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Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

Por que é tão difícil "desinstalar" Deus e religião do subconsciente das pessoas?

(Tanscrição da matéria de mesmo título e do mesmo autor, publicada originalmente no blog "Formou? Disseca e Publica!")

Para quem estranhou o uso do termo "desinstalar" no título, que poderia facilmente ser substituído por qualquer outro sinônimo mais adequado ao ser humano, informo que o uso foi intencional para que pudesse se adequar à seguinte analogia da era da informática: "Deus e as religiões são vírus residentes na memória, instalados junto com a bios e que têm proteção contra a desinstalação. Por isso a sua remoção é difícil pois, se mal feita, poderá ocasionar defeitos de funcionamento ou o travamento do PC". Isto não lhes parece familiar?

Pois é mais ou menos assim que funciona a idéia de Deus e a do seguimento de uma religião. Essas necessidades são implantadas na memória das pessoas, desde a mais tenra idade, de tal forma que, ao chegarem à idade adulta, equiparam-se ao funcionamento de um vírus, de difícil remoção. Para desisinstalá-lo, só existe um caminho: determinação, perseverança e conhecimento. Se estes três requisitos não estiverem presentes como antivírus, é melhor não arriscar e deixar o vírus dentro da bios. Pelo menos assim o seu PC vai funcionar. Controlado e sem autonomia, mas funcionando, limitadamente. E entre não funcionar e funcionar com limitações, as pessoas, por covardia ou comodismo, escolhem sempre a segunda opção, se é que se pode chamar isso de "opção". Para os que querem libertar-se, mesmo possuindo os pré-requisitos determinação e perseverança, nada conseguirão se não tiverem o terceiro e mais difícil requisito: o conhecimento.

Onde começa e quando se detecta o problema?

Onde começa, já foi explicado. E quando se toma conhecimento de que já se está contaminado... Bem, sobre isso, cito como exemplo, de acordo com o artigo da Isto É - Independente, a matéria "A virada para a vida adulta".


A matéria mostra que ao chegar aos 13 anos, bem no início da adolescência, os jovens, na sua esmagadora maioria, já têm o seu "Deus" e a sua opção religiosa escolhida. A pergunta que faço é: "um jovem de 13 anos ou menos possui maturidade suficiente para entender o que seja 'Deus' e poder definir-se por uma religião?" Se não, como parece óbvio, por que isso ocorre? Será que aqueles conceitos que estão implantados na cabeça dos jovens, como um vírus, não os levaram para esse caminho, sem que disso se dessem conta? E se mais tarde eles quiserem se libertar ou simplesmente mudar as suas convicções religiosas, conseguirão fazê-lo sem sofrimento?

No judaísmo, os meninos aos 13 anos, e as meninas aos 12, nas cerimônias "Bar-Mitsvá "(meninos) e "Bat-Mitsvá" (meninas) são obrigados a confessar sua conversão à religião judaíca, demonstrando conhecer a Torá e lendo seus textos em cerimônias especiais para estas datas. Para isto, são preparados nos anos precedentes, aprendendo e decorando, obrigatoriamente, os preceitos e mandamentos da Torá. No catolicismo, existe o batismo (geralmente feito em recém-nascidos, mas que pode ser realizado em qualquer idade), o catecismo e outras práticas que induzem filhos de católicos a também se tornarem católicos.

Quase todas as religiões têm o condão de preparar as mentes dos jovens, antes da adolescência, para fazerem suas conversões religiosas, de tal sorte que, entrados nessa fase , já tenham o vírus da religião implantado nas suas cabeças. E os maiores cúmplices dessa sandice são os próprios pais, que fazem isso por pura ignorância, acreditando estar fazendo o bem para os seus filhos. Nisto, têm a cumplicidade da escola, dos parentes e até dos amigos mais íntimos.

Resultados da pesquisa:

De acordo com a matéria citada, foi feita uma pesquisa com 100 alunos , em três escolas de São Paulo, Recife e Curitiba. A pesquisa abrangeu itens como "relacionamento com os pais", "sexo", "meio ambiente" e outros, dentre os quais, o quesito "religião e espiritualidade", aplicado aos jovens na faixa etária 12-13 anos. Vejam as 4 perguntas eformuladas e os resultados, que confirmam a nossa assertiva:

1 - Você acredita em Deus?

Sim - 87%; Não - 13%


2 - Você tem religião?
Sim - 95%; Não - 5%

3 - A religião que segue é a mesma de sua família?
Sim - 79%; Não - 21%

4 - Acha necessário ter uma religião para acreditar em Deus?
Sim - 88%; Não - 12%


A argumentação, os fatos e os números da pesquisa, embora numa pequena amostragem, foram expostos. Agora cabe aos leitores tirarem suas conclusões. Antes, porém, pensem nos seus filhos menores de 12 anos, caso possuam. Se vocês não os influenciarem, quem sabe um dia eles ainda vão lhes agrdecer por isso? Já na hipótese contrária...

Fonte: mencionada, com o respectivo link

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Comentário de Ivo S. G. Reis em 18 novembro 2009 às 0:17
Muito bem lembrado, Fábio. De fato, para não alongar o artigo, deixei de mencionar outros fatores que também contribuem para isso. E é óbvio que O Estado, a Escola, a Imprensa, a Política e a própria sociedade, como um todo, ajudam a fixar o vírus e implantar defesas contra a sua desinstalação. Mas quanto à instalação, que é o foco do artigo, esta começa a ser feita logo que a criança começa aprender a falar, onde depois das palavras mamãe, papai, vovô, vovó, dá e papá, as próximas palavras que aprendem são "papai do céu", "Deus" e anjinho, existentes até nas canções de ninar.
Comentário de fabio gomes em 17 novembro 2009 às 16:11
Ivo S.G.Reis
Voce esqueceu neste texto de mencionar a força do estado e a oligaquia da comunicação de ser um instrumento de impor essa crença, exemplo:o casalzinho garotinho e rosinha no governo Rio,institucionalizar o criacionismos em escola pública as novelas da globo jornais,revistas rádio,tudo isso é uma tremenda força para impor e manter esse virus na mente das pessoas.Um abraço!
Comentário de Ivo S. G. Reis em 17 novembro 2009 às 13:37
Alexandre, Fábio, Gilberto e Lilian:

Felizmente, cada um de vocês, embora que por ângulos diferentes, entenderam a mensagem do texto. E era este o meu obetivo lembrar o que vocês de certo já sabiam mas não se apercebiam. E tanto é prova que sabiam que demonstraram em seus comentários. Peço agora que passem o alerta adiante, para seus familiares e amigos, mas só os suscetíveis de querer refletir sobre o assunto.

E quanto ao Alexandre, ainda que tardiamente, um parabéns pela reflexão tecnológica muito interessante e diferenciada. Acho que é mais ou menos isso mesmo que ele enxergou e não viajou na maionese não. A analogia que fez foi muito apropriada.

Coloquei essa mesma matéria em um blog cético e lá, duas pessoas - e olha que não eram crentes - pareceram não concordar muito. Acho que o debate pode e deve ser mais aprofundado, embora para mim já esteja claro. Mas se existem ainda algumas dúvidas para outras pessoas, deve prosseguir.
Comentário de fabio gomes em 17 novembro 2009 às 11:14
Olá,Ivo!
Li seu texto no ceticismo e achei interessante, moro numa cidade da baixada fluminense em que segundo um pastor 70 p/cento da população é de evangelico,mas acredito nele,porque que pra onde eu vou, so vejo crente. resultado disso o pior índice de desenvolvimento humano e pra piora entra a prefeitura que em vez de investir na saúde e educação, contrata pastores para dar cultos nas praças, poraí voce tira que não é só os pais que colabora com a implantação do virus o proprio mini estado se encarrega disso.Um abraço!
Comentário de Lilian Sokorowa em 25 outubro 2009 às 13:35
A coisa é enfiada na nossa cabeça na base da martelada. E o cravo que fica parece ser daqueles que, quando você tira, ou morre ou fica louco. Por isso, muita gente opta por deixar o cravo no cérebro, tapando o buraco, com medo de uma hemorragia cerebral. E os crentes e fanáticos religiosos, estes, não querem nem pensar em pelo menosr tentar a remoção. Sentem-se felizes assim.
Comentário de Gilberto Vieira de Sousa em 22 outubro 2009 às 15:46
E juntando a todos estes fatores a preguiça que a maioria das pessoas tem de procurar conhecer o que está ao seu redor, pois é muito mais comodo aceitar as coisas da maneira "se todo mundo faz é por que é verdade", "se todo mundo faz é por que é certo".
A preguiça e o conformismo são os maiores responsáveis pela dificuldade em desinstalar estes e outros virus.
Comentário de Ivo S. G. Reis em 22 outubro 2009 às 12:07
Brilhante, Alexandre. Gosto da sua forma de raciocinar, porque você raciocina com LÓGICA e a lógica é a base do raciocínio, tanto matemático, como filosófico. Muita gente não sabe disso, mas são a Matemática e a Filosofia os elementos mais preponderantes do nosso racicínio e da formação da nossa "tabela-verdade". E formar um conceito ou aceitar uma "crença" é o resultado de uma montagem de uma tabela-verdade em nosso cérebro.

Quem melhor se ocupa disso é a Filosofia, quando estuda a Teoria da Comunicação, utilizando elementos de lógica e da matemática. É uma pena que a maioria das pessoas mão tenham o mesmo alcance que o seu para entender essas coisas. Bertrand Russell, o maior filósofo do século XX e grande matemático (amigo até de Einstein, com quem debatia), juntamente com Fregel (outro filósofo) estudaram esse fenômeno.

Recentemente Richard Dawkins, embora por outros caminhos, chegou à mesma conclusão. Quanto a mim, não sabia exatamente as causas, mas também já tinha concluído isso há uns 20 anos atrás. E você parece ter tido uma visão bem nítida do fenômeno quando disse: "ao longo da vida nossas ideias vão mudando. Se uma dada informação atingisse 100 % ela jamais mudaria. Quanto mais próximo de 100% ou de 0% (o complementar estatístico), mais difícil de mudar de ideia ou conceito."

É exatamente isto o que ocorre: martelam essas coisas nas nossas cabeças, desde que somos criancinhas, e esses conceitos chegam a ter um grau de aceitação acima dos 80% como verdade. Aí, se quisermos sair um pouco da Filosofia e da Matemática e dar uma vezinha para a Psicologia, ela explicaria porque fica difícil remover esses conceitos das nossas mentes.

Resumindo: o que acontece com a maioria das pessoas é o que acontece com os crentes e fanáticos religiosos: sofrem lavagem cerebral constante e não conseguem mais desinstalar o vírus "Deus" e "Religiâo" dos seus subconscientes.

Talvez eu também tenha viajado, mas na mnha concepção, "acho" (é um achismo sim, por enquanto) que é isso.

Obrigado pela resposta e parabéns pelo lúcido raciocínio. Merecia ser transformado em post.
Comentário de Alexandre Guimarães em 22 outubro 2009 às 0:09
Ivo, eu gosto muito de analogias para encontrarmos explicações que facilitem e a informática é, hoje, uma boa fonte de analogias, até mesmo para os mais leigos, caso usemos como exemplos as ferramentas comuns, como a porcaria do Windows, do orkut, ou vírus. Entretanto, o uso de aspectos mais técnicos pode limitar a abrangência da analogia, mas, mesmo "pecando" neste sentido, vou fazer uma analogia com teorias computacionais para tentar mostrar a gravidade das crenças nas mentes humanas. Mas é uma analogia útil para não tão leigos assim.

O cérebro humano funciona de forma semelhante às máquinas de inferências, que são programas muito genéricos, que são capazes de, basicamente, usar duas entradas de informações, uma é a cadeia lógica ou base de regras (é, aquele mesmo modelo de sistemas baseados em regras) e uma base de conhecimento. Ou seja, levando-se em conta os conhecimentos armazenados e utilizando regras específicas e aplicáveis àquele conjunto de dados, conclui-se o programa. O mais interessante neste mecanismo de sistemas é que ele permite, com muita facilidade, implementar lógicas mais complexas, abstraindo coisas como lógica de predicados (Por isto nunca gostei de programar em Prolog, para sistemas inteligentes eu prefiro Lisp, com seu cálculo lambda etc).

Assim, desde que nascemos, vamos aprendendo duas coisas, regras e dados. No início, regras simples, tipo se mexer aí leva porrada, aprende-se que porrada não é agradável, faz-se meia dúzia de reconhecimento de padrões, etc. Com o passar do tempo, as regras e dados vão se acumulando e tornando-se complexas, no sentido de teoria da informação mesmo, com aumento de entropia, etc.. Aí o bicho começa a pegar, pois passamos a armazenar coisas aparentemente paradoxais e contraditórias. É neste momento que entra um mecanismo muito legal, do cacete mesmo: a crença; todos os dados e lógicas armazenados tornam-se crenças. Pode parecer estranho, mas crença é, basicamente, um ente estatístico (diga-se de passagem, a estatística é a base da teoria da informação e da teoria ergódica), ou seja, supondo que nossa memória fosse um simples banco de dados, para cada linha da tabela você teria mais um campo, o da probabilidade de credibilidade. Mais ou menos assim:

Você vê uma bola, seu cérebro casa o padrão da imagem com imagens do banco que te manda o que é aquele objeto com uma dada probabilidade. No caso da bola, dada a imensa quantidade de vezes que você viu uma bola etc, o índice de credibilidade desta informação é altíssimo, beirando o 100 %, mas nunca 100%. Assim, na prática, seu cérebro acredita muito fortemente que você está diante de uma bola. Ou seja, todas as informações são crenças, fracas ou fortes, mas crenças.

O mesmo acontece para ideias, tanto que ao longo da vida nossas ideias vão mudando. Se uma dada informação atingisse 100 % ela jamais mudaria. Quanto mais próximo de 100% ou de 0% (o complementar estatístico), mais difícil de mudar de ideia ou conceito. Até aí nada de muito novo, o interessante é que ideias ou dados logicamente opostos ou negado (booleano mesmo) não são complementares em termos estatísticos, por exemplo: a informação de que a Terra roda em torno do Sol tem 95% de probabilidade correta na sua mente, mas a probabilidade da informação o Sol gira em torno da Terra é de 15%, ou seja, não forma 100%. Isto é devido à não linearidade dos fenômenos envolvidos, além do que, do ponto de vista biológico, é justamente isto que garante diversidade, muito útil para a perpetuação de qualquer espécie (não apenas a diversidade genética), principalmente sociais.

É este mecanismo maluco que faz com que tenhamos as dúvidas homéricas, pois a maioria de nossas ideias estão na cada dos 50%, com soma de todas as opções possíveis com probabilidade diferente de 100%. No nosso caso aqui, na simples pergunta para qualquer um de nós, se deus existe, sem margens para interpretações se é deus bíblico, deus esotérico etc, apenas a pergunta binária, teríamos um cenário do tipo:
deus existe? Ivo: sim 20%, não 60%
Gilberto: sim 45%, não 80%
Alexandre: sim 70%, não 95%
Zé Ruela: sim 10%. não 2%

O interessante é mostrar que ideias contraditórias coexistem na nossa mente com credibilidades altas ou baixas, dependendo do valor que aquela informação tem em nossas vidas. Claro que no exemplo acima eu chutei os valores, mas dá para demonstrar, por exemplo: (por favor, é apenas uma hipótese ilustrada :)

o Ivo preocupa-se com a questão da existência de deus, mas não é tão prioritário em sua vida, que é, basicamente de uma ateu, mas em determinados momentos dá uma rezadinha;
O Gilberto dá muito valor a esta informação, é duro no ateísmo, mas visita mensalmente a sinagoga, por via das dúvidas :)
O Alexandre é paranóico com esta questão, bate em todos os crentes, mas depois da surra vai ao padre confessar-se;
O Zé Ruela (talvez o mais sóbrio de todos), diz que acredita em deus, tem Jesus no coração, mas está cagando e andando para esta informação, não é utilizada em nada na sua vida, nenhuma ação dele a máquina de inferência passa por esta pergunta.

É claro que esta á uma visão simplificada da coisa, mesmo porque seria uma puta pretensão descrever o modelo real de funcionamento do cérebro, ainda não temos toda esta bagagem, mas este modelo é o que mais se aproxima.

Na prática, tudo, absolutamente tudo, no cérebro é uma crença, até a matemática está armazenada no cérebro como crença, com altíssima probabilidade, claro, mas lá é crença. Até o que eu escrevi aqui é uma crença no meu cérebro.

Para variar, viajei. Desta vez nem na maionese, viajei no banquete inteiro. Mas, fica a pergunta, dos senhores do exemplo, quem tem a maior probabilidade de mudar de ideia e quem tem menos?

Mas isto explica porque é fácil enfiar na cabeça de qualquer pessoas, principalmente desde a infância, uma ideia sobre um tipo específico de deus, nem estou falando do conceito, de um tipo muito específico como o bíblico. Com a repetição da experiência, os dados e regras vão ganhando maiores probabilidades no sistema de crenças, e se não é fornecido nenhuma informação contrária, até mesmo para tentar fazer o complemento estatísticos, o sujeito fica com uma mente do tipo: deus bíblico sim 95% ,não 0,5%.

Abraços,

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