celibato garante que eles chegarão ressuscitados como solteiros). O cristianismo (ao contrário do islamismo) é reprimido demais para oferecer o sexo no céu. De fato, ele nunca conseguiu desenvolver um céu tentador, mas tem sido pródigo em sua promessa de punição sádica e eterna para os transgressores sexuais, o que é quase tão revelador para comprovar o mesmo ponto, só que de  forma diferente.

Considere-se que se um Jesus existisse, ele teria tido que viver como uma virgem, como um eunuco nascido, um eunuco castrado forçado, um eunuco auto-castrado, ou de auto-imposto celibato. Muitos profissionais de saúde observaram que a supressão do desejo sexual vai contra a natureza humana e, eventualmente, produz uma saída não-natural em algum momento de sua vida. Isso aparece mais claramente nos milhares de casos de abuso sexual infantil que ocorre dentro da hierarquia cristã e em milhões de seguidores religiosos que consideram o sexo um pecado.

Quem sabe quantas crianças ao longo da história viveram vidas danificadas ou morreram como resultado dessa prática insana. Como exemplo, muitas antigas catedrais européias cristãs contêm segredos obscuros dentro de sua fundação, que consistem na ocultação de ossos infantis enterradas nascidos de freiras impregnados pelo clero. Muitas catedrais, até hoje, oferecem uma visão dos locais de enterro para o turista curioso. E quem sabe a extensão do dano que tenha ocorrido porque milhões de fiéis no passado e presente acreditaram que o sexo representa um pecado.

Sem dúvida, alguns de vocês podem se perguntar sobre as freiras que se casam com Jesus. É claro que este tipo de casamento não envolve sexo em tudo (pelo menos não admitiu). Só se pode saber sobre a psique de uma irmã que é imagem principal de Jesus consiste de um homem nu torturado pregado numa cruz. Como não pode produzir desejos ocultos que envergonham o sadomasoquista mais cansado?

Casar-se com Jesus também traz à tona uma pergunta sobre Jesus com todas as suas mulheres reprimidas sexualmente.  Será que não o torna o polígamo mais famoso de todos os tempos? Apesar desta revelação hilariante, as consequências reais de um ser humano sedentos de sexo não parecem tão hilariantes.

De que maneira devemos admirar a noção de sacrifício sexual não natural quando se faz absolutamente nada para o clero ou suas congregações, exceto produzir tendências pedófilas? Considere o dano que tenha criado a partir da prática de milhares de anos de estuprar crianças do sexo feminino (e adultos) masculino e feminino. Em que luz admirável devemos encarar a castidade de Jesus? Será que esse dano sexual resultando assemelhar-se a vontade de um ser divino de bom ou é melhor combinar as ações de um agente do mal, ou mais provavelmente, as idéias de injustiças que nasce da fé e ignorância? Você decide.

Jesus poderia ter escolhido as mulheres a ter seis de seus apóstolos e feito vários discursos sobre o tema da igualdade das mulheres. Porque Jesus não fez isso, ainda vemos os efeitos do sexismo de Jesus em nossa sociedade hoje. (Luísa L, comentou sobre esse assunto).

Segue parte final...

Comentário de Oiced Mocam em 9 novembro 2014 às 22:23

SOBRE JESUS (Primeira parte)

Para quase dois bilhões de pessoas, a Bíblia é um livro sagrado que contém a palavra inspirada de Deus. É a fonte de suas convicções religiosas. Porém poucos daqueles que acreditam na Bíblia a leram de fato. Isto pode parecer estranho, mas alguns nunca leram a Bíblia. Mas qualquer um que tenha se aventurado por suas trivialidades redundantes e cansativas, genealogias infinitas, histórias e leis insensatas, sabe que a Bíblia não é um livro fácil de ler. Assim, não é surpreendente que aqueles que começam a ler o Gênesis raramente chegam ao Levítico. E os poucos crentes que sobrevivem ao fim amargo do Apocalipse, têm que enfrentar um dilema perturbador: a sua fé lhes diz que deveriam ler a Bíblia, mas lendo a Bíblia eles arriscam a sua fé. Embora poucos admitam isto. Nem mesmo para eles. No Novo Testamento, obra de carpintaria ruim, o Deus bíblico em nada melhorou no que diz respeito à aplicação de penas severas, aumentando inclusive a sua rigidez. É difícil imaginar alguma coisa mais cruel e desproporcional do que condenar os homens ao inferno e à tortura eterna pela simples descrença de que o filho de Deus tenha nascido de uma virgem na Palestina há cerca de dois mil anos atrás.

Sem o conhecimento de muitos cristãos, muitas vezes os Evangelhos do Novo Testamento retratam Jesus como vingativo, humilhante, intolerante e hipócrita. Em uma seção Jesus apela para o amor aos inimigos, mas em outro para matá-los. Ele  chamou outros tolos, cães e víboras. Ele chama para honrar os pais em um verso, mas ódio para os membros da família em outro. Algumas das palavras de Jesus contra os seus adversários mostram que alguns chamariam de anti-semitismo. De fato, os versículos do Novo Testamento têm alimentado as chamas do anti-judaísmo durante séculos.

E como veremos, esse personagem Jesus, não merece a admiração que muitos têm dado a ele.

Os valores familiares são úteis?

Nos últimos anos, os cristãos têm empurrado uma agenda política para o conceito de "valores familiares". Em nenhum lugar jamais o Jesus bíblico menciona a frase "valores familiares" nem ele mesmo menciona a palavra "família".Pelo contrário, parece que o estilo de vida de Jesus contradiz o conceito de modernos cristãos "valores familiares". De acordo com a Bíblia, bem como os apologistas cristãos, Jesus nunca teve uma família, e nunca se casou ou teve filhos. Ele nunca casou. Vagava sem lar de lugar em lugar com uns poucos supostos discípulos. Nenhum parecia engajado em qualquer trabalho que fosse útil e pareciam viver de esmolas.

Temos consciência de que o homem depende de si mesmo. Ele deve preparar a terra; ele deve construir sua casa; ele deve arar e plantar; ele deve inventar; ele deve trabalhar com as mãos e mente; ele deve suplantar as dificuldades e obstáculos; ele deve conquistar e escravizar as forças da natureza de modo que ela faça o trabalho para o mundo.

Claramente, Jesus não tinha nenhuma experiência pessoal de uma família. Além disso, as palavras de Jesus expressam variância contra membros da família:

Quem chama Jesus de "Príncipe da Paz", obviamente, nunca leu os Evangelhos, pois ele nunca alegou ter entrado para a causa da paz, mas sim dividir a família:

E Jesus revela o suborno e recompensa por abandonar a sua família:

Famílias serão separadas por causa de Jesus (esta é uma das poucas "profecias" na Bíblia que se tornou realidade). "E o irmão entregará à morte o irmão, e o pai, o filho; e os filhos se levantarão contra os pais e os matarão." [Mt 10:21]

Jesus profetiza que as famílias serão divididas por causa dele. Tristemente, esta é uma “profecia” que foi cumprida. [Lc 12:53]

Jesus não mostra nenhuma compaixão por um de seus discípulos, dizendo a um homem que tinha perdido o pai: "Deixa aos mortos sepultar os seus mortos. " [Mt 8:21-22]

Jesus recompensará os homens que abandonarem suas esposas e famílias. [Mc 10:29-30]

“Se você quiser ser um discípulo de Jesus, terá que abandonar tudo, incluindo sua família”. [Lc 14:26]

“Abandone sua esposa e filhos por Jesus e ele lhe recompensará”. [Lc 18:29-30]

Jesus diz que ele veio destruir as famílias fazendo que os familiares odeiem um ao outro. "Não vim trazer paz, mas espada." [Mt 10:34-36]

Jesus nos adverte não amar muito nossos pais ou crianças (...quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim não é digno de mim). Nós temos que ter certeza que o amamos (a quem nem mesmo sabemos se existiu) mais que a nossa família. [Mt 10:37]

Quando a mãe de Jesus e seus irmãos foram vê-lo, ele rudemente pergunta, "Quem é minha mãe? E quem são meus irmãos?" Estes são os valores familiares de Jesus. [Mt 12:47-49]

Jesus é criticado pelos fariseus por não lavar as mãos antes de comer. Ele se defende atacando-os por não matar as crianças desobedientes de acordo com os mandamentos: "Quem maldisser ao pai ou à mãe, que morra de morte." (Veja em [Ex 21:15], [Lv 20:9], [Dt 21:18-21]) Assim, Jesus pensa que deveriam ser mortas as crianças que amaldiçoam seus pais. Isto lhe parece correto? [Mt 15:4-7]

Abandone sua esposa e filhos por Jesus e ele lhe recompensará”. [Mt 19:29]

Jesus nos diz: "ninguém na terra chameis vosso pai." Como nós podemos honrar nosso pai se nos recusamos a chamá-lo de pai? ([Ex 20:12], [Dt 5:1.]). [Mt 23:9]

"Mas ai das grávidas e das que amamentarem naqueles dias!" Por que? Deus odeia as grávidas? [Mt 24:19]

Jesus desrespeita sua mãe e irmãos perguntando, "Quem é minha mãe e meus irmãos?" quando lhe é falado que sua família queria falar-lhe. [Mc 3:31-34]

Jesus critica os judeus por não matar as crianças desobedientes como diz as leis do Velho Testamento. “... E quem amaldiçoar seu pai ou sua mãe terá que ser executado” [Mc 7:9-10]

Quando os "pais" de Jesus viajaram para Nazaré, Jesus (com 12 anos então) ficou para trás, sem pedir-lhes permissão. Maria e José o procuram durante três dias e quando finalmente o acharam, Jesus não se desculpa. Ele lhes diz: "Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?" [Lc 2:43-49]

Pedro e os companheiros dele (Tiago e João) abandona suas esposas e filhos para seguir Jesus. [Lc 5:11]

Quando Jesus soube que a sua mãe e irmãos queriam vê-lo, ele ignora e os insulta dizendo que a sua mãe e irmãos são aqueles que ouvem a palavra de Deus. [Lc 8:20-21]

Jesus nem mesmo deixa seus seguidores enterrarem os pais mortos ou dizer adeus para as suas famílias antes de os abandonar. [Lc 9:59-62]

Jesus diz que seus discípulos têm que odiar as suas famílias (mães, pais, irmãos, irmãs, maridos, esposas e filhos) e a própria vida. [Lc 14:26]

Jesus fala rudemente com sua mãe, dizendo: "Mulher, que tenho eu contigo?" [Jo 2:4]

Jesus mente para sua família, dizendo que não iria a uma festa "porque ainda o meu tempo não está cumprido", mas ele entra logo após, " oculto." [Jo 7:8-10]

Pedro assusta Ananias e Deus o mata e também a sua esposa por terem ficado com uma parte do dinheiro que eles ganharam ao vender suas terras. [At 5:1-10]

Se você "Crê no Senhor Jesus Cristo", então você e sua família serão salvos; Caso contrário, Deus o enviará ao inferno. [At 16:30-31]

Jesus envia demônios para 2.000 porcos, fazendo-os saltar de um precipício e afogar-se no mar. Quando as pessoas ouviram falar disto, eles pedem para que Jesus saia de suas terras. [Mc 5:12-13]

Qualquer cidade que não receber os seguidores de Jesus será destruída de forma mais selvagem que Sodoma e Gomorra. [Mc 6:11]

Jesus critica os judeus por não matarem as crianças desobedientes como determina a lei do Velho Testamento. (veja [Ex 21:15], [Lv 20:9], [Dt 21:18-21]) [Mc 7:9-13]

"Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou", deveria ter a confiança de alguém? [Rm 8:32]

Paulo deseja que os homens e mulheres se privem de sexo, mas lhes diz "ajuntai-vos" para que não sejam tentados por Satanás. [I Co 7:5]

Depois de desencorajar o matrimônio em oito versos, finalmente Paulo concede que "é melhor casar do que abrasar-se." [I Co 7:9]

Paulo aconselha aqueles que não estão com sua esposa a não se casar novamente. [I Co 7:27]

Paulo ordena que as esposas se submetam aos maridos como se eles fossem deuses, "porque o marido é a cabeça da mulher." [Ef ).]

As esposas, de acordo com Paulo, têm que se submeter aos seus maridos. [Cl 3:18]

Paulo diz que os filhos devem obedecer aos pais "em tudo." Este verso deve ser um dos favoritos de pais cristãos que abusam dos filhos. [Cl 3:20]

Você só deve ajudar uma viúva se ela: 1) tiver mais de 60 anos, 2) teve só um marido, 3) criou os filhos, 4) hospedou estranhos, 5) lavou os pés aos santos, 6) aliviou o aflito, e 7) "se praticou toda boa obra." Caso contrário, as deixe sofrer. "Mas não admitas as viúvas mais novas, porque, quando se tornam levianas contra Cristo, querem casar-se." Além das viúvas jovens sempre serem ociosas mexeriqueiras, "algumas se desviaram, indo após Satanás." [I Tm 5:9-15]

Deus fere aqueles que ama. E se Deus não o fere, você é um bastardo, não um filho. [Hb 12:6-8]

Tiago diz que Abraão foi justificado pelas obras (por estar disposto a matar o próprio filho para Deus). [Tg 2:21]

Pedro ordena a todas as esposas estarem "sujeitas ao vosso próprio marido." [I Pe 3:1]

As esposas devem ser puras através do medo. E não devem usar enfeites nem joias. Elas devem ser como as mulheres "santas" do Velho Testamento, "sujeitas ao seu próprio marido", assim "como Sara obedecia a Abraão." [I Pe 3:2-6]

Em relação ao seus maridos, a esposa é "o vaso mais fraco." [I Pe 3:7]

Ló oferece [Gn 19:8] as duas filhas virgens a uma multidão de estupradores e mais tarde [Gn 19:30-38] faz sexo com elas, e ainda é chamado de íntegro! [II Pe 2:8]

Exaltando as virtudes do ódio e da divisão dos membros da família dificilmente pode servir de exemplo para a admiração e deve-se descartar Jesus como um professor para a moral da família.

A fé cristã também coloca um muito, muito grande estigma sobre o divórcio.

Por exemplo, em Mateus 5:32 o atribuído a Jesus diz:

Mas eu lhes digo que qualquer que repudiar sua mulher, exceto por imoralidade sexual, faz com que ela se torne adúltera, e quem se casar com a repudiada, comete adultério.

Em Mateus 19: 9, Jesus repete esse sentimento:

Eu lhes digo que qualquer que repudiar sua mulher, exceto por causa de infidelidade, e casar com outra, comete adultério.

O adultério é um grande problema para a fé cristã. Em primeiro lugar, um dos mandamentos nos Dez Mandamentos proíbe especificamente adultério.  Pior ainda,

Se um homem cometer adultério com a mulher do seu próximo, tanto o adúltero e a adúltera deve ser condenado à morte. Adúlteros obterão a pena de morte.

Claramente, Deus e Jesus querem os cristãos  permaneçam casados ​​para toda a vida até que “a morte os separe”..  depende:

O divórcio é permitido?

O divórcio nunca será permitido. [Mc 10:11], [Lc 16:18]

Somente quando a esposa é infiel. [Mt 5:32], [Mt 19:9]

Quando o cônjuge descrente escolhe partir. [I Co 7..]

Quando o marido está descontente com sua esposa. [Dt 24:1-2]

É correto uma mulher divorciada se casar novamente?

Sim. [Dt 24:1-2]       Não. [Lc 16:18]

Quando um casal cristão se casa, temos todas essas forças que deveriam estar trabalhando para mantê-los casados:

O casamento é realizado supostamente na presença de Deus ...

Na casa de Deus ...

Na frente do representante de Deus (um ministro ou sacerdote) ...

E na frente de muitas testemunhas cristãs.

O casal supostamente reza antes e depois do casamento para um bom casamento

Como fazem todas as testemunhas ...

...E o ministro / sacerdote.

O casal sabe que, se divorciar / casar de novo, é um ato de adultério ...

Que Deus proibiu ...

E que a Bíblia diz é punível com a morte.

Nessa importante linha da cerimônia: “o que Deus ajuntou não o separe o homem”. Agora pense sobre isso.  Deus é o todo-poderoso, onisciente criador do universo.

Se Deus coloca algo em conjunto, não deveria ser impossível quebrá-lo? Não é isso que "todo-poderoso" significa?

Diante de tudo isso, e dado o fato de que um todo-poderoso, Deus do atendimento de oração é, supostamente, olhando sobre a vida de um casal cristão, orientando-os no espírito e assim por diante, o que você espera que a taxa de divórcio para os cristãos seja?  Claramente, a taxa de divórcio cristã deveria ser zero.

Mas quando olhamos para as estatísticas de divórcio de casais, e comparar as taxas de divórcio contra não-cristãos, descobrimos essa estranha estatística: as taxas de divórcio entre os cristãos correspondem àquelas entre o resto da população. Existem milhões de maneiras de filtrar os dados, mas não importa, é fácil ver que os cristãos divorciam ou com a mesma frequência que os não-cristãos.  A razão para a alta taxa de divórcios entre os cristãos é fácil de ver: Deus não existe!

Não muito, mas a seguir mostra o que ele acha do casamento na ressurreição:

Jesus diz que alcançarão o céu aqueles que não se casarem. Isso significa que os casados não poderão ir para lá. Todo mundo terá que se divorciar, ou o que? [Lc 20:35]

Jesus respondeu: Os filhos deste mundo casam-se e dão-se em casamento. Mas os que serão julgados dignos do século do mundo futuro, e  a ressurreição dentre os mortos não terão mulher nem marido (nem se casam nem se dão em casamento). Nem eles jamais podem mais morrer, porque são iguais aos anjos e são filhos de Deus, porque sendo filhos da ressurreição. (Lucas: 10 -34-36)

Estes versículos mostram que o casamento sexual não acontece no mundo ressuscitado.  É preciso encarar o fato de que Jesus ideal sexual representa castidade e celibato, casamento ou não ter filhos (que envolve o ato pecaminoso do sexo).  No início de Cristandade, pais da igreja, muitas vezes interpretaram o Lucas 20 versos como referindo-se a superioridade do celibato para o estado de casado. De fato, muitos padres e monges, ao longo de séculos, usaram esses versos como parte da justificativa para o seu celibato (melhor prevenir do que remediar). Igrejas contornaram esta situação, permitindo o casamento de suas congregações como uma forma de controlar os atos pecaminosos de luxúria, mas isso vem de um dogma da Igreja, e não a partir das palavras de supostos Jesus.  Note, alguns pais da igreja endossaram uma forma de casamento espiritual, uma união não-sexual que produziria nenhuma descendência, mas isso dificilmente satisfaz um tipo orientado família de casamento. Então,  obter merecimento no outro mundo, é melhor não casar com ninguém, e por amor "de Deus", nunca, jamais, ter relações sexuais. 
 
O que você pensaria de um chefe que repreendeu um trabalhador que desejava enterrar seu pai, recentemente falecido e em vez disso, insistiu que o trabalhador segui-lo? Segundo a Bíblia, Jesus respondeu a um pedido de um discípulo que desejava assistir ao funeral de seu pai:

O chamado “moralidade de Jesus” ensina o ódio, e a abstinência contra os membros da família e aconselha contra o casamento. De fato, se todos na terra seguissem a vida do Jesus virgem, não temos famílias, mas toda a espécie humana seria extinta dentro de uma geração.  Quem quiser manter o conceito de família como um imperativo moral deve abandonar o exemplo de Jesus.

Segue...

Comentário de Oiced Mocam em 22 maio 2014 às 13:28

O Êxodo do Egito ocorreu sob o signo astrológico de tempo primavera de Áries, o Carneiro. Em desafio flagrante do culto egípcio do Ram, os filhos de Israel tomaram seus cordeiros pascais e os mataram como um sacrifício a HaVaYaH, mostrando que as regras só Deus no céu e na terra.

Assim, a história de escapar escravidão comemorada no equinócio vernal, quando um novo ano começa, representa um mito solar baseada em transição do inverno para a primavera. Esta transição é vista como a passagem da tocha do sol de outono / inverno (Moisés) para o sol da primavera / verão (Josué). Este motivo mítico explicaria por que Moisés leva seu povo apenas até a borda da Terra Prometida, depois de passar tanto tempo com eles, enquanto Joshua realmente levá-los para o paraíso exuberante.

Como parte dessa natureza adorando ou astrotheological tema, o número 40 como o período de anos no deserto antes de entrar na região fértil também parece representar um mito. Há também o 40 - da época y de "Quaresma" e jejum celebrada anualmente pelos cristãos como um tempo do desabrochar da primavera. Este período de 40 dias no antigo mito aparentemente representa o tempo que leva para certas sementes para germinar completamente depois de terem sido semeadas, dependendo da temperatura e outras condições. Os 40 anos do Êxodo parece ser uma reiteração deste número mítico e sagrado. Neste cenário, temos um período de 40 a partir do solo árido do deserto germinando na "terra de leite e mel." 

Em resumo, parece que os temas do Êxodo, Selvagem Sojourn e Terra Prometida representam motivos míticos gravação observações muito antigos de ciclos naturais. A este respeito, assim como suas contrapartes divinas em outras religiões, como a egípcia e indiana, Moisés e Josué simbolizam duas metades do movimento do sol anual, concebido como as divindades desses diferentes períodos, neste caso Moisés constituindo o herói solar a partir da outonal para equinócios de primavera, enquanto Josué é o sol da primavera ao outono. A transição entre os dois é o fim do inverno eo início da primavera, comemorou modernamente como "Páscoa".

Até aqui temos falado de Moisés segundo a história mitológica e agora vamos tratar mais um pouco de Moisés segundo a lenda.

A primeira lenda é a sarça de Horeb e sua conversação com Deus, que quer retirar do Egito o seu povo escolhido. “Deus não foi visto por ninguém”, ao o atribuído na Bíblia, diz Jesus. Logo, se Deus é o Criador de todos os povos, Ele não tem o direito de escolher um povo como seu e abandonar os outros.

Aqui se vê a intenção do outro autor do Gênesis de atribuir à sua raça a amizade de Deus. No entanto, se despirmos a lenda de sua roupagem fantástica, brilhará a luz eterna que se habita em cada ser.

A segunda lenda é a que relata as pragas do Egito. E, em seguida, o Êxodo, a divisão da água do Mar Vermelho e a morte do faraó e seu exército, afogados no mar. Desse modo vemos muitas “maravilhas” praticadas por Moisés, imitando os deuses antigos. O povo de Israel nunca chegou a crer definitivamente num só Deus, apesar do monoteísmo que o personagem Moisés quis implantar em seus corações. Também sacrificavam seres humanos a seus deuses.

Moisés e seu irmão Aarão trataram de eliminar do coração duro daquele povo todos os ressaibos antigos. Subiu à montanha do Sinai e trouxe as duas pedras da lei gravadas pelo dedo do próprio Deus; porém, ao ver que o povo estava adorando o bezerro de ouro, quebrou as duas pedras e castigou os culpados.

Essas tábuas de pedra gravada pelo “dedo de Deus” têm dado oportunidade a muitas críticas, pois o Ser Supremo é apresentado como um homem que fala, que vê, que vai e vem e que por fim escreve sobre pedras certos mandamentos copiados dos brâmanes, da antiga Shastra, do imperador chinês Cam-Hi, do monólogo de Confúcio dos antigos mistérios do Egito, etc. O antigo Baco escreveu suas leis sobre mármore.

Os atributos de Dionísio em relação ao mito de Moisés , cada atributo com uma fonte primária de antiguidade, incluindo a língua grega ou outro original também . Esses paralelos são conhecidos há séculos por muitos entre a elite ; é, portanto, preocupante que eles são desconhecidos e até mesmo escondido das massas. Por que não são essas semelhanças entre Moisés e da figura mítica de Dionísio sendo ensinado do púlpito? Porque os bibliologos tem um  dominio rigoroso sobre as mentes das massas , infelizmente. Caso contrário , essas mesmas massas poderiam investigar esse material com tanta fascinação quanto nós. .
 
Também Baco andou sobre as águas do Mar Vermelho para ir às Índias com o seu exército. Baco também expelia raios como Moisés, para dar testemunho de seu contínuo comércio com os deuses.

 Pede, então, Moisés a Deus: “Deixa-me ver a tua glória”, e Deus lhe diz: “...Não poderás ver meu rosto, pois nenhum mortal pode vê-lo sem morrer... Verás minhas costas, mas não minha face...” Todas essas fábulas pertencem ao Moisés do mito.

Sêmele morreu por ter visto a Zeus em toda sua glória... E assim se encontram na Bíblia muitas fábulas e lendas atribuídas a Moisés, para dar-lhe maior glória e testemunhar o que dizem alguns versículos anteriores: “O Senhor falava com Moisés frente a frente, como um homem fala com seu amigo...”

Pois bem, todos esses sucessos extraordinários são cópias de fábulas antigas atribuídas a deuses pagãos e nas quais Moisés não teve nenhuma participação como um ser histórico...

Se olharmos para o passado, ou os primeiros séculos da era cristã, ou mesmo hoje, o judaísmo/cristianismo/islamismo, sempre foram uma fabricação, conjunto de camadas e mais camadas de mentiras e absurdos, uma fraude desde o seu início. Eram não somente escritores criativos e ambiciosos, cada um com suas tendências particulares, mas também redatores competentes (nem tanto), que editaram materiais anteriores e mitologias para escrever tambem a biografia sobre Jesus. 

Desde o início da civilização humana, profetas e sacerdotes "homens santos" inventaram e lhes atribuíram o absurdo piedoso. Não digo isso como um "ex-crente", mas como um observador da história. E isso digo não apenas da mensagem cristã, mas de todo discurso religioso e espiritualista. Tudo em benefício das suas próprias ideias, para dominar, submeter e governar.

Para o sacerdócio as recompensas foram imensas:

poder, prestígio e riqueza. Eles se fundiram e tornaram-se parte da elite governante.

Fonte traduzida:

Livros de  Acharya S / DM Murdock

Colaborou,

http://irreligiosos.ning.com/profile/OicedMocam

Fontes, Bibliografia:

Agostinho, A Cidade de Deus contra os pagãos , ed. RW Dyson, Cambridge University Press, Reino Unido, 1998. Bauman, Richard A., Julgamentos Políticos na Grécia Antiga , Routledge, Londres / Nova Iorque, 1990. Enciclopédia Católica , V, Universal Knowledge Foundation, 1913. Gilman, Daniel et al., . eds, A Enciclopédia Internacional Nova , VI, Dodd, Mead & Co., 1903. Lane, Eugene N., Cibele, Átis e Cultos Relacionados: Ensaios em memória de MJ Vermaseren , EJ Brill, Leiden, 1996. Lemon, George W ., Inglês ou Etimologia, um Dicionário de Derivativos da Língua Inglês em dois alfabetos , G. Robinson, Londres, 1783. Mettinger, Tryggve ND, O Enigma da Ressurreição: "morrendo e ressuscitando Deuses" no Próximo Oriente Antigo , Almqvist & Wiksell Internacional, Estocolmo, 2001. Porter, Stanley E., et al., Ressurreição, Jornal para o Estudo do Novo Testamento , Supp. 186, Roehampton Institute London Papers, 1999. Salzman, Michelle Renee, O Codex-calendário de 354 e os ritmos da vida urbana em Antiguidade Tardia , University of California Press, 1990. Sayce, AH, Lecturess sobre a Origem e Crescimento da Religião , Williams e Norgate, Londres, 1897. Smith, W. Robertson Palestras sobre a religião dos semitas , Adam e Charles Black, Londres, 1907. Weekley, Ernest, um dicionário etimológico de Inglês Moderno , vol. 1, Dover, Toronto, 1967. Wolfe, Rolland E., como a história de Páscoa cresceu no Evangelho , Edwin Mellen Press, NY,

Antes de JAVÉ como forjaram o Deus Cristão:

https://mail.google.com/mail/?shva=1#inbox/12c0c75c99b1985e

Deus bíblico pode ser fusão de vários deuses pagãos, dizes especialistas:

http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL652419-9982,00-DEUS+BIBLICO+PODE+SER+FUSAO+DE+VARIOS+DEUSES+PAGAOS+DIZEM+ESPECIALISTAS.html

http://www.examiner.com/list/7-secrets-of-the-bible-you-may-not-know

 

 

Comentário de Oiced Mocam em 22 maio 2014 às 13:27

Moisés recebendo os comprimidos de Yahweh no Monte. Sinai  "Nós não podemos ter certeza de que Moisés já viveu, porque não existem vestígios de sua existência terrena fora da tradição." 

- Egiptólogo  Dr. Jan Assmann, Moisés, o egípcio  (2)

 "A vida de Moisés contém elementos-canônicos e apócrifos, que marcaram-o como um verdadeiro herói mítico e, certamente, ele é o maior herói do judaísmo e a figura central na mitologia hebraica."

- Dr. David Leeming,

"Não há nenhuma evidência histórica fora da Bíblia, nenhuma menção de Moisés fora da Bíblia, e não há confirmação independente de que Moisés nunca existiu." (- Dr. Michael D. Coogan, professor de Antigo Testamento na Universidade de Harvard Divinity School)

"A existência de Moisés, bem como a veracidade da história do Êxodo é disputada entre arqueólogos e egiptólogos, com especialistas na área de crítica bíblica citando inconsistências lógicas, novas evidências arqueológicas, evidências históricas e mitos de origem relacionados em cultura cananéia." - " Moisés ", Wikipedia

"... As histórias da criação, do dilúvio, de Abraão, de Jacó, da descida para dentro e para o Êxodo do Egito, da carreira de Moisés e os judeus no deserto, de Josué e seus soldados, dos juízes e os seus seguidores, são todos apócrifos, e foram fabricados em um período tardio da história judaica. "(Dr. Thomas Inman, Ancient Faiths and Modern (Religiões Antigas e Modernas)

"Não há vestígios arqueológicos que podem ser atribuídos aos primeiros israelitas em Canaã antes da Idade do Ferro (depois de 1200 a. C), e não há nenhuma evidência de uma população distinta de israelitas início no Egito. A área a oeste do rio Jordão, revela uma imagem arqueológica bastante em desacordo com os relatos bíblicos da viagem israelita para a Terra Prometida, e há pouca ou nenhuma evidência da Conquista, como é descrito no livro de Josué, no registro arqueológico da Idade do Bronze Final (1550-1200 BCE) Canaã. ("Dr. Barbara J. Sivertsen, A divisão do Mar  (XIV)

 "...O mytheme básica Moisés é a do sol (deus) que emerge da barraca de ocultação, a noite, e dá mandamentos sobre um rei. O sol é também a fonte de tanto a morte (por insolação) e cura. Salmo 19...fala do glorioso aparecimento do sol a partir de sua tenda, em seguida, exalta a glória dos mandamentos, como... o sol foi a origem da lei. Também vemos isso em cima da mesa de pedra famoso Código de Hamurabi, que mostra o imperador receber o direito da mão de Shamash o deus do sol. Moisés era originalmente o sol que dá direito, como ainda podemos vislumbrar em Êxodo 34:29-35, onde Moisés emerge da barraca de uma reunião com os novos mandamentos, e com o seu rosto brilhando, não por coincidência, como o sol! E como Apollo, ele pode infligir flamejante desgraça ou curá-la (Números 21:4-9) e ainda tem o caduceu como Apollo ... "

(Dr. Robert M. Price "do mito e dos Homens").

Moisés é um herói solar, uma compilação de ficção de vários deuses do sol, tempestade, do vinho e da serpente de o leste do Mediterrâneo e além. Nesta análise, o Êxodo simboliza o movimento sazonal de distância da desolação (Egipto) e deserto (Sinai), de inverno, para a Terra Prometida fértil (Israel) da primavera.

A história de Moisés, o Êxodo, a estadia no deserto e a entra na Terra Prometida é mostrado como Mito, não História.

O que isso significa? Como é que este mito amarrado na festa da Páscoa?

Páscoa, Equinócio Vernal

Esta contenção da Prometida-Êxodo conto terra significando a transição entre inverno e primavera é demonstrado por vários fatores, incluindo a criação bíblica da celebração da Páscoa e Ano Novo no equinócio vernal ou primavera:

Você deve manter a festa dos pães ázimos; como te ordenei, comereis pães ázimos por sete dias no tempo determinado, no mês de Abib, porque nele saíste do Egito. (Êxodo 23:15)

Este mês será para vós o princípio dos meses; este vos será o primeiro mês do ano para você. ( Êxodo)

Como é chamado na passagem da Páscoa, o primeiro mês do ano é nomeado em Êxodo 13:04)como "Abib", adiante estilo "Nisan" e funcionando a partir de março a abril. A palavra hebraica אביב  'abiyb  significa:

1) frescos, jovens ouvidos cevada, cevada
2) mês de formadoras de ouvido, de greening da cultura, do crescimento verde Abib, mês do êxodo e da Páscoa (março ou abril)

Como podemos ver, o mês de Abib ou Aviv é nomeado para a sua fertilidade vernal, o despertar da vida após a morte do inverno.

Quanto a esta escritura Êxodo, Inglês bíblia estudioso e ministro Rev. Dr. Matthew Henry  (1662-1714) comenta:

Eles tinham até então começou o ano a partir de meados de setembro, mas de agora em diante eles estavam para começar a ele a partir de meados de março, pelo menos em todos os seus cálculos eclesiásticas....Este novo cálculo começou o ano com a primavera, que renova a face da terra, e foi usado como uma figura da vinda de Cristo ...

A babilônico-nomeado Nisan ou Nissan é o mês em que o "cordeiro pascal" de Cristo aqui equiparado com a mola-foi dito ser "crucificado" e "ressuscitado", essencialmente também no equinócio vernal, representando o velho mito de morrer e subindo divindades da primavera . Assim, ao invés de comemorar a morte e revivificação de um salvador Judeu histórico, a Páscoa na verdade é a " ressurreição da primavera!", significando uma muito antiga celebração vernal-equinócio.

Nesta análise astrotheological, a "cruz" do equinócio representa o tempo do ano em que o dia e a noite são iguais. Há, portanto, duas cruzes, primavera e outono ou outonal, explicando as diferentes cenas da crucificação no mito bíblico. O equinócio de outono também esclarece por que os israelitas foram ditas para começar seu ano antes, em meados de setembro, o tempo da colheita de outono e vinho novo.

Como diz respeito à natureza mítica da Páscoa, lemos:

Apesar da história do Êxodo, os estudiosos acreditam que a festa da Páscoa originou não na história bíblica, mas como um ritual de magia para afastar os demônios da casa pintando o batente da porta com o sangue de um cordeiro abatido. ("O Êxodo ",  Wikipedia , resumindo Levinson, 58.)

Este ritual de magia sangrenta fazia parte do sacerdócio babilônico, discutido mais adiante

Será que Moisés existe?  .

Cristo no Egito: A Conexão Horus-Jesus

Embora acredite-se para representar o momento da ressurreição de Jesus Cristo, o festival da Páscoa existia em tempos pré-cristãos e, de acordo com o famoso santo cristão Venerável Bede (672-735 AD / CE ), foi nomeado para a deusa teutônica ou alemão Eostre, que era a "deusa da aurora", e que simbolizava a fertilidade encontrado em abundância durante a primavera do ano. (Veja CE , V, 224; Weekley, 491) Quanto à antiga deusa da fertilidade, em que a história da Páscoa cresceu de Evangelho Evangelho , Dr. Rolland E. Wolfe, professor de Literatura Bíblica na Case Western Reserve University, relata:

"Nos panteões politeístas da Antiguidade há geralmente era um rei ou chefe dos deuses, e também uma contraparte feminina que foi considerado como a sua esposa. Esta deusa mãe era uma das divindades mais importantes do antigo Oriente Próximo. Ela foi chamada por os vários nomes de Ishtar, Athtar [sic], Astarte, Astarote, Antit, e Anat. Esta deusa mãe sempre foi associado à fertilidade humana. No decorrer do tempo, Maria estava a tornar-se identificado com essa antiga deusa-mãe, ou talvez deveria se dizer que Maria estava prestes a suplantar-la em certos círculos cristãos ". (Wolfe, 234)

A comparação entre a deusa babilônica Ishtar ea donzela judia Maria torna-se ainda mais evidente quando é levado em que, em um hino antigo acadiano Ishtar é chamado de "Virgem". (Sayce, 268) No entanto, como Maria, Ishtar também era a "Mãe de Deus", neste caso, Tamuz, a morte e ressurreição deus lamentou pelas mulheres israelitas em Ezequiel 08:14. (Veja Mettinger, 213) De fato, Antigo Testamento estudioso Rev. Dr. W. Robertson Smith identifica Ishtar como a virgem-mãe deusa adorada em Petra, que foi mencionado pelo pai Igreja Epifânio. Em uma nota de rodapé, Smith observa, "A identificação da mãe dos deuses com a virgem celeste, em outras palavras , a deusa solteira, está confirmado se não for absolutamente exigido pelos agosto Civ. Dei , ii. 4. " (Smith, 56) A referência é a de Santo Agostinho, A Cidade de Deus (2.4), em que o pai Igreja discute com desprezo indisfarçável os ritos pagãos que cercam o "Caelestis virgem" e "Berecynthia a mãe de todos eles." (Agostinho, 54) A partir dessas observações e muitos outros ao longo dos séculos passados, é claro que a elite educadas estão bem conscientes da falta de originalidade do motivo virgem-mãe dentro do cristianismo. No entanto, até hoje o público permanece desinformada e / ou em negação fervorosa sobre tais fatos ....

Conforme demonstrado em Cristo, no Egito: A Conexão Horus-Jesus , a ressurreição mito primavera / Páscoa ocorreu na mitologia grega com o conto de Kore / Perséfone  descendente no submundo para residir com Hades, levando à morte do inverno. Sua Remergence fora do submundo representou a renovação da primavera da vida na Terra - assim, Perséfone ressurreição de simbolizava a vida eterna , exatamente como aconteceu com Jesus e do deus egípcio Osíris.

Compreendendo o sepultamento por três dias, a descida ao inferno, ea ressurreição, a celebração da "Páscoa" primavera representa o período do equinócio vernal, quando o sol está "pendurada em uma cruz", composta dos dias e noites de igual comprimento. Depois de uma batalha touch-and-go pela supremacia com a noite ou escuridão, o sol surge triunfante, "nascer de novo" ou "ressuscitado", como um "homem", se movendo em direção a "sua" força máxima no solstício de verão ...

Vale ressaltar que mesmo mais velha bolsa reflete o conhecimento do fortalecimento do sol na Páscoa, como exemplificado pelo Rev. George W. Lemon, que em sua Etimologia Inglês , publicado em 1783, dá o significado de "Páscoa", como:

"... Naquele momento ou naquele dia, o Sol da Justiça surgiu com a cura em suas asas, como o sol, toda gloriosa no leste ..."

O "Sol da Justiça" se refere a Jesus Cristo, como supostamente profetizou no último livro antes do Novo Testamento, Malaquias (4:2). Identificação de Cristo como o "Sol da Justiça", a colocação de sua "ressurreição" na Páscoa, e sua associação com o "sol toda gloriosa, no leste," refletem seu solar de papel, servindo como sinais de Jesus mesmo sendo um deus do sol . De fato, "amarelo" ou o equinócio vernal verdadeiramente representa a ressurreição do "Luz do Mundo" - o sol - trazendo consigo a fertilidade da primavera.

Isso Páscoa constituiu um festival de pré-cristã sobre a ressurreição , resulta da discussão na Enciclopédia Internacional de Nova sobre costumes de Páscoa:

"O uso de ovos, neste contexto, é da mais alta antiguidade, o ovo ter sido considerada em mitologias pré-cristãs amplamente separadas como um símbolo da ressurreição ..." (Gilman, 492)

Em sua extensa análise em The Golden Bough respeito da "morte e ressurreição de deuses", Sir James George Frazer  concluiu que a história da Páscoa como um momento de renascimento, renovação e ressurreição de vida em geral poderia ser encontrado nos mitos de não-cristão divindades como o deus greco-frígio Átis e a greco-sírio Adonis deus, entre outros. Embora vários tipos de contenções de Frazer vieram sob o fogo, muitas vezes a partir de apologistas cristãos, em O Enigma da Ressurreição , Dr. Tryggve ND Mettinger demonstra o tema morte-e-rising global a ser de som ....

Discutindo Átis, juntamente com sua esposa / mãe Cybele (os "Metroac" cult / mistérios), Dr. Andrew T. Medo, professor de Clássicos e História Antiga na Universidade de Manchester, observa:

"O jovem Átis após seu assassinato foi miraculosamente trazido à vida novamente três dias depois de sua morte. A celebração deste ciclo de morte e renovação foi um dos principais festivais do metroaccult. Átis, portanto, representou uma promessa de vida renasce e, como tal. Não é surpreendente que nós encontramos representações do chamado luto Átis como um motivo tumba comum no mundo antigo.

"O paralelo, embora a um nível superficial, entre o mito e o relato da ressurreição de Cristo é claro. Além disso Átis, como o pastor ocupa uma imagem cristã favorita de Cristo como o bom pastor. Outros paralelos também parecem ter existido:.. O pinheiro de Átis, por exemplo, era visto como um paralelo com a cruz de Cristo.

"O próprio Além Átis, Cibele também ofereceu um desafio a nomenclatura divina cristã. Cybele era considerada uma deusa virgem e, como tal, poderia ser visto como um rival à Virgem Maria ... Cibele como a mãe dos deuses, mater Deum , aqui voltou a apresentar um paralelo profundamente pagã à Mãe cristã de Deus.

"Havia rivalidade também no ritual. O clímax da celebração da ressurreição de Átis", o Hilaria , caiu no dia 25 de março, a data em que a igreja primitiva tinha resolvido sobre como o dia da morte de Cristo .... "(pista , 39-40)

O festival associado com Cibele e Átis, o chamado "Megalensia", foi comemorado especialmente na primavera, com um jogo de paixão , comemorando a morte e ressurreição de Átis. (Salzman, 87) Dr. Medo afirma, portanto, este período de luto do deus Átis ter formado três dias . Na realidade, esse culto pré-cristão permaneceu popular bem na era comum, e suas semelhanças com o cristianismo não foram considerados "superficial" pelos padres da Igreja, como Agostinho  , que escreveu sobre eles. Os paralelos entre o mito de Átis e da história do Evangelho estão, de fato, surpreendente e altamente digno de nota, e, na realidade, representam um mito arquetípico que era, evidentemente, mudou a girar em torno de um messias judeu, com inúmeros detalhes adicionados para uma grande variedade de propósitos. Análise do medo inclui o debate a respeito de quando este protótipo primavera motivo da morte e ressurreição foi associado com o deus pré-cristão Átis, com vários estudiosos averring seus componentes ter sido adicionada em resposta ao cristianismo .

Ao contrário do que a moda atual de demitir todas as correspondências entre o cristianismo e o paganismo, o fato de que Attis foi em algum momento um "morrer e ressuscitar Deus" é celebrado por Mettinger que relata: "Desde o tempo de Damascio (6 ª cento. AD / CE ), Átis parece ter sido acreditado para morrer e voltar ". (Mettinger, 159) Por esse ponto, possuímos discussão clara na escrita de Átis tendo sido ressuscitado, mas quando exatamente foram esses ritos primeiro celebrada e onde? Adoração Átis é séculos mais velho do que a adoração a Jesus e era popular em algumas partes do Império Romano antes e bem na "era cristã".

Além disso, é útil aqui para reiterar que, simplesmente porque algo ocorreu após o ano 1 AD / CE , não significa que ele foi influenciado pelo Cristianismo, como pode ter acontecido onde o cristianismo nunca tinha sido ouvido falar. Na realidade, não há muito sobre o cristianismo surge até o segundo século, e não permanecem até hoje lugares onde o cristianismo é desconhecido; portanto, esses locais ainda podem ser considerados pré-cristão .

É provável que os ritos Átis foi comemorado muito antes do cristianismo foi reconhecido em qualquer medida significativa. Certamente, uma vez que são mistérios, eles poderiam ter sido celebrado, mas não registados anteriormente, especialmente em tempos pré-cristãos, quando a pena de morte por revelar tais mistérios foi realmente realizado. Vimos reticência cautelosa expressa por parte do historiador grego Heródoto (c. 484-c. 425 aC), por exemplo, que não quis revelar os mistérios de Osíris que tinha testemunhado. As preocupações de Heródoto não estaria fora de lugar, como evidenciado pela "caça às bruxas" que se seguiu dentro de sua vida sobre o político ateniense Alcibíades (c. 450-404 aC ), que foi acusado de "profanar os Mistérios" e foi condenado à morte por seu suposto transgressões. (Bauman, 62-64) Em tais circunstâncias, é compreensível que os mistérios nunca foram registrados abertamente de tal forma que agora temos los prontamente à nossa disposição ....

Em relação ao tema da ressurreição pré-cristã, na Ressurreição Dr. Stanley Porter observa:

"Durante o período greco-romano, havia inúmeros cultos que tinham sua base no pensamento mais cedo e confiaram em diferentes graus em alguma forma de uma história de ressurreição. Três deles pode ser mencionado aqui, embora não seja claro que estas são diferentes mitos . Eles podem ser simplesmente o mesmo mito muitas vezes recontado .... "(Porter, 74-75)

Em sua discussão sobre esta releitura de mitos, Porter relata os comentários do escritor grego Diodoro da Sicília  (c. 90-27 aC) que os deuses egípcios são chamados por muitos nomes, tais como vários colegas gregos. Em seguida, ele aborda os mitos órficos, que incluem o do deus grego Dionísio, "desenvolvido pela primeira vez por volta do sexto século antes de Cristo, no leste." Porter posteriormente diz:

"O ciclo da natureza, refletida no mito de Dionísio de [sic] a morte eo renascimento, ligada à colheita, enfatizou a promessa de uma nova vida para aqueles que seguiram o culto ....

"Um segundo culto pena relato é o de Isis. Esse culto foi sem dúvida o mais importante das religiões de mistério do Império Romano. A figura de Isis foi identificado com Demeter ... mas desenvolveu o seu próprio culto, bem refletida em evidência a partir de Egito durante o período romano, especialmente em termos de saúde e superação da doença. " (Porter, 75)

Próxima Porter relata a história da ressurreição do deus egípcio Horus do da morte conforme relatado por Diodoro  (1.25.6), acrescentando:

"A palavra usada para ressuscitou dentre os mortos é αναστησαι [anastesai], amplamente utilizado no Novo Testamento  para "ressurreição" também. Este mesmo poder, evidenciado também na de Isis marido / irmão Osíris, foi, então, em certo sentido, transferido para tudo mais tarde inicia, que passou por um processo de iniciação no culto de Ísis. " (Porter, 76)

Assim, no mito de Horus emerge uma ressurreição ou anastasis , usando o termo preciso encontrada no Novo Testamento mais tarde, no século antes revivification suposta de Cristo. Este fato é muito significativo na medida em que demonstra mais uma ligação sólida entre as religiões egípcias e cristãs ....

A celebração cristã da "Páscoa", o suposto momento da morte e ressurreição de Cristo, segue uma data itinerante tradicionalmente colocado na primeira lua cheia após o equinócio da primavera, o que tem ocorrido ocasionalmente durante o período de três dias equinocial, como fez em 2008 . Esta data errante indica que a paixão e ressurreição de Cristo não é "histórica", com a sua colocação após a lua cheia após ou no equinócio vernal, demonstrando sua astrotheological natureza em vez ....

O "Christos" não é apenas o sol triunfando sobre as trevas como o dia se torna mais longo do que a noite, mas também é a luz do sol na lua, como as ceras de Lua e diminui mensal. Por isso, a lua cheia representa também "ressurreição", do sol e do tema dentro do cristianismo também parece ter sido influenciado por entrada na lua de Osiris no equinócio vernal também. Que a data da morte e ressurreição de Cristo é baseado em Astrotheology  é thorougly demonstrado na discussão do assunto pelos pais da Igreja antiga, incluindo os escritores da Alexandria ou pascal Chronicle, também chamada de "Páscoa Chronicle" (3 ​​ª a cento 6a/7a. AD / CE). Nesse texto, os autores gastam tempo significativo calcular as datas adequadas para a Páscoa, com base em astrotheological  considerações . Em qualquer caso, a divindade renascer ou levantado no equinócio vernal ou primavera é um tema recorrente não representando um personagem "histórica", mas sim um fenômeno natural, ou seja, da Primavera .

Sóis de Deus: Krishna, Buda e Cristo Unveiled

Contrariamente à crença popular, a Páscoa não representa a crucificação "histórica" ​​e ressurreição de Jesus Cristo. Na realidade, o conto evangelho reflete o "crossification" anual do sol através do equinócio vernal (primavera), momento em que o sol está "ressuscitado", como o dia começa a tornar-se mais longo do que a noite.

Ao invés de ser um feriado "cristão", celebrações da Páscoa remontam a mais remota antiguidade e são encontrados em todo o mundo, como o desabrochar da primavera não escapou à observação dos antigos, que reverenciavam esta época do ano se renova a vida, quando o inverno tinha passado e o sol "nasceu de novo". O "pagão" Páscoa é também a Páscoa, e Jesus Cristo representa não só o sol, mas também o Cordeiro Pascal ritualmente sacrificado todos os anos por uma série de culturas, incluindo os egípcios, possivelmente já em 4000 anos atrás e continua até hoje na alguns lugares.

Páscoa Volta ao Mundo

Páscoa é "Pessach", em hebraico, "Pascha", em grego ", Pachons" em latim e "Pa-Khonsu" em egípcio, "Khonsu" ser um epíteto para o deus sol Horus. No anglo-saxão, a Páscoa ou Eostre é deusa do amanhecer, correspondendo a Ishtar, Astarte, Astoreth e Isis. A palavra "Páscoa" tem a mesma raiz com o "leste" e "oriental", a direção do sol nascente.

" O Sol e a fertilidade frígio deus Átis, foi anualmente pendurado em uma árvore, morrendo e ressuscitando no dia 24 de março e 25 numa celebração da Páscoa, que ocorreu em Roma também"

O diretor mexicano festival solar foi realizada no equinócio da primavera, ou seja, a Páscoa, quando os sacrifícios eram feitos para sustentar o sol. Na Índia, o festival equinócio vernal é chamado de "Holi" e é especialmente sagrado para o deus Krishna.

O sol e da fertilidade frígio deus Átis  foi anualmente pendurado em uma árvore, morrendo e ressuscitando no dia 24 de março e 25, uma "celebração da Páscoa", que ocorreu em Roma também. As datas de março foram mais tarde aplicado à Paixão e Ressurreição de Cristo:

"Assim", diz Sir Frazer, "a tradição que colocou a morte de Cristo no dia vinte e cinco de março era antiga e profundamente enraizada É ainda mais notável. porque considerações astronômicas provar que ele pode ter tido qualquer fundamento histórico .... " Esta "coincidência" entre as mortes e ressurreições de Cristo e da Átis mais velho não foi perdida em primeiros cristãos, a quem ele angustiado e causou a usar o "diabo chegou lá primeiro" desculpa para a presença do motivo no paganismo pré-cristão.

Os ritos da "Adonis crucificado", outro deus salvador morrendo e ressuscitando, também foram comemorados na Síria na época da Páscoa. Como Frazer afirma:

"Quando refletimos como muitas vezes a Igreja tem habilmente inventado para plantar as sementes da nova fé no velho estoque de paganismo, podemos supor que a celebração da Páscoa de Cristo morto e ressuscitado foi enxertada sobre uma celebração similar do morto e ressuscitado Adonis, que, como vimos razão para acreditar, foi celebrada na Síria, ao mesmo tempo ".

A morte salvífica e da ressurreição na Páscoa do deus, o início como removedor do pecado, e da noção de tornar-se "nascido de novo", são todas as idades de idade Pagan motivos ou mistérios rehashed no cristianismo mais tarde. O todo-importante motivo de morte e ressurreição é exemplificado no "papiro mágico de Paris," um Pagan  texto aparentemente não afetado pelo cristianismo:

"Senhor, o nascer de novo eu perecer em que estou sendo exaltado, e tendo sido exaltado eu morrer, a partir de um nascimento que dá vida a nascer na morte eu estava, portanto, liberados e seguir o caminho que Tu fundou, como Tu tens ordenado e fizeste o mistério. "

É a Páscoa cristã ou pagã?

No conto evangelho, existem duas datas para a crucificação: o 14 º eo 15 º dia do mês de Nisan, e dentro do cristianismo foi debatida a data para a Páscoa há séculos. Continua a haver duas datas para a Páscoa: a católicos ocidentais e orientais ortodoxos, demonstrando, assim, que este feriado não é a data histórica da crucificação real de um homem particular. As datas são, de fato, astronômico, astrológico e astrotheological.

Ao explicar esta data itinerante, um "distinto eclesiástico", como historiador da Igreja Católica Eusébio chamou, Anatólio, revelou o significado da Páscoa e de Cristo, assim como o fato de que a astrologia era uma ciência conhecida e respeitada usado no cristianismo. Disse Anatólio:

"Nesse dia [22 de março] o sol encontra-se não só por ter alcançado o primeiro signo do Zodíaco, mas já estar passando pelo quarto dia dentro dele. Este sinal é geralmente conhecido como o primeiro dos doze, o equinocial assinar, o início do mês, a cabeça do ciclo, e início do curso planetário .... Aristóbulo acrescenta que é necessário no Festival de Páscoa, que não só o sol, mas a lua também deve estar passando por um sinal equinocial. Há dois desses sinais, uma na Primavera, uma no outono, diametralmente opostos um ao outro .... "

Ao estabelecer o "festival pascal," Igreja pai Anatólio, assim, com base em seus cálculos das posições do sol e da lua durante o equinócio vernal.

Cristo como o Herói Solar

A necessidade de tempo, a celebração da Páscoa - ou ressurreição  - para coincidir com o equinócio vernal demonstra que "Cristo" não é um personagem histórico, mas o Sol .  Este fato da Páscoa ser a ressurreição do Sol tem sido bem conhecido há séculos, assim como nascimento "do Salvador" no solstício de inverno tem sido reconhecida como um outro motivo solar. Outra dica óbvia quanto à natureza de Cristo é o fato de que o "Dia do Senhor" é Sun dia.

"Cristo é  o Sol da Justiça, com raios divinos."

Quanto Páscoa, na sua "Carta I. para 329" Bispo de Alexandria Atanásio (c. 293-373) observa, "Mais uma vez," Sol da Justiça ", fazendo com que seus raios divinos a subir em cima de nós, proclama de antemão o tempo do festa, em que, obedecendo a Ele, devemos celebrá-lo ... "Cristo é, portanto, o Sol da Justiça, com" raios divinos ".

Os cálculos da Páscoa foram recalculados no século VII pelo autor cristão (s) do pascal Chronicle ou Alexandria Chronicle, que procura estabelecer uma cronologia cristã de "criação" para o ano de 628. Pascal Chronicle determina a data adequada para a Páscoa como 21 de março ea data da ressurreição de Cristo como 25 mar (ou meia-noite, 24 de março, três dias após o início do equinócio). Em seus vários cálculos, o autor discute Chronicle ciclos solares e lunares, incluindo o ciclo lunar de 19 anos, pelo qual ele avalia a crucificação e ressurreição, concluindo: "Isto é consistente com as determinações anteriores de homens respeitáveis ​​no cálculo do celestial corpos ". A saber, a morte ea ressurreição de Cristo são baseados em Astrotheology .

O autor Chronicle confirma ainda mais que o cristianismo é uma continuação do antigo "pagão" religião astrotheological quando afirma que a "Anunciação de Nossa Senhora", ou seja, a concepção de Cristo, pela Virgem Maria , da mesma forma ocorreu em 25 de março, o equinócio vernal , exatamente nove meses antes da data de nascimento 25 de dezembro, o renascimento anual do sol .

Dionisíaco Festival da Primavera

Também analisou em detalhe na DME  é a profunda ligação entre Moisés e do deus grego solar e vinho Dionísio / Baco. Como é de se esperar, a ênfase no equinócio vernal ocorre na religião dionisíaca, bem como, durante os quais o deus e sua arca foram levadas em procissão. No que diz respeito a associação de Baco com o equinócio vernal, historiador grego Pausânias (c. 110-180 AD / CE) afirma:

Acima Migonium é uma montanha chamada Larysiumi sagrado para Dionísio, e no início da primavera, realizar um festival em honra de Dionísio, e entre as coisas que eles dizem sobre o ritual é que eles encontram aqui um monte de uvas maduras. ( Descrição da Grécia 3.33.2).

Esta história faz lembrar o conto bíblico dos espiões que entram na Terra Prometida doze e descobrem enormes uvas em Números 13:23, disse ter ocorrido no ano novo ou equinócio de primavera:

E eles vieram para o vale de Escol. E dali cortaram um ramo com um único cacho de uvas, e levou-a em um poste entre dois deles; trouxeram também algumas romãs e figos.

A palavra hebraica אשכל  "Eshkol  significa "cluster" (H812) e parece que o vale foi nomeado para um deus uva semita por esse nome. A numeração dessas 12 espias como representando os chefes de cada tribo de Israel é importante porque na antiguidade entendia-se que as tribos simbolizavam os 12 signos do zodíaco, como explicado por escritores judeus Philo (Moisés 1.34.188-189; Da Fuga 33:184-186)  e Josefo (Ant.3.7) durante o primeiro século AD / CE.

Belos Prados e Ramos

O tema báquico primavera envolve também a peregrinação no deserto, junto com a ênfase na Ram ou Cordeiro;

O Legislador dos judeus fixa o início do seu ano no mês de Nisã, no Equinócio da Primavera, altura em que os israelitas marcharam temporada fora do Egito e foram aliviados de sua longa servidão; em comemoração dos quais Êxodo, comeram o cordeiro pascal no Equinócio. E quando Baco e seu exército havia muito tempo marcharam em desertos em chamas, eles foram levados por um cordeiro ou carneiro em belas planícies, e as molas que regadas do Templo de Júpiter Ammon.

No mito dionisíaco os "prados queimando" e "deserto desolado" são metáforas para os meses de inverno, tradicionalmente secas nas regiões em causa durante esse tempo. A entrada para a "terra prometida" e "belos prados" é a renovação da primavera, com o templo aquático de aspecto carneiro do deus pai simbolizando as novas chuvas anos.

Durante o primeiro milênio a.C; a ênfase foi feita no carneiro como denotando o equinócio vernal, na constelação de Áries. Neste sentido, ortodoxo rabino Avraham Greenbaum narra a tradição do Êxodo, na primavera como ocorrendo em Áries:

continua parte final...

 

Comentário de Oiced Mocam em 28 setembro 2013 às 22:59

A Bíblia de acordo com Thomas Jefferson

 

Por: Raul Lord 

Após um dia duro de trabalho, um presidente senta-se em sua cadeira na Casa Branca, e se prepara para algo mais agradável, pega duas Bíblias, abre-as nos Evangelhos e com uma faca (ou talvez uma navalha) e começa a recortar as bíblias, uma depois da outra. Este era Thomas Jefferson no ano de 1804. Com este trabalho metódico, Jefferson recortou as partes da bíblia com que concordava e as colava em um portfólio, o restante ele deixou para trás em bíblias mutiladas.

Com estes recortes o presidente escreveu um livro chamado "A Filosofia de Jesus de Nazaré." Que se perdeu e está até hoje perdido, ele só chegou a mostrar para um punhado de amigos, e nunca o publicou.

Mas dezesseis anos depois, ele fez outro. Em 1820, aposentado da política, depois do seu segundo mandato como presidente, Jefferson sentou-se novamente, com a idade de 77, para editar a Bíblia. Ele comprou seis Bíblias e duas em Inglês, duas em francês, e duas contendo tanto latim quanto grego e as cortou seguindo o mesmo padrão, criando uma segunda versão editada do Novo Testamento, em quatro línguas.

 

Ele manteve as palavras de Jesus e alguns de seus atos, mas deixou de fora os milagres e qualquer sugestão de que Jesus é Deus. Como o próprio Jefferson descreveu em uma carta a John Adams, lapidando as peças dignas da Bíblia "como distinguir diamantes em um monturo." E estas partes úteis eram facilmente distinguíveis do inútil.

 

O nascimento virginal não é relatado. Bem como Jesus caminhando sobre as águas, multiplicando os pães e peixes, e ressuscitando Lázaro dentre os mortos, etc.

 

Esta nova versão de Jefferson termina com o enterro de Jesus na Sexta-Feira Santa. Não há ressurreição, nem domingo de Páscoa. Jefferson chamou esta versão "A Vida e moral de Jesus de Nazaré". 

 

Ele acrescentou dois mapas da Terra Santa, e enviou os suas oitenta e seis páginas a Frederico Mayo, que os encadernou em uma capa de couro vermelho elegante.

Esse livro está atualmente em exposição no Museu Smithsonian em Washington, DC, juntamente com duas das Bíblias que Jefferson cortou para criá-lo.

 

Esta exposição com certeza gerará algumas perguntas: Por que um dos Fundadores da America recortaria Bíblias? Foi um ato sincero ou apenas blasfêmias? Jefferson era um cristão ou um herege? 

 Não tem como responder facilmente estas perguntas, mas uma coisa é certa, um dos maiores presidentes que os Estados Unidos já tiveram, o autor da Declaração da Independência, não seria eleito hoje, este fatiamento de bíblias certamente bombardeariam sua campanha e afastaria dele a maioria dos eleitores.

Jefferson acreditava que nenhum governo tinha o direito de impor qualquer religião a qualquer indivíduo. Ele cunhou a famosa frase "muro de separação entre Igreja e Estado". 

Quando Jefferson concorreu à presidência contra John Adams em 1800, este e seus aliados distorciam a defesa de Jefferson da liberdade de religião para retratá-lo como um inimigo de Deus. William Linn, um ministro de Nova York, afirmou que votar nele seria "uma rebelião contra Deus".

Apesar de tudo isso, Jefferson foi eleito e foi o grande presidente que foi.

 Quer provar que Jefferson era um cristão comprometido? É fácil. 

Jefferson escreveu: "Eu sou um cristão verdadeiro, isto é um discípulo das doutrinas de Jesus." Ele chamou os ensinamentos de Cristo "o código mais sublime e benevolente da moral que já foram oferecidos ao homem." Convidou também a voltar aos simples preceitos e sem sofisticação de Cristo. "Ele sugeriu que a derrota de Napoleão prova que temos um Deus no céu".

Quer provar que Jefferson era um ateu militante? Isso também é fácil. 

Jefferson escreveu que "Jesus não queria impor-se sobre a humanidade como o filho de Deus". Ele chamou os escritores do Novo Testamento "ignorantes, homens iletrados", que produziram "superstições, fanatismos e mentiras". Ele chamou o apóstolo Paulo o "corruptor das primeiras doutrinas de Jesus." Ele rejeitou o conceito da Trindade como um "Abracadabra simples dos saltimbancos que se autodenominam os sacerdotes de Jesus".

Ele acreditava que o clero usou a religião como um artifício "apenas para surrupiar a riqueza e o poder para si mesmos" e que "em cada país e em cada época, o sacerdote tem sido hostil à liberdade". E ele escreveu em uma carta a John Adams que

"chegará o dia em que a fecundação milagrosa de Jesus, por um ser supremo como seu pai no ventre de uma virgem, será classificado [junto] com a fábula da geração de Minerva no cérebro de Júpiter".

Em 2009 Cari Haus, um escritor cristão, publicou O Reverso da Bíblia de Jefferson, que contém as partes ficaram de fora da versão de Jefferson. Haus também emitiu um "aviso" para Jefferson na forma de uma citação do livro do Apocalipse: "E se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida”. O Haus não fez foi citar como Jefferson descreveu o livro de apocalipse: “Apenas os delírios de um maníaco”.

O que os críticos do trabalho de Thomas Jefferson ignoram é que mesmo as pessoas que leem a Bíblia regularmente costumam ler apenas partes dela. As pessoas leem de forma seletiva. Mesmo as que se dedicam a leitura integral da bíblia, ignoram certos trechos como uma espécie de memória seletiva, deixando passar suas contradições e seus absurdos. Eles leem as partes que eles acreditam ou as partes que lhes dão conforto, esquecem que leram o resto (quando realmente se dedicaram a leitura integral). Para a maioria das pessoas, a Bíblia é um trabalho de recortar e colar. E Jefferson levou isto ao pé da letra, realmente levando uma tesoura ou uma faca e realmente amputa as peças que ele não acha que deveria estar lá.

A Bíblia Jefferson nunca foi publicada, ele a fez apenas para seu próprio uso, em suas leituras religiosas dentro de sua intimidade.

Após o término da exposição, o livro será mantido em um quarto escuro livre de umidade e "traças".

Fonte: http://thehumanist.org/  

Postado por LiHS Ceará

Colaborou,

Oiced Mocam

 

Comentário de Oiced Mocam em 1 maio 2013 às 15:54

A verdade por trás do mito Jesus (mais um entre vários)

Discrepâncias nos relatos do nascimento e genealogia de Jesus. Há problemas enormes com as narrativas do nascimento sob uma perspectiva histórica.

As diferenças entre os relatos são notáveis. Praticamente tudo o que é dito em Mateus falta em Lucas, e nenhuma história de Lucas aparece em Mateus. Mateus menciona sonhos de José que estão ausentes em Lucas; Lucas menciona visitas de anjos a Isabel e Maria que não estão em Mateus.

Mateus relata uma história típica da mitologia, os “magos do oriente” (que não eram reis, nem eram três, mas mais de um.) As alcunhas “Gaspar”, “Melquior” e “Baltazar” são de textos do século 5. Os personagens de Mateus foram inspirados em sacerdotes do zoroastrismo, uma religião persa ligada à astrologia – “daí a estrela de Belém” e os “vindos do oriente”, onde ficava a Pérsia (hoje se chama “Irã”). Temos uma estrela guiando os magos, que essa estrela paire sobre Jerusalém, depois, recomece, leve-os a Belém e pare de novo “exatamente” acima da casa onde o suposto Jesus nasceu? Que tipo de estrela seria essa? Uma estrela que se move devagar o bastante para que os magos a sigam a pé ou a camelo.  Para, recomeça, e para novamente? E como exatamente uma estrela para sobre uma casa? E assim ainda até hoje ainda temos três iranianos nos nossos presépios. Realmente um acontecimento “milagroso”.

Mateus relata além dos magos, o massacre de crianças por Herodes. Bem, já sabemos quanto ao registro histórico que não há nenhum relato, em qualquer fonte antiga, sobre o rei Herodes rei dos judeus massacrar crianças em Belém, ou seus arredores, ou em qualquer outro lugar. Os problemas históricos em Lucas são ainda maiores. Para começar, nós temos registros relativamente confiáveis do reinado de César Augusto, e em nenhum deles há qualquer referência a um censo do império inteiro, para o qual todos teriam de se registrar retornando ao lar de seus ancestrais. Não há nenhuma referência a um censo assim em qualquer fonte antiga, a não ser em Lucas. Então porque ele diz que esse censo aconteceu? A resposta pode parecer óbvia. Ele queria que Jesus nascesse em Belém, embora soubesse que era de Nazaré. Mateus também, mas ele fez com que Jesus nascesse lá de modo diferente. Ele nasceu em Belém, nem no Natal.

Segundo Mateus, qual era a cidade de José e Maria? Sua reação natural seria dizer Nazaré. Mas apenas Lucas diz isso. Mateus não fala nada sobre isso. Ele menciona José e Maria pela primeira vez não em relação a Nazaré, mas em relação a Belém. Os magos que estão seguindo uma estrela  o que presumivelmente demorou algum tempo) vão adorar Jesus em sua casa, em Belém. José e Maria evidentemente vivem lá. Nada é dito sobre uma estalagem e uma manjedoura em Mateus. Além disso, quando Herodes “massacra” as crianças, instrui os soldados a matar todas as do sexo masculino com até dois anos de idade. Isso indica que Jesus “nasceu” algum tempo antes do aparecimento dos magos. De outra forma, a instrução não faria muito sentido: certamente, até os soldados romanos, eram capazes de reconhecer que um menino andando no pátio não poderia ser um bebê nascido na semana anterior. Portanto, José e Maria ainda estão vivendo em Belém meses, ou até mesmo um ano ou mais, após o nascimento de Jesus. Então, como Lucas pode estar certo quando diz que são de Nazaré e voltaram para lá apenas cerca de um mês após o nascimento de Jesus? Além disso, segundo Mateus, depois que a família foge para o Egito e, a seguir, retorna, com a morte de Herodes, eles inicialmente planejam voltar à Judéia, onde fica Belém. Mas não podem fazer isso porque Arquelau é o governante, então se transferem para Nazaré. No relato de Mateus, eles originalmente não são de Nazaré, mas de Belém.

Mateus relata a fuga para o Egito, a Santa Família desviando da Judeia no retorno a Nazaré, tudo isso ausente em Lucas. Lucas tem o nascimento de João Batista, o censo de César, a viagem a Belém, a manjedoura e a estalagem, os pastores, a circuncisão, a apresentação no Templo e o retorno para casa imediatamente depois – tudo isso ausente em Mateus. É possível que Mateus esteja contando parte da história, e Lucas o restante dela, de modo que estamos certos ao combinar os dois relatos todo o mês de dezembro, em um quadro vivo de Natal no qual temos os pastores e os magos, a viagem de Nazaré a fuga para o Egito. O problema é que, quando você começa a estudar as narrativas atentamente, não há apenas diferenças, mas também discrepâncias que parecem difíceis, se não impossíveis de conciliar.

Se os Evangelhos estão certos quanto ao nascimento de Jesus ter ocorrido durante o reinado de Herodes, então Lucas também não pode também estar certo sobre ter acontecido quando Quirino era governador da Síria. Quirino só se tornou governador da Síria em 6 d.C., dez anos após a morte de Herodes.

Há diferenças e narrativas que não podem ser conciliadas. Por que tantas diferenças? A resposta parece óbvia. O que os críticos históricos dizem há muito tempo sobre esses relatos do Evangelho é que ambos estão tentando enfatizar os mesmos dois pontos:

Que a mãe de Jesus era virgem (por achar que era o que as escrituras previam, adotando a versão grega de Isaías 7,14, ignorando contudo, que o texto hebraico de Isaías usa a palavra “almah”, que significa simplesmente “uma jovem”, sem nenhuma implicação de virgindade) e que ele nasceu em Belém. Parece praticamente certo que o dogma do nascimento virginal, e boa parte da consequente ansiedade no mundo cristão a respeito do sexo, são produto de uma tradução errada do texto hebraico. Outro golpe contra a doutrina do nascimento virginal é que os outros dois evangelistas não ouviram falar a respeito. Tanto Marcos como João parecem constrangidos com as acusações de ilegitimidade de Jesus, mas nunca mencionam sua origem milagrosa. São Paulo afirma que Jesus “nasceu da semente de Davi, de acordo com a carne” e “foi nascido de mulher”, sem nenhuma referência à virgindade de Maria.

E por que ele teria nascido em Belém? Mateus acerta na mosca: há uma profecia o livro de Miqueias do Antigo Testamento de que um salvador virá de Belém. Eles tinham de inventar e apresentar uma narrativa (mentira fabricada) que explicasse como ele vinha de Nazaré, na Galileia, uma aldeia da qual ninguém tinha ouvido falar, mas tinha nascido em Belém, terra do rei Davi, ancestral real do Messias. Para fazer com que Jesus nascesse em Belém (onde por falar nisso, nunca é mencionado qualquer “estábulo”), mas fosse criado em Nazaré, separadamente, ofereceram soluções que sem dúvida pareciam plausíveis a eles.  Mas o historiador consegue identificar as inconsistências em cada narrativa, e o leitor atento pode ver que quando as histórias são colocadas lado a lado (lidas horizontalmente), contradizem uma à outra em diversos pontos fundamentais. Se os apóstolos não sabem, e ainda nesse caso ainda prejudicada pelo Evangelho de João, que parece sugerir que Jesus nem nasceu em Belém nem era descendente do rei Davi.  Se os apóstolos não conseguem entrar em acordo, qual o valor disso para a minha análise? Existem “provas” demais e evidências de menos.

Como vimos, surgem erros (e são milhares) quando a Bíblia é estudada historicamente. Conforme ainda Bart D. Ehrman, um dos maiores especialistas em estudos bíblicos. Surgem erros quando a Bíblia é estudada historicamente. Se duas descrições de um acontecimento são contraditórias em seus detalhes, os dois relatos não podem ser historicamente corretos. Um deles está historicamente errado, ou ambos estão, mas os dois não podem estar certos, pelo menos em relação ao que realmente aconteceu.  Bem era de esperar, quando se trata de livros pseudepigráficos, e que a fraude literária cristã e suas motivações no mundo antigo eram comuns. Têm-se numerosas falsificações e documentos forjados fora do Novo Testamento, por que não dentro dele (ninguém sabe quem escreveu os livros)? Crentes aceitam a alegação cristã por fé, não com base em provas. Já é hora de reconhecermos que não há razões para acreditarmos num livro com um conteúdo tão trivial, e mesmo assim, ser considerado produto de onisciência. Não pode haver provas!

Só para lembrar, que nos Manuscritos do Mar Morto, coleção de documentos produzidos entre 200 acc. e 70 d.C., não se encontrou neles referência direta e menções a Jesus ou Batista.

Fontes:

Sam Harris: Carta a uma nação cristã”

Bart D. Ehrman: “...Quem mudou a Bíblia e por quê”

Comentário de Ivani de Araujo Medina em 30 março 2013 às 16:09

 

Oiced Mocam

Experiência de pastor de verdade: a diferença entre a cabra e a ovelha é que a cabra é inteligente e a ovelha estúpida. Se num rebanho de ovelhas se soltar uma cabra elas a seguirão. Se a cabra cair por acidente suas seguidoras também cairão, a despeito do que estarão vendo.

Será que existe alguma relação? rsrsrsrs

Continue escrevendo, pois estou achando ótim e já salvei no favoritos.

Abraço e obrigado.

Comentário de Oiced Mocam em 29 março 2013 às 23:54

No princípio, Deus criou o céu e a terra”.

Eva foi a primeira transgressora pecaminosa? Não!

Qual foi a primeira mentira bíblica dita por Deus? Então Deus criou teólogos para resolver o problema.

 Com essas palavras simples mas fantásticas, começa o Gênesis, o primeiro livro da Bíblia. A criação inteira levou 6 (seis) dias, mas o Universo é bilhões de anos mais velho, com estrelas novas que constantemente se formam. Terá sido um ser todo-poderoso e sobrenatural que criou (as plantas antes do sol ?),e segundo seu desejo e vontade, o céu, a terra e depois o homem, à sua semelhança?

O problema intransponível surge quando os criacionistas insistem em que nós, a humanidade, o Homo sapiens sapiens, fomos criados instantaneamente por "Deus".

"Então o senhor Deus modelou o homem com a argila do solo, insuflou em suas narinas um hálito de vida e o homem se tornou um ser vivente."

Esse é o relato da criação do Homem segundo o Capítulo 2, verso 7 do livro do Gênesis - segundo a versão moderna e a inglesa do rei James; e é o que os criacionistas fanáticos acreditam piamente.

Se eles lessem o texto em hebraico - que, afinal, é o suposto  original -, descobririam, em primeiro lugar, que o ato da Criação é atribuído a um certo Elohim - um termo plural que deveria ser traduzido, pelo menos, por "deuses" e não "Deus". Em segundo lugar, ficariam sabendo que o verso também explica como "Adão" foi criado: "porque não havia um Adão para cultivar o solo". Esses dois indícios são importantes - e incertos a respeito de quem criou o homem e por quê.

Naturalmente, existe outro problema no Gênesis 1:26-27, uma versão anterior da criação do homem. Primeiro, de acordo com a versão do rei James e outras, "Deus disse:  

Façamos o homem a nossa imagem, como nossa semelhança"; a seguir, a sugestão é executada: "Deus criou o homem a sua imagem, à imagem de Deus ele o criou, homem e mulher ele os criou".

O relato bíblico fica mais complicado na narrativa seguinte do Capítulo 2, "Adão" ficou só até Deus dar-lhe uma companheira feita de sua costela (o primeiro caso de clonagem). No livro em que Deus explica como Ele fez tudo isso, em um capítulo Ele disse que criou Adão e Eva do pó ao mesmo tempo, mas em outro capítulo Ele disse que criou Adão primeiro, e depois criou a Eva de uma das costelas de Adão.  Isso causou confusão no vale da sombra da dúvida. Então Deus criou teólogos para resolver o problema.

 Enquanto os criacionistas acham difícil decidir qual é a versão dogmática, sine quo non, ainda existe o problema do pluralismo. A sugestão da lenda da criação do Homem vem de uma entidade plural que fala a uma audiência plural:

"Façamos um Adão a nossa imagem, como nossa semelhança".

Os que acreditam na Bíblia devem se perguntar: o que está acontecendo?

Iahweh Elohim disse:

“Não é bom que o homem esteja só. Vou fazer uma auxiliar que lhe corresponda'".

Na Bíblia, o doador é Adão. Ele recebe “anestesia” geral e adormece. É feita uma incisão e retirada uma costela. A carne é puxada para fechar o corte e o paciente fica descansando e se recuperando. Infelizmente, a Bíblia não descreve os procedimentos feitos em Eva com silicone ou sem. Observe que a medicina naqueles tempos já era bem avançada! Adão e Eva o primeiro casal depois descobriram sua sexualidade e adquiriram o "conhecimento". Segue-se um longo diálogo. Adão e Eva escondem-se quando ouvem os passos de Iahweh, "que caminhava no jardim de uma cobra falante à brisa do dia". Iahweh chamou o homem: "Onde estás?" Estranho, um Deus não saber onde estava! É uma conversa e tanto. A tagarelice começou com Eva. Não é só a deidade que sabe falar. Adão e Eva também falam e entendem a conversa de Iahweh. Assim, em que língua conversaram? Ah, sim, Deus é  poliglota!

Eva foi a primeira transgressora pecaminosa? Bobagem. Tanto Eva como Adão eram uns ingênuos, uns babacas. Acreditaram na propaganda enganosa da serpente, e por causa disso foram expulsos do Paraíso, transformando-se nos primeiros sem-teto da História. Não, Eva não tinha a vocação de transgressora.

Quem criou a transgressão, ao menos a transgressão feminina, foi outra imaginária mulher pecaminosa. Foi Lilith. Lilith foi a primeira mulher de Adão. Enquanto Eva foi criada a partir de uma costela do primeiro homem, Lilith, como o próprio Adão, tinha sido fabricada a partir do barro. A mesma matéria-prima, portanto, a indicar uma igualdade. Outra lenda, fantasia!

Mas uma das coisas mais curiosas sobre as “mentirinhas” de Deus é a famosa “primeira mentira”. Este é um argumento muito usado pelos ateus porque é interessante e sugestivo. Se perguntarmos a um crente medianamente informado sobre o Gênesis e a origem do homem segundo a Bíblia: Qual foi a primeira mentira? Acredito que depois de pensar um pouco responderia:

“A primeira Mentira foi dita por Satanás a Eva”, e neste caso o crente estaria se referindo a Gênesis 3:4-5. Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal..).

Mas esta é a primeira mentira? Não, a primeira mentira é essa: Gênesis 2:16-17. E ordenou o SENHOR Deus ao homem, dizendo:

De toda a árvore do jardim comerás livremente. Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás, obviamente isto é mentira, no dia em que Adão comeu deste fruto não morreu. A prova está em Gênesis 5:3-5.E Adão viveu novecentos e trinta anos, e gerou um filho à sua semelhança, conforme a sua imagem, e lhe pôs o nome de Sete. E foram os dias de Adão, depois que gerou a Sete, oitocentos anos, e gerou filhos e filhas.E foram todos os dias que Adão viveu novecentos e trinta anos, e morrrrreu.), ou seja, ele viveu muito tempo depois que comeu o fruto da árvore. Como se pode ver, a primeira mentira foi dita pelo próprio Deus e não por Satanás como geralmente se costuma crer. Também sabemos que os crentes possuem milhares de desculpas para justificar isto, sejamos sinceros, não é algo muito suspeito?

O poder da mulher e sua capacidade de gerar vida já muito sagrado, mas ameaçava a ascensão da Igreja Católica predominantemente masculina. De forma que o sagrado feminino foi demonizado e considerado impuro. Foi o homem, não Deus, que criou o conceito de “pecado original”, mediante o qual Eva provou da maça (fruta)e causou a queda da raça humana. Lamentavelmente, a filosofia cristã decidiu fraudar o poder criador da mulher, ignorando a verdade biológica e tornando o homem Criador. A mulher se tornou uma ramificação do homem. E, ainda por cima, pecaminosa. Os poderosos dos primórdios da Igreja Católica, “traíram” o mundo, propagando mentiras que desvalorizam o feminino, fazendo a balança pender para o lado masculino. Conseguiram converter o mundo do paganismo matriarcal, para “reeducar” os adeptos de religiões pagãs e adoradores de deidades femininas durante três séculos, para o cristianismo patriarcal (olha aí a dominação social), através de uma campanha de demonização do sagrado feminino, eliminando a deusa da religião moderna para sempre.

Tertuliano, um dos Pais da Igreja que desprezou os gnósticos, assim escreveu a um grupo de mulheres cristãs:

 Sois a porta do inferno...Sois aquela que persuadiu aquele que o diabo não ousava atacar...Sabeis que sois cada uma de vós uma Eva? A sentença de Deus sobre o vosso sexo subsiste nesta época; a culpa, necessariamente, subsiste também. “(De cultu feminarum 1.12)

Os estudiosos da Bíblia já sabem que a redação e o resumo que os compiladores do livro do Gênesis fizeram foram baseados em textos bem mais antigos e detalhados, primeiro escritos em sumério.

A interpretação bíblica põe no princípio uma ideia, Deus, cuja autoridade absoluta torna e qualquer dúvida ou interrogação desnecessária e cuja vontade fez surgir o homem e o mundo tal como se apresentam. Ele criou o universo e dois anexos: o Céu e o Inferno.

Na primeira versão da Bíblia, Deus criava o mundo em apenas um dia e fazia isso com a ajuda do homem.

Não admira, portanto, que a ideia de um Deus, Alá, criador, único, tenha derrotado e extinguido, complicados mitos politeístas em vastas regiões do mundo e ainda hoje metade da população mundial crê nas primeiras palavras do Livro Sagrado.

Muitas vezes, as histórias de nossa origem careciam de lógica interna, pelo que as explicações ou os deuses adicionais, se viram forçados a suprir as carências lógicas dos mitos , como acontece até hoje. Esse tipo de lacuna abalou finalmente até a inquestionável autoridade do Gênesis.

 Há mais de um século, quando foi decifrada a escrita das tábuas descobertas nas ruínas da antiga Mesopotâmia, percebeu-se que certos textos relatavam a história bíblica da Criação, um milênio antes de ser compilado o Velho Testamento. Origens babilônicas do mito de Adão e Eva : Grande parte da Bíblia, principalmente o Gênesis, se baseia em uma mistura de mitos babilônicos. Em lugar de começar do zero, os hebreus os adotaram como se fossem um fato da vida, mas, em repúdio ao politeísmo dos mitos originais, eles os reinterpretaram e, em muitos casos, inverteram o contexto e o significado das narrativas. A criação de Eva a partir de uma costela de Adão deve ter vindo do mito sobre a deusa Nin-Ti, criada para curar a costela de Enki. Ao inverter este mito, os judeus transformaram o Eden num lugar ideal, onde o homem foi posto por Deus para cuidar de seus jardins, vivendo em paz com os animais. Após o pecado, ou seja, após comer da fruta proibida, percebeu que estava nu, foi expulso e teve que cultivar a terra.

Como lembrado aqui já pelo Ivo.  Por um lado, foram os próprios crentes que, através de uma interpretação demasiado literal da Bíblia, levantaram dúvidas acerca da veracidade da Sagrada Escritura. Em 1650, o teólogo inglês James Ussher, entre outros, deduziu que Deus criou o mundo no ano 4004  a.C.  Bem,  deve ter sido numa Segunda-feira, no dia 1º de Abril, dia da mentira. Por outro lado, as discrepâncias entre as palavras da Bíblia e as próprias não cessaram de aumentar. Deus criou a Terra há 6 mil anos atrás? Como se explica que os diamantes que levam milhões de anos para se formar? Quem os criou?

Eis a explicação perfeita e irrefutável.

Por quê? Ora, porque está na Bíblia! Se está escrito na Bíblia, foi o que aconteceu.

Jeová criou o Céu e a Terra. Mesmo que existam duas histórias da criação muito diferentes  no Gênesis.  Pronto. Não há o que se discutir… Mas aquele trecho da serpente conversando com a Eva… bom… aquilo era… tipo… uma alegoria? Claro que sim, né? Uma fábula, um mito, uma história bonitinha. Só me responde. Como você consegue diferenciar o que de fato aconteceu do que era pra ser apenas uma história bonitinha.

 A única “evidência” física que o crente tem de Deus é o seu “livro sagrado”. Infelizmente, é a “evidência” mais chocha que poderia haver. Se quisesse, o crente de inteligência mediana poderia facilmente enxergar a Bíblia como ela realmente é: uma coleção de mitos e fábulas, alguns descaradamente copiados de mitologias muito mais antigas.  A Bíblia é uma coleção de histórias da carochinha escritas por pessoas talvez meio instáveis, com uma queda para o fantástico e a violência ( e o Velho Testamento é repleto de casos de arrepiar os cabelos), milagres e profecias não realizadas. O esforço que o crente mais instruído faz para não perceber isso e, mais ainda, o seu empenho em revestir os contos bíblicos com uma película de “realidade” chega a ser comovente. Porque é preciso muito esforço intelectual para não enxergar o óbvio desse balbucio divino.

 O crente vê o mundo de uma forma enviesada, para não dizer desonesta: se uma coisa não está encaixando no que está escrito no livro dele, então mude-se essa coisa de forma que encaixe. A palavra de Deus não pode estar errada. Partindo dessa premissa, tudo o mais fica fácil. Invariavelmente, ele alega que é esse o subterfúgio usado pela ciência. Mas o que os cientistas fazem é reformular as teorias a partir de novos fatos, ao passo que o crente se obriga a distorcer todos os fatos para manter sua única teoria.

 O que eu acho mais interessante — se não mais ridículo — é que certos versículos da Bíblia, como o da Criação do universo, são usados na íntegra, como verdades universais incontestáveis, imutáveis, irrefutáveis e eternas. Isso, diga-se, quando o texto calha de ser “aprovado”. Quando não é o caso, tem sempre um “Não, mas…” e, a partir daí, o crente vai reinterpretar, repensar, reavaliar, revalidar, reconstruir, redefinir e reescrever a palavra universal, perfeita, incontestável, imutável, irrefutável e permanente de seu Deus.

E tem ainda a Bíblia editada por Marcião, que continha apenas o Evangelho de João, 11 cartas de Paulo e nenhuma página do Velho Testamento, bem diferente da que conhecemos hoje. Se as ideias do teólogo Marcião tivessem triunfado, hoje as histórias de Adão e Eva no paraíso, a arca de Noé e a travessia do mar Vermelho não fariam parte da cultura ocidental.  Mas, por volta de 170, o gnosticismo foi declarado proibido pelas autoridades eclesiásticas, e o primeiro editor da Bíblia cristã acabou excomungado.

Charles Darwin, já havia feito observações que apontavam  que todos os animais descendiam de um mesmo ex-símio ancestral comum. Charles Darwin, filho de Erasmo,  por meio de sua Teoria da Evolução, derrubou o homem do trono em que se encontrava ao julgar-se o “rei da criação”. A teoria da Evolução descreve como a vida se desenvolveu ao longo do tempo, e não como ela se originou.  

Hoje sabemos com toda a certeza, de que os humanos não foram criados instantaneamente  do pó e sopro, mas evoluíram em milhões de anos de formas mais simples de vida. Depois de criar os animais, Deus deixa a cargo de Adão dar nomes a eles (Gên:2-20).  Nomear os vários milhões de espécies devem ter mantidos Adão ocupado durante algum tempo. Porém os animais não foram criados  instantaneamente do chão, mas evoluíram em milhões de anos e ainda não temos todos os nomes deles. A cada ano são descobertas dez mil novas espécies de insetos.

Os cristãos e crentes no Criador, para conquistar o benefício dessa oferta maravilhosa, devem aceitar o fato de antes do suposto nascimento de J.C., houve o pecado de Adão. Que Eva nasceu da costela de Adão. A mulher se tornou uma ramificação do homem. Estava criado o cenário do drama humano, ainda por cima “pecaminoso”.

Se Adão e Eva estavam predestinados a comer da fruta, por que foram punidos por isso? Quem é o verdadeiro culpado, se o que fizeram foi sob supervisão divina?

A partir de então, o "pecado" será uma questão que afeta não apenas o relacionamento dos seres humanos com o Deus judaico-cristão, mas também seu relacionamento com os outros, alvo de seus atos intencionais e violentos. O mesmo Adão que gerou o seu primeiro filho aos cento e trinta anos, teria vivido mais oitocentos.

Porque criou deus um casal humano em idade adulta? Nunca foi lido nada sobre a idade deles, poderiam ter nascido como bebês, mas isso seria absurdo porque deste modo não viveriam, não entenderiam nada nem teriam autonomia de locomoção. Surgiram em idade adolescente cheios de vigor e capazes de se reproduzirem? A Bíblia conta dez antepassados desde Adão, o primeiro homem até o Dilúvio. Eu acho que privar temporariamente os primeiros homens do sexo já foi um ato criminoso do deus e, por isso, deveria ser condenado e castigado!

Deus foi verdadeiramente sadomasoquista quando tratou desta maneira aquele "casal", na fase mais feliz (?) da sua vida…!  Mas ele fez mais: introduziu deliberadamente o diabo no paraíso e não avisou os seus amigos, Adão e Eva! Aqui está uma deslealdade incomensurável, outro crime que nunca um ser onisciente e onipresente deveria ter coragem para cometer! Foi o maior crime do universo! Um verdadeiro pecado mortal! Devido a ele ficamos sem direito ao paraíso e cheios de sofrimentos inúteis!

Não se sabe se depois do crime consumado deus agradeceu ao seu maior inimigo, chefe dos diabos, e se este continuou a andar pelo paraíso…Bastava deus dar uma boa lição de educação sexual a Adão e Eva para teren ficado no paraíso! Acho que deus deve sofrer o maior castigo possível do universo, castigado de modo a não poder fazer mais mal aos homens e aos outros seres do universo, e os homens, por direito, deveriam regressar imediatamente ao paraíso! É da mais elementar justiça!

Os cristãos fundamentalistas estão errados ao dizer que a Humanidade veio de um único casal, assim como a “clonagem” de Eva da costela de Adão.. Isso é geneticamente impossível.  (arqueólogos desconfiam que Adão foi feito de barro e Eva de silicone...Rsss!). Antes de Adão, quem?

Dessa forma os cristãos, com suas parábolas religiosas, metáforas, alegorias, devem assumir os fatos da história e as evidências da ciência, questões de fé para alguns e perturbador para outros.

“Mas se quisermos entender tudo ao famoso "Pé da Letra", e o pior, achar que haja qualquer conteúdo científico, a Gênese não terá outro destino que o Ostracismo, sendo definitivamente fechada como um arcaico capítulo superado do primitivismo humano. A cada passo da Ciência, ela pisará por cima do literalismo, afundando a Bíblia nas areias do tempo.

O Criacionismo que insiste em ver na Gênese menos do que uma obra Religiosa e Simbólica, é um dano à essência da própria Religião. Esse Fariseísmo "Criado" sem qualquer cuidado, é uma "Torre de Babel" conceitual cujo único destino só pode ser submergir no "Dilúvio" da própria inconsequência”. (Marcus Valério). Na web em:

http://www.evo.bio.br/LAYOUT/Genesis.html

http://ateusdobrasil.com.br/p/1145

Leia mais,seja curioso,  pesquise, torne um homem livre de dogmas e doutrinasforme sua opinião mas não ignore:

A chamada Epopéia de Atrahasis é um poema épico da Mitologia suméria, sobre a criação e o dilúvio universal. A idéia bíblica da criação do homem, bem como o dilúvio de Noé, estão intimamente ligados aos contos sumérios.                                          

http://pt.wikipedia.org/wiki/Atrahasis

http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia_sum%C3%A9ria

 Saudações, Oiced Mocam

 

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