Irreligiosos

Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

Guerras em nome de Deuses e do Diabo!

Guerras em nome de Deuses e do Diabo!

Breve história das guerras religiosas no mundo.

Hitler era ateu ou cristão?

 

As maiores atrocidades cometidas pela história humana, que abalaram o mundo, foram atentadas em nome de um Deus e do Diabo, em nome do “fator deus”, que não têm evidência alguma, em nome de crenças, ideologias e regimes políticos que pretendiam construir uma sociedade perfeita e dominadora sobre os demais.

A rivalidade entre as religiões é patente em várias linhas de frente: nas guerras entre cristãos, muçulmanos e hindus; na violência sectária entre católicos e protestantes, ou entre os xiitas e os sunitas; na perseguição aos hereges doutrinários; na fragmentação de novas seitas paralelamente à das linhas doutrinárias majoritárias; nos esforços proselitistas; e assim por diante.

O que impulsiona estas rivalidades?

Fatores sociais, políticos, econômicos, dentre outros, podem desempenhar seus papéis. Mas subjacente a todos eles está um tipo bastante profundo e diferente de rivalidade. É a rivalidade lógica, a incompatibilidade lógica, que existe entre as doutrinas que definem cada uma destas religiões. Isto coloca problemas colossais para qualquer aspirante a peregrino espiritual em busca da verdade religiosa.

Um dos grandes problemas com a violência e a injustiça nos livros sagrados é que freqüentemente o seu exemplo tem estimulado e tem sido usado para justificar atos de crueldade de seus seguidores. Muitos tem imaginado, que se Deus, que é justo e bom, tenha cometido e permitido os mais brutais atos de violência, os bons cristãos nada têm a temer caso ajam da mesma forma.

Esse processo de raciocínio é que fez com que Thomas Paine dissesse que:   

              

A crença em um Deus cruel faz um homem cruel”.

Um exemplo desse tipo de raciocínio é apresentado pelo historiador Joseph McCabe em seu trabalho intitulado “A História da Tortura”. McCabe diz que durante a Idade Média houve mais crueldade e tortura na Europa Cristã do que em qualquer outra civilização na história. Ele demonstra que a doutrina cristã de castigo eterno foi uma das principais causas da extraordinária ocorrência de tortura na Europa medieval. McCabe descreve que a justificativa lógica para a tortura era a de que:

 Se era natural acreditar que Deus punia os homens com o tormento eterno, certamente estaria certo se os homens punissem outros homens com doses menores desse  tormento por uma causa justa.”

Alguns exemplos históricos de violência e atos de injustiça incitados ou apoiados pela Bíblia seriam a Inquisição, as Cruzadas, a queima de “bruxas”, as guerras  religiosas na Europa, as perseguições aos Judeus, a perseguição aos homossexuais, conversão forçada de pessoas na Europa e nas Américas, escravidão de negros, índios, orientais, minorias étnicas, castigo em crianças, tratamento brutal aos mentalmente perturbados, extermínio de cientistas e pesquisadores,  uso de tortura nos interrogatórios criminais, chicoteamento, a mutilação e a execução violenta de pessoas  condenadas por algum crime. Tais atos foram parte integrante de um mundo cristão por centenas de anos. De acordo com Thomas Paine,

A Bíblia é uma história de perversidade que tem servido para corromper e brutalizar a humanidade; e, no que diz respeito, eu sinceramente a detesto assim como detesto tudo que seja cruel”.

Josef Stalin (1879-1953), com seus campos de concentração na Sibéria e no arquipélago de Gulag, matou mais de 43 milhões de soviéticos. Stalin jamais foi ateu! Quando jovem, estudou num seminário ortodoxo, visando ser padre. Mais tarde, chegou a perseguir a igreja ortodoxa de modo ferrenho, mas em momento algum abriu mão das crenças tradicionais no ambiente íntimo.

O exército do czar matou 4 milhões de ucranianos, (uma das maiores atrocidades humanas) mortos de fome e com atos de canibalismo conhecidos como Holomodor, uma limpeza étnica, aldeia por aldeia. Na primeira Guerra Mundial aproximadamente 40 milhões de pessoas foram mortas.

Atrozes foram os russos na Chechênia, como foram Brejnev e Bush no Afeganistão. A Segunda Guerra Mundial de Hitler e seus países aliados mataram 50 milhões por omissão ou ação, comunistas, ciganos, judeus e minorias étnicas em escala industrial. Em 6 de agosto de 1945, a bomba atômica, de 700 gramas de matéria em forma de átomos ( cada uma com potência equivalente a cerca de 10 mil toneladas de TNT), jogada em cima Hiroshima e Nagasaki no Japão, matou 140 mil pessoas.

Na Bósnia (1992-1995) -  a guerra étnica e religiosa entre muçulmanos e croatas, crueldade com 40 mil mulheres que foram estupradas por serem muçulmanas bem como mais de 100 mil mortos e provocou o deslocamento de 2 milhões de refugiados.

Em Ruanda - pequeno país da África, um milhão de negros da tribo tutsis foram mortos a facões pelas milícias hutus.

No Sudão - a limpeza étnica religiosa, onde negros do sul, cristãos animistas, estão sendo eliminados por negros muçulmanos do norte e por milícias árabes. Mais de um milhão de mortos (é o genocídio de Darfur). Em 1916, dois milhões de armênios foram massacrados naquilo que foi o primeiro genocídio moderno com larga escala.

No Iraque - os curdos do norte foram dizimados por Saddam e Ali Químico (o horror do horror contra xiitas e iraquianos com gases e soda cáustica. Khomeini em nome Dele fez na mesma proporção atrocidades mil.

Na França - as revoluções e as guerras de Napoleão Bonaparte fizeram mortes e sofrimento. As atrocidades cometidas pelo maior matador em todos os tempos foi do chinês Kublai Khan, que mandou mais de 77 milhões de compatriotas para o além. Também devemos citar o líder sanguinário general Pol Pot , na liderança do Khmer Vermelho –  chacinou pelo menos 1,7 milhões de cambojanos mortos, de forma horrenda, um terço da população, entre 1975 e 1979.. A imperatriz Cixi da China (1835-1908) - 12 milhões de pessoas. Kublai Khan da Mongólia outros 19 milhões. Leopoldo (1835-1909) da Bélgica, matou 10 milhões de pessoas, Hideki Tojo (1884-1948) no Japão 4 milhões de pessoas, Gêngis Khan (1162-1227) da Mongólia 4 milhões de pessoas. O número exato de chineses mortos durante o longo domínio de Mao Tsé-tung nunca saberemos. Alguns dizem que foi mais de 50 milhões. Mortes causadas pelo comunismo com conotação política-econômica e não religiosos.

Vietnã - uma guerra química, feita com napalm e bombas cem mil americanos mortos e dois milhões de vietnamitas, laosianos, cambojanos;

Japão - a bomba atômica lançada pelos americanos, cidades arrasadas em minutos e seqüelas para a eternidade. Até a primeira metade do século passado, no Japão religião e política se misturavam, sim! O Xintoísmo era a religião oficial do país, seguida por japoneses com muito fanatismo. Eles acreditavam que o imperador do Japão era filho dos kamis - os deuses dessa religião oficial. Na Segunda Guerra Mundial os japoneses tinham certeza da vitória, afinal, na cabeça deles, lutavam pelos e ao lado dos deuses. Os pilotos de avião iam sem medo algum para missões suicidas, jogando seus aviões contra navios inimigos, tendo a certeza de que após seu sacrifício estariam ao lado das divindades. Por isso eram chamados de kamikazes, isto é, vento divino.

A relação tem como critério básico o total de mortes causadas pela ação ou omissão de líderes com poderes ditatoriais, que inclui desde fuzilamentos no paredão até grandes fomes causadas por uma guerra civil e com outros países.

Os números são do cientista político e historiador americano Rudolph J. Rummel, que escreveu dúzia de livros sobre os casos de “democídio, o nome que Rummel dá ao assassinato de uma pessoa por um governo, que foram muitos nos últimos 100 anos.

Os grandes “personagens” da História que chegaram no “inferno” (que existe para os crentes) certamente tiveram direito a um “tour” pelo purgatório. Perseguidos por tridentes ou arrastados nas labaredas do fogo entre um martírio e outro, antes de colocá-los no forno eterno. Afinal é o papel de deus.

 Se o objetivo é melhorar o homem, por que existem guerras?

Existem porque existe a demarcação, as divisões das religiões. Porque praticam a religião que ainda não aconteceu no mundo, quando deveriam praticar humanismo. Antes as faziam, pelo poder absoluto, pela direita e pela esquerda, comunismo e capitalismo, marxista e leninista, fascismo e nazismo. Agora continuam em nomes das religiões. Porque querem ser mais sábias e corretas nas convicções deles, com ares de superioridade. Podemos afirmar que a religião agrava conflitos humanos, muito mais do que o tribalismo, o racismo ou a política. Claro que isso é um sinal de inferioridade. É um sinal de que as religiões em termos globais não estão servindo de absolutamente para nada.

Agora podemos entender melhor quando Karl Marx teve que dizer que: “A religião é o ópio do povo. (no alemão de Hegel "Die Religion ... Sie ist das Opium des Volkes"). A religião não é apenas uma superstição ou uma ilusão. Ela tem uma função social: distrair os oprimidos da realidade de sua opressão. É isso o que Marx queria dizer ao chamar a religião de "ópio do povo": ela alivia, mas ao mesmo tempo, torna-os indolentes, nublando sua percepção da realidade e tirando-lhes a vontade de mudar. Marx clamava pela "abolição da religião como felicidade ilusória do povo." Ele queria que eles buscassem a "felicidade real", que na filosofia materialista de Marx era a liberdade e a realização neste mundo, aqui e agora. Foi por causa do cristianismo com suas ideias estúpidas, superstições com sua exploração do povo e toda a sua consciência extrovertida e superficial.

Hoje não existe mais a URSS, nos anos de 1990 o comunismo (a quem devemos milhões de mortos e milhares de “heróis”) acabou na Rússia, que era a grande oponente dos Estados Unidos, com os quais mantinha um constante equilíbrio aparente de forças e uma constante ameaça de destruição nuclear global. A minoria extremista islâmica que abriga a Jihad – Guerra Santa - está tomando providências para esse seja o eixo dos conflitos do nosso século, na eterna e terrível vocação humana para a guerra.

Deus bíblico (e outros) não está morto, para mim não está porque não existe, e você não pode encontrá-lo em nenhuma parte.

As religiões tentam explicar, dizendo que Deus (es) não ignora a existência das guerras. Tentam explicar, que o sofrimento é uma punição divina para a desobediência. Ou, não que Deus esteja punindo o pecador, mas porque outros pecadores estão produzindo infelicidade. O sofrimento é reiterada e simplesmente apresentado na Bíblia como uma conseqüência do "pecado". Ele as chama de “dores do parto”, nação contra nação, reino contra reino, tudo previsto por Jesus.

Deus teria dado às pessoas o livre-arbítrio como um grande presente. Só não entendo como Deus não deu a inteligência de que necessitamos para exercer o livre-arbítrio de viver juntos felizes e em paz? Não há livre-arbítrio se as 2 únicas opções são obedecer ou ser punido. Não há livre-arbítrio se o "criador" já sabe de tudo o que vamos fazer (e nos cria deste jeito, quando podia nos criar diferente).

Conta a Bíblia que quando Deus perguntou a Caim onde estava Abel, seu irmão? Caim respondeu contrariado: “Não sei: sou por acaso, o guardião do meu irmão?”. (Gênesis,4:9). A resposta de Caim tem sido aquela mais encontrada nas sociedades contemporâneas e que ela, de fato, inaugura a imoralidade no mundo.

Jesus aparece acompanhado de violência e anunciando, conforme Mateus 10:34:

Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas a espada.”.

Talvez essas palavras expliquem as guerras de religião que ainda perduram. Mas quando o “reino celeste” tiver vencido pelo mundo a fora , então sim as guerras cessarão. Deus pai amoroso e poder ilimitado imaginário tem a última palavra, punindo os pecadores. Mas nesse ínterim os famintos e pobres sentem fome, os necessitados se tornam mais necessitados e sofridos e não tem quem os defenda e ajude.

Nos ensinamentos do Lama Tibetano Chagdud Tulku Rinpoche encontramos a seguinte explicação: “As crianças que são mortas em uma guerra nada fizeram nesta vida para justificar a sua morte. Mas, para nascer quando e onde nasceram, e morrer nessas circunstâncias, devem ter criado, em uma existência anterior, o carma para morrer assim. Isso não significa quer mereciam morrer. Mas explica por que são “vítimas inocentes”.

Na América -  as últimas nações indígenas foram dizimadas, assim como os Astecas, Maias, Incas, nos Brasil índios Guaranis, Tamoios....O principal interesse da coroa portuguesa, no sentido de "descobrir" novas terras, era o de estabelecer novas rotas comerciais. O Brasil, Terra de Santa Cruz, Terra de Vera Cruz, carregava estes nomes não por acaso. Os portugueses, desde à tomada de Celta em 1415, carregavam consigo o espírito das cruzadas. As embarcações da expedição cabralina trazia a cruz da Ordem de Cristo estampada em suas velas. D. Manuel I, então rei de Portugal, era também Grão -- Mestre da Ordem de Cristo. Em 1500, sob o comando de Pedro Álvares Cabral, o Brasil foi batizado com a fixação em terra da primeira cruz, seguida da reza da primeira missa, proferida, na ocasião, pelo frei Henrique de Coimbra, um franciscano. Portanto, a religiosidade sempre esteve presente no processo de colonização dos portugueses.
Bahia, na primeira metade do século XVI. Os navegadores portugueses, além da beleza, encontraram também os homens gentios, assim denominados por Manuel da Nóbrega, que representava um dos quadros da Companhia de Jesus, fundada e 1534 por Inácio de Loyola. Era da incumbência de Nóbrega a Missão no Brasil, além da educação dos filhos de colonos. Todas as atividades que a Companhia de Jesus realizava era para a “glória de Deus”, um lema dos soldados de Cristo. A primeira impressão deixada pelos nativos na visão dos viajantes era de que estes homens gentios não possuíam qualquer vínculo religioso, ou seja, não adoravam nenhum tipo de Deus, nenhuma santidade, ou até mesmo um ídolo. Padre Antônio Vieira, afirmou:

“É melhor ser escravo no Brasil e salvar sua alma que viver livre na África e perdê-la.”

No entanto, não demoraria muito tempo para que este conceito elaborado pelos portugueses caíssem por terra. Ronaldo Vainfas - (A heresia dos índios) um renomado estudioso de assuntos coloniais do Brasil, trata desta dimensão da religiosidade dos índios deste período. Com muito brilhantismo e competência, o autor reúne fontes fidedignas que nos revela à preocupação, por parte dos portugueses - jesuítas, após terem se apercebidos da estrutura ritual religiosa contida nos Tupinanbás – Tupi. Os adeptos da santidade ameaçavam os "nativos traidores" (índios) com as piores penas. Na verdade, uma metamorfose punitiva, como chamou Vainfas, ameaçavam transformar os resistentes em animais, pedras, paus, etc. O mito da Terra sem Mal, conta o autor, revela o maior inimigo do índio: o homem branco, os portugueses, o cativeiro, sua Igreja dos padres, a lei dos cristãos...

Se pensarmos nos Dez Mandamentos “recebidos por Moisés” no monte Sinai, percebemos as inumeráveis contradições éticas que perpassaram o modelo colonialista que, justamente, matava em prol do respeito às leis cristãs, princípios como não matar e não roubar! O culto a Deus foram relegados ao esquecimento diante do valor material que as minas de prata e ouro do Novo Mundo podiam oferecer.  A espada e a cruz marchavam juntas na conquista e na espoliação colonial e conforme o preceito de Maquiavel de que “os fins justificam os meios”. O Chefe índio Pontiac nos disse:

“Eles vieram com uma Bíblia e sua religião – roubaram a nossa terra, esmagaram nosso espírito...e agora nos dizem que devemos ser agradecidos ao “Senhor”, por sermos salvos”.

Um nativo brasileiro estava amarrado em troncos para ser queimado quando um padre tentou orientá-lo para rezar e conquistar o céu no último minuto.

 Os espanhóis vão para o céu?”, perguntou o índio. “Então quero ir para o inferno, para ficar bem longe deles”. No século XVII, o padre Gregório Garcia, sustentava que os índios eram de ascendência judaica, porque, como os judeus “...não crêem nos milagres de Jesus Cristo...e não descendiam de Adão e Eva”.  Já os índios preferiam ir ao inferno para não se encontrarem com os cristãos.

Devemos lembrar dos negros escravos batizados antes de embarcarem trazidos da África, talvez o maior terror da humanidade.

 

“Senhor Deus dos desgraçados! Dizei-me Vós. Senhor Deus!

Tanto horror perante os céus!

Era o navio negreiro e a escravidão, num genocídio da alma negra liberta  ?”.

 

A Igreja Católica é acusada por alguns de cumplicidade e apoio ao nazismo de Hitler e fascismo de Mussollini. Monstros como Adolf Hitler em um discurso pronunciado em 12 de Abril de 1922 se dizia cristão (reencarnação do antigo profeta do antigo testamento Elias, encarnação que matou milhões de pessoas) (Norman H Baynes, ed. The speeches of Adolf Hitler, April 1922-August 1939. Vol.1 de 2,pp,19-20, Oxford University Press,1942). O anti-semitismo nunca foi apenas alemão. Historicamente está ligado ao cristianismo, não só a gênese desse, mas à sua preponderância. Na Europa em geral, os judeus eram discriminados desde que o cristianismo se tornou a religião do Estado, e pelas medidas tomadas por bispos cristãos durante séculos. Leis proibindo o casamento entre judeus e cristãos, proibindo aqueles de freqüentar universidades, de exercer cargos públicos, ou obrigando-os a usar distintivos, a viver em guetos, etc. O que aconteceu na Alemanha (economia em colapso, destroçada e hiperinflacionada com a grande depressão mundial de 1929, que deixou 6 milhões de pessoas desempregadas e com fome. As duras condições impostas à Alemanha em 1918, os problemas e a humilhação ligados ao Tratado de Versalhes (perda de parte do território nacional e pagamento de pesadas indenizações às potências vitoriosas), problemas internacionais de financistas judeus e a crise econômica. Segundo os governos britânico e francês a I Guerra Mundial também foi “pela fé cristã e pela Europa”.

A ascensão de Hitler (“salvador da pátria” na luta defensiva para deter um “perigo comunista”) não se deveu a um traço do caráter do povo alemão. As massas foram manobradas por uma propaganda com ideais nacionalistas como Rudolf Hess o “herdeiro de Hitler” e militaristas como Albert Speer ministro do Armamento. Herman Goering que organizou a Luftwaffe  e o partido nazista  do ditador obteve o apoio financeiro de grandes empresários ou marionetes como: Fritz Thyssen (siderurgia), Alfred Krupp o “rei do aço” (o judeu Krupp tinha conseguido fabricar o primeiro canhão pesado no elenco de uma peça em 1847), que montou a máquina bélica, indultado pelos americanos em 1951. Kurt von Schröder (banqueiro), Alfred Hugenberg (comunicações), Friedrich Flick (usinas de aço), Henry Ford. Entre outros nomes familiares da máquina de guerra, tanques da Porsche, motos da BMW, blindados da Audi e aviões com motores Mercedes.

Hitler também entrava e saia no meio do clero católico como se fosse um velho conhecido, por quem também era admirado. Ateus, como Sam Harris, dizem que Hitler era católico, mostrando para isso fotos dele saindo de igrejas católicas e usando emblemas no cinturão com a inscrição “deus está conosco”. Em Adolph Hitler em Mein Kampf, Capítulo 2

“Mesmo hoje, eu acredito que estou agindo de acordo com a vontade do Todo Poderoso Criador: me defendendo dos judeus, estou lutando para o trabalho do Senhor.”

“No meu tempo livre eu praticava a cantar no coro da igreja do mosteiro de Lambach, e assim aconteceu que eu fui colocado em uma posição muito favorável para ser emocionalmente impressionado novamente e novamente pelo magnífico esplendor do cerimonial eclesiástico. O que poderia ser mais natural para mim do que a olhar para o Abade como representando o mais alto ideal humano vale a pena lutar, assim como a posição da aldeia humilde padre tinha aparecido para o meu pai em suas próprias dias de infância? Pelo menos, essa foi a minha idéia por um tempo”.

“Aqui, a Igreja Católica apresenta um exemplo instrutivo. Celibato clerical obriga a Igreja a recrutar os seus sacerdotes não a partir de suas próprias fileiras, mas progressivamente das massas do povo. No entanto, não há muitos que reconhecem a importância do celibato nesta relação. Mas é aí que reside a causa do vigor inesgotável que caracteriza essa instituição antiga. Pois por assim recrutando incessantemente os dignitários eclesiásticos das classes mais baixas do povo, a Igreja está habilitado não só para manter o contato de compreensão instintiva com as massas da população, mas também para assegurar-se de sempre ser capaz de recorrer a esse fundo de energia que está presente nesta forma apenas entre as massas populares. Daí a juventude surpreendente desse organismo gigantesco, sua flexibilidade mental e sua vontade de ferro-poder”. (Adolf Hitler, expressando sua admiração pela Igreja, Mein Kampf , I, 2)

“Em relação ao problema judaico, não as duas denominações cristãs assumir um ponto de vista a-dia que não responde às exigências nacionais ou até mesmo os interesses da religião? Considere a atitude de um rabino judeu em relação a qualquer questão, mesmo de uma importância bastante insignificante, sobre os judeus como uma raça, e comparar sua atitude com a da maioria dos nossos clero, seja católica ou protestante”. (Confessou Christian Adolf Hitler, Mein Kampf , I, 3).

“Cada pastor protestante ou padre católico, cada um fez o seu máximo para ajudar os nossos poderes de resistência para aguentar, não só nas trincheiras, mas também, e mais ainda, em casa. Durante esses anos, e especialmente durante a primeira explosão de entusiasmo, em ambos os campos religiosos havia uma indivisível e sagrado Império Alemão para cuja preservação e existência futura todos eles oraram para o céu”. (Adolf Hitler, em Primeira Guerra Mundial, Mein Kampf , I, 3).

“A ascensão e declínio do movimento Pan-alemã, de um lado e do progresso maravilhoso do Partido Cristão-Socialista, de outro, tornou-se um objeto clássico de estudo para mim, e, como tal, desempenhou um papel importante no desenvolvimento da minha próprios pontos de vista ....

Os líderes cristãos-socialista teve o cuidado de evitar qualquer controvérsia com as instituições da religião e assim garantiu o apoio dessa poderosa organização da Igreja Católica. Os líderes reconheceram o valor da propaganda em grande escala e que eram verdadeiros virtuoses em trabalhar até os instintos espirituais das grandes massas de seus adeptos ....

O anti-semitismo dos cristãos-socialistas foi baseada em religião, em vez de princípios raciais. A razão para este erro deu origem ao segundo erro também...

Era óbvio, no entanto, que este tipo de anti-semitismo não perturbar os judeus muito, simplesmente porque ele tinha uma base puramente religiosa. Se o pior veio a pior algumas gotas de água batismal iria resolver a questão, hereupon o judeu ainda pode exercer a sua actividade de forma segura e ao mesmo tempo manter a sua nacionalidade judaica”.( Adolf Hitler, Mein Kampf , I, 3)

Hitler se apossou do anti-semitismo que já existia na igreja católica e explodiu com toda sua ira contra os judeus. Ele jamais se afastou do catolicismo romano, e estes só perceberam a tragédia, quando já era tarde demais. O juramente dos recém-integrados à SS nazista – “Acreditamos em Deus, acreditamos na Alemanha, que Ele criou…e no Führer…que Ele nos enviou”. Hitler tirou proveito de tudo o que fosse possível para alcançar seus objetivos, enganando religiosos e ateus.

Hitler - o Führer - foi abençoado para a vitória pelo mais alto sacerdote cristão da Alemanha; ele rezou para que Adolf Hitler fosse vitorioso. Em Auschwitz  - Polônia – no meticuloso plano de extermínio do macabro campo de concentração , os perseguidos, sofredores inocentes e condenados entravam por um portão e saíam por uma chaminé. Foram mortos pelo menos  judeus, poloneses, ciganos. O total é estimado em 5 milhões, grande parte nas câmaras de gás venenoso.

Mas ele esqueceu completamente que Churchill estava sendo abençoado para a vitória pelo arcebispo cristão na Inglaterra, que nos Estados Unidos, o presidente americano estava sendo abençoado...estranho! E todos eles estavam orando para um mesmo Deus! Esse Deus raivoso deve ter ficado em grandes dificuldades, a quem ouvir? Mas Ele, sendo um velho judeu, tardiamente, deve ter ouvido Churchill, que não era um homem religioso, de maneira alguma. Para Ernest Renan., “O  chamado deus dos exércitos está sempre ao lado da nação que tem a melhor artilharia e os melhores generais”.

O anti-semitismo (Holocausto – o mais hediondo crime contra a humanidade na história da raça humana) que construiu os campos de morte dos nazistas foi herança do cristianismo medieval. Mas qual foi o papel do  padre Papa Pio XII e do Vaticano na 2ª Guerra Mundial ao tomar conhecimento do extermínio dos judeus nas câmaras de gás? Como um Deus poderia permitir que isso acontecesse com alguém, quanto mais com seu “povo escolhido”?

Para aqueles que não viram o filme de Costa-Gravas, chamado AMÉM, lhes esclareço: Covardia, omissão e traição aos preceitos do cristianismo A Igreja ainda teria ajudado a diversos nazistas como Mengele, Eichmann, Stangl e outros a fugirem para a América do Sul, expedindo-lhes passaportes e salvos condutos depois da 2ª Guerra Mundial. Esse processo de salvação dos nazistas teria sido denominado de Operação Odessa. O envolvimento da Igreja com o nazismo, foi relatado em livros como A Santa Aliança, de Erich Frattini e A Verdadeira Odessa de Uki Goni. Durante a guerra  a Igreja não teria se manifestado de forma contundente contra as potências do Eixo. A Igreja Católica também sofre acusações de ter colaborado com outros ditadores e cerrado fileiras como por exemplo na ditadura  de 40 anos na Espanha de  Franco onde meio milhão de pessoas morreram na Guerra Civil; Salazar, Pinochet, Somoza, Ante Pavelic entre outros. Não podemos esquecer que todos os ditadores além de exigirem culto a suas personalidades eram também lideres de suas igrejas.

Roma ardeu em chamas novamente, quando o ex- papa síndico do Vaticano colocou fogo nele, quando em cerimônia pública, fez questão de mostrar “um” islâmico convertido para a sua religião.

 Nietzsche, escreveu:

“Para ter certeza que minha blasfêmia está minuciosamente clara, por meio desta declaro minha opinião que a noção de um Deus é uma superstição básica, que não há evidência para a existência de nenhum Deus (es), que diabos, demônios, anjos e santos são mitos, que não há vida após a morte, paraíso nem inferno, que o Papa é um dinossauro medieval perigoso e intolerante, e que o Espírito Santo (além de um Deus os católicos, tem dois) é um personagem de história em quadrinhos digno de risadas e escárnio. Acuso o Deus Cristão de assassinato ao permitir o Holocausto – sem mencionar a “limpeza étnica” presentemente sendo feita pelos Cristãos no mundo – condeno e vilipendio essa divindade mítica por encorajar o preconceito racial e comandar a degradação da mulher”.

Desde o início da humanidade deuses eram adorados. Reis, rainhas, faraós, papas, bispos e imperadores sempre foram aliados  com  e apoiados pela  religião. A história, das tribos, nações com seus deuses, sempre mostrou ser assim. Seria de esperar que a religião diferenciasse o ser humano para melhor e tivesse preservado um pouco mais de dignidade. Os homens e governantes ouvem deuses e profetas.      

Cristãos imperialistas como George W. (Diablo) Bush fizeram “Guerras Santas em nome deles, como foram as antigas Cruzadas Religiosas. Os Estados Unidos quando governados por Bush, o astro da direita cristã que se julgava interlocutor de Deus e que se consideram agentes da justiça do mundo. País onde os cristãos conservadores exercem notável papel de influência no governo, tribunais e escolas. Realizaram no Oriente Médio, uma guerra que está durando mais do que a última guerra mundial. O seu orçamento militar anual é de trilhões de dólares. Na invasão gastaram 03 trilhões de dólares e deixaram um saldo de 190 mil mortos no Oriente Médio. Tudo isso na tentativa de quebrar a espinha dorsal do “eixo do mal” dos talibãs fundamentalistas, que tem potencial nuclear (Irã).

Sonham tornar o mundo seguro para o Cristianismo e Islamismo, do mesmo modo que os sarracenos de espírito místico sonharam tornar o mundo seguro para os maometanos. Ambas inspiradas nas “sagradas cruzadas” conseguiram as manchas mais indecentes, mais vergonhosas e repugnantes não só da Igreja Cristã e Islâmica, como de toda a raça humana. Por trás da crença em Deus, sempre houve muitas guerras com  violência, crueldade e barbarismo. Casos recentes:

Irlanda do Norte (protestantes contra católicos),

Caxemira (muçulmanos contra hindus),

Sudão (muçulmanos contra cristãos),

Etiópia, Costa do Marfim, Filipinas (muçulmanos contra cristãos),

Irã, Iraque, Cáucaso, Sri Lanka (cingaleses budistas contra tâmeis hinduistas),

Líbano, Índia, Afeganistão, Nigéria. Azerbaijão (armênios católicos e armênios ortodoxos)...

Potenciais de catástrofes na África, com efeito global também não faltam. Radicais islâmicos não veem a hora de liquidar a família saudita “traidora” e tomar posse das maiores reservas de petróleo do mundo e, possibilidade ainda mais assustadora, sonham em pôr as mãos nas armas nucleares do instável Paquistão.

Posso afirmar que o sentido de um Deus e da religião desapareceu, no dia a dia do ser humano. Tudo que a humanidade  sofreu com as guerras, todas as mortes é a justiça divina de Deus e a misericórdia de Cristo de Maomé? Satanás, Belzebu ou Demônio diria, que é preciso ser deus para gostar tanto de sangue.

Jeová, Jesus, Shiva, Maomé & Cia  são os “salvadores”, pela sua influência na vida  individual ou pública ?

Justificam que o homem só pode se guiar para encontrar a paz e a  felicidade através das Escrituras Sagradas.

A história nos ensina que a agressividade do ser humano retarda o progresso da humanidade num grau que causaria espanto até a um visitante de outro planeta. A história do mundo é uma história de família de loucos, que constroem um belo palácio e depois o destrói.

Num mundo de guerras, teríamos chegado neste mundo de dez mil anos trágicos, teríamos chegado a atual civilização em quinhentos anos. Qualquer leitura histórica sobre o fenômeno da religião só nos coloca perante o horror de rituais absurdos, o terror das perseguições, das opressões e das repressões, o espetáculo execrável e degradante de guerras e lutas, o pesadelo da superstição, da crendice e da ignorância.

Como podemos acreditar que existe um Deus todo-poderoso e todo amoroso considerando-se o estado do mundo? 

Se um Projetista bondoso e infinitamente poderoso governa este mundo, como podemos justificar o derramamento de sangue de milhões de irmãos? É porque, bilhões de pessoas acreditam numa coisa estúpida e essa mentira continua sendo estúpida. Os seres humanos ferem, oprimem, torturam, violam, estupram, atormentam e assassinam outros Se no final houver um Deus impotente envolvido em tudo isso, especialmente se esse Deus for responsável por todas as coisas horrendas que acontecem, então eu suponho que haja pouco que possamos fazer quanto a isso.  Mas não acredito nisso nem por um segundo.

A dor causada aos seres humanos e animais por seres humanos não é causada por uma entidade sobre-humana. Quanto ao amoroso Deus, só os mentecaptos podem defender a tese de que um Deus onipotente, onipresente e onisciente é todo ele amor, quando todos os dias ocorrem tragédias. No século XVIII, a varíola matou 60 milhões de europeus; quatro em cada dez pessoas morreram no continente. Mais, todos os dias há cristãos que agradecem a um Deus a sorte que têm, sem perceberem que essa sorte se traduziu no azar de outras pessoas.

Portanto, que raio de deus é esse que anda por aí a distribuir bondade para uns e maldade para outros?
Quando uma pessoa se salva num tornado, é bondade divina, não é? E o que é que chamamos a todas as outras que morreram? Acaso, não? Irra!

O ex-papa Bento XVI em sua visita ao antigo campo de concentração de Auschwitz, na Polônia, naquela que foi a mais temida sucursal do inferno nazista declarou:

"Por que, Deus, o senhor permaneceu em silêncio? Como pôde tolerar tudo isso? Onde estava Deus naqueles dias? Como pôde ele permitir esse massacre sem fim, esse triunfo do mal?"
 
Ou seja, SE HÁ O MAL é porque necessariamente HÁ o BEM. É esse o ponto que embasa uma frase célebre de Santo Tomás de Aquino "Se o Mal existe, Deus existe".
Raciocínio brilhante, sem dúvida, porém incapaz de dar conta da monstruosidade como Auschwitz, em que homens, mulheres e crianças foram destituídos de sua humanidade e dizimados com métodos industriais. SE ESSE MAL EXISTIU, É PORQUE  DEUS NÃO EXISTE
. Por que Deus abriu o Mar Vermelho para que Moisés “tirasse” os judeus do Egito, mas não abriu os portões dos campos de concentração? Resta a questão: ao perguntar-se onde estava Deus naquele momento, teria o papa Bento XVI vacilado em sua fé? 
 
Quanto a todos os exemplos que eu posso apresentar de cristãos que violaram o amor ao próximo, podemos começar por incluir o nome de muitos papas, cardeais, bispos e padres, que adeptos, gostam de se ajoelhar, seguir e de aplaudir. Vimos que, recentemente, um papa, andou a esconder pedófilos durante décadas. Se Deus não é amor, mais uma vez ele não é Deus! Precisamos interferir nós mesmos e fazer o que pudermos para acabar com a opressão, tortura e assassinato e ajudar aqueles que são submetidos a esses abusos da liberdade humana.
 

Nos últimos 100 anos, se enfileirarmos os cadáveres das vítimas de democídio no século 20, eles dariam 6  voltas em torno da Terra”,

 diz, o historiador Rummel.

 Muitos novos remédios estão sendo descobertos pelo avanço da ciência só não descobriram uma “vacina” contra: a desinteligência, insanidade mental, superstição, a fome, violência, indecência, a ignorância humana e a ingenuidade dos primos primatas. Não descobriram ainda vacina (deus anda muito ocupado) para imunizar principalmente os ditadores, os radicais nacionalistas de direita e esquerda, militaristas de cruzadas religiosas que em nome dos deuses, se alimentam da fome do poder e da glória, do lucro e do ódio, causadores de sofrimento e de mortes. Levam a raça humana à exaustão e destroem as famílias, levando os homens à escravidão e à fome quase universal.

A raça humana tem capacidade enorme para errar, e assim foi quando no passado as pessoas falavam como anjos e agiam como demônios, quando os esportes da idade primitiva e média eram a caça aos animais (que ainda chamam de esporte) e a queima de hereges e países eram governados por desgovernados. 

Mas também possui fome interna de amor, justiça e sanidade. O mundo precisa aprender  com grandes  cientistas, estadistas, humanistas, poetas e grandes filósofos e pensadores como: Einstein, Platão, Galileu, Ghandi, Péricles, Ingersoll, Mêncio, Darwin, Lamarck, Mon-Ti, Confúcio, Lao Tzé, Epicuro, Mc Cabe, Benjamin Franklin, Roosevelt, Leipnitz, Voltaire,  Crick, Freud, Thomas Paine, Osho, Sagan, Saramago, Nieztsche, Bertrand Russel, Anderson, Ingersoll, Lucrécio, Pitágoras, Saramago, Sócrates, Spinoza, Zoroastro... e Buda o ateu (e outros avatares) que também deu os seus  Dez Ensinamentos a seu povo.

Certamente caro leitor, você como buscador do conhecimento e da verdade, questionador, saberá agora, pelo que leu até aqui, porque sou Humanista, Pacifista e Livre Pensador e qual foi a minha intenção ao publicar minhas pesquisas sobre religiões seus dogmas e doutrinas. Não podemos negar que elas trouxeram certas contribuições à civilização. Ajudou, nos primeiros tempos, a fixar o calendário, e levou os sacerdotes egípcios a registrar os eclipses com tal cuidado que, com o tempo, foram capazes de predizê-los. Certamente à luz da razão você saberá discernir o que de errado existe. Independência é poder e liberdade de escolha com postura própria. Fazer com que muitas pessoas se convençam de determinados enfoques, é o objetivo desse relato, quewstionar, para terem ao menos a experiência do contraditório

 Um progresso real não começará, e esta é a grande lição que a História nos ensina, enquanto dogmas, fundamentalismo religioso,  a violência e a guerra não forem abolidos da face da terra. Se o Deus bíblico existiu, morreu em Auschwitz! Hitchens, afirmou.

Se deuses existissem, certamente seriam um entrave, ao conhecimento e progresso humano. Esses seriam deuses homofóbicos, racistas, genocidas, desajeitados, criadores loucos, tolos e arrependidos da criação humana!”

 

João Crisóstomo (349-407) foi sagrado santo pelas Igrejas Católica e Ortodoxa e era extremamente antissemita.

Trechos de sua publicação, Homilias contra os Judeus:

“Os judeus sacrificam suas crianças a Satã… eles são piores do que bestas selvagens. A sinagoga é um bordel, um buraco da escória, um templo de demônios devotados a cultos idólatras, uma assembléia criminosa de judeus, um ponto de encontro dos assassinos de Cristo, uma casa de má fama, um abrigo de iniquidades, um abismo de perdição.

Os judeus caíram para uma condição inferior à do mais vil dos animais. Depravação e embriaguez os trouxeram para o nível do bode luxuriento e do porco. Eles só sabem uma coisa: satisfazer seus estômagos, ficar bêbados, matar e bater uns nos outros como vilões e cocheiros.”

Leia mais em:

http://super.abril.com.br/religiao/sangue-nome-deus-619248.shtml

José Saramago: O Fator Deus

http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u29519.shtml

Fonte e informação sobre Guerras Religiosas no mundo:

http://translate.googleusercontent.com/translate_c?depth=1&hl=pt-BR&prev=/search%3Fq%3Da%2Bpre-christian%2B%2527god%253Cb%253E%2527%2B%253C/b%253Eon%2Ba%2Bcross%26hl%3Dpt-BR&rurl=translate.google.com.br&sl=en&u=http://en.wikipedia.org/wiki/Religious_war&usg=ALkJrhgO_g0V6yU8chHD-O4giIpYoA0ogw

Colaborou,

Oiced Mocam

 

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Comentário de Ivo S. G. Reis em 5 julho 2014 às 16:12

Muito bom este tema, que os cristãos evitam abordar e fingem ignorar. Deve ser analisado em conjunto com um outro semelhante, postado pelo nosso colega Alfredo. Meus comentários:

Primeiramente, um Deus que diz: "VEDE AGORA QUE EU, EU O SOU, E MAIS NENHUM DEUS HÁ ALÉM DE MIM; EU MATO, E EU FAÇO VIVER; EU FIRO, E EU SARO, E NINGUÉM HÁ QUE ESCAPE DA MINHA MÃO; DT 32:39" não pode ser considerado um deus bonzinho e justo. O Deus dos cristãos é sanguinário e vingativo. Chega a ordenar que se mate aqueles que duvidam dele, pelo simples fato de duvidar.

Os assassinatos ordenados por Deus na Bíblia somam 2.552.452, mas um famoso pequisador bíblico chamado Steve Welles refez esses cálculos, incluindo outras contas cujos números não foram citados na Bíblia e chegou que Jeovah ordenou e provocou o assassinato de 24.712.019 pessoas. Nem Hitler, Mao Tsé, George W.Bush e Stalin juntos, conseguem superá-lo. Se os relatos bíblicos forem tomados como verdadeiros, O DEUS DOS CRISTÃOS É O MAIOR ASSASSINO QUE A HUMANIDADE JÁ CONHECEU.

Pensem nisso, cristãos!

A pergunta é: Como pode, alguém assim, ainda ser considerado Deus e, para complicar, bondoso e justo? Só mesmo cristãos (os que foram imbecilizados) para acreditar nisto.

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