Irreligiosos

Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

Nota introdutória

Longe de ser mais um grito contra o machismo, os seus caprichos, a sua atuação cabotina, a sua intolerável tacanhez, a sua visão reacionária, o presente texto pretende ser uma manifestação de solidariedade a todas as mulheres do mundo, a voz cansada mas firme de uma mulher que sabe o significado de viver num mundo de homens fixes, educados sob a carapaça dos costumes judeo-cristãos, tão brejeiros, tão poderosos, tão arcaicos, tão antigos que alguns têm mais de três mil anos. Esta é que é a verdade!

Os machos, sua vida e obra

A Terra está cheia de sons harmoniosos, jardins floridos, cidades caóticas, florestas exuberantes, cacofonias abjetas, desertos secos e, por toda a parte, há muitas espécies de machos. Cito, por exemplo, os machos Panthera leo aos quais chamamos leões, que se espalham por vários cantos de África; os machos homo sapiens sapiens aos quais habitualmente chamamos homens, para além de povoarem todo o planeta, têm a mania de meter-se, direta ou indiretamente, na vida de todos os outros machos e na das fémeas suas parceiras, pois acreditam que são os mais poderosos. Na verdade são destes últimos que vamos falar, são estes machos que, embora nasçam com testículos e pénis como os leões, ao contrário destes, lamentavelmente, também aprenderam ao longo dos tempos, a usar aqueles atributos para dominar, humilhar e violar as fémeas e crianças da sua espécie. Mas esta é a história triste de machos que não nos interessam para já.

Texto propriamente dito

Os machos que interessam agora são aqueles fixes e boas pessoas de todos os dias. São aqueles homens anónimos que encontramos no caminho do metro, os vizinhos com quem nos cruzamos no elevador, os colegas de trabalho sempre prontos a trocar o pneu furado dos nossos carros, os nossos cunhados, amigos, irmãos, pais, e os nossos queridos namorados, amantes e maridos, companheiros de toda uma vida, ou de parte dela.

Um macho adulto é, sem dúvida, um futuro velhinho, pelo que merece todo o nosso respeito e até uma certa dose de simpatia, particularmente se nos lembrarmos que um macho adulto é também um bebé do passado. Isso mesmo! Aquelas criaturas com quinze quilos de peso a mais, que se sentam em frente à televisão com o telecomando numa mão e uma cerveja na outra, cujas frontes começam a branquear e fazem coisas interessantes de macho, como por exemplo ter sobre as mulheres ideias sem pés nem cabeça – loiras são boas, mas são burras, ou então, uma mulher que se mete na conversa de machos, anda à procura de sexo -, já foram amorosos pequerruchos de pernas gordinhas e bochechas rosadas, que faziam xixi na fralda e bolsavam no colo da mãe. Impossível não nos comovermos com esta visão ternurenta!

Após uma observação cuidada verificamos que, só após um grande esforço e determinação se conseguem distinguir os machos entre si, no que respeita ao comportamento. Salvo raríssimas exceções comportam-se todos de forma igualmente incoerente; por exemplo, detestam perguntar o caminho quando estão perdidos numa estrada secundária, no meio caminho entre Lisboa e Freixo de Espada à Cinta. Eles negarão este facto por simples coerência com a sua incoerência, mas nós sabemos por experiência própria, do que falamos.

Como todos sabemos os costumes são diferentes das regras e leis das sociedades, enquanto estas são indiferentemente aplicáveis a todos os machos, aqueles variam de macho para macho consoante o grau com que os abraçam. Há costumes que são sangrentos e perigosos, como o costume de matar pela honra e há costumes que são persistentes e menos perigosos, como o costume de considerar que a lida da casa é obrigação das mulheres. Os machos costumam abraçar este último com muita garra, tal como aquele costume piroso e rocambolesco de argumentar de forma insultuosa, quando uma mulher o confronta com a incoerência dos seus próprios argumentos. Foi o que aconteceu na história que se segue.

"Era uma vez um macho muito macho que estava com outros machos a discutir sobre a homossexualidade. Diziam eles de sua justiça:

1º homem – Foi uma das poucas vezes que concordei em gênero, número e grau com um ateu declarado! E também me diverti.

Esta alegre declaração refere-se a uma outra, feita por um eminente cineasta e jornalista brasileiro e que dizia “Antigamente o homossexualismo era proibido. Depois passou a ser tolerado. Hoje é aceite como coisa normal. Eu vou-me embora antes que passe a ser obrigatório.”

2º homem – Neste ponto concordo com seu comentário, em gênero, número e grau. Chegamos ao ponto em que Heterossexualidade virou um incrível sinônimo para Homofobia.

Este 2º homem parece que tem a mesma opinião do primeiro, em género, número e grau, mas acrescenta algo verdadeiramente bombástico, considera que se chegou ao ponto em que os heterossexuais são vítimas de homofobia. Vai daí, uma mulher que acha que a declaração do segundo homem é estapafúrdia resolve entrar em cena.

Mulher – Ai sim? Onde, onde?!!… É que essa afirmação dá um excelente furo jornalístico e eu sempre sonhei ser jornalista, assim uma mistura de Marguerite Higgins com paparazzi. Conte lá onde é que os heterossexuais são discriminados por serem heterossexuais? Não vale falar-me de ilhas perdidas onde a maioria da população são homossexuais, nem dum caso particular, tipo, o seu vizinho que foi a um bar de gays…

Ao que parece, a mulher está-se nas tintas para os costumes instituídos, senão tinha-se remetido à frescura perfumada do gineceu e optado por concentrar-se nas malhas do crochet. Para simplificar, no fundo, no fundo o que a chocou foi a leveza com que o macho, acérrimo crítico da discriminação religiosa, que escreve longos textos sobre a xenofobia, mentiras, discriminação e engodos da bíblia, o maior manual de costumes que conhecemos, maus como disse Saramago, mas mesmo assim o maior, disse uma mentira crassa, ou seja que se tinha chegado ao ponto em que os heterossexuais eram discriminados por serem heterossexuais.

3º homem – Entendi que o 2º homem quis dizer; a continuar essa loucura, nós heterossexuais, passaremos a ser perseguidos, por homofobia. O meu amigo é satírico, não ponhas ao pé da letra o que ele fala.

Um terceiro homem chega em reforço para o segundo macho. Ainda não se sabe porquê, mas os machos justificam-se sempre uns aos outros, deve ser algum instinto proteção do género, ou instinto de agressividade ao género oposto, sabe-se lá!…

2º homem (em resposta à pergunta da mulher) disse:

Sabe . . .

Não estou entendendo o motivo de sua implicância comigo…

Ou será que já estou começando a entender… (?…)

Não sei mulher, mas, desse jeito, vou acabar me apaixonando por você…

É casada?

Tem compromisso com alguém.

Se quiser me escrever algo diferente fora da comunidade…

Meu e-mail: 2ºhomem@yahoo.com.br

Ah! Já ia me esquecendo!

(Se vc não tiver nenhum preconceito contra heterossexuais, é claro.)

Sou sozinho, descompromissado, sou Hétero, sou ateu, sou escritor, e estou mesmo a procura de meu grande amor; a minha “Pilar del Rio”.

Se estiver mesmo apaixonada por mim, por favor, me dê um sinal…

Implique com o que eu escrevo, só mais uma vez…

Como se pode ver, a resposta do 2º homem nada tem a ver com a pergunta da mulher. É completamente desconexa e despropositada e como não se consegue encaixar numa sequência lógica do argumento que a motivou, talvez seja uma daquelas incoerências dos machos que ninguém sabe donde surgem, ou então tem diretamente a ver com os costumes, o que não é de todo descabido.

O facto é que este caso não é isolado, ouvem-se ditos e lidos que nos fazem crer que outras mulheres já obtiveram respostas idênticas para argumentos onde não as puderam encaixar. Neste caso concreto, o macho em questão não sabendo em que parte do mundo é que os heterossexuais são discriminados pela sua heterossexualidade, uma vez que tal afirmação só pode ter sido gerada na sua imaginação, de acordo com os costumes que abraça e tais costumes não lhe permitem a naturalidade do erro, abriu a camisa e mostrou o peito enquanto segurava os testículos com uma das mãos num gesto obsceno, que é como quem diz, respondeu à mulher da forma descrita acima. Ora bolas, macho que é macho tem que saber meter as mulheres no seu lugar!

A mulher remeteu-se ao silêncio, não porque os costumes assim o exigem, mas porque sentiu uma das maiores vergonhas da sua vida: ser exposta publicamente, sem qualquer razão, apenas e simplesmente por ser mulher. Sim é verdade, apenas por ser mulher, não estão a ver este macho tão macho a responder daquela forma a outro macho que criticasse o seu argumento, pois não? Pois é…

Todos os machos presentes naquela conversa acharam banal a resposta do 2º homem, como se costuma dizer, quem vê algo deplorável e cala é porque consente, ou seja, faz parte dos costumes de todos eles pensarem que as mulheres, só porque são mulheres podem ser ridicularizadas publicamente.

Se pensarmos, por exemplo, que as mulheres islâmicas são apedrejadas publicamente pelos machos islâmicos por dá cá aquela palha, poderemos dizer que a mulher desta história teve muita sorte, pois, no orgulhoso ocidente da igualdade do género os machos já não apedrejam mulheres, até porque tal ato é punido por lei, mas sentem perfeitamente justificada a sua arrogância de macho para lhes dirigir insinuações ofensivas publicamente, atendendo apenas e só aos costumes caducos que, curiosamente, são os mesmos que motivam o apedrejar dos primeiros machos.

Pensem nisso homens fixes.

Fim" 

Texto protegido por copyright

Originalmente postado em http://cronicasdamulherdumbebado.wordpress.com/2014/09/25/sobre-o-c...

Foto: http://en.wikipedia.org/wiki/Machismo

 

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Comentário de Luísa L. em 8 outubro 2014 às 8:11

- Comentários encerrados -

Comentário de SERGIO MESQUITA RANGEL em 8 outubro 2014 às 1:15

À autora do tópico.

O que escrevi, foi uma reação imediata a um ataque direto, proposital e premeditado, seu.

Quando vc resolveu me atacar com suas gracinhas, eu sequer estava me dirigindo a vc.  Nem sabia que vc iria comentar com tanta fúria gratuita o que escrevi.  Não sabia sequer que vc existia.

Não escrevi nada intencional querendo lhe provocar direta ou indiretamente.

Provoca depois fica aí, choramingando. . .

Comentário de Luísa L. em 5 outubro 2014 às 13:53

[...] Para tal, volto a insistir, temos uma CAIXA POSTAL INDIVIDUAL, onde podemos xingar, à vontade, uns aos outros, postarmos os ataques mais infames à moral uns dos outros, se quisermos.[...]

Então diga-nos lá porque NÃO usou a CAIXA POSTAL INDIVIDUAL para "xingar" a mulher e o fez publicamente? Ou na sua opinião, o que escreveu não é um "xingamento", por ser uma resposta fora do contexto? Ou é uma resposta própria e comum para si? Ou considera que é a única pessoa que pode "xingar" os outros à vontade publicamente, mas exija "Xingamentos" particulares? Penso que era importante esclarecer porque NÃO usou o e-mail para dizer,

Sabe. . . 

Não estou entendendo o motivo de sua implicância comigo…

Ou será que já estou começando a entender… (?…)

Não sei mulher, mas, desse jeito, vou acabar me apaixonando por você…

É casada?

Tem compromisso com alguém.

Se quiser me escrever algo diferente fora da comunidade…

Meu e-mail: 2ºhomem@yahoo.com.br

Ah! Já ia me esquecendo!

(Se vc não tiver nenhum preconceito contra heterossexuais, é claro.)

Sou sozinho, descompromissado, sou Hétero, sou ateu, sou escritor, e estou mesmo a procura de meu grande amor; a minha “Pilar del Rio”.

Se estiver mesmo apaixonada por mim, por favor, me dê um sinal…

Implique com o que eu escrevo, só mais uma vez…

~~~~~

Sérgio Rangel disse:

Mais alguns esclarecimentos:

1 – Jamais desrespeitei, imotivadamente, mulher alguma, nem homem algum, que se desse o respeito e que tratasse a todos com urbanidade, cordialidade e consideração.

2 – Posso, eventualmente, no calor do debate empregar expressões ofensivas, tais como, “cego”, “tacanho”, “idiota”, que visam única e exclusivamente a classificar o padrão intelectual de meus oponentes, JAMAIS A SUA MORAL, como ouço adjetivos como “teimoso”, “defecar pela boca”, etc, etc. Isso é debate, envolve os temas propostos e as divergências situadas em pontos de vista opostos, mas DENTRO DO CONTEXTO do tema. Não considero isso um ataque pessoal e sim, uma simples tentativa de demonstrar seu descontentamento com a eventual falta de entendimento ou de contemplação de um determinado aspecto pertinente ao tema em discussão.

3 – Jamais teria a intenção de “apedrejar” uma mulher, ou mesmo, quem lá que seja, ainda que vivesse num país islâmico e sob a “proteção” de suas leis evidentemente machistas. Sou da paz e do respeito.

4 – Definitivamente, não sou gay e não tenho nenhum “vizinho gay” com quem troque confidências íntimas, como quis maldosa, tendenciosa e ironicamente insinuar a nossa “heroína-feminista”, que pensa que, pelo simples fato de ser uma “heroína-feminista”, pode ficar, livre e indefinidamente, ofendendo às pessoas, sem ter UMA RESPOSTA BEM À ALTURA DE SEUS ATAQUES IDIOTAS E TOTALMENTE SEM A MENOR GRAÇA.

4 – Contudo, já que (ainda) estamos numa democracia, onde, ao menos, hipoteticamente, todos teríamos a igual oportunidade de livre expressão do pensamento e, sentindo-me TOTALMENTE INJUSTIÇADO, pelos termos cruéis, infamatórios, desrespeitosos e abusivos, empregados pela autora do presente tópico, que, sob a capa de um pretenso “alerta ao machismo exacerbado”, dirige-me, na verdade, um venal e acintoso ataque pessoal, uma vez que todos os “machos” de sua “historieta”, são perfeitamente identificáveis, bastando, para tal, uma pequena dose de curiosidade e uma simples consulta ao tópico onde um eminente cineasta e jornalista brasileiro” diga “Antigamente o homossexualismo era proibido. Depois passou a ser tolerado. Hoje é aceite como coisa normal. Eu vou-me embora antes que passe a ser obrigatório.”, que teria gerado tal polêmica, venho aqui, valer-me desse meu último recurso para manifestar o meu TOTAL REPÚDIO, não ao tópico em si, pois creio, igualmente, que o machismo deve, realmente, ser coibido e denunciado, mas nunca como simples “pretexto” para o ataque pessoal a moral de um eventual desafeto. Para tal, volto a insistir, temos uma CAIXA POSTAL INDIVIDUAL, onde podemos xingar, à vontade, uns aos outros, postarmos os ataques mais infames à moral uns dos outros, se quisermos.

5 – Peço, encarecidamente, perdão, a todos os demais membros e companheiros desta comunidade, mas vejo nessa última e desesperada atitude, a única forma que tenho de manifestar, democrática e publicamente, minha defesa e, como o personagem central do “conto cristão”, dizer: “Se possível, afastai de mim esse cálice, mas, não seja feito segundo a minha vontade, e sim, de acordo com a vossa.”

Comentário de Luísa L. em 5 outubro 2014 às 13:18

Boa tarde,

Devo lembrar que este artigo é sobre o MACHISMO e COSTUMES.

Se algum forista quiser falar sobre a moral e ética da autora do texto deverá abrir uma discussão própria para esse efeito. 

Só a título de lembrete, este artigo foi escrito tendo como base uma história e nessa história um homem responde a uma mulher, completamente fora do contexto e sem nenhuma razão aparente a não ser o facto de ela ser mulher, o seguinte:

Sabe. . . 

Não estou entendendo o motivo de sua implicância comigo…

Ou será que já estou começando a entender… (?…)

Não sei mulher, mas, desse jeito, vou acabar me apaixonando por você…

É casada?

Tem compromisso com alguém.

Se quiser me escrever algo diferente fora da comunidade…

Meu e-mail: 2ºhomem@yahoo.com.br

Ah! Já ia me esquecendo!

(Se vc não tiver nenhum preconceito contra heterossexuais, é claro.)

Sou sozinho, descompromissado, sou Hétero, sou ateu, sou escritor, e estou mesmo a procura de meu grande amor; a minha “Pilar del Rio”.

Se estiver mesmo apaixonada por mim, por favor, me dê um sinal…

Implique com o que eu escrevo, só mais uma vez…

Muito obrigada pela compreensão. 

Comentário de SERGIO MESQUITA RANGEL em 5 outubro 2014 às 12:33

Mais alguns esclarecimentos:

1 – Jamais desrespeitei, imotivadamente, mulher alguma, nem homem algum, que se desse o respeito e que tratasse a todos com urbanidade, cordialidade e consideração.

2 – Posso, eventualmente, no calor do debate empregar expressões ofensivas, tais como, “cego”, “tacanho”, “idiota”, que visam única e exclusivamente a classificar o padrão intelectual de meus oponentes, JAMAIS A SUA MORAL, como ouço adjetivos como “teimoso”, “defecar pela boca”, etc, etc. Isso é debate, envolve os temas propostos e as divergências situadas em pontos de vista opostos, mas DENTRO DO CONTEXTO do tema. Não considero isso um ataque pessoal e sim, uma simples tentativa de demonstrar seu descontentamento com a eventual falta de entendimento ou de contemplação de um determinado aspecto pertinente ao tema em discussão.

3 – Jamais teria a intenção de “apedrejar” uma mulher, ou mesmo, quem lá que seja, ainda que vivesse num país islâmico e sob a “proteção” de suas leis evidentemente machistas. Sou da paz e do respeito.

4 – Definitivamente, não sou gay e não tenho nenhum “vizinho gay” com quem troque confidências íntimas, como quis maldosa, tendenciosa e ironicamente insinuar a nossa “heroína-feminista”, que pensa que, pelo simples fato de ser uma “heroína-feminista”, pode ficar, livre e indefinidamente, ofendendo às pessoas, sem ter UMA RESPOSTA BEM À ALTURA DE SEUS ATAQUES IDIOTAS E TOTALMENTE SEM A MENOR GRAÇA.

4 – Contudo, já que (ainda) estamos numa democracia, onde, ao menos, hipoteticamente, todos teríamos a igual oportunidade de livre expressão do pensamento e, sentindo-me TOTALMENTE INJUSTIÇADO, pelos termos cruéis, infamatórios, desrespeitosos e abusivos, empregados pela autora do presente tópico, que, sob a capa de um pretenso “alerta ao machismo exacerbado”, dirige-me, na verdade, um venal e acintoso ataque pessoal, uma vez que todos os “machos” de sua “historieta”, são perfeitamente identificáveis, bastando, para tal, uma pequena dose de curiosidade e uma simples consulta ao tópico onde um eminente cineasta e jornalista brasileiro” diga “Antigamente o homossexualismo era proibido. Depois passou a ser tolerado. Hoje é aceite como coisa normal. Eu vou-me embora antes que passe a ser obrigatório.”, que teria gerado tal polêmica, venho aqui, valer-me desse meu último recurso para manifestar o meu TOTAL REPÚDIO, não ao tópico em si, pois creio, igualmente, que o machismo deve, realmente, ser coibido e denunciado, mas nunca como simples “pretexto” para o ataque pessoal a moral de um eventual desafeto. Para tal, volto a insistir, temos uma CAIXA POSTAL INDIVIDUAL, onde podemos xingar, à vontade, uns aos outros, postarmos os ataques mais infames à moral uns dos outros, se quisermos.

5 – Peço, encarecidamente, perdão, a todos os demais membros e companheiros desta comunidade, mas vejo nessa última e desesperada atitude, a única forma que tenho de manifestar, democrática e publicamente, minha defesa e, como o personagem central do “conto cristão”, dizer: “Se possível, afastai de mim esse cálice, mas, não seja feito segundo a minha vontade, e sim, de acordo com a vossa.”

Comentário de SERGIO MESQUITA RANGEL em 5 outubro 2014 às 12:32

À autora do “tópico dos machos”:

Mais um pequeno detalhe:

Leia um pouco mais refletidamente a sua provocação, totalmente descontextualizada, sexual, gratuita e infame:

Ai sim? Onde, onde?!!… É que essa afirmação dá um excelente furo jornalístico e eu sempre sonhei ser jornalista, assim uma mistura de Marguerite Higgins com paparazzi. Conte lá onde é que os heterossexuais são discriminados por serem heterossexuais? Não vale falar-me de ilhas perdidas onde a maioria da população são homossexuais, nem dum caso particular, tipo, o seu vizinho que foi a um bar de gays

Por que motivo acha que fui mesmo a alguma ilha perdida onde a maioria da população são homossexuais?

Por que acha que mantenho conversas íntimas com algum vizinho que frequente algum bar gay?

Por que acha que eu também possa estar com frequência em algum bar gay?

Já pensou na remota possibilidade de estar a me chamar de paneleiro com esse seu comentário feminista exdrúxulo?

Sua mãe não lhe deu educação suficiente para dirigir-se às pessoas?

Não sabe, mesmo, contextualizar-se?

.

Não poderia ter sido um pouquinho mais polida e educada, e dizer, simplesmente, algo, como: “Olá Sr. “segundo macho”, não acha que está a exagerar um pouco em suas colocações? Diga-me, exatamente, por que inventou de falar isso?”

Esta segunda opção não diria exatamente tudo o que efetivamente disse, mas, com um pouco mais de educação, polidez, camaradagem e respeito?

O que acha hein? Hein? Hein? . . .Hein? senhora “autora do tópico dos machos”???!!!. . .

.

Enquanto deseducadamente motejava só de meus escritos e de minhas colocações, mas não me ofendia como MACHO, (e, se a senhora quer mesmo saber, sou macho mesmo, sou hétero, e, dependendo da ocasião e das circunstâncias, posso até me tornar homofóbico mesmo, ainda que, temporariamente, mas efetivamente homofóbico. Não tenho absolutamente nada contra os gays, eles que vivam a sua vida do jeito que quiserem, a panela é deles e que a batam em qualquer lugar que quiserem, mas entre eles; nunca do lado de cá. Respeito-os, desde que seja igualmente respeitado. Não sei como é em Portugal, mas posso afirmar-lhe que, particularmente, aqui, no Brasil, eles costumam ser bem diretos e atrevidos e eu simplesmente odeio isso. Principalmente, agora, que se sentem “amparados” pela tal “Lei anti-homofóbica”.

Só homofóbicos não podem ser discriminados em nada??? Os Héteros podem, em tudo ser discriminados?? Se, de qualquer forma, assumem sua heterosexualidade, já ganham, de presente, um tópico “anti-machista” como esse seu????)

O problema é que aqui, a senhora foi totalmente infeliz em seu gracejo sexual, pois pisou onde jamais deveria pisar, ou seja, na parte mais sensível e dolorosa de um macho, pois pisou justamente em seus testículos.

.

Agora:

Penso que qualquer pessoa, seja homem ou mulher, que esteja disposto(a) a entrar em qualquer conversa onde o tema seja SEXO, deve, no mínimo, preparar-se psicologicamente, para tal, PRINCIPALMENTE SE O FIZER POR MEIO DE GRACEJOS SEXUAIS “SEM A MENOR GRAÇA”.

.

A senhora não sabe, mas, dentre todas as formas em que poderia ter questionado minhas colocações, foi escolher justamente aquela em que, além de me questionar, colocou em cheque minha condição de macho.

Não sou machista, mas sou assumidamente macho, e estou perfeitamente agradecido e absolutamente em paz com minha condição de macho. E, por mais incrível que possa parecer, estou mesmo me lixando para toda essa gritaria “homofóbica”. Sei o que sou, estou plenamente consciente do que sou, e não é nenhum “gay raivoso” e nenhuma “feminista recalcada” que vai me deixar desconfortável com minha natural e assumida condição de macho.

.

A senhora, talvez não saiba, mas efetivamente, entrou numa conversa sobre sexo, com gracejos sexuais e, ainda, desafiando minha condição de macho.

Lhe pergunto:

Exatamente o que iria querer ouvir?

Como diz aquele velho provérbio japonês:

Quem fala o que quer, ouve o que não quer”.

Comentário de SERGIO MESQUITA RANGEL em 5 outubro 2014 às 12:31

Bem, então, vamos por partes:

Inicialmente, vamos colocar, aqui, claramente, a palavra CRITÉRIO, em contraposição à célebre expressão popular “Dois pesos e duas medidas”.

.

A frase do “segundo-macho”, quando devidamente analisada pela “autora do tópico dos machos”; ela, a autora, em vez de chegar à conclusão que tratava-se, simplesmente, de “ironia sobre ironia”. . . sabe-se lá, por que cargas d'água, chegou à conclusão EVIDENTE, de tratar-se, unicamente, neste caso, de uma “crassa mentira”. Mesmo havendo “n” maneiras de interpretá-la, optou pela LITERAL. . .

Uma outra possível interpretação do texto, DENTRO DO CONTEXTO em que foi dito, seria: “Dependendo da INTENSIDADE com que você afirma: “SOU HETEROSSEXUAL”, ou, se você não comprovar, claramente, que mantém, pelo menos uma ou duas relações homossexuais por mês, você corre o sério risco de ser taxado de HOMOFÓBICO” . . .

Ou, ainda: “Se você for assediado por algum homossexual e, simplesmente, negar-se a fazer sexo com ele, você já corre o risco de ser taxado de homofóbico”. (Isso, evidentemente, não é verdade, trata-se, apenas de um, digamos “alerta-irônico”). . .

.

Ou será que não está suficientemente claro, para todos, o mesmo tom irônico que o “macho” Arnaldo Jabour deu à sua frase???

***

Fica bem claro aqui, que o critério utilizado para o seu exame foi o de considerar que o “segundo-macho” estivesse entregando à sociedade uma informação verídica, absolutamente séria e “machistamente contundente”, como se defendendo uma tese acadêmica de pós-graduação em “machismo avançado”, ainda que a mesma fosse dita no mesmo ambiente descontraído gerado pelo comentário do “macho repórter” Arnaldo Jabour. . .

2 – Então, logicamente, analisada pela “autora do tópico dos machos”, acima, EVIDENTEMENTE, POR ESSE MESMO CRITÉRIO, a primeira frase dita pelo “macho-repóter” Arnaldo Jabour, escapando “ilesa” de qualquer crítica por parte da autora e, de fato, sendo verdade que não há, por parte dessa mesma autora, qualquer intenção de PROVOCAÇÃO GRATUÍTA, premeditadamente estabelecida, só podemos, então, entender que o “macho” Arnaldo Jabour, nos entregou uma informação igualmente séria, baseada em fonte fidedigna e, de cumprimento real, ou seja: DEVE, com toda a certeza, haver uma real e palpável razão para que os “Héteros” fujam, antes que “ser homossexual” torne-se um comportamento obrigatório, evidentemente que, por alguma Lei Federal, ou Estatal, é claro.

Entendemos, então, que, para que fique absolutamente claro, não tratar-se, aqui, de simples PERSEGUIÇÃO GRATUÍTA, (como, mesmo, já deve ter sido observado por alguns , ou, ao menos, por aquele que ela, aqui, inclusiva e impensadamente, mete-o, igualmente, em sua louca “dança de machos”, “taxando-o”, de “terceiro macho”, que veio em “socorro” do “segundo macho”, na verdade, tentando, ainda, trazê-la de volta ao bom senso, com a frase: “Entendi que o 2º homem quis dizer; a continuar essa loucura, nós heterossexuais, passaremos a ser perseguidos, por homofobia. O meu amigo é satírico, não ponhas ao pé da letra o que ele fala.” Porém, lamentavelmente, o sábio conselho, acabou sendo interpretado, apenas, como mais um “terceiro macho” que (mesmo errado) sai em socorro de outro “macho”, pela simples obrigação “macho-solidária” de fazê-lo. (Eitcha lê lê!!!)

Então. . .para que fique suficientemente claro que tal “tópico dos machos”, não teve como motivação uma CLARA E GRATUITA PERSEGUIÇÃO ao que ela resolveu chamar, aqui, de “segundo macho”, a mesma deve responder clara, convincente e objetivamente às seguintes questões básicas:

1 – A “autora do tópico dos machos”, analisando as duas afirmações: a do “macho repóter” Arnaldo Jabour e a do “segundo macho”, SOB O MESMO CRITÉRIO LITERAL, não fazendo qualquer crítica à frase do “macho repórter” Arnaldo Jabour, evidentemente, por concordar com sua total veracidade e procedência, tem conhecimento de algum projeto de lei em tramitação em alguma casa legislativa neste planeta, que, se aprovado e transformado em lei, torne o comportamento homossexual realmente obrigatório, o que justificaria a seriedade e a REAL NECESSIDADE da expressão: Eu vou-me embora antes que passe a ser obrigatório[ser homossexual]???

2 – A autora do “tópico sobre os machos”, tem conhecimento de qualquer movimento civil no planeta que justifique, clara e objetivamente, a realidade e a NECESSIDADE, dentro de um contexto estritamente objetivo, dessa afirmação tão “séria” e “contundente”, do “macho” Arnaldo Jabour: Eu vou-me embora antes que passe a ser obrigatório [ser homossexual]”, como sendo algo real e de que devemos temer por certo?

.

Se a autora do “tópico sobre os machos” sabe das fontes fidedignas que a levaram a considerar como factuais e verídicas, as informações prestadas pelo “macho” Arnaldo Jabour, e como “crassa mentira”,SOMENTE, as supostas informações “inverídicas” IRRESPONSAVELMENTE passadas à sociedade pelo “segundo macho”, pedimos humildemente, em nome de toda a comunidade, (pois que, a ela inteira foi dirigidaesse seu mui particular “tópico dos machos”) que nos mostre, a todos, quaisquer das informações objetivas solicitadas nos itens 1 e 2, acima, sob pena de se restar, de fato COMPROVADO, PROVOCAÇÃO GRATUÍTA, ao que ela, aqui, denomina, simplesmente de “segundo macho”; prática desonesta e infame à qual a referida autora, vem adotando, sistemática, ostensiva e agora, também, discricionariamente (já que considera esta comunidade como de sua exclusiva propriedade e totalmente disponível para as suas “guerrinhas-pessoais” particulares, denegrindo a imagem de quem ela quiser denegrir, em nome de uma “Santa Inquisição Machista”. Uma verdadeira “caça às bruxas machistas”).

Agora, apenas, “amplia a sua base de ataque”, vejam: criando um tópico “comovente” e “teatralesco”, bem ao seu estilo, querendo, agora, que finalmente conseguiu a “resposta” que queria, às suas provocações de longa data, se fazer de “vítima de uma sociedade machista”. . (Coitadinha!! É mesmo de dar dó!!. . .) mas, na verdade, com o único e secreto objetivo de expor ao “máximo-de-ódio-publico-possível”, o que ela, aqui,denomina, simplesmente, como “segundo macho”.

E, igualmente, sob pena de restar comprovado, (utilizando-se de seus próprios termos) este “circo cabotino” que ela resolveu montar, tendo como pretexto, e, simples pano de fundo, um suposto “preconceito machista”.

Evidentemente que sou do sexo masculino, e fisiologicamente, possuo algo que casualmente chamamos de testosterona, e que, talvez, pela mais pura incompreensão da fisiologia humana, parece mesmo que constitui crime inafiançável, quem a possui circulando nas veias. O fato é que, quase todas as fêmeas parecem saber que um macho, sempre que ostensivamente provocado, um belo dia, irá perder as estribeiras, errar e falar o que não deve. A porcaria da testosterona, mais cedo ou mais tarde, sempre acaba mesmo, fazendo o “seu serviço”. Cabe, então, à fêmea, provocá-lo até que chegue a esse ponto, para, que, neste “dia feliz”, poder, finalmente, chamá-lo (se possível, publicamente, como vemos) de machista estúpido, ou, simplesmente, de “segundo” ou “terceiro” macho ou “quarto” ou “quinto” macho; não importa, o “macho” que chegar, ali, com certeza, vai levar a sua “paulada femnista”.

Se é isso o que queria, minha cara, você finalmente conseguiu.

Dou-lhe, publicamente, aqui, meus parabéns!!!

Que legal!! Ela provou o que queria! Que todos os “machos” são estúpidos.

E que, dentre todos os mais estúpidos, com certeza, o “segundo macho” é o mais estúpido de todos!

Satisfeita?? Alguma coisa a declarar à imprensa, neste momento de glória?!

.

Parece que só se esqueceu que “testosterona”, hoje, algo tão “inútil” e “nojento”, era o que levava o homem primitivo a defender sua família das feras que queriam devorá-la.

.

Mas aprendo rápido. Você vai perceber. Já sei que, doravante não vou mais aceitar e nem me incomodar com nenhuma de suas habituais provocações, ainda que femininas, tão “fixes”, quanto as masculinas.

.

No mais, Senhora Luisa, espero total sucesso e que faça excelente proveito dessa sua “árvore-de-natal-para-machos”, plantada, com o merecido destaque, no lay-out geral de nossa comunidade e bem chamativa á visitação pública.

O máximo que posso fazer para ajudar a enfeitá-la e garantir o pleno sucesso dessa sua “nova empreitada” é estar sempre “upando” esse meu pequeno comentário, e, com isso, sempre atualizando sua “árvore-de-natal-para-machos”.

Mais uma vez, desejo mesmo, todo o sucesso do mundo à sua “árvore-de-natal-para-machos” e que com ela, consiga mesmo, conscientizar todos os “machos” deste planeta, de sua respectiva burrice, mal caráter e estupidez. (Se era realmente isso o que queria. . . )

Passar bem.

Comentário de Luísa L. em 5 outubro 2014 às 8:33

Cansei-me Rangel.

Os seus argumentos não me merecem qualquer resposta de tão forçados e infantis.

Está a tentar justificar o seu comentário com argumentos sem nexo. Entenda, na minha opinião isto,

Sabe. . . 

Não estou entendendo o motivo de sua implicância comigo…

Ou será que já estou começando a entender… (?…)

Não sei mulher, mas, desse jeito, vou acabar me apaixonando por você…

É casada?

Tem compromisso com alguém.

Se quiser me escrever algo diferente fora da comunidade…

Meu e-mail: 2ºhomem@yahoo.com.br

Ah! Já ia me esquecendo!

(Se vc não tiver nenhum preconceito contra heterossexuais, é claro.)

Sou sozinho, descompromissado, sou Hétero, sou ateu, sou escritor, e estou mesmo a procura de meu grande amor; a minha “Pilar del Rio”.

Se estiver mesmo apaixonada por mim, por favor, me dê um sinal…

Implique com o que eu escrevo, só mais uma vez…

NÃO TEM justificação possível, por muito idiota que tenha sido o meu comentário.

Não se preocupe, a "autora do tópico dos machos" cansou-se dos seus insultos. Os meus parabéns, nunca na minha vida fui tão espezinhada e humilhada como por si. 

Sérgio Rangel disse:

À autora do “tópico dos machos”:

Mais um pequeno detalhe:

Leia um pouco mais refletidamente a sua provocação, totalmente descontextualizada, sexual, gratuita e infame:

Ai sim? Onde, onde?!!… É que essa afirmação dá um excelente furo jornalístico e eu sempre sonhei ser jornalista, assim uma mistura de Marguerite Higgins com paparazzi. Conte lá onde é que os heterossexuais são discriminados por serem heterossexuais? Não vale falar-me de ilhas perdidas onde a maioria da população são homossexuais, nem dum caso particular, tipo, o seu vizinho que foi a um bar de gays

Por que motivo acha que fui mesmo a alguma ilha perdida onde a maioria da população são homossexuais?

Por que acha que mantenho conversas íntimas com algum vizinho que frequente algum bar gay?

Por que acha que eu também possa estar com frequência em algum bar gay?

Já pensou na remota possibilidade de estar a me chamar de paneleiro com esse seu comentário feminista exdrúxulo?

Sua mãe não lhe deu educação suficiente para dirigir-se às pessoas?

Não sabe, mesmo, contextualizar-se?

.

Não poderia ter sido um pouquinho mais polida e educada, e dizer, simplesmente, algo, como: “Olá Sr. “segundo macho”, não acha que está a exagerar um pouco em suas colocações? Diga-me, exatamente, por que inventou de falar isso?”

Esta segunda opção não diria exatamente tudo o que efetivamente disse, mas, com um pouco mais de educação, polidez, camaradagem e respeito?

O que acha hein? Hein? Hein? . . .Hein? senhora “autora do tópico dos machos”???!!!. . .

.

Enquanto deseducadamente motejava só de meus escritos e de minhas colocações, mas não me ofendia como MACHO, (e, se a senhora quer mesmo saber, sou macho mesmo, sou hétero, e, dependendo da ocasião e das circunstâncias, posso até me tornar homofóbico mesmo, ainda que, temporariamente, mas efetivamente homofóbico. Não tenho absolutamente nada contra os gays, eles que vivam a sua vida do jeito que quiserem, a panela é deles e que a batam em qualquer lugar que quiserem, mas entre eles; nunca do lado de cá. Respeito-os, desde que seja igualmente respeitado. Não sei como é em Portugal, mas posso afirmar-lhe que, particularmente, aqui, no Brasil, eles costumam ser bem diretos e atrevidos e eu simplesmente odeio isso. Principalmente, agora, que se sentem “amparados” pela tal “Lei anti-homofóbica”.

Só homofóbicos não podem ser discriminados em nada??? Os Héteros podem, em tudo ser discriminados?? Se, de qualquer forma, assumem sua heterosexualidade, já ganham, de presente, um tópico “anti-machista” como esse seu????)

O problema é que aqui, a senhora foi totalmente infeliz em seu gracejo sexual, pois pisou onde jamais deveria pisar, ou seja, na parte mais sensível e dolorosa de um macho, pois pisou justamente em seus testículos.

.

Agora:

Penso que qualquer pessoa, seja homem ou mulher, que esteja disposto(a) a entrar em qualquer conversa onde o tema seja SEXO, deve, no mínimo, preparar-se psicologicamente, para tal, PRINCIPALMENTE SE O FIZER POR MEIO DE GRACEJOS SEXUAIS “SEM A MENOR GRAÇA”.

.

A senhora não sabe, mas, dentre todas as formas em que poderia ter questionado minhas colocações, foi escolher justamente aquela em que, além de me questionar, colocou em cheque minha condição de macho.

Não sou machista, mas sou assumidamente macho, e estou perfeitamente agradecido e absolutamente em paz com minha condição de macho. E, por mais incrível que possa parecer, estou mesmo me lixando para toda essa gritaria “homofóbica”. Sei o que sou, estou plenamente consciente do que sou, e não é nenhum “gay raivoso” e nenhuma “feminista recalcada” que vai me deixar desconfortável com minha natural e assumida condição de macho.

.

A senhora, talvez não saiba, mas efetivamente, entrou numa conversa sobre sexo, com gracejos sexuais e, ainda, desafiando minha condição de macho.

Lhe pergunto:

Exatamente o que iria querer ouvir?

Como diz aquele velho provérbio japonês:

Quem fala o que quer, ouve o que não quer”.

Comentário de Oiced Mocam em 4 outubro 2014 às 19:12

Arnaldo Jabor é um Ateu brasileiro famoso.

Olá, Luísa. Como vai, tudo bem!

Mas em 2006, em uma entrevista para a revista Trip, disse que se tornou descrente por outro motivo. “Na verdade, aprendi a ser ateu com os jesuítas. Eles traumatizaram tanto, que falei: ‘Não é possível que essa gente tenha razão’”.

Jabor nasceu no Rio de Janeiro em 1940. Produziu filmes que se tornaram clássicos do cinema brasileiro. Seu primeiro sucesso foi “Toda Nudez Será Castigada” (1973), cujo roteiro é uma adaptação da peça homônima de Nelson Rodrigues.

Além de ter estudado em “escola de padre”, nos anos 60 foi militante de esquerda, aliando-se ao movimento de combate à ditadura militar. Identificava-se com os trotskistas.

Nos anos 90, virou colunista da grande imprensa e de telejornais da Globo por causa da falência do cinema brasileiro decretada pela política de devastação cultural do presidente Fernando Collor.

Ele se revelou, então, um cronista polêmico, dedicando a sua prosa inflamada, entre outros temas, ao questionamento dos esquerdistas que, segundo ele, privatizaram para uso próprio o Estado brasileiro, via PT.

Para seus ex-companheiros da esquerda, ele virou “reacionário”. Mas Jabor é também criticado pela direita. Suas crônicas têm grande repercussão na internet.

Com um texto pontuado por frases de efeito, Jabor tem sido ainda um crítico contundente das religiões. Ele se detém nos casos internacionais de fundamentalismo religioso, como destaque para os muçulmanos. Mas não deixa de criticar a Igreja Católica brasileira e as seitas evangélicas ávidas por dízimo.

O jornalista chegou a ser processado pela Igreja Universal por ter comentado com ironia a notícia da apreensão pela Polícia Federal em julho de 2005 de sete malas com R$ 10 milhões que estavam com um bispo da igreja. Em julho de 2011, o Tribunal de Justiça de São Paulo confirmou a sentença de primeira instância de que Jabor não tinha cometido nenhuma ofensa à denominação.

Em abril de 2011, ele foi o único jornalista da grande imprensa brasileira – geralmente parcimoniosa em suas críticas aos males causados pelas crenças – a ressaltar o caráter religioso do comportamento do atirador que matou 12 estudantes de uma escola do Rio. 

 Na rádio CBN, ele disse: “O massacre dos meninos no Rio de Janeiro foi um massacre religioso, com a matança dos inocentes de Herodes. O assassino foi o anjo da morte de um Deus louco”.

Fonte:  http://www.paulopes.com.br/2012/02/arnaldo-jabor-ateu-famoso.html#ixzz3FDQ6oln2

http://pt.wikipedia.org/wiki/Arnaldo_Jabor

 Luísa. Quanto ao seu artigo, não aprofundei muito, mas confesso que gostei e  ri  muito com a sua resposta inicial original, “Silêncio”!

Abraços,

Oiced

Comentário de Luísa L. em 4 outubro 2014 às 16:48

Sérgio Rangel disse:

(...) No que me diz respeito, pode mesmo unir-se à Senhora Luisa na promoção e aperfeiçoamento de sua "árvore-de-natal-para-machos". (...)

Pela parte que me toca, gosto de pessoas. Pouco me importa que sejam deístas, bissexuais, social-democratas, ateus, pedintes, comunistas, homossexuais, japoneses, pretos ou brancos. O que me importa mesmo é que sejam pessoas com algo para trocar comigo. Por isso não tenho nenhum preconceito em falar e trocar ideias com o senhor T.P. Sigurd ou com outra pessoa qualquer.

E digo-lhe mais, seja por que motivo for, não me compete analisar essa questão, o senhor T. P. Sigurd, cristão e sem nenhuma afinidade comigo, foi uma de duas pessoas (a outra foi a Divina) que teve a sensibilidade e amabilidade também, de, em relação a este assunto, ter compreendido o meu estado de espírito. Mais, foi o único homem que publicamente se chegou à frente e postou no meu artigo. Por tudo isso ele merece-me todo o respeito e consideração.

O Rangel que, com um comentário absurdo, provocou toda esta situação pensa que está cheio de razão. Para além de me ridicularizar constantemente está a tentar marginalizar-me.

Saudações irreligiosas.

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