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Se você não sabe, aceita e não questiona, embota-se e acaba virando crente.

Questionamentos a respeito da existêcia de Deus. Aqui o autor apresenta uma boa coleção de motivos que justificariam os motivos por que não se deve crer em Deus. Seriam estes argumentos suficientes? Veja o vídeo!

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Comentário de diego 21 em 19 julho 2010 às 12:22
questionamentos em ordem lógica. E dúvida na prova da existência de Deus.

I EXPLICAÇÃO SOBRE A SEQUÊNCIA FINITA DO MOVIMENTO

Aristóteles e São Tomás explicam que a série de movimentos que constamos no mundo não pode ser infinita. Dou-lhe as provas disso detalhadamente:

1 - porque na coisa que muda, a potência vem antes do ato.
Assim, uma parede branca que muda para cor vermelha , por que é pintada de vermelho, nela a potência paar o vermelho existe antes que o ato de vermelho nela.
Mas no movimento, na mudança sempre o ato tem que existir primeiro. Se não existe a tinta vermelha em ato não haverá mudança de cor na parede branca com potência para o vermelho. Logo,em toda mudança o ato sempre precede a potência.
Ora, na sequência de mudanças analisadas sempre a potência vem antes do ato, e isso não pode ser assim sempre, porque a mudança tem que começar por um ser em ato.

2 - Outra prova de que se a sequência de movimentos apresentada fosse inifinita, ela não poderia ser dividida pois o infinito não é divisível. Ora, na sequência apresentada há um série de movimentos distintos uns dos outros e isso só pode se dar no que é finito. Logo a sequência de movimentos tem que ser finita e começar por um ser em ATO.

II EXPLICAÇÃO SOBRE A FINITUDE DO UNIVERSO

O universo não é infinito e disso há muitas provas. Dou-lhe só duas por nfalata de tempo, visto que tambem meu tempo é finito.

Prova número 1:

Toda a matéria é mensurável. O universo é material. Logo, o universo é mensurável.

O infinito não pode ser medido. Ora, o universo material é mensurável. Logo, o universo material é finito.

Prova número 2:

Se imaginarmos que o universo é infinito, teria que existir realmente um ponto Z infininatamente distante da Terra (ponto T).
Ora da Terra à Lua a distância é finita (F).
Da Lua ao Sol a distância é finita (F).
Do Sol a Júpiter a distância é finita (F).
De Júpiter a Plutão a distância é finita (F).
...
...
...
Do imaginado ponto Z até um ponto mais róximo dele Y a a distância é finita (F).
De Y ao ponto X a distância é finita (F).
De X ao ponto mais próximo dele W a distância é finita (F).

Portanto, somando todas essas distâncias teríamos: F + F + F + F + F + ..... + F + F + F = total F
Porque a natureza de um total tem que ser da mesma natureza que as parcelas que o formam.
Portanto, o universo é finito.


O universo é indefinido e não infinito. Indefinido é aquilo que sempre tem potência para aumentar ou diminuur.
O universo como a numeração são indefinidos e não infinitos. O indefinido é infinito em potência jamais em ato.
Só Deus é infinito real, em ATO, pois em Deus nada pode ser aumentado e nem diminuído, pois Deus não tem nenhuma potência passiva.

III Explicação

Imaginar que existam outros "planos" além do material e do espiritual é imaginar o quinto lado de um triângulo.
Mova-se pela razão, não pela imaginação.

IV Explicação


Releia as provas da existência de Deus . Isso já está respondido lá. Se Deus é ato puro, sem potência passiva, Ele tem que ter todas as qualidades em garu absoluto, pois se pudesse aumentar ou diminuir suas qualidades, Ele teria potência.

V Explicação

O mal enquanto ser não existe. Se existisse um ser absolutamente mau, ele não teria nenhuma qualidade boa. Ora, existir é um bem. Se o mal absoluto existisse ele teria o bem da existência e não seria mal absoluto. Logo, o mal absoluto não existe.
O mal não é ser. O mal não é substancial. Tudo o que existe é bom.
O mal moral existe, isto é, só existem ações más, e não coisas más.

VI Explicação

Todo pecado é um ato contra a razão. Nossas tendências más vão contra a razão e são consequência do pecado original que danificou nossa natureza, que originalmenet foi feita interiramente boa e tendende ao b
Comentário de ana caroline f. menegusi em 13 julho 2010 às 20:19
esse video é muito bom ele não te força a comprar uma idéia, ele te faz refletir,deus é uma resposta fantasiosa criada para explicar o mundo, mais a lógica vai muito além disso.
Comentário de DANILO PINHEIRO em 31 maio 2010 às 12:29
Esse sem duvidas e um dos videos mais impactantes pois leva as pessoas a refletirem de verdade,,tanto que cheguei nesse site atraves desse videos pois comecei a procurar videos livros e texto que me mostrassem que não era louco em não acreditar em deus...o deus da minha avó que ela gosta tanto pra mim era idiotice....mas aki aprendi muito......e hoje ainda fico muito feliz em ver esse video e saber que não sou louco e que existem milhares de pessoas que pensam como eu....
concluo dizendo que sou ateu ate a minha morte.....
Comentário de Ivo S. G. Reis em 3 abril 2010 às 0:22
Cláudio:
O objetivo deste vídeo é apenas provocar e obrigar as pessoas a refletirem. Não pede que concordem; apenas que reflitam e usem o raciocínio lógico. Se ele fez você preocupar-se a ponto de deixar um comentário, ainda que discordante, já atingiu seu objetivo em relação a você.

Continue a comentar e debater. Não é necessário concordar. Mas tente convencer aos que lerem seus comentários, que o vídeo está equivocado. É isso que esperamos que alguém faça. Mas, até agora, ninguém conseguiu desmentir o vídeo.
Comentário de Claudio Espiga em 2 abril 2010 às 21:29
Existem crenças na existência de inúmeros Deuses/Deusas, de inúmeros Livros Sagrados,.... o Homem, a civilização, vai melhorar se for conseguida a prova cientifica (o que é Ciência? Alguma religião, cujo Livro Sagrado é A Origem das Espécies?) da inexistência de Deus?
A sua religião busca A Prova da inexistência de Deus/Deusa.
E você como Sumo Pontífice desta religião coopta novos crentes desta sua fé: A Inexistência de Deus.
Você não acha que a sua fé é um pouco arrogante, não?
Suponho que a sua fé no Método Cientifico aconteceu depois de você estudar a todas as Religiões e seus Livros Sagrados, correto?
Se você não acredita em Deus/Deusas por que investir seu tempo (O que é TEMPO? Por não voltamos? ....) no que não existe? É aquela história: estuda-se a Luz e não a escuridão.
Parece que foi Hypatia de Alexandria que disse: Se não questionar o que acredito eu não posso acreditar.
Estudar a Luz, questionar porque a difração, por que ela às vezes se curva, mas sempre acreditar na Luz e não na escuridão.
Até por que esta, a escuridão não existe.
Tai uma boa coisa para você criar um Método Cientifico para quantificar, mensurar, analisar a escuridão.
Qual o problema de alguém acreditar em algo que eu não acredito? Por que eu preciso provar que ele está errado? Por que ser arrogante a este ponto?
Comentário de Rodrigo Pohren em 22 março 2010 às 18:27
Vou direto a sua pergunta do vídeo ok, sim existe um deus, só que ele é você mesmo. Um dos fatores para você ter uma vida de sucesso é acretitar em você mesmo. Como todo mundo sabe, todos são diferentes um dos outros, como opiniões e explicações; a palavra Deus foi criada para aqueles que não acreditam em si e acreditar em alguém ou alguma coisa que possa ajudá-las, mas na verdade o deus que acreditam são elas mesmos se ajudando. Vou explicar com um exemplo. Quando você tem que ir bem em uma prova de matemática, o que fica mais fácil: pedir para o Deus te ajudar ou acreditar em você, que você tem capacidade de ir bem na prova? pedir para Deus é fácil mas se você não estudar ele não te ajuda. É aí que está a questão. Deus é você mesmo, é seu cérebro, Deus está sempre com você a seu lado, Deus está sempre te ajudando quando você acretida nele e se você não acredita nele, que é você mesmo, sua cabeça, seu cérebro, você não terás uma vida feliz e de sucesso. Então respondendo a pergunta novamente se deus existe: sim, simplesmente é você. Acredite nele e seja feliz. Respeito á aqueles que acreditam no seu deus "divino" pois se aquele deus divino ajuda aquela pessoa a ser feliz, que ótimo, se é bom para ela e seu próximo, seja feliz. Abraço a todos.
Comentário de Alexandre Guimarães em 19 outubro 2009 às 13:17
Gilberto, eu não gosto de trabalhar com hipóteses de meias verdades ou verdades relativas. A verdade que for dita para o Zé Ruela tem que ser a mesma para o Cortella, com um adicional: tem que ser entendida da mesma forma sem possibilidade de segundas interpretações. Por isto o princípio da parcimônia, a simplicidade. E isto nós ainda não temos cientificamente e, repito, nunca teremos uma demonstração sobre a existência ou não de deus. O máximo que poderemos chegar seria a indícios. Mesmo assim uma comparação com momentos anteriores da humanidade poderia ser usada, por exemplo: no início da agricultura, os humanos estavam felizes por conseguirem seu alimento sem correr ou andar demais. Mas com o aumento da área plantada apareceram as pragas. Como naquele momento não conheciam os oideos, fungos ou bactérias, a única explicação era castigo divino. Hoje nenhum roceiro vai a uma igreja para pegar venenos, ele vai numa lojinha e enche o rabo das multinacionais do veneno de dinheiro. (na prática ele trocou o fornecedor de indulgências :).

Entretanto, a argumentação sobre a existência de deus não tem relação nem correlação com a manipulação de seres humanos feita por instituições religiosas. Demonstrar isto é mais fácil e pode, e deve, ser feita de forma tranquila e com argumentos simples, sem a intenção de transformar fieis religiosos fanáticos em ateus fanáticos, o que para mim é a mesma coisa. Não creio que neste jogo valha tudo e nem o princípio dos "fins justificam os meios". Esta teoria levou às barbaridades que já conhecemos, incluindo a ex-URSS.

Outro ponto importante é o respeito ao princípio da laicidade, que garante a todo indivíduo, em seu domínio privado, o direito de adotar ou mudar de convicção religiosa e não adotar nenhuma. Existe distinção entre o que é área pública e o que é área privada, sendo nesta última onde se exerce a individualidade de pensamento, consciência, convicção. Sendo assim, ninguém pode impor suas crenças aos outros e nem o Estado pode intervir neste direito individual e em suas formas de organização, como igrejas ou cultos. Além disto, o Estado não pode preferir uma crença em detrimento de outra. Desta forma, a laicidade do Estado é a garantia máxima de coexistência entre todas as convicções no espaço público. O mesmo vale para grupos organizados, não podendo interferir nestas convicções, desde que elas estejam restritas ao domínio privado. Isto muda de figura quando vemos as igrejas invadindo espaços públicos para conquistar fieis, numa clara violação desta laicidade.

Portanto, sou contra qualquer forma de argumentação falaciosa, mesmo que ela tenha, aparentemente, objetivos nobres. Ah, mas estas pessoas estão sendo enganadas, podem dizer. E daí, estão porque querem e estão utilizando seu direito de escolha, fundamental em qualquer sociedade que se queira estabelecer. Desde que este direito individual, particular, não coloque em risco a coletividade, o domínio público, o máximo que podemos fazer é "balangar beiço".

Ivo, neste campo de teorias, a lógica de 2a ordem não é válida. Este tipo de lógica é uma particularização de lógicas mais amplas, que são comuns nas ciências, sobretudo no que se refere aos paradoxos, como é o caso de verdades mutuamente excludentes, como estar vivo ou estar morto, serem verdades simultâneas. Você imagina alguém estar vivo e morto ao mesmo tempo? embora pareça coisa de espiritismo, e ser uma analogia, isto está presente na quântica no paradoxo do gato, de Scrödinger. O uso deste tipo de lógica, booleana, em situações filosófica complexa leva, inevitavelmente, ao sofismo ou ao estabelecimento de dogmas, que poderemos chamar, elegantemente, de premissas de uma lógica de predicados.

É nesta hora que admiro a capacidade intelectual dos indianos, que por terem uma visão de mundo muito diferente, conseguem perceber o mundo sem o cartesianismo que divide toda a realidade em partes, mas que se juntar novamente não consegue fazer o todo. Uma forma de melhorar esta visão,
Comentário de Ivo S. G. Reis em 17 outubro 2009 às 3:26
Alexandre:
Suas considerações são bastante lógicas e interessantes, mas só se aplicariam aos estudiosos, cientistas, exgetas e intelectuais, nunca ao povão, aos crentes, aos fiéis de qualquer religião. E o objetivo do vídeo foi atingir este segundo grupo. Portanto, para este segundo grupo, foi aplicada uma linguagem que eles têm capacidade de entender. Mesmo assim...

Penso eu - mas posso estar, errado porque não sou autoridade no assunto - que a questão da existência de Deus tem de ser vista principalmente por um ângulo psicológico, matemático e filosófico, combinados. Depois vêm os outros. Combinam-se matemática e filosofia e chega-se a uma conclusão. Esta conclusão então, passa pelo crivo psicológico (nesta fase, já não mais poderá ser destruída; apenas entendida e justificada ou não, qualquer que seja o resultado). Tentando explicar melhor:
Pela lógica matemática e pela lógica filosófica se conclui:
1) A Ciência e a Religião não provam se Deus existe ou não existe (se for montar a tabela-verdade esta afirmação tem de ser desdobrada em 4: duas com resultado "V" e duas com resultado "F");
2) O fato de não se poder provar que uma coisa existe não significa necessariamente que ela não existe; (V)
3) Se podemos provar que uma coisa existe é porque ela existe (V)
4) Se não podemos provar que uma coisa existe é porque ela não existe (F)
5) Pela Filosofia, advém que se a premissa maior é falsa ("Deus existe" ou "Deus não existe") qualquer conclusão que se chegue com base nela é falsa.

Conclusão: Tanto afirmar que "Deus existe" ou "Deus não existe"" são meras teorias (precisam ser provadas e demonstradas) e, por isso a resposta lógica é INDETERMINADA (resultado da divisão de nada por nada) que se traduz por DESCONHECIDA ou NÃO SABEMOS.

Aqui entra, então, a Psicologia que pega os resultados acima e analisa os comportamentos individuais e de massa e aí, a coisa vai longe, longe. Ao final de tudo, o máximo que consegue é explicar porque as pessoas acreditam ou deixam de acreditar. Depois, mostra como os grupos se dividem entre os que acreditam (os crentes), os que não acreditam (os ateus) e os que duvidam (os agnósticos) Não vou me estender aqui porque não é o caso.

Para os que gostam um pouquinho só de matemática ou mesmo que não gostem já estudaram lógica de programação de computadores, experimentem montar uma tabela verdade com "Deus existe", "Deus não existe", "falso" ou "verdadeiro" e verão que o dito acima está correto: não permite levar a nenhuma conclusão para o "falso", nem para o verdadeiro". Se fosse um jogo de futebol o resultado seria empate. A tabelinha ficaria mais ou menos assim:

AFIRMAÇÃO | FALSO | VERDADEIRO | CONCLUSÃO (F ou V) |

(*) Tipos de afirmação: a religião prova que Deus existe?; a religião prova que Deus não existe?; a ciência prova que Deus existe?; a ciência prova que Deus não existe? alguem já provou que deus existe?" idem que não existe? etc.. Incluam outras sentenças do tipo: "é possível que uma coisa não provada seja verdadeira?" ou "é possível que uma coisa provada seja falsa?" e vejam aonde irão chegar. O rigor da lógica tem de ser usado nas avaliações.

Voltando ao Gilberto, naquela questão que o professor colocou para o estudante perguntando se o infeno era EXOTÉRMICO ou ENDOTÉRMICO, eu tiraria ZERO porque responderia isso aí em cima ao professor (trocando deus existe ou não existe por inferno endotérmico ou exotérmico) e pediria a ele para me dar nota zero, desde que ele me justificasse e demonstrasse a sua resposta que, obviamente, estaria errada também.

Acho que é isso e perdoem-me se divaguei e viajei. Mas fiz vários testes e conclui que embora não saiba se Deus existe ou não existe, já tive um lucrozinho porque agora, pelo menos sei o que ele não é. Notem bem: refiro-me ao "Deus (ou deuses) da religião e não ao "deus interior" que alguns afirmam trazer dentro de si. Boa discussão!
Comentário de Gilberto Vieira em 17 outubro 2009 às 0:13
Alexandre, tão poucos são os céticos quanto os fieis inteligentes e bem informados, por esta razão, os argumentos do vídeo são mais que suficientes para abalar a certeza daqueles que tem que usar uma doutrina qualquer para lhe servir de muletas.
Eu gostei muito dos argumentos que estão no vídeo, pois eles são mais que suficientes para por em check a grande maioria dos religiosos que encontramos por aí. Uma maioria de criaturas inúteis e manipuláveis, no mais puro esplendor da palavra manipulável. Diga você, que é uma pessoa que tem bons conhecimentos e bons argumentos, que recebeu hoje pela manhã uma revelação divina, e veja quantos fieis conseguirá em poucas horas, em dias terás uma legião de seguidores, em um ano estará vivendo a vida de um jovem rico.
Não se preocupe com Mário Cortella e outros teólogos, a maioria dos religiosos nem entendem o que eles falam.
Comentário de Alexandre Guimarães em 16 outubro 2009 às 22:43
Ivo, você consegue este texto? neste formato é muito ruim para comentar. Existem erros lógicos fundamentais nesta argumentação. O silogismo é primário, beirando o sofismo e existem erros conceituais além de erros científicos. Isto é ruim para uma argumentação cética, se pegar um Mario S. Cortella pela frente, que é um teólogo e filósofo muito inteligente, a porrada é certa.
De cara afirma que se não se pode definir deus ele já não existe e que os demais argumentos só aumentariam o poder desta prova. A ignorância não pode servir de contra-prova.
Outra coisa, é um erro conceitual querer que religião prove alguma coisa, não é seu papel, este papel é da ciência, que não consegue provar nada e nunca conseguirá provar se deus existe ou não, poderá apenas demonstrar que ele não interfere na suposta criação, o que não elimina sua existência. (você não pode afirmar que eu não falei, você só pode afirmar que não me ouviu) Este é um outro erro do texto, ao afirmar que se a ciência concluir que deus existe então ele estará ai para nos proteger. Isto é sofismo, para dizer pouco.
Outro erro é afirmar que não podem existir os diversos deuses. Isto só seria verdade num determinado cenário clássico e binário, mas o universo já tem mostrado que ele não é assim, está aí a mecânica quântica para sacanear com nossos anseios de respostas de lógicas de 2a ordem.
A existência ou não de deus não deve nos tomar tanto tempo, mas sim discutir o papel manipulador das religiões. A espiritualidade é intrínseca ao ser humano, mas o que temos que mostrar é que ela é uma característica individual e não tem necessidade de ser manifestada em público, até mesmo porque se deus existe ele não precisa que você se junte em bandos e berre para ele ouvir.
Uma pergunta básica pode ser feita a um religioso: você acha que deus é mesquinho o suficiente para criar o ser humano para ficar apenas o adorando? é uma pergunta antropomórfica que poderá fazer o fiel pensar, seguindo sua própria forma de raciocínio. Bom, por ai vai.
Voltando ao vídeo, ele demonstra a parcialidade do autor, embora ele tente se fazer de superior em afirmar que estamos atrás da verdade, seja qual for. Argumentação fraca, além de que qualquer prova científica tem que ser isenta de qualquer manifestação de ego ou de crença.
Concluindo, religião e ciência são diferentes, e tem propósitos diferentes, junto com a filosofia elas formam o tripé de sustentação da sociedade atual, o problema é que este tripé está torto.

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