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Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

O Politeísmo Judaico-cristão

Se os judeus e cristãos se confessam monoteístas, por que sua Bíblia contém vários deuses e divindades?

Um Papa declarou a falsidade desses deuses, mas a Bíblia os mantém, já que sua retirada agora seria mais uma prova de alterações no Livro. Depois de milhões de supressões, adições, recriações, reinterpretações, as Igrejas relutam em fazer novas alterações no texto, para dar a impressão de que a Bíblia reflita a palavra original do Deus. Ainda que esses deuses e divindades tenham sido declarados demônios pelo Papado, eles aí estão.

Alguns deuses bíblicos: Adrameleque, Anameleque, Ártemis (Diana), Aserá (Astarote, Astarte), Asima, Baal-Berite, Baal-Peor, Baalim, Baal-Zebute, Bel-Merodaque, Bel-Marduque, Belzebu (Baal-Zebube), o Bezerro de Ouro (divindade), Camos, Dagon, Medeba, Merodaque, Milcom, Moloque, Nebo, Nergal, Neustã, Nibaz, Nisroque, Quemos, Sucote-Benote, Tartaque, Zen-Banite,  Raínha dos Céus (Ishtar/Rainha deusa).

Além desses, os cristãos têm seus três deuses – o Deus Pai, o Deus Espírito Santo e o Deus Filho – e que se somam aos milhares de divindades da Igreja Católica, desde as Nossas Senhoras, os anjos, os arcanjos, os querubins, os serafins, potestades e seus milhares de santos. Trata-se de um verdadeiro politeísmo com um Deus principal. E o Mistério da Santíssima Trindade é apenas mais uma das falácias criadas por teólogos.

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Comentário de Oiced Mocam em 30 outubro 2014 às 20:23

Deus bíblico pode ter tido uma esposa, afirmam pesquisadores!

Inscrições indicariam que Javé teria tido como companheira a deusa da fertilidade Asherah.
Tese é polêmica; outros especialistas dizem que Deus só 'absorveu' atributos da deusa.

Imagem (ver link)de mulher grávida escavada em antigo assentamento israelita: seria uma representação da Asherah, a antiga esposa do Deus bíblico? (Foto: Reprodução)

Será que uma deusa pagã, atacada na Bíblia como uma das maiores inimigas do culto ao Deus bíblico verdadeiro, poderia ser, na verdade, a esposa Dele?

De forma bastante simplificada, esse é um dos principais debates que dividem os historiadores da religião do antigo Israel nos últimos tempos. Inscrições misteriosas, pequenas estatuetas de cerâmica e o próprio texto da Bíblia indicariam que a deusa em questão, conhecida como Asherah, não teria sido adorada como rival de Javé, o Deus judaico-cristão, mas sim como sua companheira.

Isso, é claro, para um dos lados do debate. Para outros pesquisadores, os símbolos da deusa Asherah (cujo nome às vezes é aportuguesado como "Asserá") teriam sido simplesmente "incorporados" pelo culto de Javé, sem que a deusa fosse adorada como entidade distinta pelos antigos israelitas. A ambigüidade é, em parte, lingüística: embora Asherah fosse o nome de uma deusa dos cananeus (habitantes pagãos da Palestina), a palavra também é um substantivo comum, "asherah", que designa um poste de madeira usado para cerimônias religiosas.

 "As posições estão bem marcadas: uns acreditam que se trata de um símbolo cúltico, outros já assumem que se trata de uma deusa. No entanto, uma coisa não necessariamente exclui a outra, porque o poste também simbolizava a deusa, de forma que uma referência a ele sugere o culto a Asherah", diz Osvaldo Luiz Ribeiro, doutorando em teologia bíblica da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ).

Menções numerosas

"Na Bíblia hebraica existem mais de 40 referências a Asherah e ao seu símbolo, inclusive demonstrando a sua presença dentro do Templo de Jerusalém, o Templo de Javé", conta Ana Luisa Alves Cordeiro, mestranda em ciências da religião na Universidade Católica de Goiás. Nessas referências, a deusa é sempre retratada como uma influência religiosa negativa dos povos vizinhos sobre os israelitas, competindo com o culto do verdadeiro Deus. Cordeiro está estudando o impacto da reforma religiosa liderada por Josias, rei de Judá (o reino israelita do sul), por volta do ano 620 a.C., na qual o símbolo da deusa teria sido arrancado do Templo e queimado.

 No entanto, o culto a Asherah parece ter sido mais importante fora de Jerusalém, nos chamados "lugares altos", afirma a pesquisadora. Em tais locais, o poste de madeira era substituído por árvores vivas como símbolo da deusa. "Eram santuários ao ar livre, nos topos das montanhas. Isso evidencia uma profunda ligação com a natureza", diz Cordeiro. O culto a Asherah seria uma forma de reverenciar a fertilidade feminina e o papel da mulher como doadora ou mantenedora da vida. "E a árvore é o símbolo dessa abundância", avalia a pesquisadora.

Durante muito tempo, esse tipo de culto foi considerado uma influência religiosa estrangeira sobre o povo de Israel, conforme o que dizia a Bíblia. Mas o consenso atual é que os israelitas não tiveram uma origem separada dos cananeus, seus vizinhos pagãos. A maior parte dos habitantes de Judá e Israel (nome um tanto confuso do reino israelita do norte) parecem ter sido um grupo de origem majoritariamente cananéia que foi assumindo uma entidade cultural distinta aos poucos. E, entre os cananeus, Asherah era a esposa de El, o soberano dos deuses -- mais ou menos como Zeus, na mitologia grega, tinha sua mulher divina, a deusa Hera. 

 Evidência direta?

É aqui que a arqueologia traz dados surpreendentes sobre a questão. O sítio arqueológico mais importante para o debate sobre Asherah talvez seja o de Kuntillet Ajrud, localizado no Sinai egípcio, perto da fronteira com Israel. O lugar parece ter sido uma espécie de "pit stop" de caravanas no deserto, e também ter abrigado um antigo santuário.

Inscrições e desenhos em fragmentos de cerâmica de Kuntillet Ajrud revelam frases, datadas em torno do ano 800 a.C., pedindo a benção de "Javé de Samaria [capital do reino israelita do norte] e sua Asherah" e "Javé de Teiman e sua Asherah". No caso da primeira frase, há um desenho estranhíssimo de duas figuras com corpo humano e cabeça que lembra a de bovinos, uma delas com traços mais masculinos e outra com traços mais femininos. Será que era assim que alguns dos antigos israelitas imaginavam Javé e sua esposa Asherah?

 "Temos outros dados que indicam a associação de Javé com a figura do touro, representando a força, o poder, principalmente no culto de Samaria", afirma Osvaldo Ribeiro, da PUC-RJ. Outros pesquisadores, como Mark S. Smith, da Universidade de Nova York, contestam a associação de Javé com uma consorte chamada Asherah nessas inscrições. Para eles, a gramática do hebraico é esquisita: o termo "sua Asherah" parece se referir a um objeto, não a uma pessoa ou a uma deusa.

 "Eu acho complicado tirar uma conclusão como essa simplesmente com base no que sabemos do hebraico bíblico, porque se trata de uma língua morta. Nunca vamos ter certeza se realmente era impossível usar o pronome em 'sua Asherah' para se referir a uma pessoa", diz Ribeiro. De qualquer maneira, afirma o pesquisador, há outro dado arqueológico importante: inúmeras estatuetas de cerâmica, encontradas em todo o território israelita e com idades que abrangem centenas de anos, que parecem indicar uma deusa da fertilidade, com barriga de grávida e seios protuberantes. "Essas imagens continuam sendo comuns até o século 6 a.C., quando Jerusalém é destruída e parte de seus habitantes são exilados na Babilônia", lembra ele.

Pós-exílio

Se o culto a Asherah era tão comum quando esses indícios esparsos indicam, o que teria levado ao fim dele? A Bíblia explica o processo como uma contaminação constante da religião de Israel pelos povos pagãos, a qual nem muitas reformas religiosas purificadoras, como a do rei Josias, foram capazes de apagar antes do exílio na Babilônia.

Ribeiro, no entanto, diz acreditar que muitas dessas histórias de reforma foram projeções dos sacerdotes do Templo de Jerusalém, elaboradas na época depois do exílio. "A comunidade dos que voltam da Babilônia se organiza em torno do Templo de Jerusalém, sob a liderança dos sacerdotes e com o apoio do Império Persa [que dominou a região depois de vencer a Babilônia]. Então, toda ameaça a esse processo de centralização do poder sacerdotal foi combatida, de forma que só acabou sobrando o culto a Javé. Foi um acidente histórico, num momento crítico, que acabou se tornando a visão dominante."

Já para Ana Luisa Cordeiro, da Universidade Católica de Goiás, os eventos antigos têm implicações para a própria visão excessivamente masculina de Deus que acabou se tornando dominante entre judeus e cristãos. Não é que a sociedade na qual Asherah era adorada fosse necessariamente igualitária entre homens e mulheres, pondera ela, mas pelo menos abria espaço para enxergar o sagrado com um lado feminino.

Colaborou, Oiced Mocam para relatar como os deuses e as religiões são fabricadas

Fonte: Reinaldo José Lopes Do G1, em São Paulo

 http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL592805-9982,00.html

Consulte e pesquise outras fontes no Google, digitando: asherah

Entre o século 10 aC eo início do seu exílio em 586 aC, o politeísmo era normal em todo Israel; foi apenas após o exílio que a adoração de Yahweh sozinho tornou-se estabelecido, e, possivelmente, só mais tarde como o tempo dos Macabeus ( segundo século aC), que o monoteísmo se tornou universal entre os judeus. [Alguns estudiosos da Bíblia acreditam que Asherah ao mesmo tempo era adorado como o consorte de Javé, o Deus nacional de Israel.

A Deusa hebraico apoia a teoria através da interpretação das fontes arqueológicas e textuais como evidência para veneração dos seres femininos. Deusas hebraicas identificadas no livro incluem Asherah , Anat , Astarte , Ashima , a querubins no templo de Salomão , o Matronita (Shekhina), eo personificada " Shabat da noiva ".

Comentário de A.xavier em 17 setembro 2014 às 21:33

Permita-me concordar com você nesse trecho.

"O politeísmo, estando presente em todos os povos antigos, não poderia escapar ao judaísmo-cristianismo, como vimos em seu próprio Documento, a Bíblia."  Assis Utsch 

Era exatamente o eu que estava para dizer.

Comentário de Ivo S. G. Reis em 17 julho 2014 às 20:31

Os famosos argumentos clássicos a favor da existência de Deus, que os cristãos chamam de "provas", como vc mesmo observou, já foram todos amplamente analisados, discutidos e refutados, a luz da racionalidade, da filosofia e da ciência, inclusive aqui (temos em algum lugar uma matéria sobre isso, postada por mim, e mais umas duas ou três, postadas por outros colegas (essas, insertas em comentários).

No Irreligiosos, abordamos a matéria ao contrário, com o título "Alguns argumentos contra a existência de Deus" em que, ao defendê-los, rebatíamos os tais "argumentos clássicos". Consulte essa discussão, muito interessante.

Existem mesmo cerca de 36 argumentos, frequentemente invocados para "comprovar" a existência de Deus. Desses, os 5 mais famosos são: o ontológico, o do grau, o moral, o da razão e o cosmológico (ou "causa primeira"). E foram esses os que abordamos aqui. Os outros, de tão pueris e absurdos, nem mereceram a nossa atenção.

Os crentes nem levam em conta o baixo nível de conhecimentos existente à época de S. Tomás de Aquino (pra quê?) e continuam insistindo nessas baboseiras. O mais utilizado de todos esses argumentos é o cosmológico, a tal causa primeira, que padece de uma falácia lógica chamada “regressão ao infinito”. Se o universo teve uma primeira causa, o que a causou em primeiro lugar? Não se configura honesto defender a causa de todas as coisas, e, em seguida, defender a única exceção de uma “Primeira Causa”, que não têm uma causa. E sem essa falsa validação o argumento cai por terra.

Quando será que a crentaiada vai ter o bom-senso e a humildade de reconhecer que a sua religião e o seu livro-mestre são furados, absurdos, mentirosos, maléficos e impraticáveis? Por que insistem em não curar essa doença? Vai ver querem mesmo cometer suicídio intelectual e moral para, assim, aproximar-se do "pai". 

Saudações Irreligiosas!

Comentário de Assis Utsch em 17 julho 2014 às 19:29

Ivo,

O politeísmo, estando presente em todos os povos antigos, não poderia escapar ao judaísmo-cristianismo, como vimos em seu próprio Documento, a Bíblia.

Mas, além dessa condição ignorada pelos religiosos, muitas outras coisas são ignoradas por eles. Um exemplo são os tais argumentos de Deus, as provas de Deus. Embora já tenham sido refutadas por vários pensadores, a maior parte dos teólogos e filósofos religiosos continuam insistindo, por exemplo, nas provas ontológica, cosmológica e físico-teologica; e tambem no argumento moral, dentre outros.

Só que todos esses argumentos já foram superados. Naquele livro - 36 Argumentos Para a Existência [e Inexistência] de Deus - que você conhece, a autora refutou cada um desses alegados argumentos, mas os religiosos preferem ignorar as contestações; eles são incapazes de ler aquilo que os contrarie. Diferente de nós, que gostamos de examinar as alegações teístas. Curiosamente, muitos dos argumentos oferecidos por eles às vezes robustem ainda mais nossa descrença.

Comentário de Ivo S. G. Reis em 17 julho 2014 às 4:54

Muito bem lembrado este outro aspecto da Bíblia, em que o próprio Senhor, o "Deus de Israel", reconhece a existência de inúmeros outros deuses, além Dele. Não só reconhece como parece temê-los, como, para citar apenas um exemplo (Jz 10.6), dizia que os "filhos de Israel" agiram mal aos olhos do Senhor, por servirem a Astarote e aos deuses da Síria, e aos deuses de Sidom, e aos deuses de Moabe e aos deuses dos filhos de Amom e aos deuses dos filisteus; e "deixaram ao Senhor e não o serviram". Bastante ciumento e inseguro esse deus cristão. E Ele assim confirma quando recomenda dentre os dez mandamentos: "Não terás outros deuses diante de mim". Haja deuses!  Ao mesmo tempo em que é o "Todo Poderoso", onisciente, onipresente, imortal, etc, etc, tem medo dos deuses menores?!

E que dizer quanto à criação, onde já surge uma contradição: Deus criou "o céu e a terra e tudo o que neles se contém" sozinho ou teve a ajuda de outros deuses? Primeiro, é dito na Bíblia (Gn 1) que foi Ele, sozinho; depois (Gn 2.26) dá a entender que teve a ajuda de outros deuses ("Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança"). Os crentes, é claro, irão dizer que Deus estava usando o plural majestático (rs,rs,rs,rs).

Não resta dúvida de que a cultura judaica-heleno-cristã era sim politeísta. Mas e hoje? Podem os cristãos negar que o seu próprio deus reconhecia a existência de outros deuses e que até temia a concorrência? Está enrascado o livrinho preto.

É como você diz, Assis: não adianta o Papa declarar a falsidade de outros deuses, se a Bíblia os mantém. Ou mente o Papa ou mente a Bíblia ou, o que é mais certo, mentem os dois. Os cristãos e ministros religiosos que não conseguem explicar isso declaram: "Existem sim outros deuses, mas nosso deus é o maior, o chefe de todos os deuses" (rá, rá, rá, rá).

Saudações Irreligiosas!

Comentário de Assis Utsch em 16 julho 2014 às 18:40

Os Deuses bíblicos conforme seus livros : 

Ver os símbolos que seguem os nomes dos deuses no índice da Bíblia
Deuses: 1-2. Sucote-Benote; 3. Nergal; 4. Asima; 5. Nibaz; 6. Tartaque; 7-8. Adrameleque e Anameleque (2R 17.29-31); 9. Baal (Jz 6.25, 28 e 30, 1R 18.19, 2R 17.16, 2R 21.3, 2R 23.4-5, Jr 19.5 e Jr 32.29); 10-11. Baal-Zebube (2R 1.2, 3, 6 e 16); 12. Astarote (Jz 10.6 e 1S 7.3); 13-14. Camos e Milcom (1R 11.5 e 33, Jz 11.24 e 1R 11.7); 15-16. Baal-Peor (Nm 25.3); 17-18. Bel e Nebo (Is 46.1-2); 19-20. Bel e Merodaque (Jr 50.2 e Jr 51.44); 21. Jeroboão (1R 12.26 e 28); 22. Dagom (Jz 16.23-24, 1S 5.5 e 1Cr 10.10); 23. Diana (At. 19.27, 34 e 35); 24. Amaleque (1S 15.2-3); 25. Moloque (Lv 18.21, Lv 20.2-5, 2R 23.10 e 1R 11.7); 26-27-28. Astarote, Camos e Milcom (2R 23.13); 29. Milcom (Jr 49.3); 30. Moabe (Is 15.1); 31. Neustã (2R 18.4); 32. Rainha dos Céus e outros deuses (Jr 7.18, Jr 44.17 e 25).

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