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Hebreus afirmam que Jesus nunca existiu e provam adulterações da Igreja Católica.

Hebreus afirmam que Jesus nunca existiu e provam adulterações da Igreja Católica.

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Comentário de Oiced Mocam em 18 maio 2014 às 11:37

Deuses vivos na civilização Mesopotâmica

Nos subterrâneos da História: As origens do Judaísmo e Cristianismo

Mesopotâmia situa-se no Oriente Médio, entre os rios Tigre e Eufrates, que ficam no atual Iraque, na região conhecida como Crescente Fértil. Seu nome já nos sugere tratar-se de uma região fértil, embora localizada em meio a montanhas e desertos: Mesopotâmia vem do grego (”meio” e ”água”) e significa “terra entre rios”. 

No que se refere à organização socioeconômica, existem grandes semelhanças entre as civilizações egípcias e mesopotâmica, diferenças físico-geográfico podem ser destacadas. Enquanto o Egito apresentava grande isolamento geográfico, o que lhe possibilitou longos períodos de estabilidade política, a Mesopotâmia é, ainda hoje, uma grande planície aberta a invasões por todos os lados. Além disso, o regime de cheias do Tigre e do Eufrates não é tão regular como o do Nilo, por isso inundações violentas e até períodos de seca na região banhada por eles são freqüentes.

Politicamente, o Egito caracterizou-se por ter no faraó, o seu principal fator de unidade, enquanto na Mesopotâmia esse fator era a cidade. Logo, enquanto os egípcios entendiam-se como parte de algo maior, que incluía aldeias, nomos e o faraó, acima de tudo, na Mesopotâmia, a identidade era dada pela cidade à qual os indivíduos pertenciam. O sucesso dos empreendimentos feitos nas atividades produtivas levou à formação de cidades com mais de mil habitantes já por volta de 4000  a.ªC., como Uruk. Tais cidades tinham principalmente função militar para proteger a população e a riqueza gerada pela agricultura, tornando possível o controle político da população.

No final do período Neolítico, diversas cidades já haviam sido criadas na região, todas elas autônomas e habitadas por Sumerianos, povo oriundo do planalto vizinho do Irã. Ur considerada pelos arqueólogos a mais antiga do mundo), Lagash, além da já citada Uruk, foram os principais centros urbanos, governados por patesis, mistura de chefe militar e rei-sacerdote que controlavam a população, cobrando os impostos e administrando as obras ao lado de numerosos auxiliares. As terras eram consideradas  propriedade dos deuses, cabendo ao homem servi-los com o trabalho agrícola e construção de templos.

Há mais de um século, quando foi decifrada a escrita das tábuas descobertas nas ruínas da antiga Mesopotâmia, percebeu-se que certos textos relatavam a história bíblica da Criação, um milênio antes de ser compilado o Velho Testamento. Os mais importantes foram os textos encontrados na biblioteca do rei assírio Assurbanipal, em Nìnive (cidade famosa na Bíblia); eles registram uma história da Criação semelhante e igual em certos trechos a do Gênesis. George Smith, do Museu Britânico, reuniu essas tábuas com os textos da Criação e publicou, em 1878, O Gênesis Caldeu; George Smith estabelecia, conclusivamente, que existia, de fato, um texto acadiano com a história do Gênesis no velho dialeto babilônico, tendo precedido o texto bíblico em pelo menos mil anos. Nas escavações de 1902 e 1914, foram descobertas tábuas com a versão assíria da Epopeia da Criação em que o nome de Assur, o deus nacional assírio, substituiu o babilônico Marduk. Descobertas subsequentes estabeleceram a antiguidade do texto épico e também sua indiscutível origem suméria” (SITCHIN, p. 48, 49) Segundo a bíblia, Abraão nasceu na cidade de Ur, capital da Suméria.

Os sumérios durante os mais de quatro mil anos chegaram a  estabelecer relações comerciais com os países vizinhos até a Índia. Desenvolveram a escrita em letra cuneiforme em pequenas tábuas de barro (os egípcios em papiro), para registrar as transações econômicas. O povo Acádio, os acadianos que há algum tempo vinham se introduzindo na região, estabeleceram sua hegemonia, através de Sargão.  Fundador da dinastia acadiana Sargão reinou por 56 anos, de 2270 a 2215 a.C. O próprio Sargão se intitulou "sacerdote ungido de Anu" e "grande ensi de Enilil".  Era ele o Julio César do seu tempo. O rei acádio Sargão I, unificou o centro e o sul do vale, submetendo os sumérios, ao mesmo tempo em que incorporava sua cultura, Porém contínuas invasões estrangeiras inviabilizaram a permanência do Império Acádio, que acabou desaparecendo.

Histórias do poder de Sargão e de seu império podem ter influenciado o corpo de textos do folclore local que foi posteriormente incorporado à Biblia. Diversos acadêmicos especularam que Sargão pode ter sido a inspiração para a figura bíblica de Nimrod, que aparece no Gênesis, bem como na literatura midráshica e talmúdica. A imagem de Sargão como um indesejado sendo colocado para flutuar em um junco num rio lembra a narrativa e lenda mais conhecida do nascimento de Moisés. Estudiosos como Joseph Campbell e Otto Rank compararam o relato de Sargão, do século VII, com os nascimentos obscuros de outras figuras heróicas da história e da mitologia, com e outros como o Buda, Édipo, Páris, Télefo, Semíramis, Perseu, Rômulo, Gilgamesh, Ciro, Jesus e outros.

Provenientes do deserto árabe, ao sul, os Amoritas estavam entre os povos invasores que derrubaram os acádios. Tendo a Babilônia como sua principal cidade, mantiveram conflitos com as demais cidades da mesopotâmia durante prolongado período. Por volta do século XVIII a . C., Hamurábi, rei da Babilônia, conseguiu unificar toda a região, fundando o Primeiro Império Babilônico. Essa cidade transformou-se num dos maiores centros urbanos da Antiguidade, onde se erguiam monumentos arquitetônicos impressionantes.  É o caso da Torre de Babel (foram encontrados apenas vestígios da base), citado na Bíblia, como uma torre construída pelo homem para se chegar ao céu e erguido em homenagem a Marduk, o principal Deus da Mesopotâmia. Hoje sabemos que o conto da Torre de Babel não passa de uma fábula infantil e ignorante.

O Código de Ur-Nammu (cerca de 2040 a.C.), surgido na Suméria, descreve costumes antigos transformados em leis e a enfatização de penas pecuniárias para delitos diversos ao invés de penas talianas.

O rei Hamurábi organizou o primeiro código de leis de que se tem notícia. O Código de Hamurábi apresenta numerosas penas para delitos domésticos, comerciais, ligados à propriedade, à herança, à escravidão e a falsas acusações, sempre baseadas na Lei de Talião, que pregava o princípio do “olho por olho, dente por dente”. A um ladrão, por exemplo, a pena era ter uma das mãos cortada.  O mais remoto Código de Leis da Bíblia é simplesmente a transcrição da lei civil da Babilônia, assíria e aos hititas, na sua forma: Decálogo (Ex 20, 1-17) “atribuído” a Moisés na sua forma primitiva e ética que defendia ele. Os fundadores da cristandade, cujo objetivo era manter o povo em obediência e paz, tiveram o cuidado de fazer acreditar que a deus desagradavam as mesmas coisas que eram proibidas pelas leis.

Apesar da prosperidade conhecida, nesse período novas ondas invasoras de Amoritas Hititas e Cassitas, revoltas internas  e a morte de Hamurábi acabaram provocando colapso do império e o surgimento de diversos reinos rivais, que só foram submetidos com a ascensão dos assírios, em torno de 1300 a . C.

      Estabelecidos no norte da Mesopotâmia desde o terceiro milênio anterior à era cristã, os assírios logo cedo organizaram um forte Estado militarizado,  usavam cavalos e carros de guerra, além de armas de ferro fundido, superiores às dos povos vizinhos. Tinham como capital a cidade de Assur, nome do seu principal Deus, e sua sociedade era dominada por uma camada de sacerdotes e guerreiros, que submetia a população e cobrava impostos tanto em mercadorias quanto ao trabalho. O primeiro soberano foi Sargão I, e a lenda do seu nascimento é semelhante às que conhecemos sobre Ciro e Rômulo, Críxena, Moisés e Perseu. Diziam ter ele ter nascido de uma virgem. Ao lado da luminosa Babilônia, ficava a superpopulosa e perversa cidade de Nínive, que o Senhor mandou que fosse convertida pelo profeta Jonas (aquele que foi “engolido por uma baleia”).

       A mesma Nínive em que o rei mesopotâmico Gilgamesh lutou, com atroz sofrimento físico e moral pela sua imortalidade, sorvendo o “Elixir da Eterna Juventude”, mas se provou para sempre que o limite da condição humana é a morte.

 

       Os assírios apareceram em cena como a nação mais espetacular, mais ambiciosa e também a mais guerreira da história antiga. Com seus carros de guerra recém inventados aterrorizaram durante algum tempo toda a raça humana. As populações vencidas durante a expansão territorial assíria terminavam escravizadas e eram destinadas ao trabalho. Eram famosos pela crueldade com que tratavam os vencidos na guerra. Os assírios, muitas vezes, não apenas escravizavam, mas também faziam isso como uma arte, e experimentavam um prazer cruel, e reproduziam em gravura na delicada posição de quem arrancava a língua e vazavam os olhos de seus prisioneiros,  torturavam por esfolamento, castração e amputações em geral, assegurando pelo terror seu poder sobre os derrotados, uma perfeita máquina de guerra para subjugar o mundo e domina-lo. Sob o reinado de Assurbanipal, tendo como capital a cidade de Nínive chegaram a controlar um vasto território do Egito a oeste e passando pela Palestina e Mesopotâmia até o planalto persa. Ocorreu um surto cultural e a organização da maior biblioteca da antiguidade a de Nínive, que concentrou milhares de placas de argila com o registro do conhecimento dessa vasta região. Após a morte de Assurbanipal, o Império Assírio entrou em decadência, em 612 a . C., Nínive foi destruída, e os caldeus deram origem ao Segundo Império Babilônico.

 

      Babilônia voltou a ser a capital de um império, cujo apogeu viria com o governo de Nabucodonosor, quando construíram grandes obras, palácios cercados pelos famosos “Jardins Suspensos da Babilônia” uma das maravilhas antigas do mundo, obras públicas, muralhas defensivas, templos. Em meio à expansão territorial, os babilônios sob o comando de Nabucodonosor, capturaram e escravizaram o povo hebreu, que foi levado para a capital do império, acontecimento conhecido na tradição judaica como Cativeiro da Babilônia. O que realmente conseguiram foi subjugar-se e desaparecer, como força mundial, no curto período de 150 anos e acabaram por se matarem, juntamente com seus inimigos, retardando o progresso humano. Após a morte do grande imperador, o Segundo Império Babilônico, foi invadido pelos persas, comandados por Ciro I, em 539 a .C.

 

       Começa o Império Persa, onde a religião politeísta, estava mais ligada de forma direta à busca de benefícios terrenos. A preocupação com os mortos limitava-se à construção de túmulos cada vez mais seguros, para evitar o retorno dos mortos, e possíveis desgraças daí decorrentes. O governante  era apresentado e compreendido pelos seus súditos muito mais como um representante dos deuses do que como uma divindade viva como no Egito. Destacaram-se na ciência, arquitetura e literatura. Observando o céu, os sacerdotes desenvolveram os princípios da astronomia e da astrologia. Os zigurates eram santuários (templos) e torres de observação dos céus. Possibilitaram cálculos do movimento de planetas e estrelas e a posterior elaboração de sofisticados calendários, divididos em 12 meses e a semana em 7 dias, cada um em dois  períodos de 12 horas. Desenvolveram cálculos algébricos e dividiram o círculo em 360 graus e calcularam as raízes quadrada e cúbica. Sua arquitetura introduziu o uso de arcos e decoração em baixo-relevo. Na literatura criaram poemas e narrativas épicas como a Epopéia de Gilgamesh, que inspirou a lenda bíblica do dilúvio. O desenvolvimento dos egípcios e mesopotâmicos (hebreus, fenícios e persas), foi quase simultâneo.

      Os Persas sofreram influências de muitos povos que dominaram. A religião foi o traço mais original da cultura persa. Primitivamente, conservaram práticas totêmicas, adoravam animais sagrados, o Sol, a Lua, a terra, a água e os ventos, e lhes ofereciam sacrifícios.  Até que...

     Zoroastro ou Zaratustra reorganizou a religião, cujos princípios estão contidos no Zend Avesta, livro sagrado dos antigos persas. Na nova religião foi estabelecido um dualismo divino, a partir da incessante luta entre o bem (Ormuz ou Ahura-Mazda) e o mal (Arimã).

     Segundo o Mazdeísmo, somente no Juízo Final ficaria definida a vitória de uma das forças. Na realidade, era previsto que, ao cabo de 12 mil anos de existência da Terra, o bem triunfaria sobre o mal. Mas o homem através do livre-arbítrio, com o seu comportamento, poderia apressar  ou retardar a vitória do bem. O fim do mundo seria marcado pela vinda do Messias, concebido por uma virgem, pela ressurreição dos mortos e pelo julgamento final, quando os bons seriam recompensados com a vida eterna e o paraíso. Essas concepções parecem familiares ? Como chamamos mesmo, plágio ou licença poética? Assim o Mazdeísmo influenciou o Judaísmo que, por sua vez, foi a base para o cristianismo e o islamismo.

 

      O povo hebreu estabeleceu-se na Palestina, região do atual território de Israel, às margens do Rio Jordão, por volta de 2000 a . C. Tinham origem semita, como os cananeus, que já eram habitantes da região mas foram derrotados pelas tribos hebraicas. As principais informações de que dispomos sobre os hebreus são provenientes da Bíblia, mais especificamente do Antigo Testamento. Dados históricos misturam-se com elementos místicos e religiosos, envolvendo os principais personagens da história antiga hebraica, numa aura de “mistério e religiosidade”.

        O primeiro grande líder hebreu teria sido Abraão, considerado o primeiro patriarca (chefe de clã) que pregava uma nova religião monoteísta. Com  suas novas idéias revolucionárias, se tornaria o elemento unificador do povo hebreu. Campo fértil das três fé basilares do mundo atual: o Cristianismo, o Judaísmo e o Islamismo. O Deus único, Javé, também chamado de Jeová ou Jahweh, teria prometido para ele entre os rios Tigre e Eufrates e seus descendentes uma terra onde “jorraria leite e mel”.

       De acordo com a Bíblia, Abraão foi sucedido pelos patriarcas Isaac e Jacó. Dos herdeiros deste último descenderam os grupos familiares originais, chamados de as 12  tribos de Israel. Vale ressaltar, contudo, que nenhum dos patriarcas é mencionado em qualquer outro documento que não seja o Antigo Testamento. Além disso, muitos historiadores defendem a tese de que a religião monoteísta onde o Deus de Abraão é Javé  (Iahweh, em hebraico) o Deus libertador, só surgiu muito depois da época dos patriarcas.

 

       Crescentes dificuldades econômicas fizeram com que muitos hebreus se dirigissem para o rico vale do Nilo, onde a princípio fossem bem recebidos pelo faraó, mas depois escravizados foram como vimos anteriormente. A resistência à escravidão provocou o fortalecimento da unidade religiosa monoteísta.

A “fuga” dos hebreus do Egito, conhecida como Êxodo (que não aconteceu), teria ocorrido sob a suposta liderança do patriarca Moisés no período entre a.C., 1250 a.C. e 1210.,  que teria chegado aos 110 anos com a “visão não diminuída e nem sua  força diminuída quando chegou ao monte Nebo”, de onde teria uma clara visão da “Terra Prometida” à qual ele nunca chegaria.

E “teria sido” em meio à fuga que Deus lhe deu as duas tábuas de pedra contendo o código de conduta para as futuras gerações de fiéis - os Dez Mandamentos. Essas tábuas teriam sido guardadas pelo profeta Moisés numa arca de ouro e madeira, que é considerada uma das maiores relíquias da religião judaica – e, por tabela, do cristianismo. Enigmático (nunca encontrado estaria enterrada na Etiópia ou enterrada em Jerusalém) e poderoso, o baú (se um pecador ousasse tocar o recipiente, a ira do Senhor o fulminaria no ato) ganhou o nome de Arca da Aliança. E teria  morrido, segundo a lenda talmúdica, em 7 de Adar, exatamente no seu aniversário dos 120 anos. O profeta Moisés foi, assim, o instrumento humano na criação da nação de Israel, comunicando-lhe a Torá.  O próprio Deus o teria sepultado em um túmulo desconhecido (nunca localizado) em um vale na terra de Moabe. Moisés, recebe a lei, porém a “graça” e a “verdade”, passa a ser dada por... Jesus Cristo. Diz São João.

Bem, agora quando você cristão ao abrir a sua Bíblia vai poder concluir o que são lendas, plágios, mitos históricos e ainda que... a evolução e milhões de anos são totalmente incompatíveis com os primeiros 11 capítulos de Gênesis (criado por um povo ignorante).

Nos subterrâneos da História: As origens do Cristianismo.

http://irreligiosos.ning.com/profiles/blog/show?id=2626945%3ABlogPost%3A10726&commentId=2626945%3AComment%3A10730

http://irreligiosos.ning.com/forum/topics/o-cristo-dos-pag-os?comme...

 Colaborou,

Oiced Mocam

Comentários (ou correções sobre datas) são bem vindos!

 

Comentário de Assis Utsch em 29 dezembro 2013 às 13:45

Complementando - No texto que coloquei abaixo - A Bíblia - História ou Mito? - eu me esqueci de mencionar que é um fragmento do livro O Cristo dos Pagãos, de Tom Harpur (p.127).

Comentário de Jorge Oliveira de Almeida em 29 dezembro 2013 às 13:26

Os religiosos se caracterizam pela irracionalidade. Não adianta querermos ser racionais com eles. Acreditam porque querem, não porque suas mentes os convençam. É uma pura questão de querer, consequência de uma necessidade infantil de sentirem-se protegidos!!

Comentário de Assis Utsch em 27 dezembro 2013 às 13:27

A Bíblia – História ou Mito?

       “Caso [a Bíblia] fosse história de verdade, em especial nos relatos detalhados das batalhas no Livro de Josué, a Palestina e a Judeia deveriam transbordar com paramentos e artefatos de guerra e trabalho, de fabricação hebraica e das raças conquistadas. Mas, além da história bíblica, não há absolutamente evidências a encontrar entre os inúmeros combates, [nem] a devastação dos inimigos de Jeová em grandes batalhas. Além disso, no país de um povo tão rico que o rei Davi ... podia coletar milhões para construir um templo, descobre-se que não há objetos de arte, esculturas, mosaicos, bronzes, cerâmica nem pedras preciosas”. “o rei Salomão é considerado [na Bíblia] como tendo sido um mestre em construções e “um acumulador insaciável” de artigos de luxo. “Ele bebia em taças de ouro, dotava os seus soldados com escudos de ouro, mantinha uma frota de barcos a vela para procurar tesouros exóticos, mantinha um harém de 1000 esposas e concubinas e gastou treze anos construindo um palácio e um templo suntuosamente decorados para abrigar a Arca da Aliança”. Ainda assim, nem uma única taça, nem um único tijolo jamais foram encontrados para indicar que tal reino tenha existido! As provas da história bíblica não são para ser encontradas, diz Massey, mesmo que toda a Palestina seja escavada nessa busca. Na verdade, como é ilusório pensar em cavar na terra para encontrar provas de mitos e alegorias! Nem a mais vasta pesquisa arqueológica será suficiente para provar um mito”. (p.127)

Comentário de Paulo Rosas Moreira em 27 dezembro 2013 às 10:12

Assis Utsch !

Muito bom o seu link! Mais um elemento para usarmos como argumento para mostrarmos aos desavisados que se dizem religiosos.

Saudações irreligiosas.

Comentário de Assis Utsch em 17 dezembro 2013 às 10:07

Oiced,

Eu me lembro de um professor na Universidade que às vezes dizia : "O Passado governa o presente". A verdade é que sua frase é uma variação de outra : "Uma mentira mil vezes repetida torna-se verdade".

Este comportamento das sociedades tem sido um fator providencial para a perpetuação das ideologias, principalmente, a religiosa.

Comentário de Oiced Mocam em 16 dezembro 2013 às 20:06
Prezado Assis. A grande verdade é que.
"É possível afirmar com segurança que existem, no momento atual, poucas palavras menos compreendidas pelos crentes do que a palavra "mito", "mitologia". É só mencionar  "mito" a uma pessoas religiosa ou pessoa comum e ela pensará que você está se referindo a assuntos irrelevantes".
Com frequência  desconhecem, ou pensarão e dirão que  não passa de ilusão ou filosofia, como me respondeu um crente (outro dia no trânsito, como relatei aqui).
Tom Harpur, nós lembra:
"O mito era o método de ensino predileto e universal nos tempos antigos".
Ou seja, como empregado na literatura bíblica e em especial sobre Deus e Cristo. Deixá-los fora. E o que  resta será de pouca validade.
Para quem não acompanhou, leiam fragmentos do livro – colhidos por Assis Utsch com comentários:
Jesus, um Mito:
Saudações,
Oiced Mocam
Comentário de Assis Utsch em 16 dezembro 2013 às 14:46

Oiced,

Vale a pena recordar aquele autor que discutíamos há algum tempo, o Tom Harpur, em seu livro O Cristo dos Pagãos : 

“Jesus era imaterial e etéreo no século I e se cristalizou num personagem bem concreto só depois de vários séculos”. (p.169)

       “Na sua obra desafiadora, The Twilight of Christianity, o pesquisador bíblico Harry Elmer Barnes analisa o escasso número de menções não evangélicas a Jesus – uma soma de 24 linhas de Plínio, Tácito, Suetônio e Josefo – e afirma que, considerando que tais passagens são praticamente todas recriações e interpolações, elas constituem péssimas evidências [da existência de Jesus]”. “não há, na extensa literatura judaica do século I, uma única referência autêntica ao fundador do cristianismo”.  (p.170)

       “[Sobre] a bem conhecida história evangélica [Mateus, 8.28-32] dos porcos de Gadarena, que se precipitam de uma colina para se afogar no mar da Galileia, o pesquisador judeu Joseph Leidner observa que ... Gadarena fica a vários quilômetros de distância do mar”. “A partir das evidências (...) chega-se à dura conclusão de que os autores dos Evangelhos não conheciam a geografia e os costumes da Terra Santa”. (p.171)

       “muito poucos períodos da história do mundo antigo foram tão bem documentados quanto o período em que os imperadores [romanos] César Augusto e Tibério reinaram soberanos [Século I]. Ainda assim, ... nenhum autor não cristão contemporâneo sequer ouviu falar da existência de Jesus”.(p.171)

Abraços, Assis Utsch

Comentário de Oiced Mocam em 15 dezembro 2013 às 21:28

Desvendando a bíblia e as origens egípcias do cristianismo! Apresentar aos leitores do Irreligiosos com alguns dos dados que mostram que muito da história cristã era pré-existente como mitologia egípcia e outros povos. Por,

Saudações Assis, aliás, o link da página que enviastes tem outros artigos interessantes,

Abbs,

Oiced Mocam

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