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Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

Esta é a primeira playlist de uma videogallerie que pretendo montar sobre a revisão histórico do holocausto. É composta de 7 polêmicos vídeos, com duração total de 58", narrados em espanhol.
Relata as experiências do pesquisador David Cole, em Aushwitz, quando foi tentar averiguar a veracidade da existência das câmaras de gás e da sua utilização para execução em massa de 6 milhões de judeus, por gaseamento,
no episódio da 2ª Guerra Mundial conhecido como "Holocausto".
E as conclusões a que chegou foram tão polêmicas e divergentes da versão histórica oficial, que o You Tube colocou a seguinte observação em todos os vídeos: "O conteúdo a seguir foi identificado pela comunidade do YouTube
como sendo potencialmente ofensivo ou inapropriado. Contamos com o seu bom senso para decidir se deseja assisti-lo ou não". Eu decidi que sim!

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Comentário de Ivo S. G. Reis em 25 abril 2012 às 2:03

Ok, Luísa, vou aceitar sua sugestão. Você é uma colaboradora culta a quem prezo muito e não quero que entremos em choques por pequenas divergências ideológicas. Sei que o posicionamento de ceticismo que assumi causa reações de revolta e indignação nas pessoas. Um cara que fala contra as religiões, acredita na existência e teorias conspiracionistas da Nova Ordem Mundial, questiona o holocausto e o aquecimento global e também é contra os sionistas, é fadado a ser atacado e odiado e sempre vai ter uma dificuldade imensa de provar suas teorias. Então, arriscar-se a defender essas posições ideológicas é uma atitude um tanto quanto insana e suicida. Mas que fazer se sou cético por natureza e tenho espírito libertário e questionador?

Ou eu aprendo a fechar a boca e me controlar e pegar mais leve no que digo, ou vou perder muitos amigos e caçar encrencas para mim mesmo. Esta é a dura realidade.

Pelo outro lado meu que você não conhece, além de agnóstico, sou um anarco-libertário-ambientalista, do tipo contestador e destruidor de mitos, mitos que enganam, prejudicam e escravizam a humanidade. Escrevo contra tudo isso e corro riscos. Para amenizar as coisas e os riscos e não deixar tudo num mesmo lugar, dividi os assuntos principais e criei um site para religião e ateísmo (este), dois para política (Observatório Político Brasileiro e Brasil, Tomografia Política), outro para a ecologia, outro para combater as mentiras (Mentiras Dominantes) e outros 3 para debates gerais de assuntos diversos que também me interessam como, por exemplo, filosofia, fortianismo e realismo fantástico. Nesses tenho o "Debata, Descubra e Divulgue!", "Botequim Filosófico Virtual", "Formou? Disseca e Publica!" e Videoblogo do Insólito e do Extraordinário". Tenho ainda dois sites literários ("Temas Instigantes" e "Vida Escaneada") e todos esses sites juntos mais os meus bancos de dados de informações,  fornecem-me material para o livro que pretendo  publicar e que está praticamente estruturado e pronto, necessitando apenas de revisão. Só não sei se alguém vai querer editar. Provavelmente não, porque eles vão dizer que não vende e que os assuntos são perigosos e só interessam a uma pequena parcela da população, não valendo o correr o risco de processos por isso ( um dos editores assim o disse). Dai, vou ter de esperar economizar grana para pagar uma edição independente.

Você entendeu por que tive de dividir os assuntos? Imagine eu falando contra holocausto, contra religiões, contra a política, contra a cleptocracia brasileira, contra os destruidores da natureza,  contra o aquecimento global,  contra a Nova Ordem Mundial, tudo num mesmo lugar!... Ou iria preso ou meus sites seriam fechados ou sabotados (como já ocorreu com um deles).

Por isso admiro a obstinação de algumas pessoas que corajosamente se expõem ao escrever sobre esses assuntos, infelizmente (ou seria felizmente?) os mesmos de que gosto.

É isso. Não vamos nos estranhar por divergirmos ocasionalmente numa ou outra coisinha, já que os pontos de afinidade são muito maiores. Hoje em dia as mulheres estãi ficando mais corajosas e muitas delas mais bem informadas do que os homens. Estão aí você, a Márcia, a Lilian Sokorowa a Marilda Oliveira e a Neyde de Martino para comprovar isso. Citei os exemplos de membros da minha rede, mas existem inúmeras mulheres igualmente inteligentes, corajosas e participativas.

A vocês todas, o meu abraço, a minha admiração e os meus agradecimentos. Com a força de vocês, suprimindo a falta de coragem de alguns homens, quem sabe chegamos lá?

Saudações Irreligiosas!

Comentário de Luísa L. em 24 abril 2012 às 17:17
  • Holocausto: Judeu ou Alemão? Nos Bastidores da Mentira do Século
  • Acabou o Gás!... O Fim de um Mito
  • SOS para Alemanha
  • A verdade sobre o Diálogo católico-judaico no Brasil
  • Inocentes em Nuremberg

Esses são os livros que o S. E. Castan escreveu Ivo. Um dia talvez leia, agora não pois não estou virada para me rir da conversa revisionista.

Ideológicamente estou muito, mas muito longe mesmo do revisionismo, fascismo, nacional-socialismo e outros ismos. Não perco o meu tempo com eles, a não ser como fonte de consulta. Desculpa.

Só uma achega, o Faurisson foi julgado e condenado diversas vezes pelas suas posições neonazis e é apelidado pelos colegas historiadores de faussaire. Não tem credibilidade.

Deixa-me só dizer uma coisinha: é muito feio andares a brincar ao gato e rato com os colegas. Ora bolas, podias ter deixado logo aqui a informação, assim não precisava de perder o meu tempo a procurar! ahahahah

Abraços.

Comentário de Ivo S. G. Reis em 24 abril 2012 às 16:48

Ah, achou, não é Luísa? Eu sabia que vc ia achar. Provoquei-a de propósito. Agora que vc achou tente localizar alguma coisa sobre os 3 livros deste homem na Internet (eu não vou precisar pq tenho dois impressos) e leia tudo o que puder. São muito bem escritos e, como disse, cheios de  fotos. E ele concluiu as mesmas coisas que Cole e Faurisson. Mas por que não teve coragem de colocar seu nome completo no livro (S. E, Castan soa como pseudônimo), nem biografia, nem ISBN, nem editora, nem gráfica? Nada, absolutamente nada.  Por que será? Se puder, compre o livro, vire para cima, para baixo, procure nas orelhas, na inrodução, etc. Você não vai achar nada que identifique ou comprometa autor, gráfica e editora. Essa foi a condição para imprimiro livro.

Veja a foto que coloquei do Faurisson no comentário anterior e terá a resposta do porque não se identificar em publicações dessa natureza.

Luísa, nenhum desses 3 pesquisadores que citei são como nós, que só podemos pesquisar em livros, jornais e internet. ELES FORAM LÁ, NA FONTE! ENTREVISTARAM, FOTOGRAFARAM, CONSULTARAM ARQUIVOS, FOTOS, DEPOIMENTOS, ETC. Merecem algum creditozinho, não?

Veja esta referência ao livro de Castan (aqui, a fonte é Wikipedia):

"... Após ir visitar pessoalmente diversos campos de concentração na Alemanha e na Polônia, manter entrevistas com testemunhas de ambos os lados, estudar documentos e textos com depoimentos em vários idiomas, resolveu escrever os livros Holocausto judeu ou alemão?, e Nos bastidores da mentira do século, os quais imediatamente tornaram-se campeões de vendas; isso porque após um período de mais de quarenta anos, quando os brasileiros só tinham acesso à versão dos vencedores – uma autêntica lavagem cerebral – os fatos revelados nesses livros representavam uma completa novidade, pois revelavam acontecimentos que a maioria dos leitores brasileiros, e até de outros países, desconhecia totalmente. Logo em seguida foram editados em inglês, espanhol e também em alemão. Ellwanger é também o autor do livro Acabou o gás... O fim de um mito, no qual cita o relatório do especialista norte-americano em câmaras de gás, Fred Leuchter Jr., que sugere a impossibilidade físico-química da existência de câmaras de gás para execução de pessoas nos campos de concentração de Auschwitz, Birkenau e Majdatiek. Fred Leuchter Jr. foi o assunto do documentario Mr. Death: The Rise and Fall of Fred "

Será que tudo isso e mais o que os outros pesquisadores de igual quilate sugerem e/ou concluem não dá para deixar dúvidas (pelo menos isso)?

Sei não. Nem sei se vale a pena levar essa discussão adiante. Gostaria, mas o perigo é muito grande e eu não agüentaria uma perseguição e nem tenho lastro econômico para isso.

Comentário de Luísa L. em 24 abril 2012 às 16:16

Ivo, agora estou com o tempo apertadinho....

Deixo só aqui isto:

Siegfried Ellwanger Castan (Candelária, 30 de setembro de 1928 - 11 de setembro de 2010) é um escritor revisionista brasileiro e fundador da Editora Revisão.

Está relacionado, não achas? Pelo menos no que diz respeito à ideologia...

Abração!

Comentário de Ivo S. G. Reis em 24 abril 2012 às 15:59

Luísa, foi por isso que eu relutava discutir o assunto holocausto aqui na rede, embora ache que devesse ser discutido. É perigoso, muito mais até do que ser antirreligioso. Se você negar o holocausto publicamente ou você é destruído, perseguido e arrasado ou você morre. E foi isso o que aconteceu com David Cole: ele foi clara e publicamente ameaçado de morte pela JDL (Liga de Defesa Judia), chantageado, e obrigado a assinar aquela declaração e depois sumindo de circulação (está vivo, mas manteve-se em silêncio, como parte do acordo). Sei que é duro acreditar nisso mas temos de investigar bem fundo os dois lados da questão.

Com Faurisson, um outro famoso ativista do revisionismo histórico do holocausto, não foi diferente. Nãs bastassem as agressçoes morais, foi também agredido fisicamente, indo parar todo arrebentado, no hospital, foi perseguido, processado e condenado pela justiça francesa, simplesmente por ter sido considerado negacionista do holocausto. Não, isto não pode. Você tem de acreditar e acreditar como eles querem que você creia. Se falar contra isso publicamente... bem, você já sabe oque acontece.

Curiosamente, Luísa, o melhor e mais completo e documentado livro que já li sobre este assunto foi comprado num sebo e está bem aqui acima da minha cabeça, na minha estante. Trata-se do livro "Holocausto Judeu ou Alemão?" e é do autor S. E. Castan (alguém já ouviu falar dele ou sabe o seu nome completo?). Claro que não, porque é um pseudônimo, única forma de falar mais a vontade contra o holocasuto. O livro, curiosamente, não possui ISBN, nem nome da editora, nem nada que identifique quem escreveu ou publicou e tem 326 páginas, sendo fartamente ilustrado com inúmeras e autênticas fotos. Dei sorte. É uma jóia e uma raridade, mas talvez ainda possa ser encontrado nos bons sebos. Está escrito em língua portuguesa. Você já tinha visto um livro sem selo editorial e sem identificação do autor ou até mesmo da gráfica em quefoi impresso?

Vou escanear a capa do livro para te mandar, senão ninguém me acredita. Pesquise mais um pouquinho sobre David Cole e Faurisson. O livro confirma tudo o que Fourton e David Cole disseram e muito mais coisas estranhas.

A propósito, acho que também vou parar de falar sobre este assunto, senão o site será fechado e eu processado.

Comentário de Luísa L. em 24 abril 2012 às 15:12

Em 1992

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

David Cole é um revisionista estadunidense, alegadamente judeu, mais conhecido por ter produzido em setembro de 1992, um documentário sobre o campo de concentração de Auschwitz no qual nega que a instalação tenha sido criada com o objetivo precípuo de exterminar judeus e outros inimigos do regime nazista.

Dizendo-se pressionado e fisicamente ameaçado, Cole renunciou a boa parte de sua pregação revisionista após 1994. Seu vídeo polêmico, contudo, pode ser facilmente encontrado na internet.


Nota pessoal...

Sentiu-se ameaçado?

Alguém responsável, que faz um trabalho liso e isento, por mais polémicas que sejam as suas descobertas, não teme, pois terá sempre provas reais, ou provas circunstanciais muito boas, para apresentar a quem o questionar. Além do mais mune-se de uma equipa isenta e de outros historiadores.

Em 1998

http://www.nizkor.org/ftp.cgi/people/c/cole.david/ftp.py?people/c/c...

Só para quem não tiver paciência de ler: é uma declaração de renuncia do Cole a todo o trabalho. Declara ter sido induzido em erro pelos seus ideais revisionistas e profunda vergonha por ser judeu(?), Inclui desculpas às vítimas. Este documento está assinado em cartório e atestado pela notária Mary Stewart.

Assim Ivo, perante um assunto que já nem é assunto, só nos resta mesmo especular...

Saudações irreligiosas!

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