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Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

Páscoa cristã... Você sabe o que comemora e por que come ovos de chocolate e não come carne?

A Páscoa, juntamente com os seus símbolos, é uma comemoração que tem vários significados, nas diversas partes do mundo, através dos tempos. Certo é que quase todos a comemoram, ou por um motivo, ou por outro. Em alguns aspectos, assemelha-se muito às comemorações natalinas, uma outra farsa.

Mas o que queremos enfocar com maior destaque aqui é a páscoa cristã, aquela que comemoramos, sem muitas das vezes saber ao certo os porquês. Se você vir uma pessoa comprando ovos de páscoa, experimente perguntar por que ela faz aquilo e o máximo que poderá ouvir como resposta é que é para comemorar a páscoa. Daí você pergunta: "Mas o que é a Páscoa?" Bem, isso já vai complicar um pouco mais: uns vão dizer que é uma festa do calendário cristão, outros, que é uma festa cristã que comemora o renascimento de Cristo. Isso é o máximo que conseguirá obter. Se começar a perguntar por que é uma data móvel, pelo significado e pelos símbolos, como o coelho e o ovo de chocolate, por exemplo, pouquíssimos conseguirão responder.  Mas as pessoas estão lá, nos mercados, nas doceterias, disputando freneticamente os ovos, mesmo pagando preços absurdamente caros, tal qual com o que acontece com os presentes de Natal. Todos são induzidos a comprar, sem saber exatamente por que. E compram, compram, compram...

Alguns devem ter estranhado quando me referi à "Páscoa Cristã", mas se o fiz é porque existem várias comemorações de páscoa, em várias culturas e (pasmem!) com significados diferentes. O que se comemora na páscoa judaica, por exemplo, é diferente da páscoa cristã e estas, por sua vez, são diferentes das antigas comemorações pagãs. O que pouca gente sabe é que antes mesmo do cristianismo, no antigo Egito, o coelho, que na realidade era uma lebre, já era visto como símbolo da fertilidade. Os judeus assumiram este símbolo que, por sinal, nem é mencionado na Bíblia. Mas foi cristianismo quem deu novo significado à Páscoa judaica.

A Páscoa, os Ovos e o "Domingo de Páscoa", que Confusão!...

"Para os cristãos, a Páscoa (do hebraico Pessach, significando passagem através do grego Πάσχα) é um evento religioso cristão, normalmente considerado pelas igrejas ligadas a esta corrente religiosa como a maior e a mais importante festa da Cristandade, depois do Natal. Na Páscoa os cristãos celebram a suposta Ressurreição de Jesus Cristo após a sua controversa morte por crucificação, que teria ocorrido nesta época do ano, em 30 ou 33 da Era Comum.A Páscoa pode cair em uma data, entre 22 de março e 25 de abril" (adapt: Wikipedia).

A Bíblia deixa claro que Jesus ressuscitou no primeiro dia da semana, domingo (Mateus 28:1, Marcos 16:2,9; Lucas 24:1, João 20:1,19). A ressurreição de Jesus é o evento mais digno de ser comemorado (veja 1 Coríntios 15). Embora seja adequado que a ressurreição de Jesus seja comemorada em um domingo, não devemos nos referir ao dia em que a ressurreição de Jesus é celebrada como “a Páscoa”. Páscoa não tem nada a ver com a ressurreição de Jesus em um domingo.

Como resultado, muitos Cristãos defendem fortemente que o dia em que celebramos a ressurreição de Jesus não deve ser conhecido como o "Domingo de Páscoa". Em vez disso, algo como "domingo da Ressurreição" seria muito mais apropriado e bíblico. Para o Cristão, é impensável permitir que a bobagem de ovos e coelhinho de Páscoa sejam o foco do dia, em vez da ressurreição de Jesus. Para eles, o "Domingo de Páscoa é o dia em que se encerra a Semana Santa, que em verdade, não é uma semana, porque vai de quarta-feira a domingo. Domingo é o dia e em que se pode voltar a comer carne vermelha (caramba! Que confusão!).

"Já a  Páscoa judaica,  é uma das mais importantes festas do calendário judaico, celebrada por 8 dias e onde é comemorado o êxodo dos israelitas do Egito, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida. A última ceia partilhada por Jesus Cristo e seus discípulos é narrada nos Evangelhos e é considerada, geralmente, um “sêder do pesach” – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica, se nos ativermos à cronologia proposta pelos Evangelhos sinópticos. O Evangelho de João propõe uma cronologia distinta, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe dos cordeiros do Pessach. Assim, a última ceia teria ocorrido um pouco antes desta mesma festividade. A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes." (adapt: Wikipédia).

Agora, quanto à páscoa cristã, destaco para vocês mais uma contradição interessante: as comemorações de páscoa já existiam antes mesmo de Jesus Cristo (lembram a passagem da expulsão do vendilhões do templo?). Aliás, é uma comemoração pagã antiquíssima, que remonta a antes da civilização egípcia. Como pode, hoje, significar as comemorações pela ressureição de Cristo? É um verdadeiro absurdo que a Igreja nos empurra goela abaixo. Já pensaram se fosse cristalizado e aceito o entendimento pela não existência de Cristo? Não haveria Natal, não haveria Páscoa, não haveria Semana Santa, não haveria o comércio religioso-cristão, não haveria o cristianismo, nem padres, nem bispos, nem pastores ( a não ser que migrassem para outro tipo de religião). Por isso, a mentira tem de continuar. O comércio, a indústria e as igrejas vão alimentá-la até quando der.

A Corrida aos Ovos de Páscoa

Chega a ser irritante a comercialização dos ovos de páscoa e a maneira como as pessoas fazem de tudo para comprá-los e consumi-los ou presenteá-los a alguém, mesmo sabendo que o comércio está explorando as tradições religiosas da cultura popular e aumentando absurdamente os preços. E isso é constatado facilmente pelas pesquisas e a verificação das enormes variações de preço entre um e outro estabelecimento, o que significa que todos os que estão vendendo muito acima do preço médio estão roubando a população, que no seu frenesi de comprar, nem liga para isso e continua comprando, incentivando outros maus comerciantes a fazerem o mesmo.

Tenho recebido muitas críticas de familiares e amigos quando digo: "Não compro presentes no Natal, não compro ovos de páscoa na Páscoa, não compro bacalhau e nem como peixe na Páscoa, porque é exatamente isso o que 'eles' querem que eu faça". Quando expresso tais afirmações, sou taxado de exagerado ou de pão-duro ou de ranzinza ou de desequilibrado, mesmo eu dizendo que fora dessas épocas eu compro os presentes que queriam no Natal e os chocolates e o bacalhau que desejavam comer, mais até do que nas quantidades que compraria na  época própria. É difícil justificar minhas atitudes, as pessoas não entendem e também não sentem que estão sendo manipuladas. Mas o pior de tudo é explicar quem são "eles"; aí a coisa fica feia mesmo.

Esta semana, vi uma cena deprimente num supermercado: pessoas há mais de uma hora numa fila interna, esperando o anúncio da próxima "oferta-relâmpago" (a hora não é informada), discutindo e brigando por lugares na fila. A anterior, chamada "oferta-surpresa", oferecia ovos de páscoa trufados, número 21, de R$45,90 por R$ 21,90 e esgotou-se em menos de duas horas. Talvez por isso os evangélicos chamem os seus fiéis de "ovelhas", porque são mesmo uns carneirinhos, que vão para onde o pastor mandar.

Como Surgiu o Ovo de Chocolate?

O surgimento do ovo de chocolate na Páscoa se deu a partir do Séc. XVIII, em substituição aos ovos duros e pintados que, na tradição européia da época, eram escondidos nas ruas e nos jardins para serem caçados. Foi uma descoberta fabulosa dos confeiteiros franceses que inventaram esse modo atraente de apresentar o chocolate. E a Igreja calou-se e ajudou na farsa porque isto lhe era vantajoso: quanto mais o povo assimilasse o costume, mais o cristianismo iria ser divulgado e expandido.

Eis a questão e a farsa com que o povo colabora. Por isso, em protesto, só como o chocolate do ovo de páscoa fora da Páscoa,  como bom chocólatra que sou. Faço-o pelo chocolate e pela gula, sem qualquer conotação simbólica ou religiosa, pelo simples prazer de comer um chocolate. A mesma coisa quanto ao bacalhau e aos peixes em geral, que adoro. Mas na Semana Santa, também em protesto, não compro nem como peixe, dando preferência a um bom e suculento churrasco.

E você? Por que come ovos de páscoa e peixes na "Semana Santa"?

 

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Tags: Páscoa, cristianismo, festas cristãs, judaísmo, negócios religiosos

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Comentário de Oiced Mocam em 20 abril 2014 às 21:46

É a Pascoa Cristã ou Pagã?

Contrariamente à crença popular, a Páscoa não representa a crucificação "histórica" ​​e ressurreição de Jesus Cristo. Na realidade, o conto do evangelho reflete o "crussificação" anual do sol através do equinócio vernal (primavera), momento em que o sol está "ressuscitado", como o dia começa a tornar-se mais longo do que a noite.

Ao invés de ser um feriado "cristão", celebrações da Páscoa remontam a mais remota antiguidade e são encontrados em todo o mundo, como o desabrochar da primavera não escapou à observação dos antigos, que reverenciavam esta época do ano se renova a vida, quando o inverno tinha passado eo sol "nasceu de novo". O "pagão" Páscoa é também a Páscoa, e suposto Jesus Cristo representa não só o sol, mas também o Cordeiro Pascal ritualmente sacrificado todos os anos por uma série de culturas, incluindo os egípcios, possivelmente já em 4000 anos atrás e continua até hoje na alguns lugares.

Páscoa Volta ao Mundo

Páscoa é "Pessach", em hebraico, "Pascha", em grego ", Pachons" em latim e "Pa-Khonsu" em egípcio, "Khonsu" ser um epíteto para o deus sol Horus. No anglo-saxão, a Páscoa ou Eostre é deusa do amanhecer, correspondendo a Ishtar, Astarte, Astoreth e Isis. A palavra "Páscoa" tem a mesma raiz com o "leste" e "oriental", a direção do sol nascente.

"O sol ea fertilidade frígio deus Átis foi anualmente pendurado em uma árvore, morrendo e ressuscitando no dia 24 de março e 25, uma" celebração da Páscoa ", que ocorreu em Roma, também."

O diretor mexicano festival solar foi realizada no equinócio da primavera, ou seja, a Páscoa, quando os sacrifícios eram feitos para sustentar o sol.

Na Índia, o festival equinócio vernal é chamado de "Holi" e é especialmente sagrado para o deus Krishna.

O sol e da fertilidade frígio deus Átis  foi anualmente pendurado em uma árvore, morrendo e ressuscitando no dia 24 de março e 25, uma "celebração da Páscoa", que ocorreu em Roma também.

As datas de março foram mais tarde aplicado à Paixão e Ressurreição de Cristo: "Assim", diz Sir Frazer,

"a tradição que colocou a morte de Cristo no dia vinte e cinco de março era antiga e profundamente enraizada É ainda mais notável. porque considerações astronômicas provar que ele pode ter tido qualquer fundamento histórico .... " Esta "coincidência" entre as mortes e ressurreições de Cristo e da Átis mais velho não foi perdida em primeiros cristãos, a quem ele angustiado e causou a usar o "diabo chegou lá primeiro" desculpa para a presença do motivo no paganismo pré-cristão.

Os ritos da "Adonis crucificado", outro deus salvador morrendo e ressuscitando, também foram comemorados na Síria na época da Páscoa. Como Frazer afirma:

"Quando refletimos como muitas vezes a Igreja tem habilmente inventado para plantar as sementes da nova fé no velho estoque de paganismo, podemos supor que a celebração da Páscoa de Cristo morto e ressuscitado foi enxertada sobre uma celebração similar do morto e ressuscitado Adonis, que, como vimos razão para acreditar, foi celebrada na Síria, ao mesmo tempo ".

A morte salvífica e da ressurreição na Páscoa do deus, o início como removedor do pecado, e da noção de tornar-se "nascido de novo", são todas as idades de idade Pagan motivos ou mistérios relatados no cristianismo mais tarde. O todo-importante motivo de morte e ressurreição é exemplificado no "papiro mágico de Paris," um Pagan  texto aparentemente não afetado pelo cristianismo:

"Senhor, o nascer de novo eu perecer em que estou sendo exaltado, e tendo sido exaltado eu morrer, a partir de um nascimento que dá vida a nascer na morte eu estava, portanto, liberados e seguir o caminho que Tu fundou, como Tu tens ordenado e fizeste o mistério. "

Cristo como o Herói Solar

A necessidade de tempo, a celebração da Páscoa - ou ressurreição  - para coincidir com o equinócio vernal demonstra que "Cristo" não é um personagem histórico, mas o sol .  Este fato da Páscoa ser a ressurreição do Sol tem sido bem conhecido há séculos, assim como nascimento "do Salvador" no solstício de inverno tem sido reconhecida como um outro motivo solar. Outra dica óbvia quanto à natureza de Cristo é o fato de que o "Dia do Senhor" é Sun dia.

"Cristo é  o Sol da Justiça, com raios divinos. "

Quanto Páscoa, na sua "Carta I. para 329" Bispo de Alexandria Atanásio (c. 293-373) observa, "Mais uma vez," Sol da Justiça ", fazendo com que seus raios divinos a subir em cima de nós, proclama de antemão o tempo do festa, em que, obedecendo a Ele, devemos celebrá-lo ... "Cristo é, portanto, o Sol da Justiça, com" raios divinos ".

O pascal Chronicle

Os cálculos da Páscoa foram recalculados no século VII pelo autor cristão (s) do pascal Chronicle ou Alexandria Chronicle, que procura estabelecer uma cronologia cristã de "criação" para o ano de 628. Pascal Chronicle determina a data adequada para a Páscoa como 21 de março ea data da ressurreição de Cristo como 25 mar (ou meia-noite, 24 de março, três dias após o início do equinócio). Em seus vários cálculos, o autor discute Chronicle ciclos solares e lunares, incluindo o ciclo lunar de 19 anos, pelo qual ele avalia a crucificação e ressurreição, concluindo: "Isto é consistente com as determinações anteriores de homens respeitáveis ​​no cálculo do celestial corpos ". A saber, a morte ea ressurreição de Cristo são baseados em Astrotheology .

O autor Chronicle confirma ainda mais que o cristianismo é uma continuação do antigo "pagão" religião astrotheological quando afirma que a "Anunciação de Nossa Senhora", ou seja, a concepção de Cristo, pela Virgem Maria , da mesma forma ocorreu em 25 de março, o equinócio vernal , exatamente nove meses antes da data de nascimento 25 de dezembro, o renascimento anual do sol .

Fonte (leia outros artigos nos links):

http://www.truthbeknown.com/easter.htm

Sds,

Oiced

 

Comentário de Ivo S. G. Reis em 19 abril 2012 às 10:55

Luíiiza:

Juro que pensei que a esta altura do século XXI essas tradições já tinham desaparecido de toda a Europa. E agora vc me surpreende, dizendo que ainda existem. PQP, como sabemos tão pouco do mundo...

Márcia:

Você não extrapolou. Tudo está interligado, mas as pessoas não percebem porque é feito mesmo para confundir. O que importa para "eles" é o resultado final, quaisquer que sejam os caminhos, desde que levem aonde querem (sei que você entendeu).

Comentário de Luísa L. em 19 abril 2012 às 10:16

rsrsrs

Ivo por cá ainda se escondem ovos pintados (ovos mesmo... cozidos e pintados) nos jardins e recreios das escolas. No último dia de aulas (interrupção lectiva da Páscoa), a garotada tem que encontrar os ovos referentes à turma a que pertencem. Esta tradição tem a ver com rituais pagãos da fertilidade, muito anteriores ao cristianismo. O coelho, animal extremamente fecundo, está também associado, como não poderia deixar de ser, à fertilidade.

A Páscoa cristã, também não comemoro embora saiba que existem dias de jejum (onde se come o tal peixe), que termina no domingo, dia em que por cá se come cabrito ou borrego. Mas cá em casa ninguém segue rituais, come-se peixe ou carne em qualquer dia.

Por cá, os ovos de chocolate só entraram no cardápio da Páscoa há poucas décadas, antes ofereciam-se amêndoas envoltas em açúcar caramelizado e noutros pontos que não sei o nome! rrsrsrs

Abraços!

Comentário de Márcia Zaros em 18 abril 2012 às 11:35

Páscoa ritual sangrento, ritual de morte, uma coisa horrenda na realidade. Como pode tal coisa ainda sobreviver em pleno séuclo XXI?

 Muito bom esse artigo Ivo, e é importante ressaltar que assim como a igreja mente a sinagoga também. Nós sabemos que Historicamente e arqueologicamente o Exodo egípcio dos judeus nunca existiu, assim como o Jesus da igreja idem.

A páscoa remonta aos rituais mais antigos de sacrifício(derramamento de sangue=morte, por isso os judeus dão uma conotação de sacrifício e morte no deserto na suposta fuga do egito, ou ao Yom Kipur, assim como a igreja dá na morte do cristo, mas tudo é ligado a morte e sacrifío no judaísmo e por conseqüência no cristianismo, ambos, são religiões da morte, do derramamento de sangue, isso pode nos remeter aos taurobólios mitraiscos também ligados aos fenícios )  falo mais detalhadamente  disso no meu livro. Se pesquisarmos profundamente a origem da elite judaica européia(as famílias mais ricas e poderosas) têm uma ligação direta com a tradição mercante(comércio sobre as águas), daí é um salto só para os fenícios e suas cidades portuárias, seus rituais de sacrificar sobre os montes( não é só o Vaticano que está sobre um monte outrora usado nesses rituais antigos, Jerusalém também, especificamente  o Monte das Oliveiras(onde eles dedicam hoje um grande templo da fé baha"i também da elite judaico sionista), na realidade um monte pra sacrificar). Ah, a própria bíblia está dando uma boa ideía do que era o ritual de sacrifício fenício, começa lá com o Abel, depois com o Isac , depois os animais substituem as pessoas e o cheiro da carne queimada é agradável ao senhor...Os autores da bíblia compunham-na de Alexandria, Antióquia Jerusalém, Roma(Itália) e outras importantíssimas cidades fundadas pelos fenícios( estes exerceram muita influência nos gregos e persas(elite síria, aqui uma pinça:Judeu  zoatrista/mitraista: Maimônides tão caro ao judaismo(como podemos vê-lo em seus trajes de elite persa mitraista ou zoroatrista no fim dá no mesmo) (é por isso que digo que "os donos do mundo jogam sempre nos dois times")   o que devemos ao menos supor é que os autores do velho testamento independente dos mitos que criam , os fabricam com base nas suas crenças e costumes obviamente, então não fica difícil entender que eram adeptos de sacrifícios de sangue, pilhagem , escravização(deportações  de populações inteiras para colonizar áreas interessantes nas estradas marítimas(cidades protuárias),e também nas de terra(que eram os centros de captação das mercadorias) que deveriam seguir para as cidades portuárias) e você sabe que a elite judaica é milenarmente a que monopolizaa "esse mundo" mercantilista até os dias de hoje.(daí dá pra entender o verdadeiro motivo de richa da elite judaica com Roma.(CartagoXRoma). Cartagineses são os descendentes mais modernos dos antigos fenícios(os tão temidos povos do mar), e nos lembremos da Espanha e dos famosos nagevadores judeus espanhóis, os Italianos da cidade de Veneza(grandes mercadores e banqueiros,bem a moda fenícia sobre as águas), os genoveses, os florentinos,  e vamos entender tudo isso também se nos lembramos dos "descobridores" das américas , e por aí vai a sua ligação intensa com as tradições sirio-fenícias. Bom pra resumir o que na verdade dá um livro gigantesco é que a elite européia judaica tem sua verdadeira religião e costumes fenícios(judaismo antigo). Ah, muito se fala dos elementos do mitraísmo no cristianismo, e são óbvios mesmo, mas nós devemos encontrá-los muito mais no antigo judaísmo(que pouca gente conhece porque foi camuflado devido as reformas) o judaísmo moderno ainda tem muitos resquísisos do antigo judaísmo(convenientemente camuflado), mas se distancia dele a medida que assimila inclusive elementos do cristinaismo) .  Dediquei um capítulo inteiro no meu livro sobre a verdadeira origem da Kipá ou solidéu, artigo "exclusivo e sagrado" do judaísmo. Será?

Dái então vamos entendê-las também  nas cabeças do bispado da igreja. Parece uma confusão "dos diabos" tudo o que eu falei, mas essa confusão foi premeditada por aqueles que não querem que saibamos fazer as devidas ligações tudo pra esconder a verdadeira origem e características da elite global, quem são e o que realmente fizerem, fazem e farão.

Desculpa Ivo, pelo post gigante, começei com a páscoa( que até já passou)  e me estendi , dando a impressão que fui para além do nada haver, mas é que eu não consigo mais desconectar ou fragmentar os fatos, da história, religião, ínteresses políticos e financeiros acontecendo simultâneamente dando suporte um ao outro( separação que existe somente nas mentes controladas dos "escravos" da elite global, mas na cabeça deles, esses coisas nunca estiveram nem jamais estarão separadas) é assim que eles se mantém no poder por séculos e séculos.   

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