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Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

Renúncia de Bento XVI: não só os católicos, mas o mundo inteiro quer saber os verdadeiros motivos. Vejam as especulações!

"Cidade do Vaticano – O Papa Bento XVI denunciou nesta quarta-feira a “hipocrisia religiosa” e as “atitudes que buscam os aplausos e a aprovação”, na missa de Quarta-Feira de Cinzas, última de seu pontificado antes de sua renúncia definitiva, no dia 28 de fevereiro."

(...) Por mais que tenha tentado, Bento XVI jamais conseguiu implementar sua ideia "de tolerância zero" em relação à pedofilia. "Quanta sujeira na Igreja", chegou a declarar. (fonte: O Estadão)

Intrigas palacianas, disputas internas de poder, divergências, chantagens, ameaças, decepção, crise de consciência, medo, cansaço, saúde debilitada... Isoladamente ou combinadas, muitas são as hipóteses possíveis da renúncia e a grande verdade, como sói acontecer nesses casos, será escondida da humanidade. Até quando não se sabe, porque certamente tentarão investigar, mas é bem provável que os reais motivos jamais venham a ser descobertos ou que sejam revelados incompletamente e encobertos pelo véu do mistério, como misterioso e oculto aos olhos do mundo é tudo o que acontece dentro do Vaticano. Ao final, o episódio ficará relegado a mais uma "teoria da conspiração" sem respostas, mas com a versão oficial "renúncia espontânea, por motivos de saúde e idade avançada". O tempo e a mídia se encarregarão do resto. Mas uma figura sinistra já começa a surgir: o Cardeal Tarcísio Bertone, um opositor e detentor de forte poder oculto dentro dos muros palacianos.

Segue, abaixo, uma interessante reportagem especulativa sobre o assunto:
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Internacional| 14/02/2013 | Copyleft

Paris - Os especialistas em assuntos do Vaticano afirmam que o Papa Bento XVI decidiu renunciar em março passado, depois de regressar de sua viagem ao México e a Cuba. Naquele momento, o papa, que encarna o que o diretor da École Pratique des Hautes Études de Paris (Sorbonne), Philippe Portier, chama “uma continuidade pesada” de seu predecessor, João Paulo II, descobriu em um informe elaborado por um grupo de cardeais os abismos nada espirituais nos quais a igreja havia caído: corrupção, finanças obscuras, guerras fratricidas pelo poder, roubo massivo de documentos secretos, luta entre facções, lavagem de dinheiro. O Vaticano era um ninho de hienas enlouquecidas, um pugilato sem limites nem moral alguma onde a cúria faminta de poder fomentava delações, traições, artimanhas e operações de inteligência para manter suas prerrogativas e privilégios a frente das instituições religiosas. 


Muito longe do céu e muito perto dos pecados terrestres, sob o mandato de Bento XVI o Vaticano foi um dos Estados mais obscuros do planeta. Joseph Ratzinger teve o mérito de expor o imenso buraco negro dos padres pedófilos, mas não o de modernizar a igreja ou as práticas vaticanas. Bento XVI foi, como assinala Philippe Portier, um continuador da obra de João Paulo II: “desde 1981 seguiu o reino de seu predecessor acompanhando vários textos importantes que redigiu: a condenação das teologias da libertação dos anos 1984-1986; o Evangelium vitae de 1995 a propósito da doutrina da igreja sobre os temas da vida; o Splendor veritas, um texto fundamental redigido a quatro mãos com Wojtyla”. Esses dois textos citados pelo especialista francês são um compêndio prático da visão reacionária da igreja sobre as questões políticas, sociais e científicas do mundo moderno.

O Monsenhor Georg Gänsweins, fiel secretário pessoal do papa desde 2003, tem em sua página web um lema muito paradoxal: junto ao escudo de um dragão que simboliza a lealdade o lema diz “dar testemunho da verdade”. Mas a verdade, no Vaticano, não é uma moeda corrente. Depois do escândalo provocado pelo vazamento da correspondência secreta do papa e das obscuras finanças do Vaticano, a cúria romana agiu como faria qualquer Estado. Buscou mudar sua imagem com métodos modernos. Para isso contratou o jornalista estadunidense Greg Burke, membro da Opus Dei e ex-integrante da agência Reuters, da revista Time e da cadeia Fox. Burke tinha por missão melhorar a deteriorada imagem da igreja. “Minha ideia é trazer luz”, disse Burke ao assumir o posto. Muito tarde. Não há nada de claro na cúpula da igreja católica.

A divulgação dos documentos secretos do Vaticano orquestrada pelo mordomo do papa, Paolo Gabriele, e muitas outras mãos invisíveis, foi uma operação sabiamente montada cujos detalhes seguem sendo misteriosos: operação contra o poderoso secretário de Estado, Tarcisio Bertone, conspiração para empurrar Bento XVI à renúncia e colocar em seu lugar um italiano na tentativa de frear a luta interna em curso e a avalanche de segredos, os vatileaks fizeram afundar a tarefa de limpeza confiada a Greg Burke. Um inferno de paredes pintadas com anjos não é fácil de redesenhar.

Bento XVI acabou enrolado pelas contradições que ele mesmo suscitou. Estas são tais que, uma vez tornada pública sua renúncia, os tradicionalistas da Fraternidade de São Pio X, fundada pelo Monsenhor Lefebvre, saudaram a figura do Papa. Não é para menos: uma das primeiras missões que Ratzinger empreendeu consistiu em suprimir as sanções canônicas adotadas contra os partidários fascistóides e ultrarreacionários do Mosenhor Levebvre e, por conseguinte, legitimar no seio da igreja essa corrente retrógada que, de Pinochet a Videla, apoiou quase todas as ditaduras de ultradireita do mundo.

Bento XVI não foi o sumo pontífice da luz que seus retratistas se empenham em pintar, mas sim o contrário. Philippe Portier assinala a respeito que o papa “se deixou engolir pela opacidade que se instalou sob seu reinado”. E a primeira delas não é doutrinária, mas sim financeira. O Vaticano é um tenebroso gestor de dinheiro e muitas das querelas que surgiram no último ano têm a ver com as finanças, as contas maquiadas e o dinheiro dissimulado. Esta é a herança financeira deixada por João Paulo II, que, para muitos especialistas, explica a crise atual.

Em setembro de 2009, Ratzinger nomeou o banqueiro Ettore Gotti Tedeschi para o posto de presidente do Instituto para as Obras de Religião (IOR), o banco do Vaticano. Próximo à Opus Deis, representante do Banco Santander na Itália desde 1992, Gotti Tedeschi participou da preparação da encíclica social e econômica Caritas in veritate, publicada pelo papa Bento XVI em julho passado. A encíclica exige mais justiça social e propõe regras mais transparentes para o sistema financeiro mundial. Tedeschi teve como objetivo ordenar as turvas águas das finanças do Vaticano. As contas da Santa Sé são um labirinto de corrupção e lavagem de dinheiro cujas origens mais conhecidas remontam ao final dos anos 80, quando a justiça italiana emitiu uma ordem de prisão contra o arcebispo norteamericano Paul Marcinkus, o chamado “banqueiro de Deus”, presidente do IOR e máximo responsável pelos investimentos do Vaticano na época.

João Paulo II usou o argumento da soberania territorial do Vaticano para evitar a prisão e salvá-lo da cadeia. Não é de se estranhar, pois devia muito a ele. Nos anos 70, Marcinkus havia passado dinheiro “não contabilizado” do IOR para as contas do sindicato polonês Solidariedade, algo que Karol Wojtyla não esqueceu jamais. Marcinkus terminou seus dias jogando golfe em Phoenix, em meio a um gigantesco buraco negro de perdas e investimentos mafiosos, além de vários cadáveres. No dia 18 de junho de 1982 apareceu um cadáver enforcado na ponte de Blackfriars, em Londres. O corpo era de Roberto Calvi, presidente do Banco Ambrosiano. Seu aparente suicídio expôs uma imensa trama de corrupção que incluía, além do Banco Ambrosiano, a loja maçônica Propaganda 2 (mais conhecida como P-2), dirigida por Licio Gelli e o próprio IOR de Marcinkus.

Ettore Gotti Tedeschi recebeu uma missão quase impossível e só permaneceu três anos a frente do IOR. Ele foi demitido de forma fulminante em 2012 por supostas “irregularidades” em sua gestão. Tedeschi saiu do banco poucas horas depois da detenção do mordomo do Papa, justamente no momento em que o Vaticano estava sendo investigado por suposta violação das normas contra a lavagem de dinheiro. Na verdade, a expulsão de Tedeschi constitui outro episódio da guerra entre facções no Vaticano. Quando assumiu seu posto, Tedeschi começou a elaborar um informe secreto onde registrou o que foi descobrindo: contas secretas onde se escondia dinheiro sujo de “políticos, intermediários, construtores e altos funcionários do Estado”. Até Matteo Messina Dernaro, o novo chefe da Cosa Nostra, tinha seu dinheiro depositado no IOR por meio de laranjas.

Aí começou o infortúnio de Tedeschi. Quem conhece bem o Vaticano diz que o banqueiro amigo do papa foi vítima de um complô armado por conselheiros do banco com o respaldo do secretário de Estado, Monsenhor Bertone, um inimigo pessoal de Tedeschi e responsável pela comissão de cardeais que fiscaliza o funcionamento do banco. Sua destituição veio acompanhada pela difusão de um “documento” que o vinculava ao vazamento de documentos roubados do papa.

Mais do que querelas teológicas, são o dinheiro e as contas sujas do banco do Vaticano os elementos que parecem compor a trama da inédita renúncia do papa. Um ninho de corvos pedófilos, articuladores de complôs reacionários e ladrões sedentos de poder, imunes e capazes de tudo para defender sua facção. A hierarquia católica deixou uma imagem terrível de seu processo de decomposição moral. Nada muito diferente do mundo no qual vivemos: corrupção, capitalismo suicida, proteção de privilegiados, circuitos de poder que se autoalimentam, o Vaticano não é mais do que um reflexo pontual e decadente da própria decadência do sistema.


Tradução: Katarina Peixoto

Fonte: Carta Maior
Fotos: TV Vaticano

Esta, é apenas uma, dentre as muitas versões especulativas que surgirão. A verdade, sabem-na apenas o próprio Bento XVI e os que o teriam, direta ou indiretamente, forçado a tomar essa decisão. Mas estes não falarão. A questão agora é saber se Bento XVI vai ter coragem de contá-la no seu "isolamento" (ou seria exílio?) ou se vai levá-la para o túmulo, perpetuando todos os mistérios que sempre envolveram o Vaticano.

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Comentário de Oiced Mocam em 12 março 2013 às 21:00
Cuidado, Vaticano.

Link: http://eramos6.com.br/2013/02/25/curriculo-para-ser-papa/

O Big Brother Papal já tá para começar. E tem cardeal sendo eliminado no paredão!

Caso não consiga visualizar, cole o link e pesquise na web.

Comentário de Oiced Mocam em 7 março 2013 às 14:33

A VIDA DO PAPA vice de Deus!

O  cara está no metrô, sentado próximo a um padre.

Sua camisa está manchada de batom vermelho, o nó da gravata desapertado e uma garrafa de gim pela metade sobressai do bolso do seu paletó. Ele abre um jornal e começa a ler.

Após alguns minutos, volta-se para o padre e pergunta:

"Diga-me, padre, o que causa artrite?"

"Vida desregrada, mulheres de vida fácil, muito álcool e pouca fé", responde o sacerdote.

"Puxa vida...", diz o homem cabisbaixo, estou desconsolado...

O padre, arrependido de ter sido tão duro, começa a desculpar-se:

Eu sinto muito, filho... não queria ser rude... há quanto tempo você tem artrite?"

"Não sou eu, padre... Eu li no jornal que o Papa tem artrite!

Comentário de elisandrofrancisco rodrigues em 1 março 2013 às 21:55

 Mais o pontifice não era considerado santo por que não usou de sua influência para freiar todo esse reboliço infelizmente nem sua santidade escapa da corrupção

Comentário de Oiced Mocam em 22 fevereiro 2013 às 11:46

HIPOCRISIA JUDAICO-CRISTÃ- GRÁFICA PORNÔ - VATICANO

"RELIGIÃO É UM NEGÓCIO COMO OUTRO QUALQUER, OBJETIVO É FATURAR"
Editora da Igreja Católica vende (ia) pornografia na Alemanha
Acervo possui títulos como “Me chame de vagabunda”, “A prostituta do advogado” e “Me pegue aqui, me pegue agora”
Os alemães foram surpreendidos com a notícia de que uma editora, que pertence à Igreja Católica do país, vende material pornográfico. A Weltbild, segunda maior editora alemã, possui em seu catálogo títulos como “Me chame de vagabunda”, “A prostituta do advogado”, “Me pegue aqui, me pegue agora”, entre outros na mesma linha editorial.
Reprodução
A revelação foi publicada em um informe destinado à indústria editorial alemã e gerou surpresa entre os alemães. A editora possui mais de 2,5 mil livros em seu acervo, vende também CDs, DVDs e conta com mais de 6,4 mil funcionários. Na Alemanha, a editora comprada pela Igreja Católica há mais de 30 anos,fica atrás apenas da Amazon. Em 2009, os católicos tentaram vender a companhia, mas desistiram por conta dos baixos valores ofertados.
Após a denúncia, a editora correu e retirou algumas das publicações de conteúdo pornográfico de seu site, mas antes era possível encontrar fotos nas descrições dos produtos.
Reprodução

Após a divulgação acerca do conteúdo erótico da WeltBild, o diretor da editora, Carel Haff, afirmou que o assunto provocou “um diálogo intenso e crítico” na companhia. Haff disse ainda que os executivos já conversavam a respeito de uma limitação do acervo disponível para evitar a venda de novos livros eróticos, como medida emergencial.

Os bispos da Igreja Católica alemã responderam à divulgação do conteúdo erótico da editora e afirmaram que uma falha “no sistema de filtro” da empresa causou a publicação dos livros.
Reprodução

“Nós colocaremos um fim na distribuição de um possível material pornográfico no futuro”, afirmaram em nota. As declarações dos bispos alemães, no entanto, foram contestadas pelo editor da revista católica PUR, Bernhard Müller.
Segundo ele, o escândalo revelado agora já acontecia há pelo menos uma década com o conhecimento da Igreja do país. Müller disse ainda que em 2008, foi um entregue um documento de 70 páginas evidenciando que a editora estava publicando material com conteúdo pornográfico e satânico. Segundo o editor, as denúncias foram ignoradas.

http://connectbrazil.blogspot.com.br/2011/12/editora-do-vaticano-pu...

Adendo de Oiced:

Lavagem de dinheiro com tráfico de armamentos, drogas, corrupção, intrigas, conspirações... assim não tem Papa que aguente administrar  a empresa Santa ICAR & OPUS DEI Ilimitada!

Misericódia!!!

 

Comentário de Gilberto Vieira de Sousa em 22 fevereiro 2013 às 9:06

Correto Ivani, ele recebeu um documento com pouco mais de 300 páginas.

Eu duvido que neste documento tenha apenas o conteúdo divulgado na mídia, acredito que deva ter muitos outros crimes.

Aliás, falar da ICAR ou do PT da na mesma...

Comentário de Ivani de Araujo Medina em 22 fevereiro 2013 às 8:20

Acabo de saber pelo noticiário que foi "descoberta" uma rede de prostituição homosexual no Vaticano. O papa Bento XVI recebeu um detalhado dossiê a respeito e resolveu passar a decisão ao próximo papa. kkkkkkkkkk

Comentário de Gilberto Vieira de Sousa em 22 fevereiro 2013 às 0:05
Comentário de Gilberto Vieira de Sousa em 21 fevereiro 2013 às 23:44

Atualização: O brasileiro acabou de dançar hoje, 6ª feira. O novo presidente agora é Ernst Von Freyberg. Tá parecendo até o Congresso Nacional Brasileiro, com um escândalo político a cada 15 dias.

Em termos de escândalos os políticos brasileiros tem muito o que aprender com o Vaticano.

No Washington post saiu uma matéria onde se diz que o banco do vaticano financia armas para Israel.

Como dizia o Garganta Profunda do escândalo Watergate: Siga o rastro do dinheiro.

Comentário de Ivo S. G. Reis em 15 fevereiro 2013 às 7:02

Gaúcho, brasileiro, descendente de alemão?!... Huuum! Já viu darem banco de sangue para vampiro gerenciar? O presidente anterior eu sei que foi demitido por corrupção, mas alegando que foi por não conseguir encobrir mais as lavagens de dinheiro do Vaticano. Diz ter pago pela sua "transparência". E este, está se comportando diferente? Não é o que parece, porque os rumores já começaram e, pela primeira vez, o Vaticano foi incluído pelo Depto. de Estado Americano, na lista de países suspeitos de promoverem lavagem de dinheiro.

Lá, quem fala demais ou deixa vazar, dança. A regra é o segredo. O ex-mordomo do Papa que o diga.

Vejam este vídeo para entender melhor as corrupções financeiras e escândalos do Vaticano:

http://bandnewstv.band.uol.com.br/colunistas/coluna.asp?idc=168&...

Atualização: O brasileiro acabou de dançar hoje, 6ª feira. O novo presidente agora é Ernst Von Freyberg. Tá parecendo até o Congresso Nacional Brasileiro, com um escândalo político a cada 15 dias.

Comentário de Oiced Mocam em 15 fevereiro 2013 às 6:53

Olá, Ivo

O atual gaúcho Presidente do Banco do Vaticano, é o porto-alegrense (RS) Ronaldo Herman Schmitz. O Instituto per Opere di Religione, o Banco do Vaticano, gerencia fundos em 150 países.

Fortuna estimada do Vaticano US$ 7 e US$ 15 bilhões, incluídos a posse de 30% de todos os imóveis na Itália.

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