Irreligiosos

Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

Perguntas que todos os pastores deveriam saber responder, mas que sacerdotes católicos também não respondem ou se contradizem

Perguntas que todos os pastores deveriam saber responder, mas que sacerdotes católicos também não respondem ou se contradizem

O cristianismo, sabemos, divide-se em duas grandes correntes: católicos e protestantes, que, por sua vez, se subdividem em outros grupos e subgrupos, com suas diversas denominações. O grupo com maiores divisões e também o mais complexo é o dos protestantes, que se diferenciam na forma, mas não nos objetivos que, segundo eles, é o de "evangelizar" (apenas uma questão semântica porque, segundo o conceito, os católicos também evangelizam). Mas na prática, o termo "evangelismo" ficou mais adstrito ao protestantismo.

Entre os protestantes encontram-se os grupos pentecostais, os neopentecostais e os evangélicos, por exemplo. Complicado? Sim, é complicado mesmo. Justamente por isso, convencionou-se adotar a denominação “evangélicos” ou “crentes” (mais genéricas), para referir-se a todos os tipos de protestantes, desconsiderando-se o fato de os evangélicos serem um dos subgrupos protestantes. Mas isso, embora seja a prática, não é do agrado de todos porque, segundo alguns, como os adventistas, as testemunhas de Jeová, os metodistas, os batistas, os luteranos e os anglicanos, o termo “crente” lhes soa como pejorativo. Por isso, preferem ser identificados pelas suas respectivas denominações.

Discussões à parte, vamos assumir – independentemente de isto ser consensual ou não -, que evangélico é uma denominação geral para designar todos os grupos de protestantes e que crente é todo e qualquer evangélico, pertencente a qualquer dos grupos, não importando a denominação religiosa a que esteja vinculado. Tudo isso se chama protestantismo evangélico. É assim que o povo entende e é assim que vamos simplificar.

Vamos tentar aclarar um pouco mais, explicando agora o que é um "ministro ou sacerdote religioso". No catolicismo, segundo a estrutura da ICAR, "ministros religiosos ou sacerdotes" são os diáconos, padres (vigários e párocos), monsenhores, bispos, arcebispos, cardeais, etc, até se chegar à autoridade máxima, que é o papa. Existe uma hierarquia bem definida e é exigido preparação, estudo e formação seminarista para que se possa ir galgando os vários postos.

Já no evangelismo a coisa é mais bagunçadinha, e por culpa exclusiva de Martinho Lutero, que depois reconheceu seu erro ao declarar: “Nada é tão rude quanto aquele que tem sonhos e fantasias, e pensa por si mesmo que foi inspirado pelo Espírito Santo, devendo ser um profeta” (De Wette 3,61; citado em O'Hare, "Os Fatos sobre Lutero", p. 208). Lutero, antes, achava que a qualquer um era dado o direito de interpretar e divulgar as escrituras sagradas, sendo dispensada até mesmo a formação teológica. Foi assim que nasceu e se proliferou o evangelismo, transformando-se no que é hoje, com pelo menos uma igreja e vários “profetas” a cada duas ou três quadras de bairro. Talvez por isso nem exista um sistema hierárquico definido. No evangelismo os sacerdotes se dão eles mesmos os seus títulos, não existindo critérios uniformes. No geral, autodenominam-se "pastores" (o que equivale aos "padres", do catolicismo). Mas existem também os "apóstolos", "bispos" e "missionários", sendo estes os títulos hierárquicos mais comuns. Considerando esses os conferidos aos sacerdotes que lidam diretamente com a doutrinação de fiéis, vamos chamá-los mesmo de "pastores", até porque não existem grandes diferenças entre o que um ou outro faz. A diferença, quando existente, é somente em relação ao status e poder de mando, ou seja, se o sacerdote é um pastor-empregado ou "dono de igreja", porque todos são pregadores, seguindo a mesma cartilha.

Um outro fator que também tem um grande peso para a rápida expansão do evangelismo, hoje, crescendo a um ritmo muito mais acelerado do que o do catolicismo, é o baixíssimo custo do investimento inicial para a abertura de igrejas e a pouquíssima burocracia necessária. Igrejas católicas são mais caras, obedecem a um padrão mínimo, requerem autorização do alto clero e exigem sacerdotes religiosos com formação teológica. Já para um “pastor evangélico”, muito pouco é exigido, dispensando-se até mesmo qualquer tipo de formação teológica. Enquanto de um sacerdote religioso católico exige-se o estudo, mas não carisma, nem características de líder, nem grande capacidade oratória, para o evangélico é o inverso: exige-se carisma e capacidade de liderança, mas não o estudo, que pode ser compensado pelo poder da oratória e, é claro, pela indispensável “cara de pau”. Obviamente, é muito mais fácil formar-se um “pastor” do que um “padre”. Casos há até, de pastores com baixíssimo nível de instrução, bastando a eles saber ler bem (escrever, nem tanto), falar e empolgar, e conhecer superficialmente a Bíblia, com ênfase maior no Novo Testamento. Infelizmente, esta é a realidade.

É verdade que existem pastores com “formação teológica”, adquirida em faculdades de teologia específicas ou em cursos isolados para a formação de pastores. Mas os requisitos exigidos para a entrada nesses cursos são mínimos, dispensando-se até o ensino médio regular completo, eis que a quase totalidade dos cursos oferecidos são de instituições particulares, algumas mantidas pelas próprias denominações religiosas. De fato, a grande maioria dos pastores é composta de pastores leigos, sem nenhuma formação. E são essas pessoas que irão fazer proselitismo e doutrinar milhares de evangélicos mundo afora (nos outros países a coisa não é muito diferente). Através de franquias religiosas e recebendo todo o apoio logístico, tecnológico, financeiro e midiático, eles costumam se sair bem em suas missões: recrutar o maior número possível de crentes e mantê-los cativos às suas denominações religiosas. Daí para a frente a coisa fica fácil. Mas agora é o caso de perguntar-se: que tipo de exército é esse que estão formando? Para onde o efeito multiplicador e o fanatismo poderão levar os recrutados? Podem os integrantes desse imenso exército serem usados como massa de manobra? Para favorecer a quem ou o quê?

Feita a introdução, vamos às perguntas! Deste ponto em diante, estamos nos dirigindo a você, pastor, que prega a Bíblia segundo a sua própria interpretação e não segundo os cânones católicos que, aliás, também são confusos e inexequíveis. Portanto, as perguntas, no que couber, valem também para os sacerdotes católicos e cristãos de qualquer denominação religiosa, caso queiram responder.

Perguntas a serem respondidas:

  1. Você tem plena convicção de que o deus cristão existe? Se sim, por quê?
  2. Você acredita na doutrina da alegada “inerrância bíblica”, segundo a qual a Bíblia está inteiramente livre de erros e contradições, inclusive em relação à história e à ciência?
  3. Você acredita que a Bíblia contém a palavra de Deus ou, se preferir, é um livro “inspirado” por Deus?
  4. Você concorda com o que é dito em 2 Timóteo 3:16 (“ Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça”)?
  5. Você acredita que a Bíblia contém princípios morais que devam ser seguidos à risca pela humanidade?
  6. Você concorda com a convicção católica de que toda escritura é sagrada, confiável e infalível porque os autores bíblicos foram inspirados por Deus?
  7. Se a Igreja Católica sustenta que a competência para interpretar a Bíblia cabe exclusivamente a ela, através do seu Magistério, por que e com base em quê os sacerdotes evangélicos julgam ter o mesmo direito?
  8. Sendo você pastor e interpretando e ensinando a Bíblia para as suas ovelhas, quem lhe conferiu tal autoridade? Deus lhe deu alguma procuração? Como você soube que estava “qualificado” para a missão?
  9. Você tem certeza de que o que ensina para as suas ovelhas é correto e é aquilo que você mesmo acredita e pratica?
  10. Se a sua interpretação da Bíblia não for a correta ou se não tiver muita certeza, você a transmite mesmo assim ou pula o assunto controverso? E quando constata que estava errado, o que faz? Tem a coragem de retratar-se e corrigir?
  11. Você concorda com os “Dez Mandamentos”, descritos em Êxodo 20. 1 a 17 e acha-os corretos e exequíveis?
  12. Concorda com a interpretação (regulamentação ou “interpretação revelada”) dos Dez Mandamentos dadas em Êxodo 21 a 23?
  13. A Igreja recomenda que os Dez Mandamentos sejam analisados pela “interpretação revelada” e não pela “interpretação literal”, mormente nos dias de hoje. Mas pela interpretação revelada e segundo Jesus Cristo (ou de Nazaré), o sétimo mandamento (“Não adulterarás”) estaria quebrado pelo simples fato de se cobiçar com os olhos e o pensamento. Mas o adultério, nos Dez Mandamentos e pela interpretação literal, referia-se ao ato praticado fisicamente. Que interpretação deve se dar a esse mandamento? Você o acha exequível? Concorda que todo o ser humano normal já cometeu esse pecado, uma vez que não é possível deixar de olhar o belo e bloquear seus pensamentos? Se assim é, o mandamento é justo e possível?
  14. O que você pensa da parte final do segundo mandamento, quando Deus diz: “[...] visito a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos.”? É justo os filhos pagarem pelos pecados dos pais e até avós?
  15. Você concorda que o próprio Deus, zeloso, justo e bondoso, quebrou o seu 6º mandamento (“Não matarás”), já que matou ou mandou matar milhões de pessoas, pelo simples fato de não O adorarem, ou não O obedecerem ou de serem inimigos dos Seus protegidos?
  16. Em Mateus 5:18 Jesus teria dito (referindo-se ao AT):”…até que o Céu e a Terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei…”, mas em relação ao 4º mandamento (“guardar o sábado”) ele próprio o transgride em várias ocasiões, especialmente quando ele, os discípulos e os apóstolos faziam trabalho missionário aos sábados (Mat. 12:1; Mar. 2:23 e 24; Luc. 6:1 e 2; 14:1; João 5:9; Atos 16:13). Já em outras passagens do NT, os discípulos e os apóstolos guardavam o sábado (Mat. 28:1; Mar. 15:42; 16:1; Luc. 23:54, 56; Atos 13:14, 27, 42, 44; 15:21; 17:2; 18:1-4.). Em mais outras passagens, ora o sábado é respeitado, ora não. Por exemplo, em  Mat. 12:2, 10-12; Mar. 3:2,4; Luc. 6:7-9; 13:14-16; 14:3-5; João 9:14 , Jesus teria dedicado o sábado para obras de assistência social, mas em  Mateus 24:20, temendo que seus discípulos transgredissem o sábado diz “... E orai para que a vossa fuga não aconteça no inverno nem no sábado”. Hoje, as igrejas realizam cultos aos sábados. Afinal, qual é a explicação? O sábado é ou não é para ser guardado?
  17. O nono mandamento (ou seria oitavo?) “Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.” deve ser interpretado como “não mentir para o próximo?”. Quantas vezes foi transgredido na Bíblia, por ordem do próprio Deus, sem punição para os mentirosos? Querem dar a entender alguns defensores bíblicos que a mentira pecaminosa é só a que é praticada “contra o seu próximo” e que as outras são válidas (muito estranho). Mas quem é “o próximo”, segundo a Bíblia? Seriam apenas os judeus? Mateus 5:43, dá uma pista (“Ouvistes que foi dito: Amarás ao teu próximo, e odiarás ao teu inimigo”). Tudo indica que os não-próximos são os não-judeus (sírios, filisteus, amoreus, etc). Para os que não são da sua própria raça ou clã, vale então mentir? Princípio moral bastante duvidoso. É assim que deve ser?
  18. E sobre o Jesus da fé (o nascido de uma virgem, seus milagres, seus ditos, seus feitos, sua morte, sua ressurreição), você acredita que ele foi real, tal qual descrito nos Evangelhos? Por quê?
  19. Quando você prega para os seus fiéis, dizendo que Jesus fez isto ou aquilo, que era milagreiro, que ressuscitou da morte no terceiro dia, que era o filho de Deus, etc, etc, você o faz com a consciência tranquila de estar dizendo uma verdade incontestável?
  20. Se não tem respostas seguras para todas essas perguntas e se para as que supõe ter não tem certeza, não seria melhor que deixasse de pregar, para não continuar pregando mentiras e infringindo o nono (ou seria oitavo?) mandamento?

Aí estão, senhores pastores, vinte, apenas vinte perguntinhas a serem respondidas e que nem são as mais difíceis. São perguntas básicas, que todo fiel mais esclarecido gostaria de fazer, se pudesse. Digo se pudesse porque aos crentes não lhes é permitido perguntar em cultos, como tampouco o é nos cultos católicos. Fiéis e ovelhas só ouvem, não perguntam.

Se pudessem, ah, se pudessem, como vocês explicariam as mais de duas mil contradições bíblicas e como justificariam o fato de estar-lhes doutrinando com mentiras ou com argumentos que vocês mesmos não conseguem defender? Afinal, “mentir para o próximo”, segundo o livro sagrado cristão, não é pecado? E os crentes ou fiéis católicos, não são considerados os “seus próximos”, por serem pessoas do seu grupo social e que acreditam no que vocês lhes ensinam como se fossem verdades?

Exibições: 7721

Comentar

Você precisa ser um membro de Irreligiosos para adicionar comentários!

Entrar em Irreligiosos

Comentário de Antonio Carlos de Assis Gauderet em 29 dezembro 2014 às 7:08

1. Não. Mas, não não é resposta. para compreender a Biblia é preciso compreender a historia: esquece deus, leia buscando os paradigmas, a ligação do texto, se você fosse criar uma religião nos dias de hoje, seu foco seria a mudança de comportamento das pessoas, claro, com a credibilidade de um deus. se não sua obra estaria condenada a não ser lida. em joão 20;15 a 17 diz: que as marias foram ao sepulcro. e, lá não encontraram o corpo de Issa. Porque duas mulheres no texto? Qual o paradigma no texto. Quanto Arius Piso escreveu, ele deixou bem claro o paradigma que estava querendo quebrar. o contato com pessoas estranhas, etc. quanto ao deus que ele cria. também tem seu paradigma. como posso revogar uma lei moral e deixar a lei cerimonial criada por um deus? só criando outro deus. quanto ao ecomenismo religioso, desde do seculo 18 e 19, a igreja não formava padres para acompanhar o crescimento territorial do mundo moderno. então  o colegio sagrado da igreja permitiu que o seguimento evangelico levasse o cristianismo ao novo mundo. uma vez que, se se não houvesse essa determinação, nos hoje estaria falando de alah.

Comentário de Hideo Kamioto em 8 novembro 2014 às 15:52

Excelente o comentário do senhor Oiced, referindo-se à "opinião religiosa, segundo MENCKEN". Concordo em tudo, principalmente em relação a este trecho, que destaco:

"[...] A convenção social mais curiosa desta grande época em que vivemos é a de que as opiniões das religiões devem ser respeitadas. Os efeitos maléficos desta convenção devem ser evidentes para todos, mas os dois maiores são:

a) jogar um véu de santidade sobre idéias que violam qualquer decência intelectual;

 b) tornar todo teólogo um libertino com imunidades.

O resultado disto é a espantosa lerdeza com que as idéias realmente sólidas circulam pelo mundo. "

E vou mais além, no quesito hipocrisia e oportunismo: muitos sacerdotes (principalmente pastores) pregam conscientemente aquilo em que nem eles mesmos acreditam, por obrigação. Muitas vezes, sabem que estão iludindo, mas não podem deixar de fazê-lo, por questões econômicas e morais (medo de ser discriminado no seu meio social). Existem centenas de exemplos desses, alguns até com depoimentos dos criminosos, porque para mim, essa gente é criminosa. É só procurar que vão achar. Como confiar nesses "pregadores". Pregadores de quê? De mentiras?

Comentário de SERGIO MESQUITA RANGEL em 8 novembro 2014 às 15:27

Sr. Sigurd.

"Se o senhor quiser saber onde está, então deve procurar. Eu não tenho porquê, tenho certeza disso. Mas, também, não vem ao caso, já lhe dei a resposta que entendo cabível. Agora, se o senhor não a aceitou, a mim não me surpreende nem um pouco. Se fosse o contrário, aí sim seria motivo de surpresa."

.

Na minha tosca ingenuidade e ignorância, acreditava num "dito" ser perfeito, em tudo e sem pecados de qualquer natureza que, supostamente, teria se oferecido como "sacrifício de sangue" a deus, pela salvação da alma humana.

.

Jesus Cristo não é nada disso. . .

Sr. Sigurd.

.

E eu, também, mudei muito, desde então. . .

Hoje sei que tudo isso é, apenas, mitologia . . .

Caricatura mal desenhada de outras mitologias, da qual foi, desavergonhadamente, plagiada.

Muitos outros "Salvadores" já haviam "morrido" pela humanidade . . .

Ressuscitado ao terceiro dia . . .

Perdoado pecados, etc, etc, 

Só queria saber de uma coisa . . .

Depois de Jesus, quem será o próximo?

Mórmons? . . .  Cientologia? . . .  Jim jones? . . .

"Heaven's Gate" . . .  Logosofia? . . . Teosofia? . . .

David Koresh?. . .

É . . .

Isso parece mesmo, nunca ter fim. . .

Comentário de Gilberto Eloy de Brito em 8 novembro 2014 às 10:03

Eu fico imaginando o seguinte: Como  pode, um ser superior que fez o universo, os planetas,as  estrtelas, o sol,todos os seres viventes. Vir à terra no corpo de um ser humano,andar com analfabetos,protistuta (sem preconceito), estou falando o que esta na biblia: depois esse homem sofre todo tipo de humilhação e é assinado pelo império romano, simplesmente para salvar o homem. Só maluco acredita numa história dessa. 

Comentário de T. P. Sigurd em 20 outubro 2014 às 8:55

Se o senhor quiser saber onde está, então deve procurar. Eu não tenho porquê, tenho certeza disso. Mas, também, não vem ao caso, já lhe dei a resposta que entendo cabível. Agora, se o senhor não a aceitou, a mim não me surpreende nem um pouco. Se fosse o contrário, aí sim seria motivo de surpresa.

Quanto ao "fim da linha", senhor Sérgio, para o senhor já chegou. Ainda não se deu conta disso?

Quero saber se isso é coisa que possa sair justamente da boca de um “Salvador do Mundo”. Estou pedindo muito Sr. Sigurd???

Tanto pode que saiu!

Eu já respondi, e vou repetir (pela última vez): Se está na Bíblia que Jesus disse isso, então, Ele disse. Satisfeito? Mais objetivo que isso é impossível!

(Agora fiquei preocupado. Acho que o senhor vai deixar de crer em Jesus por causa disso, né? rsrsrs)

Comentário de SERGIO MESQUITA RANGEL em 19 outubro 2014 às 23:25

Essa questão proposta pelo senhor Sérgio, já foi exaustivamente discutida em outros tópicos. E, ao que parece, ele ainda não entendeu, ou quer mais polêmica.

Senhor Sérgio, isso foi dito uma ÚNICA VEZ na Bíblia inteira e, como tal, NENHUMA doutrina foi criada com base nisso; já que para se estabelecer alguma doutrina é preciso que um mesmo tema encontre consonância em DUAS ou MAIS partes diferentes da Bíblia. Então, por ter sido uma DETERMINAÇÃO específica, dirigida unicamente a Judas Iscariotes, NENHUMA Igreja cristã ensina a praticar esse tipo de "conselho" porquanto essa palavra NÃO foi dada em conselho, e UM versículo não gera doutrina.

Em primeiro lugar, gostaria muito de saber onde está essa tal “discussão exaustiva” sobre o tópico, pois, ao que eu saiba NADA FOI COMENTADO SOBRE ELE ATÉ AGORA. O motivo, muito simples. É o fim do cristianismo, é o “fim da linha” para nosso pretenso “Salvador Inventado”.

Em segundo lugar, não desvie o assunto Sr. Sigurd. Não invente falsas desculpas para fugir ao tema. Enfrente-o se for capaz. Não estou querendo inventar nenhuma nova doutrina. Só estou querendo saber porque o personagem impecável, Jesus Cristo, dirigiu a Judas essa expressão: “O que tens de fazer, FAZE-O DEPRESSA”. Se foi conselho, ou se foi uma ordem (pior se for uma ordem), tanto faz. FOI UMA EXPRESSÃO IMPERATIVA. Se disse isso uma vez, ou se disse dez vezes, não faz qualquer diferença: Alguém escreveu que ele disse e alguém disse que tal trecho foi inspirado pelo Esp. Sto. Está em todas as bíblias do planeta, para quem quiser ler. Quero saber se isso é coisa que possa sair justamente da boca de um “Salvador do Mundo”. Estou pedindo muito Sr. Sigurd???

Comentário de T. P. Sigurd em 19 outubro 2014 às 16:32

Senhor Sérgio disse:

... gostaria de saber se a expressão “O que tens de fazer, faze-o depressa” seria um bom conselho para se dar a alguém, justamente quando esse alguém está com uma ideia ruim na cabeça. Se toda a vez que eu souber de alguém que está pensando em trair seu melhor amigo, ou sua família, ou “entregar” seu irmão, se posso seguir o “exemplo” de Cristo e dar sempre esse maravilhoso, santo e perfeito conselho; enfim, se devo agir baseado em princípios ou “de acordo com as circunstâncias” do momento e com a “cara do freguês”.


Essa questão proposta pelo senhor Sérgio, já foi exaustivamente discutida em outros tópicos. E, ao que parece, ele ainda não entendeu, ou quer mais polêmica.

Senhor Sérgio, isso foi dito uma ÚNICA VEZ na Bíblia inteira e, como tal, NENHUMA doutrina foi criada com base nisso; já que para se estabelecer alguma doutrina é preciso que um mesmo tema encontre consonância em DUAS ou MAIS partes diferentes da Bíblia. Então, por ter sido uma DETERMINAÇÃO específica, dirigida unicamente a Judas Iscariotes, NENHUMA Igreja cristã ensina a praticar esse tipo de "conselho" porquanto essa palavra NÃO foi dada em conselho, e UM versículo não gera doutrina.

Comentário de T. P. Sigurd em 19 outubro 2014 às 16:06

Ok, senhor Ivo, então vamos tentar.

As minhas perguntas serão dirigidas, especialmente, ao pastor PAULO JOSÉ BEZERRA. Claro que por se tratar de um fórum, qualquer outro participante que se predisponha a responder as questões propostas são livres para fazê-lo.

Bem... O pastor PAULO JOSÉ BEZERRA, a exemplo de outros grupos de evangélicos, parece ser seguidor de um "profeta" em particular. Assim como os mórmons que têm Joseph Smith, e os adventistas têm Elle G. White, como seus respectivos profetas "específicos", o referido pastor (salvo engano) segue os ensinamentos de William Marrion Branham

Dentre os ensinamentos de Willian Branham, destaquei apenas TRÊS deles sobre os quais eu pediria ao pastor Paulo José Bezerra que discorresse sobre eles À LUZ DA BÍBLIA. Após, então, colocarei minhas objeções, se entender que sejam cabíveis.

1. Branham dizia que o pecado de Eva envolvera relações sexuais com a serpente, do que resultou a gama de pecadores, e que a “semente de Deus” é constituída dos seus seguidores, conhecidos como “A Noiva” ou “Nova Geração”.

O que o senhor teria a dizer sobre isso, pastor? Onde está escrito isso na Bíblia?

2. Branham pregava que a Palavra de Deus fora entregue de três maneiras: pelo zodíaco, pelas pirâmides do Egito e pela Escritura [Judaica].

Gostaria que o senhor nos dissesse em que parte da Bíblia podemos confirmar isso?

3. Para Branham a doutrina da Trindade é considerada demoníaca. Ele defende o "unicismo"!

Quais os textos bíblicos que embasam essa crença, pastor?

Comentário de SERGIO MESQUITA RANGEL em 19 outubro 2014 às 5:33

 

Obrigado, Ivo.

Quero fazer, aqui, apenas uma pergunta.

O cristianismo é baseado na “morte sacrificial” de alguém que “sendo provado ou tentado pelo pecado, nunca pecou”, justamente, para ter, esse alguém, o “poder” de “remissão” e de perdoar os nossos pecados. . .

A palavra-chave é RESPONSABILIDADE.

Se tivéssemos a missão e a responsabilidade de “Salvar a humanidade”, ou, pelo menos, deixar um legado e um exemplo, de fato, digno, para a humanidade, gostaria de saber se a expressão “O que tens de fazer, faze-o depressa” seria um bom conselho para se dar a alguém, justamente quando esse alguém está com uma ideia ruim na cabeça. Se toda a vez que eu souber de alguém que está pensando em trair seu melhor amigo, ou sua família, ou “entregar” seu irmão, se posso seguir o “exemplo” de Cristo e dar sempre esse maravilhoso, santo e perfeito conselho; enfim, se devo agir baseado em princípios ou “de acordo com as circunstâncias” do momento e com a “cara do freguês”.

Comentário de Ivo S. G. Reis em 19 outubro 2014 às 3:40

Sergio:

Claro que Sim, você pode formular novas perguntas, mas pediria que não ultrapassasse de 5, para não desviar a atenção das perguntas principais e permitir que os "candidatos" escapassem por outros lados. Por exemplo, se você acrescentar 5 perguntas e o Sigurd mais 5, só aí já serão mais dez novas perguntas e, obviamente, os candidatos não irão querer responder as 20 perguntas. Vão selecionar apenas as que lhes parecerem mais fáceis. Além do mais, nas perguntas selecionadas - e houve o cuidado para que assim fosse - há um encadeamento e correlação entre as perguntas, de tal forma que só existe uma forma correta de responder; e se uma resposta for incorreta, anula uma outra que supostamente seria correta. Por isso, peço tanto a você, quanto ao Sigurd ou a qualquer outro colega (embora isto não seja impositivo), que não acrescentem muitas perguntas, para não confundir e dar margem para que os pastores ou "crentes esclarecidos" escapem. Vão em frente!

Saudações Irreligiosas!

Sobre

Badge

Carregando...

Leia Isto!

Traduzir para/Translate to:


Visualizações

contador de visitas online

Se esta é a sua 1ª visita ou se passou por aqui, mas não quis comentar nem publicar nada, assine o nosso livro de visitas!

Irreligiosos.ning.com website reputation

Recados Rápidos

 

 

Links Indicados

Sites da Rede DDD: . . . . . . .Logo Rede DDD Acessar links dos sites Baú do Inexplicado Outros:
visit Skeptic.com

Sociedade Racionalista

ComunidadeO Outro Lado das ReligiõesBULE VOADORInternet Infidels Visitar o Observatório

GeraLinks

Badges do Irreligiosos

Nosso badge no seu blog:

Link o Irreligiosos


(Clique aqui para saber como!)


Enquete Jesus Cristo


Sua opinião sobre Jesus Cristo:
Acesse o post de apoio;

----------------
Acesse a nossa página PESQ para responder à enquete.

 


Notícias Cristãs

Atenção: As notícias aqui divulgadas não são nossas recomendações e são veiculadas apenas para informar os últimos acontecimentos e eventos do cristianismo.

(Se a exibição falhar, não é culpa nossa e sim do Widget. Não se preocupem, elas voltam depois)

Por Gospel+ - Gospel+ Noticias

Grupos

Principais Colaboradores

Abaixo, destacamos (em ordem alfabética) a 4ª lista dos nossos  mais eminentes e constantes colaboradores:

  • Alfredo Bernacchi
  • Assis Utsch
  • Carlos Dosivan
  • Divina J. Scarpim
  • Erijosé Oliveira
  • Gilberto Vieira
  • Jorge O. Almeida
  • Luísa L.
  • Márcia Zaros
  • Marilda Oliveira
  • Oiced Mocam
  • Paulo Luiz  
  • Paulo Rosas 
  • Rafael Rocha
  • Sergio M. Rangel

© 2017   Criado por Ivo S. G. Reis.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço