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Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

Sobre o Islã (1)

É preciso muita coragem, para não dizer outra coisa, para afirmar, conforme Ali Kamel, que o islamismo “tem como regra a boa convivência com as outras religiões”. (Sobre o Islã) Quem se dispõe a ler de forma crítica os livros santos – a Torá, os Evangelhos e o Alcorão – encontra neles centenas de versículos cheios de violência, intolerância, horrores. No Alcorão, dos 6.235 versículos de suas suras, pelo menos 150 incitam a intolerância, a crueldade, as guerras.

Citemos algumas suras e seus versículos: “Para aqueles que não creem em Deus e em Seu Mensageiro preparamos um fogo flamejante”. (48:13) “Cada vez que suas peles forem queimadas, substitui-las-emos por outras para que continuem a experimentar o suplício”. (4:56) “Desgraça alguma acontece, senão com a permissão de Deus”. (... : ...)

Na sura 2:178 a pena de talião é prescrita; na 2:191 ordena-se a matança dos descrentes; na 2:193 manda-se combater os idólatras e os iníquos; na 2:194 manda-se castigar as profanações com a pena de talião; na 3:4 diz-se que Deus é poderoso e vingativo; na 3:54 diz-se que Deus é o mais hábil dos conspiradores; na 3:141 manda-se aniquilar os descrentes; na 4:34 diz-se que “Os homens têm autoridade sobre as mulheres porque Deus os fez superiores a elas...”; na 4:91 manda-se capturar e matar o adversário; na 5:38 manda-se cortar as duas mãos do ladrão e da ladra; na 5:51 manda-se não tomar por aliados os judeus e os cristãos;  na 5:95 repete-se que Deus é poderoso e vingativo; na 8:12 diz-se: “... Infundirei o terror no coração dos descrentes. Separai-lhes a cabeça do pescoço; batei em todos os seus dedos”; na 8:30 repete-se que Deus é o mais hábil dos conspiradores; na 8:39 exorta-se a combater os idólatras; na 9:2 diz-se que Deus “aviltará os descrentes”; na 9:3 anuncia-se “um castigo doloroso aos descrentes”; na 9:5 diz-se: “matai os idólatras onde quer que os encontreis, e capturai-os e cercai-os e usai de emboscada contra eles”; na 9:5 diz-se que todo idólatra (ou infiel) é depravado; na 9:23 manda-se desprezar os “pais e irmãos se eles preferirem a descrença”;

Estamos na 9a sura; até alcançarmos a última, a de no 114, muito mais coisas da mesma natureza se encontrarão.

E alguns outros versículos que pregam a paz ou a tolerância não amenizam o problema, aliás ressaltam as contradições da religião islâmica, tão ou mais espantosas do que as incoerências do judaísmo e do cristianismo.

Dizer, conforme Ali Kamel, que o islamismo “baseia-se nos mesmos pilares do judaísmo e do cristianismo” confirma justamente a origem trágica do islã, pois junto do monoteísmo judaico ele herdou também o que há de pior desses dois credos. Recebeu do judaísmo o Deus irascível, colérico e violento, como também o sentimento de “povo eleito”, a soberba que caracteriza o doador e o donatário, e que leva a constantes conflitos. E herdou dos cristãos não só o Jesus da espada, como também o Jesus que despreza o mundo, que estabelece as mais desconsertantes proibições sobre o corpo, que prega o ascetismo extremo, que subordina a instituição familiar à crença, que cultua as compulsões da morte, o apelo ao além, a servidão geradora da pobreza, etc.

O autor se pergunta, a respeito dos conflitos e do terrorismo: “Como podem envolver Deus nisso? Que processo leva essas pessoas a criar, a partir de uma religião que se quer pacífica, um dos movimentos políticos mais violentos que o mundo já viu ...?”

Só que a estranheza reside justo na pergunta, pois o islã, além de abrigar a violência de seu legado, não incorporou outros valores, conforme ocorreu com seus dois antecessores, que receberam as influências do Iluminismo inaugurado na Europa.

De resto, todos esses livros são apenas um repositório de fábulas, mitologias, lendas, superstições, crendices. Muito antes, quando o homem adquiriu consciência e começou a padecer de suas angústias, em face dos medos que então passou a sentir como ser recém-consciente, ele já inventara seus fetiches. Para suportar seus pavores, buscou o sobrenatural, o fetichismo, o totemismo, o shamanismo, o animismo, a astrolatria, o politeísmo e finalmente o monoteísmo.

Melhor do que justificar as mitologias religiosas é cultuar a religião do humanismo. Enquanto a leitura dos textos religiosos precisaria voltar-se para outros aspectos, o sociológico, o psicológico, etc, até que essas fábulas possam perder seu caráter sagrado e se passe a contemplá-las como fenômenos antropológicos.

Assis Utsch

(1) Comentário feito a partir de reportagem de Veja de 22-08-07, sobre o livro Sobre o Islã – A Afinidade entre Muçulmanos, Judeus e Cristãos e as Origens do Terrorismo, de Ali Kamel.

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Comentário de Gilberto Vieira de Sousa em 3 abril 2015 às 6:51

Resumindo, o Islã é uma fábrica de lunáticos assassinos, que esperam as recompensas mais improváveis.

Um lugar melhor é aceitável, mas com setenta virgens para cada demente daqueles já é forçar todos os limites da falta de inteligência.

O Islã foi fundado por um lunático que conquistou ula legião de seguidores mais lunáticos que ele.

Eu li um manual que ensinava como o homem deveria coordenar seus amigos para que em conjunto pudessem ministrar uma surra na esposa desobediente. Neste manual fala-se de oito homens para surrar uma mulher.

Em minha opinião, quem diz ser o Islã uma doutrina de paz, está chamando os demais de idiotas.

O Islã só utiliza dos mesmos entes do judaísmo e cristianismo por falta de criatividade de seu autor, que gastou seus neurônios inventando leis divinas que apenas refletiam sua personalidade nefasta e insana.

Há ainda quem defenda que Maomé nunca tenha existido.

Comentário de Oiced Mocam em 13 janeiro 2015 às 21:17

Algo, que algumas religiões cristãs tem em comum, é a inércia, praticando e exercendo o poder através de dogmas do passado num mundo moderno e cientifico. Os chineses, sempre tiveram a visão e a percepção de um mundo dinâmico. Para eles: crise é mudança, perigo é oportunidade. Mudanças acontecem, o antigo e o novo se harmonizam com o tempo, resultando daí nenhum dano para elas. A história nós ensinou assim. Enquanto os EUA, desperdiçam 3 (três) trilhões de dólares na Guerra do Iraque, dinheiro que também sai indiretamente  dos bolsos de todos os países latino americanos. 

Nem todo mulçumano é árabe e nem todo árabe é mulçumano, existem brasileiros mulçumanos e árabes católicos, não existem católicos mulçumanos nem mulçumanos católicos. Um país árabe, deu o primeiro passo, na construção de uma das mais modernas e bem equipadas Universidades no Oriente Médio, no valor de bilhões de dólares, onde as mulheres poderão chegar e freqüentar dirigindo e estacionando os seus próprios automóveis no campus universitário.

Um homem de consciência e de moral, não irá a guerra, embora muitas escrituras religiosas digam que é virtuoso, sacrificar-se pela sua nação, pela sua religião. E a guerra é certamente imoral. Nem os papas, nem os profetas podem convencer ninguém que em nome de Dele você tem que matar. Um homem consciente, um cristão não pode ser enganado por palavras e dogmas. Os muçulmanos dizem que se você morrer numa guerra religiosa, a sua recompensa será enorme no outro mundo. E você por esse ato imoral será recompensado no outro mundo.

Al-Razi ou  Abu Bakr Ibn Mohammad Zakariya al-Razi (887-955 d.C.), Filósofo, físico, músico, médico e alquimista iraniano e muçulmano nascido em Rayy, no Irã, um dos maiores nomes da história científica árabe. Acreditava que as pessoas comuns tinham inicialmente sido levado a crença por figuras de autoridade religiosa e pelo status quo.  Ele acreditava que estas figuras de autoridade foi capaz de continuamente enganar o povo ", como resultado de [os religiosos] sendo muito acostumado a sua denominação religiosa, como os dias passaram e ela se tornou um hábito. Porque eles foram iludidos pelas  barbas das cabras , que se sentam nas fileiras em seus concílios, esticando suas gargantas em contar mentiras, mitos e sem sentido "ciclano disse, fulano disse-nos o nome de fulano ..." 

        Ele acreditava que a existência de uma grande variedade de religiões é, em si, a prova de que foram feitos todos pelos homens, dizendo: "Jesus afirmou que Ele é o Filho de Deus, enquanto Moisés alegou que não tinha filho, e Muhammad alegou que Ele [Jesus] foi criado como o resto da humanidade. " e " Mani e Zoroastro contradisse a Moisés, Jesus e Maomé sobre o Eterno, o vir a ser do mundo, e as razões para [a existência] do bem e do mal.

Sobre o Alcorão , Razi disse:

      Desde o início da história humana, todos aqueles que se diziam profetas eram, em sua pior hipótese, tortuosos e com a sua melhor hipótese tinha problemas psicológicos.

     Al-Razi dirigiu seu ataque mais veemente contra os livros sagrados em geral, incluindo o Alcorão, porque ele viu como ilógico e contraditório. Ele também acreditava que todos os seres humanos eram iguais em suas capacidades intelectuais como eles estavam em todas as outras coisas. Não faz sentido, portanto, que Deus deve destacar uma pessoa intermediária, dentre eles, a fim de revelar-lhe sua sabedoria divina e atribuir-lhe a tarefa de guiar os outros seres humanos. Além disso, ele descobriu que os pronunciamentos dos profetas e histórias, muitas vezes contraditórias com as de outros profetas.  Se sua origem foi uma revelação divina, como se afirma, as suas opiniões teria sido idênticas. A idéia de um mediador divinamente nomeados, portanto, um mito.

       Al-Razi entendia que no porão da crença religiosa na sociedade, que ele atribuiu a vários fatores.  Em primeiro lugar, os sistemas de crenças espalhado principalmente por meio da propensão humana para imitar e copiar outros.  

      Em segundo lugar, a religião e a popularidade repousava sobre a aliança estreita entre clérigos e líderes políticos.  Os clérigos, muitas vezes utilizado esta aliança de impor suas próprias crenças pessoais sobre as pessoas pela força sempre que o poder de persuasão falhou.

     Em terceiro lugar, o caráter luxuoso e imponente do vestuário dos homens religiosos contribuíram para a alta conta em que foram realizadas por pessoas comuns. Finalmente, com o passar do tempo, as idéias religiosas tornaram-se tão familiar que quase virou em instintos profundos que já não eram questionados.

  Ao examinar esse capítulo da história islâmica, independentemente da validade ou não das opiniões expressas, não podemos deixar de se sentir surpreso com o fato de que os pensadores islâmicos do século 10 tinham a liberdade de discutir e publicar seus "heterodoxas" idéias, enquanto o mundo islâmico, agora não pode, ou não, lidar com qualquer forma de dissidência intelectual. Pode ser razoável sugerir, então, que o problema do Islã não se encontra nos textos e tradições herdadas, mas na interpretação. A herança islâmica, como os cristãos, é composto de um corpo enorme de comentários e interpretações, que foram produzidos em vários períodos da história a resolver problemas específicos à sua idade. É preciso lembrar que as escrituras cristãs não mudaram desde a Idade Média. Foi em nome desses textos muito que inúmeros chamados hereges eram queimados na fogueira.

       Há pouca dúvida de que os estudiosos islâmicos têm a tarefa e a responsabilidade de rever a tradição e a re-enfatizar os valores humanos da tolerância e da liberdade de pensamento.  Eles não têm que olhar longe para esses valores. Todos eles são obrigados à fazer é chegar a fundo em seus próprios princípios culturais para recuperar as pérolas e descartar os resíduos.

       Com o desafio lançado elas poderão rever seus valores e conceitos ultrapassados, investindo naquilo que é óbvio, no que elas tem de melhor. Realizar efetivas, rápidas e profundas mudanças culturais, com foco no aprimoramento do seu capital humano e ouvindo as “vozes” dos seus “clientes consumidores” devotos. Há uma série de movimentos pró-democracia no Oriente Médio. Diversas medidas de liberdade são necessárias. E essas deveriam incluir os direitos políticos, direitos econômicos, a liberdade de imprensa e as liberdades civis. É necessário que as religiões realizem urgentemente um diálogo, pois todos nós fazemos parte do “humano”, somos todos iguais clamando por justiça e paz.  É necessária uma reforma urgente antes de se desintegrarem completamente e cometerem mais danos à humanidade por uma eterna disputa de terra.

 Se as vozes moderadas do Islã não modernizarem sua cultura e sua fé, pode ser que os 'Rushdies' tenham de fazê-lo por elas.
                                                             ―Salman Rushdie

Ou como disse Mikhal Bakunin:

 “Estamos convencidos de que o pior mal, tanto para a humanidade  quanto para a verdade e o progresso, é a Igreja.

Poderia ser de outra forma?

Pois não cabe à Igreja a tarefa de perverter as gerações mais novas e especialmente as mulheres?

Não é ela que, através de seus dogmas, suas mentiras, sua estupidez e sua ignomínia tenta destruir o pensamento lógico e a ciência?

Não é ela que ameaça a dignidade do homem, pervertendo suas idéias sobre o que é bom e o que é justo?

Não é ela que transforma os vivos em cadáveres, despreza a liberdade e prega  a eterna escravidão das massas em benefício dos tiranos e dos exploradores?

Não é essa mesma Igreja implacável procura perpetuar o reino das sombras, da ignorância, da pobreza e do crime?

Se não quisermos que o progresso seja, em nosso século um sonho mentiroso, devemos acabar com a Igreja.”

 Saudações Irreligiosas,

Oiced Mocam                                                             

  Saiba mais: http://pt.wikipedia.org/wiki/Estado_Isl%C3%A2mico_do_Iraque_e_do_Levante

Comentário de rodrigo kmikaze em 13 janeiro 2015 às 18:13
Pow, até dá para dizer que o culpado de tudo é "deus"...
Comentário de Assis Utsch em 10 janeiro 2015 às 19:30

Ivo,

Obrigado por repercutir em seu comentário o texto que postei. Gostaria de acrescentar que o maior problema das religiões, além do fato de que nenhuma corresponde á verdade, é o fato de que todas elas são dogmáticas. Mas elas precisam dos dogmas, justamente, como forma de se perpetuarem, já que sem seu absolutismo elas se dissipam.

No caso do islamismo, que não passou pela domesticação do Iluminismo, tal como o cristianismo passou, embora seus líderes só falem em paz, há um complicador no islã. As populações muçulmanas em diversos países apoiaram todos esses desatinos - o Onze de Setembro, os atentados em Madri e Londres, etc. Ora, se a maior parte da população desses países apoia esses atentados, como é possível dizer que eles são pacíficos ?

Abraços, Assis Utsch 

Comentário de Ivo S. G. Reis em 10 janeiro 2015 às 17:17

Concordo com você, Assis. Por mais que se queira ser justo e não generalizar conceitos sobre o islamismo, dizendo que também possui bons ensinamentos, não dá, porque o que contém de absurdo e maldades recomendadas anula tudo de bom que poderia ter. Não é preciso ir muito longe, conhecer as origens e a história do Islã, etc, etc - basta ler o Alcorão. Dizer também que terroristas muçulmanos são minorias pertencentes às alas mais radicais e que não representam a totalidade do pensamento islâmico não procede. Estão lá as suras recomendando as violências e assassinatos, como você bem destacou. Como dizer que os ensinamentos contidos no seu pretenso "livro sagrado" não são responsáveis pelo fanatismo?

Confesso que quando vi pela primeira vez a referência à obra de Ali Kamel (principalmente pelo título) interessei-me em adquirir um exemplar. Mas quando li as sinopses e críticas, desinteressei-me, principalmente depois que li isto: "...a concepção de que se trata de uma religião movida pelo ódio é fruto da ignorância ocidental e do despotismo de seguidores seus que compõem uma minoria." Não concordo, não posso concordar com isso. Estão aí a história e os fatos para demonstrar que isso não é verdade. Está aí o ocorrido esta semana com o atentado muçulmano ao jornal francês Charlie Hebdo. Como dizer que os carinhas não agiram motivados pelo fanatismo religioso islâmico? O islamismo, no meu entender, contém todos os defeitos do judaísmo e do cristianismo e mais alguns, que lhes são próprios, levados ao extremo.

Deveria ter lido o livro, ao menos para saber os argumentos do autor. Mas como já sabia a conclusão, excepcionalmente (neste caso) achei que iria perder meu tempo e não comprei o livro. Aliás, nem pretendo comprar no futuro, a menos que se transforme em grande polêmica, o que acho que não acontecerá porque dificilmente o autor irá conseguir convencer alguém (a não ser os próprios muçulmanos) de que o islamismo não incita ao terrorismo religioso e político. 

Acho que a mistura de sangue do autor falou mais alto e obnubilou a sua visão sobre o assunto.

Saudações Irreligiosas!

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